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sexta-feira, 14 de março de 2025

Planejamento financeiro: 6 passos para manter a saúde financeira

Estratégias práticas para se manter com mais segurança financeira ao longo do ano

 

Para muitas famílias brasileiras, a gestão financeira é um desafio constante. Despesas que se acumulam desde o início do ano, altos juros do cartão de crédito e economia mundial instável podem trazer consequências ao longo dos meses, afetando diretamente o orçamento doméstico. Por isso, é fundamental ter um planejamento cuidadoso das finanças ao longo de todo o ano. 

Segundo dados do Serasa, em janeiro de 2025, o número de brasileiros endividados alcançou 73,10 milhões, um dos índices mais altos dos últimos tempos. Entre as famílias de menor renda, o cenário é ainda mais crítico: 81,1% estão endividadas, com 37,5% relatando dívidas em atraso. 

Pensando em ajudar as famílias a enfrentar os desafios financeiros, Fernanda Ribeiro, CEO da Conta Black, preparou seis dicas práticas que podem ajudar a organizar as finanças e garantir mais tranquilidade ao longo do ano.

 

1. Crie um orçamento detalhado

Anote todas as suas receitas, incluindo salário e renda extra, por exemplo. E as despesas, dividindo em fixas como aluguel, contas, e variáveis como alimentação e lazer. Utilize planilhas, aplicativos ou cadernos para acompanhar seus gastos. Defina metas de gastos para cada categoria e monitore seus progressos.

 

2. Controle o uso do cartão de crédito

Embora prático, o cartão de crédito pode se tornar uma armadilha. Sempre que possível, prefira pagamentos à vista para aproveitar descontos. Caso opte pelo parcelamento, defina um limite mensal e monitore suas parcelas para evitar acúmulo de juros.

 

3. Planeje despesas temporárias

Inclua no seu orçamento as despesas que não são mensais, como IPVA, IPTU, material escolar, seguros, etc. Divida o valor total dessas despesas por 12 meses e reserve essa quantia mensalmente para não ser pego de surpresa. Se possível, antecipe o pagamento dessas despesas para aproveitar descontos.

 

4. Renegocie dívidas quando necessário

Se estiver com dificuldades para fechar as contas, não hesite em buscar uma renegociação. Muitos credores oferecem condições mais vantajosas, como redução de juros ou prazos estendidos, para facilitar o pagamento.

 

5. Priorize os pagamentos essenciais

Organize o orçamento com foco nas despesas prioritárias, como água, luz, IPVA, IPTU e matrículas escolares. Na compra de materiais escolares, dê preferência a pagamentos à vista com desconto ou opte por parcelamentos que não comprometam outras obrigações financeiras.

 

6. Crie uma reserva financeira para imprevistos

Destine uma parte do orçamento para uma reserva de emergência. Esse fundo ajudará a lidar com imprevistos, como despesas médicas ou consertos de veículos, sem recorrer ao crédito. Comece com uma meta modesta, como cobrir um mês de despesas essenciais, e aumente gradualmente para atingir de três a seis meses. O importante é reservar um valor fixo mensal, mesmo que pequeno, com consistência.

 

Conta Black

“Persuadir não é manipular! E entender a diferença pode ser a chave para uma comunicação de sucesso nos negócios”

Está nas conversas verdadeiras, com perguntas interessadas e menos respostas prontas, o caminho assertivo para uma comunicação verdadeiramente persuasiva

 

Sabe quando você disse sim para uma caminhada de fim de tarde com o amigo que o convidou justificando que voltariam “mais relaxados” e trabalhariam melhor no dia seguinte? Você foi persuadido e provavelmente não percebeu.

Antes que lembre de momentos iguais a esse e talvez até se surpreenda por perceber que foi persuadido, é importante dizer que não existe nada de errado em ser o alvo dessa estratégia ou usá-la a seu favor. Inclusive, a melhor estratégia de persuasão é aquela que não é percebida. É como um truque de mágica: se você descobre, a magia acaba.


Mas diferente de um truque, na comunicação persuasiva não há espaço para ilusão ou mentiras.


