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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Mandala: aprenda técnica de pintura artística para relaxar a mente


Denise Emery, técnica em pincéis da Condor, ensina como aplicar o desenho da mandala para decorar a casa e entreter a família em tempos de distanciamento social


Pincel ref. 424; kit Ana Bolinha ref 515; pinta bolinhas ref. 555, rolo de espuma ref.982, da Condor e desenho de Mandala aplicada em um pote


O distanciamento social, recomendado pelos órgãos de Saúde para evitar a propagação do novo Coronavírus, acarreta em mudanças na rotina. Somado a isso, a falta de contato com as pessoas e as incertezas sobre o futuro podem gerar ansiedade e estresse. Procurar formas de relaxamento e diversão auxiliam nos cuidados diários com a saúde mental.

Uma ideia para entreter e distrair a mente de crianças e adultos é a pintura de uma mandala. Além de ser uma prática muito divertida, ela exige foco total no desenho. “A mandala funciona como uma meditação ativa. No momento em que estamos pintando, nos concentramos apenas no desenho e isso é fundamental para organizar os pensamentos e equilibrar a mente”, explica Denise Emery, técnica em pincéis da Condor.

A profissional lista dicas para fazer uma mandala em casa,utilizando o pontilhismo. Segundo Denise, essa técnica traz o ensinamento de que as coisas começam por um único ponto e fluem a partir dele. “Assim como na vida, não precisamos e nem devemos fazer tudo de uma única vez. É preciso fazer aos poucos”, revela a especialista.

O desenho da mandala pode ser feito em qualquer superfície, como vasos de plantas, materiais recicláveis e até no papel, sendo utilizada como objeto decorativo quando finalizado. A ideia é aproveitar os materiais disponíveis em casa, como uma caixa de leite ou um pote de margarina. Neste passo a passo, Denise ensina como desenhar a mandala em uma caixa para guardar pequenos objetos.


O que você vai precisar:
  • Caixa de Leite
  • Primer
  • Tintas acrílicas nas cores que preferir
  • Rolo de espuma 982 liso
  • Kit Pinta bolinha 555
  • Gode Leque 591

Modo de fazer:

1-  Com a régua e a caneta, marque 11 cm na caixa e corte com uma tesoura;



2- Passe uma camada de primer com o auxílio do rolo de espuma Ref.982, e espere secar;



3 - Aplique uma camada de tinta acrílica preta com o rolo de espuma ref 982, e aguarde a secagem;




4 - Utilize a régua e faça marcações para encontrar o centro da caixa;


5 - Com a ponta nº 8 do kit Pinta bolinha ref. 555, faça um círculo no centro da caixa;



6 - Use a ponta nº 4 do kit Pinta bolinha ref.555, e faça círculos ao redor do ponto central;



7 - Faça pontinhos com a ponta nº 3, em torno de cada bolinha feita no passo anterior;




8 - Use a ponta nº 8 do pinta bolinha ref. 555, e faça um ponto entre as bolinhas anteriores;





9 - Acima da bolinha nº 8, faça uma bolinha com a ponta nº4, e depois circunde novamente com a ponta nº 3, 2 e 1;




10 - Faça esse processo quantas vezes desejar. Comece sempre pela bolinha central e depois faças outras em volta, diminuindo o tamanho.


















Para quem tem um pouco de dificuldade para criar o desenho, a dica é utilizar um stencil como base para marcar onde os pontinhos devem ser feitos. E, para pintar uma mandala em objetos muito grandes, a indicação é usar o kit Ana Bolinha ref. 515, que possui dois batedores de espumas, perfeitos para fazer bolinhas maiores.




