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segunda-feira, 7 de julho de 2025

O futuro do networking é estratégico, ou não é nada

Em tempos onde a velocidade da informação impressiona mais do que a profundidade das relações, é comum esquecer que o networking nasceu como uma estratégia de sobrevivência. Das tribos ancestrais às corporações modernas, a capacidade de formar alianças, gerar pertencimento e compartilhar visões de futuro sempre foi um diferencial competitivo. Mas hoje, mais do que nunca, o networking precisa deixar de ser apenas conexão e passar a ser decisão estratégica.

Vivemos em um ambiente hiperconectado, com redes sociais e ferramentas que prometem aproximar pessoas em segundos. Mas, o que temos visto é um acúmulo de contatos sem contexto, de likes sem profundidade, e de eventos que mais distraem do que alinham. No mundo empresarial, essa superficialidade custa caro. Porque conexões vazias não geram resultado.

Networking, para o empresário moderno, é sobre se posicionar em ambientes que desafiam, provocam e ampliam sua forma de pensar. Ambientes onde a troca não é casual, mas consciente. Onde estar presente significa assumir um compromisso com a própria evolução. É aqui que a diferença se instala: entre quem coleciona cartões e quem constrói pontes de crescimento.

Ainda vemos dois tipos de empresários. De um lado, os que entendem o networking como ferramenta tática: estão sempre em eventos, mas sem clareza do que procuram. Do outro, os que enxergam o networking como parte da estratégia: escolhem bem onde estar, com quem compartilhar e o que desejam extrair dessas relações. Os primeiros seguem até ocupados, mas pouco efetivos. Os segundos aceleram porque se cercam de quem os desafia a evoluir.

Ambientes como masterminds, conselhos e grupos de alto nível vêm ganhando espaço porque oferecem algo raro: conexão com direcionamento. Não basta trocar experiências, é preciso cocriar soluções. Não se trata de quantidade, mas de qualidade. E essa qualidade está diretamente ligada à clareza do que se busca como líder e como empresa.

É nesse ponto que entra a intencionalidade. A pergunta não é mais "quem você conhece", mas "quem está disposto a pensar junto com você em um futuro mais inteligente". Quem provoca, confronta e oferece perspectivas que você ainda não enxergava. Esse tipo de relação não nasce por acaso. Ela é cultivada em ambientes certos, com pessoas certas, sob uma curadoria que respeita tempo, maturidade e visão de jogo.

A tecnologia, claro, tem papel nesse processo. Plataformas, ferramentas de IA, algoritmos e recursos digitais ajudam a otimizar a gestão das conexões. Mas não substituem o essencial: o gesto, a escuta atenta, a empatia e a vivência real. A presença segue sendo insubstituível.

Empresários que lideram com consciência entendem que o networking é parte do sistema de crescimento. Eles estão atentos a quem está ao redor, a quais influências estão absorvendo, a que tipo de conversas estão participando. Networking, nesse contexto, é sobre narrativa compartilhada. Sobre pertencer a um grupo que valoriza resultado, mas também valoriza jornada.

E mais: é também sobre filtro. Não é qualquer evento, qualquer grupo, qualquer conexão. É preciso escolher onde estar com base em valores, objetivos e sinergia. Networking de verdade acontece quando há alinhamento de visão, quando há espaço para vulnerabilidade produtiva e quando todos compartilham a intenção de crescer juntos.

Também é importante lembrar que boas conexões não se medem apenas pelo retorno financeiro direto. Muitas vezes, a maior riqueza está nas trocas invisíveis: uma ideia que muda o rumo de um planejamento, uma provocação que leva a uma decisão corajosa, uma experiência compartilhada que evita um erro caro. Networking não é métrica de vaidade. É alavanca de sabedoria coletiva.

Por isso, o empresário que deseja crescer com consistência precisa rever seus critérios de conexão. Não se trata apenas de estar presente. Trata-se de fazer valer cada encontro, cada conversa, cada oportunidade de escuta. Porque é nesse tipo de ambiente que surgem os saltos de crescimento mais poderosos: aqueles que não estão nos livros, mas nas histórias reais de quem vive o mercado todos os dias.

Empresas que evoluem com consistência têm por trás de si lideranças conectadas com ambientes de alta performance relacional. São empresários que aprenderam a ouvir, a compartilhar aprendizados e a gerar valor antes de pedir valor. Networking, nesse nível, é capital social real. E capital social bem cultivado se transforma em oportunidade, crescimento e, sobretudo, em legado.

