Pesquisar no Blog

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Falta de acompanhamento faz ceratocone progredir, diz pesquisa

Pesquisa explica a piora do ceratocone de 75% dos portadores e o crescimento do transplante de córnea no Brasil. Entenda.

 

No mundo todo o transplante de córnea está em queda, mas no Brasil a fila única da cirurgia quase triplicou nos últimos 10 anos. Segundo recente levantamento do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) saltou de 10.734 em 2014 para 28.937 em junho do ano. O que explica este aumento num País em que a Oftalmologia está entre as melhores do mundo? 

De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier de Campinas, um levantamento realizado nos prontuários de 920 portadores de ceratocone atendidos pelo hospital, revela que 690 deles ou 75% não realizam os exames no período prescrito pelos oftalmologistas.

 

O que é o ceratocone e como a lente pode piorar a doença

O oftalmologista afirma que o ceratocone é uma condição degenerativa que enfraquece as fibras de colágeno da córnea, lente externa e transparente do olho, responsável por 60% de nossa refração. A doença afina e curva a córnea que normalmente é esférica e passa a ter o formato de um cone. Altamente incapacitante, os sintomas do ceratocone são: troca frequente dos óculos, dificuldade de enxergar à noite, miopia associada ao astigmatismo, fotofobia, visão dupla e turva. 

“A falta de acompanhamento oftalmológico do ceratocone é um erro porque o prognóstico de todas as condições de saúde é melhor quanto antes são tratadas”, pontua.  

Queiroz Neto afirma que no início, a correção da refração pode ser feita com uso óculos associado à instilação de colírio hidratante para melhorar a lubrificação das pálpebras, córnea, conjuntiva, esclera e cílios e evitar danos na porção externa dos olhos.  

A maioria das pessoas, ressalta, descobrem a condição em estágio intermediário. Uma evidência disso é que dos 920 prontuários avaliados no hospital, 61% ou 561 pacientes já usavam lente de contato rígida que aplana a córnea e melhora a correção refrativa.  

O especialista explica que o  maior risco da falta de acompanhamento oftalmológico é o aumento da curvatura da córnea em um curto espaço de tempo. Isso porque, prejudica a adaptação da lente de contato que entra em atrito com a córnea e provoca evolução mais rápida do ceratocone. É, portanto, tão perigoso quanto o   hábito de coçar os olhos, já que as duas situações fragilizam as fibras de colágeno e aumentam o risco de transplante.

 

Outros fatores de risco

O oftalmologista salienta que há indícios de que a condição pode estar associada à genética, atopia, fatores ambientais como o excesso de poluição, poeira ou contato com pelo de animais, alterações hormonais que interferem na síntese do colágeno, excesso de limpeza e exposição precoce aos antibióticos. A atopia, explica, pode causar reação alérgica nos olhos, eczema na pele, rinite no nariz e asma nos pulmões. Por isso, toda pessoa que apresenta uma ou mais dessas alterações deve fazer um checkup da córnea.

. 

Diagnóstico e tratamento

O oftalmologista ressalta que o exame oftalmológico de rotina não é suficiente para diagnosticar o ceratocone. “O diagnóstico é feito através da tomografia que faz o mapeamento 3D da córnea e possibilita flagrar a doença logo no início. 

“Quanto mais precoce é o diagnóstico, maiores são as chances de escapar do transplante de córnea. No início o tratamento combina o uso de óculos para corrigir a refração e colírio hidratante  que melhoram a lubrificação das pálpebras, córnea, conjuntiva, esclera e cílios  visando evitar danos porção externa dos olhos.  

O crosslink é único procedimento que interrompe a progressão da doença. A cirurgia, explica, é ambulatorial, feita com anestesia local e consiste na aplicação de riboflavina (vitamina B2) associada à radiação UV (ultravioleta) na superfície da córnea para aumentar sua resistência em até três vezes.

 

Causas e sinais de alerta

Queiroz Neto afirma que a maioria dos casos de ceratocone começa na adolescência. Além dos casos na família, são sinais de alerta as alterações hormonais que podem ser a causa do distúrbio no colágeno, apneia obstrutiva do sono e a  síndrome da pálpebra flexível que dobra durante a noite, causando olho seco. Nem todas estas alterações aparecem em quem tem ceratocone, mas se mais de uma coexistir sinaliza risco de desenvolver a condição.

Outros sinais da doença são: alteração frequente de grau, dificuldade de permanecer em locais ensolarados ou muito iluminados, olhos irritados e queda no rendimento escolar.

 

Dicas de prevenção

O oftalmologista finaliza com algumas dicas para prevenir a piora do ceratocone. São elas:

·         Mantenha as consultas regularmente para ajustar suas lentes

·         Evite coçar os olhos.

·         Aplique compressas frias em crises de coceira ou sensação de areia nos olhos.

·         Dê preferência às soluções higienizadoras de lente sem conservante para evitar irritações oculares.

·         Só use colírio com corticoide sob supervisão médica para afastar o risco de glaucoma.

·         Interrompa o uso de antialérgico caso use lente e sinta os olhos ressecados.

·         Faça polimento semestral das lentes com seu oftalmologista para eliminar resíduos que deformam a superfície.

·         Use óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.


Especialista da Puravida explica como suplementos antioxidantes fortalecem mente e corpo


A busca por uma vida saudável e equilibrada vem crescendo, e os suplementos antioxidantes têm se tornado protagonistas nesse cenário. Para Priscila Gontijo, nutricionista da Puravida, empresa que promove a saúde através da nutrição, eles são verdadeiros aliados na proteção contra os danos causados pelos radicais livres, que podem acelerar o envelhecimento e comprometer a saúde celular.

  

O que são antioxidantes? 

