Teste de DNA
indica se você tem chance de perda capilar
A alopecia androgenética, popularmente conhecida
como calvície, é uma característica que influencia a queda progressiva de
cabelos. Segundo a Sociedade Brasileira do Cabelo, cerca de 42 milhões de
brasileiros têm calvície. Até mesmo jovens entre 20 e 25 anos podem sofrer com
a queda capilar.
Os primeiros sinais da calvície em homens,
normalmente aparecem cedo, e ficam visíveis perto da testa, as chamadas
“entradas”. Em seguida, se tornam um círculo sem cabelos no topo da cabeça até
sobrarem apenas os cabelos nas faixas laterais e atrás da cabeça. Já nas
mulheres, os sinais podem demorar mais, pois até a menopausa elas contam com
hormônios femininos que protegem da queda. Nelas, os cabelos da frente
permanecem, enquanto os fios do topo da cabeça ficam finos, até o couro
cabeludo se tornar visível.
Dentre as causas da condição estão o excesso de
oleosidade no cabelo, excesso de produtos químicos, distúrbios da tireoide, má
alimentação, estresse e, sobretudo, genética. Isso porque a calvície está
associada a genes que interagem com hormônios masculinos, principalmente a
testosterona, por isso, os homens são os mais afetados. As mulheres também
produzem esse hormônio, porém em quantidades menores e com menos resultados nos
fios.
A genética também pode influenciar a idade em que a
calvície se inicia, assim como a velocidade e o padrão da perda de cabelo. Essa
característica é considerada poligênica, ou seja, é resultado de variações em
não apenas um, mas vários genes.
O que o DNA diz sobre você
Para descobrir as chances de perda de cabelos,
segundo o seu DNA, existe o meuDNA Perfil, um teste que entrega
resultados semanais com embasamento individual do assinante. Com uma única
amostra de saliva coletada em casa, o teste faz a análise de diversos genes e
suas variantes.
Com base no sequenciamento do DNA e de cruzamentos
dos dados genéticos com grandes bases de dados e pesquisas acadêmicas, este
teste genético consegue estimar vários traços físicos, hábitos, preferências
alimentares, comportamento e muito mais, entre eles a calvície.
A condição não tem cura e dificilmente é evitada,
principalmente quando tem causa genética, mas existem tratamentos com
medicamentos e intervenções, como transplantes capilares, que podem retardar o
processo da perda capilar. Dessa forma, é sempre importante procurar um
dermatologista para avaliar o caso.
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