Pesquisar no Blog

terça-feira, 5 de abril de 2022

ESG: quem se importa, vence!

Freepik

Atitudes disruptivas ainda não são bem compreendidas ou aceitas


Essas três letras tiveram um expressivo salto nas buscas do Google no começo de 2022. O maior em 16 anos e quatro vezes superior que a média do ano passado. Também foram um dos temas estrelados na National Retail Federation (NRF), realizada em janeiro, em Nova Iorque.

Afinal, o que significam e qual a sua importância? A sigla vem do Inglês Environmental (E), Social (S) e Corporate Governance (G). Resumidamente, significam as práticas ambientais, sociais e de governança corporativa de uma organização.

Podemos dizer que é a sustentabilidade empresarial. O termo surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins (algo tipo: quem se importa, vence). Desde então, vem ganhando relevância nas redes sociais, em publicações e nos planejamentos estratégicos.

Elas também estão ligadas a outras letras de importância para o mundo corporativo: como D&I. Ou seja, Diversidade e Inclusão. Tema presente em ações de muitas empresas brasileiras e fundamental na retenção de talentos e na inovação. De acordo com estudos da McKinsey Company, organizações com times plurais entregam resultados 25% melhores do que as que não consideram a diversidade no recrutamento.

No entanto, atitudes disruptivas ainda não são bem compreendidas ou aceitas. Vale lembrar as polêmicas em torno do programa de trainees com contratação apenas de pretos e pardos do Magazine Luiza. Ou seja, a empresa, ao buscar aumentar proporção desses profissionais em cargos de liderança, estava atuando na dimensão Social do ESG.

Mas para o varejo ainda há uma outra sigla a se considerar: GenZ. A geração Z é formada por pessoas nascidas entre 1996 e 2016 e já representam 30% da população brasileira. Esses novos consumidores estão preocupados em transformar o mundo, são disruptivos e engajados em causas sociais e ambientais. E o mais importante: esperam das marcas o mesmo engajamento.

Segundo pesquisa da McKinsey no Brasil, 81% desse público afirma que não compraria de uma empresa considerada machista, 79% se racista e 76% se homofóbica. Outra característica dessa tribo de nativos digitais é que vivem conectados o tempo todo e suas reações são instantâneas. Nesse sentido, não dá para ter discurso descolado da prática.

Definitivamente, diante dos anseios dos GenZ, quem não entender as regras do jogo e não incluir o ESG na pauta do dia, não ganha vida para a próxima fase. É game over!

 


Roseli Garcia 

Vice-presidente e coordenadora do Conselho do Varejo da ACSP

Fonte: https://dcomercio.com.br/categoria/opiniao/esg-quem-se-importa-vence


Cinco filmes para entender as relações internacionais pelo mundo

Especialista recomenda obras cinematográficas para compreender melhor as relações internacionais e a geopolítica entre as nações


Em um mundo interconectado e globalizado, determinadas situações que ocorrem dentro de um país acabam afetando não apenas a própria política doméstica, mas todo o sistema global. Por conta disso, as relações internacionais e a geopolítica são áreas muito dinâmicas, que mudam constantemente a partir de pronunciamentos políticos, oscilações econômicas e ações individuais das nações mais ou menos poderosas. 

Uma das formas mais fáceis e divertidas de entender mais sobre relações internacionais e geopolítica é por meio do cinema, com obras audiovisuais que abordam o tema contando histórias reais e fictícias que têm esses movimentos políticos como pano de fundo. O coordenador do curso de Comércio Exterior e professor de Relações Internacionais da Universidade Positivo (UP), João Alfredo Lopes Nyegray, indica cinco filmes para entender melhor essas relações pelo mundo.


  • A Soma de Todos os Medos (2002)

Divulgação

Com atuações de Morgan Freeman e Ben Affleck, o filme mostra um grupo terrorista que encontrou uma bomba nuclear e planeja usá-la no Super Bowl, final da liga de futebol americano dos Estados Unidos, iniciando a 3.ª Guerra Mundial, com intenção de colocar os EUA e a Rússia em rota de colisão. “Nesse momento em que a Rússia invade a Ucrânia e tantas outras nações seguem contrárias às pretensões de Putin, e cresce o medo de que o conflito se torne nuclear, o filme de 20 anos atrás acaba sendo atual”, pontua Nyegray.

Onde assistir: Amazon Prime Video e YouTube.