Antioxidantes são substâncias que combatem o estresse oxidativo, um processo causado pelo excesso de radicais livres no corpo. Esses radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar células saudáveis, contribuindo para o envelhecimento precoce e o desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como problemas cardiovasculares e distúrbios neurológicos. 


Por que os antioxidantes são importantes para o corpo? 

Os antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres, protegendo as células contra os danos oxidativos. Segundo a nutricionista da Puravida, “o consumo adequado de antioxidantes fortalece o organismo, à medida que ajuda a impedir danos celulares que podem resultar em destruição de tecidos, órgãos e inflamações crônicas. Eles são cruciais para manter o organismo funcionando de maneira equilibrada”. 

A Puravida ainda salienta que esses compostos bioativos têm impacto direto na saúde da pele, retardando os sinais de envelhecimento, e no bom funcionamento de órgãos vitais, como coração e pulmões. O consumo contínuo de antioxidantes deve fazer parte de uma alimentação saudável.  


A relação entre antioxidantes e a saúde mental 

"Não é só o corpo que se beneficia dos antioxidantes – o cérebro também precisa de proteção. A saúde cerebral depende da capacidade de combater o estresse oxidativo, que pode danificar neurônios e acelerar o declínio cognitivo”, explica Priscila.   

Nutrientes como o ômega-3, cúrcuma e CoQ10, presentes nos suplementos da Puravida, são conhecidos por promover o bem-estar mental. 

“Investir na suplementação com antioxidantes é uma forma prática e poderosa de proteger tanto o corpo quanto a mente dos desafios diários e do processo natural de envelhecimento”, finaliza Priscila.  



Puravida
www.puravida.com.br

 

O que é luto prolongado e por que a OMS o classifica como um transtorno mental

Divulgação
Saiba como lidar melhor com o sentimento de perda e resignação para encontrar um novo caminho a aceitação

 

O luto é um processo natural e doloroso. No entanto, em alguns casos, o sofrimento pode se prolongar, interferindo diretamente na vida social, profissional e emocional, comprometendo a saúde mental e sendo diagnosticado como luto prolongado. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resposta ao luto, nos casos mais graves, persiste por um período de tempo atipicamente longo após a perda, no mínimo por mais de seis meses, superando as normas sociais, culturais ou religiosas esperadas ao contexto de cada indivíduo. Outro indicador do transtorno é quando a perturbação passa a causar prejuízos significativos na rotina de vida pessoal, familiar, social, educacional e ocupacional. 

A população idosa, em especial, é um grupo vulnerável e suscetível a esse tipo de luto. Com o envelhecimento interferindo na perda de saúde, autonomia e entes queridos, o sofrimento pode se intensificar e, em casos extremos, aumentar a possibilidade do luto prolongado. 

Antônio Leitão, especialista em gerontologia e gerente do Instituto de Longevidade MAG, comenta que o luto para os longevos ocorre dentro do contexto de mudanças nas capacidades físicas e cognitivas, redução nas conexões sociais e mudanças nos ambientes de vida. “As mudanças que vivenciamos à medida que envelhecemos não precisam ser vivenciadas como perdas, mas a morte de um parceiro, familiares e amigos podem agravar os desafios de deterioração, problemas de saúde, perda da qualidade de vida e isolamento social, comprometendo a saúde mental”, finaliza. 

A pandemia trouxe à tona questões relacionadas ao luto, com muitos idosos enfrentando perdas significativas e, em muitos casos, restrições que dificultaram os rituais de despedida. “Isso pode levar a um aumento do luto complicado, que requer atenção psicológica e suporte emocional”, complementa Leitão. 

Glaucia Tavares, psicóloga do Instituto BioParque, explica que a melhor forma de lidar com o luto relacionado às perdas que vêm com o envelhecimento é estar aberto a novos aprendizados e conhecimentos. “Como viver com vitalidade, experiência e repertório ao longo dos anos? Estando disposto a aprender, a abrir portas para o novo. Novos caminhos, novos amigos, novas lições em qualquer campo da vida. O maior Alzheimer que alguém pode desenvolver é deixar de aprender”, alerta Glaucia. 

Ela acredita que os idosos que pensam não ter mais nada a aprender estão fechando as portas para si mesmos. “Nesse caso, a pessoa viverá um luto pelo que perdeu e começará a se deteriorar. O Século XXI nos oferece a oportunidade de aprender a aprender, e o fundamental é reconhecer que somos eternos aprendizes nessa jornada. Além disso, unir pessoas de diferentes idades e gerações é sempre enriquecedor, seja no relacionamento entre avós e netos ou no mercado de trabalho”, avalia.
 

Instituto de Longevidade MAG


Cuidados com o coração e novos métodos de tratamento podem salvar vidas

Beneficiando mais de 400 mil pacientes ao redor do mundo e com 20 anos de estudos clínicos, o dispositivo Watchman FLX™ está disponível no rol da ANS desde julho

 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte no Brasil. Segundo dados do Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC), o número de óbitos devido à doença aumentou, passando de 103.769 em 2019 para 112.052 em 2023. Até agosto de 2024, mais de 50 mil pessoas já haviam falecido em decorrência do AVC, que ocupa uma das primeiras posições entre as causas de mortes cardiovasculares no país, atrás apenas do infarto (1).

No entanto, o que poucas pessoas têm conhecimento é que doenças do coração podem contribuir para o aumento do risco de AVC. Uma dessas é a fibrilação atrial (FA), que é uma das condições cardíacas mais prevalentes no Brasil, afetando cerca de 1,5 milhão de pessoas, sendo que de 40% a 50% dos casos são assintomáticos (2). Quando não tratada, a FA pode levar a complicações graves, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), e pacientes que são acometidos por ela podem ter até cinco vezes mais chances de uma ocorrência como essa (3).
 

Em um contexto de conscientização sobre o AVC, neste mês de outubro, a chegada de inovações como o Watchman FLX™ traz novas possibilidades de prevenção e melhoria da qualidade de vida dos pacientes. 

