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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Como funciona o sistema de saúde dos países mais visitados do mundo


APRIL Brasil Seguro Viagem explica o que os turistas podem esperar nas viagens para estes destinos


Segundo o relatório dos Destaques do Turismo de 2018 da Organização Mundial de Turismo, os dez países mais visitados do mundo em 2017 foram França, Espanha, Estados Unidos, China, Itália, México, Reino Unido, Turquia, Alemanha e Tailândia.

O seguro viagem é obrigatório em quatro deles: França, Espanha, Itália e Alemanha, países que fazem parte do Acordo de Schengen e exigem que seus turistas tenham uma cobertura médica e hospitalar de, no mínimo, € 30 mil. Isso significa que a saúde pública desses países não se responsabiliza pelos atendimentos de estrangeiros, e que eles precisam garantir que não haverá nenhum tipo de despesa para o governo.

Nos outros seis destinos citados, o seguro viagem não é obrigatório, mas continua sendo necessário. A APRIL Brasil Seguro Viagem explica como funciona o sistema de saúde desses lugares para que os viajantes estejam preparados.


Estados Unidos

Os próprios norte-americanos têm problemas com este assunto, já que não há saúde gratuita para todos os cidadãos. Mas não basta dizer que nenhum atendimento lá é gratuito: o sistema de saúde dos Estados Unidos é um dos mais caros do mundo, e uma emergência médica pode mergulhar um viajante em dívidas, já que uma simples consulta em hospital pode sair mais de US$ 2 mil. Segundo a APRIL Brasil, é importante investir em um seguro viagem com uma cobertura completa para não sair no prejuízo em caso de problemas de saúde ou acidentes durante uma viagem para este destino.


China

É possível compreender porque um país que tem mais de 1 bilhão de habitantes não tem saúde gratuita para todos. O sistema de saúde da China tem serviços públicos e privados, e oferece algum tipo de cobertura a boa parte da população, mas nem tudo é pago pelo governo. Os hospitais particulares são extremamente caros, e fora das áreas urbanas, nem sempre é simples encontrar um bom atendimento. Para completar, pode ser complicado se comunicar devido à barreira do idioma, já que muitos chineses não falam inglês, principalmente longe das grandes cidades. Com isso, é mais difícil encontrar bons hospitais e mesmo lidar com um médico, situação muito diferente quando o turista conta com uma boa assistência como a da APRIL Brasil, que funciona 24h por dia e todos os atendentes falam português.


México

Este país da América Latina também tem serviços públicos e privados, mas o governo garante acesso gratuito à saúde para todos os seus cidadãos e imigrantes legais por meio do Instituto Mexicano del Seguro Social. No entanto, turistas e residentes não-permanentes não são contemplados por esse sistema, sendo necessário pagar por todo e qualquer atendimentos caso o viajante não possua um seguro viagem.


Reino Unido

Embora faça parte do continente europeu, o Reino Unido nunca esteve no Acordo de Schengen e, por isso, não exige seguro viagem de seus turistas. O destino possui um sistema de saúde público para seus cidadãos chamado National Health Service e, embora ele ofereça atendimento para algumas pessoas que não sejam residentes, as regras são bastante complexas e é muito difícil se enquadrar nas mesmas. Isso acontece porque o Reino Unido tenta coibir o “turismo de saúde”, em que as pessoas viajam apenas para conseguir atendimento médico gratuito. Não é preciso dizer que, com uma das moedas mais valorizadas do mundo, ser atendido por lá pode sair bem caro.


Turquia

Este é outro país com um sistema de saúde pública para todos os seus cidadãos e residentes legais, embora os serviços públicos não sejam tão bons quando comparados a países europeus ou aos Estados Unidos, por exemplo. Já o setor privado é excelente em termos de qualidade, tecnologia e até mesmo tempo de espera, tanto que o país tem se tornado referência para pacientes que saem de seus países em busca de melhores cuidados com a saúde. Embora os preços não sejam estratosféricos como nos Estados Unidos, por exemplo, a APRIL Brasil recomenda a contratação de um seguro viagem para evitar dificuldades com o idioma ou auxiliar caso o problema de saúde aconteça em áreas mais remotas, onde pode ser difícil encontrar bons hospitais.


Tailândia

A Tailândia oferece serviços adequados de saúde em seus grandes centros urbanos, mas não gratuitos. O problema, basicamente, é que seus destinos mais desejados e visitados estão no litoral e no interior, longe das grandes cidades, onde até é possível encontrar cuidados médicos básicos, mas é quase impossível localizar um médico que fale inglês. Por esse motivo, é crucial contar com um bom seguro viagem como da APRIL Brasil, que muitas vezes leva o médico até o seu hotel para te atender e pode até auxiliar na comunicação com ele.





APRIL


Saiba quais são as regras para transporte de alimentos em viagens comerciais



Férias! Uma das épocas mais esperada do ano. Durante este período é muito comum viagens e a vontade de levar ou trazer algum alimento, algo que você tenha gostado muito ou que está levando para presentear.
 
