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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Dia das Crianças: 8 livros de colorir para criar momentos junto


                                    Imagem gerada por IA com ChatGPT (OpenAI)

 

O Dia das Crianças é uma oportunidade de estar perto e aproveitar o tempo com os pequenos. Estes oito livros de colorir aproximam adultos e crianças — sejam pais, avós, tios, tias, madrinhas ou padrinhos — além de ajudar a se distanciar das distrações digitais. Pintar juntos é uma forma criativa de celebrar o 12 de outubro e transformar essas ocasiões em lembranças felizes.

A seleção leva as crianças ao mundo mágico de Harry Potter, as festas mais animadas do país, aventuras de princesas, momentos relaxantes com animais fofinhos e por histórias bíblicas. Cada página é uma oportunidade de explorar cores, inventar detalhes e soltar a imaginação de um jeito singular.

Enquanto pintam, quem acompanha a criançada compartilha histórias, conversas sobre coragem, fé e criatividade! Separe os lápis de cor, canetinhas, giz de cera ou aquarela e escolha o livro que mais combina com a família para aproveitar esses momentos de diversão juntos!

 

Harry Potter - Cozy Time

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Inspirado no fenômeno do TikTok, o Cozy Time Harry Potter é perfeito para quem ama transformar momentos simples em uma verdadeira experiência calmante. Impressas em papel de alta gramatura, para garantir a melhor qualidade de pintura, as 48 páginas com 24 ilustrações de personagens e elementos de Harry Potter permitem que você explore sua criatividade ao máximo.

(Editora: Ciranda Cultural | Onde encontrar: Amazon)

 

 

De Boas - Cosy Colouring

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Relaxe e deixe a criatividade fluir com as páginas encantadoras de De boas. Cada ilustração traz cenários acolhedores do cotidiano, perfeitos para aliviar o estresse. Um convite para desacelerar, mergulhar no presente e encontrar leveza nas cores. Ideal para quem busca bem-estar, inspiração e um passatempo prazeroso e divertido em família.

(Editora: VR | Onde encontrar: Amazon)

 

 

Corajosas para colorir


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Neste livro para colorir inspirado na série de sucesso Corajosas, cada ilustração traz a oportunidade de criar, sonhar e sentir a força que existe dentro de cada menina. As oito princesas aparecem em cenas cheias de coragem, esperança e amor ― valores que vêm do coração de Deus. Um jeito encantador de celebrar a alegria de ser corajosa aos olhos do Pai.

(Editora: Mundo Cristão | Onde encontrar: Amazon)



Carnaval dos Superfofos


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Prepare-se para mergulhar em um mundo de doçura e encantamento! Com cenas adoráveis, este livro é um convite para você se jogar na alegria do Carnaval! Entre confetes, serpentinas e fantasias encantadoras, você dará vida a um mundo cheio de cores, ritmos e magia. Cada página revela pequenas histórias escondidas que te convidam a relaxar, soltar a criatividade e se divertir com esses amigos superfofos.

(Editora: Caminho Suave | Onde encontrar: Amazon)

 

 

Fofo Vibes - Cosy Colouring


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Com ilustrações delicadas e cheias de charme, cada página é um convite para colorir e relaxar. Entre cenários fofos e acolhedores, o pequeno leitor encontra um refúgio visual que inspira leveza e criatividade. A atividade estimula a concentração, alivia o estresse e transforma o tempo livre em prazer.

(Editora: VR | Onde encontrar: Amazon)

 

 

Luara – Cozy Moments


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O livro da influenciadora Luara Fonseca, Luara - Cozy Moments, é ideal para aliviar o estresse e se desconectar da correria do dia a dia. Impressas em papel de alta gramatura, para garantir a melhor qualidade de pintura, as 48 páginas, com 23 ilustrações exclusivas e uma página para você testar cores e texturas, retratam momentos cotidianos e aconchegantes, permitindo que você explore sua criatividade ao máximo, seja colorindo com lápis de cor ou marcadores.

(Editora: Ciranda Cultural | Onde encontrar: Amazon)

 


Festa Junina dos Superfofos

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Participe da Festa Junina mais fofa e colorida do mundo! Entre comidinhas típicas, brincadeiras divertidas e cenários de preencher os olhos, você dará vida a um universo repleto de cores, ritmos e magia! Pinte ilustrações exclusivas inspiradas na tradicional e amada festa brasileira! Ideal para momentos de tranquilidade e aconchego, este livro é perfeito para colorir sozinho ou ao lado de quem você ama.