 


  • O Jardineiro Fiel (2005)

                                                                          Divulgação

A obra é baseada em um romance no qual um diplomata investiga, por conta própria, o assassinato de sua esposa, e acaba descobrindo o que há por trás da rede de relações entre o governo britânico e as companhias farmacêuticas. “Podemos relacioná-lo em como a Rússia foi feroz ao defender a vacinação contra a covid-19 com o uso da Sputnik, criada em seu país. O filme também nos leva a cogitar se medicamentos não são testados em populações vulneráveis”, alerta o professor.

Onde assistir: Amazon Prime Video e YouTube.

 


  • Senhor das Armas (2005)

Divulgação

Com Nicolas Cage de protagonista, o longa-metragem conta a história de um traficante de armas que vende os itens de um arsenal desprotegido da ex-União Soviética após seu desmembramento, aproveitando para tornar-se milionário com o fim da Guerra Fria. “Atualmente, o tráfico de armas e drogas estão entre os negócios internacionais mais rentáveis, movimentando bilhões anualmente. É também o setor armamentista e sua importância para algumas economias que explica a necessidade que algumas nações têm de estar sempre em guerra”, explica o especialista.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 


  • Capitão Phillips (2013)

Divulgação

Baseado em fatos reais, o filme exibe o sequestro de um navio petrolífero na costa da Somália, na África, organizado por piratas somalis. “Há alguns anos, a pirataria era bastante frequente nessa região, onde circulam inúmeros navios carregados de óleo. Essa obra permite compreender a razão pela qual tantas empresas de transporte abandonam nações instáveis”, destaca Nyegray.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Netflix, Star+ e YouTube.

 


  • A Grande Aposta (2015)

Divulgação

O especialista ressalta que essa obra retrata a crise econômica de 2008, explicando, de forma clara, como o mundo todo foi arrastado para um turbilhão financeiro que se iniciou nos EUA. “A interconectividade é uma característica importantíssima das relações internacionais atuais. Não são apenas produtos, serviços e informações que cruzam rapidamente o mundo, mas também as crises econômicas, que se tornaram muito mais contagiosas”, esclarece.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Globoplay, HBO Max, Netflix e YouTube.

 


Universidade Positivo

up.edu.br/


Como o Instagram pode ser o principal aliado do seu novo negócio

IStock
Rede social é a quarta mais usada no Brasil, de acordo com pesquisa

 

Os números não mentem: quem opta por investir em algum negócio em redes sociais, certamente, terá sucesso. Isso porque o Brasil é o segundo país do mundo que mais gasta tempo na internet; os brasileiros têm uma média de 10 horas por dia conectados, sendo a maior parte via smartphone. 

 

Além disso, uma pesquisa da We Are Social e Hootsuit avaliou que o país é o terceiro que mais usa redes sociais no mundo todo, tendo o Instagram na quarta posição de preferência entre os usuários. O Brasil já soma cerca de 110 milhões de contas na plataforma.  

 

Pensando nisso, montamos um passo a passo do sucesso na rede social, uma maneira para colocar a sua marca no topo e lucrar por meio da internet. Confira as dicas.

 

Crie um bom perfil 


É importante que o seu negócio seja facilmente identificado entre tantos usuários. Por isso, tenha uma conta com um nome simples e fácil de se memorizar, crie uma biografia que explique de maneira prática o propósito da empresa, e que represente com clareza o foco do seu negócio.  

 

Use e abuse das ferramentas de um Instagram Comercial 

Apesar de o Instagram funcionar em tablets e computadores, seu uso é majoritariamente em smartphones. Trata-se de um aplicativo que funciona bem em diferentes aparelhos de celulares, como um Moto G10, por exemplo. 

 

Pelo aplicativo instalado no celular, é possível criar uma conta comercial. Ou seja, uma experiência que permite o acesso exclusivo de publicações, estatísticas e anúncios. 

 

O Instagram Comercial fornece informações sobre alcance de publicações, gráficos de seguidores e até uma análise de horários de maior desempenho, tudo sobre o comportamento do seu público e do seu negócio na rede. 

 

Faça uma vitrine online dos produtos 


Conhece aquele ditado de que a primeira impressão é a que fica? Pois bem, é importante ter em mente que o Instagram é uma ferramenta de imagem. Fotos criativas e de boa qualidade fazem toda a diferença quando falamos de venda. Além disso, se for o caso, não deixe de anunciar o valor do produto na publicação, pois isso faz toda a diferença para os seguidores de uma marca, facilitando o primeiro contato com a imagem da empresa. 

 

Identifique seu público 


Outra ferramenta do Instagram Comercial é a facilidade para identificar seus principais seguidores, com base em idade, local e gênero. Com isso, é possível criar um conteúdo exclusivo para atrair novos interessados. Não foque apenas na venda: use e abuse de todos os recursos oferecidos na rede social. 

