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segunda-feira, 15 de julho de 2019

O novo perfil da liderança

Desde meados do século XX, vivenciamos uma evolução constante nos modelos de gestão, que eram baseados em conceitos hierárquicos que se utilizavam de repressão e autoritarismo. Logo após o fim da revolução industrial, funcionários especialistas em funções específicas eram os mais valorizados, assim como o trabalho departamental era predominante na maioria das empresas.

Com a chegada dos anos 2000, surgiu um novo modelo no qual aposentamos o “chefe” e surgiu o que denominamos líder, papel com mais responsabilidade de influenciar que gerenciar. Houve notável evolução desse perfil ao longo dos anos, e novas limitações foram surgindo, como trabalhar com equipes de alto desempenho e identificar valor para os clientes.

O cenário atual está cada vez mais direcionado pela criatividade e inovação. As empresas precisam ser resilientes, priorizar as mudanças, identificar e entregar valor de forma rápida e contínua. O mindset corporativo precisa ser ágil e resolutivo.

Assim, o perfil da liderança tem que se adaptar mais uma vez, para lidar com desafios constantes, potencializados por um mercado de consumo cada vez mais exigente. Os novos líderes precisam de alta capacidade de análise situacional e adaptação contínua. A seguir, listamos algumas outras exigências de liderança.


Além das siglas

Certificações como PMP, ITIL, COBIT perdem importância. Conhecer os processos e as melhores práticas ganha força, fazendo com que a adaptação de processos à cultura organizacional represente a mudança necessária em prol dos objetivos estratégicos e do fortalecimento da marca no mercado.


Soft skills

Conhecimentos técnicos são muito importantes, mas o desenvolvimento de qualidades interpessoais – também conhecidas como soft skills – são o novo desafio do bom líder. Por meio da personalidade, aptidões mentais, emocionais e sociais é que se obtém engajamento, motivação e produtividade da equipe. Vivência e autoconhecimento podem ajudar no fortalecimento dessas competências.


Paixão

Líderes precisam ser apaixonados pelo seu trabalho, isso inspira e entusiasma a equipe, ou dificilmente conseguirão obter os resultados desejados e motivar a equipe a dar o seu melhor independentemente da situação. O líder deve ser o primeiro a ter pensamento positivo, estar motivado e acreditar no que faz, para que essa mentalidade seja compartilhada com todos.


Olho no futuro

Acompanhar diariamente as mudanças e tendências do mercado, além de assimilar essas mudanças nos projetos, contribui de forma positiva para a transformação digital do negócio.


Foco no cliente

Além de avaliar tendências, o novo líder deve compartilhar as informações com os clientes, associando-as às necessidades dos mesmos. Ainda, é preciso habilidade para identificar essas necessidades e o valor esperado para entregar a melhor experiência de uso dos produtos solicitados. Isso deve ser validado já nas fases iniciais do projeto. Errar rápido e acertar rápido: aí está uma tendência do mercado.


Pessoas

Embora pareça óbvio, cabe ressaltar que o trabalho é desenvolvido com pessoas, as quais possuem objetivos, necessidades e sonhos diferentes, e um bom ambiente de trabalho é fundamental. A cobrança deve acontecer, mas a microgestão de atividades deve ser evitada. Supervisionar insistentemente, centralizar decisões, cobrar por resultados e monitorar constantemente as tarefas da equipe são práticas que só elevam o estresse e diminuem a produtividade. É preciso dar espaço para que os colaboradores desenvolvam as atividades conforme sua capacidade e experiência, incentivando a autogestão.


Confiança

O líder deve delegar atividades e confiar na equipe. Além disso, os colaboradores precisam falar abertamente e de forma transparente entre si, mesmo que isso ocasione algum desconforto. Equipes que conseguem expor suas ideias de forma clara criam uma forte base de confiança.


Camaradagem

Bom relacionamento interpessoal dentro da equipe só colabora com o alcance dos resultados. Lembre-se: passamos grande parte do dia no ambiente de trabalho, a boa convivência é essencial. O líder contribui transformando reuniões de trabalho em momentos positivos, com discussões produtivas em prol do objetivo comum, e também incentivando momentos de descompressão e celebração.


