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terça-feira, 6 de maio de 2025

Mais afeto, menos comércio: para 45% dos brasileiros, estar junto em família é o maior presente de Dia das Mães

Pesquisa Hibou + Score Group revela que brasileiros estão ressignificando a data, com foco em encontros, autocuidado e reconhecimento emocional

Mães brasileiras estão presenteando mais a si próprias e famílias preferem almoçar em casa ao invés de irem a restaurantes

 

Nem só de presentes é feito o Dia das Mães. Em 2025, a data ganha contornos mais afetivos do que comerciais, segundo a nova edição da pesquisa Pulso, conduzida pela Hibou Pesquisa e Insights, em parceria com o Score Group. Foram 1.125 pessoas ouvidas nos dias 26 e 27 de abril. 

Para 44% dos brasileiros, a data é o momento de reconhecer o valor das mães, enquanto apenas 18% ainda veem a data como meramente comercial, número que caiu 3 pontos percentuais em relação a 2024. Para outros 23%, trata-se de uma oportunidade de reunir a família, e 14% descrevem a data como uma saudade imensa. 

Por ser um momento de reconhecimento, é natural que o tradicional almoço em família siga soberano: 58% apontam a refeição com os familiares como o momento mais esperado do domingo, reforçando o encontro presencial como a principal forma de celebrar. Este encontro deve acontecer preferencialmente na casa da mãe ou da sogra, segundo 31% dos brasileiros. Apenas 5% planejam ir a restaurantes, número que caiu 2 p.p. em relação ao ano passado. Outros 17% preferem passar o dia em casa, sem visitas, e 20% ainda não decidiram o que farão. 

Apesar de ser uma data mais emocional e afetiva para os brasileiros - 45% dizem que estar junto é o maior presente - mais da metade deles (53%) pretende comprar presentes. 

Mas um dado chama a atenção: 57% das mulheres entrevistadas que são mães, 21% pretendem se auto presentear, um salto de 6 p.p. em relação a 2024. Entre os públicos que serão presenteados estão, além das mães (69%), esposas (23%), sogras (18%), irmãs e filhas que já são mães (ambas com 9%).

As preferências de consumo revelam um foco em autocuidado e bem-estar: roupas (40%), perfumes (32%) e bolsas/acessórios (31%) lideram a lista. Em seguida, aparecem beleza e maquiagem (24%), calçados (18%), entretenimento (16%), e experiências como spa e massagem (9%). Entre as mães que responderam à pesquisa, viagens (50%) e perfumes (41%) lideram os desejos. 

Na hora da escolha do presente, o processo é, na maioria dos casos, planejado: 39% já sabem o que vão comprar, 38% tentam descobrir com a mãe o que ela quer ganhar, e 36% pesquisam ideias online. Apenas 26% deixam para escolher na hora, e 21% se deixam influenciar por campanhas promocionais. A personalização também importa: 26% escolhem o que a mãe realmente deseja, independentemente do que seja, e 12% priorizam utilidade. 

Sobre gastos com estes presentes, 39% valorizam o que cabe no bolso. Mesmo assim, 58% afirmam que vão gastar mais neste ano com a comemoração, e ainda aumentou em 3 p.p. em relação a 2024 o número de pessoas dispostas a investir mais de R$ 250, agora somando 35% dos entrevistados. O ticket médio mais comum segue sendo até R$ 250, apontado por 65%. 

E neste domingo especial, até a televisão tem papel garantido: 53% pretendem mantê-la ligada. Desses, 41% assistindo à TV Globo, enquanto 33% devem optar pela Netflix, 30% por canais fechados, 19% pelo YouTube e 14% pelo SBT.

 

Sobre a pesquisa

O levantamento ouviu 1.125 pessoas nos dias 26 e 27 de abril, com margem de erro de 2,9%, representando homens e mulheres maiores de 18 anos das classes A, B, C, D e E, em todo o Brasil.

 

Hibou

 

Volta à rotina: por que revisar o carro após feriadões pode evitar dores de cabeça?

Especialistas da AutoZone Brasil alertam para os cuidados essenciais com o veículo após longos trajetos e uso intenso em feriados prolongados

 

Depois do descanso — ou das longas horas na estrada — é hora de retomar a rotina. Mas, antes de engatar a primeira marcha da semana, vale uma atenção especial ao seu carro. Especialistas da AutoZone Brasil reforçam que o retorno de grandes feriados prolongados é o momento ideal para uma checagem preventiva no veículo, especialmente após viagens que exigiram mais do motor, freios, suspensão e outros componentes.  

“Durante os feriadões, os carros costumam enfrentar condições mais severas do que no uso urbano cotidiano: calor excessivo, longos trechos rodoviários, carga maior de passageiros e bagagem. Esses fatores aceleram o desgaste de alguns sistemas”, explica a equipe técnica da AutoZone Brasil.  

A seguir, os especialistas da rede listam os principais itens que merecem atenção após a viagem:  

·         Freios: Verifique ruídos, trepidações e o nível do fluido. O sistema de frenagem pode sofrer desgaste acentuado em viagens com descidas longas ou muito trânsito.  

·         Suspensão e pneus: Buracos e estradas de baixa qualidade impactam diretamente esses itens. Avalie o alinhamento, balanceamento e calibragem. 

·         Óleo do motor: Se a viagem somou muitos quilômetros, é hora de checar o nível e a data da próxima troca.  

·         Sistema de arrefecimento: Superaquecimento é um risco silencioso. Confira o nível da água e aditivo no reservatório.  

·         Limpadores de para-brisa e iluminação: Itens frequentemente esquecidos, mas essenciais para a segurança. Após pegar estrada, é comum acúmulo de sujeira e desgaste nas palhetas.  

·         Filtro de ar e combustível: Condições severas de estrada ou excesso de poeira justificam a inspeção e, muitas vezes, a substituição desses filtros.  

Para os motoristas que não têm o hábito de realizar essas checagens regularmente, esse pós-feriados pode ser o momento ideal para adotar uma rotina de manutenção mais consciente e eficaz. “Mais do que uma revisão, esse check-up é uma forma de prolongar a vida útil do carro e manter a segurança de todos. Prevenção continua sendo o melhor caminho para evitar imprevistos — e prejuízos — no trânsito urbano”, reforça a equipe da AutoZone Brasil. 


