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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Como ser bem-sucedido trabalhando em casa?


Conforme a psicóloga Fernanda Tochetto, o sucesso passa pela decisão, organização e planejamento


Há cinco anos o país enfrenta uma forte crise econômica que levou milhões de brasileiros ao desemprego. Segundo levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre encerrado no último mês de maio, 13 milhões de pessoas estavam desempregadas no país.  A reforma trabalhista foi implementada no final de 2017 com o objetivo de mitigar a situação. Tornando a relação entre empregados e empregadores menos engessada, almejava gerar empregos formais. Contudo, o que conseguiu - até o momento - foi fazer com que a população buscasse soluções alternativas. Conforme o IBGE, em maio deste ano, o número de trabalhadores por conta própria atingiu recorde de 24 milhões.

Trabalhar por conta própria pode significar abrir um negócio. O número de pessoas que buscam se tornar microempreendedores individuais (MEIs) no país demonstra isso. De acordo com o Portal Empreendedor do Governo Federal, em cinco anos, o número de MEIs cresceu mais de 120% no país, chegando, em maio, a mais de 8 milhões de cadastrados. Tal situação, porém, não deve ser encarada apenas do ponto de vista negativo, como falta de oportunidades. Para a psicóloga Fernanda Tochetto, abrir uma empresa – mesmo que formada por apenas um indivíduo - traz mais liberdade e autonomia para desenvolver o trabalho, pois a pessoa atua como chefe de si mesmo e pode estabelecer horários mais flexíveis, que conversem melhor com sua realidade.

Contudo, conforme a psicóloga, não se trata de tarefa fácil. Ainda mais em casa. “Para que a empreitada seja bem-sucedida é preciso que a pessoa entenda suas habilidades e as potencialize a um ponto que consiga uma grande concentração e transformação de energia em foco e produção”, diz a psicóloga. De acordo com Tochetto, tal resultado é obtido levando-se em conta três pontos: decisão, organização e planejamento.

Antes de tudo, segundo a psicóloga, a pessoa precisa ter clareza do seu objetivo, por exemplo, que negócio pretende vender, que serviço pretende entregar etc. Em segundo lugar, necessita buscar conhecimento, desenvolver habilidades, que a tornem melhor naquilo que deseja fazer. Outro ponto interessante e que não deve ser esquecido por quem pretende ser um empreendedor é o desenvolvimento de um bom plano estratégico de negócios. Quando tudo estiver pronto e a decisão tomada, a pessoa deve estabelecer regras claras com a família, para que o trabalho em casa não seja minado por tarefas que nada tem a ver com a parte profissional.

“Ao iniciar o processo, muitas pessoas descobrem, porém, que pequenas situações são inimigas dessa modalidade de trabalho”, destaca a psicóloga. Nesse sentido, cuidados devem ser tomados, para que os objetivos sejam alcançados da melhor maneira possível. Tochetto sugere algumas dicas com o intuito de superar os obstáculos que podem surgir ao trabalhar em casa. São elas:


- Criar uma rotina: as horas dedicadas ao trabalho não podem se misturar com as horas dedicadas ao lar, onde a pessoa guarda a intimidade. Conforme Tochetto, é necessário um ambiente exclusivo para realizar as tarefas profissionais. Assim, ao acordar, a psicóloga sugere que a pessoa inicie um ritual, como se fosse sair de casa mesmo: tire o pijama, coloque uma roupa como se fosse ir trabalhar e ao longo do dia tente não desfocar das atividades propostas


- Criar uma agenda: a pessoa não pode confundir flexibilidade com tempo livre. “O que acontece com alguns profissionais em modalidade ‘home office’ é que acreditam poder resolver qualquer problema a qualquer instante do dia, afinal não têm patrão e podem dispor do tempo da maneira que desejarem”, relata Tochetto. No entanto, agir dessa forma pode minar a produtividade.

Por isso, a importância de fazer uma agenda semanal e nunca se desviar dela. Segundo a psicóloga, é possível até abrir espaço para atividades que não estejam atreladas ao trabalho profissional (almoçar, lavar a roupa, pegar os filhos na escola etc.), mas elas devem ter horários pré-estabelecidos. “Coloque horário fixos, siga sua agenda e não deixe situações externas interferirem o tempo todo na sua produtividade. Não abra exceções”, diz.


- Classificar informações: com a agenda em mãos e ciente de suas atividades diárias e de seus objetivos profissionais, a pessoa que trabalha na modalidade “home office” deve classificar as informações que chegam até ela, levando em conta o que pode impulsionar o negócio e o que não fará diferença alguma para o empreendimento. Dessa forma, a psicóloga sugere que a pessoa classifique as informações como: urgente; importante; e irrelevante (que precisa receber não).

