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quinta-feira, 9 de julho de 2020

76% das famílias não querem aulas presenciais: qual é a responsabilidade legal dos pais e da escola?


Advogado especializado em direito educacional explica formas de resolver a situação

O isolamento social, medida necessária para combater a pandemia do novo coronavírus, fez com que as escolas tivessem que adaptar o ensino presencial para o remoto. As famílias, por sua vez, modificaram a rotina diária para dar suporte ao aprendizado. Cerca de três meses depois, o governo analisa uma retomada. No entanto, segundo pesquisa do Datafolha realizada no final de junho, 76% das pessoas são contra a reabertura das escolas.

Do ponto de vista jurídico, pela previsão da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação / Lei 9394/1996), toda criança com mais de 4 anos de idade precisa estar matriculada na escola regular.  Segundo o advogado especializado em direito educacional, Célio Müller, a obrigação dos pais é mais ampla: os responsáveis legais devem zelar para que o ensino se concretize, e precisam colaborar com a instituição no trabalho educativo.

“Nesse contexto, a reabertura das escolas deveria impor naturalmente às famílias o encargo de levar os alunos de volta às salas de aula, como era antes.  Só que agora estamos no meio de uma pandemia sem precedentes, que acarreta risco de vida, alterando os deveres legais da família e da escola”, afirma.

Segundo o advogado, a responsabilidade legal da escola é cumprir todos os protocolos de saúde estabelecidos a fim de minimizar o risco de contágio. Já as famílias têm que continuar a proporcionar educação aos filhos – seja remota ou presencial.

Müller explica que a escola deve estar preparada para oferecer o ensino presencial e remoto, que poderá ser aplicado de forma híbrida de acordo com a demanda dos pais e a orientação do governo. As famílias, por sua vez, devem estar cientes de suas escolhas e dos riscos.  Para isso, o advogado recomenda que seja usado um “termo de opção educacional” tornando transparente o formato de ensino escolhido pelos pais enquanto durar a pandemia e as condições em que ocorrerá, pois pode haver contágio pela Covid-19 mesmo com todas os protocolos sanitários respeitados pelo colégio.


Ensino a distância x Homescholling

Na Educação a distância alunos e professores estão em locais ou tempos diferentes, por isso são usados meios tecnológicos para comunicação e interação, mas o serviço é prestado por uma instituição de ensino regular. Já no homeschooling o estudante não está ligado a nenhuma escola e a aprendizagem é desenvolvida pela própria família de forma independente, mas o advogado informa que essa prática não é regulamentada pela lei brasileira.






Célio Müller – Advogado especializado em Direito Educacional, sócio-titular do escritório Müller Martin Advogados, autor do “Guia Jurídico do Mantenedor Educacional” e co-autor do “Manual de Direito sobre Instituições de Educação”. Palestrante em inúmeras instituições, destacando-se: Sistema Etapa, Grupo Santillana, Rabbit Partnership, Humus Consultoria Educacional, Bett Educar, entre outros. Foi professor da Pós-graduação em Gestão Educacional do Sieeesp e do MBA em Gestão Empresarial da Faculdade Trevisan. Membro do Colégio de Advogados da Fenep. Articulista de variadas publicações da área de ensino, destacando-se: Gestão Educacional, Profissão Mestre, Jornal da Escola Particular, Guia Escolas, Jornal do SinepeSC, e outras.

Nubank: como avaliar a maturidade das startups?



Que o comportamento do ser humano está passando por intensas transformações em vários âmbitos, ninguém duvida. Nesse contexto, praticamente todos os mercados foram impactados e o advento da pandemia somente acelerou a velocidade dessas mudanças, que já era vertiginosa.

No passado, a disputa entre Uber e taxistas em muitas capitais do mundo quebrou monopólios e ofereceu ao cidadão maior liberdade de escolha e melhores serviços. O Uber é um exemplo clássico de startup, que identificou oportunidades de melhoria de um determinado serviço e conseguiu "inventar" um jeito mais prático, seguro e econômico das pessoas acessarem o serviço.

Penso que o crescimento explosivo de uma startup, que do dia para a noite capta o aporte milionário de conglomerados econômicos e, em poucos anos passam a valer bilhões de dólares, pode esconder fragilidades de uma estrutura que cresce muito rápido sem passar por um tempo de maturação.