 

Mantenha uma frequência 


O Instagram trabalha com um algoritmo que tem como objeto fazer com que o usuário encontre o que mais deseja em primeiro lugar. Dessa forma, quando acessamos a rede social com alguma frequência, temos acesso a uma ordem cronológica de publicação. A rede leva em consideração que o ideal é que todo mundo tenha acesso ao conteúdo mais recente. 

 

Contas mais engajadas, com publicações com mais comentários e curtidas, tendem a aparecer para um maior número de pessoas, além de ganhar destaque na aba “Explorar”. 

 

Interaja com quem te segue


Seus seguidores são os seus compradores, e fazer com que essas pessoas sintam-se incluídas faz toda a diferença para uma marca. Entenda a rede social como um canal de comunicação. Responda aos comentários; faça pesquisas de interesse em stories; crie reels divulgando o trabalho; curta e comente em fotos de usuários que divulgam seu produto; faça ofertas exclusivas para seguidores; e utilize hashtags para alcançar novos públicos, mas que ainda se interessem pela sua área de atuação.

 

A diferença entre um bom negócio e um que falhou é simples: clientes satisfeitos. Quando existe uma comunicação direta com uma empresa, os resultados são mais evidentes. Prepare sua equipe para que comentários negativos sejam solucionados o quanto antes, e para que o bom relacionamento seja a principal característica da sua marca. 


Brasil é o 2º país do mundo que mais tributa empresas

Empresas brasileiras estão no topo do ranking mundial ao levar em consideração o total de tributos pagos

 

Dentre 111 países, o Brasil está em 2º posição do ranking, sendo um dos países que mais tributam as empresas. Somente Malta fica na frente do Brasil.

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br com dados da OCDE sobre a tributação das empresas.

Ao considerar todos os impostos, as empresas brasileiras pagam na média uma alíquota de imposto de 34%. Este valor é 70% maior que a média mundial, e somente 1% menor que Malta - que está no topo do ranking com 35%.

 


Brasil tributa mais que países desenvolvidos

Somente 18 países tributam as empresas com uma alíquota acima de 30%, sendo o Brasil um destes países.

No Brasil é cobrado 2 impostos sobre as empresas, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (25%) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (9%), totalizando 34%.

Este valor é maior até que países desenvolvidos, como: Reino Unido (19%), Estados Unidos (25%), Canada (27%) e Japão (30%).

Ao levar em consideração todos os 111 países que disponibilizam dados na OCDE, o valor médio de todos os países está em 20,0%.

 


Tendência de queda nas tributações de empresas

Ao comparar a tributação sobre as empresas de 2000 até 2021, a grande maioria dos países diminuíram a alíquota de tributos sobre as empresas. Na média, o valor da alíquota caiu 8,3% - saindo de 28,3% em 2000 para 20,0% em 2021.

Neste período, 94 países abaixaram a tributação, enquanto 13 países mantiveram as mesmas taxas, e somente 4 países aumentaram (Andorra, Hong Kong, China, Maldivas e Omã).

Segundo o estudo, 12 países tinham um regime de não tributar as empresas - países considerados paraíso fiscal.

Os países que mais aumentaram as taxas foram a Andorra (+10%) e Malvidas (+15%). Estes países tiveram um grande aumento, pois não tributavam as empresas e passaram a tributar.

Na ponta oposta, os países que mais diminuíram as taxas foram a Angola e França, com uma queda de -5% e -3,6%, respectivamente.

 

Fonte: OCDE, CupomValido.com.br


ANS avalia a incorporação de medicamentos para o tratamento do câncer de próstata avançado e consulta opinião da sociedade

Pacientes com a doença podem ter acesso a uma nova opção de terapia que mantém a qualidade de vida e reduz em 34% o risco de morte

 

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), reguladora do mercado de planos privados de saúde, anunciou a abertura da consulta pública nº 95, no dia 01 de abril, que avaliará a incorporação de medicamentos no rol da agência para o tratamento do câncer de próstata sensível à castração metastático (CPSCm), entre eles a enzalutamida. O medicamento em questão aumenta a sobrevida global, reduz em 34% o risco de morte e mantém a qualidade de vida do paciente[1], quando comparada às atuais terapias disponíveis no sistema de saúde suplementar. Esta etapa do processo considera a opinião pública para a avaliação do fornecimento do medicamento pelos planos de saúde, sendo uma grande oportunidade para que sociedades médicas, associações de pacientes e o próprio paciente ou cuidador(a) contribuam para a incorporação de novos tratamentos. A votação ficará disponível até 20 de abril. Para participar basta acessar o link https://www.ans.gov.br/participacao-da-sociedade/consultas-e-participacoes-publicas/52-participacao-da-sociedade/consultas-publicas/6293-consulta-publica-n-95