Para que tudo seja perfeito é necessário tomarmos certos cuidados e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo vai te ajudar. De acordo com a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), “pode haver o risco de a pessoa trazer junto com o alimento alguma contaminação ou alguma praga que não tenha no Estado ou no País. Trazer uma doença que não existe, pode prejudicar a exportação, e assim causar um prejuízo econômico para o Estado e consequentemente para o País”.

 
Transporte de alimentos em aviões

Ainda que a prática seja permitida pelas companhias aéreas, é preciso se atentar a algumas normas para que o translado seja feito com segurança, bem como às regras vigentes no país de destino, para evitar imprevistos e prejuízo.
 
A grande maioria das companhias aéreas autoriza tranquilamente o transporte de alimentos no avião, embora não permita itens facilmente perecíveis. O translado pode ser feito tanto na bagagem de mão quanto na despachada, desde que o passageiro respeite as regras estabelecidas em relação à medida e peso e que assegure uma boa vedação, para impedir vazamentos.
 
Embora autorizados nos dois tipos de bagagem, a recomendação na hora de embarcar é dar preferência à mala de mão, uma vez que as condições no porão do avião podem fazer com que os produtos estraguem mais rapidamente.

 
O que você não pode levar na mala:
  • Carnes in natura ou industrializadas, como presunto, embutidos, enlatados e pescados.
  • Leite e seus derivados, como queijos, doce de leite, iogurtes e manteigas, não podem entrar no país sem autorização do Ministério da Agricultura brasileiro, pois podem colocar em risco a saúde da população e de rebanhos.
  • Ovos ou outros alimentos não processados.
  • Vegetais e frutas não podem ser trazidos de outros países, já que há possibilidade de conterem pragas ou estarem contaminados por alguma doença, o que pode causar danos à agricultura do país ou à saúde humana.
  • Mel, cera e própolis.
  • Mudas, sementes, hortaliças frescas, madeira e terra.

O que você pode levar na mala:
  • Café solúvel, torrado ou moído.
  • Produtos de origem vegetal industrializados, embalados a vácuo, enlatados, em salmoura e outros conservantes.
  • Erva-mate elaborada e embalada.
  • Pó para sorvetes e sobremesas, embalado.
  • Féculas embaladas.
  • Margarina e pasta de cacau.
  • Glicose e açúcar refinado e embalado.
  • Bebidas em geral (chás, sucos e refrigerantes) em embalagens de até 100 ml.
  • Vinhos podem circular livremente, mas o viajante deve observar o limite de 12 garrafas de uma mesma marca ou até 18 de fabricantes diferentes. Outras bebidas alcoólicas podem ser trazidas até um limite de 12 litros.
E é sempre bom antes de viajar verificar se o país de destino permite o transporte dos produtos alimentícios que você planeja levar. Essa informação pode ser encontrada no site oficial do governo do país de destino.
Ao retornar ao Brasil, fique atento aos alimentos proibidos de serem transportados para cá: todos perecíveis, como frutas, sementes, laticínios, plantas e carnes de qualquer espécie animal.
 
Em casos especiais, a autorização para portar alimentos proibidos deve ser solicitada com antecedência ao Ministério da Agricultura.

 
Transporte de alimentos em ônibus

Ao viajar de ônibus geralmente você pode levar muitas malas. Embora as empresas de ônibus tenham políticas de bagagens mais permissivas do que outros meios de transporte, ainda assim existem algumas regras e limitações que os passageiros devem atender ao viajarem de ônibus. Informando-se antes de iniciar sua viagem, você seguramente terá uma experiência bem agradável, evitando assim surpresas indesejáveis.
 
É permitido levar pequenos lanches e comidas fáceis de manejar, como biscoitos, barrinhas de cereais e sanduíches prontos devidamente embalados. Comidas perecíveis ou transporte de encomendas de alimentos para outras pessoas não são permitidos nas bagagens de mão.
 
Também é permitido despachar alimentos, desde que estejam guardados em sua embalagem original de fabricação, com rotulagem que possibilite a sua identificação, devidamente lacrados, sem evidência de vazamento ou violação para que haja confirmação de que não representam risco sanitário.
 
Por isso devemos sempre seguir as regras e leis brasileiras e do país de destino, além dos países intermediários, caso o voo seja com escalas. “Também é preciso verificar a legislação vigente sobre transporte de alimentos (consulte aqui)”, finaliza a CDA.



 
 
Adriana Luiza


6 tipos de passeios para curtir e gastar pouco


Todo final de semana bate aquela sensação de tédio, mas quando se está com a grana curta fica difícil pensar em sair para se divertir. Por conta disso, é preciso pesquisar e ficar atento às programações mais em conta ou de graça para curtir. O Juros Baixos recomenda seis tipos de passeios econômicos que você pode optar em fazer nos momentos de lazer.


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