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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Campanha #MinhaDoaçãoValeOuro integra plano do Governo do Estado para Jogos Olímpicos




Fundação Pró-Sangue realiza campanha por doações em parceria com Comitê Paulista das Olimpíadas 2016.
Trazendo a assinatura da Publicis, ação conta com a participação de atleta olímpico


O Governo do Estado de São Paulo lançou nesta segunda-feira, 1 de agosto, campanha de doação de sangue #MinhaDoaçãoValeOuro. Ação faz parte do Plano Operativo da Secretaria da Saúde para suporte aos Jogos Olímpicos Rio2016© de futebol que acontecem na cidade de São Paulo.

A iniciativa recebe o apoio oficial do Comitê Paulista das Olimpíadas 2016 e foi idealizada pela agência Publicis para a Fundação Pró-Sangue, de forma voluntária. O jogador de futebol Gabriel Barbosa, o Gabigol do Santos, é o protagonista da campanha e cedeu seu cachê para participar. A ação será veiculada durante todo o mês de agosto, quando acontece a jornada olímpica no país.

“Todo esse suporte faz parte de um plano de contingência do Governo do Estado de São Paulo para a realização de grandes eventos. A estratégia já foi colocada em ação por ocasião do evento mundial de futebol realizado no Brasil em 2014. Com essa campanha, que recorre a grandes ídolos e se une ao principal evento esportivo do planeta, temos a expectativa de reforçar o suporte transfusional”, afirma o prof. Dr. Vanderson Rocha, presidente da Pró-Sangue.

Nas peças veiculadas em mídia out of home e impressa, produzidas voluntariamente pela Publicis, os atletas aparecem na posição de quem canta o hino nacional, com a mão no peito. O texto diz “Nestes Jogos Olímpicos, todo mundo vai ter orgulho desta modalidade: salvar vidas”. A criação da campanha é de Jean Guelre, Diogo Dutra e Fred Gerodetti sob direção de criação de Hugo Rodrigues, Kevin Zung e Henrique Mattos.

Os espaços para veiculação foram cedidos gratuitamente pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. As peças serão divulgadas nas estações do Metrô e nos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. No total foram produzidos 236 painéis. Além dos anúncios impressos, a campanha será veiculada na TV Minuto do Metrô, em pontos de ônibus e relógios de rua.

Vale lembrar que todo material foi aprovado pela Rio2016 e Comitê Olímpico Brasileiro - COB. A exposição dos materiais promocionais poderá ser conferida amanhã durante a viagem inaugural do Expresso Olímpico.

Atualmente são coletadas no Brasil cerca de 3,7 milhões de bolsas/ano, o que corresponde ao índice de 1,9% de doadores de sangue no país. O número ainda é pequeno, quando comparado aos padrões dos Estados Unidos e da Europa, que se encontram entre os 5% e os 7%.

“A Fundação Pró-Sangue está plenamente capacitada para dar cobertura transfusional no Estado de São Paulo durante o evento olímpico. Além de dispormos de uma reserva segura de hemocomponentes para a temporada esportiva, contamos com uma rede de doadores de sangue de fenótipo raro, denominada redofera”, explica o prof. Dr. Vanderson Rocha, presidente da Pró-Sangue.

A Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, sendo responsável pela coleta de sangue, processamento e distribuição a mais de 100 instituições de saúde da rede pública da Região Metropolitana de São Paulo, abastecendo inclusive o Hospital das Clínicas, InCor e Icesp.


Serviço - Para doar sangue, basta estar em boas condições de saúde, vir alimentado, ter entre 16 e 69 anos (para menores, consultar site da Pró-Sangue), pesar mais de 50 kg e trazer documento de identidade original com foto recente (que permita a identificação da pessoa).

Vale lembrar que é bom evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem à doação e, no caso de bebidas alcoólicas, 12 horas antes. Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta à doação. No mais, outros impedimentos poderão ser identificados durante a entrevista na triagem, no dia da doação. Só lembrando que de segunda à sexta-feira, o tempo de espera no atendimento é menor.

