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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Energia Solar Irá Levar Água Potável A Comunidade Indígena No Amazonas



Com uma geração de energia 100% limpa e gratuita, as placas solares são muito utilizadas em projetos de atendimento a comunidades indígenas na Amazônia.

Na cidade amazonense de Maués, por exemplo, cinco comunidades indígenas serão beneficiadas com um sistema de abastecimento de água potável movido a energia solar.

O projeto faz parte do programa de Saneamento integrado de Maués (Prosaimaués), coordenado pelo Governo do Amazonas, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE).

Serão cinco poços tubulares que atenderão com água potável ao banheiro e as torneiras a serem construídos entre os povoados, além de um sistema de saneamento.

Placas solares fotovoltaicas, as mesmas utilizadas em kits de energia solar residencial, serão as responsáveis por gerar a energia necessária para o sistema de bombeamento da água.

Através da conversão direta da luz do sol em eletricidade, essas placas funcionarão em conjunto com banco de baterias para a utilização da energia também em períodos noturnos.

Impactados pelos períodos de seca, quando os níveis do rio Maués Açu diminuem e interferem no abastecimento e qualidade da água, esses povoados agora poderão ser beneficiados por esse projeto não só social, mas também sustentável.

As comunidades indígenas atendidas, todas da etnia Sateré Mawé, serão a Monte Salém, Novo Belo Horizonte, Terra Nova, Boas Novas e Sagrada Família.
O projeto em Maués, entretanto, não é o primeiro realizado pelo Prosaimaués, que já entregou outros oito poços na região desde 2017, atendendo as comunidades de Santo Anjo, Livramento I, Livramento II, Nova Liberdade, Santa Izabel, Marau Novo, São Benedito e São Pedro.

Segundo o coordenador do UGPE, o projeto irá levar mais qualidade de vida a essas populações indígenas, que poderão contar com água potável e sistema de saneamento, evitando várias doenças decorrentes da falta disso.



Ruy Fontes – Redator

Desejo pelo digital: operadoras de saúde deixam conveniados querendo mais


Há dois anos, conduzimos pela primeira vez a pesquisa Voice of the Digital Member, para revelar as demandas digitais dos beneficiários norte-americanos de planos de saúde. Nossas descobertas à época já revelavam que os conveniados tinham um desejo crescente pelo digital, e que as operadoras tinham que investir em habilidades de engajamento digital para captar mais clientes e oferecer melhores serviços; priorizando os canais móveis e comunicando de maneira mais efetiva aos conveniados suas ofertas digitais em serviços de saúde.

Dada a velocidade exponencial com que as mudanças tecnológicas influem no comportamento dos clientes, atualizamos o estudo. Ele traz nove recomendações para que as operadoras de saúde possam melhorar a experiência digital de seus conveniados. Agora, mas do que há dois anos atrás, os clientes de planos de saúde querem mais experiências digitais – e ainda veem que as operadoras não entregam todas as suas expectativas. Os tópicos abaixo resumem em quais pontos as operadoras precisam melhorar para expandir suas ofertas digitais.


1. Aumentar a adoção de canais digitais porque clientes de todas as idades querem mais mecanismos de autoatendimento

Quase 60% dos entrevistados afirmaram desejarem mais ferramentas de autoatendimento e autocuidado. Para atender a essa demanda, as operadoras devem analisar os padrões de uso dos serviços de saúde de cada segmento de faixa etária, para criar experiências e ferramentas que estejam alinhadas às necessidades e momento de vida de cada um. Assim, é essencial que as operadoras invistam em canais digitais.


2. O uso de smartphones para tarefas rotineiras aumentou substancialmente

Nos últimos dois anos, os consumidores passaram a usar serviços móveis com muito mais frequência para tarefas rotineiras, como efetuar pagamentos de prêmios, consultar extrato de reembolso e acessar histórico de utilização do plano de saúde. O uso de aplicativos voltados para o bem-estar também cresceu. Para ir ao encontro do desejo dos consumidores de usar serviços móveis, as operadoras precisam focar em um design que priorize as interações móveis e ofereça um leque de funcionalidades consistentes e experiências que rodem bem em todas as plataformas.