Avanços da tecnologia na segurança nacional: para onde ela vai nos próximos anos?

Quando a tecnologia ainda estava em seus estágios iniciais, a segurança privada era muito diferente do que nós conhecemos no mundo atual. Os guardas de segurança eram os principais responsáveis por qualquer proteção, eram a única linha de defesa contra as ameaças - muito diferente de hoje. Vivíamos em um período em que se confiava muito mais na presença física do que na tecnologia avançada. Mas, de lá para cá, muita coisa aconteceu.

 

Os anos trouxeram a digitalização e, com ela, uma mudança também em todos os setores, inclusive o de segurança. A tecnologia tem transformado estratégias de defesa e prevenção de crimes - o que também impacta diretamente no crescimento e na modernização do setor.

 

Dados da Polícia Federal mostram que, em 2024, havia 4.978 empresas de segurança privada autorizadas a operar no país - número que representa um crescimento de 3,6% em relação a 2023. E com o avanço da IA, da vigilância digital e da automação, novas possibilidades têm surgido para o mercado da segurança privada. Mas para onde essa evolução nos levará nos próximos anos?

Inteligência artificial e análise de dados: os sistemas mais avançados conseguem processar um grande volume de dados e identificar padrões suspeitos, o que tem auxiliado as autoridades na tomada de decisões estratégicas. Nos próximos anos, vejo que a IA deve se tornar ainda mais integrada a câmeras de vigilância, sistemas de reconhecimento facial e drones, justamente para ampliar a eficácia das forças de segurança.

Biometria e controle de acesso: o uso de biometria tem se tornado comum em todos os lugares, mas principalmente quando falamos do controle de fronteiras, acesso a áreas restritas e identificação de suspeitos. Nos próximos anos, tecnologias como reconhecimento facial, leitura de íris e impressão digital devem ser ainda mais aprimoradas, tornando os processos de verificação mais rápidos e seguros.


Drones e robôs: o uso de drones para monitoramento de áreas de risco já é uma realidade. Em breve, esses dispositivos serão equipados com sensores mais sofisticados e inteligência artificial para operar autonomamente em missões de reconhecimento e vigilância. Os robôs também devem ganhar ainda mais espaço na segurança nacional, auxiliando em patrulhamentos, por exemplo.

Cibersegurança e proteção de infraestruturas críticas: com o crescimento das ameaças cibernéticas, a segurança digital está se tornando uma prioridade para governos e instituições. O desenvolvimento de sistemas mais avançados de defesa cibernética, baseados em IA e blockchain, devem ajudar a prevenir ataques hackers e proteger dados sensíveis.

Sabemos que a tecnologia continuará desempenhando um papel essencial na segurança nacional, tornando as operações mais inteligentes e eficientes. No entanto, também precisamos debater sobre os desafios que as envolvem, como a privacidade dos cidadãos e a regulamentação dessas inovações.


Por fim, com os avanços contínuos dos últimos anos, a segurança nacional do futuro será marcada pela automação, pelo uso intensivo de dados e pela colaboração global. A tecnologia está moldando um novo cenário de proteção, e acredito que o seu impacto será cada vez mais decisivo para a construção de sociedades mais seguras e resilientes.

 

Gaudêncio Lucena - presidente da CORPVS, uma das maiores empresas de segurança privada do Brasil



Maio nas escolas exige equilíbrio entre vínculos afetivos e metas pedagógicas

Semana da Família, Dia das Mães e entrega de relatórios exigem atenção redobrada de professores, gestores e coordenadores


O mês de maio é tradicionalmente marcado por ações que aproximam as famílias da rotina escolar e por momentos de avaliação do desempenho dos alunos. É nesse período que acontecem eventos como a Semana da Família, com palestras, oficinas e dinâmicas, além das homenagens ao Dia das Mães — tudo isso em paralelo à entrega dos primeiros relatórios de desempenho do ano letivo. Para educadores e gestores, o desafio é conciliar o aspecto afetivo dessas datas com a seriedade da análise pedagógica.

Segundo o Censo Escolar da Educação Básica 2023, divulgado pelo Inep, o Brasil registrou 47,3 milhões de matrículas na educação básica, distribuídas em mais de 178 mil escolas. Desse total, quase metade (49,3%) está concentrada nas redes municipais, enquanto 30% pertencem às redes estaduais, 19,9% à rede privada e 0,8% à federal. 


Atividades afetivas e cobrança por resultados

Para os professores, o desafio de maio está em planejar atividades comemorativas sem comprometer o andamento do conteúdo curricular. “As celebrações são importantes para o vínculo com os alunos e as famílias, mas não podem interferir no ritmo das aulas”, pontua Mara Duarte, neuropedagoga e diretora pedagógica da Rhema Neuroeducação. Ela reforça que esse equilíbrio é possível quando há organização e clareza de prioridades. “Com um cronograma bem definido, o professor consegue distribuir as tarefas e manter a qualidade do ensino, mesmo em semanas com eventos especiais”, completa.

Os coordenadores pedagógicos, por sua vez, têm a responsabilidade de garantir que os relatórios entregues às famílias representem de fato o progresso dos alunos — sem generalizações ou distorções. “O relatório não deve ser apenas um resumo de notas, mas um retrato do desenvolvimento integral da criança, considerando aspectos cognitivos, sociais e emocionais”, destaca Mara.


Gestão de expectativas e comunicação ativa com os pais

Com a entrega de relatórios e o envolvimento dos responsáveis nas atividades escolares, o mês de maio também é um período de aumento nas demandas sobre os gestores escolares. Para os diretores, lidar com a insatisfação dos pais quanto ao desempenho dos filhos exige postura acolhedora, mas também firmeza técnica. “É fundamental que a escola esteja preparada para apresentar dados claros e demonstrar que o acompanhamento do aluno é constante e cuidadoso”, comenta a especialista.

A transparência na comunicação é um ponto-chave para evitar conflitos. A orientação de Mara é que as escolas invistam em momentos de escuta ativa e evitem respostas genéricas ou defesas automáticas. “Quando a família percebe que existe atenção e compromisso com a evolução do estudante, o diálogo se fortalece e a confiança na escola cresce”, afirma.