Nas palestras e treinamentos que facilito, é comum observar a confusão entre persuasão e manipulação. Fundamental dizer que são conceitos diferentes. Por desconhecer isso, muitos profissionais rotulam a comunicação persuasiva como um artifício moralmente errado. Neste texto, eu explicarei por que ela não é.


 

Vamos começar diferenciando persuasão, convencimento e manipulação?


Persuasão é uma palavra que deriva do latim “persuadere”, numa tradução livre significa aconselhar alguém até fazê-lo agir de acordo. Persuasão pressupõe ação. É dizer sim, é comprar, é fazer. Observe que é diferente de convencer, pois posso estar convencido de que fazer exercícios físicos é importante, mas nem sequer me matricular em uma academia.


Percebeu que convencer é vencer só no campo das ideias?


Persuadir é agir.


Já a manipulação é o caminho moralmente errado.


Manipular pressupõe mentir, omitir informações ou distorcer fatos para levar alguém à ação. Não vamos entrar neste momento em uma discussão sobre valores, ética e moral, mas racionalmente, quem escolhe manipular faz isso porque falta clareza para construir argumentos bem fundamentados que justifiquem o benefício mútuo da ideia.


Em outras palavras, se nem você sabe bem por qual razão seu produto, serviço, ideia ou recomendação podem fazer a diferença, como espera que o público saiba?


A não ser que a sua intenção seja mesmo a de enganar ou prejudicar alguém – e gosto de acreditar que não –, alerto que a manipulação é usada mesmo sem querer quando buscamos resultados rápidos. Na pressa, acaba faltando tempo, esforço e técnica para descobrir o que é importante para quem vai se sentar na sua frente ou vai acompanhá-lo do outro lado da tela.


Entenda que a sua empresa ou ideia podem ser as coisas mais importantes do mundo para você, mas para um público que tem sonhos, desejos, necessidades e problemas reais, acredite, dizer que você é uma empresa inovadora pouco vai importar.



Não pode fazer sentido somente para você


Quando você entende o que faz sentido para quem está sentado na sua frente e não o que faz sentido somente para você ou para a sua empresa, o caminho para a persuasão começa a ser construído.


Entender tudo isso pode até ser útil, mas não paga as suas contas, acertei? Possivelmente você espera que eu aponte caminhos para a persuasão que ultrapassem a barreira do “gerar consciência” sobre ela.


Algumas rotas úteis para ser mais persuasivo incluem comportamentos básicos, mas muito negligenciados: investir tempo para conversar com seus clientes ou públicos ideais; fazer mais perguntas e ter menos respostas prontas; entender por que compram de você, descobrir quais são os seus maiores desafios e necessidades; perceber como as pessoas veem você ou a sua empresa.


Ouça e depois volte para a sua mesa, fale em voz alta o que descobriu em cada conversa e se responda: como o que eu faço pode ser útil?


O que vem a seguir pode ser usar o que importa para o seu público na construção das narrativas que vão guiar a sua comunicação, seja em um pitch de vendas ou em uma reunião. Quanto mais investimento emocional, mais persuasão. Mas esse é assunto para uma outra conversa.

 

Agora que você já identificou que a persuasão é uma estratégia não só eficaz, como também moralmente adequada, me conta qual vai ser a próxima situação que você vai usar a comunicação persuasiva?   





Giovana Pedroso - TEDx Speaker, jornalista e especialista em comunicação



EUA removem exigência de vacina contra COVID-19 para vistos de imigrantes

Os Estados Unidos eliminaram o requisito de vacina contra a COVID-19 para requerentes de visto de imigrante. Desde o último dia 11 de março, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) removeram as instruções técnicas relacionadas ao requisito de vacinação contra a COVID-19 fornecidas anteriormente aos médicos do painel, encerrando efetivamente o mandato para que requerentes de visto de imigrante sejam vacinados contra a COVID-19. 

Os médicos do painel não determinarão mais se um requerente de visto de imigrante é inelegível para viajar com a ausência de documentação da vacina contra a COVID-19. O Departamento de Estado dos EUA esclareceu que as embaixadas e consulados dos EUA não negarão solicitações de visto de imigrante que não forneça a prova de vacinação contra a COVID-19, em linha com a orientação atualizada do CDC.