A falha do Nubank que permitiu o vazamento de dados pessoais de inúmeros clientes nos revela isso. Se o banco operasse na Europa e Estados Unidos, onde a Lei Geral de Proteção de Dados já está em vigor e a cultura do Estado de proteção e respeito ao cidadão é mais efetiva, o desfecho da história seria outro.

O sistema financeiro internacional teve sua semente nos idos de 1700, na alta idade média na Europa, sendo a Suíça e a Holanda os países mais proeminentes na época. Para facilitar e evitar assaltos às carruagems de metais preciosos que transportavam riquezas, criaram se mecanismos de câmbio, hoje conhecidos como duplicatas. Na época, eram letras de câmbio.

A letra de câmbio permitiu que os bancos não precisassem movimentar grandes quantidades de valores com frequência, e seus clientes também. Com o passar do tempo, outros títulos cambiais surgiram, um deles hoje em declínio, o cheque, foi amplamente utilizado.

Hoje, a ameaça aos bancos e clientes não se esconde atrás de arbustos para atacar cocheiros das carruagens bancárias. A arma utilizada pelos cibercriminosos, bandidos modernos, é a informação. Por isso, eventos como este do Nubank revelam riscos que estamos expostos e sequer imaginamos.

Concluindo, o sistema financeiro internacional deve também ser desafiado pelas startups de tecnologia, para que o sistema evolua e proporcione um melhor serviço aos consumidores, sem negligenciar a experiência e a cultura que os bancos tradicionais construíram ao longo de quase três séculos de serviços as nações, às empresas e ao cidadão comum.





Dane Avanzi - advogado, empresário de telecomunicações e diretor do Grupo Avanzi.  


Receita Federal publica novidades para a comprovação do cadastro nacional para pessoas jurídicas



A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União – DOU desta terça-feira, 7 de julho, a Instrução Normativa Nº 1.963, de 3 de julho de 2020, com alterações na Instrução Normativa RFB nº 1.863, de 27 de dezembro de 2018, que dispõe sobre o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

A partir de agora, para a obtenção de certificados digitais ICP-Brasil de pessoa jurídica, o empreendedor pode apresentar apenas o "Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral", modelo II da referida IN, que traz informações do CNPJ, inclusive o quadro societário e a qualificação dos sócios. Isto será suficiente para a análise de poder de representação do empreendedor, o que torna os processos de emissão dos certificados mais rápidos e seguros. “A obrigatoriedade de apresentação de contratos sociais e demais documentos constitutivos das empresas, implicava em análises demoradas e, por vezes complexas, por parte dos agentes de registro da ICP-Brasil, tornando o processo de emissão moroso e custoso”, explica o assessor especial do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, Maurício Coelho.

A novidade é gratuita para o empreendedor e visa facilitar o acesso aos certificados digitais de pessoa jurídica da ICP-Brasil, proporcionando assim, simplificação, inovação e, principalmente, mais segurança. "Trata-se de um avanço importante no processo de emissão de certificados ICP-Brasil para pessoas jurídicas. Teremos informação segura, verificável em fonte oficial do estado brasileiro, de fácil acesso, gratuita, que contribuirá para a celeridade e redução de custos das emissões, bem como, para uma melhor experiência dos usuários da ICP-Brasil”, destaca.

A Instrução Normativa Nº 1.963 está inserida no contexto da Estratégia de Governo Digital para o período 2020-2022, que contribui para a concretização da iniciativa 1.2, que é "Simplificar e agilizar a abertura, a alteração e a extinção de empresas no Brasil, de forma que esses procedimentos possam ser realizados em um dia, até 2022”.


DECRETO Nº 10.332, DE 28 DE ABRIL DE 2020

Institui a Estratégia de Governo Digital para o período de 2020 a 2022, no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências.

As tecnologias digitais estão mudando radicalmente a maneira como os cidadãos vivem, trabalham, consomem serviços e interagem. A capacidade dos governos de responder à transformação digital em andamento e produzir processos e serviços mais inclusivos, convenientes e colaborativos é crucial para garantir a confiança dos cidadãos.