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum entre os homens[2] e a segunda principal causa de morte por câncer no sexo masculino[3]. No Brasil, é o câncer mais incidente em todas as regiões do país³. Nessa perspectiva, a enzalutamida pode ser uma nova opção segura e eficaz para a jornada de mais de 22 milhões de homens beneficiários da saúde privada[4], caso necessitem tratar o câncer de próstata sensível à castração metastático.

A introdução de novos medicamentos que retardem a progressão da fase sensível à castração (CPSCm) para a fase resistente à castração (estágio fatal da doença) é um objetivo desejável no tratamento do câncer de próstata. 

De acordo com o estudo ENZAMET[5], foi comprovado que o medicamento demonstra resultados clínicos significativos, ao prolongar a sobrevida global (assim como a sobrevida livre de progressão clínica ou de PSA), ou seja, mesmo que o tratamento não elimine a doença, o câncer permanece estável e sem progressão. Já o estudo ARCHES[6],  mostrou um aumento de sobrevida global e sobrevida livre de progressão radiográfica com a enzalutamida associada à terapia de privação androgênica, constatando uma redução de 34% no risco de morte para os pacientes com CPSCm. O estudo também evidenciou que enzalutamida aumenta significativamente o tempo até o desenvolvimento de resistência à castração, mantém a qualidade de vida dos pacientes e prolonga o tempo para a piora dos sintomas de dor.

“Nesse sentido, nossa missão como empresa é contribuir para melhoria da saúde das pessoas e, sabemos que um pilar importante nessa jornada é o acesso às novas terapias. A enzalutamida representa uma nova perspectiva para os pacientes com câncer de próstata avançado, e sua incorporação ao rol da ANS é mais um passo para que os pacientes brasileiros tenham acesso a terapias que tragam eficácia, segurança e manutenção ou melhora na qualidade de vida comprovadas”, afirma Dr. Roberto Soler, diretor médico da Astellas Farma Brasil.  

 

 

Astellas Farma Brasil

www.astellas.com/br 

 

 

[1] Armstrong AJ, et al. J Clin Oncol. 2019 Nov 10;37(32):2974-2986; Armstrong AJ, et al. ESMO 2021, Abstract LBA25

[2] Instituto Nacional de Câncer (INCA). Câncer de Próstata. Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-prostata#:~:text=No%20Brasil%2C%20o%20c%C3%A2ncer%20de,o%20segundo%20tipo%20mais%20comum. Acesso em: 23 de março de 2022.

[3] Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estatísticas de câncer. Disponível em: https://www.inca.gov.br/numeros-de-cancer. Acesso em: 23 de março de 2022.

[4] Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Mulheres são maioria entre beneficiários de planos de saúde. Disponível em: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/sobre-a-ans/4356-mulheres-sao-maioria-entre-beneficiarios-de-planos-de-saude. Acesso em: 23 de março de 2022.

[5]Davis ID et al. N Engl J Med 2019; 381(2): 121–31

[6] vide referência 1

 

Filha de gastadora, gastadorazinha é? Mas será?

A melhor educação financeira que a sua filha ou filho pode ter é o seu exemplo

 

Eu tinha tudo para ser uma grande endividada. O melhor conselho financeiro que minha mãe conseguiu me dar foi "se você não tiver dívidas, você não vai ter nada na vida". É um péssimo conselho, principalmente para uma adolescente como eu que estava começando no primeiro emprego. 

A Dona Conceição sempre foi uma intensa trabalhadora, mesmo assim devia para várias lojas do bairro, para o banco (vários bancos) e até para a minha escola de inglês. Foi uma experiência traumática para mim, às vezes eu tinha vergonha de ir na venda ou para a escola. 

Poderia ser um caso isolado, mas segundo pesquisa da CNC, 70% das famílias brasileiras estão endividadas. 

Apesar do péssimo conselho, minha relação com o dinheiro é totalmente diferente. Enquanto eu avalio juros, guardo parte do meu dinheiro e busco só entrar em dívidas planejadas, minha mãe, ainda hoje, reclama que o "banco malvado" fica com quase toda a aposentadoria. Quando minha filha Sofia nasceu, eu decidi ser o bom exemplo financeiro que eu não tive. 

