Todas as vezes em que acessamos redes sociais, sites de busca ou de e-commerce, geramos um grande volume de dados sobre nosso comportamento, nossos hábitos e nossas preferências. A conversão desses dados em informações estruturadas, aplicando inteligência analítica - e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) -, contribui para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos, serviços, processos e conhecimento aprofundado sobre o comportamento do consumidor. Os aplicativos de mapas são um bom exemplo da transformação digital a favor da geração de novos negócios.
Mais do que mapear
pontos em mapas é preciso pensar geomarketing como uma dinâmica de processos de
marketing que acontece no espaço. Quando este espaço é o ponto de venda, esse
marketing fica ainda mais dinâmico. A informação é o principal pilar do trade
marketing. Canais de vendas, ações promocionais, resultados, mix de produtos,
preços, concorrentes, share de gôndola e presença são exemplos de indicadores
que precisam estar sempre a mão. Para isso, o Economapas oferece um
conjunto de ferramentas construídas para armazenar, manipular, e cruzar dados
georreferenciados com mais de 500 bases de dados públicos, como IBGE, Receita
Federal, entre outros, além de informações de associações comerciais e empresas
como Serasa, Google e Facebook.
Gustavo Furtado,
administrador e CEO da empresa aponta os casos de uso mais comuns do software
em trade marketing, "É possível definir os canais de venda onde a marca
estará presente e avaliar a distribuição e logística do produto, além de traçar
estratégias de mix de preço/produto conforme o perfil de consumo local ou
gerenciar os territórios de pontos de vendas de cada promotor e suas
performances".
Mais do que um
caminho, a start up oferece um sistema de acompanhamento de vendas mais
inteligente, com demonstração de números de forma gerencial.
Economapas
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