3. Assim como em outras indústrias voltadas para serviços ao consumidor, na saúde as redes sociais ganham força

Na nossa pesquisa de 2016, poucos clientes utilizavam as redes sociais para interagir com suas operadoras. Dois anos depois, a influência das redes sociais na aquisição de planos de saúde aumentou em mais de 100%, e os clientes são três vezes mais propensos a usar redes sociais para conseguir informações de planos. O e-mail tem sido o canal mais usado. Agora, as operadoras precisam incluir as redes sociais em sua estratégia de vendas e marketing, agregando àestratégia omnichannel, além de investir no monitoramento de mídias sociais.


4. Clientes estão mais propensos a compartilhar informações

Clientes estão 50% mais propensos, ante o cenário de há dois anos, a compartilhar informações por meios eletrônicos com suas operadoras de saúde. Essa mudança abre uma grande oportunidade para que as operadoras criem serviços de valor agregado que trarão mais satisfação aos clientes. Ao aplicar análises e formas avançadas de inteligência artificial (IA), machine learning (ML), as operadoras podem transformar os dados díspares em dados de saúde com propósito para programas de bem-estar, prevenção, promoção e gestão de crônicos.


5. Os clientes já estão preparados para os dispositivos wearables

Os clientes estão usando cada vez mais dispositivos wearables e outros equipamentos de monitoramento a distância. Somando isso à propensão dos clientes de compartilhar informações, as operadoras têm uma oportunidade para disponibilizar cuidados personalizados, realizar intervenções remotamente e oferecer incentivos para cuidados preventivos. Para tanto, as operadoras precisam desenvolver programas aptos a convencer os clientes de que disponibilizar seus dados vale a pena.


6. Digital: não apenas para os millennials

Clientes de todas as faixas etárias consideram que a disponibilidade de ferramentas digitais é importante na hora de escolher um plano, e estão utilizando as redes sociais para interagir com as operadoras. As operadoras precisam evitar um olhar enviesado sobre o assunto, conduzir testes sobre a experiência do usuário em várias faixas etárias e ajustar as mensagens em campanhas de marketing para promover as ferramentas mais desejadas em cada idade.


7. Clientes demandam mais funcionalidades de compra no digital

Os clientes querem aplicativos para celular, comparativos online, ferramentas de avaliação e recomendações personalizadas, quando procuram planos de saúde. As empresas devem ter como prioridade entregar essas funcionalidades, dar suporte a elas com operações de middle e back office, para que a captação de novos clientes de planos de saúde se transforme de um processo administrativo para uma experiência de consumo excepcional.


8. Serviços digitais aumentam a fidelidade dos clientes

Ainda que os clientes valorizem mais a cobertura, abrangência da rede credenciada e os preços na hora de adquirir um plano de saúde, os serviços digitais – ou a ausência deles – também são um fator no momento da escolha. Os serviços digitais contribuem para a experiência de consumo de maneira geral. Planos que investiram nesse tipo de serviço superaram os demais em satisfação e retenção de clientes em quase 5%. As ferramentas digitais podem exercer forte influência na opinião dos consumidores sobre as operadoras. Por isso, as operadoras deveriam reconhecer as preferências digitais de seus clientes e criar ferramentas nesses canais para gerar engajamento de marca.


9. Os índices de satisfação com a experiência móvel são baixos para clientes acima dos 50 anos

Nossa pesquisa mostrou que a satisfação dos clientes com os aplicativos de celular cai conforme a idade do usuário aumenta. Incorporar um design focado no usuário e testar os aplicativos pode sinalizar o que está causando insatisfação e ajudar na adoção de ferramentas digitais por usuários mais velhos. Essas informações são importantes para capturar, pois os consumidores vão envelhecer, adequar-se em diferentes categorias de serviços e trazer novas expectativas para os serviços digitais com eles.