Portanto, o futuro do networking não será sobre conhecer mais gente. Será sobre estar nos lugares certos, com as pessoas certas, com o foco certo. Porque, no fim, quem cresce de verdade é quem sabe se conectar com inteligência.

 


Wander Miranda - fundador da Enjoy, ecossistema de negócios focado em conectar e desenvolver empresários, promovendo soluções disruptivas e transformadoras.

Enjoy
https://enjoywork.com.br/


MAIS DO MUNDO POR MENOS: NOVO RELATÓRIO DO KAYAK TRAZ TENDÊNCIAS DE VIAGEM PARA FÉRIAS DE JULHO E ALTERNATIVAS PARA ECONOMIZAR

O recém-lançado estudo do metabuscador dedicado às férias apresenta os destinos que são tendência entre os brasileiros, os dias de julho mais baratos para voar e outras informações para auxiliar em um planejamento de viagem inteligente, mesmo em alta temporada. Confira! 

 

Será que é realmente necessário fugir da alta temporada, para realizar viagens econômicas? De acordo com o novo relatório do KAYAK, principal buscador de viagens do mundo, Check-in para sua viagem: Guia para economizar nas férias de julho de 2025, a resposta é não. A análise revela que os preços dos voos caíram para quase metade dos 55 destinos mais pesquisados ​para o mês de recesso escolar, de 01 a 31 de julho, em que as pessoas tendem a aproveitar para viajar em família. 

“Julho é considerado um mês de alta temporada e a falta de informações pode impactar diretamente os gastos do viajante. Por isso disponibilizamos uma página inteira dedicada a trazer dados atualizados sobre eventos específicos ou época do ano, para que os viajantes tenham uma visão clara de como o setor está se comportando e, baseado nisso, consigam fazer escolhas seguras e, acima de tudo, mais econômicas”, comenta Gustavo Vedovato, Country Manager do KAYAK no Brasil.

 

Tudo o que o viajante precisa saber sobre este mês de julho para tomar decisões assertivas!

As viagens domésticas se mantiveram firmes este ano, com tarifas médias das passagens aéreas caindo 3% e buscas por voos aumentando 4% comparado ao ano passado. Natal, Manaus, Florianópolis e Brasília estão entre os destinos nacionais mais populares e todos apresentaram redução nos preços médios, variando de 9% a 22%. 

Internacionalmente, os destinos com quedas nos preços médios dos voos estão na América do Sul e Caribe. Santiago, no Chile, está entre os mais buscados e teve uma redução média de 10%, enquanto Punta Cana apresentou uma queda de 28%. Mas a grata surpresa para aqueles que sonham em conhecer os parques temáticos de Orlando nessas férias, é que a cidade apresentou uma redução média de 14% comparado a julho de 2024.

 

Ranking dos destinos com as maiores quedas nos preços médios de voos para julho de 2025

Destinos

Variação no preço médio dos voos em julho de 2025 vs. 2024

Preços médios de voos no KAYAK para julho de 2025

Punta Cana, República Dominicana

-28%

R$2.922

Brasília, Distrito Federal

-22%

R$585

Campo Grande, Mato Grosso do Sul

-16%

R$843

Cruz, Ceará

-14%

R$2.036

Orlando, Estados Unidos

-14%

R$4.718

San Carlos de Bariloche, Argentina

-11%

R$3.187

Santiago, Chile

-10%

R$1.610

Natal, Rio Grande do Norte

-9%

R$1.552

Manaus, Amazonas

-9%

R$1.458

Florianópolis, Santa Catarina

-8%

R$872

 

Entre as preferências internacionais dos brasileiros para essas férias de julho, os destinos na Europa são a maioria, enquanto duas cidades argentinas e duas estadunidenses também aparecem no ranking de mais buscadas. Um dos destaques na lista é Santiago, no Chile, que não apenas está entre os mais desejados, como é o destino com o menor preço médio para voos de ida e volta, custando R$1.610.