Condor
http://www.condor.ind.br/ / SAC: 0800 47 6666


Confiança do turista estrangeiro no Brasil despenca


Mas empresários do setor estão otimistas, pois brasileiros querem viajar no país


O setor de turismo é um dos mais afetados pela pandemia do novo coronavírus. Na média mundial, antes da pandemia, o setor contribuía com um pouco mais de 10% ao PIB, enquanto no Brasil o índice está abaixo, por volta de 8%. A Interamerican Network, agência de comunicação especializada em turismo, vem pesquisando o setor no Brasil e na América Latina e tem dados importantes, que seguem abaixo para sua avaliação. Temos personagens e porta-vozes:

1)      percepção de segurança dos turistas estrangeiros no Brasil caiu como nunca antes, seriamente afetada pela situação gerada pela pandemia no país, levando um tombo de 40%. Isso indica que, tão cedo, o Brasil nem recuperará o número de visitantes de antes, nem conseguirá aumentar esse número, que é alvo de inúmeras tentativas do Ministério do Turismo há anos.

2)      Os empresários brasileiros do turismo estão menos pessimistas em relação às perdas geradas pela pandemia que seus parceiros globais. Na comparação com o ano anterior, no 3º trimestre de 2020, os brasileiros acreditam que suas perdas chagarão a 66%, enquanto a média global diz 73%. No 4º trimestre, brasileiros projetam 50% de perdas, versus 60% na média global. Entretanto, os respondentes do Brasil estão um pouco mais pessimistas na questão sobre quando acreditam que os negócios vão voltar ao normal: 65% acredita que isso só acontecerá em 2021. Na média global, 57% acredita que isso se dará no ano que vem.

3)      A maioria dos consumidores brasileiros (44%), ao contrário da tendência regional mostrada na pesquisa, não pretende viajar nos feriados de fim de ano, mas outros 27% considerariam a opção se encontrassem uma boa promoção. E os brasileiros mostraram uma confiança maior na imprensa especializada na pergunta sobre quem inspira sua próxima viagem: essa opção aparece em terceiro lugar, com 10% da preferência, atrás apenas de buscas na internet (33%) e recomendação de amigos (30%), e à frente de agentes de viagem (9%), redes sociais (7%), influenciadores e blogueiros de viagem (6%) e publicidade (5%). Para nossos vizinhos, o Brasil não está bem cotado nas respostas sobre destino desejado dentro da região para uma próxima viagem: aparece em 5º lugar para argentinos, chilenos e mexicanos, e em 9º (penúltimo lugar) para colombianos e peruanos, confirmando os dados da pesquisa sobre percepção de segurança, citada acima.

 Seguem mais detalhes de cada tópico.


1)      O Índice de Percepção de Segurança dos Turistas despenca, afetando especialmente mercados próximos, como Argentina e Chile.
O Brasil está sendo um dos países mais afetados mundialmente pela pandemia da COVID-19. Os efeitos dessa crise de saúde estão tendo um impacto muito importante no setor de turismo do país. A plataforma Mabrian Tourist Intelligence e a Interamerican Network realizaram um estudo sobre os efeitos dessa crise nos indicadores de confiança e conectividade do país em relação aos seus principais mercados internacionais.

Evolução do Índice de Percepção Turística de turistas
A plataforma da Mabrian é capaz de analisar milhões de menções espontâneas de turistas (Big Data), de visitantes e de visitantes em potencial para um destino nas redes sociais. Com esses dados e através das técnicas de processamento de linguagem natural e inteligência artificial, eles calculam toda uma série de indicadores de percepção, satisfação e interesse em relação a um destino turístico.
Entre eles, o Índice de Percepção de Segurança (PSi), que mede o nível de confiança demonstrado pelos diferentes mercados com um destino e como ele é afetado por eventos de segurança (violência, atentados, insegurança, ameaças à saúde etc.).
Na situação atual, o PSi do Brasil é seriamente afetado pela situação gerada pela pandemia no país. A partir de uma avaliação máxima de 100 pontos nesse índice, todos os mercados analisados ​​caíram mais de 40% em sua confiança entre 1 de fevereiro e 17 de junho.