Próximos passos

As operadoras precisam melhorar simultaneamente os serviços e as ferramentas digitais focados nos clientes, e fazer com que a adoção dessas funcionalidades seja prioridade. Isso significa transformar o atendimento, com operações de suporte inteligentes, automatizadas e repaginadas. Essas funcionalidades exercem um papel importante na percepção do mercado em relação às operadoras, e vão determinar como elas vão competir com as novas forças emergentes em meio à crescente demanda na área da saúde.





Alexandre Grandi - diretor de life sciences & healthcare da Cognizant no Brasil

Porteiras abertas



O cenário ainda incerto de 2019 e a revisão para baixo das estimativas de expansão econômica não tiram o fôlego do agronegócio, que representa 25% do PIB nacional e tem se constituído no principal responsável pelo superávit de nossa balança comercial. Alguns dados relevantes atestam a consistência do setor, a começar pela presente safra de grãos, a segunda maior da história, que deverá alcançar 233,28 milhões de toneladas, conforme dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Além disso, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) projeta o crescimento da atividade este ano.

Outro indicador de que o agronegócio tem resistido bem às dificuldades do País e do mundo refere-se aos resultados da 26ª Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, realizada em maio, no município paulista de Ribeirão Preto, que recebeu cerca de 160 mil visitantes e registrou alta de 6,4% no volume de negócios em relação ao ano passado, alcançando R$ 2,9 bilhões. Ademais, evidenciou-se, no evento, o salto tecnológico no meio rural, incluindo drones, radares, aplicativos e conectividade, voltados ao aumento da produtividade e eficiência no campo, desde o controle e monitoramento dos rebanhos até a adubação e o uso racional de defensivos. Cabe registrar a relevante contribuição que o setor tem recebido dos institutos de pesquisa estatais e privados, bem como das universidades.

No tocante às exportações, a feira também foi interessante: a 20ª Rodada Internacional de Negócios reuniu 15 compradores da Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Etiópia, México, Nigéria e Peru, em ação de promoção comercial que resultou em US$ 32,92 milhões, dentre contratos fechados e futuros. O valor representa avanço de 60% em relação à mesma ação realizada em 2018.

Para os que possam nutrir algum ceticismo quanto aos dados nacionais, vale a pena conferir estimativas do respeitado Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo esse organismo, nosso país deverá colher volume recorde de soja na safra 2019/2020, chegando a 123 milhões de toneladas e superando a produção norte-americana. A colheita brasileira de milho também estabelecerá nova marca, chegando a 101 milhões de toneladas.

Todos esses números, nacionais e internacionais, reforçam a importância de os produtores brasileiros manterem a confiança no seu negócio e, por outro lado, receberem a devida contrapartida por parte de políticas públicas. Por isso, foi importante a presença, na Agrishow, do presidente Jair Bolsonaro, do governador paulista, João Dória, ministros e secretários de Estado. Com certeza, puderam ouvir diretamente dos homens do campo, inclusive pequenos e médios agropecuaristas, o relato sobre algumas dificuldades persistentes. Que sejam superadas! Nesse sentido, o agronegócio está de porteiras abertas, para ouvir e ser ouvido.

Seria muito bem-vinda a agilização da agenda de desburocratização, melhoria do seguro rural e do crédito, incluindo juros menores, modernização e recuperação da infraestrutura de transporte e logística para o escoamento das safras. São esses os principais problemas enfrentados pelo setor, que também espera, como todos os brasileiros, as reformas previdenciária e tributária, essenciais à retomada do crescimento do PIB em níveis mais robustos. Afinal, num cenário econômico aquecido e dinâmico, a agropecuária poderá apresentar desempenho ainda mais expressivo, ampliando sua contribuição para a criação de empregos e renda, geração de divisas e superação definitiva da prolongada crise que afeta o Brasil.