Lado individual

Objetivos coletivos têm preferência sobre particulares. Porém, o bom líder deve trabalhar o lado individual dos colaboradores, conhecê-los bem e dar feedbacks frequentes que colaborem com o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um, e que estejam alinhados com os objetivos do projeto e organização. Assim como o momento é de inovações tecnológicas, a mente humana também tem se tornado mais complexa. Cabe à nova liderança fazer com que as tendências de tecnologia, processos e mercado estejam associadas às necessidades do cliente e objetivos pessoais dos seus colaboradores, fazendo com que o resultado seja de produtos de alta qualidade, com valor agregado e, consequentemente, reconhecimento da marca.





Dyonata Laitener Ramos - coordenador de projetos no Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).

sábado, 13 de julho de 2019

Proteção Animal Mundial dá dicas de como proteger seu pet do frio



Organização não-governamental dá dicas para melhorar o bem-estar dos animais de estimação, com medidas capazes de prevenir doenças


Com um inverno com recordes de frio no século em algumas regiões, não só os humanos sofrem com as temperaturas baixas. A época também pede cuidado redobrado com os animais de estimação. Apesar de terem pelos, os animais de estimação também estão suscetíveis às doenças associadas ao período, como gripes, resfriados, doenças respiratórias e problemas osteo-articulares. Pensando nisso, Rosângela Ribeiro, gerente de programas veterinários da Proteção Animal Mundial, dá algumas dicas de como cuidar do seu animal de estimação durante o inverno.


Ofereça abrigo e cobertores

Se o seu animal vive fora, no quintal, procure abrigá-lo em uma casinha de tamanho apropriado e aquecê-lo com roupas e cobertores. Especialmente durante a noite. A casinha deve ser colocada em um local livre de chuva e de correntes de ar.  

Caso o animal não possua uma casinha fechada, deve-se ao menos oferecer um local forrado com jornal ou papelão, com mantas e cobertores que ajudem a isolá-lo do chão frio. O animal nunca deve ficar ao relento ou em contato com chuva ou vento. Como uma criança ou um idoso, os cães e gatos podem adoecer nessas condições. 


Dê mais roupas e menos banho

Além de oferecer proteção com roupas e cobertas, evite banhos frequentes nesta época. E, no caso de cães e gatos peludos, procure não tosar, pois o pelo ajuda o animal a se proteger do frio. Se o seu animal já estiver acostumado ou se tiver o pelo muito curto, vista roupinhas e capas. Só não se esqueça do conforto: nunca use roupas ou acessórios que restrinjam o movimento ou a respiração do pet. E tente não passear nos horários mais frios e quando há garoa ou chuva.


Cuide da alimentação e das vacinas

No inverno, os animais gastam mais calorias para manter o corpo aquecido e por isso necessitam de um aporte maior na alimentação. É recomendado que os donos aumentem a quantidade de ração ou de alimento entre 10 e 20%, dependendo do animal. Estar bem alimentado e com as vacinas em dia é muito importante para evitar as gripes e as doenças virais.

Os gatos devem estar com a vacina tríplice em dia e os cães com a vacina V8. Se for um cão filhote, idoso ou que more com muitos outros cães, procure vacinas especificas para gripe canina, que protegem contra o Adenovírus Canino Tipo 2, o vírus da Parainfluenza Canina e a Bordetella bronchiseptica.


Doe

As campanhas do agasalho são importantes tanto para nós, quanto para os animais desamparados. Procure uma em sua região. Separe as roupas que já não cabem mais no seu pet, antigas camas e casinhas. Cobertores também são bem-vindos. Se não encontrar uma campanha de arrecadação, vá aos abrigos e lares provisórios.




Proteção Animal Mundial (World Animal Protection)

Meu pet está obeso, e agora?

 (PX Here – Banco de imagens gratuito)


Comissão de Animais de Companhia (COMAC), do Sindan, dá dicas de como evitar a obesidade nos animais e fornecer melhor qualidade de vida



Com a chegada das estações mais frias, os animais de companhia tendem a praticar menos exercícios (sedentarismo) e ter alimentação muitas vezes inadequada (seja por alimentos de baixa qualidade ou por muitas vezes comerem mais), com isso, ganhando peso. Outro fator importante é que existem algumas raças mais predispostas à obesidade, como Labrador, Golden Retriever, Pug, Basset hound e Teckel.

Nos Estados Unidos, levantamento da Association for Pet Obesity Prevention, em 2014, revelou que 63% dos cães e 67% dos gatos domésticos estão acima do peso; destes, 18% dos cães e 28% dos gatos são obesos. (Fonte: https://abev.org.br/obesidade-em-caes-e-gatos/). Assim como nos humanos, a obesidade pode causar grandes problemas na saúde ao animal (como osteoartrite e doenças endócrinas, além de comprometer o tempo e a qualidade de vida dos pets) e, infelizmente, é uma doença que vem tomando espaço no dia a dia dos animais.