Brasil entra no TOP 20 no ranking mundial da fonte solar, informa ABSOLAR


Segundo levantamento da entidade, País avançou 5 posições no ranking global, saltando da 21ª para a 16ª posição em 2019


Segundo apuração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), com base em dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o Brasil assumiu a 16ª posição no ranking mundial da fonte solar fotovoltaica. Com isso, o País ingressa nos TOP 20 países com mais capacidade instalada solar fotovoltaica em operação, somando as grandes usinas centralizadas e os pequenos sistemas distribuídos em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e no setor público.

Segundo o mapeamento da entidade, o Brasil avançou 5 posições do final de 2018 até o final de 2019, atingindo um total acumulado de 4.533 MW. Apenas em 2019, foram adicionados 2.120 megawatts (MW), impulsionados pelo avanço da geração distribuída, que instalou 1.470 MW, e seguidos de 650 MW de geração centralizada.

De acordo com a ABSOLAR, o Brasil fechou o ano de 2019 com R$ 24,1 bilhões em investimentos privados acumulados na fonte solar fotovoltaica, tendo gerado mais de 134 mil empregos acumulados desde 2012. Apenas no ano de 2019, o setor trouxe ao Brasil R$ 10,7 bilhões em novos investimentos e mais de 63 mil empregos.

O ranking é liderado pela China, seguida do Japão, Estados Unidos e Alemanha, com destaque para o crescimento significativo da Índia no período. No caso brasileiro, em 2017, o País ocupava a 27° posição. Já em 2018, saltou para 21° e, no último exercício, chegou ao 16° lugar.

Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, comemora a subida de cinco posições no ranking, mas lembra que o Brasil já está entre os dez primeiros países nas demais fontes renováveis, incluindo hídrica, eólica e biomassa. “Só para a fonte solar o País ainda não atingiu o TOP 10 no mundo e temos totais condições de chegar lá. Se, por um lado, o Brasil está atrasado na solar, em comparação com outras renováveis, por outro lado, o avanço recente da solar mostra que ainda há um oceano de oportunidades para quem quer trabalhar e empreender neste mercado no nosso País”, destaca Koloszuk.

“A solar fotovoltaica é a fonte renovável mais competitiva do País, sendo uma forte locomotiva para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios sistêmicos para todos os consumidores. O Brasil tem muito a ganhar com o crescimento desta fonte limpa, renovável e competitiva e precisa avançar mais para se tornar uma liderança mundial no setor, cada vez mais estratégico no século XXI”, destaca o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.
 
Ranking mundial de capacidade instalada solar fotovoltaica
 
Posição
País
Potência Acumulada até 2019 (MW)
China
205.072
Japão
61.840
EUA
60.540
Alemanha
49.016
Índia
34.831
Itália
20.900
UK
13.616
Austrália
13.250
França
10.562
10º
Coreia do Sul
10.505
11º
Espanha
8.761
12º
Holanda
6.725
13º
Turquia
5.995
14º
Ucrânia
5.936
15º
Vietnam
5.695
16º
Brasil
4.533
17º
Bélgica
4.531

Fonte: ABSOLAR, a partir de dados da IRENA, 2020.


O Fisco, a autuação e o cancelamento das inscrições de fornecedores


As Secretarias das Fazendas Estaduais e a Receita Federal do Brasil fazem um belo trabalho de cassação de inscrições estaduais de empresas que simulam suas existências para emitirem notas fiscais consideradas frias ou inidôneas. Essa praxe tem diversas finalidades, como o fornecedor não pagar os impostos devidos sobre as operações de circulação de mercadorias descritas nos documentos fiscais, bem como gerar créditos para abater do ICMS, do IPI, do PIS/COFINS, do IRPJ e da CSLL.

Geralmente, as inscrições estaduais e os CNPJs das empresas emissoras das notas fiscais eram cancelados de forma retroativa, os Fiscos Estaduais e o Federal autuavam e autuam somente os contribuintes que realizaram operações com as empresas cassadas e receberam as notas fiscais consideradas inidôneas.
Contudo, não podem as fiscalizações deixarem os emissores das notas fiscais livres de quaisquer responsabilidades, tanto tributárias como penais. Caso isso ocorra a autuação fiscal é nula e o auto de infração deve ser cancelado.