Não estabelecer uma separação bem definida entre profissão e família, quando se trabalha em casa, traz anseios desnecessários, baixando a produtividade. Conforme Tochetto, a falta de organização e a falta de foco em relação às horas dedicadas ao trabalho podem gerar um acúmulo das atividades laborais, acarretando uma execução de baixa qualidade ou prejudicando a entrega. “Em longo prazo isso pode gerar frustração e desistência”, conclui.

A importância de empoderar nossas meninas



Quando falamos de mercado de trabalho e carreiras do futuro, quatro campos surgem com frequência nas listas dos mais promissores: Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática – ou o que os americanos chamam de STEM. Fica fácil entender o porquê dessas áreas estarem em alta quando pensamos nos avanços recentes em Neurociência, conectividade, TI, robótica, nuvem, programação, algoritmos, games e por aí vai.

Meninos e meninas com um futuro promissor pela frente têm a chance de escolher uma dessas áreas e muito provavelmente alcançar valores universais almejados como estímulo intelectual, reconhecimento, liderança e uma boa fonte de renda. Iniciam ao mesmo tempo nos estudos, com as mesmas ilusões e vontade de dar certo. No entanto, pouco a pouco, somente os meninos ficam ou se destacam.

Fatores culturais de valorização do masculino, enraizados desde sempre na nossa sociedade, afetam a autoestima e a confiança feminina. Estudos mostram que mesmo quando as meninas tiram melhores notas em matemática do que os meninos, eles se mostram muito mais seguros quanto à aprendizagem da matéria do que elas.

Muitas meninas são desencorajadas até pela própria família a se achar boas em assuntos não considerados “femininos”. Pesquisadores de Yale revelaram que, ao avaliar um cientista feminino e um masculino com as mesmas qualificações, o homem tende a ganhar mais pontos e tem preferência na contratação. E mais: quando perguntados sobre salários, os entrevistados consideraram uma oferta salarial para a mulher quatro mil dólares inferior ao do que ofereceriam ao homem.

As perspectivas de trabalho em Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática estão em pleno crescimento e só tendem a aumentar. E a realidade é que, se não empoderarmos nossas meninas, teremos um padrão de futuros profissionais femininos desistindo de tentar carreiras nessas áreas.

É preciso dar a elas um sistema global de suporte que começa em casa, passa pela escola e termina no mercado de trabalho. Temos que ajudá-las, desde cedo, a desenvolver habilidades comportamentais e emocionais para definir metas, vencer obstáculos e seguir adiante nos estudos escolhidos. Mesmo que todos ao redor digam que é um terreno “masculino”. É preciso passar valores de mãe para filha, como autoestima, segurança, respeito, confiança e empatia.

Valores que ressaltam o feminino e, ao mesmo tempo, formam uma base sólida para que uma menina possa crescer acreditando em si mesma e no poder de suas escolhas. Ao chegar na universidade e nos primeiros postos de trabalho, essas jovens precisam de referências e mentoras, alguém que venceu no meio de um mar de desencorajamento e testosterona, e que pode servir de modelo para as próximas gerações. O poder feminino é transformador e não deve faltar em nenhuma área promissora do futuro.    



Vivian Wolff - Coach de Vida e Carreira pelo Integrated Coaching Institute (ICI); formada em Mindfulness pela Georgetown University Institute for Transformational Leadership, Washington DC; com MBA em Marketing Estratégico pela University de Catalunya, Barcelona

Psicologia Positiva e o Dia dos Pais: Pai também tem instinto materno


Envolvimento do pai contribui para o desenvolvimento cognitivo do bebê


Dizem que, quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Mas, a verdade é que essa afirmação cai como uma luva quando o assunto é o pai, que vai precisar aprender com esse novo integrante da família. Filhos não chegam com manual de instrução e todo o aprendizado envolvido vale para os dois. Mas porque, então, os pais ainda ficam em segundo plano na criação dos filhos?

“A figura do pai é muito importante na criação de uma criança. Ele precisa atuar em parceria com a mãe, que, por sua vez, deve dar espaço para a participação do pai na vida da criança. O filho é dos dois, portanto, a troca de opinião deve ser constante, cabendo a ambos a responsabilidade sobre as decisões e os cuidados desde os primeiros momentos de vida do bebê”, explica Flora Victoria, embaixadora da psicologia positiva, mestre na área, pela Universidade da Pensilvânia, e presidente da SBCoaching.

