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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Voz Rouca pode ser sinal de problema vocal



Saiba como reconhecer se as cordas vocais estão saudáveis ou não; especialista do Hospital Cema dá dicas para manter a boa saúde da voz e conta quais atitudes devem ser evitadas

As pessoas só lembram da importância dela, quando ela começa a falhar. Quem nunca ficou angustiado com a voz que insiste em não sair? Aquela rouquidão que não acaba? Cuidar da voz é algo que deve fazer parte da rotina de saúde e alguns sinais devem ser observados com bastante cuidado, pois podem indicar que as cordas vocais não estão muito saudáveis. "Sinal de cansaço vocal, dor e rouquidão recorrente podem ser indicativos de alterações nas cordas vocais. Nesse caso, é necessário realizar avaliação com o otorrinolaringologista", explica Thaís Palazzi, fonoaudióloga do Hospital Cema. 

Vale lembrar que, não necessariamente, aquela voz rouca - que causa admiração em muitas pessoas - é sinal de problema vocal. "No entanto, pode ser ocasionada pelo uso inadequado da voz, inflamações, lesões nas cordas vocais, e, em casos mais graves, câncer de laringe", esclarece a especialista. 

Atitudes como ingerir bebidas alcoólicas, fumar e usar drogas podem prejudicar muito a voz. Pigarrear, gritar, ficar muito tempo em lugares com ar-condicionado, a fadiga física, tensão corporal e até roupas muito apertadas na região do pescoço podem atrapalhar a saúde vocal. 

Para evitar problemas nas cordas vocais, a dica é beber muita água, não gritar, usar microfone para falar em público e aquecer a voz, quando necessário. Respirar corretamente, dormir bem, evitar bebidas alcoólicas, fumo e café também são medidas importantes. Evitar pigarrear é importante, pois o pigarro funciona como bater ou golpear as pregas vocais. Nesse caso, em vez de limpar a garganta, tome um pequeno gole de água. Seguindo essas recomendações, a voz não vai faltar, quando você mais precisar dela. 




Período de amamentação é o primeiro passo para o bom desenvolvimento infantil



A alimentação da mãe também é fundamental para este processo


O leite materno é o alimento modelo e indispensável para o recém-nascido. Nele estão presentes todas as proteínas, açúcares, gorduras, vitaminas e água que seu bebê precisa para ser saudável. Segundo a Dra. Thalita Feitosa, pediatra e puericulturista, esta fase é de suma importância para o desenvolvimento infantil, já que o leite favorece o sistema imunológico e protege o recém-nascido de doenças digestoras, respiratórias e alérgicas.

Além da parte científica e a comprovação dos benefícios do leite materno, dar de mamar é uma ligação intensa entre mãe e filho. Sempre vale a pena, afinal, ver e saber que os pequenos estão se desenvolvendo adequadamente é um prazer para os pais. 

Essa conexão entre mãe e filho começa antes mesmo do momento de amamentar. Para a chef e nutricionista Bruna Pavão, a dieta da mãe influencia diretamente na qualidade de seu leite, principalmente no teor das vitaminas. A especialista ainda alerta que a alimentação balanceada, desde a gestação garante que as reservas de ferro e vitaminas da mãe não sejam esgotadas na lactação. 

Se todos esses cuidados forem cumpridos até os dois anos de idade da criança, para que assim a mãe consiga produzir a quantidade adequada de leite na qualidade devida, a criança crescerá forte e saudável. Esse fato está comprovado em uma amostra acompanhada por 30 anos na cidade Pelotas, na qual os bebês que mamaram até os dois anos tiveram melhores desempenhos intelectuais e emocionais do que a amostra que mamou um tempo mais restrito. 



No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, quase um quarto da população sofre com o quadro



 Pesquisa feita pelo IBGE ainda mostra que 18,5% das pessoas com alto nível são jovens de 18 anos ou mais.
Especialista afirma que em 80% dos casos, a causa da grande concentração de colesterol é genética.

Na próxima segunda-feira, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, quadro clínico que, em excesso, pode causar diversos problemas cardiovasculares. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde mais recente realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013, cerca de 24,8% da população brasileira tem colesterol alto, sendo que desses, 18,5% são jovens com mais de 18 anos.

O endocrinologista da Corpometria, em Brasília, Dr. Flávio Cadegiani, explica que o colesterol, na verdade, engloba muito mais do que uma possível causa de problemas no coração e no sistema circulatório. “Na verdade, a gênese de diversos hormônios produzidos pelo corpo, incluindo os sexuais, é o colesterol. Ele é uma molécula gordurosa, assim como os triglicerídeos, mas o seu nome acabou sendo utilizado para tratar das placas de colesterol LDL, de baixa densidade. Esse sim é o que, em grandes concentrações, causa um risco à saúde e é alvo do dia.”

Segundo o Dr. Cadegiani, os problemas cardiovasculares são diretamente proporcionais ao acúmulo das partículas. Mas o médico avalia que cada caso deve ser analisado em sua particularidade. “Quanto mais alta a concentração, maior a chance de entupimento, logicamente. Com relação à dosagem, é preciso analisar o contexto. Se for medido o colesterol de uma pessoa obesa e ele der 100, por exemplo, esse valor é pior do que se fosse medido a mesma quantidade em uma pessoa magra. A razão é que a pessoa obesa tem a molécula maior em seu tamanho, e muito menos densa, ou seja, menos partículas formando aquele total.”

Um dos grandes mitos sobre o assunto, para o endocrinologista, é a relação entre o colesterol alto e a alimentação saudável. Ele explica que, na grande maioria dos casos, o quadro não é uma consequência do que foi ingerido. “Cerca de 70%, no máximo 80%, dos casos a origem é genética. Há uma predisposição hepática em se ter uma deficiência de limpar o LDL da corrente sanguínea. Dessa maneira, mesmo que o paciente tenha uma alimentação regrada, não será o bastante para diminuir o índice. Isso é resolvido com a aplicação de medicamentos específicos, receitados por um médico capacitado.”

Apesar do mito, o médico indica que uma boa alimentação associada a outras frentes de tratamento é sempre um começo para quem quer diminuir as taxas. “A primeira coisa é a junção de uma dieta balanceada, com exercícios físicos, durante três meses. Se o paciente conseguir diminuir os níveis de LDL, isso é ótimo. Caso não, é preciso tomar remédio. O que é importante é sempre acompanhar, pelo menos anualmente, com um médico, para saber se há alguma consequência no coração e no sistema circulatório. Essa é a maior preocupação.”

Dr. Cadegiani afirma que não há um número máximo do índice de LDL tabelado como referência, variando de acordo com o risco cardiovascular de cada indivíduo, mas que existe um mínimo, que pode atrapalhar o funcionamento do corpo. “Se é feita a medição em um paciente, e o exame acusa uma medida menor que 30, essa pessoa corre sérios riscos de não conseguir produzir hormônios de maneira natural.”




Clínica Corpometria
SGAS 915, Centro Clínico Advance, Sala 262, Brasília/DF
Telefone: (61) 3346-4733
E-mail: contato@corpometria.com.br

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