O Watchman FLX™ é uma tecnologia de implante cardíaco minimamente invasiva, que surgiu como uma alternativa eficaz na prevenção do AVC em pacientes com fibrilação atrial não valvar, especialmente para pacientes que não podem usar anticoagulantes, como aqueles com histórico de quedas ou problemas renais. O implante já está disponível no rol da ANS desde julho de 2024 e representa um avanço significativo na medicina cardiovascular.



Como funciona o Watchman FLX™?

A fibrilação atrial faz com que o coração bata de maneira irregular, o que favorece a formação de coágulos no apêndice atrial esquerdo. Caso esses coágulos se desloquem para o cérebro, podem causar um AVC. O Watchman FLX™ é um dispositivo que, uma vez posicionado no apêndice atrial esquerdo, o fecha permanentemente, prevenindo que coágulos cheguem à circulação cerebral. Esse procedimento minimamente invasivo é feito por meio de um cateter guiado pela artéria femoral, eliminando a necessidade de um procedimento cirúrgico aberto. 

No estudo PINNACLE FLX, foi observado que 96% das pessoas conseguiram parar o uso do anticoagulante (medicamentos que podem causar efeitos colaterais como sangramentos) 45 dias após o implante do Watchman FLX™ (4). O procedimento permite que o paciente recupere sua qualidade de vida, sem a constante preocupação com o risco de AVC ou com os efeitos adversos dos anticoagulantes. 

Esse avanço já está disponível no Brasil, com a cobertura pela ANS desde julho de 2024, proporcionando uma nova esperança para milhares de pacientes incompatíveis com anticoagulantes que, antes, não tinham opções eficazes de prevenção do AVC. 

A tecnologia já possui mais de 20 anos de estudos clínicos e, atualmente, já são realizados aproximadamente 1.600 implantes semanais nos Estados Unidos. No mundo, mais de 400 mil pacientes já foram beneficiados. Estima-se que o número de procedimentos de fechamento de apêndice atrial esquerdo no Brasil dobre até 2025. 

“A fibrilação atrial pode levar a sérios riscos de AVC, mas com o Watchman FLX™, conseguimos reduzir drasticamente esses riscos, oferecendo aos pacientes uma alternativa eficaz e de baixo risco para prevenir complicações graves. É uma tecnologia que proporciona mais segurança e qualidade de vida”, afirma o Dr. Marden Tebet, Cardiologista Intervencionista da Rede D'Or São Luiz São Paulo. 

“O Watchman FLX™ representa um avanço crucial na prevenção do AVC em pacientes com fibrilação atrial não valvar, oferecendo uma alternativa segura e eficaz para pacientes que não podem usar anticoagulantes. Além do custo do implante ser significativamente inferior ao tratamento de um AVC, que envolve cuidados paliativos prolongados. E, com o resultado, temos a redução do risco de AVC, permitindo que os pacientes levem uma vida mais tranquila e saudável”, corrobora Kati Dias, Diretora da Unidade de Negócios de Cardiologia Intervencionista da Boston Scientific Brasil, a inovação é um marco na prevenção do AVC.


Boston Scientific  

Referências

  1. Link - Com base no Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil.
  2. Frederico Scuotto, Luiz Carlos Paul, Guilherme Fenelon. "Fibrilação atrial assintomática: quais as implicações e quando devo tratar?" Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, julho de 2023.
  3. Saber da Saúde | Iniciativa Boston Scientific
  4. Kar, S., et al, Primary Outcome Evaluation of the Next Generation LAAC Device: Results from the PINNACLE FLX Trial, Circulation, 2021.


Link


5 dicas para limpar as lentes dos seus óculos sem danificá-las

Com os cuidados adequados, as lentes ficam livres
de riscos e manchas que comprometem a visão

Imagem: benzoix | Freepik
A higienização correta prolonga a vida útil das lentes de óculos e assegura a qualidade da visão. Elas devem ser limpas todos os dias para evitar o acúmulo de sujeira, mas é preciso ter alguns cuidados e utilizar materiais e produtos adequados. Veja o que deve e o que não deve ser feito durante a limpeza para garantir a durabilidade de suas lentes e, consequentemente, uma visão nítida e a saúde de seus olhos.


  1. Lave com água corrente e sabão neutro

Essa é uma combinação segura e eficaz. Enquanto a água colabora para a remoção da sujeira e das partículas de poeira das lentes, o sabão elimina a oleosidade e outras substâncias que se prendem a elas. Os sabões indicados são os formulados para peles sensíveis e com pH neutro, como os infantis, sejam líquidos ou em barra. Evite sabonetes com hidratantes, pois eles podem deixar uma película oleosa nas lentes, o que dificulta a visão.



2. Seque e higienize com pano de microfibra 

Esse tecido macio capta a poeira de forma muito eficiente e sem riscar a superfície das lentes. É o material dos paninhos que as óticas oferecem quando você compra sua armação. O pano de microfibra deve ser empregado para secar as lentes após a lavagem com água e sabão neutro. Não é recomendado deixá-las secar ao natural, pois resíduos de água e sabão podem levar a manchas e marcas d’água que comprometem a visão.
 

Importante: o pano não deve ser usado seco sobre lentes, uma vez que elas podem conter pequenas partículas de poeira que, ao serem esfregadas, causam microarranhões. Para evitar o atrito excessivo, o ideal é umedecê-lo levemente com água limpa e passá-lo sobre as lentes com movimentos circulares suaves, sem muita pressão. Somente após essa etapa, deve-se usar um pano de microfibra seco para eliminar a umidade.
 