É pratica usual das Receita Federal e dos Fiscos Estaduais autuarem as empresas que realizaram operações e escrituraram as notas fiscais dos fornecedores que tiveram seus CNPJ´s cancelados e as inscrições cassadas, tendo em vista que quem tomou crédito advindo das notas fiscais consideradas inidôneas está em atividade empresarial e com isso facilita para os Fiscos cobrarem os valores dos tributos que incidiram sobre as notas fiscais emitidas e consideradas inábeis.

Nunca as acusações e atuações fiscais são direcionadas aos emissores das notas fiscais, embora muitas vezes encontrados, as empresas localizadas e os responsáveis identificados e as Fazendas Estaduais simplesmente se omitem e preferem autuar e acusar somente os compradores ou adquirentes das mercadorias.

No entanto, quando o Fisco encontra os responsáveis pela emissão das notas fiscais consideradas inidôneas ou pela empresa que teve sua inscrição cassada, não pode simplesmente autuar os recebedores das notas fiscais, pois se assim fizerem a acusação fiscal estará equivocada e deverá ser cancelada, tendo em vista que os responsáveis pelos débitos tributários perante o Fisco saem ilesos.
Não pode o Fisco esquivar-se de fazer o correto trabalho fiscal e deixar os responsáveis, pela empresa considerada irregular e cassada, saírem livres das responsabilidades cabíveis.

Se a fiscalização encontrou os sócios e responsáveis pela empresa que teve sua inscrição cassada e os documentos fiscais considerados inidôneos e não fez nada contra estes, não estabelecendo nenhuma obrigação tributária em face deste, o trabalho fiscal foi precário, não aplicou disposições legais, ocorrendo de forma discricionária à aplicação da norma jurídica, tendo em vista que não foi realizada a correta subsunção do fato a norma, desrespeitando o princípio da legalidade, tipicidade e ainda excluiu da relação jurídica tributária os responsáveis da obrigação tributária, deixando estes livres de quaisquer ônus.

Toda vez que a fiscalização encontrar a empresa ou sócios da emissora das notas fiscais, estes devem ser autuados, a relação jurídica tributária deve ser constituída nesses moldes e nunca somente sobre o recebedor das notas.

No caso de autos de infrações lavrados apenas contra os contribuintes que realizaram operações com empresas que tiveram as inscrições estaduais cassadas e os CNPJs cancelados, quando a fiscalização encontra os responsáveis pela emissão das notas fiscais consideradas inidôneas, os autos de infrações devem ser anulados, em razão de ter excluído os emissores das notas fiscais de suas responsabilidades tributárias e torna a “profissão de noteiro” uma das melhores que há, pois o emissor da nota fiscal considerada inábil fica livre de quaisquer responsabilidades ou ônus.






André Felix Ricotta de Oliveira - advogado, Professor de Direito Tributário, Doutor e Mestre em Direito Tributário pela PUC/SP. Presidente da Comissão de Direito Tributário e Constitucional da OAB-Pinheiros. Conselheiro do Conselho de Assuntos Tributários da FECOMERCIO/SP. Coordenador do IBET de São José dos Campos. Ex-Juiz do Tribunal de Impostos e Taxas da SEFAZ/SP.

Assessor de imprensa: porque você precisa de um



Você está lançando um novo produto. Ou talvez um novo serviço. Precisa comunicar uma fusão ou aquisição. Uma nova utilização para o mesmo produto. Avanço tecnológico ou para comentar como a queda do dólar pode impactar no seu negócio. São todas possibilidades para a utilização de um bom esquema de assessoria de imprensa e relacionamento com o mercado.

Mas e nessa época de “Meu Deus”, onde só se fala em pandemia, remédios, ausência de leitos e de tratamentos como manter o nome pessoal, dos produtos e de sua empresa no noticiário de forma ética e produtiva. Principalmente, porque essa pandemia vai passar e ai como fazer para se manter na mente do consumidor?

A assessoria de imprensa é um dos instrumentos de comunicação desenvolvidos para as organizações, sendo inerente às atividades da área de comunicação, e extremamente útil como fator diversificador no noticiário. É hora de utilizar a imaginação para atingir e se fixar na mente do consumidor. Se você é advogado deve escrever sobre assuntos relevantes que possa atuar, se for psicólogo pode escrever sobre medos e fobias que estão afligindo a mente do consumidor.