Com mais um Dia dos Pais se aproximando, a reflexão sobre o papel da figura paterna nos tempos atuais se torna ainda mais relevante. O comportamento masculino em todos os estágios do desenvolvimento infantil tem mudado bastante nos últimos tempos. Entre os anos 1940 e 1950, o pai era visto como mero provedor, cabendo à mãe o papel de cuidadora. Mas essa relação já não é a mesma, cabendo, hoje, também ao pai o protagonismo na construção em parceria com a mãe de uma relação de troca de valores, compreensão mútua, comunicação, respeito e equilíbrio em todas as decisões que dizem respeito aos filhos.

E, assim como as mães, os pais de participação e voz ativa também enfrentam desafios à frente desse papel. A rotina profissional agitada, a volta para casa sempre tarde da noite, aliada ao cansaço, fazem com que, nem sempre, sobre tempo ou disposição para os filhos. Isso também gera sentimento de culpa paterna - o que não significa que eles não sejam capazes de cuidar das crianças.

“O importante não é a quantidade de tempo com os filhos, mas sim a qualidade da convivência. Meia hora de brincadeira vale muito mais do que uma hora, sentados juntos na sala, com o pai mexendo no seu celular e o filho no videogame, sem nenhuma interação entre eles”, explica Flora.


Instinto materno

Atualmente, os homens têm uma participação mais ativa na criação dos filhos. Hoje, um pai passa mais tempo com seus filhos do que os pais de 50 anos atrás. Ainda assim, 58,3% dos pais brasileiros acham que não passam tempo suficiente com sua família, segundo pesquisa realizada pela Catho. Se no passado a figura do provedor da família era motivo de orgulho, para o homem de hoje o papel de pai vai muito além disso, seguindo por vezes caminhos inusitados como o instinto materno.

Um estudo da Universidade de Bar-Ilan, em Israel, revelou que o ato de cuidar dos filhos aciona no cérebro do pai alguns circuitos similares aos que são ativados no cérebro das mães. Ou seja, o ‘instinto materno’ não é uma exclusividade das mulheres.

O envolvimento do pai contribui para o desenvolvimento cognitivo do bebê, o que prossegue ao longo do seu crescimento. A presença paterna estimula as competências emocionais da criança, como a habilidade de resolver problemas, interesse, motivação e valorização do aprendizado e o próprio desempenho escolar.


Ser um bom pai

Os benefícios de ser um bom pai não se limitam aos efeitos positivos experimentados pela família. Pais satisfeitos com sua atuação sentem-se mais eficazes e confiantes. Geralmente, são mais estimulados a ter uma vida social ativa e apresentam uma maior capacidade de controlar o estresse relacionado ao trabalho. Além disso, a motivação de suprir as necessidades dos filhos pode representar um poderoso impulso na carreira. Como isso é possível? Por meio da qualidade do tempo que o pai passa com os filhos.

Conciliar família e trabalho é possível, mas essa combinação é fruto de escolhas planejadas que envolvem toda a família, como a construção de redes de apoio em casa e no trabalho, além de um constante autogerenciamento para cumprir as obrigações, tanto familiares quanto profissionais.

Dicas da psicologia positiva para os pais ajudarem os filhos a florescer
De acordo com a psicologia positiva, forças de caráter (qualidades, virtudes e forças pessoais) estão ligadas ao nosso potencial e trabalhá-las é um modo de desenvolver competências. Abaixo algumas dicas do que você pode começar a praticar neste domingo, em comemoração ao Dias dos Pais e depois, guardar, como mandamentos para a sua vida paterna.
  • Promova novas competências nas crianças. Isso significa mais do que consertar o que está errado, identifique e nutra qualidades mais fortes que expressam o que elas têm de melhor e ajude-as a encontrar nichos nos quais possam viver melhor essas forças;
  • Não elogie apenas o talento. A cada conquista do seu filho cumprimente-o também pelo esforço que ele empreendeu;
  • Seja engajado: esteja sempre envolvido nas atividades do filho, seja nos estudos, brincadeiras e nos esportes. O pai deve ter participação ativa;
  • Evite usar palavras do tipo“você é burro, você é ignorante, você não sabe fazer as coisas direito, você não tem jeito, você não tem dom para fazer isso”. Elimine, evite ao máximo este tipo de linguajar com o seu filho.
  • Quando ele está falando, escute ativamente sem interrompê-lo. Escute, entenda palavra por palavra do que ele está falando e não apenas ouça superficialmente, fazendo uma interpretação, muitas vezes, equivocada.
  • Faça seu filho refletir sobre o processo que o levou a realizar alguma coisa. Pergunte: Como você teve essa ideia? O que você fez para chegar a esse resultado? Conte-me, como foi que você fez isso?
  • Ao invés de reclamar dos seus filhos, seja grato com a natureza que te presenteou com eles.Quando você olhar para eles e estiverem fazendo alguma coisa, ao invés de somente reclamar, busque a gratidão. Enquanto você os tem, muitos pais gostariam de ter e não podem.