O posto Clínicas fica na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 155, 1º andar, a 200 metros da estação Clínicas do Metrô. A unidade atende das 7 às 18 horas de segunda a sexta; das 8 às 17 nos sábados, feriados e emendas; e nos 1º e 3º domingos, das 8 às 13 horas. O estacionamento, gratuito aos doadores, é o subterrâneo - Garagem Clínicas, na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar.

Mais informações no Alô Pró-Sangue 0800 55 0300, no site www.prosangue.sp.gov.br, no twitter @pro_sangue ou no facebook /prosangue.

Funcionamento dos postos

Posto Clínicas
Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 155 1º andar
De segunda a sexta-feira, das 8 às 18h
Sábados*, feriados e emendas, das 8 às 17h
1º e 3º domingos, das 8 às 13h
Fechado nos demais domingos
(*) Aos sábados, o atendimento no Posto Clínicas limita-se a 380 candidatos. Ao atingir esse número, o cadastro fecha. Mas o doador pode agendar a sua doação pelo serviço 0800 55 0300.

Posto Dante Pazzanese
Av. Dr. Dante Pazzanese, 500
De segunda a sexta, das 8 às 17h
2º e 4 º sábados, das 8 às 16h
Fechado nos demais sábados, domingos e feriados

Posto Regional de Osasco
Rua Ari Barroso, 355 - Presidente Altino
De segunda a sexta-feira, das 8 às 16h30
Sábado, das 8 às 16h
Fechado nos domingos e feriados

Posto Barueri
Rua Ângela Mirella, 354 Térreo - Jd. Barueri - Barueri
De segunda a sexta-feira, das 8 às 16h
Fechado aos sábados, domingos e feriados

Posto Mandaqui
Rua Voluntários da Pátria, 4227 - Mandaqui - São Paulo
De segunda a sexta-feira, das 12h45 às 18h  
Fechado aos sábados, domingos e feriados

Posto Pedreira
Rua João Francisco de Moura, 251 - Vila Campo Grande - São Paulo
De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 12h30
Fechado nos sábados, domingos e feriados



Lei Maria da Penha: 86% dos homens acreditam que a lei ajudou a reduzir a violência doméstica



A lei, que completa 10 anos no dia 07 de agosto, é respeitada e avaliada como uma das mais eficientes do mundo para o enfrentamento à violência contra as mulheres. Pesquisa do Instituto Avon em parceria com Data Popular mostra que apesar de ser aprovada por 9 em cada 10 homens, ainda falta compreensão da legislação

A Lei Maria da Penha é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma das três melhores legislações do mundo para o enfrentamento à violência contra as mulheres. A lei, que completa dez anos em agosto, foi responsável por evitar milhares de casos de agressões contra mulheres no país, colaborando para a diminuição em cerca de 10% da taxa de homicídio de mulheres dentro das residências, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No caso das mulheres negras, entretanto, a taxa de homicídios aumentou 54%, segundo o Mapa da Violência 2015, deixando claro que ainda são necessários muitos avanços para o fim do ciclo da violência contra a mulher.

Dados da pesquisa Percepções dos homens sobre a violência doméstica, realizada pelo Instituto Avon em parceria com o Data Popular, mostram a predisposição da maioria dos homens para essa mudança de atitude. Segundo o estudo, 68% dos homens dizem que, caso enfrentassem problemas em algum relacionamento por conta de atitudes agressivas, aceitariam participar de algum programa que os ajudasse a mudar o comportamento.

 “Novos avanços só serão possíveis se os homens estiverem envolvidos e empenhados para esta mudança. Se eles são parte do problema, também precisam ser parte da solução”, explica a coordenadora de projetos de enfrentamento à violência contra a mulher do Instituto Avon, Mafoane Odara.

A pesquisa do Instituto Avon, realizada em 2013 com mais de 1.500 pessoas, mostra que os homens brasileiros reconhecem os avanços conquistados por meio da lei. Segundo o estudo, 92% deles são favoráveis à legislação e 86% acreditam que ela ajudou a reduzir a violência doméstica contra a mulher.

