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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Como manter uma relação saudável com o dinheiro em 2020


Mapa astral ajuda a entender relação entre personalidade e dinheiro sob a ótica da astrologia


Começar o ano sem dívidas e com as contas em dia está entre os principais objetivos de muitos brasileiros. Mas apesar de todos os esforços, economias e ajustes no orçamento, nem sempre essa meta consegue ser alcançada.

Para o astrólogo Junior Moura, essa situação acontece porque a grande maioria das pessoas desconhece o tipo de relação pessoal que mantêm com o dinheiro. “Apesar de ser algo material, dinheiro também é energia e cada pessoa se relaciona com ele de uma forma diferente e específica”, explica.

Através da astrologia é possível analisar e entender muitas características pessoais e energéticas que influenciam diretamente na relação do indivíduo com o dinheiro. E o mapa astral é a ferramenta ideal para obter essas respostas. “Ao analisar o mapa, é importante prestar atenção no signo presente na Casa Dois, qual planeta você tem no mapa e qual setor e em qual signo está o planeta Vênus”, diz.

A Casa Dois, casa do signo de Touro, aborda as questões que envolvem os valores pessoais, financeiros e a segurança material. O signo presente nessa casa informa sobre como o indivíduo lida com o dinheiro. “Tem gente que não consegue guardar dinheiro e tem gente que não gasta mais do que o necessário. A Casa Dois explica o que motiva a agir de uma forma ou de outra”, afirma o astrólogo. Já Vênus, além de falar tradicionalmente sobre as emoções, também pode trazer informações fundamentais sobre a relação com o dinheiro e as coisas materiais.

Esses são alguns fatores do mapa astral que falam diretamente sobre o dinheiro, mas para ter um resultado mais completo sobre a personalidade e as questões financeiras é preciso analisar o mapa astral como um todo. Com isso, é possível compreender de que forma se dá essa relação e como superar limitações sobre as questões materiais e o dinheiro em si.

“Como as pessoas próximas a você se relacionam com o dinheiro? Como você foi ensinado a se relacionar com seu próprio dinheiro? Para você, o trabalho é um fardo ou é um prazer? Tudo isso pode ser compreendido com base na análise do mapa astral. Se você foi ensinado que ter muito dinheiro é pecado, por exemplo, então talvez esse ensinamento não esteja de acordo com a sua energia. Quem sabe não é por isso que as coisas não estão fluindo para você?”, questiona Junior.
De qualquer forma, o conselho do astrólogo é levar prazer para o dinheiro, ou seja, fazer aquilo que realmente gosta, não importa o que seja. “Se seu trabalho te traz satisfação e prazer então seu dinheiro vai fluir muito mais”, diz.





Junior Moura - astrólogo e alquimista com mais de 20 anos de experiência na área da espiritualidade. Realiza atendimentos presenciais e a distância em todo o mundo auxiliando diversas pessoas a descobrirem a própria consciência luminosa através da astrologia, numerologia, radiestesia, tarot, reiki e alquimia. Considera-se um profissional universalista, aplicando diversas filosofias em seu trabalho.


Consciência Lumynosa


O que fazer para não quebrar a famosa promessa de emagrecer no ano novo

   Verão convida para prática de esportes
(Marcelo Matusiak)

Orientação profissional e disciplina são elementos fundamentais para que a busca de uma vida mais saudável não seja frustrada


Ano novo, metas estabelecidas e expectativas redobradas para o 2020 que está recém começando. Cuidar da saúde é uma necessidade e, é nessa época, que a maioria das pessoas tenta estabelecer um novo estilo de vida priorizando alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos. Porém, muitas vezes, tudo que foi selado como promessa para o novo ano, acaba sendo deixado de lado.

O verão traz estímulos extras como aumento de temperatura, mais luminosidade e uma carga horária maior de sol. Já o inverno é um convite perfeito ao boicote de tudo que foi planejado, aumentando a preguiça de fazer esportes e tendo que lidar com ofertas ricas em carboidratos nos alimentos. Para o médico e diretor de Comunicação da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Juliano Chibiaque, é fundamental ter disciplina com a alimentação e orientação profissional para que lesões não prejudiquem a continuidade das atividades físicas.

- Há componentes diários que boicotam esse esforço. São alimentos atraentes no prato, mas que trazem uma carga energética maior e acabam engordando. Por isso, é importante que se busque uma orientação nutricional e que a pessoa tenha em mente o seu biotipo. O importante não é o quanto vai perder de peso, mas como vai perder. Além disso, a perda de peso sem atividade física, não se sustenta – explica.

O médico cirurgião do aparelho digestivo e cirurgião geral reforça, ainda, que o estilo de vida atual não favorece a uma vida saudável, o que precisa ser superado por cada um.

- A população está cada vez mais refém de tecnologias e rotinas estressantes. A sensação é de que falta tempo para tudo. A ingestão de alimentos acaba sendo feita com pressa, o que não é o indicado – completa.

Na hora da escolha da atividade física, a dica é procurar aquele esporte que agrade e dê prazer para cada pessoa, sendo uma escolha muito individual.