 

Confira o ranking completo dos destinos internacionais mais populares para viajar em julho de 2025:

Destinos

Variação no preço médio dos voos em julho de 2025 vs. 2024

Preços médios de voos no KAYAK para julho de 2025

Santiago, Chile

-10%

R$1.610

Lisboa, Portugal

9%

R$7.085

San Carlos de Bariloche, Argentina

-11%

R$3.187

Madri, Espanha

1%

R$5.917

Buenos Aires, Argentina

6%

R$2.005

Orlando, Estados Unidos

-14%

R$4.718

Miami, Estados Unidos

-2%

R$4.248

Paris, França

11%

R$7.202

Roma, Itália

6%

R$7.021

Londres, Reino Unido

6%

R$7.345

 

O que a Ásia, Europa e nordeste brasileiro têm em comum nessas férias? Todos parecem ser tendência entre os viajantes!

Com 81% dos brasileiros buscando lugares novos para explorar*, essas regiões registraram o maior aumento nas buscas de voos em relação ao ano passado. A agitada Tóquio e os refúgios litorâneos no Nordeste brasileiro, como João Pessoa, São Luís e Vitória da Conquista, fazem barulho como possíveis tendências para o período. Enquanto Paris e Atenas mostram que os viajantes brasileiros estão prontos para viajar para longe em busca de cultura e boa comida.

 

Top 10 destinos com maior aumento no volume de buscas por voos para julho de 2025 vs julho de 2024

Destinos

Variação nas buscas por voos para julho de 2025 vs. 2024

Preços médios de voos no KAYAK para julho de 2025

Tóquio, Japão

48%

R$10.564

João Pessoa, Paraíba

38%

R$1.444

São Luís, Maranhão

33%

R$1.594

Vitória da Conquista, Bahia

29%

R$1.035

Paris, França

29%

R$7.202

Atenas, Grécia

24%

R$7.193

Teresina, Piauí

22%

R$1.408

Vitória, Espírito Santo

18%

R$838

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

18%

R$790

Punta Cana, República Dominicana

18%

R$2.922

 

Para gastar mais com drinks, e menos com passagens, o KAYAK revela os dias mais acessíveis para viajar em julho

Dados do KAYAK mostram que, embora o início de julho, especialmente entre os dias 3 a 8, seja a época mais cara para voar, tanto no Brasil quanto no exterior, os preços caem na segunda quinzena do mês, tornando o período ideal para economizar. Os voos domésticos de ida e volta caem para R$920 e R$989 nos dias 25 e 26 de julho – 29% mais baratos que a média de julho. 

Os preços dos voos internacionais ficam em média em R$2.402 em 25 de julho, quase metade do preço da alta temporada do início de julho. Se a viagem precisa acontecer logo no início do mês, o metabuscador recomenda procurar voos internacionais no dia 7 de julho e voos domésticos no dia 3 para economizar mais. 

“As informações de dias mais baratos para voar, associadas às nossas ferramentas gratuitas, ajudam o viajante a confirmar se ele está fazendo um bom negócio. Tanto o novo KAYAK.ai e o KAYAK PriceCheck, auxiliam na tomada de decisões de viagem mais inteligentes financeiramente e evitam que gastos excessivos prejudiquem a experiência”, comenta Gustavo. 

O metabuscador ainda traz para o viajante opções de destinos que custam até R$7.000 combinando voos e hospedagem, para viagens de uma semana, e dicas do Gustavo Vedovato para viajar como um expert nessas férias de julho. Visite o relatório Check-in para sua viagem: Guia para economizar nas férias de julho de 2025 completo para mais insights.

 

Metodologia

Todos os insights do relatório Check-in de Viagem: Economias de Julho de 2025 são baseados na análise das buscas de voos para os 55 destinos mais pesquisados ​​no KAYAK.com.br e marcas associadas entre 01/11/2024 e 09/04/2025, para datas de viagem entre 01/07/2025 e 31/07/2025, salvo indicação em contrário. Os dados anuais são baseados na comparação com os mesmos períodos de busca e viagem do ano anterior.

Todos os preços de voos mencionados são preços médios ponderados para voos de ida e volta em classe econômica para o período de viagem definido, partindo de qualquer aeroporto no Brasil. Os preços de hotéis apresentados são preços médios ponderados por noite.


Quando viajar

Para apresentar a evolução dos preços ao longo das semanas de julho, são calculados os preços médios dos voos por semana de julho, de qualquer lugar do Brasil e do exterior.


O que há de interessante

"Destinos em alta" são definidos como destinos com o maior aumento anual no volume de buscas. Esses dados são baseados em uma análise das buscas de voos realizadas no KAYAK.com.br e marcas associadas entre 01/11/2024 e 09/04/2025, para datas de viagem entre 01/07/2025 e 31/07/2025.