Por isso, a COMAC representada por Marcella Vilhena, coordenadora técnica da Labyes, empresa associada ao SINDAN, preparou algumas dicas para você ficar de olho no peso do seu pet:


Visite um médico veterinário com frequência

O veterinário é o profissional mais adequado para verificar se o peso do seu cachorro ou gato está ideal à sua idade e raça. Cada espécie possui especificidades que interferem na saúde do animal. Por exemplo: a obesidade canina caracteriza-se quando um animal apresenta mais de 15% de excesso de peso.


Incentive o pet a fazer exercícios

A prática de exercícios é recomendada em todas as idades. Passeie com o seu animal e procure por brincadeiras que ele possa liberar energia, como bolas ou discos. Mas, lembre-se de adequar a intensidade do exercício conforme o limite físico do seu animal. Em alguns casos, a fisioterapia também pode ser indicada para auxiliar o processo de perda de peso. Ouça sempre a recomendação de um médico veterinário.


Alimente seu pet de forma balanceada

Ofereça sempre alimentos indicados para a espécie do animal, como também de acordo com a raça e a condição de vida. Lembre-se que para chegar ao mercado o produto passou por vários testes e leva em consideração a espécie, o porte e os nutrientes necessários para cada pet. Se o seu cão ou gato já tem propensão para ganhar peso, evite snacks e petiscos.


Brinquedos interativos

Os brinquedos interativos são uma forma de aliar restrição alimentar e estímulo à atividade física. Feitos para que você coloque petiscos e/ou ração para cachorro obeso dentro, eles permitem que o pet coma enquanto gasta energia.

Casamento: Pets esbanjam fofura na cerimônia, mas requerem cuidado e respeito



Husky de smoking de Sophie Turner e Joe Jonas chama a atenção e iCasei dá dicas de como incluir os bichinhos de estimação no grande dia


Animais de estimação são membros de muitas famílias, logo, é inevitável pensar em formas de incluí-los em uma data tão importante como o casamento. Fofos, eles se tornam o centro das atenções, como o husky vestido de smoking no enlace de Sophie Turner e Joe Jonas. Organizar essa presença especial, no entanto, requer cuidados, tanto em relação ao bem-estar do bichinho quanto no papel que ele vai desempenhar na cerimônia, na preparação de um local para ele ficar após a aparição no altar e nos apetrechos que usará. A fim de ajudar os noivos, o iCasei (www.icasei.com.br) separa dicas para que o pet fique confortável e seguro.

“É preciso saber se o animal é calmo ou agitado e se está habituado a interagir com muita gente ou não. Por isso, o recomendado é levar um adestrador no grande dia ou alguém com quem ele conviva bastante e em quem confie”, diz Alê Loureiro, cerimonialista e parceira do iCasei. O ideal é que o convidado especial goste de estar perto de diversas pessoas, para que não se assuste e acabe causando problemas como fugir, avançar nos convidados ou pular na noiva e sujar seu vestido, por exemplo.

É importante chegar com antecedência ao local do casamento, para que o pet se ambiente com o espaço e até mesmo ensaie suas funções. Geralmente ele se torna o responsável por levar as alianças aos noivos, seja desfilando ou no colo de alguém, como fez a atriz Karina Dohme com seu cachorro. Ele também pode apenas fazer a caminhada e acompanhar o casal durante os dizeres no altar, dependendo de seu comportamento e do que está acostumado a vivenciar com os donos.

Alguns usam enfeites como coroa de flores ou gravatinha, mas há os que gostam de roupinhas mais requintadas. Normalmente eles não ficam alinhados por muito tempo, então, na hora das fotos, os animais têm que ser os primeiros da fila, a fim de liberá-los rapidamente antes de ficarem muito cansados ou estressados. Levar alguma comidinha ou brinquedo preferido para usar como isca ao olhar para a câmera ou fazer uma pose é uma boa estratégia.

Tudo tem de ser feito de forma personalizada e de acordo com cada família. “O local, a função desempenhada, a roupa e os acessórios são decisões importantes, mas tudo será perfeito se o animal não for forçado a fazer nada e se houver respeito”, destaca a parceira do iCasei.

Os
noivos devem ficar atentos aos lugares que permitem a entrada de animais e, também, na locomoção dele, que não ficará para a festa madrugada adentro. Dessa forma a cerimônia contará com muito mais carinho e fofura.