(Editora: Caminho Suave | Onde encontrar: Amazon)

 

 

Tá na hora de colorir: histórias da Bíblia


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Um livro para pequenos artistas explorarem a imaginação enquanto descobrem passagens bíblicas cheias de coragem, milagres e ternura. Cada ilustração permite que as crianças expressem seu jeito de colorir, seja com traços delicados ou cores vibrantes, enquanto os pais acompanham e ajudam a reforçar valores e a fé de forma natural e divertida. Uma forma tranquila e criativa de unir aprendizado, fé e momentos especiais com as crianças.

(Editora: Edições Loyola | Onde encontrar: Amazon)


Outubro Rosa: aposentadas e pensionistas com câncer de mama podem recuperar até 5 anos de Imposto de Renda pago

O especialista Fábricio Klen, destaca que lei Federal 7.713/88 garante isenção vitalícia do imposto, inclusive após a cura da doença

 

 

O mês de outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa, dedicada à prevenção e à conscientização sobre o câncer de mama. Para além do cuidado com a saúde, mulheres diagnosticadas com a doença também devem estar atentas a um direito garantido por lei: a isenção vitalícia do Imposto de Renda (IR). De acordo com a Lei Federal 7.713/88, aposentadas, pensionistas e militares da reserva diagnosticadas com câncer — incluindo o câncer de mama — têm direito à isenção, mesmo que a doença tenha sido descoberta antes da aposentadoria ou que a paciente esteja em fase de remissão ou considerada curada.

Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), mostram que para o triênio 2023–2025 são esperados 73.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil, o que representa uma taxa ajustada de 41,89 casos por 100 mil mulheres. A doença é também a principal causa de morte por câncer entre as brasileiras, com taxa ajustada de 11,71 óbitos por 100 mil mulheres registrada em 2021.

O advogado tributarista, Fabrício Klein, especialista no tema e referência nacional em isenção de Imposto de Renda, reforça que muitas mulheres desconhecem esse direito. “É um benefício permanente, que não depende da evolução do quadro clínico. A legislação reconhece que essas pessoas já enfrentam grandes desafios, e o Estado não pode onerar ainda mais sua renda. Infelizmente, vemos diariamente casos de mulheres que poderiam estar isentas há anos, mas continuam pagando o imposto por falta de informação”, explica.

Ele destaca que além da isenção futura, também é possível solicitar a restituição de valores pagos indevidamente nos últimos cinco anos. “Quando o pedido é deferido, o contribuinte pode reaver tudo aquilo que foi recolhido de forma indevida. Isso representa um alívio financeiro significativo, principalmente para mulheres que lidam com despesas médicas e tratamentos prolongados”, ressalta Klein.


Um direito que precisa ser divulgado

O tema ganha ainda mais importância no Outubro Rosa, quando o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer de mama estão no centro das discussões. Para o advogado, a conscientização jurídica também deve fazer parte da campanha. “Nosso papel é garantir que a lei seja aplicada e que essas mulheres tenham acesso a um direito que lhes pertence. O conhecimento é uma forma de cuidado, porque impacta diretamente na qualidade de vida das pacientes e de suas famílias”, reforça Fabrício Klen.




** O escritório Fabrício Klein Advocacia, tem sedes em Brasília, Porto Alegre e São Paulo, com atuação nacional. É especializado em casos de isenção do Imposto de Renda para pessoas diagnosticadas com doenças graves e já obteve centenas de decisões favoráveis em todo o Brasil.

 

sábado, 4 de outubro de 2025

Confira dicas para viajar com o seu pet

O médico veterinário da marca Max dá dicas para você viajar com o pet sem estresse!


Com a chegada da primavera-verão, as temperaturas aumentam e logo surge a vontade de organizar uma viagem para a família toda sair de casa e curtir os dias de sol. Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, a fim de evitar qualquer imprevisto e acidentes. E estes cuidados devem ser redobrados se o seu animalzinho de estimação estiver incluso nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu amiguinho.

No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:


1.   Transporte de pets

O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir animalzinho nessa viagem.

Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento para a viagem, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo. Além disso, com algumas técnicas ele poderá respeitar o local designado para ele e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade.

Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de produção. Jamais deixe-o sem estes cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.


2.   Hospedagem

Busque hotéis ‘pet friendly’, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências, como por exemplo os atestados de vacinação e tratamento contra pulgas e carrapatos.


3.   Vacinação

Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto.

Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.


4.   Alimentação e água

Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que nós e precisam ficar hidratados.

Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Seguindo estas dicas, o sucesso da sua viagem será garantido. Agora é só aproveitar e tirar várias fotos com o seu amigão!


No Dia Mundial dos Animais, um alerta: mais de 10 milhões de gatos estão em situação de abandono no Brasil

Divulgação Confraria dos Miados e Latidos
Apesar do aumento no número de felinos nos lares brasileiros, que chegou a 30 milhões em 2024, grande parte enfrenta os perigos da rua ou aguarda a adoção

 

Quem nunca pensou em adotar um pet para fazer companhia para si ou para outro animal da casa, cuidar do lar ou até mesmo para trazer alegria? Em 4 de outubro, comemoramos o Dia Mundial dos Animais e, no Brasil, os gatos passaram a dominar os lares e se tornaram preferência quando o assunto é animal de estimação. De acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB), houve um aumento de 5,4% no número de felinos nas casas brasileiras entre 2022 e 2024, passando de 29,2 milhões para mais de 30 milhões de gatos acolhidos em lares. 

Para Adriana Tschernev, diretora-executiva da ONG Confraria dos Miados e Latidos, diversos fatores explicam o aumento, entre eles o estilo de vida urbano. “As pessoas têm mais dificuldades em manter cães de maior porte em apartamentos, além de demandarem o compromisso de sair de casa. Já com os gatos, o tamanho não importa: se o ambiente for enriquecido para eles, estarão felizes sem demandar nenhum passeio. O fato de ficarem melhor quando sozinhos no período do dia em que as pessoas trabalham fora também pode contribuir, uma vez que os gatos toleram melhor do que os cães a breve ausência dos tutores”.

O enriquecimento ambiental é uma das principais preocupações a que os tutores devem se atentar ao adotar um gato, além das necessidades mais básicas, como ter uma casa telada e não deixar o animal acessar a rua. Segundo Adriana, o ambiente deve oferecer opções para que o gato exerça as ações que mais gosta de fazer: brincar, caçar, arranhar e dormir, uma vez que a falta disso gera gatos obesos, frustrados e até adoecidos pelo estresse.


Adoção de gatos traz benefícios para tutores

Ao adotar um gato, a vida do felino muda completamente e de forma imensurável. Dados indicam que um gato sem acesso à rua vive, em média, 15 anos; já os que dão a famosa “voltinha”, ou até mesmo não possuem lares fixos, têm a expectativa de vida mais baixa e chegam, em média, a apenas cinco anos. Os perigos são os mais diversos, como brigas, atropelamento, envenenamento, machucados e até doenças sérias, como a FIV, a FeLV e a esporotricose.  

Estudos recentes apontam que, além dos benefícios que o gatinho ganha com a vida nova, quando o humano abraça e interage com o gato, os níveis de oxitocina, o chamado “hormônio do amor”, aumentam em ambos os cérebros. A substância neuroquímica liberada é a mesma que surge quando uma mãe embala seu bebê ou quando amigos se abraçam. A sensação de confiança e afeto é gerada. 

Dizem que ter gato vicia e que “quem tem um, tem dois ou mais”. Isso aconteceu com Ingrid Lima de Melo, que adotou uma gata da ONG Confraria dos Miados e Latidos. “Decidi adotar a Alice sem planejamento prévio. Estávamos já pensando e decididos em pegar mais um gato, pois eu e meu marido moramos em um apartamento com outro gato, e é aquela coisa: ‘preciso dar um gato pro meu gato’, porque na nossa rotina agitada acabamos ficando a maior parte do tempo na rua e ele já estava dando um show quando tínhamos que sair”. 

O único planejamento era em relação à adaptação da nova integrante da família. “Só tínhamos pensado em uma coisa, iríamos adotar próximo às férias do meu marido para que pudéssemos iniciar a adaptação gradual e da maneira mais correta possível. Cerca de 15 dias antes de ele entrar em recesso, passamos em uma loja de artigos pet despretensiosamente para comprar areia, mas fomos olhar os gatinhos e nos apaixonamos por Alice Kaya. O perfil dela era todo perfeitinho pra nós”, conta Ingrid. 

 

População de desabrigados chega a 10 milhões

Apesar do crescimento de felinos adotados — e tendência de aumento contínuo —, o número de gatos em situação de abandono é de 10 milhões, com apenas 7.400 abrigados em ONGs ou locais mantidos pelo poder público, de acordo com a pesquisa Índice de Abandono Animal. “Eu vejo um futuro próximo em que as pessoas possam compreender melhor os gatos e lhes oferecer um ambiente previsível e que eles possam controlar, com uma oferta adequada tanto de alimentos quanto de interação e atenção”, afirma a diretora-executiva da ONG Confraria dos Miados e Latidos. 