Dados da pesquisa

*Todos os insights da pesquisa utilizados neste relatório são baseados na análise da pesquisa de consumidores conduzida pelo KAYAK por meio do PureSpectrum. Foram entrevistadas 1.010 pessoas com mais de 18 anos no Brasil que viajam internacionalmente a lazer pelo menos uma vez por ano. A pesquisa foi realizada utilizando uma metodologia online. O trabalho de campo foi realizado de 13 a 20 de agosto de 2024.

 

KAYAK


Quase 500 mil trabalhadores afastados por transtornos mentais expõem a urgência da NR-1

 

Muitas companhias ainda não compreenderam
 a real dimensão da nova exigência
 Freepik

Prazo para as empresas se adequarem à nova norma termina em maio de 2026. Companhias que não incluírem o mapeamento de riscos psicossociais em seus programas de gerenciamento poderão sofrer penalidades

 

A saúde mental tem se consolidado como uma pauta central para as organizações brasileiras, com impactos que transcendem a esfera pessoal e afetam diretamente a produtividade, as relações de trabalho e a estabilidade das equipes. Um dado alarmante do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revela que, somente em 2024, quase meio milhão de afastamentos de trabalho no Brasil ocorreram em decorrência de transtornos mentais. 

Neste cenário, uma nova mudança regulatória torna a atenção aos fatores hiperestressores no ambiente corporativo não apenas uma necessidade, mas uma obrigação legal. A nova Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) determina que todas as empresas devem incluir o mapeamento e o gerenciamento dos riscos psicossociais em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGRs). O não cumprimento da norma pode gerar penalidades e multas a partir de maio de 2026, com valores que variam conforme a gravidade da infração e o porte da empresa. 

Apesar da obrigatoriedade, muitas companhias ainda não compreenderam a real dimensão da nova exigência. Segundo especialistas da Alper Seguros, corretora de seguros e consultoria de gestão de saúde que atende organizações de diversos portes e segmentos, boa parte das empresas enxerga a NR-1 como um simples formulário a ser preenchido. Contudo, a norma exige mais: a estruturação de diretrizes que promovam a segurança psicológica, o acompanhamento de indicadores e a construção de ambientes de trabalho mais preparados para lidar com fatores de estresse. 

A adequação vai além do preenchimento de documentos e demanda uma mudança cultural e estratégica. "O trabalho da Alper tem sido fundamental para ajudar empresas a interpretarem essa mudança. Antes mesmo do início do mapeamento, as ações são iniciadas com rodas de conversa e palestras de sensibilização, conduzidas por profissionais com formação em psicologia, especialização em saúde mental e experiência em áreas de Gente e Gestão", detalha André de Barros Martins, vice-presidente sênior de Benefícios da Alper Seguros. Segundo o executivo, essa etapa é essencial para preparar a organização e abrir espaço para ações consistentes. 

A abordagem precisa ser customizada à realidade de cada negócio. Paula Gallo, diretora de Gestão de Saúde e Riscos, também da Alper Seguros, explica que cada plano de adequação deve levar em conta a cultura interna, os recursos disponíveis e o perfil das equipes. “Em muitos casos, a equipe de consultoria se desloca até locais remotos para conduzir o processo de forma humanizada. Durante a execução do PGR, ferramentas como a Inteligência Artificial podem ser usadas para apoiar o engajamento dos colaboradores e dar ao RH visibilidade sobre a evolução do programa por meio de dados estruturados", destaca Gallo. 

O cuidado com a saúde mental, portanto, se mostra um processo estratégico com impacto direto na operação, nos custos e na cultura organizacional. A visão deve ser sistêmica, compreendendo a ligação entre saúde emocional, clima organizacional, desempenho e a sustentabilidade do negócio. 

"Queremos ser o parceiro estratégico das empresas, do diagnóstico até a implementação e acompanhamento de todo o plano de ação. O que propomos é uma construção em conjunto e uma parceria de longo prazo, respeitando tanto a singularidade humana quanto o contexto organizacional”, enfatiza Gallo. 

Com a chegada da nova regulamentação, a pergunta para o mercado não é mais se as empresas precisarão agir, mas como irão se preparar para essa nova era da saúde mental corporativa.



