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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Dia Mundial do Pedestre - 8 de agosto



Nesta segunda-feira, 8, comemora-se o Dia Mundial do Pedestre. Foi nessa mesma data, no ano de 1969, que a eterna imagem dos Beatles atravessando a faixa de pedestres em Abbey Road, em Londres, foi clicada pelo fotógrafo Iain McMillian.
O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito – iniciativa lançada em 2015 e inspirada na Década de Ação Pela Segurança Viária (2011 a 2020), estabelecida pela Organização das Nações Unidas, para chamar a atenção para a questão da violência no trânsito – aproveita a ocasião para relembrar alguns cuidados importantes para os pedestres adotarem no dia-a-dia e garantir a segurança de todos. Afinal de contas, o atropelamento de pedestres é a 2ª maior causa de mortes por acidentes no Estado de São Paulo.
De acordo com dados do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (INFOSIGA SP), houve uma queda de 17% no número de pedestres mortos no primeiro semestre de 2016 se comparado ao mesmo período de 2015, reduzindo de 879 para 729 o número de vítimas. Desse total, 72% pertencem ao sexo masculino e 33 % estão dentro faixa etária de 60 anos ou mais.
Dentre os 15 municípios* que possuem convênio com o Governo do Estado de São Paulo para investimentos em iniciativas voltadas para fiscalização, sinalização e educação para o trânsito, vale ressaltar os resultados positivos alcançados na redução de morte de pedestres em: Praia Grande, com a diminuição de 84% (perímetro urbano + rodovia) e de 93% (perímetro urbano); em Itanhaém, com a queda de 89% (perímetro urbano + rodovia) e 88% (rodovia); em Atibaia, com a queda de 71% (rodovias) e em Sorocaba, com o decréscimo de 50% (rodovias).
Essas quedas positivas colaboram com a meta do Governo do Estado de reduzir em 50% o total de vítimas fatais no trânsito no Estado de São Paulo até 2020.
Algumas dicas simples para os pedestres:
- Antes de atravessar a rua, olhe para os dois lados;
- Atravesse na faixa de pedestre, respeitando a sinalização;
- Não atravesse a rua usando o celular ou fone de ouvido;
- Carros, ônibus e árvores são pontos cegos. Não atravesse por trás deles;
- Antes de atravessar na frente de veículos, certifique-se de que você foi visto pelo motorista;
- Em estradas, caminhe na contramão dos carros e só atravesse pela passarela;
- Só desembarque de veículos pelo lado da calçada.
O pedestre é o elo mais frágil no trânsito e é preciso transitar com atenção redobrada, atitudes gentis e respeitá-lo acima de tudo. 

Sobre o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito
O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito foi lançado em agosto de 2015 e tem como principal objetivo reduzir pela metade as vítimas fatais no trânsito no Estado até 2020.
O comitê gestor é coordenado pela Secretaria de Governo e composto por mais oito Secretarias de Estado: Casa Civil, Segurança Pública, Logística e Transportes, Saúde, Direitos da Pessoa com Deficiência, Educação, Transportes Metropolitanos, Planejamento e Gestão, responsáveis por construir um conjunto de políticas públicas para redução de vítimas de acidentes de trânsito no Estado.
Para que a meta de redução de 50% no número de vítimas fatais em decorrência de acidentes de trânsito seja alcançada, o Governo vem intensificando esforços em atividades voltadas a educação no trânsito, segurança das vias e veículos, além de gestão nas respostas para acidentes.
O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito acontece também com o envolvimento da sociedade civil, a parceria técnica da Consultoria Falconi e a parceria estratégica do Centro de Liderança Pública – CLP.
As empresas engajadas são Ambev, Abraciclo, Arteris, Banco Itaú, Porto Seguro, Optas e Grupo Ultra. Dentre os apoiadores, a Ambev, por exemplo, investe em tecnologia e treinamento para garantir a segurança de seus funcionários, que trabalham em uma frota de mais de 12 mil veículos, entre motocicletas, carros e caminhões. Já a Arteris possui o Projeto Escola, que ao longo de 15 anos, já beneficiou mais de 269 mil alunos de 545 escolas da rede pública de ensino. Essa iniciativa parte da premissa que a educação é o melhor caminho para humanizar o trânsito, torná-lo mais seguro e criar condições para o respeito à vida em nossas estradas e cidades. Ele envolve alunos do ensino infantil, fundamental e médio e EJA (Educação para Jovens e Adultos) de 132 municípios vizinhos às estradas administradas pela Arteris. 