João Guilherme Sabino Ometto - engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP), é vice-presidente do Conselho de Administração da Usina São Martinho e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA).


Só dinheiro não basta!


Num processo seletivo, só o salário oferecido não basta para atrair bons profissionais! Hoje eles têm outros anseios. Para 40% dos entrevistados pelo 8º Índice de Confiança Robert Half (ICRH), a possibilidade de crescimento é o principal ponto levado em consideração, seguido por pacote de benefícios (20%) e valores e propósitos da empresa (17%). Outros aspectos considerados são: a distância entre casa e trabalho (5%), autonomia (5%), flexibilidade de horário (4%) e reputação da empresa (4%). Apenas 2% levam em consideração a possibilidade de trabalhar remotamente e 1% questiona a carga horária.

E mesmo com o cenário econômico desafiador, 40% dos profissionais com nível superior atualmente empregados aceitariam trocar de empresa se tivessem possibilidade de desenvolvimento de carreira. Outros motivos revelados por esses entrevistados são a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional (13%), potencial de crescimento da empresa (12%) e oportunidade de assumir posições de liderança (11%). Benefícios, horário flexível, localização e treinamentos também são fatores que atraem os profissionais para uma nova colocação.

"A valorização de benefícios não-financeiros evidencia o quanto o perfil do profissional vem mudando ao longo do tempo. Hoje eles buscam uma relação de ganha-ganha com o empregador. É claro que dinheiro ainda é importante e fundamental para a vida das pessoas, mas os empregadores agora têm um grande desafio de estruturar um bom plano para atrair e, mais importante, reter os melhores talentos. A pesquisa deixa claro que há uma preocupação grande dos profissionais em relação ao crescimento e desenvolvimento de sua carreira", declara Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.





85% dos brasileiros resolvem pendências nas férias; conheça 5 dicas para fugir dessa estatística


Depois de um ano intenso de trabalho, as tão desejadas férias chegam. Mas afinal, 30 dias de pausa são suficientes para descansar? Segundo a pesquisa "Férias Marcadas", realizada pela consultoria global Northstar e encomendada pela Expedia, 85% dos brasileiros afirmam que não. Isso porque os trabalhadores escolhem o período de relaxamento para resolverem pendências pessoais. A assessora de Carreira da Catho, Luana Marley, listou abaixo 5 dicas valiosas para conseguir se desligar do trabalho durante as férias e de fato aproveitar!


1. Planeje com antecedência

Calendário de ajustes até para descansar? Sim. E se possível, tente agendar suas férias com no mínimo 6 meses de antecedência. Além de ser um intervalo seguro para se organizar financeiramente, também o ajudará no planejamento de suas atividades profissionais.


2. Utilize as férias para descansar

Pintar a casa? Passar horas no banco resolvendo problemas? Nada disso! É muito comum profissionais utilizarem seu período de férias para realizar alguma meta pessoal, como um curso ou até mesmo reformar a casa. É importante não tornar essa medida recorrente, e se for necessário, não utilizar todo o período desta forma. É preciso se permitir desligar de processos tensos e burocráticos e ter de verdade um período de descanso.


3. Seja organizado

Para não correr o risco de passar as férias na praia mas com a cabeça no escritório, nada como uma boa organização profissional. Antes de sair de férias, compartilhe seu cronograma de atividades e todas as demandas que deverão ser realizadas na sua ausência. Com a segurança de que as coisas estão em andamento, ficará muito mais fácil se desligar do trabalho.


4. Desconecte-se

Redes sociais, e-mails, grupos e mais grupos em aplicativos de mensagens para falar de trabalho. Muitas vezes no período de férias, inevitavelmente, acabamos acompanhando os problemas e rotinas. Permita-se sair dessas redes em seu período de descanso, você pode ficar à disposição no privado caso algo urgente aconteça, mas pode sair dos grupos e retornar quando seu período de férias acabar. Não se esqueça de deixar a mensagem automática de férias em seu e-mail, para que as pessoas saibam quem devem procurar.