3. Carregue com você lenços umedecidos específicos para lentes 

Esses lenços são desenvolvidos com ingredientes que não danificam as camadas protetoras das lentes, como os tratamentos anti-reflexo e anti-risco e os filtros de luz ultravioleta. “Nossos lenços, batizados de Lens Wipes, são embalados individualmente, o que garante a higiene e praticidade. Por serem descartáveis, eliminam a possibilidade de ranhuras nas lentes por acúmulo de sujeira e óleo, diferentemente dos lenços reutilizáveis, que precisam ser lavados regularmente. Podem ser levados na bolsa ou bolso para qualquer lugar - escritório, praia, academia, cinema…, e usados sempre que for preciso fazer uma limpeza rápida das lentes”, diz Paula Queiroz, Diretora de Marketing & Produtos da ZEISS Vision no Brasil.
 

Feitos com um tecido microfino, não abrasivo e antiestático, os Lens Wipes removem manchas, poeira, suor, gorduras, impressões digitais, protetor solar e demais substâncias que se acumulam nas superfícies das lentes. Por secarem rapidamente as lentes, evitam marcas de gotas de água.



4. Álcool e produtos de limpeza doméstica são terminantemente proibidos 

Apesar de parecerem uma solução prática, esses químicos causam danos irreversíveis às lentes, pois prejudicam os revestimentos anti-reflexo e anti-risco, bem como a proteção solar. Além disso, podem manchar as lentes, comprometendo a visão e a estética dos óculos.



5. Tecidos comuns e lenços de papel riscam as lentes

Certamente você já usou a barra da blusa para limpar suas lentes em um momento de urgência. E, muitas vezes, isso se torna um hábito. Porém, tecidos como o algodão contêm fibras soltas e partículas que riscam a lente. O mesmo acontece com lenços de papel, papel toalha e papel higiênico, por mais macios que sejam. Esses papeis também não devem ser empregados para secar as lentes, pois eles absorvem a umidade de forma irregular, podendo deixar pequenos resíduos presos às lentes, o que dificulta a visão e ocasiona manchas. A melhor solução é ter sempre à mão lenços umedecidos próprios para as lentes de óculos.
 

Ao seguir essas dicas, você vai prevenir riscos e a degradação dos materiais de suas lentes. Não esqueça de fazer visitas regulares ao oftalmologista, o que é essencial para garantir a saúde de seus olhos.

Ozempic e Wegovy: entenda as diferenças, indicações e benefícios de cada medicamento


A Novo Nordisk, líder global em saúde, esclarece as distinções fundamentais entre Ozempic® e Wegovy®, dois medicamentos que, embora contenham o mesmo princípio ativo, têm indicações e finalidades diferentes. 

O medicamento Ozempic® (semaglutida injetável 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg) é indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 não controlado, em adição à dieta e exercício. Ozempic® não é aprovado para controle de peso isoladamente ou para uso em adultos que não têm diabetes tipo 2. 

Por outro lado, o Wegovy® (semaglutida 2,4 mg) é o primeiro e único análogo de GLP-1 de uso semanal aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar pessoas com obesidade e sobrepeso. Além disso, é o primeiro e único tratamento para obesidade com comprovação de benefício cardiovascular disponível no Brasil. Wegovy® é indicado como parte de um programa de redução de peso que inclui dieta hipocalórica e aumento da atividade física, destinado a adultos com obesidade (IMC ≥ 30 kg/m²) ou sobrepeso (IMC ≥ 27 kg/m²) que apresentem comorbidades. Também é indicado para adolescentes acima de 12 anos com obesidade (IMC ≥ percentil 95) e peso corporal acima de 60kg. 

A endocrinologista e vice-presidente da área médica da Novo Nordisk no Brasil, Priscilla Mattar, ressalta: “Apesar de apresentarem o mesmo princípio ativo, semaglutida, Ozempic® e Wegovy® foram estudados para populações e patologias específicas, com indicações, doses e apresentações distintas, que permitem um melhor controle da titulação do medicamento. É importante ressaltar que um medicamento não substitui o outro, devido às suas especificidades.” 

Além disso, pesquisas clínicas comprovaram que Wegovy® apresenta redução média de 17% do peso, sendo que 1 a cada 3 pacientes apresentam redução igual ou superior a 20%, além de diminuição de 20% no risco de morte cardiovascular, infarto e AVC não fatais¹. Também já foi comprovado que a redução do risco destes tipos de eventos cardiovasculares ocorre logo após o início do tratamento e independentemente da perda de peso alcançada3, que a redução e manutenção do peso por até 4 anos3, com relação positiva de risco-benefício e perfil de segurança consistente3. “É fundamental enfatizar que, embora não haja a necessidade de retenção da receita pela farmácia, ambos os medicamentos devem ser utilizados sob prescrição médica”, complementa a especialista. 

A Novo Nordisk também esclarece que já existe uma apresentação em comprimido para administração oral da semaglutida, Rybelsus®, indicado para o tratamento do diabetes tipo 2. O medicamento está disponível no Brasil desde março de 2022 e se destaca por promover o controle glicêmico associado a perda de peso e redução significativa no risco de eventos cardiovasculares

.

Sobre a semaglutida 2,4 mg (Wegovy®)

Wegovy® é um análogo do peptídeo humano semelhante ao glucagon (GLP-1) que foi desenvolvido para uso semanal no tratamento da obesidade e sobrepeso. O medicamento deve ser administrado por via subcutânea uma vez por semana, a qualquer hora do dia, independente dos horários das refeições.

Wegovy® foi aprovado pela ANVISA em janeiro de 2023 e está disponível para comercialização no Brasil desde agosto de 2024. 

Trata-se do primeiro e único tratamento para obesidade com proteção cardiovascular e segurança comprovados, além de ser, no país, o primeiro e único análogo semanal do GLP-1 aprovado pela ANVISA para tratar adultos que vivem com obesidade e sobrepeso com ao menos uma comorbidade associada e adolescentes acima de 12 anos que tenham obesidade e peso corporal acima de 60kg1.
 