Em última instância o que queremos é fixar o conceito de que assessoria de imprensa é uma forma permanente de relacionamento com o mercado via jornalistas e formadores de opinião. E se você quiser se destacar estabeleça relações entre o que é notícia hoje e o seu ramo de atividade.

E, acredite, um bom assessor de imprensa pode fazer isso por você e pela sua empresa. Com essa noção precisa, ele deve saber o que é pauta e para quem. Ele vai transformar a sua empresa ou sua expertise em notícias, artigos, sugestões de pauta, para fazer com que você fique em evidência no universo corporativo dos receptores da sua mensagem e no universo midiático dos emissores do seu conteúdo.

Percebemos um resgate nessa epidemia do verdadeiro papel da imprensa. É claramente visível que as  mídias consagradas e tradicionais, como emissoras de rádio e TV e jornais impressos e digitais, reconquistaram o seu papel de protagonistas na disseminação de informações confiáveis. O bom e velho trabalho de reportagem e levantamento jornalístico tem trazido informações preciosas  na cobertura da pandemia e de todos os impactos nas esferas da sociedade.

Nesse momento que vivemos, mais do que em qualquer outro, onde grande parte dos consumidores estão a frente das midas tradicionais, online ou sociais, o papel do assessor de imprensa torna-se mais importante do que nunca.

Me atreveria a dizer que nesse momento todos precisamos de um assessor de imprensa para chamar de seu.




Vera Lucia Rodrigues - jornalista, mestre em comunicação social e responsável pela Vervi Assessoria, empresa que há mais de 30 anos se dedica a transformar clientes em fontes responsáveis de informação www.verviassessoriadeimprensa.com.br


Campanha propõe valorização de professores no Brasil



Em meio à pandemia, alunos lembram de superpoderes dos professores


Há alguns anos, circula nas redes um texto que afirma que a figura do professor no Japão é tão importante que essa seria a única profissão que não precisa se curvar ao imperador, pois “em uma terra onde não há professores, não pode haver imperadores”. A informação já foi desmentida, porém, a lição de valorizar o professor permanece. Neste período de pandemia, muitas campanhas têm mostrado agradecimento a diferentes áreas profissionais que são essenciais durante a quarentena, como médicos, enfermeiros, policiais, funcionários de supermercados, entregadores, etc.. Pensando nisso, a Editora Aprende Brasil incluiu também os professores nas homenagens aos “super-heróis” do período, com a campanha SuperProf


Atualmente, existem aproximadamente 2,5 milhões de professores na educação básica brasileira e “eles são os profissionais que, além de passar o dia envolvidos no desenvolvimento do conhecimento de nossas crianças, ainda têm se desdobrado para manter o ensino acontecendo, mesmo em meio a tantas dificuldades que temos passado”, expõe a gerente de marketing e produto da Editora Aprende Brasil, Damila Bonato, idealizadora da campanha. 

“Eu li uma notícia de uma mãe de 36 anos que infartou enquanto tentava explicar matemática para o filho. Depois disso, ouvi o áudio de um garotinho de Lagoa Vermelha que se declara à professora Benice: ‘sem você, professora, eu não consigo aprender bem, minha mãe não tem as mania de Prô, ela tem as manias de fazer comida…’”, conta Damila, explicando como passou a refletir mais sobre a valorização dos professores nesse período. “Além disso, em conversas ao telefone com amigas que têm filhos em idade escolar, o assunto era sempre o mesmo: como as professores conseguem? Agora todas dão ainda mais valor para a escola dos filhos. Então, foi só juntar os pontos e propor um merecido movimento de valorização dos profissionais da educação”.


A campanha tem como objetivo principal homenagear professores a nível nacional, incentivando pais e alunos a compartilharem os superpoderes de seus SuperProfs. Os vídeos e mensagens compartilhadas pelos alunos são divulgados pelo Aprende Brasil para todo o país com a hashtag #meusuperprof. 
“Acredito que cada professor tem um superpoder. Cada professor tem uma maneira de marcar seus alunos e de se fazer inesquecível. Valorizar e respeitar a figura do professor é o ponto de partida, afinal tudo começa pela Educação. As crianças têm um papel fundamental nessa valorização, elas são capazes de disseminar esse sentimento em diferentes espaços”, explica Damila. “O trabalho vai muito além da sala de aula. Existe envolvimento, existe amor”.