 

O advogado licenciado nos Estados Unidos e especialista em imigração Vinícius Bicalho, da Bicalho Consultoria, explica que essa medida tende a aumentar o número de pedidos e facilitar o acesso de imigrantes legais para os Estados Unidos.

 

"As embaixadas e consulados dos EUA não recusarão mais um pedido de visto de imigrante por falha na apresentação da documentação de que receberam a vacinação contra a COVID-19. Isso favorece os pedidos e abre uma nova oportunidade de solicitação para quem teve algum impedimento por conta da vacinação", destaca.

 

Para requerentes cujos pedidos de visto foram negados anteriormente devido à falha em estabelecer a vacinação contra a COVID-19, aqueles com exames médicos não expirados que ainda são válidos para viajar para os Estados Unidos agora podem solicitar um novo exame médico de um médico do painel sem custo adicional. O Departamento de Estado dos EUA declarou que os requerentes afetados devem entrar em contato com a Embaixada ou Consulado dos EUA onde solicitaram seu visto de imigrante para fazer esta solicitação.

 

GREENCARD


Anteriormente, o requisito de vacinação contra a COVID-19 para requerentes de green card dentro dos EUA já havia sido suspenso. O governo Trump anunciou a remoção do requisito de vacina contra a COVID-19, com efeito a partir de 22 de janeiro. O US Citizenship and Immigration Services (USCIS) anunciou que os requerentes do green card não são mais obrigados a enviar documentação de vacinação contra a COVID-19 com seus relatórios médicos do Formulário I-693, eliminando todos esses mandatos. O USCIS esclareceu que não emitirá solicitações de documentação adicional ou negará solicitações somente com base na falha em fornecer prova de vacinação contra a COVID-19.

 

Além disso, o USCIS declarou que não rejeitará solicitações de green card devido à ausência de documentação de vacinação contra a COVID-19. Desde dezembro passado, o USCIS introduziu uma política que exige que o relatório médico seja enviado junto com o Formulário I-485 de solicitação de green card, atualizando a disposição anterior que permitia o envio em uma data posterior.




Bicalho Consultoria Legal
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Quatro passos essenciais para lidar com overbooking em viagens

No Dia do Consumidor, saiba quais são os seus direitos e como minimizar os impactos se for impedido de embarcar

 

 

No Dia do Consumidor, é essencial estar informado sobre seus direitos, especialmente em situações que podem impactar suas viagens, como o overbooking. Esse problema ocorre quando as companhias aéreas vendem mais passagens do que a quantidade de assentos disponíveis, prevendo possíveis cancelamentos. Se todos comparecem, alguns passageiros podem ser impedidos de embarcar. Confira as principais orientações do especialista Leonardo Bastos, CEO da Biztrip, para evitar e lidar com essa situação.

 

Seus direitos em caso de overbooking 

Se for impedido de embarcar, a companhia aérea deve oferecer assistência de acordo com o tempo de espera:

  • A partir de 1 hora: acesso à internet e telefone.
  • A partir de 2 horas: alimentação (voucher, lanche ou refeição).
  • A partir de 4 horas: hospedagem (se houver pernoite) e transporte.

Além disso, você tem direito à reacomodação imediata em outro voo ou ao reembolso integral da passagem. Caso não haja voluntários para desistirem do embarque, a companhia é obrigada a indenizar os passageiros impedidos, conforme as normas da ANAC.

 

Cinco dicas para reduzir o risco de overbooking 

  1. Faça o check-in cedo para garantir sua vaga.
  1. Escolha tarifas com prioridade de embarque.
  1. Acumule milhas e status em programas de fidelidade, pois passageiros frequentes tendem a ter prioridade.
  1. Evite voos em horários de pico, quando o risco de overbooking é maior.
  1. Esteja atento às regras da companhia aérea para saber como proceder caso seja afetado. 

"A prevenção é a melhor estratégia. Pequenas ações, como chegar cedo ao aeroporto e escolher a tarifa adequada, podem evitar muitos transtornos", orienta Bastos.