Com múltiplas frentes em andamento, maio é um mês que exige planejamento, sensibilidade e foco. “Quando cada profissional compreende seu papel nesse processo, é possível transformar o período em uma oportunidade de conexão e avanço — tanto pedagógico quanto humano”, finaliza. 



Mara Duarte da Costa - neuropedagoga, psicopedagoga, diretora pedagógica da Rhema Neuroeducação. Além disso, atua como mentora, empresária, diretora geral da Fatec e diretora pedagógica e executiva do Rhema Neuroeducação. As instituições já formaram mais de 80 mil alunos de pós-graduação, capacitação on-line e graduação em todo o Brasil. Para mais informações, acesse instagram.com/maraduartedacosta.



Rhema Neuroeducação
https://rhemaneuroeducacao.com.br/


Pix Pensão: entenda mecanismo que automatiza o pagamento de pensão alimentícia

 

De acordo com jurista do CEUB, proposta aprovada na Câmara caminha para modelo mais eficiente da obrigação, mas demanda aprimoramento legal 

 

Nos tribunais ou grupos de apoio à maternidade, uma das queixas é o atraso ou a falta da pensão alimentícia. Diante desta demanda, a Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 23, Projeto de Lei que prevê a criação do “Pix Pensão”, mecanismo que automatiza o pagamento mensal da pensão via débito direto ou transferência por Pix. Para Priscila Quintiere, professora de Direito do Centro Universitário de Brasília (CEUB), a medida pode revolucionar as garantias à alimentação de crianças e adolescentes no Brasil, porém exige atenção aos limites legais e garantias ao devedor. 

O Projeto de Lei 4978/2023 propõe a inclusão de um novo artigo no Código de Processo Civil que permitiria ao juiz, ao fixar a pensão, determinar uma ordem eletrônica de pagamento. Na prática, o valor seria debitado automaticamente da conta do devedor na data de vencimento e transferido, via Pix, ao beneficiário ou seu responsável legal. “A iniciativa reconhece que o depósito manual, dependente da vontade do devedor, é incerto e instável. A automação representa um avanço na efetividade da Justiça”, afirma Priscila Quintiere. 

Apesar de reconhecer os benefícios da proposta, Priscila chama atenção para pontos sensíveis, a exemplo da ausência de um mecanismo claro para contestação prévia do débito automático. “Se o valor estiver errado ou o pagamento já tiver sido feito por outro meio, o devedor só conseguirá contestar depois do bloqueio. Isso pode causar transtornos sérios, principalmente para quem está com as finanças no limite”, explica. 

Caso não haja saldo na conta indicada pelo devedor, o PL prevê que o sistema poderá rastrear e bloquear valores em outras aplicações financeiras, buscando garantir o pagamento integral e imediato da pensão. A especialista alerta que empresários individuais e microempreendedores individuais também podem ter suas contas empresariais atingidas, por se tratarem de empresas de responsabilidade ilimitada. “Para estes, a medida é forte e precisa de modulação para não inviabilizar economicamente o devedor que também depende do próprio negócio para sobreviver, bem como de seus funcionários.” 

Na visão da professora do CEUB, a ideia central é aliviar a sobrecarga do Judiciário e garantir o sustento de crianças e adolescentes de forma mais segura, já que boa parte das ações judiciais relacionadas à pensão alimentícia decorre da inadimplência recorrente. “Com o Pix Pensão, elimina-se a necessidade de cobrar judicialmente todo mês. Se o sistema funcionar como proposto, a Justiça pode se concentrar em casos mais complexos”.

 

Inovação para o Judiciário e sensibilidade para o devedor

Um ponto inovador do projeto, segundo a docente do CEUB, é a determinação de coleta e divulgação regular de estatísticas sobre pensões alimentícias. Nesse sentido, o texto prevê que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e os tribunais incentivem a produção de dados como valores médios de pensão, perfil das partes envolvidas, índice de inadimplência e número de bloqueios realizados.

 Para a especialista, a medida tem potencial transformador, porém a proteção de dados deve ser prioridade, uma vez que envolve informações extremamente sensíveis, onde a anonimização precisa ser real e segura, com rigor da Lei Geral de Proteção de Dados. “Hoje, lidamos com percepções e dados fragmentados. Ter uma base estatística confiável permitirá formular políticas públicas mais eficazes, identificar gargalos regionais e traçar estratégias que apoiem tanto o alimentando quanto o alimentante.” 

Como o PL passará por outras etapas legislativas, trata-se do momento ideal para aperfeiçoamentos. “Seria interessante incluir mecanismo prévio de contestação, antes da primeira transferência automática, para evitar erros evidentes. Também é recomendável estabelecer diretrizes técnicas, talvez com envolvimento do Banco Central e do CNJ, sobre como serão operacionalizados esses comandos judiciais, o tratamento de contas conjuntas, entre outros aspectos operacionais, além dos critérios de anonimização dos dados estatísticos e os protocolos de compartilhamento com órgãos como o IBGE e o IPEA.” 

Priscila Quintiere reforça que o Pix Pensão, embora promissor, é uma ferramenta de execução em um lugar que a inadimplência da pensão pode ser indicativo de causas mais profundas, como desemprego, informalidade empresarial, desigualdade de gênero, ausência de políticas de apoio à parentalidade, ao trabalhador e ao empresário. “Precisamos de um olhar mais amplo, que vá além da coerção judicial, enfrentando também essas raízes. Com ajustes técnicos e jurídicos, o projeto pode representar um marco na execução de alimentos no Brasil, mas precisa ser combinado com políticas públicas que promovam a responsabilidade parental, o incentivo ao trabalho e à atividade empresarial para os devedores de alimentos conseguirem efetivamente garantir os direitos dos alimentandos”, finaliza a docente do CEUB.