Saiba como combater a hepatite infecciosa canina



Doença é transmitida por contagio e pode levar o animal à morte


A Hepatite Infecciosa Canina é uma doença viral que atinge o fígado do pet e pode levar ao óbito. Mas, pode ser facilmente prevenida, como confirma a médica veterinária do Hospital Veterinário Cão Bernardo, Gabriela Basso Alves: “É imprescindível que o cão seja vacinado, além de prevenir outras doenças como, leptospirose, adenovirose e a hepatite, enfermidades que podem levar a morte do animal”. Também é importante fazer a higienização do ambiente que o animal frequenta, assim como seus brinquedos.

Os sintomas variam de acordo com a gravidade da hepatite e podem demorar até sete dias para aparecer, período em que os vírus ficam incubados no corpo do animal. Os sinais em cães adultos podem ser febre, apatia, falta de apetite, vômitos e diarreia, chegando até mesmo a conter sangramento em vômitos, fezes ou urina.

É uma doença infecciosa apenas entre cães, ou seja, não atinge seres humanos. Além disso, não afeta o sistema oronasal (boca ou nariz), chegando primeiro, às amidalas e posteriormente disseminando na maior parte dos tecidos. A forma mais comum de infecção é pela saliva ou pelas fezes do animal, porém, o vírus pode ser eliminado na urina por até seis meses.

Há várias formas de hepatite, por isso é importante fazer um diagnóstico correto no hospital veterinário. “Temos hepatite bacteriana, tóxica, por leptospirose, fúngica, granulomatosa, fulminante por vírus da parvovirose e da cinomose. Por isso, é muito importante fazer exames hemograma e bioquímica de sangue, urinálise, testes sorológicos para detecção do agente viral, radiografias e ultrassonografia”, alerta Gabriela.




Cão Bernardo

Confira as dicas para passar as férias com seu pet



Médico veterinário orienta tutores a viajar com cão ou gato sem estresse


Julho já começou e é um dos períodos do ano mais procurados para viagens, por causa de férias escolares. Famílias começam a se organizar para sair de casa e curtir os dias de descanso. Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, caso tenha um pet, a fim de evitar qualquer imprevisto.

Os cuidados devem ser redobrados se o seu cão ou gato estiver incluso nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu animal de estimação. No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário das rações Max, Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:


  1. Transporte de pets
O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir o animalzinho nessa viagem. Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento para a viagem, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo.

Além disso, com algumas técnicas, ele poderá respeitar o local designado e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade. Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de proteção. Jamais deixe-o sem estes cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.


  1. Hospedagem
Busque hotéis pet friendly, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências como, por exemplo, os atestados de vacinação e tratamento contra pulgas e carrapatos.


  1. Vacinação
Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto. Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.


  1. Alimentação e água
Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que humanos e precisam ficar hidratados. Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Seguindo estas dicas, o sucesso da sua viagem será garantido. Agora é só aproveitar e tirar várias fotos com o seu amigão!

Dia do amigo: adote um de quatro patas


Freepik

Dia do Amigo é mais uma oportunidade para adotar um animal e garantir companhia para muitos momentos de diversão
 

O Dia Mundial do Amigo é celebrado em 20 de julho no mundo inteiro para lembrar à todos da importância de ter amigos para compartilhar os bons momentos e, claro, para fazer companhia nas horas mais difíceis da vida. Além dos humanos, os pets desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leais, carinhosos e enchem o dia a dia dos tutores de graça e alegria.

O veterinário e fundador da rede Animal Place, Jorge Morais, explica que adotar um pet é ganhar amor em sua forma mais pura e verdadeira,  no entanto, adotar na empolgação do momento, sem pensar nas consequências não é correto, afinal os animais domésticos dependem de seus tutores para viver bem e com saúde.“A adoção é sempre um ótimo caminho quando se pensa em um pet, mas também é preciso lembrar a importância da consciência da posse responsável”, ressalta Morais.

Abaixo o profissional lista algumas informações importantes para quem pensa em adotar um amigo de quatro patas.