 

3. O que fazer se for vítima de overbooking?

  • Solicite explicação formal da companhia aérea.
  • Exija a assistência imediata (alimentação, hospedagem, transporte).
  • Peça reacomodação em outro voo ou reembolso integral.
  • Caso seja retirado involuntariamente do voo, exija a indenização obrigatória.
  • Se seus direitos não forem respeitados, registre uma reclamação na ANAC ou em órgãos de defesa do consumidor. 

"Ter clareza sobre os direitos e agir rapidamente são as melhores formas de lidar com essa situação. Muitas vezes, os passageiros não sabem o que exigir e acabam aceitando soluções desfavoráveis", alerta Bastos.

 

4. Para empresas: como evitar prejuízos com overbooking?

O overbooking pode gerar custos extras para empresas que compram passagens para colaboradores, impactando reuniões, eventos e cronogramas de trabalho.

"Um time preparado para agir rapidamente garante soluções eficientes para reacomodar passageiros e minimizar prejuízos. Uma plataforma especializada também permite maior controle sobre as viagens, evitando imprevistos e otimizando custos", explica Bastos.

 

No Dia do Consumidor, conhecer seus direitos e se planejar bem pode fazer toda a diferença na sua viagem!

 

Como as mulheres estão moldando o futuro da consultoria no Brasil


A presença feminina no mercado de consultoria tem se consolidado como uma força transformadora, trazendo novas perspectivas e abordagens para um setor historicamente dominado por homens. Esse avanço, contudo, é resultado de um processo de adaptação estratégica e superação de desafios. Mulheres que almejam cargos de liderança precisam não apenas demonstrar competência e expertise, mas também enfrentar barreiras estruturais que ainda limitam sua ascensão. 

Em um ambiente que exige decisões rápidas e eficazes, a diversidade de pensamento proporcionada pelas lideranças femininas se tornou um diferencial estratégico. Empresas com maior diversidade de gênero nos altos cargos têm desempenho financeiro superior em até 27% em relação àquelas menos diversas, conforme apontado por um relatório da McKinsey & Company. No setor de consultoria, onde a capacidade analítica e o conhecimento especializado são fundamentais, essa diversidade é ainda mais valiosa, pois amplia as perspectivas e melhora a tomada de decisão.

 

Avanços e desafios da liderança feminina no Brasil 

Nos últimos anos, a participação das mulheres em cargos de liderança tem mostrado avanços consistentes. Em 2023, elas ocupavam 38% desses postos nas grandes empresas brasileiras, mantendo a proporção do ano anterior, segundo levantamento da FIA Business School. Esse progresso é significativo se comparado a 2019, quando apenas 25% dos cargos de liderança eram ocupados por mulheres, de acordo com a Grant Thornton. 

No entanto, a equidade plena ainda está longe de ser alcançada. Mulheres continuam sub-representadas nos conselhos administrativos e em cargos de decisão estratégica, ocupando apenas 29% das posições de liderança sênior globalmente. Além disso, a necessidade de equilibrar carreira e vida pessoal permanece como um obstáculo significativo. Muitas mulheres enfrentam jornadas duplas, sendo responsáveis por tarefas domésticas e de cuidado, o que impacta diretamente sua disponibilidade para assumir posições de alta gestão.

 

Competências que impulsionam a liderança feminina na consultoria 

A liderança feminina tem sido um motor de transformação nas organizações, especialmente no setor de consultoria. Entre as principais competências que se destacam estão:

  • Capacidade de priorização e tomada de decisão estratégica: Mulheres líderes demonstram eficiência ao estabelecer prioridades e direcionar esforços para o que realmente gera impacto.
  • Comunicação eficaz e inteligência emocional: A habilidade de criar conexões, gerenciar conflitos e fomentar um ambiente colaborativo fortalece equipes e impulsiona resultados.
  • Fomento à diversidade e inclusão: Líderes femininas desempenham um papel essencial na criação de espaços mais equitativos e inovadores.
  • Adaptabilidade e visão estratégica: Em um mercado dinâmico, a capacidade de ajustar rotas e tomar decisões assertivas diante de mudanças é um diferencial.
  • Desenvolvimento e mentoria de talentos: Muitas mulheres em cargos de liderança priorizam a formação de novas lideranças, contribuindo para um ambiente de crescimento contínuo.