Logo no nascimento, a Sofia ganhou muitos presentes, entre eles, um "cheque" presente dos padrinhos. Achei incrível! Era a oportunidade de criar a primeira conta dela e guardar o dinheirinho para o futuro. Fui até um banco tradicional e saí de lá frustrada. Era tudo tão complexo e burocrático que acabei deixando para depois, e adivinha? Eu gastei o dinheiro da Sofia. 

Meu objetivo de ser um bom exemplo começou mal.


A virada 

Eu quero que a Sofia no futuro esteja mais preparada para os desafios e tenha uma vida próspera. Então, já que não encontrei o que eu precisava no banco, decidi criar algo para pais e mães, como eu: assim nasceu a Pulpa, um aplicativo para você guardar dinheiro para futuro da criança que você ama, de forma segura e colaborativa. Para começar, tornei possível uma conta para a criança de uma forma simples! Direto no app. Lá você abre um Plano de Previdência Privada para guardar dinheiro para o seu filho para quando ele completar 18 anos. É um Fundo que rende e o certificado fica no nome da criança. Exatamente do jeito que eu queria para a Sofia. Eu sabia que só ter a conta não era o suficiente, como eu disse, eu sou de uma família de gastadores. Eu precisava que o cheque-presente do padrinho chegasse até a conta da Sofia. 

Hoje e cada vez mais, temos muitos adultos dando presentes para cada criança. Segundo estudo etário do IBGE, em 1980 éramos um país jovem, atualmente somos um país adulto e até 2050 seremos um país de idosos. O que isso significa para os nossos filhos? Antes uma tia dava (pequenos) presentes para 8 sobrinhos. Agora, uma única criança ganha o presente das tias, do padrinho, dos avós, dos pais… 

Estamos criando uma geração de consumistas, que compram absolutamente tudo, não usam quase nada, e endividados. 

Faça esta auto-análise, pense no quarto do seu filho:

  • Quantos brinquedos tem lá?
  • Quantos brinquedos ele efetivamente brinca?
  • Seu filho dá valor para cada brinquedo que tem? Ou não liga quando algum some ou quebra?
  • Quantas pessoas dão presentes para ele todos os anos?

 

Quando essa ficha cai, a gente se assusta. 

A minha proposta é justamente reverter esse comportamento consumista para criar uma nova geração de poupadores. O "cheque-presente" do padrinho pode ir direto para a conta da Sofia, sem passar pela minha mão, para no futuro pagar uma faculdade, viagem de intercâmbio, carro ou qualquer sonho do futuro. O app que criamos é colaborativo, ou seja, além dos pais, os amigos e familiares também podem dar "o futuro de presente". E dessa forma, ensinamos, pelo exemplo, a poupar, no lugar de ensinar a gastar.


Educação financeira

Um dia desses, eu estava com a Sofia numa feira comendo pastel perto de casa e quando fui pagar, o pasteleiro brincou com ela perguntando se ela tinha dinheiro para pagar. Ela respondeu: tenho dinheiro na pulpa, só que não posso gastar agora porque é para o futuro. Tenho que dizer que me senti uma mãe orgulhosa e senti que estou no caminho certo. 

E para minha surpresa, a minha mãe - avó da Sofia, parou de dar brinquedos pra ela e passou a colocar o dinheiro dos presentes no app também. 

Lógico que ter uma conta e poupar para o futuro não é toda educação financeira que uma criança precisa para desenvolver bons hábitos financeiros. Afinal, nem só de dinheiro vive a educação financeira. No fundo é sobre comportamento, mais do que sobre matemática! 

Mesmo assim, apenas comece de alguma forma o quanto antes. Não fique parado.

Confira 5 dicas práticas para ensinar seus filhos:


5 dicas para ensinar educação financeira para crianças 

  1. Fale sobre dinheiro! Essa é a primeira dica porque falar sobre dinheiro no Brasil é um tabu. Ouvimos dizer que "dinheiro é sujo" ou que a criança é muita nova para aprender sobre dinheiro. A verdade é que ninguém joga uma pessoa, adulto ou criança, numa piscina funda sem saber nadar. E por isso, valorizamos tanto aulas de natação, para que nossos filhos saibam sobreviver em situação de apuros.
    Já sobre dinheiro, achamos que tudo bem deixar nossos filhos se afogarem nas dívidas por falta de orientação financeira. Mais cedo ou mais tarde, seus filhos vão precisar lidar com dinheiro. Todos nós precisamos. Quanto mais cedo você começar a falar sobre o assunto, mais repertório ele terá para lidar com os seus próprios desafios.