Sobre o INFOSIGA SP
Lançado em fevereiro, o relatório INFOSIGA SP traz informações mensais sobre óbitos e acidentes com vítimas em consequência de ocorrências no trânsito. A publicação refere-se sempre ao mês anterior, com dados de acidentes no Estado de São Paulo, incluindo seus 645 municípios, que ficam disponíveis através do site www.infosiga.sp.gov.br.
*Sobre o convênio com municípios
Em fevereiro de 2016, O governador assinou convênios com 15 municípios: Amparo, Atibaia, Barretos, Catanduva, Fernandópolis, Itanhaém, Jacareí, Piedade, Praia Grande, Registro, Ribeirão Preto, São Carlos, São José do Rio Preto, São Roque e Sorocaba. No total, estão sendo investidos R$ 10,5 milhões de recursos do Estado em iniciativas voltadas para fiscalização, sinalização e educação para o trânsito.
Foram considerados municípios com números médios superiores a 15 óbitos por 100 mil e escolhidos por faixa populacional (até 100 mil habitantes, até 200 mil, até 400 mil e acima de 400 mil).

Nestes municípios, estão sendo realizadas visitas de diagnóstico e construídos planos de ação para antecipar situações e realizar melhorias com relação à infraestrutura, fiscalização e conscientização. Um dos exemplos é a formação de um Comitê de Segurança de Trânsito em cada município. O comitê é composto por representantes dos órgãos e setores com atuações relacionadas ao tema (Polícias Militar e Civil; Setores de Engenharia de Tráfego, Educação e Fiscalização no Trânsito; Unidades de Saúde/Hospitais; SAMU; Corpo de Bombeiros; Detran; Concessionárias, DER) com o objetivo de realizar análises e levantamentos de causas e definições de soluções para a redução de acidentes e óbitos nos municípios.

Aquecimento global prejudica os esportes e pode afetar resultados olímpicos




A mudança climática já está afetando e afetará ainda mais nos próximos anos a prática de esportes no Brasil. Como ficou evidente ainda nos eventos-teste para a Olimpíada do Rio, o calor excessivo tende a prejudicar o desempenho dos atletas, impedindo a quebra de recordes. Em casos extremos, colocará suas vidas em risco.

Essa é a principal conclusão do estudo Mais Longe do Pódio – Como as Mudanças Climáticas Afetarão o Esporte no Brasil, lançado pelo Observatório do Clima, que coletou dados de pesquisas sobre o tema ao redor do mundo e ouviu médicos do esporte, preparadores físicos e atletas. 

Além da maior atenção e tecnologia voltada à saúde e à adaptação térmica dos atletas antes, durante e depois das competições, as mudanças climáticas estão impondo alterações nos calendários e horários das provas. Nesta Olimpíada, por exemplo, os seis jogos de futebol da Arena da Amazônia, em Manaus, foram remanejados para as 18h devido ao forte calor das 13h, horário previsto inicialmente. Na Copa de 2014, duas partidas precisaram de tempo técnico quando a chamada temperatura de bulbo úmido nos estádios de Fortaleza e Manaus atingiu 32°C. 

No caso da Rio2016, os eventos-teste já mostraram o impacto do aquecimento global. Em pleno inverno, triatletas da prova masculina largaram sob um calor de 35°C e uma umidade relativa do ar de 70%. Na prova de marcha atlética, realizada em um final de semana de fevereiro com 41% de umidade do ar e temperatura de 38°C, 11 dos 18 participantes sucumbiram. Em 2015, um jogo de futebol feminino no Piauí precisou ser interrompido depois que nove jogadoras passaram mal por excesso de calor.