Desde 2007, a organização trabalha promovendo o bem-estar e qualidade de vida dos gatos, mas foi em 2025 que viram a necessidade de expandir a estrutura por conta do aumento de adoções e pedidos de resgate. Para resolver o problema, a solução foi iniciar a construção do Castelo dos Miados, um lugar que unifica abrigo, clínica de atendimento interno e ao público e o setor administrativo. 

“A capacidade de acolhimento é de mais de 200 gatos, o que representa três vezes mais vagas de admissão inicial, o dobro de vagas na maternidade e 40% mais vagas de internação para animais com doenças infectocontagiosas. O resultado disso serão ainda mais animais fora das ruas e em seus lares definitivos”, explica Adriana. 


Apoie a Confraria ou adote um felino!

Para que o sonho do novo espaço seja concluído, a ONG convida apoiadores a se tornarem parte da Corte do Castelo com a compra de cotas de apoio. O espaço possui visitação guiada aos finais de semana e atividades permanentes como home office com gatos, por R$ 35 o período de 08 horas, sessões de meditação ao lado de felinos FeLV+ e aulas de yoga nos ambientes onde os animais aguardam adoção, experiências que promovem o bem-estar humano e contribuem para a socialização dos gatinhos.

A quem quiser doar e fazer parte da Corte, as cotas, que começam em R$ 50, oferecem diferentes recompensas e contrapartidas simbólicas, como títulos de nobreza para os pets da família, camisetas exclusivas, tours personalizados e até acesso às câmeras de monitoramento da ala dos filhotes. Faça parte da campanha: https://doa.re/hCTt

Para quem quiser contribuir adotando um felino, acesse https://www.miadoselatidos.org.br/gatos-para-adocao. Todos os animais são castrados, microchipados, vacinados e testados para FIV e FeLV, e, ao adotar, o novo tutor recebe uma pasta contendo todo o histórico médico do gatinho. 

 

Confraria dos Miados e Latidos


Dia dos Animais: histórias de adoção que transformam a vida dos tutores e pets

 

Elis dos Anjos Sousa com dois dos seus pets

Veja o que fazer antes de adotar um cão ou um gato e os cuidados necessários com os animais de estimação 

 

Quem já adotou um pet garante: mais do que oferecer um novo lar a um animal em situação de vulnerabilidade, essa escolha pode transformar não apenas o destino do animal, mas também a rotina, o afeto e até a forma como os tutores encaram a vida. O Dia Mundial dos Animais, celebrado neste sábado, 4 de outubro, é uma oportunidade para refletir sobre esse vínculo tão forte, que vai além da companhia entre animais e humanos: é feito de lealdade, amor e histórias de transformação e superação compartilhadas.
 
Com oito pets adotados, a designer Elis dos Anjos Sousa é exemplo de uma mudança radical, inclusive na carreira profissional, após a chegada e o convívio com os animais. “Eles reprogramaram completamente minha carreira, me ajudaram a encontrar um propósito maior para o meu trabalho. Hoje, tudo que faço tem como objetivo dar visibilidade aos animais, usando o design e a inovação como ferramentas de transformação social", conta Elis, que também refletiu em sua empresa essa mudança: “Tornei meu estúdio remoto, antes mesmo da pandemia, para estar mais perto deles, criei licença parental pet para quem adota na minha empresa, e ajusto minha agenda conforme o estado da Magy (uma das minhas cachorrinhas que recebeu diagnóstico de tumor hepático com metástase). Além disso, redirecionei minha pesquisa para protagonismo feminino e proteção animal, palestrei em diversos eventos e sempre levo essa pauta".
 

Elis explica que todos os pets foram resgatados das mais diversas situações de vulnerabilidade e que cada um deles tem uma história única de superação que a ensina diariamente: “Minha relação com eles vai muito além de tutora e pets. Eles são minha família, meus professores e, como gosto de brincar, meus sócios nos meus projetos. Cada um deles, com sua personalidade e história, me ensinou lições valiosas que transformaram completamente minha forma de viver e trabalhar".
 