     
  2. Ensine seu filho ou filha a VALORIZAR os brinquedos. Limite a quantidade de brinquedos que ele tem, quando ganhar um novo, ele precisa, por exemplo, colocar outro para doação. Se riscar a boneca, peça para ajudar a limpar. Se quebrar, deixe sem. Façam juntos alguns brinquedos de papel ou materiais reciclados. Dê o mesmo valor dos produzidos à mão daqueles brinquedos comprados em loja. 
  1. Ele não precisa de presentes com tanta frequência. Ensine seu filho a ESPERAR.
    Evite presente fora de época. Combine datas futuras, como aniversário e natal, para comprar um brinquedo novo. Crianças que sabem esperar, serão adultos com autocontrole.

     
  2. Mostre o valor do POUPAR. Dê um cofrinho ou até abra uma conta poupança para que ele aprenda a juntar dinheiro para comprar coisas que tem desejo no futuro próximo. Veja outras dicas sobre poupar para os filhos no blog da Pulpa.

     
  3. Deixe ele assumir responsabilidades, como arrumar a própria cama/quarto ou ajudar com as tarefas da casa. Dê oportunidade para a criança lidar e ser responsável com dinheiro por meio da mesada educativa. Assumir responsabilidade significa que às vezes a criança vai ficar frustrada com as decisões que tomou, e também que você, pai ou mãe, vai precisar fazer sanções.

 

Independentemente de como foi a educação financeira que seus pais puderam te dar, tenha a certeza que você pode ser o exemplo positivo que seus pequenos precisam. 

Dedicação e comprometimento não têm preço e terão um retorno alto no futuro dos seus filhos. Acredite!

 

Erica Fran


Imigração Legal ainda é o melhor caminho

Recente deportação de uma legião de brasileiros dos EUA  demonstre que o caminho "mais fácil" pode, na verdade, ser uma armadilha.

 

A política de deportação dos EUA começou a ser intensificada em 2019 pelo então presidente Donald Trump, que endureceu a legislação contra imigrantes ilegais. No ano passado, primeiro ano de mandato do democrata Joe Biden na presidência do país, também foram registrados voos com deportados que chegaram ao Brasil.

Os motivos para a deportação são os mais variados e demonstram que o caminho “mais fácil” pode, na verdade, se tornar uma verdadeira armadilha e imigrar pelos meios legais ainda é a melhor alternativa, segundo a advogada Kris Lee, sócia da LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos.

Kris relata alguns casos recentes envolvendo brasileiros que podem levar à deportação dos Estados Unidos, como o da brasileira Jessiane Gonçalves, de 24 anos, que várias vezes tentou atravessar a fronteira do México com a ajuda de coiotes, mas que foi deportada em todas as tentativas. Em dezembro de 2021, a imigrante foi sequestrada, amordaçada, amarrada e posteriormente violentada pelos próprios coiotes. Ela foi encontrada por um fazendeiro da região, que a levou para um hospital em Ciudad Juarez.

Outra situação que pode levar à deportação é a fraude nupcial. Kris afirma que pessoas confundem bastante o fato de se casar com um cidadão americano e ter um benefício imigratório. “São duas coisas totalmente distintas. Embora um casal possa se unir legalmente nos Estados Unidos, não quer dizer que o estrangeiro vai ter um processo imigratório válido”, adverte.

A advogada ressalta que casamento civil é um ato que é igual na maioria dos países ocidentais. “Ninguém conhece uma pessoa pelo Facebook e se apaixona por ela sem vê-la pessoalmente, com todo respeito e algumas pessoas que têm problemas afetivos. É preciso observar que o pretendente está em outro continente, e que o agende consular ou de imigração não vai tolerar um desejo de imigrar com base em sentimentos subjetivos”, avisa.

Também pode resultar em deportação, o cidadão estrangeiro que entra nos Estados Unidos com visto de turista ou de estudante e ultrapassa o tempo limite desses vistos. Segundo Kris, a quantidade de brasileiros que opta em permanecer nos EUA de maneira ilegal vem crescente substancialmente. “Em 2019 mais de 2,3 milhões de brasileiros entraram nos Estados Unidos usando um visto estudantil ou de turismo. Entre essas pessoas, 41 mil ultrapassaram o tempo permitido no país e se mantiveram lá de forma ilegal. Em 2020 a pandemia fez com que o número de viajantes fosse menor, com 1,9 milhão de brasileiros entrando em território americano, mas a quantidade de pessoa que ficaram no país de maneira ilegal foi ainda maior que no ano anterior, ultrapassando 46 mil imigrantes ilegais” revela.