Sobre a semaglutida 1 mg (Ozempic®)

Ozempic® é um análogo do peptídeo humano semelhante ao glucagon (GLP-1) que foi desenvolvido para uso semanal no tratamento do diabetes tipo 2. O medicamento deve ser administrado por via subcutânea uma vez por semana, a qualquer hora do dia, independente dos horários das refeições. ⁶
No Brasil, Ozempic® foi aprovado pelas autoridades regulatórias em agosto de 2018 e comercializado desde o primeiro semestre de 2019 no país. O medicamento é indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado, como adjuvante à dieta e exercício, tanto em monoterapia (quando a metformina não é tolerada ou é contraindicada) quanto em adição a outros medicamentos para o tratamento do diabetes. ⁶

Todos os produtos da Novo Nordisk da classe GLP-1 são tarja vermelha e por isso só podem ser vendidos sob prescrição médica.
 

Sobre a semaglutida 14 mg (Rybelsus)

Rybelsus® é indicado para o tratamento de diabetes tipo 2 e está disponível está disponível no Brasil desde março de 2022, nas doses de 3mg, para início de tratamento e nas doses de 7mg e 14mg para manutenção. As duas formulações de semaglutida para tratamento do diabetes tipo 2 (injetável, com nome comercial Ozempic® e oral, denominada Rybelsus®) foram investigadas em uma ampla gama de pacientes com a doença e são apropriadas para esses pacientes. A semaglutida em comprimidos dispensa refrigeração.


Como os tratamentos hormonais podem melhorar a qualidade de vida após os 40? Especialista aponta soluções eficazes

Danilo Matsunaga, médico especialista em reposição hormonal, transforma o bem-estar com tratamentos personalizados 


A menopausa e a andropausa são fases naturais da vida, mas trazem consigo uma série de desafios à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 35% das mulheres na menopausa sofrem de sintomas como ondas de calor, insônia e irritabilidade. Nos homens, o National Institutes of Health (NIH) aponta que 50% dos homens acima dos 40 anos enfrentam sintomas de baixa testosterona, impactando a libido, energia e bem-estar.
 

O crescente interesse por soluções hormonais individualizadas tem ampliado as opções de tratamento. Entre os métodos mais avançados, estão os implantes hormonais, as terapias injetáveis e os tratamentos como o Monjauro, um medicamento inovador voltado ao controle de peso, especialmente para pacientes com resistência à insulina e obesidade. 

O Dr. Danilo Matsunaga, um especialista que oferece abordagens personalizadas analisando cuidadosamente cada caso, aponta maneiras eficazes para enfrentar esses desafios com tratamentos específicos. Confira


Terapias Hormonais e Seus Benefícios 

As terapias hormonais são eficazes para restaurar o equilíbrio hormonal, regular o metabolismo, melhorar o sono e aumentar a energia em homens e mulheres. Além de aliviar sintomas da andropausa e menopausa, esses tratamentos também têm benefícios psicológicos. "Pacientes com alterações hormonais frequentemente enfrentam depressão e ansiedade. A terapia adequada pode restaurar a qualidade de vida e reduzir esses efeitos emocionais", explica Dr. Danilo.
 

Implantes hormonais: praticidade e eficácia

Implantes hormonais liberam hormônios de forma gradual, oferecendo alívio prolongado dos sintomas sem a necessidade de medicação diária. "São ideais para uma reposição hormonal estável e contínua", afirma o Dr. Danilo. Estudos mostram que são especialmente eficazes para mulheres na menopausa, proporcionando redução significativa dos sintomas, aumento de energia e melhora na disposição.
 

Terapias injetáveis: inovação no suporte metabólico e controle de peso

Além dos tratamentos hormonais, as terapias injetáveis, como o Monjauro, têm ganhado destaque no controle de peso e suporte metabólico. As terapias injetáveis são eficazes no controle de peso e suporte metabólico, especialmente para pacientes com resistência à insulina ou dificuldades em perder peso. "O Monjauro ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e promove uma perda de peso saudável", explica Dr. Danilo. Além de melhorar o controle do diabetes tipo 2, essas injeções fazem parte de um plano abrangente e personalizado de controle de peso.
 

Estilo de vida saudável: o complemento necessário

Dr. Danilo destaca que, além dos tratamentos hormonais e injetáveis, um estilo de vida saudável é crucial. "Os hormônios são apenas uma parte do tratamento. Exercícios regulares, alimentação equilibrada e cuidados com a saúde mental são essenciais", afirma. A combinação dessas práticas pode reduzir o risco de doenças crônicas e melhorar a disposição, produtividade e vitalidade diária.
 

Desafios futuros e o papel da medicina personalizada

Com o envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida, a demanda por tratamentos personalizados deve continuar crescendo. A medicina hormonal, aliada a uma visão integrativa da saúde, tende a se consolidar como um dos pilares para garantir a qualidade de vida dos pacientes. “Estamos avançando para uma medicina mais individualizada, onde a prevenção e o bem-estar ocupam o centro das atenções”, finaliza Dr. Danilo Matsunaga. 

Os tratamentos hormonais personalizados, associados a terapias como Monjauro, não são apenas uma solução para sintomas desconfortáveis, mas representam um caminho promissor para envelhecer de forma saudável e equilibrada. “É essencial entender as especificidades de cada paciente antes de iniciar qualquer tratamento hormonal. A personalização é a chave para resultados eficazes e seguros”, conclui o médico.