SBCoaching (Sociedade Brasileira de Coaching)

A preguiça é a “muleta” dos incompetentes. Só alcançará o sucesso quem conseguir caminhar sem ela.



A preguiça, muitas vezes, pode ser a desculpa do incompetente. A muleta daquele que não quer trabalhar, daquele que não quer se mover. Daquele… que não possui ferramentas para vencê-la.
Para vencer a preguiça precisamos utilizar a inteligência, e isso, exige esforço, esforço que o preguiçoso não está disposto a fazer.
Uma pessoa inteligente não se permite ser preguiçosa, pois sabe que a vida é curta e se ficar procrastinando, não conseguirá tirar o melhor proveito dela.
Ela sabe que deve prever as consequências da sua falta de atitude. As consequências de não cumprir um prazo, de não realizar o trabalho que foi solicitado, de não arrumar a casa, ou seja, as consequências, que a falta de ação, pode trazer a sua vida.
Eu utilizo uma maneira muito prática para vencer a preguiça, afinal, às vezes, a preguiça também me visita, e quando ela aparece, eu luto até que eu saia vencedor.
A preguiça é a desculpa de quem não quer agir.
Para enganá-la, eu levando da cama muito rápido, em milésimos de segundos e começo a colocar em prática uma técnica, que para mim, funciona muito bem, logo nos primeiros minutos do dia.
Mas confesso que não é nada fácil vencê-la, mesmo tentando diariamente ser mais rápido que a preguiça, ontem mesmo, pensei:
“Vou levar minha filha na colônia de férias, e quando voltar, vou dormir mais um pouco. Fui dormir muito tarde ontem”.
O PENSAMENTO ATRELADO A PREGUIÇA VEM INVOLUNTARIAMENTE.
É, a preguiça sabe ser eloquente! Ela tem grande poder de persuasão, mas eu tenho mais, e quando esse tipo de pensamento surge, percebo rapidamente que estou perdendo a batalha, e não me dou por satisfeito.
Sabendo que a preguiça é a desculpa do incompetente, olhei para baixo, vi minha barriga levemente saliente, coloquei meu tênis de corrida, e percorri alguns kms.
Caminhei, como sempre faço, assistindo um documentário na esteira. Coloquei o fone de ouvido e me senti mais forte do que nunca, mais forte do que a preguiça, pelo menos, e isso já bastou para que eu pudesse iniciar o meu dia com satisfação pessoal!
Preguiça é igual a falta de ação, e sem ação as coisas não acontecem.
Para vencer a preguiça é preciso agir! É preciso ter atitude! E essa atitude vem em milésimos de segundos, você precisa ir lá e fazer!
Não pense que irá fazer um dia, uma hora, o ano que vem; vá lá e faça agora!
Se você tem muita dificuldade em vencer a preguiça, se não consegue de jeito nenhum acordar motivado, ou pelo menos, se motivar depois que acorda, talvez lembrar de uma situação, ou de alguém que te inspire a ser melhor, pode ser um facilitador para te colocar em ação. Ou pode ser também um motivo para te deixar irado, com raiva por não conseguir ser como aquela pessoa, e por não conseguir mudar alguma situação que o incomoda.
Porém, mesmo assim, toda situação poderá ser revertida a seu favor, basta que você se coloque em ação.
Percebi, que para algumas pessoas, essa raiva pode ser uma aliada para vencer a preguiça. No momento em que passam a usar a energia da raiva como impulsionadora para realizar algo positivo em suas vidas, os sonhos ganham forma, e os objetivos passam a parecer mais tangíveis.
Se for esse o seu caso, a raiva canalizada positivamente te projetará, te dará forças e te motivará a fazer melhor do que você fez ontem.
A preguiça faz com que sejamos menos quando podemos ser mais.
AS AÇÕES JUSTIFICAM NOSSA EXISTÊNCIA. SE NADA FAÇO, NADA SOU.
Precisamos aprender a utilizar aquela maldita ira, que às vezes, se não temos autocontrole, também nos leva a fazer muitas coisas erradas, e aprender a canaliza-la para fazer o que deve ser feito, de fato.
Devemos pegar aquela energia toda que a raiva gera em nós, e fazer algo para o bem de todos, não para o mal.
O que a maioria das pessoas pensam é que a raiva é um sentimento ruim, sentimento esse que sempre resultará em algo violento ou agressivo, e isso não é verdade.
Os preguiçosos sentem raiva, mas sentem uma raiva piedosa, uma raiva que se compadece, e se vitimiza. Já os raivosos ativos são pessoas eloquentes, tanto ou mais que a dona preguiça. Seguram no rabo do foguete e fazem acontecer! Motivados e movidos por essa energia, eles conseguem passar do estado negativo, para o estado positivo/criador, de forma fluida e lúcida.
A raiva bem canalizada pode ser um energético fortíssimo para as nossas manhãs, nos impulsionando a realizar maravilhas. Seja organizando as nossas coisas que há tempos estão amontoadas, seja estudando, refazendo planos profissionais, entre tantas outras coisas que acabamos postergando por tanto tempo…
Penso que é bem melhor conseguir vencer a preguiça sem precisar se sentir irado. Mas funciona para algumas pessoas!
Vencer a preguiça é um processo diário
Chega um dia que a gente vai lá e faz, e faz de uma forma natural. Uma hora você para de reclamar das coisas que tem que fazer e simplesmente faz. Mas é preciso começar de alguma forma senão somos condenados a incompetência perpetua.
O importante é ter consciência que a preguiça é o mal que nos impede de avançar, de ter sucesso, de alcançar nossas metas, e que ela acaba nos prendendo ao passado, porque quando estamos dominados por ela, não conseguimos realizar muita coisa no presente, e sem ação no presente, ela impossibilita que alcancemos os nossos sonhos de futuro.
Não é à toa que ela é um dos piores pecados capitais! Quando a preguiça toma conta da vida de uma pessoa, ela é tanta e tamanha, que nenhum dos outros pecados são cometidos… de tanta preguiça!
Conclusão
Temos que compreender que a vida está em constante movimento. Assim como mudam-se as estações, nós também vivenciamos ciclos de mudanças constantemente.
Quando estamos bem, em plenitude, é sinal que estamos em equilíbrio. Nos sentimos motivados, e a preguiça não encontra forças para fazer morada em nós.
A MOTIVAÇÃO NOS LEVA A AÇÃO: O SEGREDO É DESCOBRIRMOS O QUE NOS MOTIVA!
Quando nos colocamos em ação funcionamos como uma locomotiva, vencemos a preguiça hoje, agora, e nenhuma engrenagem falha.
ENTENDA QUE SÓ VENCERÁ A PREGUIÇA AQUELE QUE APRENDE A SE COLOCAR EM CONSTANTE MOVIMENTO.
A falta de movimento poderá te levar a depressão. E para vencer essa preguiça que o assola será preciso consumir diariamente um alimento: o incentivo.
Você precisará descobrir o que te incentiva! Estimular o movimento e se mirar em quem te inspire a viver uma vida mais feliz!
Aprenda a viver a preguiça apenas nos momentos de descanso merecido.
Naqueles momentos em que você sente que a vida te presenteou depois de um período de conquistas, e que você sente que é hora de relaxar!
A utilize, de quando em vez, como incentivo para a criação. Mas não a deixe te dominar por um período longo demais. Apenas se permita relaxar de vez em quando e beber da fonte da criação.