Segundo o estudo, os homens reconhecem que a criação de serviços especializados, como delegacias da mulher e casas-abrigo, contribui para diminuir a violência doméstica contra a mulher. Porém, ainda há muito desconhecimento sobre o funcionamento da lei e, especialmente, sobre as questões de gênero que a fundamentam.

De acordo com a pesquisa, 37% dos homens acham que, por causa da Lei Maria da Penha, as mulheres os desrespeitam mais. Além disso, 81% dos homens são a favor de que a lei também seja usada para proteger homens que são agredidos por mulheres. “Estes dados mostram que ainda existe uma visão deturpada sobre a legislação. A maioria dos homens não entende que a Lei Maria da Penha atua para reduzir desigualdade de gênero”, explica Lírio Cipriani, diretor-executivo do Instituto Avon.

“As estatísticas mostram que a Lei Maria da Penha já conquistou o importante passo de dar uma maior visibilidade ao tema da violência doméstica, mostrando para homens e mulheres quais são seus direitos e deveres”, diz o juiz Marcelo Anátocles Ferreira, um dos especialistas ouvidos durante a pesquisa.

“Porém, acredito que duas medidas são necessárias para que a lei se torne ainda mais efetiva. A primeira, refere-se à instalação dos centros de educação e reabilitação dos agressores, que possibilitarão discussões sobre o tema com os homens, havendo assim uma a possibilidade de término do ciclo de violência. A segunda é a realização de campanhas educativas de prevenção voltadas ao público escolar e à sociedade em geral. Somente com investimento em educação será possível diminuir o problema nas futuras gerações”, explica o juiz.

Para o psicólogo Dario Posada, a ideia de que os homens podem usar a violência para resolver conflitos é um modelo ensinado dentro da própria casa, por meio de brincadeiras, orientações e ensino religioso. “Esse modelo de masculinidade acaba se tornando muito rígido, com pouca flexibilidade e com poucas saídas para gerenciar os conflitos. Muitas vezes a gente vê que alguns aspectos da hierarquia de gênero estão mudando, mas parece que não avisaram esses homens. Vem se falando muito sobre crise da masculinidade, da sexualidade masculina. A violência é um reflexo de tudo isso”, diz o psicólogo.

PERCEPÇÕES DOS HOMENS SOBRE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
A pesquisa foi realizada em 2013 com 1.500 pessoas de todo o país, 13 especialistas ligados a órgãos governamentais e organizações da sociedade civil que se dedicam ao enfrentamento da violência doméstica, além de seis homens agressores. O estudo mostra que 52 milhões de brasileiros admitem ter algum conhecido, parente ou amigo que já foi violento com a parceira. No entanto, apenas 9,4 milhões de homens confirmam que já tiveram tal atitude. Além disso, aponta que 56% dos homens admitem ter cometido atitude que caracteriza violência, como xingamentos, empurrões, ameaças, agressões físicas, humilhação, obrigar a fazer sexo sem vontade ou ameaças com armas. 




Sobre as ações de responsabilidade social da Avon
A Avon é uma empresa global líder em ações sociais com foco em causas que interessam especialmente à mulher. As ações sociais da empresa são coordenadas pela Avon Foundation For Women, maior entidade focada em causas voltadas para a mulher ligada a uma corporação. Até 2015, foram doados mais de US$ 1 bilhão em mais de 50 países para as causas que mais afetam a mulher. A ação de responsabilidade social da empresa está concentrada na disseminação de informações, na conscientização, no apoio a pesquisas sobre o câncer de mama e na ampliação do atendimento a mulheres com esta doença, por meio da campanha Avon Breast Cancer Crusade (no Brasil, Avon contra o câncer de mama) e nos esforços para reduzir a violência contra a mulher, por meio da campanha Speak Out Against Domestic Violence (no Brasil, Fale sem Medo – não à violência doméstica). A Avon também atua de forma efetiva na prestação de auxílio em caso de desastres naturais e emergenciais em várias partes do mundo. Os folhetos de produtos Avon trazem itens criados especialmente para arrecadar fundos para as causas. Além disso, a empresa promove eventos com participação de milhares de pessoas em várias partes do mundo para gerar fundos e promover a conscientização da sociedade, e distribui materiais informativos divulgados pelos mais de 6 milhões de revendedores de produtos Avon em todo o mundo. No Brasil, as ações sociais relacionadas ao combate ao câncer de mama e à violência doméstica são coordenadas pelo Instituto Avon. Desde 2003, a organização já doou mais de R$ 81 milhões em 235 projetos e ações relacionados a essas causas no Brasil. Siga o Instituto Avon:  www.facebook.com/institutoavon