O impacto na cultura organizacional e nos resultados das empresas 

Estudos da Harvard Business Review indicam que times diversos tomam decisões até 87% mais eficazes do que equipes homogêneas. Empresas que valorizam a liderança feminina não apenas aprimoram a cultura organizacional, mas também colhem benefícios tangíveis, como:

  • Maior criatividade e inovação devido à diversidade de experiências e perspectivas;
  • Tomada de decisão mais assertiva, reduzindo vieses inconscientes;
  • Melhoria na retenção de talentos, uma vez que ambientes mais inclusivos são altamente valorizados pelos profissionais.


Estratégias para fortalecer a liderança feminina 

Para que mais mulheres ascendam a cargos estratégicos no setor de consultoria, algumas ações são fundamentais:

  • Programas de mentoria e networking: Apoio e conexões são essenciais para o desenvolvimento profissional das mulheres.
  • Criação de políticas de flexibilidade: Modelos de trabalho híbridos e licenças parentais equilibradas são fundamentais para viabilizar a ascensão feminina.
  • Promoção baseada em competências e resultados: Estabelecer processos claros de sucessão, garantindo que a ascensão profissional seja baseada no mérito.
  • Combate ao viés inconsciente: Treinamentos para conscientização sobre desigualdades estruturais são essenciais para criar um ambiente equitativo.
  • Fomento ao protagonismo feminino: Incentivar mulheres a se posicionarem, desenvolverem habilidades de negociação e ampliarem sua visibilidade no mercado.


O futuro da liderança feminina na consultoria 

Para transformar de fato o mercado de consultoria e garantir um ambiente mais igualitário, é necessário continuar investindo em medidas concretas de inclusão. A equidade de gênero não é apenas uma questão de justiça social, mas um fator essencial para o crescimento e a inovação no setor. 

Mulheres em posições de liderança não apenas impactam a cultura organizacional, mas também inspiram novas gerações a seguirem seus passos. O caminho ainda é desafiador, mas avanços significativos estão sendo conquistados. Cabe a empresas, lideranças e à sociedade como um todo garantir que esse movimento continue crescendo, consolidando um mercado mais diverso, inovador e equitativo.
 

Rafaela Lucena - atualmente é Head de Gente&Cultura e sócia da área de Soluções em RH na Bernhoeft, além de Coach Executivo e Mentora de Carreira. Com 15 anos de experiência em Recursos Humanos, liderou a implantação desta área em uma empresa nacional e promoveu mudanças estratégicas significativas, incluindo a disseminação do manifesto de cultura da Bernhoeft e o reposicionamento do RH como uma função estratégica.



Vagas: SP, MG e DF somam 90 oportunidades para jovens

  

Marcos Santos
USP Imagens

As vagas são destinadas para jovens, com idade entre 14 e 24 anos incompletos, que podem se inscrever gratuitamente no site da Demá até 18 de março

 

Estão abertas as inscrições para as 90 vagas disponíveis para jovens aprendizes nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. As oportunidades estão disponíveis para diversos setores da economia, com salários que podem chegar a R$ 1.518,00. A carga horária varia entre 4 e 6 horas diárias, conforme a função. As vagas podem ser preenchidas por jovens com idade entre 14 e 24 anos incompletos e que estejam estudando ou tenham terminado os estudos. 

Os interessados podem acessar as vagas no site da organização, onde vão preencher o cadastro e conferir os critérios para cada oportunidade. Juan Moreno, CEO da Demà, explica que o programa promove inclusão produtiva, formação profissional e acesso ao mercado de trabalho para jovens em situação de vulnerabilidade. 

“Temos cerca de 30 mil jovens aprendizes ativos em todo o país. O programa Demà Jovem abre um caminho de possibilidades para formação qualificada, geração de renda e impacto socioeconômico, não apenas para os jovens, mas também para suas famílias”, afirma. 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até 18 de março pelo site. Para participar é necessário atender aos seguintes pré-requisitos:
 

Idade: 14 a 24 anos incompletos (para PCDs, não há limite de idade).
Escolaridade: Estar matriculado e frequentando a escola regular ou já ter concluído o ensino médio.
 