Evolução da conectividade aérea
Outro dos grandes efeitos da crise gerada pela COVID-19 é a interrupção da conectividade aérea do Brasil com seus principais mercados. Este é um aspecto essencial para o renascimento do turismo, que a plataforma Mabrian Tourism Intelligence monitora constantemente.
Considerando os 11 principais aeroportos do Brasil e os horários de voos publicados pelas companhias aéreas em 16 de junho de 2020, a conectividade aérea foi praticamente nula em junho, em comparação ao ano anterior.
Em julho, há uma ligeira recuperação, que no caso do mercado espanhol é claramente maior, em comparação com julho de 2019.
A partir de agosto, a programação marca uma clara recuperação em praticamente todos os mercados analisados, embora permaneça entre 20 e 40% abaixo de 2019. A exceção é o mercado argentino, que apesar de se recuperar em agosto, permanece em níveis de queda de mais de 70% em relação a agosto de 2019.

2)      Pesquisa global indica que empresários brasileiros do setor de turismo estão menos pessimistas

Travel Consul, a principal aliança internacional de marketing de viagens, divulgou os resultados de uma pesquisa global que revela o impacto da COVID-19 na indústria e a recuperação futura da distribuição de viagens. Mais de 900 proprietários de agências de viagens e operadoras turísticas dos principais mercados participaram da pesquisa, cujo objetivo era entender melhor o impacto do surto de COVID-19 e o que é necessário para recuperar o setor. A Interamerican Network, agência associada à Travel Consul na América Latina, participou ativamente deste estudo global inédito.
Empresários de viagens brasileiros estão menos pessimistas em relação às perdas geradas pela pandemia que seus parceiros globais. Na comparação com o ano anterior, no 3º trimestre de 2020, os brasileiros acreditam que suas perdas chagarão a 66%, enquanto a média global diz 73%. No 4º trimestre, brasileiros projetam 50% de perdas, versus 60% na média global. Entretanto, os respondentes do Brasil estão um pouco mais pessimistas na questão sobre quando acreditam que os negócios vão voltar ao normal: 65% acredita que isso só acontecerá em 2021. Na média global, 57% acredita que isso se dará no ano que vem.
Sobre medidas que estão sendo implementadas durante a crise, respondentes do Brasil colocaram o investimento em tecnologia para melhorar produtos e atendimento ao cliente como a segunda principal ação praticada na pandemia, com 44%, enquanto a média global mostra 26%. O foco em treinamento também é apontado como importante para 43% dos brasileiros, versus 38% na média global. A tendência se repete, de maneira mais leve, no ajuste ao modelo de negócios: 43% dos brasileiros marcaram esta opção, versus 41% globalmente.

Aqui estão os destaques dos resultados em nível global.

Os clientes ainda estão esperando para decidir para onde viajar
Mais de 40% dos clientes que estão remarcando ou mostrando algum interesse em viajar disseram que planejavam ir para o destino onde haviam reservado originalmente. Porém, a maior porcentagem, de 46%, está parada, aguardando para ver como a situação evolui antes de tomar sua decisão.

Destinos devem garantir segurança sanitária
Quando perguntados sobre como os responsáveis pelos destinos turísticos podem ajudar as agências de viagens e os operadores turísticos na recuperação, a resposta número um foi claramente "a introdução de certificados de saúde e segurança para que os agentes tenham certeza de que os destinos são seguros para enviar seus clientes", com dois de cada três participantes solicitando ajuda dos destinos. As outras três principais respostas incluíram campanhas de marketing, apresentação de dados úteis e oportunos e atualizações do setor e da mídia.

Implicações comerciais da COVID-19
No geral, os parceiros de distribuição esperam uma redução de 73% no volume de negócios no terceiro trimestre de 2020 e 60% no quarto trimestre de 2020. Dois terços dos entrevistados esperam poder sustentar seus negócios por seis meses sem o apoio financeiro do governo.


3)      Para onde e quando os brasileiros pretendem viajar depois da pandemia

Há boa possibilidade de viagens ainda em 2020 e compras via agentes de viagem têm aumento na preferência.
Como vai ser quando pudermos viajar de novo? Com o intuito de trazer luz ao assunto para viajantes de negócios e  lazer, bem como para destinos e profissionais do segmento de viagens, a agência de comunicação e marketing especializada em turismo Interamerican Network, o site de notícias brasileiro Catraca Livre, a publicação peruana Infotur, o portal argentino Boardingpax e a associação mexicana Confetur uniram forças para descobrir mais sobre o assunto na América Latina e conduziram uma pesquisa sobre os impactos no turismo e as perspectivas para o setor após a pandemia da covid-19. Os resultados mostram insights confiáveis para empresas e turistas se prepararem e retomarem seus planos de viagem.