Caminho ilegal pode sair até mais caro 

Kris lee informa que, na maioria das vezes em que brasileiros recorrem a serviços ilegais que levam aos coiotes que fazem a travessia da fronteira do México com os Estados Unidos, o valor cobrado pelas quadrilhas é muito superior ao de recorrer a um advogado especializado em imigração. No caso da brasileira jessiane, além de todas as despesas para a viagem ao México, os criminosos ainda pediram mais dinheiro à família para liberar a jovem.

Para evitar dores de cabeça, a advogada recomenda a leitura minuciosa da seção 212 da INA (Lei de imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos), pois ela falta claramente sobre as pessoas que são inadmissíveis dentro dos Estados Unidos.

Ela também indica preencher o formulário com todas as informações que o interessado julgue serem importantes, inclusive aquelas que acredita não serem relevantes e não terceirizar esse preenchimento, pois há questões que podem ter duplo sentido com a intenção de forçar o proponente a responder algo diferente.

Finalmente, Kris recomenda às pessoas fazerem esse processo por meio do consulado e com auxílio de um advogado especialista, pois ele faz um checklist e se atenta a cada detalhe, realizando um atendimento personalizado de acordo com cada cliente.

 


Kris Lee - Sócia-gerente e advogada americana da LeeToledo PLLC licenciada nos Estados Unidos, no Distrito de Columbia e no Estado de New York. Com mais de 30 anos de prática do direito, Kris se especializou em aconselhar e representar peticionários perante o USCIS e tratar de questões jurídicas de clientes perante outras agências governamentais ou tribunais federais.

 

Lee Toledo Law

 https://leetoledolaw.com/

 

Como serão as residências do futuro

Adoção de novas tecnologias é grande aposta do setor de construção civil


Os smart buildings são uma das maiores tendências atuais do mercado de construção civil. Sustentáveis, modernos e conectados à internet, os edifícios inteligentes são capazes de oferecer maior conforto e interatividade a seus moradores e prometem uma revolução no modo como nós interagimos com nosso ambiente doméstico.

Nos últimos anos, é possível observar uma tendência no mercado imobiliário de valorização deste tipo de imóvel devido à percepção de que estes seriam as “moradias do futuro”. De fato, da mesma forma que tecnologias, como o ar-condicionado e a máquina de lavar, revolucionaram o modo de vida doméstico, pode se esperar que o mesmo ocorra com os smart buildings.

“A tecnologia smart veio para ficar e é natural que ela se adapte e se integre cada vez mais ao setor de construção civil”, afirma Eduardo Peralta, empreendedor imobiliário CEO do grupo Inloop. “Nos próximos dez anos, é provável que este tipo de empreendimento represente uma fatia ainda maior do mercado”, complementa Eduardo.

Hoje, em parceria com a Planet Smart City, fomos buscar tecnologia na Itália para trazer e implantar aos nossos lançamentos “Viva Smart” aqui no Brasil. Por mais simples que possam parecer, algumas soluções ainda não tem acesso tão fácil por aqui, mas sabemos que a medida em que a tecnologia 5G vai se estabelecendo no Brasil, os imóveis inteligentes tendem a se tornar mais comuns. No futuro próximo, não será difícil encontrar casas controladas por dispositivos automatizados, responsáveis pela aclimação, segurança e iluminação, e conectadas à internet.

“Acredito que com esse tipo de tecnologia tornará a vida no futuro mais prática e confortável”, afirma Eduardo. “No momento, empreendimentos inteligentes ainda são minoria no Brasil, mas temos todos os motivos para esperar que isso mude nos próximos anos”, finaliza o CEO. 


Inloop - Grupo imobiliário com foco no mercado de São Paulo.

 

Multas por dirigir sem cinto ocupam o 4º lugar do ranking das infrações mais cometidas no trânsito, alerta Detran.S

De janeiro até o início de março deste ano, cerca de 40 mil multas foram aplicadas a condutores que não utilizavam o equipamento obrigatório de segurança

 

O ex-BBB 22 Rodrigo Mussi sofreu sérias lesões em um acidente com um carro de aplicativo no qual viajava sem cinto de segurança no banco traseiro. Apesar de ser um equipamento obrigatório e simples de usar, multas por dirigir sem cinto de segurança ocupam o quarto lugar no ranking do Detran.SP das infrações mais cometidas no trânsito no território paulista. É superada apenas pelas multas por não transferir o veículo, por uso indevido de celular ao volante e por dirigir um veículo sem licenciamento. 