Documentação obrigatória:

● Carteira de trabalho

● CPF e RG

● Maiores de 18 anos: título de eleitor e, para homens, certificado de reservista

● PIS (caso já tenha trabalhado com carteira assinada)
 

Vantagens de ser um Aprendiz

● Salário e carteira assinada

● Férias, 13° salário e FGTS

● Cursos profissionalizantes

● Carga horária de 4h ou 6h diárias



IA potencializa, pessoas transformam: O futuro do trabalho em evolução

Os avanços em Inteligência Artificial (IA) têm intensificado o debate sobre a capacidade das inovações tecnológicas substituírem funções e cargos profissionais. Para se ter uma ideia, o interesse no uso da IA cresceu consideravelmente nos últimos seis anos. De acordo com a pesquisa “The state of AI in early 2024: Gen AI adoption spikes and starts to generate value”, da McKinsey, 72% das empresas globais já aplicam a tecnologia, um avanço considerável se comparado aos 55% em 2023. A IA generativa — ramo da IA que cria novos conteúdos — também acompanha esse crescimento, saltando de 33% em 2023 para 65% no ano passado. Como acontece com toda inovação disruptiva, as discussões sobre seus impactos estão em alta.

Há quem afirme que a IA possui habilidades superiores às dos humanos em diversos aspectos, como adaptabilidade, aumento da produtividade por meio da automação, capacidade de processamento para identificar padrões e análise de contextos envolvendo grandes volumes de dados. Além disso, a IA tem o potencial de reduzir custos operacionais. O Fórum Econômico Mundial, inclusive, prevê que a IA substituirá 85 milhões de empregos até 2025. A boa notícia é que o relatório Future of Jobs Report 2025,  indica a criação de 170 milhões de novos postos de trabalho até 2030, impulsionados por áreas como IA, big data, redes, cibersegurança e alfabetização digital.

Ao meu ver, é essencial analisar a questão com prudência. A ascensão de softwares e dispositivos com IA embarcada é inevitável, mas, em vez de substitutos, essas tecnologias precisam ser vistas como assistentes pessoais, ampliando as competências das pessoas e transformando a dinâmica do trabalho. Hoje, grande parte das tarefas padronizadas, que envolvem grandes volumes de dados complexos, já podem ser realizadas com igual ou melhor desempenho e a um custo quase zero por IA e robôs. Ferramentas de aprendizado de máquina, robótica, automação e internet das coisas já impulsionam ganhos importantes de produtividade.

Este cenário se mostra positivo: ao automatizar tarefas simples e de baixo valor agregado, a IA permite que as pessoas dediquem seu tempo a atividades mais criativas, estratégicas e que demandam habilidades exclusivamente humanas, como pensamento crítico, criatividade, empatia, feeling e tomada de decisões éticas.

A insegurança diante dessas mudanças é compreensível, e o momento exige cautela e adaptação. As empresas buscam profissionais dispostos a expandir suas competências em uma jornada contínua de aprendizado. A IA desafia os profissionais a superarem o receio de mudanças e os convida a adotarem uma visão mais positiva sobre o futuro e as oportunidades que competências expandidas podem trazer para suas carreiras. Estamos diante da era da inteligência,  e é perceptível que estamos evoluindo e aprendendo nesta construção de uma nova fase de relacionamento entre o homem e a máquina, na qual o fator humano será essencial. Novas funções estão surgindo rapidamente, exigindo conhecimento técnico e habilidades específicas para garantir o funcionamento dessas tecnologias de acordo com as necessidades do mercado.

Um ponto de atenção é o acesso desigual à IA, que pode ampliar as distâncias sociais e econômicas. Organizações e países que não investirem no aprendizado e aplicação dessas tecnologias enfrentarão desafios na competitividade e inclusão, tanto no mercado de trabalho quanto no contexto pessoal. Esse problema tende a se agravar nos próximos anos, com o rápido avanço da IA.