A pesquisa foi realizada na primeira quinzena de junho e seu universo na América Latina compreendeu 1.174 respondentes, principalmente do Brasil (44%), seguido por México (22%), Colômbia (13%), Argentina (12%), Chile (5%) e Peru (1%). A maioria foi composta de pessoas do sexo feminino (67%), com idade entre 25 e 54 anos, com uma maior representatividade da faixa entre 35 e 44 anos (30%). 

A boa notícia é que quase metade dos entrevistados (46%) afirma pretender viajar ainda em 2020, sendo que outros 18% consideram viajar se encontrarem uma boa promoção. Os meses de novembro e dezembro são os preferidos para o público participante, com 30% das respostas cada. Quando perguntados se pretendem fazer alguma viagem na época das festas de fim de ano, 47% dos pesquisados responderam que sim, 18% ficariam dependentes de uma boa promoção e 35% refutam totalmente a possiblidade. Os que descartam totalmente a ideia de viajar ainda em 2020 somam 36%, sendo que as principais razões para isso são a preocupação com a disseminação da covid-19 (63%) e dificuldades financeiras causadas pela pandemia (20%). 

A inspiração para escolher o destino virá de buscas na internet (28%) ou de recomendação de amigos (28%), segundo as respostas. Outras fontes de ajuda incluem dicas dos agentes de viagem (14%), redes sociais (8%), influenciadores e blogueiros de viagem (8%), dicas da imprensa especializada (7%) e publicidade (7%). A forma de compra da viagem será de maneira independente para 50% dos respondentes, entrando em contato diretamente com companhias aéreas e hotéis, entre outras empresas do setor. As agências ou operadoras de viagens físicas e tradicionais mostraram quase o dobro de vantagem na preferência em relação às OTAs (Online Travel Agency, ou agências de viagem online), com 29% das respostas, ante os 15% que optariam pelos serviços de uma empresa virtual. O consultor de viagens independente aparece em 6% das respostas.
As viagens dentro do próprio país são a primeira opção para 54% dos participantes da pesquisa. Na sequência, a Europa é a preferência de 19% dos entrevistados, seguida de América Latina (13%), América do Norte (9%) e Ásia (2%). Se considerada apenas uma viagem dentro da América Latina, os destinos mais escolhidos foram Argentina (20%), México (18%), Peru (13%), Colômbia (13%), Chile (12%), Brasil (12%) e Uruguai (6%). Para fora da região, os destinos mais desejados para um possível roteiro turístico são Europa (principalmente Portugal, Itália, Espanha e Grécia), com 59% das predileções, Estados Unidos (principalmente Flórida), com 16%, e Ásia (principalmente Japão, Indonésia, Maldivas e Tailândia), com 11%. África do Sul, Canadá e Oceania tiveram, cada um, 4% da preferência, enquanto o Oriente Médio -surge com 2%.
Indagados sobre o tipo de viagem que pretendem fazer ainda este ano, um destino de praia ocupa, com folga, a preferência, com 39% das respostas, enquanto cruzeiros e destinos religiosos foram as alternativas menos escolhidas, com apenas 1% cada. Outras opções incluem viagens culturais (18%), ecoturismo e contemplação (13%), urbanas (12%), aventura (6%), gastronomia e vinhos (6%) e, por fim, esqui (2%).
Alguns resultados no Brasil mostraram tendências distintas daquelas notadas em toda a América Latina. “Ao contrário da tendência regional, a maioria dos brasileiros (44%) diz não pretender viajar nos feriados de fim de ano, mas outros 27% considerariam a opção se encontrassem uma boa promoção”, comenta o diretor da Interamerican e coordenador da pesquisa no Brasil, Osmar Maduro. “E os brasileiros mostraram uma confiança maior na imprensa especializada na pergunta sobre quem inspira sua próxima viagem: essa opção aparece em terceiro lugar, com 10% da preferência, atrás apenas de buscas na internet (33%) e recomendação de amigos (30%), e à frente de agentes de viagem (9%), redes sociais (7%), influenciadores e blogueiros de viagem (6%) e publicidade (5%)”, analisa. Chile (20%) e Argentina (19%) encabeçam a preferência de países para os quais os brasileiros gostariam de fazer um roteiro na América Latina. “Porém, para nossos vizinhos, o Brasil não está bem cotado nas respostas sobre destino desejado dentro da região para uma próxima viagem: aparece em 5º lugar para argentinos, chilenos e mexicanos, e em 9º (penúltimo lugar) para colombianos e peruanos”, destaca Osmar.