 

Dólar alto exigirá mais cautela das empresas pelos próximos meses, alerta FecomercioSP

 
Pacote fiscal insuficiente e política de expansão de gastos impedem melhora do cenário no curto prazo do câmbio, aponta Entidade


 
Como o ajuste fiscal aprovado no Congresso não será suficiente para estabilizar as contas públicas, a consequente percepção de aumento de risco deve seguir impactando a taxa de câmbio — que chegou ao maior patamar da história ao atingir R$ 6,26 por dólar antes do Natal e,
hoje, é cotado a R$ 6,15. Diante desse cenário, qualquer planejamento de expansão dos negócios precisa ser avaliada com cautela pelos empresários, na avaliação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
 
A Entidade alerta que, no curto prazo, não há sinais de que a moeda brasileira consiga obter qualquer valorização sustentável. Dessa forma, frente ao câmbio desvalorizado, o que se espera é maior pressão sobre a inflação, já que haverá um aumento no preço das importações. Nesse contexto, é necessário que as empresas se protejam, procurando, no caso daquelas que tenham obrigações em dólar, apostar em fundos que estejam vinculados à moeda, já que os riscos do mercado cambial são grandes.
 
Para o varejista em geral, a recomendação é buscar produtos substitutos nacionais ou melhorar as condições negociadas com os parceiros de fora do País — principalmente os asiáticos, já que há uma clara superprodução da China. Por fim, os empresários devem evitar exposições ou alavancagens, realizando empréstimos apenas em último caso, já que as taxas de juros tendem a ficar mais altas.
 
Quanto às vendas de fim de ano, não há perspectivas de mudança, considerando que os estoques já estavam abastecidos e o cenário de emprego e renda em alta deve garantir bons resultados, ainda que seja importante destacar que as turbulências dos últimos dias e a inflação acima do teto da meta podem afetar, negativamente, a confiança dos consumidores. De qualquer forma, o balanço ainda tende a ser positivo, de acordo com projeções da Federação.


 
Há problema fiscal no País?

Não é de hoje que o mercado vem apontando para o risco da política fiscal expansionista, adotada pelo governo para incentivar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Esse crescimento dos gastos está deslocando recursos do setor privado, aumentando os juros e espantando investimentos do País.
 
Para se ter uma ideia, nos últimos dois anos, a relação entre dívida e PIB cresceu quase 10 pontos porcentuais (p.p.), enquanto a inflação já ultrapassou o teto da meta, atingindo 4,87% no acumulado dos últimos 12 meses até novembro — lembrando que a meta é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para cima ou para baixo. Esses sinais indicam que as contas públicas estão descontroladas, afetando a inflação corrente.
 
Como a FecomercioSP já argumentou,
o pacote fiscal não será suficiente, já que as medidas não foram desenhadas para cortar custos, mas para diminuir o ritmo de crescimento das despesas. Além disso, a negação do problema fiscal, pelo governo, reduz ainda mais a confiança nas suas ações, escancarando que a atual conjuntura parece insustentável, o que contribui para a saída de recursos em dólar do Brasil, desvalorizando o real.
 
A alta da moeda estadunidense também tem razões externas, como o receio que o governo de Donald Trump cumpra as promessas de campanha, ao trazer a produção de volta aos Estados Unidos — ocasionando o aumento de custo em razão de mão de obra e matéria-prima mais caras — e elevar tarifas de importação. Ambas as medidas são inflacionárias e, se implementadas, podem forçar o Banco Central do país a aumentar os juros. Isso atrairia capital para lá, enfraquecendo moedas emergentes, como o real.
 
Contudo, a desvalorização da moeda brasileira é mais intensa quando comparada a outras, e isso pode ser explicado por fatores internos. No curto prazo, os gastos do governo podem dar uma falsa impressão de prosperidade. O mercado de trabalho está aquecido, há aumento da renda e estamos diante da menor taxa de desemprego da história. Contudo, é preciso estar atento aos problemas estruturais que a economia do País enfrenta e que não são tratados com a prioridade necessária para combater, de fato, a questão.

  

FecomercioSP
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Vale do Silício: quais tendências de inovação apontam para o Brasil?

Quando falamos em inovação, o Vale do Silício está, claramente, moldando o futuro da tecnologia com uma combinação de ousadia técnica e execução rápida. Lar de algumas das maiores e mais famosas empresas tecnológicas, além de abrigar renomadas universidades mundiais, a região pode nos ensinar – e muito – sobre como explorar as tendências inovadoras a favor do crescimento econômico corporativo, para que o Brasil consiga desenvolver um ambiente de negócios muito mais favorável para que nossos talentos aprimorem suas ideias inovadoras frente a uma prosperidade mais consistente do nosso mercado.

Considerada, e com toda a razão, referência global em inovação e tecnologia, a mentalidade dessa região é um dos maiores aprendizados que devemos incorporar. O Vale do Silício não inova apenas por ter acesso a capital ou tecnologia, mas por cultivar uma cultura que valoriza o risco, que aprende com o erro e recompensa a velocidade.

Lá, falhar é parte do caminho, e não um tabu – o que incentiva com que as empresas operem em ciclos curtos, testem com usuários reais e evoluam com base em dados. O resultado disso? Startups do Vale do Silício captaram, em 2024, metade do VC global, segundo dados divulgados pelo Crunchbase, chegando perto de US$ 314 bilhões.

Uma de suas maiores apostas, atualmente, está centrada no uso estratégico da inteligência artificial. A IA generativa, especialmente, em modelos multimodais que integram texto, imagem, áudio e vídeo, vem sendo aplicada para aumentar a produtividade, automatizar processos complexos e criar experiências mais personalizadas.

Há um forte movimento da integração dessa tecnologia com robótica e drones, o que está transformando áreas como logística, saúde e agricultura. Um cenário bastante promissor que, ainda segundo informações do Crunchbase, viabilizou que quase um terço de todo o recurso global de venture capital foi para empresas em campos relacionados à IA tornando a inteligência artificial o setor líder em financiamento. Essas startups receberam mais de US$ 100 bilhões – um aumento de mais de 80% em relação aos US$ 55,6 bilhões de 2023.

Outro ponto de destaque está no uso da IA na cibersegurança, permitindo respostas mais proativas e inteligentes a ameaças, um movimento que cresceu junto à preocupação latente com a privacidade desses ativos, o que tem impulsionado a adoção de IA embarcada em dispositivos, preservando os dados do usuário no próprio aparelho.

