O crescimento do turismo promete bater recordes em São Paulo durante o período de Réveillon 2026, assim como níveis extremos de congestionamento no retorno à capital. Apenas na tarde desta sexta-feira (2), um dia após o Ano Novo, motoristas enfrentaram mais de 40 km de lentidão somada nas rodovias que ligam a Baixada Santista a São Paulo, com congestionamentos simultâneos em todas as vias do Sistema Anchieta-Imigrantes, além da Cônego Domênico Rangoni e da Padre Manoel da Nóbrega, em razão do alto fluxo de veículos.
Diante desse cenário, rotas aéreas de curta
distância surgem como alternativa para evitar a imprevisibilidade dos
congestionamentos nas estradas. Entre os dias 30 de dezembro de 2025 e 5 de
janeiro, entre 329 mil e 506 mil veículos devem utilizar apenas as rodovias de
acesso ao litoral paulista, reforçando a sobrecarga do sistema viário em um
intervalo curto de tempo.
Atenta a esse cenário e aos desafios enfrentados
por muitos clientes, a Revo, referência em mobilidade aérea de alto padrão,
iniciou sua operação para este verão apostando na previsibilidade. “A alta
temporada em São Paulo traz um paradoxo: as pessoas investiram em casas
incríveis no litoral, mas não conseguem chegar nelas. O nosso modelo foi
desenhado para devolver a previsibilidade a essa rotina. Não vendemos apenas o
voo, vendemos a certeza de que o trajeto vai durar alguns minutos, e não horas
intermináveis”, afirma Patricia Dib, CMO da Revo.
A operação da Revo conecta São Paulo a destinos
como Guarujá e Riviera em menos de 20 minutos, praias do litoral norte em cerca
de 30 minutos, além de Ilhabela, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis, com tempos
de voo que variam de aproximadamente 35 minutos a 1 hora. Os voos são
realizados com helicópteros bimotores, sempre com dois pilotos, priorizando os
mais altos padrões de segurança.
Temos porta-vozes disponíveis para abordar este
cenário sob as seguintes óticas:
Comportamento: a mudança do perfil do viajante, do turista eventual para o morador híbrido da “segunda” ou “terceira casa”.
Infraestrutura: como a mobilidade aérea de curta distância surge como alternativa pontual em períodos de sobrecarga das rodovias.
Negócios: o modelo de aviação executiva para atender um público que valoriza previsibilidade e gestão do tempo.
Mercado imobiliário: o crescimento das segundas e terceiras casas no litoral e seu impacto direto nos padrões de deslocamento entre São Paulo e as praias.
Futuro: como a operação atual ajuda a preparar rotas,
comportamento e demanda para a chegada dos eVTOLs nos próximos anos.
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