Interamerican Network 


Mais de 10 mil pessoas se candidatam para mais de 2 mil vagas de emprego no Cate


Selecionados serão encaminhados para outras etapas do processo com as empresas


O Cate - Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da Prefeitura de São Paulo recebeu 10.548 currículos para preencher 2.154 vagas de empregos nos setores de saúde, comércio e serviços. As inscrições foram encerradas nesta quarta-feira, 1º de julho, e os técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho iniciaram a análise dos currículos recebidos para encaminhar os candidatos que atenderam ao perfil exigido pelas empresas.

O levantamento parcial da pré-seleção indica que 27% dos inscritos passaram para segunda fase do processo seletivo. Cerca de 500 vagas ofertadas pela Prefeitura de São Paulo não exigiam experiência anterior dos candidatos, atraindo jovens a partir dos 14 anos para o processo seletivo. A maioria das pessoas que se inscreveu apresenta o ensino médio como escolaridade completa ou em andamento. Aproximadamente 100 candidatos se inscreveram para conquistar uma oportunidade destinada a pessoas com deficiência.

A gestora de pessoas de uma rede de supermercados, Bruna Lauer Severino, que divulgou vagas em processo recente realizado pelo Cate, reforçou que a pandemia causada pelo coronavírus não inviabilizou a contratação de novos candidatos. O Cate, segundo ela, traz bons resultados para a empresa ao intermediar as contratações de funcionários. “Supermercados são considerados serviços essenciais durante a pandemia e com isso não tivemos redução ou demissão de funcionários. Estamos, inclusive, com muitas vagas de emprego em aberto”, revela.

Edvania Maria Nogueira, 45 anos, estava há cinco meses desempregada e foi contratada por esta rede de supermercados para ocupar o cargo de fiscal de caixa. “Eu fiquei sabendo do processo seletivo pela internet. A primeira fase foi on-line e a segunda presencialmente. Estou trabalhando já tem um mês”, diz.   

O Cate recebeu inscrições de candidatos que residem fora da capital como ABC, interior e litoral de São Paulo, e de outros estados como Minas Gerais e Pernambuco.


Processos seletivos on-line do Cate

Os candidatos que buscam recolocação profissional e se dirigiam às unidades do Cate para atendimento presencial, podem participar dos processos on-line organizados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Já foram oferecidas mais de cinco mil vagas desde março, quando iniciou a quarentena e os postos tiveram que fechar em decorrência da pandemia pelo coronavírus.

Os processos seletivos são divulgados pelas redes sociais e portal da Prefeitura de São Paulo www.prefeitura.sp.gov.br/desenvolvimento. Um site é disponibilizado para inscrições e envio do currículo atualizado e com prazo para o cadastro. As equipes do Cate fazem a pré-seleção dos candidatos que atendem às exigências das empresas contratantes e encaminham os trabalhadores para as demais fases do processo seletivo, que podem incluir provas e entrevistas. Mais de 40 mil currículos foram recebidos no período.