- O mais importante é encontrar aquela atividade física que a pessoa vai se sentir estimulada. Seja musculação, caminhada, pilates, RPG, danças, natação, hidroginástica, bicicleta, etc. Independente da opção que ela for seguir, dois requisitos são indispensáveis: ter condições estruturais de fazer a atividade e contar com uma orientação de um educador físico para que não tenha risco de lesões – finaliza.

Pessoas que estavam em condições de sedentarismo precisam um cuidado ainda maior para não exagerar na dose tendo lesões e prejudicando todo planejamento que foi proposto.




Marcelo Matusiak


Carnaval ascende alerta para o uso do preservativo e a prevenção do HPV


O mau hábito de não usar camisinha durante a relação sexual é a principal causa do contágio do HPV, vírus que pode causar lesões no corpo e é capaz de desenvolver um câncer


O carnaval é uma eventualidade cheio de surpresas boas. Festas, momentos de lazer, diversão, folia e algumas paqueras. Essas situações são motivo de grande preocupação dos órgãos de saúde E pode trazer uma outra surpresa nada agradável: a contaminação por Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Em oportunidades como o carnaval AS pessoas acabam se esquecendo da prevenção durante o ato sexual e contraem doenças como o HPV.

Dados do Ministério da Saúde divulgados em dezembro de 2017 certificaram que 54,6% dos jovens brasileiros entre 15 e 25 anos têm prevalência de HPV. Essa estatística foi concluída a partir de um estudo feito com 5.812 mulheres e 1.774 homens, que foram entrevistados e fizeram exames nas 26 capitais e no Distrito Federal.

“O HPV é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo Papilomavírus humano. Trata-se de um vírus que atinge a pele e alguns tecidos com a possibilidade de causar verrugas e outros tipos de lesão. O nome HPV é uma sigla em inglês para a palavra Papiloma Virus Humano e existem mais de 200 tipos, sendo que cada um deles pode causar lesões em diferentes partes do corpo. O contágio pode acontecer a partir de uma única exposição e a forma mais comum para a transmissão é a relação sexual”, esclarece a ginecologista Raquel Martins Soares, sócia da clínica Femminile Ginecologia. 

Uma das práticas que mais levam ao contágio do HPV é a falta de camisinha durante uma relação sexual. Esse comportamento tão criticado pela comunidade médica é mais comum ao longo do período de carnaval. “Com a chegada do carnaval, as pessoas tendem a esquecer da camisinha. Esse hábito não é nada saudável. Principalmente para as mulheres porque em determinados casos, quando o vírus acomete a mucosa do útero, ele é capaz de provocar até mesmo um câncer de colo de útero”, explica a ginecologista. 

 Os sintomas vão além das verrugas e podem ser notados tanto na genitália quanto em outras partes do corpo. A aparição pode ter início a partir dos dois primeiros meses após o contágio, mas também pode jamais surgir – o que não torna o vírus inativo no organismo e também não o desqualifica para a contaminação de terceiros. No caso da mulher, uma opção de exame que detecta o vírus é o Papanicolau.

“O Papilomavírus humano é sorrateiro. Em 95%, o paciente está infectado e o vírus não SE manifesta. Mesmo assim, caso essa pessoa infectada tenha relações sexuais sem camisinha, a probabilidade de contaminação é muito grande. Por isso entramos numa série de cuidados preventivos que devem ser respeitados tanto no carnaval quanto em qualquer outra época do ano”, comenta Dra. Raquel. 

Além do uso do preservativo, existem outras formas de prevenção. Uma delas é a vacina, que está disponível de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos, meninos de 11 a 14 anos, pessoas que vivem com HIV e pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos. Apesar de ser um método preventivo de combater a doença, a vacina não serve como tratamento e a imunização não impede em totalidade que a ação cancerígena do vírus. Por isso é importante, mesmo com a vacinação, que o paciente continue usando preservativo durante as relações sexuais.

“O HPV não tem cura definitiva. O que podemos fazer é controlá-lo. Já o tratamento depende de alguns fatores como a idade do paciente, o tipo do vírus, a extensão da lesão ou verruga, a localização das mesmas e também do quanto o paciente foi acometido. Podemos recorrer à métodos que envolvem desde ácidos até o tratamento com laser. Se for o caso de um câncer de colo de útero decorrente do HPV, o tratamento é cirúrgico e pode haver a retirada do colo. Em casos mais graves, até mesmo o útero e as estruturas adjacentes podem ser retiradas!, conclui Dra. Raquel.


Vacinação do HPV em jovens mineiros

Em Minas Gerais, o HPV já é diagnosticado como um problema logo ao analisar os gráficos de vacinação. Segundo informações de um boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) divulgado em dezembro de 2017, a meta é de que 80% das meninas entre 9 e 15 anos sejam vacinadas contra a doença, porém, a média de vacinação é de apenas 54,29% do público. Por outro lado, o quadro é ainda mais complicado para os meninos. A meta da SES/MG também é de 80%, mas apenas 26,95% do público está vacinado.

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