A academia e o mercado também são fortemente conectados por lá. Universidades como Stanford e Berkeley são motores do ecossistema, alimentando startups com talentos e pesquisa aplicada. Além disso, o capital de risco ali vai além do dinheiro, ele traz visão estratégica, acesso ao mercado e mentoria de alto nível. Todos esses, pontos e características que contrastam, e muito, com a cultura brasileira, ainda muito avessa ao erro.

O Brasil, por um lado, tem avançado significativamente nessa área e, hoje, lidera a América Latina em número de startups, unicórnios e volume de investimentos. Temos uma base técnica qualificada, especialmente em desenvolvimento de software, segurança cibernética e ciência de dados. Das 12 startups latino-americanas que estão mais perto de atingir valor acima de US$ 1 bilhão, segundo relatório da Distrito, lideramos a lista com nove integrantes. No entanto, ainda investimos pouco em pesquisa e desenvolvimento.

Enquanto países como Coreia do Sul destinam mais de 4% do PIB para P&D, no Brasil, isso gira em torno de 1%. Essa diferença limita nossa capacidade de gerar tecnologias de base, o que nos mantém mais como consumidores do que como criadores de inovação. O potencial existe, mas precisamos de uma estratégia mais consistente e ambiciosa para alcançá-lo.

Também enfrentamos entraves estruturais sérios, como baixa coordenação entre os setores público e privado, excesso de burocracia, insegurança jurídica e uma concentração desproporcional de capital de risco em poucas regiões. Precisamos incentivar a inovação fora dos grandes centros, investir de forma mais estratégica em ciência aplicada e promover um ambiente regulatório mais ágil e favorável ao empreendedorismo tecnológico.

O Brasil tem todas as peças para estruturar esse quebra-cabeça, o desafio é montar o tabuleiro certo para que elas se encaixem. Não precisamos nos tornar um próximo Vale do Silício, mas podemos, e devemos, construir nosso próprio modelo de inovação, respeitando nossas particularidades.

Para isso, é essencial ter uma visão de longo prazo, com investimento contínuo em educação, pesquisa, infraestrutura e cultura empreendedora. Precisamos de um ambiente onde seja possível arriscar, testar e crescer com velocidade. A articulação entre academia, governo e setor privado também precisa ser mais efetiva. E, acima de tudo, é necessário valorizar o pensamento criativo e a capacidade de execução. O futuro da inovação brasileira depende não só de recursos, mas também de coragem, foco e constância. 



Leandro Queiroz - vice-presidente técnico do Grupo Skill.
Grupo Skill


Agora todos têm que ser líderes


O atual cenário exigente do mercado de trabalho requer profissionais com um grande repertório de habilidades. Os sistemas que avaliam o desempenho das pessoas procuram habilidades além-técnicas, competências plurais que agregam valor à corporação. O novo tempo não é favorável para quem apresenta capacidade operacional limitada a uma função. É necessária uma capacidade superior de solucionar problemas e se adaptar a novas situações, com uso da inteligência humana em três níveis: técnico, emocional e espiritual.

O conceito de Liderança Disposicional é o que melhor se adapta a essas exigências: não é uma questão de cargo ou posição hierárquica, mas de disposição para gerenciar o próprio desempenho. O líder disposicional se desafia para encontrar respostas para os problemas seus e dos que lhe cercam, oferecendo soluções inteligentes e adaptáveis, que favoreçam o crescimento coletivo.

Os três níveis de inteligência, quando conjugados, geram excelência. O problema é que muitos desconhecem as faculdades de cada uma destas inteligências, principalmente as que se referem à inteligência espiritual. A inteligência técnica é a que mede o desempenho das pessoas quando desafiadas a lidar com coisas ou com situações que exigem habilidades laborosas. A inteligência emocional, difundida por Daniel Goleman, representou uma revolução importante nos processos avaliativos, ao verificar o quanto uma pessoa consegue lidar com conflitos, relacionamentos, comportamento, atitudes etc. Já a inteligência espiritual, defendida por Danah Zohar, tornou-se uma necessidade premente dos dias atuais.

A inteligência espiritual foi pouco difundida por conta dos preconceitos religiosos e a confusão que as pessoas fizeram do termo. Mas espiritualidade não é religiosidade. Algumas organizações passaram a contratar profissionais para atuar internamente, desenvolvendo valores e princípios alinhados à cultura organizacional, pois reconheceram que a produtividade aumenta seguramente quando o profissional tem ciência do propósito institucional, compreende o sentido do que está fazendo e sabe que está contribuindo com algo maior. No Brasil, por exemplo, algumas organizações começaram a contratar Gerentes de Felicidade para atuarem internamente, desenvolvendo técnicas e usando metodologias que promovem a conjugação das inteligências, inclusive a espiritual.

Os colaboradores que atuam com as inteligências conjugadas nunca se limitam a ser meros operadores. Eles são proativos, atenciosos, confiáveis, persistentes, comprometidos, felizes, inspiradores e engajados. Lidam bem com pressão e são resilientes. Acima de tudo, são criativos e capazes de oferecer sugestões excelentes para o bem de todos.

Alcançar essa maturidade não é uma questão de talento, mas sim, de esforço. Primeiro, a pessoa precisa gerenciar seu conhecimento. O que ela sabe pode ser aperfeiçoado, mas isso depende do quanto está disposta a buscar informações e transformá-las em atitudes.

Além do conhecimento, dois outros elementos são necessários para a conjugação das inteligências: o entendimento e a sabedoria. Entendimento é a capacidade de julgar as consequências dos atos, de tal modo que o profissional passa a avaliar com mais responsabilidade suas ações, não corrompe os processos, é diligente e comprometido com o compliance da organização. Sabedoria é o elemento que imprime a espiritualidade. Neste sentido, o profissional está mais preocupado com o propósito, com a sustentabilidade, com o senso de integralidade e com os impactos sociais.

Os tempos desafiadores – o presente e o futuro – precisam de pessoas completas, integrais, que interpretam os desafios diante de si e se antecipam para os possíveis problemas que poderão emergir. Esta qualificação tem que ser conduzida pela própria pessoa e não por sistemas externos. A tecnologia, o acesso à informação e o conhecimento estão disponíveis; todos podem melhorar seu desempenho, desde que sejam disposicionais e enérgicas. 