No futuro, caso não se cumpram as metas do Acordo de Paris, essas cenas deverão se tornar mais comuns. O relatório usou dados de modelos globais de clima para montar um mapa do risco à prática esportiva nas capitais brasileiras no final do século. A conclusão é que, no pior cenário de emissões estabelecido pelo IPCC (o painel do clima da ONU), 12 delas terão períodos do ano impróprios à prática de qualquer atividade física ao ar livre – em Manaus, caso extremo, a restrição ocorrerá no ano inteiro.

“O que esses dados mostram é que o risco de atletas literalmente morrerem de calor, algo que já acontece hoje, será multiplicado no Brasil nas próximas décadas caso não se reduzam dramaticamente as emissões globais”, disse Claudio Angelo, do Observatório do Clima, coordenador do relatório. “É claro, estamos falando de esportes aqui, mas na verdade qualquer trabalho ao ar livre poderá ser impactado, o que demandará um esforço brutal de adaptação do setor de esportes e de outras atividades econômicas.”  

“Os atletas já estão sentindo os efeitos das mudanças climáticas na prática. Daí a importância da campanha ‘1,5° C: o recorde que não devemos quebrar’, a qual chama a atenção para o limite máximo de aquecimento global que podemos suportar. Acima disso, o risco é grande demais”, alerta Carlos Rittl, secretário executivo do Observatório do Clima. 

Associada à saúde, a prática de esportes pode se tornar exatamente o oposto por conta da poluição atmosférica, problema que tem a mesma origem do aquecimento global: a queima dos combustíveis fósseis. Como o volume respiratório aumenta durante os exercícios, o atleta – profissional ou amador – pode tragar mais dióxido de enxofre, particulados finos e outros compostos que provocam danos imediatos aos pulmões. Especializado em atividade física adaptada, Luzimar Teixeira, da Escola de Educação Física e Esporte da USP, prevê uma geração relativamente jovem de ex-atletas com problemas respiratórios graves, como se fossem doenças laborais. E, sarcástico, avisa que em dias quentes e locais poluídos, é mais saudável sair para beber cerveja (à sombra) do que fazer esportes ao ar livre. Ou seja, não são só os atletas de elite que participam das grandes competições que precisam se cuidar: esportistas amadores e de final de semana precisam igualmente rever onde e quando praticam atividades físicas. 

sábado, 6 de agosto de 2016

COBASI PARTICIPA DA 4ª CÃORRIDA DO SHOPPING ARICANDUVA





Empresa levará ao evento show de cães adestrados, fotógrafo pet, balões de hélio e brindes

 No dia 7 de agosto, domingo, a partir das 8h, acontece a 4ª edição da Cãorrida do Shopping Aricanduva. Esta atividade já faz parte do calendário de eventos esportivos da Prefeitura de São Paulo.

A Cobasi, como patrocinadora do evento, irá levar algumas atividades para entreter os participantes e o público que irá assistir. Entre elas está a apresentação do Show de Cães em parceria com a empresa Total Alimentos, responsável pela marca Max. Neste show,a equipe realizadora, que é formada por treinadores e cães de várias raças e tamanhos, irá fazer uma apresentação com interação do público, brindes e demonstração de diversos truques, entre eles pular corda e participar do agility.

Além do Show de Cães, a Cobasi levará a Cãorrida kits com produtos pet para sorteio, o laboratório Ouro Fino que distribuirá brindes, balão de gás hélio para colocar na coleira dos cães e um fotógrafo pet que irá captar as imagens dos animais que estiverem no evento, as fotos serão disponibilizadas em até 5 dias úteis após o evento no Facebook da Cobasi www.facebook.com/CobasiOficial.

O Shopping Aricanduva está localizado na Av. Aricanduva, 5555, Jardim Aricanduva, São Paulo. Para mais informações sobre o evento, acesse o site http://www.caorridaaricanduva.com.br




4ª Cãorrida do Shopping Aricanduva

Data: 07/08
Horário: A partir das 8h
Endereço: Av. Aricanduva, 5555, Jardim Aricanduva, São Paulo. A arena estará montada no estacionamento do Shopping Interlar Aricanduva e o estacionamento é gratuito.



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