Destaco que esse novo colaborador — ou, como já são chamados, os super workers — é formado com muito mais do que um treinamento ou reciclagem profissional. Trata-se de uma mudança de mindset, na qual o profissional assume um papel ativo na inovação. Cabe às empresas estimularem esse desejo de evolução, promovendo o acesso facilitado à tecnologia e orientando para que seu uso seja direcionado à busca de novas competências. Profissionais curiosos, inclinados ao aprendizado contínuo e capazes de transformar conhecimento em resultados coletivos serão cada vez mais valorizados.

Acredito que o conceito de unique human intelligence (UHI), ou inteligência única do ser humano, ganha ainda mais relevância nesse contexto. A colaboração entre a IA e a expertise humana tem o potencial de refinar e potencializar talentos, criando um ambiente onde ambos se complementam. Assim, características como a proatividade, criatividade, foco em resultado e capacidade de construir relacionamento com propósito serão essenciais. Até porque, para os mais céticos, vale lembrar de que mesmo com toda a revolução tecnológica que ainda está por vir, não há substituto para o bom senso, a ética, o relacionamento e a sabedoria humana.

 

Jussara Dutra — Diretora-executiva de Pessoas e Organização da Senior Sistemas 

 

Afinal, o que são Dados Sensíveis e por que são tão Importantes?

      Em um mundo cada vez mais digital, a coleta e o uso de informações pessoais se tornaram comuns. No entanto, alguns dados exigem um nível extra de proteção por estarem diretamente ligados à identidade e à privacidade dos indivíduos. Esses são os chamados dados sensíveis, que incluem informações como origem racial ou étnica, convicções religiosas, dados de saúde, orientação sexual, filiação sindical e dados biométricos ou genéticos.

      A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trata os dados sensíveis de maneira diferenciada, justamente pelo potencial de discriminação e riscos à privacidade que podem causar caso sejam usados indevidamente. Seu tratamento só pode ocorrer mediante consentimento explícito do titular ou em situações extremamente justificadas, como obrigações legais ou a proteção da vida e da saúde. Isso significa que empresas e instituições que lidam com esses dados devem adotar medidas rígidas de segurança e conformidade.

      A importância da proteção de dados sensíveis vai além da conformidade legal. Quando essas informações são expostas indevidamente, os impactos podem ser devastadores, desde discriminação e perseguições até fraudes e exclusão social. No setor da saúde, por exemplo, a divulgação de informações médicas sem autorização pode afetar contratações ou benefícios de seguros. Já no ambiente corporativo, o uso inadequado de dados sobre origem, crença ou orientação sexual pode comprometer a equidade e abrir espaço para violações de direitos fundamentais.

      Para garantir que esses dados sejam protegidos, a LGPD exige que empresas adotem medidas técnicas e organizacionais robustas, como criptografia, controle rigoroso de acessos, políticas internas claras e capacitação contínua de colaboradores. Além disso, a transparência no tratamento dessas informações é essencial para manter a confiança de clientes, funcionários e parceiros.

      Ignorar a proteção de dados sensíveis não é uma opção. Além do risco de multas e sanções, empresas que não se adequam à LGPD podem sofrer danos irreparáveis à sua reputação. A segurança e a privacidade não são apenas exigências regulatórias, mas um compromisso com a ética e o respeito aos direitos dos cidadãos.

      Sua empresa lida com dados sensíveis? A Data Protection Brasil pode te ajudar a garantir segurança, conformidade e boas práticas no tratamento dessas informações. Não hesite em entrar em contato conosco para compreender como podemos auxiliá-lo. Mantenha-se sempre atualizado e bem-informado sobre as mais recentes mudanças e aos casos relacionados a LGPD. 


Fonte: Gov.br


Escalar audiência sem estratégia pode custar caro: especialista aponta 5 dicas de como transformar seguidores em clientes reais

Empresas brasileiras utilizam marketing digital como estratégia de crescimento, mas apenas uma pequena parcela consegue transformar audiência em venda

 

Muitas empresas alocam investimentos substanciais na aquisição de seguidores, apostando na conversão dessa audiência em receita. No entanto, negligenciar a qualidade desse público e seu engajamento pode comprometer a eficácia da estratégia. Segundo a pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, realizada por Resultados Digitais, Mundo do Marketing e Rock Content, 94% das instituições brasileiras utilizam o marketing digital como principal ferramenta de crescimento, mas apenas uma fração consegue transformar seguidores em consumidores efetivos.