Aécio Ribeiro Filho - especialista em liderança, professor, mentor de líderes, pastor evangélico e autor do livro “Liderança Disposicional”


Microaposentadoria exige planejamento: veja como começar com 3 dicas prática

Pausas estratégicas ao longo da carreira são tendência entre os jovens. Saiba como se preparar financeiramente para aproveitar cada uma delas

 

Garantir qualidade de vida ao longo de toda a carreira, e não apenas no fim dela, tornou-se uma prioridade para muitos profissionais. Nesse contexto, o conceito de microaposentadoria vem ganhando força, especialmente entre a geração Z. A proposta é simples: em vez de esperar pela aposentadoria tradicional, fazer pausas planejadas e curtas – que podem durar de alguns meses a um ano – para recarregar as energias, investir em projetos pessoais, estudar ou viver novas experiências.

Esse modelo exige organização financeira e disciplina. Por isso, contar com uma previdência complementar é fundamental para quem deseja implementar essa prática sem comprometer sua estabilidade. Para quem deseja começar a planejar a própria microaposentadoria, os especialistas em gestão financeira da Unicred União dão três dicas:


1.    Comece cedo: Quanto antes você iniciar sua previdência complementar, maior será o tempo de capitalização dos seus recursos. Mesmo valores pequenos investidos com regularidade podem se transformar em uma reserva significativa no prazo planejado.


2.    Defina objetivos claros: Estabeleça metas de curto e médio prazo para suas microaposentadorias, como viajar, fazer um curso ou passar um tempo sabático. Ter um propósito ajuda a manter o foco e a disciplina nos aportes mensais.


3.    Escolha um plano adequado ao seu perfil: Com orientação especializada, é possível personalizar sua previdência para atender às suas metas de vida, escolhendo entre diferentes perfis de risco e estratégias de investimento.





Unicred União

O desafio de se preparar para um futuro em constante mudança

 

Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial revela que 22% dos empregos atuais devem desaparecer até 2030. Esse movimento, impulsionado principalmente pelo avanço tecnológico, já começa a chamar a atenção do setor educacional. Afinal, a educação tem um papel fundamental nesse cenário: além de impulsionar a produtividade, precisa preparar os profissionais para as novas realidades do mercado.

Por outro lado, o estudo também projeta a criação de 170 milhões de novos empregos, especialmente em áreas como Inteligência Artificial, Big Data, redes e segurança cibernética, além de valorizar o pensamento criativo e as habilidades individuais. Diante dessa perspectiva, as escolas precisam ampliar sua abordagem e preparar os alunos para um mercado onde o trabalho em equipe será essencial. Cada um vai precisar aprender a trabalhar em um time integrado, mas com habilidades diferentes.

Além das transformações tecnológicas, fatores como incertezas econômicas, mudanças geopolíticas, transição verde e novas dinâmicas demográficas também influenciarão a criação de profissões até o fim da década. Nesse contexto, o papel dos professores se torna ainda mais estratégico. Ao incorporar essas tendências em suas abordagens, eles não apenas preparam os alunos para um mercado em evolução, mas também incentivam o desenvolvimento de novas competências. Para isso, é fundamental que os educadores acompanhem como as novas carreiras se conectam às questões globais.

Um exemplo de iniciativa que prepara os alunos para as profissões do futuro é a metodologia Criando Juntos, do programa De Criança Para Criança (DCPC). Esse método acompanha o desenvolvimento dos estudantes desde a infância, estimulando a criatividade, a inovação e o protagonismo. Com foco tanto no crescimento individual quanto no trabalho em equipe, a abordagem coloca a criança no centro do aprendizado, oferecendo ferramentas para que ela explore seu potencial e desenvolva habilidades essenciais para o futuro.

O programa De Criança Para Criança já transformou mais de 3 mil histórias criadas por alunos em animações, promovendo aprendizado e inovação. Por meio da metodologia Criando Juntos, a iniciativa leva recursos tecnológicos para escolas ao redor do mundo, preparando os estudantes para as profissões do futuro. Além de explorar novas ferramentas, os alunos desenvolvem roteiros sobre temas diversos, como conflitos históricos, questões ambientais e sustentabilidade, ampliando seu repertório e estimulando a criatividade.





Gilberto Barroso e Vitor Azambuja - são especialistas em educação e fundadores do De Criança Para Criança, startup que coloca os alunos no centro do aprendizado, transformando histórias em animações educativas e que hoje além do Brasil atua na Europa, com sede na Finlândia e escolas parceiras lá, na Espanha, Dinamarca, Alemanha e Ucrânia.


Feudalismo digital: quais seus prejuízos ao crescimento do mercado?

Diariamente, o mundo gera cerca de 2,5 quintilhões de dados (2,5 Exabyte), segundo a IBM. Mas, o acesso a esses ativos não é tão equilibrado assim. Grandes players do mercado centralizam a maioria deste volume de informações, gerando uma economia completamente dependente do fluxo que roda dentro destes que podemos denominar feudos digitais. A monopolização destes senhores feudais na sociedade é extremamente perigosa, o que pode prejudicar não apenas uma maior competitividade do mercado, como sua capacidade de destaque e inovação perante um crescimento contínuo.

Este termo, já cunhado há um bom tempo, se refere aos antigos donos das terras que direcionavam pessoas para trabalharem em suas cadeias de plantio. Hoje, a premissa se mantém, alterando as terras para o ambiente digital, sendo seus donos representados por grandes empresas detentoras dos dados dos usuários, incluindo Google, Meta, Amazon e muitas outras.

Nestes modelos de negócios, os ativos colhidos dos usuários são estrategicamente explorados visando alguma fonte de renda – criando uma dinâmica de lucro pautada no domínio deste acesso contínuo e acesso às fontes geradoras de informação frente aos serviços digitais, mesmo problema preocupante que também ocorria no antigo feudalismo.

