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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Almanaque sobre Olímpiadas une ensino e diversão



 Estimular os alunos a absorver informações de forma tão natural que eles nem percebam que estão aprendendo. Esse é um dos desafios do ensino atualmente. O Colégio Magno criou o Almanaque Olímpico para que as crianças aprendam mais sobre esportes e sobre a cultura dos países que participam das competições.

As crianças estão, esta semana, em plena troca de figurinhas!
Autoadesivas remontam informações importantes sobre os costumes de cada época e sobre os personagens abordados no projeto PLANETA OLÍMPICO, projeto desenvolvido ao longo do primeiro semestre, já antecipando o clima dos jogos. Cada cromo ajuda a reviver fatos e a relembrar momentos especiais e atividades realizadas na escola que trouxeram ainda mais conhecimento aos alunos, além, claro, de reforçar a proposta de que aprender pode ser muito divertido!

Esse suporte interativo é mais um recurso na consolidação das informações aos estudantes. É também uma referência que pode ser usada por eles para acompanhar os Jogos do Rio. Ao assistir a um esporte, o aluno pode consultar seu almanaque, com informações de diferentes países incluídos em atividades no Magno, e relacionar os conteúdos.

Entenda o Planeta Olímpico

O que está em jogo nas Olimpíadas? A competição esportiva, sim. A superação dos limites? Também. Mas há muito mais: a ideia de uma humanidade unida em um encontro comum, as trocas culturais, a celebração da diversidade, os valores cooperativos e solidários.

No primeiro semestre de 2016, as crianças que estudam no Magno se envolveram em centenas de atividades educativas, nas diversas áreas do conhecimento – incluindo as práticas esportivas, claro.

Foi uma volta ao mundo por meio do esporte, para aprender sobre todos os povos, sobre o que vestem, sobre suas características geográficas, culturais e humanas.

No Ano das Olímpiadas do Rio, o projeto Planeta Olímpico vai mostrar que quando falamos de esportes, de educação, de convivência, estamos falando sobre o que já mais importante: os nossos valores!

Como foi

A cada semana, pais e alunos do Minimíni ao Alfa carimbaram o passaporte para entrar em diferentes países e percorrer diversas áreas do conhecimento.

Como não ficar maravilhado com o Tanabata Matsuri (Festival das Estrelas) japonês? Ou não se comover com a história da artista plástica mexicana Frida Kahlo? Por aqui, teve até quem sonhou em fazer parte de um dos contos dos irmãos Grimm e passear pelos belos castelos alemães!

A aventura pelo conhecimento, que teve como ponto de partida a cidade de Olímpia, na Grécia, também percorreu a terra da rainha, com direito a um delicioso chá inglês ao lado de um legítimo representante da Guarda Real Britânica, o professor do Magno High School, William Scott.

Também não faltou engajamento para ajudar o boneco paralímpico Marck, que recebeu apoio do Alfa para projetar e imprimir uma prótese de última geração na impressora 3D. Uma atividade que envolveu tecnologia, fantasia e, claro, cooperação!

Que tal fazer um safari pela África do Sul? Surfar nos mares australianos ou preparar perfumes com a lavanda cultivada no Núcleo Ambiental para celebrar a França? Também teve quem se arriscou a falar as cores da bandeira com sotaque francês: bleu, blanc e rouge!

Na última parada, os pequenos viajantes retornaram ao Brasil, a sede das Olimpíadas 2016. Por aqui, viajaram pelos Jogos Indígenas e tiveram uma aproximação bastante realista com o universo cultural dos índios.

Mais do que apreciar e interagir, as famílias tiveram um importante papel ao longo desta verdadeira volta ao mundo: vibrar a cada conquista e vivenciar com os filhos a maravilha de descobrir algo novo todos os dias!


Professores de educação física do Magno que estão com os atletas no Rio:

- O JUDOCA DANIEL HERNANDES representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000 e também em Atenas, em 2004. Ficou em sétimo lugar. Foi medalha de ouro no Pan de Santo Domingo em 2003.

- JOSÉ ELIAS, trabalha com o técnico José Roberto Guimarães, como preparador físico na seleção feminina de Vôlei. Já participou também dos Jogos de 2004, em Atenas, 2008, em Pequim, 2012, em Londres. Na primeira ficou em quarto lugar, nas duas seguintes foi campeão.

-DENISE DE FÁTIMA RIGHI DE LIMA é arbitra de ginástica artística dos Jogos do Rio em agosto. Já participou do evento teste. Como atleta, participou de Pan Americanos, Copa do Mundo e Sul Americanos.