5 dicas para ajudar na gestão das clínicas de estética com a retomada dos negócios


Especialista do setor de beleza explica como organizar o estabelecimento e manter a segurança dos clientes

Com a quarentena, o setor de beleza sofreu baixas significativas nos faturamentos desde março, mês em que se iniciou o isolamento social no Brasil. Segundo pesquisas realizadas pela Nielsen Media Research, o setor de beleza teve queda de 36% na renda, apenas no mês de março. 

João Dória, governador do estado de São Paulo, decretou em pronunciamento oficial realizado em 26 de junho, que salões de beleza e clínicas de estética poderão reabrir a partir do dia 6 de julho, em retomada gradual às atividades e respeitando os protocolos de segurança. Aline Caniçais, fisioterapeuta dermato funcional da HTM Eletrônica - empresa pioneira na fabricação de aparelhos estéticos - dá dicas de como ajudar na gestão dos estabelecimentos com a volta dos serviços de beleza e estética. 


1. Respeite os protocolos de segurança

Os protocolos de segurança variam de acordo com cada região do país, porém são essenciais para manter o negócio em funcionamento, além de, é claro, manter todos os funcionários e clientes saudáveis. Algumas das recomendações são: capacidade de apenas 40% da lotação, distância de dois metros entre os ocupantes e funcionários e clientes com com os equipamentos de proteção individuais, chamados EPIs, como máscaras, luvas, jaleco, entre outros. 


2. Mantenha a higienização do local e dos frequentadores

A limpeza do estabelecimento é um dos tópicos mais importantes. Para a segurança de todos, recomenda-se uma limpeza há cada duas horas. Também é indicado o fornecimento de álcool gel para os frequentadores do local. O álcool 70% é o indicado, pois é atua na prevenção da COVID-19. 


3. Mantenha o contato com os clientes por canais virtuais

Como a retomada do setor será gradual, com apenas 6 horas de funcionamento e capacidade de 40% de clientes, é importante continuar estimulando quem necessita dos serviços, por canais de comunicação virtuais. Dessa forma, o usuário dos serviços segue estimulado a realizar os procedimentos e se programa de forma segura e acessível, tanto para ele, quanto para o estabelecimento. 


4. Estimule a base de clientes

Com as medidas de segurança e a dificuldade em atingir novos públicos de modo presencial, clientes fidelizados podem ser ótima solução para as contas não fecharem no vermelho. Estimular que eles continuem consumindo os serviços oferecidos, atraindo-os não só pela qualidade e pelo o que já conhecem, faz com que a divulgação seja positiva e, quando a situação acalmar, novos clientes poderão aderir aos serviços. 


5. Invista em promoções

A crise causada pela pandemia, afetou diversos setores da economia e, por isso, muitas pessoas estão passando por dificuldades financeiras. Promoções podem atrair público que sente necessidade de realizar os procedimentos, porém não tem condições de pagar muito por isso. Entretanto, essa ação tem que ser feita com cuidado para que não prejudique o estabelecimento. 





HTM Eletrônica
https://htmeletronica.com.br/

Cinco anos da Lei Brasileira de Inclusão: conheça a história deste marco


Laramara comemora data importante para pessoas com deficiência


Uma conquista recente para os direitos das pessoas com deficiência no Brasil foi a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão (Lei no 13.146/15), também conhecida como LBI. O marco, promulgado em julho de 2015, comemora cinco anos nesta segunda-feira (6/7). A lei assegura e promove - em condições de igualdade - o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais à pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.

A LBI foi conquistada a partir de uma história de muitos anos em prol dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Quando foi promulgada, 15 anos tinham se passado desde a apresentação do 1º texto do Estatuto da Pessoa com Deficiência, em 2000, pelo Deputado Paulo Paim.

Com a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência de 2006, ratificada pelo Brasil em 2008, verificou-se que a redação do Estatuto deveria estar ajustada às mudanças trazidas pela Convenção. E isso foi feito culminando com o texto da LBI, produzido por um grupo liderado pela deputada Mara Gabrilli (relatora na Câmara dos Deputados) e equipe, que ficou em consulta pública e passou por audiências públicas. O texto foi aprovado em 2015 na Câmara e no Senado (relatoria do senador Romário) e em janeiro de 2016, a Lei entrou em vigor.