Existem alguns tipos de preguiçosos. Será que você se encaixa em algum deles?
A preguiça do vaidoso: – Não fazer por medo de errar. Postergar para não ter que fazer efetivamente e por medo de receber críticas
A preguiça do tímido: – Me disfarço de tímido por medo de aparecer, já que tenho medo de errar.
A preguiça do satisfeito: – O que se diz satisfeito usa a preguiça para não ter que fazer mais coisas.
A preguiça do usuário do WhatsApp: – Usa a desculpa de não ter tempo e não dá ouvidos, nem tem interesse em ouvir, aqueles que acredita não serem tão interessantes. Utilizam da preguiça para fugirem de uma situação que eles acreditam ser desconfortável.
A preguiça do desmotivado: Por motivo de depressão ou por ansiedade, a pessoa se encontra em estado de total desmotivação e não encontra sentido na vida, nem possui vontade de realizar absolutamente nada.
Você sente que a preguiça está te vencendo?
Use todas as suas armas internas e lute contra ela diariamente!
Mas entenda que você deve se permitir vivenciar alguns momentos de relaxamento, eles são essenciais para viver uma vida equilibrada, porém, tudo na vida exige movimento, por tanto, não fique aí parado vendo a vida passar diante dos seus olhos. A sua vida é preciosa demais e ela só está esperando você acreditar nisso!
Acredite em você e parta hoje mesmo para a ação!
Colocar os seus sonhos em prática é uma prova de amor a vida e a si mesmo!