De acordo com Samuel Pereira, especialista em posicionamento, audiência digital e fundador da SDA holding, a atenção se tornou o maior ativo do mundo digital. “Apenas acumular seguidores, sem um posicionamento claro e um funil de vendas bem estruturado, desperdiça tempo e dinheiro”, afirma. Dados da consultoria Gartner indicam que os investimentos globais em marketing aumentaram de 6,4% em 2021 para 9,5% em 2022, demonstrando que gestores estão ampliando esforços para captar público, mas ainda enfrentam desafios na conversão.

Entretanto, para garantir retorno sobre esses investimentos, é preciso contar com um planejamento estratégico que inclua segmentação precisa, produção de conteúdo relevante e uso de automação para guiar os visitantes ao longo da sua jornada de compra. "Ter um milhão de seguidores sem engajamento é como ter um outdoor no meio do deserto. O que realmente importa é construir uma base de pessoas interessadas e prontas para comprar", reforça Samuel.

A escalabilidade digital não se limita ao crescimento do número de seguidores. Envolve, sobretudo, atrair um público qualificado que se engaje com a marca e avance na jornada de compra. “Apenas presença online não garante conversão, por esse motivo, tal abordagem tem se tornado essencial diante da competitividade nas redes sociais”, revela.

Como obter a tão sonhada conversão? 

Samuel destaca que o sucesso nesse processo depende de três fatores-chave, sendo que um deles é o posicionamento. “Trata-se de criar uma identidade clara e consistente nas redes sociais. O conteúdo estratégico também oferece valor real para a audiência, despertando interesse e confiança. Já a conversão eficiente ocorre também por meio do uso de ferramentas como landing pages, automação de e-mails e anúncios segmentados para guiar os seguidores até a compra”, aponta o especialista.

Empresas que desejam transformar atenção em faturamento devem seguir um roteiro bem definido. Um dos modelos desenvolvidos pelo especialista em posicionamento é o "Padrão de Escala”, que consiste em cinco estágios do crescimento digital:

1.Atração: Criar conteúdos virais e estratégicos para ampliar o alcance.

2.Engajamento: Estabelecer relacionamento com a audiência, incentivando a interação.

3.Autoridade: Posicionar-se como referência no nicho de atuação.

4.Conversão: Implementar estratégias diretas de venda, como lançamentos e campanhas segmentadas.

5.Fidelização: Transformar compradores em clientes recorrentes, garantindo longevidade no mercado.

Para Samuel, empresas que não seguem um funil estruturado perdem oportunidades valiosas. “No ambiente digital, a conversão não acontece por acaso. É preciso criar um sistema que guie o público até a compra de forma natural e previsível”, explica.

Um exemplo claro desse impacto vem de cases como o de Natalia Beauty, que, ao investir em posicionamento e produção de conteúdo de alta frequência, conseguiu crescer sua audiência digital de maneira acelerada e sustentável. “Não se trata apenas de números, mas de engajamento e conversão. O segredo para vender mais é construir uma audiência qualificada, posicionar-se estrategicamente e implementar um funil de vendas eficiente”, aponta.

Empresas que dominam esse processo ampliam sua presença digital e transformam seguidores em clientes, garantindo um crescimento sustentável e escalável no mercado online.

 

 

Samuel Pereira - Fundador da SDA Holding com ramificações como SDA Educacional, Eventos e Launch, destaca-se no mercado digital há mais de 14 anos. Vencedor do Big Idea Little Chair do Yahoo! e do Prêmio Jovem Brasileiro, criou mais de 60 sites e acumula mais de 200 milhões de visualizações e mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais. Autor de “Atenção! O maior ativo do mundo”, com prefácio de Luiza Helena Trajano.

Para mais informações, acesse: Instagram, Youtube, Facebook ou pelo site.

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