São poucos os senhores feudais digitais que centralizam a maioria desses ativos, gerando uma inevitável dependência deles. Afinal, sem esses acessos digitais, não conseguiríamos nos comunicar nas mais diversas redes sociais, realizar pesquisas aprofundadas nos buscadores globais, e ter acesso a informações em tempo real sobre tudo o que acontece mundialmente.

Somos monopolizados pela economia exclusiva que roda dentro desses feudos digitais e, diante de eventuais mudanças que ocorrerem internamente, nos resta nos adaptar a essas alterações, para que continuemos tendo acesso ao que ocorre nestes ambientes. Uma dependência inevitável aos “servos” (usuários) que não se veem diante de outra possibilidade de escolha diante de um universo constantemente conectado.

Ao resto do mercado, os prejuízos dessa monopolização são ainda maiores. Isso porque, para que tenham acesso a um pedaço deste feudo digital, os custos acabam sendo bem maiores devido a essa centralização nas mãos de poucos, exigindo um maior investimento financeiros em prol de uma maior visibilidade online. Porém, não são todas as empresas que conseguem ter uma gestão econômica eficaz que permita este tipo de direcionamento financeiro.

Os investimentos em marketing digital, segundo estimativas da WebFX, apresentam uma enorme variação, podendo ir de US$ 50,00 à US$ 6.000,00 por mês. Para empresas de pequeno e médio porte, é muito difícil conseguir direcionar tamanhas quantias constantemente, o que faz com que percam espaço para concorrentes que tenham uma melhor gestão e estruturação nesse sentido e, consequentemente, que percam sua capacidade inovadora para se destacarem. 

A segurança dessas informações também não é tão garantida assim, outro ponto negativo que precisa ser destacado. Em 2024, como exemplo, cerca de 2.500 documentos do Google foram vazados, dos quais se encontravam detalhes sobre como a empresa coleta, armazena e utiliza informações dos usuários, incluindo cliques e bases de navegação do Chrome. Mesmo diante de tantas leis direcionadas a assegurar a implementação de sistemas de segurança, o que se vê, na prática, ainda é bastante falho.

Quem compreende a regra do jogo, consegue se beneficiar dessa dinâmica e conduzir as partidas a seu favor. Contudo, nem todos terão a mesma igualdade de acesso e oportunidades de investimento nesses recursos, para que consigam um maior pedaço de terra nesses ambientes. Algo, de fato, bastante difícil para aqueles que não conseguem uma melhor oportunidade neste conglomerado.

Cada plataforma, com seu respectivo senhor feudal, estabelece suas próprias normas aos interessados em usufruir de suas terras, uma diversidade que precisa ser melhor regulamentada para que seu acesso não seja tão restrito aos que tiverem maiores recursos financeiros para isso. Junto a isso, algo ainda mais primordial é a educação e capacitação dos profissionais para que compreendam, com profundidade, como funciona essa dinâmica, e como se proteger para evitar riscos de vazamentos ou roubos que, infelizmente, são frequentes ao redor do mundo.

É necessário adotar medidas de conscientização que evitem que esses senhores feudais ganhem poderes cada vez maiores. Quanto mais os jogadores compreenderem essas regras e souberem utilizá-las a seu favor, maiores serão as chances de usufruírem destes benefícios que a conectividade traz para o potencial competitivo do mercado.  


Alexandre Pierro - mestre em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.  

ISO de inovação

 www.isodeinovacao.com.br

 

Anguilla além das praias: cultura vibrante e experiências encantam visitantes o ano todo


Crédito: Anguilla Tourist Board

 

Muito além das paisagens paradisíacas que costumam ilustrar os cartões-postais, Anguilla conquista viajantes com sua rica cultura, arte vibrante e sabores autênticos. O destino caribenho oferece, durante o ano inteiro, atividades e experiências que revelam a verdadeira alma da ilha. 

 

O lugar é famoso por suas águas azul-turquesa e areias brancas, mas é na convivência com a população local e nas vivências culturais que muitos turistas descobrem o verdadeiro encanto da região. Trilhas, galerias de arte, drinks típicos ao pôr do sol e uma culinária que respeita as tradições familiares são apenas algumas das formas de mergulhar nesse universo acolhedor e autêntico. 

 

Abaixo estão alguns dos passeios e atividades mais populares entre os viajantes: 

 

Passeios por terra e mar revelam tesouros escondidos 

A empresa Freedom Rentals, com unidades em Blowing Point (a apenas 3 minutos a pé do terminal de ferry) e em Sandy Ground (ao lado do Elvis Beach Bar), oferece passeios incríveis para quem quer descobrir os encantos naturais e escondidos de Anguilla. As opções vão de veículos tipo quadriciclo (ATV) a passeios de barco, catamarã, mergulho com snorkel e cruzeiros ao pôr do sol. Uma oportunidade perfeita para se conectar com a natureza e viver momentos únicos. Para agendar seu passeio, envie um e-mail para: freedomrentalsaxa@gmail.com ou mande uma mensagem pelo WhatsApp: +1 (264) 581 2830. 

 

Arte caribenha ganha espaço em galeria local 

Outro ponto de destaque é a Devonish Art Gallery, liderada pelo escultor e ceramista Courtney Devonish, ativo na cena artística desde 1988. Com obras em madeira, pedra e argila, o artista anguilano mescla técnicas locais com influências internacionais, como as contas africanas que passou a usar após uma viagem ao Quênia nos anos 90. 

A galeria reúne peças exclusivas de arte caribenha, cerâmicas e joias feitas à mão, e pode ser visitada na Route 1, 2640, em Anguilla. 

 

Culinária raiz com sabor caseiro 

Uma visita a Anguilla não estaria completa sem experimentar os sabores locais. Gorgeous Scilly Cay é uma charmosa ilha privada administrada há 35 anos pela família Wallace. Lá, você pode saborear pratos como lagosta grelhada, caranguejo de água doce e o famoso peixe pargo assado em papel alumínio com manteiga de alho, pimentões e cebola. Outro destaque é o frango grelhado com um molho secreto da casa. Para acompanhar, o tradicional ponche de rum Scilly, muito apreciado na região. O espaço também está disponível para eventos privados, tanto durante o dia quanto à noite. Para mais informações, mande um e-mail para gorgeousscillycay@gmail.com ou entre em contato pelo telefone: +1 (264) 235-5000.  