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Entenda o que é Constelação Familiar e como ela pode mudar sua vida


Terapia propõe estudos das gerações anteriores para entender e resolver conflitos do presente


O trabalho de Tuco Gabriel é ajudar as pessoas. Terapeuta holístico há mais de dez anos, Tuco utiliza métodos da Constelação Familiar para ajudar seus pacientes a se libertarem de comportamentos viciosos para, assim, serem capazes de viver relacionamentos mais saudáveis e felizes.

Um de seus principais ensinamentos é não ignorar situações e sentimentos ruins que cruzam nosso caminho, pois são emoções fundamentais para o crescimento pessoal. “Jogar esses sentimentos para debaixo do tapete pode até trazer um alívio imediato, mas um dia vem um vento forte e espalha toda aquela sujeira de volta para nossa vida”, afirma. 

Por isso, a resiliência é uma grande lição a ser aprendida. “Ao dizer ‘sim’ para esses sentimentos liberamos espaço no coração para que uma ação ou aprendizado possa surgir desse contato. E assim a vida segue se expandindo”, diz o terapeuta.


O que é Constelação Familiar

A técnica criada pelo alemão Bret Hellinger parte do pressuposto de que a família é o cerne de todas as questões que envolvem os indivíduos. Segundo ele, somos regidos por três princípios: necessidade de pertencimento em relação à família; hierarquia dentro do grupo (todos temos um papel a cumprir) e equilíbrio entre o dar e receber nas relações (como as pessoas criam vínculos entre si).

Para a Constelação, há uma tendência em todos os indivíduos de repetir comportamentos passados de geração a geração dentro da mesma família, ou seja, a maneira de tomar certas decisões e, consequentemente, a forma como nos relacionamos com as pessoas é condicionada. 

Os comportamentos e significados herdados a partir dos ancestrais estão presentes em diversos outros aspectos da vida, como na profissão e na relação com o dinheiro, por exemplo, afetando diretamente a vida financeira do indivíduo. Além de sofrimento emocional, esse comportamento carregado de vícios pode causar até doenças físicas.


Benefícios do tratamento 

Investigar a raiz desse problema, como as relações afetivas foram construídas e suas consequências (os conflitos gerados a partir da desordem dos três princípios de Hellinger) é o objetivo da Constelação Familiar: a cura. 

Ao se libertar de comportamentos pré-determinados, o indivíduo está realmente apto a tomar suas decisões de forma independente - só que, agora, entendendo seu lugar e suas funções dentro da relação. Os resultados podem ser observados no convívio com a família, com os amigos, no trabalho e no modo do sujeito ver e lidar com o mundo.


Mudando vidas Brasil afora 

Com mais de 10 mil horas de aprendizado no currículo e dez anos de experiência, Tuco se tornou um constelador e já treinou mais de 120 pessoas.

Através de workshops e treinamentos, o terapeuta desencadeou uma verdadeira rede de pessoas dispostas a descobrirem mais sobre si mesmas, alterando e melhorando seus vínculos. 

Tuco formou consteladores em Minas Gerais (em Belo Horizonte e Piumhi) e o trabalho não para de crescer: edições confirmadas em Santos e São José dos Campos, ambas cidades paulistas, em breve formarão profissionais aptos a desenvolver a técnica da Constelação Familiar.




Tuco Gabriel - terapeuta holístico há mais de dez anos. Possui mais de 10 mil horas de treinamentos vivenciais e já formou mais de 120 alunos como consteladores através das mais variadas técnicas de desenvolvimento pessoal.

Conheça 5 descobertas surpreendentes sobre colesterol



No Dia do Colesterol (08/08), cardiologista fala sobre novas evidências que podem mudar a forma como lidamos com a gordura no sangue

O colesterol é um tipo de lipídio que, em excesso na corrente sanguínea, é considerado o vilão na cena das temidas doenças cardiovasculares - ainda hoje elas matam uma pessoa a cada 40 segundos no Brasil. Trata-se de uma substância gordurosa naturalmente presente na membrana das células de todo o organismo, mas que se não for controlado pode ser danoso e comprometer a saúde.

A maior parte do colesterol é sintetizada no fígado e é transportada no sangue por proteínas especiais, as “lipoproteínas”. Elas são encarregadas da distribuição deste colesterol por todas as células do corpo. As mais imporantes são o LDL e o HDL. 

“O LDL – conhecido como colesterol ruim – leva este nome porque deposita o excesso de colesterol na parede das artérias, provocando a formação de placas gordurosas que estreitam os vasos e podem impedir a circulação do sangue. Estas placas de ateriosclerose podem localizar-se nas artérias que nutrem o coração, as coronárias, dificultando a circulação do sangue. Este quadro pode levar à isquemia do músculo cardíaco, ou seja, ao sofrimento do coração por falta de sangue e oxigenação adequada”, explica Dr. Marcelo Sampaio, cardiologista e membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida.