5. Mude sua rotina

Desligar o despertador, esquecer um pouco o celular, experimentar novos hobbies, visitar novos lugares. Tudo isso lhe permitirá se desligar da rotina acelerada que temos diariamente. Seguindo esses passos, no momento de retorno ao trabalho, terá certeza de que estará renovado para mais um ciclo profissional.





Luana Marley  - assessora de Carreira da Catho




A negociação no mercado de trabalho


Como a arte de negociar se tornou uma competência decisiva nos dias atuais

O mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais competitivo, e a arte de saber negociar se torna uma qualidade de destaque. Apesar de ser uma tarefa comum no dia a dia, tentar fazer com que o outro compreenda e aceite suas condições sem deixar que as emoções tomem o melhor de si, mostra-se uma tarefa delicada, e até mesmo complicada.

Segundo Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers e presidente do IPC, a inteligência emocional é um fator importante na arte da negociação. No mercado de trabalho há mais de 20 anos, ela pontua que um profissional que tem controle das emoções passa mais segurança de maneira geral. “Com isso, entende-se que as pessoas que sabem lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costumam ter maior êxito em seus cargos – e até em suas vidas”.

É importante perceber que o indivíduo é, naturalmente, um negociador. Porém, algumas dicas podem maximizar o sucesso da negociação, como perceber suas necessidades e motivações, estar disposto a repensar a estratégia, entre outras. “Ter suas expectativas e objetivos definidos é um grande passo. Pessoas que sofrem de baixas expectativas miram pouco e obtém menos ainda. O ideal é ter uma proposta ambiciosa, possível de ser realizada, e que seja capaz de motivar o profissional, e não simplesmente satisfazê-lo”, exalta Madalena.

A arte da negociação não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Além dessas dicas analisadas e colocadas em prática, um pouco de aprofundamento sobre o assunto por meio de leituras específicas também ajuda o desenvolvimento dessa competência.




Madalena Feliciano - Gestora de Carreira
Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.


Sete em cada dez brasileiros consideram necessária reforma na Previdência, mostra pesquisa da CNDL/SPC Brasil


40% deles consideram correta equiparação entre trabalhadores dos setores público e privado. Do total de entrevistados, 44% acreditam que a reforma previdenciária será totalmente aprovada ainda este ano; 77% também defendem mudanças no sistema tributário

Tema de discussão na Câmara dos Deputados e nas ruas, a Previdência somou um rombo total de R$ 290,3 bilhões apenas em 2018, segundo dados oficiais. Os brasileiros não estão indiferentes ao problema: 78% estão acompanhando, em alguma medida, as discussões a respeito das novas regras para aposentadoria, sendo que 31% estão totalmente por dentro do assunto e 47% acompanham apenas em parte. De acordo com pesquisa inédita feita nas 27 capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), sete em cada dez entrevistados (72%) acreditam ser necessário reformar o sistema de previdência social do país.

“Ainda que haja controvérsias a respeito dos possíveis efeitos da reforma da Previdência em diferentes estratos da sociedade, é fato que o regime de aposentadoria custeado pela União e pelos Estados caminha para a completa falência nos próximos anos, se nada for feito. Ao criar espaço para diminuir os gastos com a Previdência, espera-se que seja interrompida a trajetória explosiva da dívida pública atual e que, com mais segurança e equilíbrio no cenário macroeconômico, os investidores recuperem a confiança necessária para retomar os investimentos”, defende presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), José César da Costa.
 