O vídeo da mensagem que a professora Benice recebeu e a campanha completa podem ser acessados na página do Aprende Brasil no Facebook: https://www.facebook.com/sistemaaprendebrasil/ 




Sistema de Ensino Aprende Brasil 



Excesso de videoconferência pode levar a exaustão mental


Pessoas que já tem algum quadro de saúde mental podem ser mais propensas a desenvolver o Zoom Fatigue 


Em tempos de isolamento social, aplicativos de vídeos transformaram-se em acessórios indispensáveis no home-office. Após uma sucessão de reuniões diante da tela, o cérebro revela uma fadiga podendo provocar exaustão mental. As vídeochamadas de repente passaram a ser ferramenta essencial no dia a dia de muitas pessoas, seja para um bate-papo informal com familiares ou amigos, para o home-office ou para aulas que agora também são remotas.

Para cada uma dessas atividades o cérebro é estimulado e levado a sensação de exaustão. O desgaste pode ser ainda maior mesmo não havendo o deslocamento da residência até o local, que poderia gerar um certo consumo físico. O esgotamento provocado pelo aumento de estímulos gerados por uma tela de computador faz com que o cérebro gaste muito mais energia para fazer a captação e interpretação de tudo que é necessário durante os encontros virtuais.

De acordo com o coordenador do curso de Psicologia da Universidade UNIVERITAS, André Novaes, nós seres sociais e que acostumados com a interação presencial, quando realizamos uma reunião ou temos um encontro com alguém, não observamos apenas a fala ou tom de voz da pessoa, mas naturalmente nosso cérebro faz toda uma leitura de comportamentos não verbais, respiração, olhares e até mesmo linguagem corporal, fatores estes que facilitam nossa vivência e compreensão com um gasto energético menor; com a ausência desta possibilidade de leitura, aumenta o esforço do nosso cérebro para decodificar tudo que pode haver num contato gerado por uma reunião. "Quando falamos de sensação e percepção é importante ressaltar que cada pessoa terá uma forma de processamento das informações e estímulos as quais é exposta. A própria luz emitida pela tela do computador e as múltiplas imagens das pessoas participantes da reunião, acabam por gerar a sensação de exaustão ocasionada pelas vídeochamadas", analisa.

"Pessoas que já têm algum quadro de saúde mental podem ser mais propensas a desenvolver o Zoom Fatigue (termo em inglês, que faz menção a um dos mais populares programas de videoconferências), em razão de já haver uma alteração no funcionamento cognitivo da pessoa. Uma questão que pode gerar também um maior desgaste é a qualidade ruim da chamada que gera atrasos nas falas ou imagens distorcidas que mais uma vez geram um esforço maior para que o cérebro consiga fazer toda codificação das mensagens que precisam ser absorvidas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que saúde não é apenas a ausência da doença, mas o bem estar biopsicossocial e, algumas pesquisas têm apontado para o fator espiritual. Diante disso, é importante que neste momento em que o avanço tecnológico foi trazido a "fórceps" por esta pandemia, cada um de nós estabeleça rotinas mais saudáveis; a prática esportiva pelo menos três vezes por semana com média de 45 minutos, produz em nosso organismo a liberação de neurotransmissores como serotonina e endorfina, responsáveis pela sensação de bem estar, uma rotina adequada de sono também é extremamente importante; saber colocar limites para execução do trabalho e tempo de descanso, uma vez que estamos trabalhando em casa mas não podemos permitir que o trabalho ocupe mais tempo do que anteriormente; praticar um hobbie também é outro fator que tem potencial para nos auxiliar a enfrentar este momento de uma forma mais adequada", finaliza.



Escritório de Contabilidade reforça a importância do acompanhamento na hora de contratar uma Linha de Crédito


Após a divulgação do Pronampe empreendedores aumentaram a busca pela recuperação financeira de suas empresas


Após a divulgação que o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) passa a viabilizar sua contratação através do BB os empreendedores começam a enxergar uma luz no fim do túnel no que diz respeito à saúde financeira dos seus micro e pequenos negócios. Com uma injeção de R$ 3.7 bilhões o programa tem como objetivo disponibilizar o crédito para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano sendo o limite do financiamento de até 30% do faturamento declarado no ano passado.