Quem também teve a vida transformada com a chegada de um pet foi a publicitária Ana Beatriz Cruz. Após adotar Nala, uma cadelinha filhote que havia sido abandonada, ela mudou a forma como enxerga a vida e os animais. “A nossa conexão é tão forte que ela ocupa um espaço único na minha vida, como se fosse parte de mim. O que mudou depois da chegada dela foi uma verdadeira revolução. Com Nala, passei a ser mais espiritualizada, compreendendo que, na verdade, não há diferenças entre humanos e animais. Somos todos seres sencientes, com sentimentos, necessidades e capacidades de dar e receber amor. Ela me ensinou a ver o mundo de outra forma, mais simples e pura. Hoje, com 3 anos, a Nala não é apenas uma parte da minha rotina, ela é parte de quem eu sou agora", conta.

 

Adoção com responsabilidade: cuidados essenciais com os pets

Histórias como a da Elis e da Ana Beatriz reforçam que a adoção é um gesto de amor capaz de mudar destinos – dos pets e dos humanos. Além disso, de acordo com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), estudos mostram que a convivência com os animais é capaz de melhorar a autoestima, diminuir problemas cardiovasculares e o stress, aumentar a qualidade de vida de pessoas hipertensas e, principalmente, melhorar a interação social. Os benefícios são mútuos para seres humanos e animais.
 
Médica-veterinária de Guabi Natural (BRF Pet), Mayara Andrade ressalta que a chegada de um pet é realmente um momento especial na vida de qualquer família, mas lembra que antes de adotar um animal, o tutor deve pensar se consegue atender às necessidades de bem-estar animal, que incluem fatores como um ambiente e dieta adequados, a liberdade deles expressarem seus padrões de comportamento, além dos cuidados com a saúde em geral, entre outros.

"Adotar um animal vai além de oferecer carinho. Segundo a WSAVA (World Small Animal Veterinary Association), para cuidar de forma adequada dos pets, precisamos pensar nas cinco necessidades de bem-estar animal, que são: necessidade de um ambiente adequado; de dieta adequada: de ser alojado com, ou afastado, de outros animais; de poder expressar padrões normais de comportamento; além de necessidade de ser protegido da dor, sofrimento, trauma e doença", completa.

Caso o tutor tenha dúvidas se está apto para adotar um pet, dentro da plataforma “Um pet é pra sempre” (www.guabinatural.com.br/umpeteprasempre), há um quiz com perguntas voltadas para identificar se ele está realmente preparado e se atende todos os requisitos para cuidar de um cão ou um gato. São perguntas como: “Com que frequência você está em casa e disponível para dar atenção a um cão ou gato?” e “Como você lidaria com despesas veterinárias e custos de cuidados contínuos, como alimentação, vacinas e higiene?”. 

“Adotar é ser luz, e quando a gente acende uma luz, essa luz ilumina primeiro a gente, mas é responsabilidade diária. Pesquise, entenda os custos, ensine aos poucos a sua rotina ao animalzinho, eles aprendem. Mas lembre-se que ele também precisa da rotina dele. Animais resgatados podem demorar a confiar, e a paciência também é amor. Trate-os como família, não ‘vigia de quintal’", aconselha Elis.


Dia Mundial dos Animais: atuação pública é essencial para garantir bem-estar e dignidade

No Dia Mundial dos Animais, sindicato alerta para os
riscos da proposta de privatização das inspeções
(Foto: Anffa Sindical)
 Anffa Sindical alerta para os riscos da proposta de privatização da fiscalização

 

Os auditores fiscais federais agropecuários que são médicos-veterinários atuam na preservação dos direitos e do bem-estar animal no Brasil, especialmente por meio das inspeções ante mortem e post mortem dos animais destinados ao abate. Esses procedimentos, conduzidos por servidores públicos altamente qualificados, asseguram o cumprimento de normas rigorosas que evitam sofrimento e preservam a dignidade dos animais em todas as etapas da cadeia produtiva. Neste sábado (4), data em que é celebrado o Dia Mundial dos Animais, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), alerta para os riscos da proposta de privatização da fiscalização. 

Planejada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a transferência dessa atividade para a iniciativa privada pode gerar conflitos de interesse, fragilizando o controle e a aplicação das normas de bem-estar. Hoje, os auditores fiscais federais agropecuários inspecionam o cumprimento de normas que exigem a insensibilização dos animais antes do processo de abate. 

Além disso, para o Anffa Sindical, a proposta de privatização representa um risco direto à saúde pública, uma vez que, com ela, a qualidade da carne e de outros produtos de origem animal estará sujeita a possíveis flexibilizações. O impacto também se estende à credibilidade internacional do Brasil, que é um dos maiores exportadores de proteína animal do mundo e depende da confiança de seus mercados parceiros. 