Rio recebe campanha contra o tráfico de pessoas durante as Olimpíadas




 Iniciativa procura mostrar a situação vivenciada por quem é aliciado, com o encantamento inicial e a realidade posterior. Estimativa é que tráfico de pessoas faça 35,8 milhões de vítimas no mundo


Com os olhos do mundo voltados para o Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos, a cidade recebe uma campanha de alerta para o tráfico de pessoas. Serão duas intervenções com as caixas GIFTBox, com o objetivo de chamar a atenção do público para a situação do tráfico humano no mundo. A primeira caixa será aberta na Praça Cinelândia, dia 5 de agosto, às 11h e ficará exposta até o dia 21 de agosto. A segunda caixa, inaugurada no dia 8 de agosto, ficará no Largo da Carioca. Outras duas ações paralelas também fazem parte da campanha: a de realidade virtual que retrata a vida da pessoa traficada, com óculos espalhados por 20 pontos turísticos do Rio e o Dia Olímpico, em parceria com a Organização Bola pra Frente. As ações são iniciativas da 27 Million, organização sem fins lucrativos que auxilia pessoas e organizações no combate ao tráfico humano.

Instaladas em pontos-chave da cidade, as GIFTBox chamam a atenção de quem passa por elas. Por fora, a linda e gigantesca caixa de presente mostra como os traficantes enganam as suas vítimas com falsas promessas, simulando o processo de aliciamento. Frases que instigam a curiosidade das pessoas com diversas oportunidades chamam a atenção de quem vê seu exterior. “Viaje pelo mundo e ganhe bom dinheiro”, “dê à sua família um futuro melhor” incentivam o público a ver o que há dentro delas. No interior, a história muda e o cenário é bem diferente. Esse conteúdo é reservado para as pessoas que vivenciam essa experiência.

A ação GIFTBox é realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Secretaria Municipal dos Direitos Humanos, do Ministério Público do Trabalho e do Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo. A 27 Million coordena o projeto no Brasil, uma vez que é representante da campanha Stop The Traffik no país.

Além das intervenções com as caixas, uma Campanha de Prevenção foi iniciada no dia 27 de julho no Palácio Guanabara. Na ocasião, foram apresentados cartazes da campanha do Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos. O material, que será distribuído pela cidade do Rio de Janeiro e de forma virtual, alerta a população para os crimes de tráfico de pessoas e trabalho escravo e ilustra como os aliciadores agem para seduzir suas vítimas com falsas promessas. A ação é desenvolvida em parceria com a Comissão Nacional de Direitos Humanos do México e a organização 27 Million.


Óculos de realidade virtual
Além das caixas GIFTBox, outra ação utilizará vinte óculos de realidade virtual espalhados por pontos turísticos do Rio de Janeiro, que vão proporcionar ao usuário conhecer a história de uma vítima do tráfico de pessoas e sentir a experiência de uma pessoa nessas condições. Os óculos estarão espalhados pela cidade durante todo o período das Olimpíadas, sempre em locais diferentes e com grande concentração de pessoas.

A ação faz parte de uma parceria com a Organização Operation Blessing, entidade internacional humanitária sem fins lucrativos, e a agência Ryot, voltada para a execução de eventos como esse. Ao fim das experiências, voluntários estarão disponíveis em todos os locais da intervenção para tirar dúvidas e falar mais sobre o tema.

Dia Olímpico
A iniciativa também irá abordar o tema do tráfico humano por meio do esporte, participando do Dia Olímpico, em 9 de agosto, em parceria com Ong Bola pra Frente. Nesta ação, as crianças e jovens terão a oportunidade de experimentar diversos esportes olímpicos. A ideia é utilizar o poder de comunicação do esporte para alertar sobre os riscos do tráfico humano. Além do ambiente descontraído, serão oferecidas palestras em parceria para alertar sobre o risco de crianças que são aliciadas com ofertas de oportunidades de carreiras esportivas.


Sobre GiftBox

O Movimento GIFTBox foi criado no Reino Unido pela Organização Stop The Traffik, em cooperação com a Iniciativa Global das Nações Unidas contra o Tráfico Humano (United Nations Global Iniciative to Fight Trafficking – UN.GIFT), por meio de uma campanha realizada durante as Olimpíadas de Londres em 2012, com o objetivo fortalecer o movimento mundial de enfrentamento desse tipo de crime.

A GIFTBox já foi instalada no Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo de 2014, em parceria com o Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico da cidade. Recentemente, também foram instaladas caixas em São Paulo, Goiânia e Belo Horizonte.

Segundo relatório Global Slavery Index 2014, produzido pela Walk Free Foundantion,  cerca de 35,8 milhões de pessoas se encontram em situação de tráfico no mundo. Para a UNICEF, cerca de 1,2 milhões de crianças são traficadas anualmente. Em 2009, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) constatou que cerca de 79% das vítimas são exploradas sexualmente e que 80% delas são mulheres e crianças. As Nações Unidas estimam o valor total do mercado ilícito do tráfico de pessoas em US$ 32 bilhões.
  