    Diante desse cenário a Contabilidade Bandeirantes, empresa do segmento contábil com mais de 50 anos de tradição, reforça a importância de ter um profissional da área contábil na hora da contratação da sua Linha de Crédito e no acompanhamento da saúde financeira após essa contratação.

    "O Pronampe é sim uma injeção de esperança para muitas pequenas empresas. Porém é preciso que o empreendedor tenha um planejamento ao lidar com essa Linha de Crédito, e é nesse cenário que o profissional da área contábil pode orientar o que de fato funciona para aquela empresa auxiliando na contratação e no planejamento tributário. Se os empreendedores souberam o que fazer com o crédito eles podem se recuperar muito mais rápido com essa orientação profissional" explica Douglas Tani Alves,  Consultor da Contábil Bandeirantes.




Contabilidade Bandeirantes
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@cb.contabilbandeirantes


Novos gestores em tempos de pandemia



Situações como as que estamos vivendo são diferentes de tudo o que um gestor planeja para o seu negócio ou sua equipe. Diante disso, muitos se veem completamente paralisados. Em minhas consultorias é muito comum ver novos gestores perguntarem como agir em uma situação como esta, que jamais esperariam viver.

Porém, tenho uma boa notícia para você, que tem menos de três anos de gestão: o momento é tão diferente, que a sua relativa inexperiência se equiparou com alguns dos gestores mais maduros do mercado. Gestores experientes costumam ter grandes vantagens em relação aos novatos, porque aprenderam que é fundamental desenhar e projetar cenários e variáveis: “se isso acontecer, agirei desta forma; se acontecer de outra maneira, agirei diferente”.

Costumeiramente, eles preparam seus times para também agirem no mesmo sentido, o que lhes dá muito mais tranquilidade quando as situações fogem do planejamento. Vivemos em um cenário tão extremo, que você, que inicia agora sua jornada de gestão e que não faz planejamento de cenários, está em uma posição de igualdade com alguns dos maiores gestores do seu segmento.

Portanto, você tem, sim, uma grande oportunidade pela frente, a de tentar e de se expor, em um momento no qual estão todos se encolhendo.

Se eu pudesse dar conselhos a mim mesmo no início da minha carreira de gestão, eu daria os seguintes:
  1. Faça com que toda sua equipe entenda mais do seu cliente do que o seu processo. Posso te garantir que seus processos serão absorvidos pelo seu time; não é preciso se desesperar. Sua empresa precisa saber qual o problema do seu cliente para resolver, e cada membro do seu time precisa pensar em ações que possam ajudar, dentro das atividades pelas quais responde. Seu cliente não gasta dinheiro com você porque ele quer, e sim, porque você soluciona algum contratempo dele. Às vezes, você nem percebe qual problema é esse. Se perceber, provavelmente, você conseguirá se destacar ainda mais, deliberando melhor essa adversidade dele;
  1. Comunique um posicionamento claro para o seu time. Para onde você quer levá-lo? Aonde realmente ele deve chegar? Qual é a missão da sua equipe? Por que ela é importante para a empresa? Se for para resolver apenas uma burocracia, talvez sua equipe possa, em breve, ser substituída por um processo digital. Sua equipe precisa trazer resultados efetivos, e ser bem norteada para melhorar a relação da sua empresa com seu cliente;
  1. Desperte a competividade no seu time. Premie os melhores! A escola ensinou teu time a ser nota sete, mas você não quer medianos. Seus colaboradores precisam almejar ser melhores que eles mesmos todos os dias. Para isso, precisam de uma base de comparação, que está dentro da própria equipe. Se as mesmas pessoas seguirem ganhando, continue premiando e incentivando ainda mais, do contrário, retirará o incentivo aos melhores, incentivando-os a se igualarem aos que possuem desempenho inferior;
  1. Entenda de finanças. Uma empresa pode ter o mais belo propósito do mundo, mas precisa ter resultado financeiro até mesmo para saber se suas ações estão sendo valorizadas. Quem valoriza ações das empresas e compra delas, tem o reflexo disso em finanças. Você pode gerenciar uma área que não tem relação direta com vendas, mas administra recursos. Para isso, é preciso analisar o que sua área contribui para a empresa. Caso não contribua, ela não se torna um gerador de valor para a empresa, mas sim, algo “obrigatório ou necessário”, que, na primeira possibilidade, será substituída ou terá orçamento reduzido, enfraquecendo-se. Não importa se você gerencia a equipe de RH, de vendas, da portaria da empresa ou da limpeza. Você precisa agregar valor. É preciso entender o que é valor para a empresa, assim como compreender a parte financeira. Gestor que não domina indicadores de finanças poderá ser uma referência técnica de sua área, jamais uma referência de gestão;
  1. Abra ao máximo as informações para sua equipe. Se possível, abra todas. Posso lhe garantir que tudo aquilo que você evita falar aos seus colaboradores, é comentado nos bastidores, na famosa “rádio peão”. E aquilo que é repetidamente falado nesse meio informal, porque você achou que sua equipe não era madura suficiente para saber, recebe uma versão distorcida e aceita como verdade pelo seu time. Desafie-se a falar de indicadores, de estratégia e de planejamento. Seu time pode até não contribuir tanto quanto você gostaria, porém, sentirá você próximo e estará ao seu lado, e não conversando nos corredores. Costumo abrir o resultado dos meus negócios para o meu time, afinal, eles sempre acham que eu ganho muito mais dinheiro do que realmente eu ganho.
Você tem uma grande oportunidade nas mãos. Saiba que mesmo gestores experientes estão com receio de tomar decisões neste momento. É hora de você movimentar tudo aquilo que sempre esperou ter espaço para fazer, mas se sentia inseguro. É agora que grandes gestores surgem. Forme uma cultura na sua equipe, traga-os para a mesa de discussões. É arriscado tomar decisões agora? Sempre foi arriscado e você sabe disso. O mais arriscado é esperar e deixar a oportunidade de você formar uma cultura de resultados na sua equipe, diferenciando-a de todas as demais.





