Hoje em dia, é praticamente de conhecimento geral a existência do SEO (otimização para motores de busca) entre os profissionais de marketing. Contudo, nem todos compreendem a utilidade que o tópico apresenta para quem contrata esse tipo de serviço e, principalmente, sua capacidade de elevar a renda das empresas que sabem como utilizá-lo estrategicamente. Torna-se interessante, então, conversar sobre esse tema e de que forma implementá-lo internamente em prol deste objetivo.
O SEO surgiu juntamente com a ascensão do Google
aos holofotes dos buscadores da web. Com a criação da World Wide Web (WWW),
vários servidores para compartilhamento de informações foram criados, contudo,
no início era necessário saber o IP do destino que você queria acessar. Nesse
começo da história da rede e de sua complexidade, foram sendo criados
buscadores para facilitar a vida do usuário que, por vezes, poderia não
recordar de um número longo para cada servidor que ele queria acessar. Alguns
anos depois da criação do primeiro buscador, o Google entrou no jogo, como
mencionado, e tomou as atenções, sendo hoje a megacorporação que é.
Com o aumento do tráfego na internet, possibilitado
pela evolução e barateamento das tecnologias, o número de sites também foi
crescendo, o que criou a necessidade do início do processo de ranqueamentos na
página do buscador, a fim de tornar mais rápida a experiência do usuário no
processo de procurar algum site que tratasse do que ele procurasse. A partir de
então o SEO dos sites se tornou fundamental para os buscadores.
Resumidamente, o Google Crawler analisa a frase de
busca e apresenta os resultados de páginas indexadas que mais têm chances de
responder à busca, geralmente impulsionadas por seu SEO bem executado. Dentro
do SEO de uma página, vários pontos são analisados, como a utilização de
palavras-chave, imagens com texto relacionado, títulos do texto e etc. Além do
SEO On-page, temos também o Off-page e o Técnico. O trabalho em consonância dos
três resulta no SEO completo.
Atualmente, nesse mundo que está a todo momento
ligado à web, surge o interesse -por vezes a necessidade- de empresas
aparecerem nos primeiros resultados da página de resultados do buscador, uma
vez que essas páginas exibidas nos primeiros lugares serão as que mais terão
cliques de usuários e, possivelmente, conversões. Uma das formas de criar um
atalho para aparecer “na cara” do usuário é através da compra de anúncios pagos
no Google, o que dependendo do lance, pode da noite para o dia colocar algum
site em uma das -geralmente- quatro primeiras posições de resultados
patrocinados.
Entretanto, como ainda nem todas as pessoas acessam
a web e, nesse sentido, a tendência da área é a de continuar crescendo, haverá
uma contínua expansão também do número de sites que falam de temas iguais, o
que eventualmente causará uma inflação dos custos de lances do tráfego pago
acima citado. Nessa linha, a única outra solução que pode ser tomada por
empresas é a de fazer um trabalho de SEO para aparecer de forma orgânica nas
pesquisas dos potenciais clientes. Segundo dados apresentados em um artigo de
2024 no site Semrush, são feitas 5,9 milhões de pesquisas no Google por minuto.
Com todo esse tráfego na rede e a tendência de expansão, deixar de lado a web
se torna algo fora de questão quando se trata de um meio de contato com
clientes que pode ser muito rentável e com baixo custo de investimento.
Um dos grandes pontos positivos do SEO é que sua
despesa não se inflaciona da mesma forma que o anúncio pago, além de possuir
uma curva de resultados que tende a crescer durante bastante tempo. Vale
lembrar que, no início, seu desempenho será como um grão de areia numa praia se
comparado ao tráfego pago, mas como dito, sua tendência é a de uma curva
positiva num gráfico, desde que o trabalho da parte técnica e on/off-site
estejam alinhados.
E assim, com a paciência necessária, voilà! O
tráfego orgânico do seu site pode ultrapassar os resultados do pago, com o
mesmo investimento durante todo o seu intervalo. Isso configura uma situação
muito benéfica para todo tipo de empresa, mas principalmente para as pequenas e
médias, que não podem desafiar as multinacionais em questão de ticket médio a
ser utilizado no Google Ads.
No final, uma boa estratégia de SEO é capaz de não apenas alavancar o nome da marca no buscador orgânico, como também, consequentemente, impulsionar sua otimização, tornando-a referência nos mais diversos temas pertinentes ao seu segmento.
Renan Cardarello - CEO da iOBEE, Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.
iOBEE
https://iobee.com.br/
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