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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

O boom do litoral paulista e o gargalo nas estradas impulsionam ponte-aérea São Paulo-praias

O crescimento do turismo promete bater recordes em São Paulo durante o período de Réveillon 2026, assim como níveis extremos de congestionamento no retorno à capital. Apenas na tarde desta sexta-feira (2), um dia após o Ano Novo, motoristas enfrentaram mais de 40 km de lentidão somada nas rodovias que ligam a Baixada Santista a São Paulo, com congestionamentos simultâneos em todas as vias do Sistema Anchieta-Imigrantes, além da Cônego Domênico Rangoni e da Padre Manoel da Nóbrega, em razão do alto fluxo de veículos.

Diante desse cenário, rotas aéreas de curta distância surgem como alternativa para evitar a imprevisibilidade dos congestionamentos nas estradas. Entre os dias 30 de dezembro de 2025 e 5 de janeiro, entre 329 mil e 506 mil veículos devem utilizar apenas as rodovias de acesso ao litoral paulista, reforçando a sobrecarga do sistema viário em um intervalo curto de tempo.

Atenta a esse cenário e aos desafios enfrentados por muitos clientes, a Revo, referência em mobilidade aérea de alto padrão, iniciou sua operação para este verão apostando na previsibilidade. “A alta temporada em São Paulo traz um paradoxo: as pessoas investiram em casas incríveis no litoral, mas não conseguem chegar nelas. O nosso modelo foi desenhado para devolver a previsibilidade a essa rotina. Não vendemos apenas o voo, vendemos a certeza de que o trajeto vai durar alguns minutos, e não horas intermináveis”, afirma Patricia Dib, CMO da Revo.

A operação da Revo conecta São Paulo a destinos como Guarujá e Riviera em menos de 20 minutos, praias do litoral norte em cerca de 30 minutos, além de Ilhabela, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis, com tempos de voo que variam de aproximadamente 35 minutos a 1 hora. Os voos são realizados com helicópteros bimotores, sempre com dois pilotos, priorizando os mais altos padrões de segurança.

Temos porta-vozes disponíveis para abordar este cenário sob as seguintes óticas:

Comportamento: a mudança do perfil do viajante, do turista eventual para o morador híbrido da “segunda” ou “terceira casa”.

Infraestrutura: como a mobilidade aérea de curta distância surge como alternativa pontual em períodos de sobrecarga das rodovias.

Negócios: o modelo de aviação executiva para atender um público que valoriza previsibilidade e gestão do tempo.

Mercado imobiliário: o crescimento das segundas e terceiras casas no litoral e seu impacto direto nos padrões de deslocamento entre São Paulo e as praias.

Futuro: como a operação atual ajuda a preparar rotas, comportamento e demanda para a chegada dos eVTOLs nos próximos anos.

 

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