Saúde integral da pessoa idosa: cuidado e prevenção para uma vida longa independente e autônoma

Especialista reforça a importância de seguimentos regulares no consultório do geriatra e cuidados preventivos para promover qualidade de vida entre idosos

 

O envelhecimento populacional é uma conquista no Brasil e no mundo, e, com ela, cresce também a necessidade de cuidados em saúde. Para especialistas, cuidar da saúde da pessoa idosa de forma integral é essencial para melhorar tanto a vida dos idosos frágeis, quanto prevenir doenças e garantir um bem-estar prolongado para os idosos independentes e autônomos. Medidas como a realização de revisão dos medicamentos, controle de doenças crônicas e exames coordenados pelo Geriatra são fundamentais para proporcionar longevidade, autonomia e independência.

“Na fragilidade é comum que problemas de saúde se acumulem, exigindo uma visão integral e especializada para o cuidado. É por isso que a coordenação dos cuidados e exames específicos se tornam tão importantes, além do monitoramento das doenças existentes, como sarcopenia, enfisema, insuficiência cardíaca, depressão, transtorno neuro cognitivo, hipertensão e diabetes, que são bastante prevalentes nessa faixa etária”, explica o médico do Hospital Felício Rocho, Leonardo Florencio,

Além dos cuidados médicos, manter-se fisicamente ativo, ter uma alimentação equilibrada e manter laços sociais podem impactar diretamente na saúde e bem-estar dos idosos. Segundo o especialista, a interação social e o envolvimento em atividades físicas e cognitivas têm sido apontados como fatores que melhoram a longevidade e a qualidade de vida. “O cuidado com a saúde da pessoa idosa precisa ir além do tratamento de doenças; ele deve incluir também a prevenção e a promoção do bem-estar. O idoso que se cuida, realiza o seu acompanhamento com o Geriatra e mantém uma vida ativa consegue enfrentar os desafios da idade com mais disposição e saúde.”, destaca.


A situação dos idosos no Brasil

O Brasil está vivenciando um processo acelerado de envelhecimento populacional, uma conquista social significativa que reflete a melhora nas condições de vida. Esse avanço é fruto de fatores como maior acesso a serviços médicos preventivos e curativos, evolução da tecnologia médica, ampliação do saneamento básico, aumento do nível de escolaridade e renda, entre outros.

A saúde da pessoa idosa no país é caracterizada por três principais desafios: doenças crônicas, problemas de saúde agudos causados por fatores externos e o agravamento de condições crônicas. Isso significa que muitos idosos convivem com doenças prolongadas e enfrentam riscos de doenças ou perda da independência e autonomia decorrentes de acidentes ou emergências médicas. Apesar disso, é importante notar que essas condições crônicas nem sempre limitam as atividades diárias dos idosos, sua participação social ou sua capacidade de contribuir para a sociedade.

Em nível global, o envelhecimento populacional ganhou destaque em 2002 com o lançamento do Plano Internacional para o Envelhecimento, promovido pela ONU durante a Conferência de Madri. O plano buscava assegurar um processo de envelhecimento seguro e digno para pessoas de todas as regiões, defendendo o direito dos idosos ao pleno exercício da cidadania. Mais recentemente, em dezembro de 2020, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou a Década do Envelhecimento Saudável (2021-2030) como uma estratégia global para promover uma sociedade inclusiva e valorizadora de todas as idades.


Fisioterapia contribui para a reabilitação de mulheres após cirurgias de câncer de mama

Professora da UNG explica que especialidade oferece suporte para minimizar impactos funcionais no cotidiano das pacientes

 

O câncer de mama é o tipo que mais atinge as mulheres e tem alto índices de mortalidade no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é o registro de mais de 70 mil novos casos até o final de 2024. Os dados reforçam a importância de ações e tratamentos capazes de prevenir complicações futuras. E a fisioterapia possui um papel fundamental na reabilitação de pacientes que realizaram operações referente a essa enfermidade. 

Sinaria Sousa, professora do curso de Fisioterapia da Universidade Guarulhos (UNG), explica que, devido à complexidade do câncer de mama, esses profissionais desempenham um papel essencial para promover as recuperações funcional e emocional das mulheres. “A reabilitação começa já no pré-operatório, orientando sobre o impacto da cirurgia e oferecendo suporte para reduzir possíveis complicações, como dor, lesão e restrição de movimento do braço afetado”, informa.

Após a cirurgia, cerca de 60% das pacientes podem desenvolver sequelas que afetam diretamente o cotidiano, dificultando atividades simples, como pentear o cabelo ou segurar objetos pesados. Segundo a professora, essas complicações incluem linfedema, aderências, retrações musculares e alterações na sensibilidade. Para reduzir tais impactos, a fisioterapia emprega uma variedade de técnicas, como exercícios respiratórios e posturais, além de técnicas manuais e eletrotermofototerapia. Todos adaptados às necessidades de cada pessoa.

“A fisioterapia, além de favorecer a recuperação física, também atua no aspecto emocional e na autoestima das mulheres, permitindo que retomem atividades diárias e mantenham uma vida ativa”. De acordo com a especialista, a continuidade dos exercícios fisioterapêuticos, respeitando o ritmo de cada paciente, mesmo durante a quimioterapia, ajuda a preservar o condicionamento físico. Dessa forma, a fisioterapia se consolida como uma ferramenta fundamental para essas mulheres enfrentarem o processo de reabilitação com qualidade e esperança de uma vida plena após o câncer.

Estudos científicos apontam que nossos genes neandertais podem estar associados à predisposição a diabetes e obesidade

Traços genéticos antigos influenciam nossas predisposições a doenças e características físicas 

 

Imagine que um legado de 30 mil anos ainda impacta nossa saúde e características físicas. Isso ocorre com o DNA dos neandertais que, segundo pesquisas recentes, continua a influenciar aspectos da nossa biologia. Cientistas da Universidade de Washington, em um estudo publicado na revista “Cell”, analisaram a expressão genética de mais de 400 indivíduos e descobriram que cerca de 2% do genoma de pessoas de origem europeia e asiática provém dos neandertais. Eles identificaram variações em 25% dos tecidos analisados, afetando características como altura e predisposição a doenças, o que destaca a importância desse legado genético (McCoy et al., 2017). 