Os auditores fiscais federais agropecuários também desempenham um papel essencial na orientação de pecuaristas sobre as melhores práticas de manejo, bem-estar animal e sanidade dos rebanhos. Por meio de ações educativas e técnicas, ajudam a garantir que a produção pecuária brasileira siga padrões de qualidade e segurança reconhecidos internacionalmente. Essa atuação preventiva fortalece a cadeia produtiva, promove sustentabilidade e contribui para o cuidado com a vida animal em todas as suas dimensões. 

“O trabalho dos auditores fiscais federais agropecuários veterinários é indispensável para assegurar que os animais recebam tratamento digno e humanitário em todo o processo produtivo. A inspeção realizada por servidores públicos independentes é a única forma de garantir que o bem-estar animal seja priorizado acima de interesses comerciais”, afirma Janus Pablo Macedo, presidente do Anffa Sindical. 

Neste contexto, a Animal Equality, organização internacional de proteção, realizou duas investigações que expuseram o que acontece com os animais na ausência de fiscalização pública e isenta. Diante disso, a diretora-executiva da entidade no Brasil, Carla Lettieri, destaca a capacidade de um animal sentir e perceber o mundo ao seu redor, experimentando sensações físicas como dor e emoções como medo e sofrimento. 

“Proteger os animais não é dever de um único setor, mas um compromisso compartilhado entre fiscalização, organizações, consumidores e sociedade. No Dia dos Animais, lembramos que a ciência confirma sua senciência, e isso exige de todos nós um olhar mais ético e cuidadoso”, afirmou. 

A relação dos auditores fiscais federais agropecuários com os animais vai muito além da pecuária e da inspeção em frigoríficos. Em aeroportos, por exemplo, esses profissionais atuam em parceria com cães de detecção, treinados para identificar produtos de risco que podem comprometer a sanidade agropecuária. Essa cooperação entre servidores públicos e os animais reforça a importância do trabalho integrado em defesa da saúde coletiva e da proteção da produção nacional. 

Neste 4 de outubro, o Anffa Sindical reforça seu compromisso com a defesa dos animais e da sociedade, reafirmando que a presença dos auditores fiscais federais agropecuários é essencial para a manutenção de padrões éticos, sanitários e de bem-estar que projetam o Brasil como referência mundial de produção e exportação de alimentos.


Do sofá ao coração: como os animais estão ocupando o espaço da solidão humana

Nos últimos anos, cães e gatos deixaram de ser apenas animais de estimação para ocupar um espaço central na vida de milhões de brasileiros. O fenômeno vai além da simples moda: revela mudanças profundas no modo como lidamos com a solidão, os afetos e os relacionamentos em uma sociedade marcada pela pressa, pela hiperconexão digital e, paradoxalmente, pelo silêncio dentro de casa.

Durante a pandemia de Covid-19, muitos encontraram em um pet o antídoto para o isolamento. Para quem vivia sozinho, a presença de um cachorro ou gato significou muito mais do que companhia — foi apoio emocional. E esse vínculo não se dissolveu com a retomada da vida “normal”. Pelo contrário, se fortaleceu. Afinal, a necessidade humana de afeto e conexão não expira com as crises.


A linguagem silenciosa do afeto

O cachorro é o exagero do amor: abana o rabo mesmo que você só tenha mudado de cômodo, celebra sua chegada como se fosse a melhor notícia do dia. Para famílias numerosas, funciona como elo de união. Para quem vive só, é presença constante, quase um lembrete de que ainda existe alguém feliz em vê-lo.

O gato, por sua vez, com sua aura de independência, esconde uma intimidade seletiva: quando decide se aproximar, o gesto ganha um valor especial. Quem convive sabe que até esse afeto parcimonioso é suficiente para aquecer corações cansados.

Essa relação ganha força em tempos em que os vínculos humanos parecem frágeis. Hoje, conhecer alguém muitas vezes se resume a deslizar o dedo em aplicativos de encontros — um jogo incerto, onde a frustração não é rara. Nesse cenário, o amor previsível de um pet se torna alternativa: uma relação sem cobranças, sem desaparecimentos e sem riscos de traição.


Entre a vida real e o imaginário geek

Não à toa, a cultura pop sempre reservou um espaço especial para os animais: das corujas mensageiras em Harry Potter aos lobos de Game of Thrones, passando pelos mascotes de animes e pelos companheiros leais do RPG, esses personagens representam o que muitas vezes falta nos vínculos humanos — constância, lealdade e presença. Talvez essa seja a razão pela qual cães e gatos ocuparam com tanta naturalidade o espaço da solidão contemporânea: eles são, de certa forma, os nossos “familiars” do cotidiano.