Ele complementa que a isquemia pode provocar dor no peito (angina) e um coágulo formado na região da placa, bloqueando completamente a passagem do sangue. “É aí que ocorre o infarto”, diz o médico

No entanto, sabe-se que o colesterol é necessário ao organismo, uma vez que é essencial  para o funcionamento destas células. “O colesterol é importante para a formação de hormônios de vitamina D e até ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação”, afirma Dr. Sampaio.

É certo que não existe substância mais perfeitamente ligada à incidência de doenças cardiovasculares quanto o colesterol. “A relação entre elas é direta e causal”, diz ele. Por isso, para reduzir o colesterol, o médico recomenda cinco medidas fundamentais: não fumar, alimentação saudável, exercitar-se, combater o estresse e manter o peso saudável.

Pesquisadores do mundo inteiro ainda estudam para desmistificar como exatamente o colesterol atua no organismo. Por isso, Dr. Marcelo listou 5 descobertas recentes e surpreendentes sobre o assunto:


1 - HDL pode não ser tão bom

A sabedoria popular diz que o HDL é o colesterol bom, enquanto o LDL é o ruim. Logo, acreditava-se que uma taxa de HDL alta no sangue significaria baixo risco de desenvolver doenças no coração. Entretanto, estudos recentes sugerem que não há uma relação causal; ao contrário, os níveis de HDL podem ser marcadores de outros fatores.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Medicina de Washington mostrou que os níveis altos ou baixos demais de colesterol HDL podem aumentar o risco da morte prematura.

Para este estudo, os investigadores pesquisaram a função renal e níveis de colesterol HDL em mais de 1,7 milhões de homens durante 10 anos. Os pacientes com doença renal frequente tiveram os níveis mais baixos de colesterol HDL, o que pode explicar o maior risco de morte prematura. No entanto, os níveis de colesterol HDL intermediário podem aumentar a longevidade, de acordo com a pesquisa.


2 - Novas drogas estão a caminho

Quando se trata de estudar a eficácia de novas drogas para baixar o colesterol, Dr. Sampaio afirma que o mair importante é baixar a incidência de doenças. Por exemplo,  as estatinas reduzem os índices de mortalidade, especialmente em pacientes que já sofreram ataques cardíacos ou eventos similares.

O médico menciona dois tipos de drogas que hoje estão em fase de testes. A primeira delas inibe uma enzima chamada CETP, que resultou em altos níveis de HDL. O outro é uma nova classe que afeta diretamente como o corpo metaboliza o colesterol. As duas medicações estão sendo estudadas para ver não apenas como elas atuam nos níveis de colesterol, mas também como elas influenciam na redução de mortes por doenças cardíacas.


3 - Níveis de risco cardíaco podem ser afinados

O médico calcula muitos fatores para saber seu risco de doença cardíaca. Além dos níveis de colesterol, ele pode levantar seu histórico familiar, peso, pressão sanguínea, quantidade de exercícios que você pratica e se é um fumante. Por isso, saiba que os níveis de colesterol estão relacionados com outros índices. Dependendo de um conjunto de fatores, você precisará ou não de medicação.


4 - Colesterol abaixo do indicado pode estar ligado à incidência de câncer

Baixar ao máximo o nível de colesterol reduz consideravelmente o risco de problemas cardíacos, mas o preço poderia ser alto: um colesterol muito baixo poderia estar relacionado ao aumento do risco de câncer, de acordo com um estudo publicado na Journal of the American College of Cardiology.

Na análise, que envolveu dados sobre 40 mil pessoas, os pacientes que tomam estatinas para reduzir o colesterol apresentaram um risco de desenvolver câncer ligeiramente maior - muito embora o estudo não indique que as drogas seriam as responsáveis por esse aumento.

Se há algum elo com o aumento do risco de câncer é em relação à queda do colesterol. De qualquer forma, os próprios autores dizem que é uma geração de hipóteses e que não têm como afirmar que o colesterol baixo aumenta risco de desenvolver câncer.


5 - Testes de colesterol sem exame de sangue

Esta é uma possibilidade para o futuro. Trata-se de um novo método, que vem sendo desenvolvido por pesquisadores na India, capaz de usar uma foto da parte de trás da mão pra detectar o nível de colesterol.