A LBI surge dentro do contexto da máxima "Nada sobre nós, sem nós", lema utilizado pela primeira vez em 1984 na África do Sul e que depois serviu de tema do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência de 2004 (estabelecido pela ONU). Esse lema mostra a importância das pessoas com deficiência como protagonistas dessa história.


Grande destaque

Beto Pereira, vice-presidente da ONCB (Organização Nacional Cegos do Brasil) e consultor em acessibilidade e inclusão na Laramara, reforça que o protagonismo da pessoa com deficiência nessa discussão foi o diferencial no processo de criação da lei. “A LBI foi discutida em todo o Brasil e ela aprimora, enquanto instrumento jurídico, os direitos já assegurados na Convenção sobre Direito das Pessoas com Deficiência”, explica o consultor. “É mais do que uma lei para chamar de nossa, mas uma lei da qual nós participamos, ajudamos e contribuímos para sua construção e isso faz toda a diferença”.

“É importante destacar que a LBI definitivamente move a pessoa com deficiência da esfera unicamente da saúde, levando para uma avaliação mais ampla e plena do indivíduo, da deficiência que ele possui e no meio que ele atua, com barreiras e processos sociais e culturais”, diz Pereira. “Mesmo a lei necessitando de regulamentação, ela representa um avanço perceptível no nosso dia a dia enquanto pessoa com deficiência”.


Próximos passos

Apesar da grande conquista da aprovação da LBI, é preciso acompanhar de perto a regulamentação da lei. “Precisamos fazer um trabalho educativo junto à sociedade para a mudança de paradigma em prol da inclusão”, afirma Cecília Oka, coordenadora do Programa do Jovem e do Adulto e Membro da Gestão Técnica da Laramara. Além disso, Cecília reforça que um passo importante da luta pela inclusão social é “dar continuidade e fomento à participação das pessoas com deficiência e suas famílias pela defesa dos direitos”. “Acompanhamento, monitoramento e fiscalização da legislação são fundamentais”, diz a coordenadora.


É tempo de solidariedade:

A crise trouxe uma baixa considerável de doações para Laramara. Para ajudar, não é preciso sair de casa e basta acessar o site: www.laramara.org.br/doe. Doar é mais do que uma boa ação, é uma forma de demonstrar afeto mesmo que a distância para aqueles que precisam.




Sobre a Laramara
A Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas.
As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Atividades de Vida Autônoma, Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs
Laramara trouxe para o Brasil a fabricação da máquina braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento para essa população.


Como será a vida das empresas na pós-pandemia?


Especialista em finanças explica o cenário que está por vir


Todos sabemos que teremos uma nova realidade mundial após sairmos da crise causada pela pandemia do coronavírus. Com a mudança de hábitos da população, retomada lenta do consumo e baixa atividade da economia, as empresas precisarão se adaptar e adequar os seus negócios à realidade de mercado vigente para sua sobrevivência. Empresas deverão adotar medidas rápidas em busca da eficiência de sua operação e, para isso, correrão atrás de sanar seus ralos e desperdícios.  A Renan Galdino l Consultoria Empresarial aposta na capacidade de seus especialistas oferecendo uma solução não apenas financeira, mas para toda a operação, seja ela Fabril, Financeira, Comercial ou Jurídica.

A consultoria passa a participar da rotina e gestão estratégica diária de seus clientes, auxiliando desde a formação e estrutura de seus produtos até a construção da viabilidade econômico financeira de seus negócios. Empresas especializadas em gestão têm sido constantemente consultadas para fazer reestruturação empresarial. “Existe muitas oportunidades na gestão interna das empresas, o que tornará comum a busca por consultorias especializadas”, revela Renan Galdino, especialista em finanças. A nova norma é eficiência operacional, o cliente não pagará mais pela ineficiência das empresas. Empresas estão adequando a sua operação com uma visão muito mais voltada ao caixa, tudo passa a ter um significado financeiro muito maior do que antes e é importante não abrir mão de qualquer solução que possa existir na empresa.