44% acreditam que a reforma previdenciária será totalmente aprovada ainda este ano

Embora a reforma da Previdência seja vista como necessária pela maioria dos entrevistados, seu conteúdo gera controvérsias: mais de um quarto (26%) concorda com a maneira em que as mudanças foram propostas no Congresso – em grande parte, homens e oriundos das classes A/B. Por outro lado, as mulheres são maioria entre os 46% que acreditam na necessidade de uma reforma, mas não concordam com a forma como tem sido apresentada. Apenas 18% não veem necessidade de reforma, enquanto outros 10% não souberam opinar. Dentre os entrevistados, 44% acreditam que a reforma da Previdência será totalmente aprovada ainda este ano, enquanto 28% acham que o texto não será aprovado tão cedo e 27% não souberam dizer.

O principal motivo apontado pelos apoiadores das mudanças no regime de aposentadoria é eliminar as disparidades entre funcionários públicos e privados (50%), tornando o sistema mais justo e igualitário. Quatro em cada dez (39%) acreditam que o envelhecimento da população brasileira coloca em risco a garantia do benefício para gerações futuras, 33% apostam na possibilidade de reequilibrar as contas públicas e aumentar a confiança dos investidores no país e 25% acreditam que a reforma ajudará o governo a arrecadar mais dinheiro para investir em áreas de melhorias para a população, como saúde e educação. Outros 25% acham que as mudanças evitarão o pagamento de novos impostos criados para manter a Previdência.

O fim da desigualdade é a tônica entre os brasileiros que defendem a necessidade da reforma, ainda que haja alterações na proposta: quase metade (49%) defende o aumento da contribuição ao INSS para pessoas que recebem salários maiores. Trata-se do item na proposta atual em tramitação no Congresso que os entrevistados consideram mais importante.

Já 40% consideram correta a equiparação entre trabalhadores dos setores público e privado, 32% defendem o fim do acúmulo de benefícios e 28% concordam com a idade mínima proposta pelo governo, de 65 para homens e 62 para mulheres. No entanto, em média, os entrevistados consideram que o brasileiro deveria se aposentar aos 59 anos.

Aumento no tempo de trabalho e mudança de regras para quem está perto de se aposentar são principais pontos de rejeição à atual proposta

Embora a maioria dos brasileiros entrevistados já reconheça a necessidade de uma reforma na Previdência, 81% identificam algum aspecto negativo na proposta do governo. Um dos pontos que mais geram rejeição é o aumento no tempo de trabalho (40%), especialmente entre as mulheres (46%). Outros aspectos apontados foram a mudança de regras para quem já estava para se aposentar nos próximos anos (30%), as chances de o dinheiro arrecadado ser alvo de corrupção (30%) e a possibilidade de desvinculação dos benefícios com o salário mínimo, o que aumentaria o número de idosos ganhando menos (27%).

Independentemente do resultado final, as discussões sobre as mudanças na Previdência fizeram com que 52% dos brasileiros mudassem a forma de agir e pensar sobre o assunto. Três em cada dez entrevistados reforçaram a importância dada ao planejamento da aposentadoria (29%), 21% passaram a guardar dinheiro com o objetivo de se aposentar e 13% estão pensando em antecipar a aposentadoria para não ser prejudicado pelas novas regras. Por outro lado, 31% continuam pensando igual, principalmente por ainda não terem refletido a respeito (13%) e por não acharem que a reforma vai, de fato, acontecer (8%).

Oito em cada dez brasileiros defendem a necessidade de uma reforma tributária

Outra mudança em pauta no país, a reforma tributária também ganhou destaque no levantamento. Entre os entrevistados, a maioria (77%) acredita ser necessária uma revisão das taxações. As motivações incluem tornar o pagamento de impostos mais justo (30%), reduzir a desigualdade social (28%) e gerar mais empregos (26%). Apenas 5% dos entrevistados acreditam não haver necessidade de uma reforma nas tributações.

“Assim como vem ocorrendo com a reforma da Previdência, as possíveis alterações na legislação tributária ainda serão tema de longos debates no Congresso. Mas algo precisa ser feito a fim de tornar a arrecadação de impostos mais justa e, principalmente, eficiente no Brasil, reduzindo a burocratização e favorecendo tanto a União quanto o empresariado e o cidadão comum”, defende Roque Pellizzaro Junior, presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). 

