Analista de investimentos da casa de análises
MW Research, Cleide Rodrigues, pontua quais são as melhores possibilidades para
a gratificação
No
mês de novembro, os brasileiros com carteira assinada começam a receber a 1ª
parcela do seu 13° salário. Também é nessa época de fim de ano que outras
gratificações, como participação de lucros e bônus, são distribuídas para a
maioria dos colaboradores. Com a quantia em saldo na conta, investir pode ser
uma estratégia para multiplicar o seu dinheiro, seja para uma reserva de
emergência, obter liberdade financeira ou se organizar para ter uma aposentadoria
com mais conforto e segurança. Para facilitar os brasileiros sobre como e quais
são os melhores investimentos para curto, médio e longo prazo, a analista em
investimentos da casa de análises MW Research, Cleide Rodrigues, sugere as
melhores alternativas de aplicação com os valores recebidos.
"Para
os investimentos de curto prazo, recomendo aplicar o valor do 13° e outras
bonificações em duas alternativas de investimento, como: CDB DI com liquidez
que remunere no mínimo 100% do CDI de grandes bancos ou Tesouro Selic. Essa é
uma alternativa prática, rápida e inteligente para quem gostaria destinar esse
valor para viagens, compra de material escolar dos filhos no início do ano ou
até para quem quiser guardar o salário extra. A ideia do curto prazo é rentabilizar
o seu dinheiro sem comprometer totalmente seus ganhos, mas oferecendo a
possibilidade de resgate a qualquer momento”, explica a analista certificada.
As
carteiras de renda fixa também entram as indicações para médio prazo, segundo
Rodrigues. "Para quem optar por investir a médio prazo, as carteiras de
renda fixa também são as mais indicadas, contudo, nesse caso, o investidor
poderá abrir mão de um pouco de liquidez em busca de retornos melhores, desde
que os vencimentos dos investimentos estejam alinhados com os objetivos",
explica a analista da casa de análises MW Research.
Por
outro lado, caso o 13º salário não seja primordial para a renda do investidor,
Cleide Rodrigues sugere as aplicações de longo prazo, planejando colher os
frutos desse investimento após cinco anos ou até mesmo já visando a
aposentadoria. "Uma ótima alternativa para quem está pensando a longo
prazo são as ações e os investimentos de fundos imobiliários (FIIs), porque é
uma oportunidade de conquistar a liberdade financeira", ressalta.
De
acordo com a analista da MW Research, no Brasil, somente 3% da população
investe na bolsa por medo e por falta de conhecimento, enquanto nos Estados
Unidos mais de 50% da população já investe. "Muita gente tem medo de
investir na bolsa, porque acredita ser um jogo de sorte, mas na verdade a bolsa
de valores é apenas um estudo. Quando você investe em ações, você está se
tornando um pequeno dono de grandes empresas. Quando você investe em fundos
imobiliários, você está se tornando um pequeno dono de empreendimentos
imobiliários. Desta maneira, o investidor tem direito a participação dos lucros
de boas empresas e de bons fundos imobiliários", explica Rodrigues.
Ainda
segundo a especialista certificada, os investimentos feitos em boas ações ou em
fundos imobiliários (FIIs) são para gerar rendimentos. “No começo, eles podem
gerar quantias menores, suficientes para pagar uma conta de água, talvez uma
pizza ou até uma conta de luz. Com consistência e continuidade dos aportes em
algum momento, poderá ser possível pagar outras contas maiores. Mas o segredo
desses empreendimentos a longo prazo não está no pagamento de contas mensais e
sim, no reinvestimento dos lucros”, orienta a analista chefe da MW Research.
"Quem
tem uma ação, recebe o proporcional a isso. Portanto, pela lógica, quem tem cem
ações, também recebe proporcional a isso, ou seja, quanto mais ações eu tenho,
mais dividendos eu recebo e me aproximo mais da liberdade financeira. É claro
que isso não acontece do dia para a noite, mas o dinheiro deve trabalhar para
nós, e não ao contrário", reitera Cleide Rodrigues.
Cleide
Rodrigues - Cleide Rodrigues é analista CNPI e consultora de investimentos pela
CVM. Com uma sólida bagagem de 23 anos de experiência, trilhou sua carreira em
instituições renomadas, como: Bradesco, Itaú Personnalité e Santander, além de
contribuir significativamente em respeitadas casas de análises nacionais. Atualmente,
exerce o papel de Analista Chefe na MW Research, liderando as séries MW Ações
Renda e MW Ações Valorização
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