  1. O tempo médio de vida de um animal é de aproximadamente 12 anos, portanto, é preciso lembrar e estar atento a isso na hora da adoção, pois será uma responsabilidade a longo prazo.
  2. O animal de estimação, seja cão ou gato, deve ser mantido dentro de casa, evitando, assim, que sofra acidentes ou maus-tratos nas ruas.
  3. Alimente-o com ração apropriada para sua espécie e mantenha sempre disponível água limpa e fresca.
  4. A visita ao veterinário deve ser feita regularmente (pelo menos uma vez por ano) para aplicação de vacinas, vermifugação e check-up. Afinal, eles também envelhecem e precisam de cuidados especiais.
  5. Atenção e carinho são essenciais para o novo membro da família.
  6. Identifique o animal com microchip ou placa identificadora.Em algumas cidades o registro do animal é feito de forma gratuita na prefeitura. Verifique!
  7. Castre-o logo após a adoção e depois do primeiro cio. A castração evita gravidez indesejada, brigas por territórios e doenças, inclusive o câncer. Pesquisas indicam que pets castrados vivem mais. 




Animal Place

Brasileiro gasta até R$ 1.300 por mês com passeadores de cachorro


De acordo com levantamento do aplicativo DogHero, a média de gastos mensal somente com o serviço é de R$ 245


O brasileiro tem dedicado cada vez mais tempo e dinheiro nos cuidados aos seus filhotes de quatro patas. Um levantamento feito pela DogHero, aplicativo que conecta quem tem cachorro a uma rede de passeadores e anfitriões que hospedam em casa, aponta que os pais e mães de cães chegam a gastar até R$ 1.300 por mês com passeadores que mantêm a rotina de passeios dos seus animais.

A média de gastos mensal é de R$ 245 nos planos de passeios. A pesquisa tomou como base o banco de dados do aplicativo, composto por mais 18 mil anfitriões e passeadores e 850 mil cachorros cadastrados. Lançado em 2018, o serviço de passeios da DogHero está presente em 10 cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Campinas, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo.


CUIDADOS PARA CACHORRO, UM MERCADO EM EXPANSÃO

O Brasil possui a segunda maior população de cachorros do mundo (logo após Estados Unidos), somando mais de 52 milhões de filhotes peludos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2017 o mercado valia mais de R$ 20 bilhões. Desse total, cerca de 23% referem-se a gastos com petcare e outros serviços para cachorro.

Analisando este cenário, a DogHero percebeu que além do serviço de hospedagem, existia demanda para o serviço de passeios no Brasil. Apesar de alguns donos saberem da importância do passeio para felicidade e saúde dos seus cães, a vida corrida e o excesso de compromissos eram apontados como obstáculos que desafiavam a priorização do passeio do cachorro. "Entendemos que com o nosso conhecimento e a praticidade de nosso aplicativo poderíamos ser uma alternativa segura e confiável para ajudar os pais quando não pudessem realizar o passeio, ou, quisessem complementar a rotina atual de passeios do cachorro", explica Eduardo Baer, cofundador e CEO da DogHero.

De acordo com Fernando Gadotti, cofundador da DogHero, além da facilidade, da rapidez em encontrar um passeador confiável e da segurança de todo o processo, os clientes escolhem o serviço oferecido pelo app por entenderem que vão encontrar passeadores que realmente gostam de cachorros, sabem sobre comportamento canino, respeitam o cãozinho e dão atenção exclusiva. 

"Sabemos que cada cachorro é um cachorro e que não há um padrão para as necessidades: há desde aquele cãozinho que gosta de dar uma voltinha na rua para farejar novos ares e fazer xixi e cocô, até os que amam corridas para gastar energia. A DogHero é a única que oferece uma solução de passeio personalizado de acordo com a necessidade do cliente e do seu cachorro. E isso é, sem dúvida, um dos aspectos que eles mais gostam", pontua.


Como usar o serviço de passeios DogHero 

Pedir um passeio pelo app da DogHero é bastante simples. Basta baixar o aplicativo, disponível para Android e IOS, colocar o endereço e informações sobre o cachorro (como porte, raça e idade), explicar como é o comportamento dele e selecionar uma das modalidades disponíveis: passeios recorrentes, avulsos e agora (o passeador chega em até 1 hora na casa do cliente). A partir disso, a DogHero indica o passeador com o perfil mais adequado para atender aquela família.


Os passeios têm duração de 30 minutos ou 1 hora e o pagamento é feito pelo aplicativo por cartão de crédito. O cliente é avisado pelo app quando o passeio começa e pode acompanhar o trajeto em tempo real pelo celular. Ao final do percurso, ele recebe um relatório preenchido pelo passeador sobre como foi o passeio. Além disso, a atenção é exclusiva — o passeador caminha com um cachorro por vez (ou com dois, se forem da mesma família). Caso o cachorro tenha algum mal-estar durante a atividade, a empresa reembolsa eventuais gastos com veterinário, exames e medicamentos em até R$ 5 mil.

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