A indústria da fofura

O fenômeno também ganhou espaço nas redes sociais. Vídeos de filhotes “fofos” acumulam milhões de visualizações, assim como os registros de “resgates de animais” — alguns genuínos, outros encenados apenas para gerar engajamento. A linha entre sensibilização e exploração se tornou tênue.

Mas por trás da estética das telas existe a vida real dos animais. Diferente de nós, eles vivem menos, e cada gesto de cuidado importa. Adotar um pet não pode ser decisão impulsiva, movida apenas pela carência ou pelo desejo de produzir conteúdo para a internet. Trata-se de um compromisso de anos — uma promessa silenciosa de cuidado e responsabilidade.


Um lembrete de humanidade

O crescimento da presença de animais em lares e redes sociais talvez revele algo maior: os pets não são apenas substitutos emocionais, mas lembretes de que ainda somos capazes de amar. Em tempos de laços humanos frágeis, eles nos devolvem o essencial — presença, reciprocidade e afeto sem cálculo.

Por isso, três mensagens são inegociáveis:

• Não abandone.

• Não maltrate.

• Não explore.

Seja o refúgio seguro de quem já se tornou parte da sua vida. E, sim, continue registrando as trapalhadas de cães e gatos: porque, se o mundo anda duro demais, são eles que suavizam nossas rotinas com a simplicidade de existir. Uma lição que, talvez, nenhum relacionamento humano contemporâneo esteja disposto a nos ensinar.

 

 Roberto T. G. Rodrigues - Roberto é escritor, mestre de RPG e criador do universo de A Era de Ouro da Magia. Nascido no Rio de Janeiro e criado no Rio Grande do Sul, mescla vivências lúdicas e literárias em tramas que falam de humanidade, escolhas e conflitos morais. É autor de Golandar, o Paladino, Emma, a Curandeira e Fenda Esquecida.


Primeiro livro sobre luto pet no Brasil propõe rede de apoio entre tutores e profissionais da veterinária

Organizada pelas psicólogas Juliana Sato e Louisanne Sanchez, obra bilíngue reúne especialistas e dá voz às experiências emocionais e clínicas sobre a perda de animais e a saúde mental do médico veterinário

 

O vínculo entre humanos e animais de estimação é cada vez mais profundo, mas a dor de sua perda ainda é pouco reconhecida. Para dar visibilidade a esse tema e propor caminhos de acolhimento, as psicólogas Juliana K. Sato e Louisanne A. ‘S. Sanchez organizaram o livro “Luto no Contexto da Medicina Veterinária”, primeiro livro do gênero no Brasil, lançado pela Editora Lucto. A obra, publicada em português e inglês, busca legitimar a dor da despedida e incentivar a construção de uma rede de apoio que envolva tutores, veterinários e profissionais ligados ao universo pet vet. 

Com 21 capítulos assinados por especialistas de diversas áreas, o livro apresenta fundamentos do luto pet, reflexões sobre a comunicação entre médicos veterinários e tutores em momentos delicados, práticas paliativas, além de relatos sobre o impacto emocional vivido por cuidadores, equipes de resgate e profissionais da saúde animal. A obra também discute como diferentes públicos – homens, mulheres, crianças – enfrentam a perda, e quando o luto pode se tornar complicado. 

Juliana Sato afirma: “Este é um livro inédito que une psicologia e medicina veterinária para falar do luto em toda a sua complexidade. Ele aborda tanto a dor dos tutores quanto os desafios emocionais dos profissionais, ampliando o debate sobre saúde mental no universo pet vet.” 

Louisanne A.’S. Sanchez reforça: “Esperamos que este livro seja um guia essencial para promover compreensão e acolhimento das emoções que envolvem a perda de um animal querido e o reconhecimento da legitimidade desse luto em todas as suas formas.” 

Pensado para profissionais da saúde que atuam no contexto da medicina veterinária, a obra também dialoga com psicólogos, tutores e todos que amam animais. Reúne fundamentos teóricos, relatos sensíveis e informações práticas para apoiar o enfrentamento das perdas e fortalecer a saúde mental nas famílias multiespécies. 

O livro “Luto no Contexto da Medicina Veterinária” já pode ser adquirido no site da editora  por R$169,90.