Alper Seguros

Cooperativismo e previdência complementar: uma aliança que transforma futuros

No Dia Internacional do Cooperativismo, o destaque vai para a união entre as cooperativas de crédito e a previdência privada, que gera impacto social e prepara para os desafios da longevidade



No coração do cooperativismo está a ideia de que, juntos, somos mais fortes. E é exatamente essa filosofia que tem impulsionado um novo movimento dentro das cooperativas de crédito brasileiras: a adesão crescente à previdência complementar. Em um cenário de mudanças demográficas, desafios econômicos e déficit na Previdência Social, a união dessas duas forças, crédito cooperativo e planejamento previdenciário, representa uma resposta concreta e sustentável às necessidades do presente e do futuro.


 

A força de um modelo coletivo para um futuro mais seguro

 

Atualmente, o Brasil conta com mais de 17 milhões de pessoas associadas a instituições financeiras cooperativas. Ao mesmo tempo, mais de 40 milhões de trabalhadores seguem sem nenhuma reserva para a aposentadoria, segundo o IBGE. Essa lacuna expõe uma oportunidade, e uma responsabilidade. As cooperativas, ao oferecerem planos de previdência complementar, tornam-se agentes ativos na construção de um país financeiramente mais preparado e socialmente mais justo.

 

Na prática, essa transformação já está em curso. Somente na Viacredi, a maior cooperativa singular do país, o número de cooperados com previdência complementar cresceu mais de 530% entre 2020 e 2025, alcançando 98 mil participantes do plano Prevcoop. Na Unicred Porto Alegre, o marco simbólico de R$ 1 bilhão em ativos previdenciários reflete o comprometimento com o futuro de seus cooperados.


 

Mais do que números: cuidado, legado e educação financeira

 

A previdência no contexto cooperativo vai além de um simples investimento. Ela é uma estratégia de cuidado, proteção e pertencimento. “Previdência não é só sobre aposentadoria. É sobre presença, sobre o compromisso com quem escolheu viver uma vida cooperativa. Aqui, ela se transforma em um vínculo em prol do futuro, um planejamento de longo prazo que fortalece uma relação essencial para o brasileiro: a construção de futuros mais seguros”, resume Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência, entidade responsável pela gestão de planos como o Prevcoop e o Precaver.

 

A Quanta, aliás, tem se destacado nacionalmente como a terceira maior entidade de previdência fechada do país, com mais de 220 mil participantes e R$ 7 bilhões em ativos sob gestão. Seu papel vai além da administração de fundos: a entidade atua fortemente na promoção da educação financeira e no fortalecimento da cultura previdenciária entre os cooperados.

 

Para muitos, o plano de previdência é o elo mais duradouro com a cooperativa. “Os cooperados permanecem pela previdência. Ela fideliza porque entrega valor de verdade”, afirma Denise, da Quanta.


 

Do berço à maturidade: um plano para todas as fases da vida

 

A previdência complementar nas cooperativas também se destaca por sua flexibilidade e capacidade de acompanhar o cooperado em todas as fases da vida:

 

Infância e juventude: incentivo ao hábito do planejamento desde cedo, com foco na educação.

 

Idade produtiva: instrumento de planejamento tributário, acumulação de patrimônio e preparação para o futuro.

 

Aposentadoria: complementação de renda que proporciona mais tranquilidade e independência, e também como ferramenta de planejamento sucessório.

 

Com o envelhecimento acelerado da população, estima-se que, até 2043, os idosos serão maioria no Brasil. Iniciativas como essas tornam-se cada vez mais urgentes e essenciais.


 

Cooperativas que apostam na previdência colhem resultados

 

Casos como o da Viacredi e da Unicred não são isolados. O Prevcoop já está presente em 13 cooperativas do Sistema Ailos, abrangendo mais de 1,7 milhão de cooperados no Sul do Brasil. A Banricoop, atuando no Rio Grande do Sul, também aderiu ao modelo, reforçando a expansão nacional da previdência no cooperativismo.

 

Além disso, a educação financeira tem se mostrado um motor fundamental para essa transformação. Treinamentos, palestras e ações educativas realizadas pelas cooperativas, em parceria com a Quanta, ajudam a desmistificar o tema e mostrar que planejar o futuro é possível, e necessário.

 

Neste Dia Internacional do Cooperativismo, o crescimento da previdência complementar no setor mostra como esse modelo continua relevante, inovador e conectado aos desafios contemporâneos. Ele não apenas promove inclusão financeira, mas constrói pontes para o amanhã.


Investir em previdência complementar é, portanto, mais do que uma decisão financeira: é uma afirmação de valores. É sobre transformar o "e se..." em segurança, pertencimento e legado.



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