Outra pesquisa, essa realizada pela Universidade Vanderbilt, publicada na “Science”, examinou 28 mil pacientes e apontou que o DNA neandertal influencia condições clínicas importantes, como doenças imunológicas e psiquiátricas, oferecendo novas perspectivas sobre a evolução humana e suas implicações na medicina. 


A Influência do DNA Neandertal no Metabolismo e no Sistema Imune 

Os genes neandertais também influenciam o sistema imunológico e o metabolismo.  As variantes herdadas podem alterar a forma como o corpo armazena energia, uma adaptação útil em tempos de escassez, mas atualmente associada a doenças metabólicas, como obesidade e diabetes.  

Ricardo Di Lazzaro -médico e doutor em genética pela USP e cofundador da Genera, comenta: “Os traços herdados dos neandertais nos mostram como a história genética continua viva”.  

 

Genera
Genera.com.br
Instagram: @genera.lab
Facebook: facebook.com/labgenera
Twitter: @genera.lab




Links para referência:

Smithsonian Magazine: How Ancient Neanderthal DNA Still Influences Our Genes Today

Vanderbilt University: Neanderthal DNA has subtle but significant impact on human traits


Profissionais de áreas como música, aviação e construção civil têm maior risco de perder auditiva, alerta especialista

Com altos níveis de ruído no trabalho, profissionais enfrentam riscos elevados de perda auditiva; fonoaudióloga especialista alerta para a importância da prevenção

 

Medição de decibeis (dB) mostra que profissionais de áreas, como aviação, música e construção civil, estão entre os mais expostos a ruídos excessivos, ultrapassando o limite de tolerância recomendado para evitar danos auditivos. O nível seguro de exposição é de 85 decibéis por até 8 horas diárias. Profissionais, como tripulantes de voo, músicos e motoristas de ambulância, por exemplo, diariamente enfrentam níveis entre 120 e 130 decibéis, o que aumenta o risco de perda auditiva permanente e outras complicações de saúde. 

As profissões mais barulhentas incluem tripulação de voo (130 dB), músicos e profissionais de áudio (125 dB), motoristas de ambulância (120 dB) e trabalhadores da construção civil (110 dB). De acordo com a especialista em reabilitação auditiva e fonoaudióloga Dra. Vanessa Gardini, da clínica Pró-Ouvir, em Sorocaba (SP), esses níveis elevados de ruído estão bem acima dos limites seguros e podem causar danos auditivos sérios, sem a devida proteção. 

“Os primeiros sintomas podem ser dificuldade em entender falas, zumbidos constantes, problemas de comunicação social e até ansiedade e depressão. A perda auditiva provocada pelo ruído é irreversível, mas pode ser prevenida com o uso adequado de protetores auriculares e outras práticas de proteção auditiva", alerta Dra. Vanessa. 

A fonoaudióloga orienta que os profissionais que atuam em um ambiente ruidoso devem realizar exames auditivos periódicos e sempre utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados, como protetores auriculares ou abafadores de ouvido. Ela também recomenda fazer pausas durante a jornada e evitar a exposição a sons altos fora do horário de trabalho. "É essencial que, tanto empregadores, quanto trabalhadores entendam que a saúde auditiva impacta diretamente a qualidade de vida e a capacidade de comunicação", acrescenta Dra. Vanessa Gardini.

 

Exame de audiometria 

Para quantificar com precisão o grau e o tipo de perda auditiva, é necessário realizar o exame de audiometria, um teste que mede a capacidade de detectar sons em diferentes frequências e intensidades, ajudando a identificar possíveis complicações e a escolha do tratamento adequado. 

“O exame é realizado com fones de ouvido e existem dois tipos principais: a audiometria tonal, que avalia a percepção de sons em várias frequências, e a audiometria vocal, que verifica a compreensão de palavras faladas”, explica a especialista da Pró-Ouvir. 

Para ter mais informações sobre o tratamento da perda auditiva e receber instruções de profissionais da área, acesse o site da Pró-Ouvir Aparelhos Auditivos (proouvir.com.br), siga as redes sociais (@proouvir) ou entre em contato pelo WhatsApp: (15) 3231-6776.


Vacina para imunização materna contra o vírus sincicial respiratório (VSR) chega à América Latina por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)

Única vacina aprovada para imunização materna contra o VSR nos Estados Unidos1, o imunizante estará disponível na América Latina por meio do Fundo Rotatório da OPAS

Estima-se que o VSR seja responsável por 84% das hospitalizações por infecções do trato respiratório inferior em crianças com menos de 12 meses de idade2

 

A Pfizer acaba de anunciar a assinatura de um acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para a oferta de sua vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) aos Estados membros da entidade.  

A distribuição e o acesso ao imunizante serão facilitados por meio do Fundo Rotativo da OPAS para Acesso a Vacinas, um programa com mais de 40 anos de existência, focado em garantir o acesso a vacinas seguras e de qualidade3 a preços acessíveis para os países membros e territórios da OPAS em toda a região.  

Como parte da cooperação técnica da OPAS, o Fundo Rotativo apoia a redução equitativa e sustentável das doenças imunopreveníveis ao consolidar a demanda e alavancar economias de escala, além de promover a transparência e a concorrência. Isso melhora o poder de compra, reduz os custos e garante a sustentabilidade dos programas nacionais de imunização4. 

O vírus sincicial respiratório (VSR) pode causar doenças graves, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas5. Trata-se de um ônus significativo para os sistemas de saúde em todo o mundo, causando milhões de hospitalizações e milhares de mortes a cada ano. 