Ainda que haja alterações na proposta, as mudanças consideradas mais necessárias são a ampliação da isenção do imposto de renda para quem ganha menos (44%), a simplificação do sistema tributário e o impedimento da múltipla taxação de bens e serviços (41%) e a retirada da tributação do INSS paga sobre a folha de pagamento para todos os setores das empresas, sendo mantido apenas o imposto de renda (22%). Quanto à possibilidade de aprovação da reforma, os entrevistados estão divididos: 33% acreditam que a medida será aprovada ainda este ano, enquanto 34% afirmam o contrário e 33% não sabem dizer.


Metodologia

A pesquisa ouviu 800 consumidores de ambos os sexos, todas as classes sociais e acima de 18 anos nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,50 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. 





quinta-feira, 11 de julho de 2019

Dia Mundial do Rock



Linguistas explicam 15 expressões inglesas de músicas famosas

Você sabia que “cantar junto” ajuda no aprendizado de um idioma estrangeiro? Essa foi a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
Além de dar um upgrade na pronúncia e memória, aprender idiomas com músicas é uma maneira excelente de fixar palavras e expressões novas. Isso porque canções tendem a desacelerar a linguagem, facilitando o reconhecimento de palavras e frases que passariam despercebidas em um discurso.
Pensando no Dia Mundial do Rock, os linguistas do aplicativo de idiomas Babbel criaram uma lista com 15 expressões para aprender inglês com seus artistas favoritos:
  • When the sun goes down
    Significado da expressão: quando o sol se põe.
    Música: “When the sun goes down”, Arctic Monkeys.
  • Shiver down the spine
    Significado da expressão: arrepio na espinha
    Música: “Cigarette Smoke”, Arctic Monkeys.
  • What have you been up to?
    Significado da expressão: o que você tem feito?
    Música: “Snap out of it”, Arctic Monkeys.
  • Upside down
    Significado da expressão: de ponta cabeça
    Música: “Exits”, Foals.
  • Take me away
    Significado da expressão: leve-me embora
    Música: “Blue Blood”, Foals.
  • I can´t help it
    Significado da expressão: não consigo evitar (de fazer algo).
    Música: “Purple yellow red and blue”, Portugal The Man.
  • Down to earth
    Significado da expressão: uma pessoa “pé no chão”, ou seja, lúcida, realista.
    Música: “The Sun”, Portugal The Man.
  • No one cares
    Significado da expressão: ninguém liga.
    Música: “Waves”, Portugal The Man.
  • Hang with demons
    Significado da expressão: passar tempo com os demônios. Por exemplo: Read the bible in the evening hang with demons on the weekend (ler a bíblia à noite, passar tempo com os demônios no fim de semana).
    Música: “Atomic Man”, Portugal The Man.
  • Off to sleep
    Significado da expressão: ir dormir.
    Música: “Use Somebody”, Kings of Leon.
  • I´m on my way
    Significado da expressão: estou a caminho.
    Música: “Supersoaker”, Kings of Leon.
  • You´re a homie for a life
    Significado da expressão: você é meu bff (best friends forever)/ você é meu melhor amigo.
    Música: “LOVE”, Kendrick Lamar.
  • Don´t kill my vibe
    Significado da expressão: não mate a minha vibe/ não acabe com minha festa.
    Música: “Bitch, Don’t Kill My Vibe”, Kendrick Lamar.
  • It’s to die for
    Significado da expressão: quando você daria sua própria vida por algo ou alguém. Esta é uma forma exagerada de dizer que você faria tudo por alguma coisa ou uma pessoa.
    Música: “Loyalty”, Kendrick Lamar.
  • Can’t get you off my mind
    Significado da expressão: não consigo tirar você da minha cabeça.
    Música: “Can’t get you off my mind”, Lenny Kravitz

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