Serviço
 Abertura da GIFTBox Rio de Janeiro - Solenidade
Data: 5 de agosto de 2016
Horário: 11h
Local: Praça Cinelândia, Centro, RJ
Horário de funcionamento: Diariamente, das 14h às 21h


GIFTBox Largo da Carioca
Início 8 de agosto
Horário de funcionamento: Se segunda à sexta das 10h às 18h e sábados das 9h às 12h

R-Crio e Operação Sorriso fecham parceria para congelar células-tronco



 Crianças de 6 a 8 anos com lábio leporino serão beneficiadas em 
projeto piloto no Rio Grande do Norte, Pará e Rondônia

A R-Crio — Centro de Tecnologia Celular, especializado em armazenar as células-tronco da polpa do dente de leite — e a Operação Sorriso, principal ONG internacional dedicada a reunir médicos e cirurgiões voluntários para operar gratuitamente crianças com lábio leporino e fenda palatina, fecharam uma parceria para congelar as células-tronco de 15 crianças nas próximas missões que acontecerão no Brasil.

O projeto, ainda em fase piloto, se inicia amanhã, sexta-feira, 5, durante o Programa Nacional de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde cinco crianças terão as células-tronco de seus dentinhos de leite armazenadas. Após a extração, os cinco dentes seguirão para o laboratório da companhia, em Campinas, localizado em São Paulo. 

Na R-Crio, o material será processado e as células-tronco extraídas da polpa dos dentes. Após o procedimento elas serão testadas, seguindo todos os padrões de qualidade desenvolvidos pela empresa. As criopreservações — que consistem em congelar as células-tronco a 196 graus centígrados negativos, em tanques de nitrogênio líquido — se estenderão ainda para as missões de Santarém, no Pará, que acontece entre 5 e 10 de setembro; e Porto Velho, em Rondônia, onde o Programa Nacional passará entre 7 e 10 de dezembro.

Com potencial das células de se transformarem em diversos tecidos humanos, como osso, cartilagem, pele, músculo, entre outros, a expectativa é que essas crianças possam se beneficiar em um futuro próximo de uma técnica que utiliza as células-tronco da polpa do dente de leite para formar osso na boca de indivíduos com a fenda alveolar (quando o indivíduo nasce sem o osso do céu da boca que suporta os dentes). 

“É muito gratificante para uma empresa como a R-Crio poder se envolver em um projeto social dessa magnitude. Esperamos com essa iniciativa, contribuir para o andamento das pesquisas científicas com células-tronco do dente de leite que vem sendo desenvolvidas no Brasil e no mundo”, afirma José Ricardo Muniz Ferreira, fundador e presidente da R-Crio.

Diretora executiva da Operação Sorriso Brasil, Ana Stabel ressalta a importância da parceria entre a instituição e a R-Crio, uma vez que o projeto traz esperanças para as famílias das crianças portadoras da fissura lábiopalatina.  “Hoje, o procedimento padrão para corrigir essa falha consiste em retirar um pedaço do osso do ilíaco (bacia) para enxertar na boca da criança, técnica muito dolorosa. Entretanto, com a criopreservação dos dentinhos desses pequenos, elas poderão se beneficiar da técnica que utiliza o material para reconstituir o osso naturalmente, quando ela estiver disponível nos hospitais”.

Ainda de acordo com ela, a escolha das crianças que terão as células-tronco congeladas será feita de acordo com o momento clínico dos pacientes, sendo que serão escolhidas aquelas que estiverem mais aptas para fazerem o procedimento. “Antes mesmo de a missão começar, nós fazemos uma série de exames para avaliar quais crianças poderão fazer as cirurgias”, destaca.

Hoje, de acordo com dados da National Institutes of Health (NIH), existem no mundo mais de cinco mil testes clínicos com células-tronco, em estágio avançado. Mais de 533 estudos clínicos utilizam as células-tronco mesenquimais, parte delas provenientes da polpa do dente de leite.




Sobre a R-Crio:
O Centro de Tecnologia Celular R-Crio é especializado em fazer o armazenamento das células-tronco extraídas da polpa do dente de leite. Com sua operação autorizada pela Anvisa, possui patente requerida junto ao Instituto Nacional de Propriedades Industriais (INPI) em tecnologia de isolamento, processamento, expansão e criopreservação de células-tronco mesenquimais. Hoje, a R-Crio soma mais de mil dentistas credenciados a sua rede em todo o país. Com sede localizada em Campinas, em São Paulo, a empresa conta ainda com o serviço de análise genômica em seu portfólio. 

Sobre a Operação Sorriso:
A Operação Sorriso é a maior ONG internacional dedicada a reunir médicos voluntários para operar gratuitamente o sorriso de crianças portadoras de lábio leporino e fenda palatina. A instituição trabalha em parceria com governos, hospitais, empresas e pessoas para possibilitar um tratamento integral e multidisciplinar ao paciente, além de investir em capacitação e desenvolvimento dos profissionais locais e incentivar a criação de centros de atendimento. No mundo, a Operação Sorriso já transformou mais de 220 mil vidas.

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