Na América Latina, o VSR é a principal causa de infecções respiratórias agudas em crianças com menos de 2 anos de idade6, com taxas de hospitalização e mortalidade particularmente altas em bebês com menos de 6 meses de idade. Pesquisas em vários países latino-americanos indicam que essa doença grave ocorre com frequência em bebês com problemas de saúde prévios, requerendo cuidados intensivos. O ônus também é significativo para crianças com comorbidades. A taxa de incidência varia de país para país: de 47,5 a cada 1.000 crianças por ano na Argentina, por exemplo, a 52,2 a cada 1.000 crianças por ano no Panamá7 

A vacinação materna contra o VSR desempenha um papel fundamental na proteção dos recém-nascidos. Quando administrada durante a gravidez, a vacina aumenta a transferência de anticorpos protetores da mãe para o feto, proporcionando uma defesa eficaz desde o nascimento até os primeiros 6 meses de vida, um período de vulnerabilidade para os bebês. Esses anticorpos maternos ajudam a fortalecer o sistema imunológico do recém-nascido, protegendo-o de infecções graves e reduzindo o risco de complicações8. 

“Garantir o acesso equitativo a essa medida preventiva é uma prioridade de saúde pública e estamos comprometidos em trabalhar com governos e organizações multilaterais, como a OPAS, para integrar a vacinação contra o VSR como parte de seus programas de prevenção”, diz Sinan Atlig, Presidente Regional da Pfizer para a América Latina. 

Além disso, o VSR representa uma séria ameaça para os adultos mais velhos, pois frequentemente causa infecções do trato respiratório inferior9, como a pneumonia, e resulta em taxas de hospitalização mais altas do que a gripe em alguns países. Apesar disso, o VSR continua sendo frequentemente subdiagnosticado ou subestimado nessa população, destacando a necessidade de aumentar a conscientização sobre a natureza contagiosa do vírus e seu potencial para graves consequências à saúde.
 



Pfizer
Para saber mais, acesse site: Site Pfizer Brasil,
Twitter: Pfizer e Pfizer News, LinkedIn, YouTube
Facebook Pfizer e Facebook Pfizer Brasil.





Referências bibliográficas

[1] Pfizer. (2023, August 21), Pfizer’s Vaccine for the Prevention of Respiratory Syncytial Virus (RSV) in Infants Through Active Immunization of Pregnant Individuals 32-36 Weeks of Gestational Age.

2 Debbag, R., et al. (2024). Virus respiratorio sincitial en América Latina y el Caribe

Revisión de la literatura y perspectiva regional. Consenso de la Sociedad Latinoamericana de Infectología Pediátrica a (SLIPE), 19 Link

3 Pan American Health Organization. (2024). PAHO Revolving Fund

Link

4 Pan American Health Organization. (2024). PAHO Revolving Fund

Link

5 Glezen, W. P., Taber, L. H., Frank, A. L., & Kasel, J. A. (1986). Risk of primary infection and reinfection with respiratory syncytial virus. American journal of diseases of children (1960), 140(6), 543–546.

6 Debbag, R., et al. (2024). Virus respiratorio sincitial en América Latina y el Caribe

Revisión de la literatura y perspectiva regional. Consenso de la Sociedad Latinoamericana de Infectología Pediátrica a (SLIPE), 19 Link

7 Debbag, R., et al. (2024). Virus respiratorio sincitial en América Latina y el Caribe

Revisión de la literatura y perspectiva regional

Consenso de la Sociedad Latinoamericana de Infectología Pediátrica a (SLIPE), 19

Link

8 Pfizer. (2023, August 21), Pfizer’s Vaccine for the Prevention of Respiratory Syncytial Virus (RSV) in Infants Through Active Immunization of Pregnant Individuals 32-36 Weeks of Gestational Age. Link

9 Widmer, K., et al. (2014). Respiratory syncytial virus- and human metapneumovirus-associated emergency department and hospital burden in adults. Influenza Other Respir Viruses, 8(3), 347-352. Link


Novembro é o mês de conscientização sobre os riscos da diabetes

A melhor forma de evitar a doença ainda é a prevenção
Freepik
Pesquisa recente do IBGE aponta que mais de 20 milhões de brasileiros são diagnosticados com a doença crônica

 

 

A preocupação com a quantidades de pessoas diagnosticadas com o diabetes mellitus, levou o Brasil a instituir o Dia Nacional do Diabetes, em 1º de novembro. Durante o período, a campanha inclui ações educativas, realização de exames e o esclarecimento sobre os perigos da doença.

 

No último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de pessoas diagnosticadas com a patologia chegou a 20 milhões. Além disso, outro levantamento, realizado por amostragem, a partir do número total da população brasileira, revelou que 10,5% da população é diabética (a informação foi divulgada pela Federação Internacional de Diabetes – IDF).

 

Vale destacar que a doença é causada quando o organismo não consegue absorver adequadamente a insulina produzida. Essa condição, é chamada de resistência à ação da insulina, e existe ainda, a condição do corpo não produzir o hormônio suficiente para controlar a taxa de glicemia. 

Segundo informações do Ministério da Saúde, a melhor forma de prevenir a doença é praticar atividades físicas frequentes, adotar uma alimentação saudável e ainda, evitar o uso de bebida alcóolica, cigarro e entorpecentes. 

As complicações do Diabetes podem impactar diretamente nas artérias do coração, rins, nervos e olhos. Além disso, a pessoa tem dificuldade de cicatrização em qualquer tipo de ferimento epitelial.

 

Em razão da expertise na área de saúde e nutrição, o Senac EAD oferece um portfólio com cursos de aperfeiçoamento (FIC), além de especializações lato sensu, na área de saúde e nutrição.

 

Acesse o portal da instituição e confira as oportunidades de incrementar o currículo e ajudar a combater essa doença que atinge cada vez mais brasileiros, em diferentes faixas etárias.  



Senac EAD
Acesse aqui


Posts mais acessados