De acordo com o estudo, isso é possível porque o colesterol é acumulado nas dobras dos dedos. Por isso, as fotografias são inseridas em um programa de computador que as compara com um banco de dados de imagens, as associando com os níveis de colesterol conhecido.

Por enquanto, o teste ainda não pode substituir o exame de sangue completo. Mas já é uma ferramenta útil para testar populações a um custo mais baixo do que os métodos tradicionais.




 Instituto Lado a Lado pela Vida 

Cuidados com o colesterol alto devem começar na infância, alertam pediatras e endocrinologistas



Para celebrar o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, em 8 de agosto, o Departamento Científico de Endocrinologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em parceria com o Departamento de Dislipidemia e Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), preparou material ilustrativo (folder e vídeo) voltado aos pais e pediatras para esclarecer dúvidas sobre o tema


Na infância, a principal causa de colesterol alto se deve a uma alimentação rica em gorduras, ao excesso de peso e ao sedentarismo. Entretanto, algumas crianças e adolescentes terão colesterol alto mesmo seguindo uma dieta saudável. Para os especialistas, considerando ser primordial para o funcionamento do corpo humano, é importante ter os níveis do colesterol sob controle.


EXCESSO - “Quando os níveis do colesterol estão altos no sangue, e sob determinadas condições (tais como diabetes, hipertensão, fumo e obesidade), o seu excesso pode ser perigoso e causar depósitos nas paredes das artérias, o que leva à aterosclerose. Esse processo pode começar desde a infância. Quando não controlado, pode levar a temíveis complicações, como o infarto do miocárdio e o AVC”, explica o presidente do DC de Endocrinologia da SBP, dr. Crésio Dantas Alves.

Cerca de 70% do colesterol no sangue vem do fígado e apenas 30% vêm da alimentação. Depois de passar pela circulação, o colesterol precisa ser removido novamente pelo fígado para formar bile. Os níveis de colesterol no sangue dependem, portanto, principalmente da capacidade do fígado em removê-lo. Isso varia de pessoa para pessoa.


DOSAGEM – Atualmente, consensos nacionais e internacionais sugerem que a primeira dosagem de colesterol na infância seja feita, em toda a criança, entre nove e 11 anos. Crianças obesas, com idade entre dois e oito anos, com diagnóstico de diabetes ou que tenham histórico de doença cardíaca ou colesterol alto, devem ter os níveis de colesterol dosados.

O presidente do DC explica que “se o LDL-colesterol da criança, ou seja, a fração ruim do colesterol no sangue, estiver acima de 130mg/dl, os pais deverão procurar um pediatra ou endocrinologista para que possam avaliar seu filho”. Dr. Crésio ressalta que a infância e a adolescência são fases importantes na prevenção de doenças do coração e que os hábitos de vida formados nesta fase são fundamentais para a qualidade de vida do adulto.


FATORES DE RISCO – Ser sedentário e ter uma alimentação pouco saudável não são os únicos fatores que aumentam os riscos do colesterol alto na infância. Eles também incluem histórico familiar e outras condições de saúde, tais como diabetes, doença renal, artrite idiopática juvenil, obesidade e pressão alta.

Dr. Crésio diz que é importante a pessoa saber se tem colesterol alto por histórico familiar ou alimentação inadequada. “O colesterol familiar é o vilão maior, porque começa na infância e pode causar infarto precoce nas pessoas. É a chamada hipercolesterolemia familiar ou HF. Nestes casos, fazer dieta não é suficiente e devem ser utilizadas medicações seguras para controlar o colesterol e prevenir doença do coração no futuro”, observa.

Ele destaca ainda que o estilo de vida é muito importante na redução do risco de infarto e AVC. Assim, evitar o sedentarismo, comer alimentos com gordura saturada e fumar são medidas importantes a serem seguidas. “Crianças devem evitar o consumo de biscoitos recheados, bolo, chocolate, sorvete, hambúrguer, batata frita, refrigerante, frituras e alimentos ultraprocessados em geral, além de evitar o uso de telas (TV, videogame, celular) acima do tempo recomendado pela SBP e a Academia Americana de Pediatria (AAP). É preciso dar preferência ao consumo de verduras, legumes e frutas, peixe e frango, leite, queijo branco e brincadeiras ao ar livre, corridas e a prática de esportes”, orienta.

Em sua avaliação, a prevenção do colesterol alto deve ser para a vida toda e visa reduzir o risco cardiovascular. O controle pode ser feito por medidas de estilo de vida ou medicamentos. “O controle do colesterol pode ser feito com estatinas e reduzir o risco de mortalidade. A cada 40mg/dL de colesterol LDL reduzido, a mortalidade por infarto se reduz em 20%”, finaliza dr. Crésio.

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