 

Ficha técnica:

Título: “Luto no Contexto da Medicina Veterinária”

Edição: 1/2025

Classificação temática: medicina veterinária

ISBN: 978-65-83512-11-6

Livro capa dura

Páginas: 348 pág.

Tamanho: 15cm x 21cm x 2,5cm

Editora: Lucto Editora – Londrina-PR

Organizadores: Juliana Sato e Louisanne A.’S.Sanchez

Autores: Juliana Sato e Louisanne A.’S. Sanchez

Arte e diagramação da capa: Luana Monteiro

Diagramação de texto: Mateus de Moraes Namur 

 

Juliana Sato – Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Saiba mais acessando o site da especialista ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa. 

Louisanne A.’S. Sanchez – Formada em teoria e intervenção em luto pelo Quatro Estações Instituto de Psicologia, a psicóloga é especialista em situações de luto, psicologia das emergências, prevenção e pósvenção do suicídio.  Louisanne atua como  supervisora do PROALU - Programa de Acolhimento ao Luto do Departamento. É autora dos livros “E o t empo passou...”, “A máquina do tempo”, “Ficará tudo bem” e “Cartas para nós”. Saiba mais sobre a especialista no Instagram /@lou.psico .

 

82% dos tutores brasileiros acreditam que os benefícios emocionais de ter um pet vale todo investimento financeiro, revela pesquisa Serasa

  

  • Estudo inédito analisa o comportamento dos brasileiros com animais de estimação;
  • 65% estão dispostos a investir o que for preciso com seus animais;
  • Mais que companhia, pets são considerados membros da família por 70% de seus tutores;
  • 39% dos tutores optaram por adotar seus pets;
  • Serasa lança guia pets para tutores se planejarem financeiramente.·         

 

Os pets deixaram de ser apenas animais de estimação e passaram a ocupar um lugar especial como verdadeiros membros da família. De acordo com estudo inédito da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, 65% dos tutores brasileiros estão dispostos a investir o que for preciso com seus pets e 52% dizem já ter priorizado o orçamento do animal em relação a outras necessidades pessoais. 

Ter um pet vai muito além da companhia, é um investimento emocional que, para muitos, vale cada centavo. Os dados também revelam que 8 em cada 10 tutores acreditam que os benefícios emocionais de ter um animal de estimação compensam os custos envolvidos, reforçando o valor afetivo dessa relação. 

Quando perguntados sobre a renda mensal, 41% dos tutores investem até R$ 300 por mês com seus pets. Já para 48%, o valor para cuidar de seus companheiros equivale a até 5% da renda mensal, enquanto 31% chegam a investir entre 6% e 10% de sua renda. No entanto, 39% dos tutores dividem as despesas com outras pessoas, mostrando que o cuidado com os animais muitas vezes é um compromisso compartilhado.

“O amor pelos pets acaba sendo tão grande que muitos tutores não medem esforços para garantir seu bem-estar. Por isso, o planejamento é o melhor amigo daqueles que desejam dar o melhor para os companheiros”, comenta Thiago Ramos, especialista em educação financeira da Serasa. “Incluir um novo integrante da família com responsabilidade exige também organização financeira. Através desse planejamento é possível cuidar dos animais com tranquilidade e segurança, sem comprometer o orçamento.”

 

O melhor amigo do humano 

Quando perguntados sobre como pets ajudam no dia a dia, 89% dos tutores afirmam que os pets melhoraram o bem-estar emocional e 92% relatam que a presença dos animais ajudou a aliviar os sintomas de solidão e estresse. Os números mostram que o vínculo vai muito além do afeto, mas tem impacto direto na qualidade de vida. 

Ainda de acordo com a pesquisa, 58% dos donos de pet têm mais de um animal de estimação em casa. A relação dos tutores com os pets começa de forma especial e diferente para cada tipo de situação. 39% optaram pela adoção, enquanto 32% resgataram seus companheiros de uma situação de abandono. Já 27% ganharam de presente de um amigo ou familiar. Independentemente de como começou, o vínculo nasce de escolhas movidas por amor e cuidado. 

 

Guia Pets 

Em busca de ajudar os tutores a se planejarem financeiramente a Serasa criou o Guia Pets, que traz dicas práticas de como se organizar financeiramente para com esse membro da família. O acesso pode ser feito através do link: Link.

 

Metodologia 

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 27 de agosto a 8 de setembro de 2025, com 1.618 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 2,4 pontos percentuais.

 

Serasa
www.serasa.com.br
@serasa


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