A reestruturação passa a ser adotada desde o processo fabril até o gerenciamento da qualidade das vendas realizadas, medindo tudo para ter informação rápida na tomada de decisão. Todos estão buscando um volume de faturamento adequado e com boa qualidade de margem, onde o foco é ter um portfólio menor de produtos, financiando menos estoque, ganhando velocidade no processo produtivo, diminuindo despesas financeiras e, por último, atendendo a demanda de mercado de entrega e preço adequado.

Renan afirma que é comum encontrar falhas nos processos de formação e estrutura de preço dos produtos: “A cultura das empresas terá de mudar, não poderá mais carregar qualquer falha na estrutura dos produtos e custos operacionais. A margem está apertada e a solução da empresa será de dentro para fora. O preço de venda quem decide é quem compra”, complementa o executivo.        


          

Luiz David Lourenço -Economista, pós-graduado em finanças empresariais pela fea-usp e banking pela fgv possuí mais de 37 anos em instituições financeiras, sempre ocupando posições estratégicas.


Renan Galdino - Gestor de empresas, pós-graduado em controladoria pela fho, mba em gestão estratégica de negócios pela fgv, especialistas em gestão e reestruturação empresas, administrador judicial pelo tribunal de justiça de são paulo, mais de 10 anos de experiência à frente da gestão de empresas em crise.


Renan Galdino Consultoria Empresarial


Construtora deve devolver integralmente os valores pagos por obra não finalizada


A decisão em 1º grau veio do Tribunal de Justiça de São Paulo e abre uma série de precedentes

Em decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo, uma construtora foi condenada a devolver todos os valores recebidos por uma venda de um imóvel, visto que o prazo de conclusão da obra, mais os 180 dias de prorrogação, não foram respeitados.

Sabrina Rui, Advogada em direito tributário e imobiliário, explica, “O casal comprador decidiu então entrar com ação judicial por não concordar com a postura da construtora, que apesar de ter recebido regularmente as parcelas contratuais relativas a compra do bem, que até o ajuizamento da ação importavam em mais de R$ 66.000,00, não receberam as chaves do imóvel, em virtude da obra não ter sido concluída dentro do prazo”.

A justificativa da construtora foi a falta do Habite-se, que é uma licença emitida pela prefeitura, necessária no começo e fim de toda construção, a qual confirma que o terreno a ser utilizado e o projeto feito, atendem todos os requisitos obrigatórios de segurança e planejamento, bem como, que após a conclusão da obra, o imóvel pode ser devidamente habitado pelos compradores.

Apesar da justificativa da Construtora, foi proferida decisão favorável na ação, que declarou o contrato das partes rescindido, e garantiu o direito dos compradores a restituição integral dos valores pagos, pois o serviço contratado não foi realizado de forma efetiva.

Inconformada com a decisão a Construtora apresentou recurso ao Tribunal de São Paulo que, no entanto, confirmou integralmente a decisão do juiz de 1º grau.

Assim, “Uma vez que a construtora ficou em mora com sua obrigação, que consistia em entregar o imóvel pronto para moradia, e não a cumpriu, por culpa exclusiva sua, ela foi condenada a devolver todo o valor recebido em parcela única. Lembrando que toda vez que um contrato desse tipo é rescindido por culpa exclusiva da construtora o valor pago pelos compradores, mesmo que de forma parcelada e por vários anos, deve ser devolvido em parcela única e devidamente corrigido”, informa a Advogada.

Este caso abre uma série de precedentes, pois muitos casos assim já foram vistos com outras construtoras. “É importante que os direitos do comprador sejam respeitados e, em não os sendo, fica assegurado a este o direito de recorrer a intervenção do judiciário, finaliza Sabrina.





Dra. Sabrina Marcolli Rui - Advogada em direito tributário e imobiliário
www.sr.adv.br
SR Advogados Associados
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@sradvassociados
(41) 3077-6474
Rua Riachuelo, nº 102 – 20º andar – sala 202, centro – Curitiba.



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