Para mais informações, confira a publicação, em inglês, do Anguilla Tourist Board Uniquely Anguilla. Visite o site oficial: www.IvisitAnguilla.com. E siga-nos no Instagram: @VisiteAnguilla. Hashtag: #MyAnguilla   

 

Anguilla

Aninhada no nordeste do Caribe, Anguilla é uma beleza tímida, com um sorriso caloroso. Formada por coral e calcário, coberta de verde, a ilha é brindada com 33 praias de areias brancas e água azul turquesa, consideradas as mais bonitas do mundo pelos viajantes mais experientes e pelas principais revistas de viagens. Uma cena culinária fantástica, uma grande variedade de acomodações de qualidade com preços variados, uma série de atrações e um calendário rico em festivais fazem de Anguilla um destino atraente e fascinante. Anguilla fica fora dos roteiros mais populares do Caribe, por isso, manteve um caráter e apelo encantadores. No entanto, pode ser facilmente acessada via Miami, Porto Rico ou St. Maarten. Romance? Elegância pé na areia? Chique descomplicado? Felicidade sem limites? Anguilla é Beyond Extraordinary (“mais que extraordinária”, em tradução livre). Acesse www.ivisitanguilla.com


Feira de empregabilidade oferece 800 vagas nesta sexta, em Goiânia

Além de se candidatar à vaga, os interessados poderão participar de palestras sobre empregabilidade, de oficina para aprender a fazer seu próprio currículo e redigir e-mails corporativos. Haverá ainda serviços de saúde, como testagens rápidas de ISTs, verificação de pressão, entre outros. Tudo gratuito

 

Em continuidade à missão de promover oportunidades de inserção no mercado de trabalho, o Grau Técnico Goiânia realiza na próxima sexta-feira (09), das 9h às 13h, a 5ª edição da sua Feira de Empregabilidade. A ação acontece na própria unidade, localizada na Avenida Goiás, nº 959, Setor Central, e é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia.

São mais de 800 vagas confirmadas em áreas como atendimento, administração, saúde, finanças e serviços gerais. Algumas das oportunidades incluem os cargos de atendente de farmácia, balconista, operador de caixa, auxiliar administrativo, cuidador de idosos, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, auxiliar financeiro e estoquista. As vagas contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental até a graduação.

Empresas como Rede Tático, Grupo Fleury, SeuRH, IEL, Grupo Smart Fit, Albert Einstein, Laboratório Prevenção, ISBEST, Osceia, Itambé, Bretas, Portal do Estágio e Drogasil estarão presentes com estandes para coleta de currículos e realização de cadastros, além de conduzirem processos seletivos no local. 

De acordo com Camila Gonçalves, gestora da unidade, os empregadores estão oferecendo, além de salário e direitos legais, outros benefícios com objetivo de atrair e reter bons profissionais. “É uma oportunidade”, diz. 

De acordo com a gestora da unidade, a Feira de Empregabilidade é mais do que um evento de seleção de pessoal. “É uma chance concreta para que os participantes se preparem, se apresentem bem e sejam vistos pelas empresas. O objetivo é transformar vidas por meio da educação e do trabalho”, complementa. 

Camila também destaca que, atualmente, as empresas recrutadoras estão cada vez mais atentas a competências comportamentais que fazem diferença no ambiente profissional. Entre os pontos mais observados, segundo a gestora, estão a assiduidade e pontualidade, o conhecimento geral da organização, a disponibilidade e flexibilidade, a ética no ambiente de trabalho, a capacidade de integração e relacionamento interpessoal, além do marketing pessoal e do foco em metas e produtividade.

 

Programação 

Além de promover o encontro direto entre candidatos e empresas, a Feira de Empregabilidade também oferece suporte para quem deseja se qualificar. Durante o evento, acontecerão vários treinamentos rápidos e, ainda, alguns serviços de saúde gratuitos realizados pelos instrutores dos cursos profissionalizantes da área de saúde do Grau Técnico.

A programação tem início às 8h30 com uma apresentação institucional do Grau Técnico e da Agência da Empregabilidade. Às 9h30, será realizada a palestra “Como aumentar sua empregabilidade”.

Também haverá uma oficina prática de elaboração de currículos e e-mails corporativos, das 8h30 às 11h30, no laboratório de informática. Já no laboratório de saúde, das 8h30 às 12h, os visitantes terão acesso a serviços gratuitos de testagem rápida de ISTs, verificação de pressão arterial e orientações sobre saúde.

 

Grau Técnico

O Grau Técnico é o carro-chefe do grupo Grau Educacional. Com mais de 130 unidades presentes em todas as regiões do país, o Grau Educacional oferece mais de 60 cursos nas áreas de saúde, tecnologia, indústria, gestão e negócios. Atualmente, o Grau já conta com mais de 200 mil alunos matriculados.

 

Serviço:

Feira de Empregabilidade Grau Técnico | Goiânia

Quando: 09 de maio, sexta-feira, das 9h às 13h

Onde: Grau Técnico - Av. Goiás, 959, Setor Central, Goiânia


Ação "Contrate uma Mãe" oferece mais de 750 vagas de emprego no CIC Oeste

Até 30 de maio, a Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), por meio do Centro de Integração da Cidadania (CIC) Oeste, realiza a ação “Contrate uma Mãe”, com foco na empregabilidade de mulheres, especialmente mães e mães solo.

Durante o período, serão oferecidas mais de 750 vagas de emprego, em parceria com as empresas GI GROUP Recursos Humanos Ltda, Grupo Facility/Assaí, Pronatec Equipamentos Indústria e Comércio Ltda, Kadosh e Grupo Polly Service. O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira, na sede do CIC. As interessadas devem comparecer ao local com os seguintes documentos: RG, CPF, currículo impresso atualizado e Carteira de Trabalho (física ou digital).

 

Data: até 30 de maio de 2025 - Segunda a sexta-feira

Horário: Das 9h às 17h

Endereço: Estrada das Taipas, 990 - Parque Nações Unidas, São Paulo - SP

Localização: https://maps.app.goo.gl/ZZNYAMPPfWeoCBmz6


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