De janeiro até o início de março deste ano, cerca de 40 mil multas foram aplicadas a condutores que não utilizavam o cinto de segurança. Outras 5.266 infrações foram por conta de passageiros que não usavam o equipamento de uso obrigatório. De 2019 para 2021, houve um aumento de 53,8% em relação as multas por falta do uso cinto no Estado de São Paulo. Foram 89.927 mil autuações em 2019 e 138.364 mil em 2021. Apesar de muito esquecido, o uso do equipamento no banco traseiro também é obrigatório e passível de autuação. 

"O cinto de segurança, além de obrigatório, é fundamental tanto para o motorista quanto para o passageiro, inclusive para os que sentam no banco traseiro. Em caso de acidente, o equipamento evita lesões graves em até 80% das vezes. É um dispositivo de segurança que salva vidas", destaca o diretor-presidente do Detran.SP, Neto Mascellani. 

Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) revelou que a possibilidade de evitar óbitos utilizando o cinto de segurança é de até 45% para os ocupantes do banco dianteiro e chega a 75% para as pessoas que estavam no banco traseiro. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no ano passado, apenas 54,6% de pessoas maiores de 18 anos utilizam o cinto no banco de trás e 79,4% nos assentos da frente.  

 

Cinto de segurança é obrigação! 

O cinto de segurança é de uso obrigatório não apenas para quem viaja na parte da frente do veículo. O passageiro que não usa cinto acaba penalizando o motorista, segundo determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Ele deve ser usado em qualquer situação, independente da distância do seu destino.  

“No Brasil, o cidadão usa o equipamento de segurança no banco dianteiro, mas relaxa o cuidado quando acomodado no banco traseiro dos veículos”, diz Antonio Meira Júnior, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). “O cinto salva vidas e pode reduzir, significativamente, o risco de morte”, completa. 

A fiscalização é feita pelo agente da autoridade de trânsito. Ao verificar que o passageiro ou condutor não estão utilizando o cinto de segurança, é realizada a autuação. Desrespeitar a lei é infração de natureza grave, prevista no Artigo 167 do CTB. O condutor pode ser punido com multa de R$ 195,23 e perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).


Como fazer sua marca ser inconfundível? Especialista revela segredos do marketing sensorial

Pixabay

Fortalecer a marca utilizando os sentidos é uma estratégia utilizada por grandes empresas por ser uma forma mais fácil de memorização, como as músicas, por exemplo, que nos fazem lembrar rapidamente das marcas Lead Magazine, Johnson & Johnson e do antigo programa Bom dia e Companhia. A pós graduada com MBA em Marketing e Negócios interativos, Jennifer de Paula, explicou que os trechos “já é natal na Leader, já é hora(...)”,

“banho de cabelo cacheado sempre tem um cafuné (...)” e “40028922 é o funk do Yudi que vai dar Playstation 2” não estão fixados em nossas mentes, há tanto tempo, a toa. 

 

Jennifer explica que o marketing sensorial é eficaz porque consegue atingir várias camadas. Afinal, usa os sentidos. Ela explica que os sentidos sonoros, visuais e olfativos podem “falar” mais pela marca, do que qualquer outra coisa.

 

“Na experiência visual temos os exemplos do caminhão de Natal da coca-cola, do símbolo do jacaré da marca Lacoste, da estrela da marca de carros Mercedes… Todo mundo conhece e o mais importante: associa o símbolo à marca”, disse.

 

 A especialista também deu exemplos de experiências olfativas e de paladar. “Podemos trazer com ênfase o lançamento da marca Bubbaloo, linha de produtos com cheiro de chiclete de tutti-frutti. Para a experiência com o paladar posso citar a marca coca-cola, que utiliza em seu produto, sem interferência no sabor, um aliado estratégico para trazer a sensação de frescor e limpeza para o consumidor, o gás”, explicou.

 

Para Jennifer, mesmo que você nunca tenha ouvido falar no marketing sensorial, certamente já passou por uma experiência que utiliza dele. “Trazer essa estratégia para consolidação de sua marca é um ponto chave para o sucesso”, finalizou.

 

 

 

Jennifer de Paula - Pós Graduada com MBA em Marketing e Negócios Interativos, diretora de marketing e gestão da MF Press Global, uma agência de comunicação internacional. Responsável por gestão de mídias sociais, carreira, posicionamento de marca, comunicação integrada e construção de autoridade no mercado de profissionais que somam milhões de seguidores nas redes sociais. A especialista é referência no que diz respeito às principais atualizações do mundo digital.

https://instagram.com/ajenniferdepaulautm_medium=copy_link

 

Posts mais acessados