Ismael Kolling - Executivo de carreira, foi de assistente administrativo a criador e diretor geral de um negócio com faturamento anual bilionário. Atuou em marketing, vendas, gestão financeira e gestão geral de negócios. Doutrinador da gestão simples e negócios escaláveis, ministra mentorias a executivos e empresários; realiza consultorias para expansão escalável de negócios; conselheiro de administração de empresas consolidadas e startups. Empresário dos ramos de varejo de moda, alimentação e consultoria.


Busca do consumidor por crédito volta a crescer e registra alta de 13,1% em maio, revela Serasa Experian


Na análise mensal, resultado foi positivo em todas as regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste


Segundo o Indicador da Serasa Experian, a procura dos brasileiros por crédito cresceu 13,1% em maio, na comparação com abril deste ano. Esse foi o primeiro aumento da série mensal após três meses consecutivos de queda. A recuperação foi verificada em todas as faixas de renda analisadas e também nas regiões do país: Centro-Oeste (19,0%), Sul (15,2%), Norte (14,6%), Sudeste (12,1%) e Nordeste (10,4%).

“Após queda em abril, vimos que os consumidores iniciaram um retorno ao mercado de crédito em maio. Tal movimento, contudo, ainda está muito ligado à renegociação de dívidas embora já existam alguns sinais, ainda que tímidos, de busca de crédito para recuperação de consumo”, diz o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

O indicador mostra ainda que os brasileiros com maior renda foram os que mais solicitaram crédito em maio. O aumento na procura para os que ganham acima de R$ 10 mil mensais foi de 15%, enquanto a alta para os que estão na faixa até R$ 500 e de R$ 500 a R$ 1.000 mensais foi de 12,4% e 12,8%, respectivamente.



Comparação anual
A análise anual – maio 2020 x maio 2019 – mostrou queda de 20,7%, mas segundo Rabi, é importante sinalizar que o declínio foi menor que o identificado no mês anterior (abril: -25,7%). “Estamos vendo em maio uma recuperação no índice, mesmo que lenta, mas é um sinal importante para mostrar que as pessoas estão começando a voltar ao mercado de crédito”, diz.


A série histórica deste indicador está disponível em:
https://www.serasaexperian.com.br/amplie-seus-conhecimentos/indicadores-economicos



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