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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Violência contra a Mulher - Até Quando?



Na semana passada o Brasil assistiu estarrecido a soltura de um homem acusado de ejacular em uma mulher o transporte coletivo. Dias depois esse mesmo homem foi preso novamente por colocar seu órgão sexual para fora também em um transporte coletivo. Se o acusado tem ou não problemas mentais não é algo que possamos discutir sem uma análise, mas o fato é que a sentença do juiz que acreditou que o ato praticado não era constrangimento nem violência revoltou a todos, trazendo à tona como a Justiça em nosso país precisa ser revista em diversos aspectos. 

Mas voltando a violência contra a mulher, como bem esclareceu a Doutora em Direitos Humanos, Maíra Zapater, em vídeo publicado nas redes sociais https://www.youtube.com/watch?v=5B4YgX9FQpY a sentença do juiz que o liberou mostra que a dificuldade da Justiça em lidar com esse problema da violência contra mulher.

A violência contra a mulher é um mal social que ainda está longe de ser erradicado.
A importância de debater o tema, chamando as pessoas para a reflexão é urgente, pois, é inadmissível que continuemos a aceitar esse tipo de prática.

Não se trata de feminismo e, de forma alguma, é uma questão partidária, acima de qualquer coisa é uma grave violação dos diretos humanos e como tal precisa ser tratada. O impacto devastador da violência contra a mulher traz consequências físicas, mentais e mesmo a morte. Afeta de forma devastadora o bem-estar das vítimas e prejudica suas relações sociais, afinal a ação destrutiva desse tipo de violência se amplia para os familiares e sociedade de forma geral.

Leis contra a violência doméstica e agressão sexual vigoram no Brasil já há algum tempo, no entanto, como assistimos, os desafios persistem e têm por obstáculos os conceitos retrógrados e, porque não dizer, cruéis de uma sociedade preconceituosa que ainda acredita que a mulher pode ser merecedora desse tipo de tratamento.

Infelizmente, a cultura do “ela provocou” está ainda muito arraigada, inclusive entre as próprias mulheres. É importante que haja uma mudança efetiva nesse conceito, pois, nada justifica qualquer tipo de violência; nenhuma mulher merece ser tratada de forma desonrosa e todo ser humano tem direito à segurança e justiça.

Iniciativas de prevenção da violência contra a mulher são aplicadas continuamente, mas muito há que se fazer para produzir efeitos positivos em nossa sociedade. Essa transformação social ocorrerá a partir da educação e, portanto, todo debate que inclua jovens é oportuno e deve ser incentivado. Textos reflexivos devem ser amplamente divulgados e campanhas contra esse crime devem ser constantes, principalmente, no ambiente educacional. Essa é também uma forma de levar o tema à mídia e aos lares para que os pais possam igualmente perceber que todo educador tem uma parcela de responsabilidade nesse desvio de conduta capaz de provocar tantos malefícios.

Educação, prevenção, reflexão são dispositivos poderosos para que a transformação social alcance um ponto pelo qual a violência contra a mulher seja tida, efetivamente, como inaceitável e abominável. Então não mais será permitido que mulheres sejam agredidas e humilhadas publicamente, simplesmente porque isso causará repúdio social. Esse é o futuro pelo qual devemos nos movimentar; esse é o mundo em que queremos viver.




Suely Buriasco - mediadora de conflitos e coach.





Setembro Dourado alerta sobre o diagnóstico precoce câncer infantil

Começou o “setembro dourado”, campanha nacional de conscientização sobre o câncer infantojuvenil promovida pela Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC). A doença é a segunda maior causa de morte de crianças e adolescentes no País, atrás apenas de acidentes e violência.

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), todos os anos 12 mil crianças e jovens são diagnosticados com câncer no Brasil, dos quais 70% dos pacientes possuem chance de cura se diagnosticados precocemente.

Para Teresa Fonseca, oncologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), é preciso evoluir o diagnóstico precoce para que haja maiores chances de cura.

“O Brasil possui uma taxa de cura em torno de 50% dos casos, distante de países como Estados Unidos, cuja a taxa de cura é de 80%”, diz a especialista.

Ela destaca ainda que no Brasil há dificuldade no acesso desde o atendimento básico até o tratamento especializado do câncer. “Somos um país de dimensão continental, então vemos muita discrepância no acesso à saúde e não existem condições de atendimento adequadas em todos os lugares”, completa.

Para o tratamento do câncer infantojuvenil é necessária atenção às necessidades biopsicossociais do paciente. “Para isto é importante empenho de diversos setores, para que trabalhem juntos em prol de uma causa” finaliza Teresa.

Na campanha Setembro Dourado, iniciativa da CONIACC, o amarelo tem função de demonstrar um sinal de alerta para a necessidade de atitudes que levem ao diagnóstico precoce. Já a cor dourada simboliza o “padrão ouro” que necessitam os pacientes de câncer infantojuvenil.





 
Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE)
 
Fundada em 1981, a SOBOPE tem como objetivo disseminar o conhecimento referente ao câncer infantojuvenil e seu tratamento para todas as regiões do País e uniformizar métodos de diagnóstico e tratamento. Atua no desenvolvimento e divulgação de protocolos terapêuticos e na representação dos oncologistas pediátricos brasileiros junto aos órgãos governamentais. Promove o ensino da oncologia pediátrica, visando à divulgação e troca de conhecimento científico da área em âmbito multiprofissional.








Pedindo colo?



Cansaço fácil dos cães é um dos sintomas de problemas no coração, fique atento

Um a cada quatro cães com mais de sete anos tem algum tipo de doença cardíaca


Um dos primeiros indicativos de que a saúde cardíaca do cãozinho não anda bem é o cansaço fácil.  “Se o cachorro pede colo durante um passeio, na rota que já estava acostumado, ele pode sofrer de problemas cardíacos”, atenta o médico veterinário da Equilíbrio (Total Alimentos), Marcello Machado. Dificuldade para respirar, fadiga excessiva, tosse e rejeição a atividades físicas podem ser sinais de que o coração do cachorro não está conseguindo suprir adequadamente os tecidos, causando insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração.


De olho na alimentação

Mudanças no estilo de vida e na alimentação são fundamentais para que um animal cardiopata tenha qualidade de vida “junto com prescrição dos médicos veterinários, o cão precisa de alimentos específicos para cardíacos, com esses procedimentos combinados garantirá a ele bem-estar e longevidade”, explica.

A linha Super Premium da Total Alimentos possui um alimento coadjuvante no tratamento de cães com problemas cardíacos, Equilíbrio Veterinary Cardiac, que é rica em Taurina e L-carnitina, cujo auxiliam no funcionamento do músculo cardíaco, e possuem baixos teores de fósforo e sódio: “Os níveis dessas substâncias precisam ser controlados, pois o sódio pode gerar acúmulo de fluídos, e o fósforo em excesso pode gerar a sobrecarga dos rins e até uma doença renal, de tratamento muito mais complexo que uma doença cardíaca”.

Comida caseira não é aconselhada. De acordo com o médico veterinário, é difícil conseguir o perfeito balanceamento e equilíbrio nutricional por meio da comida preparada em casa pelo tutor do animal.

Sintomas:

  • Dificuldade para respirar;
  • Alteração da cor da língua;
  • Rejeição a atividades físicas;
  • Sono demasiado;
  • Fadiga;
  • Sede;
  • Tosse.

Diagnóstico

O diagnóstico da doença cardíaca é realizado por meio de exames específicos: a bioquímica sérica (exame de sangue) e o ecodoppler cardiograma e deve ser realizado por um médico veterinário, de preferência, especialista em cardiologia.







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