Mastalgia afeta 70% das mulheres



A dor mamária, ou mastalgia, atinge cerca de 70% das mulheres ao redor do mundo. Apesar de o incômodo ser comum, as causas não são tão conhecidas pela população. O que mais leva as mulheres aos consultórios médicos é o medo do câncer e não o incômodo da dor em si. “É comum a dor mamária interferir nas atividades do dia a dia, como trabalho, atividade sexual e até no sono”, afirma a mastologista Drª Milca Chade.

A mastalgia afeta mulheres de todas as idades em qualquer momento da vida, mas nem sempre ela está relacionada a alguma doença. Aliás, entre 60% e 85% dos casos, a dor mamária não é sinal de nada grave. “A dor nas mamas pode ser um sinalizador do câncer, embora mais de 90% dos tipos de câncer de mama não provoquem dor”, relata. Nesses casos, a dor aparece entre 2% e 7% dos casos da doença. Uma mulher com dor mamária localizada, mas com mamografias normais, a chance de ser um câncer de mama é de 0,5%, já em homens, o incômodo é sintoma de câncer de mama ou de ginecomastia.

Atividades físicas também podem provocar dor mamária. Nesse caso, o uso de sutiã próprio para as práticas esportivas é o mais recomendado para prevenir a mastalgia e, em alguns casos, é um dos tratamentos para o alívio das dores.

Podendo ser classificado em três tipos, a mastalgia tem causas diversas. “A cíclica é relacionada ao período pré-menstrual, geralmente ocorre na segunda fase do ciclo e tem duração de, pelo menos, sete dias ao mês, sendo que a tendência é de surgir ou piorar nos dias que antecedem a menstruação. Nesse caso, o mais comum é a dor melhorar por si só. Outro tipo é a acíclica, que não está relacionada ao período pré-menstrual e pode ser constante ou intermitente. Essa é mais comum no período da pós-menopausa e pode ter relação com quadros de inflamação das mamas, trauma, cistos mamários ou ectasia ductual, gravidez, início da amamentação ou mastite. O terceiro e último tipo é a extramamária, que pode ter origem na parede torácica, mas acaba sendo relatada pela paciente como tendo início na mama. Ela está relacionada, principalmente, à nevralgia intercostal, contratura muscular, costocondrite, artrite, dor muscoloesquelética da parede torácica lateral, fibromialgia e síndrome dolorosa miofascial”, explica a especialista.

O primeiro passo para o diagnóstico da mastalgia é afastar a possibilidade de um câncer de mama. Em grande parte dos casos, o esclarecimento sobre a dor já é o suficiente para o alívio do sintoma. “Esse tipo de diagnóstico é clínico, mas em alguns casos é importante realizar exames complementares, como a mamografia e a ultrassonografia”, declara Drª Milca.

A dor deve ser classificada conforme a sua intensidade, ou seja, leve, moderada ou severa. Mulheres mais ansiosas percebem mais a dor e, consequentemente, tem a vida mais impactada pelo incômodo. O sintoma é considerado leve quando não interfere na qualidade de vida do paciente. “A dor moderada interfere na rotina diária, mas não é motivo de mudança nas atividades habituais, já a severa pode espalhar-se para a axila e pelo braço, interferindo diretamente nas atividades comuns do dia a dia”, explica a mastologista.
A mastalgia sem complicação precisa apenas de orientação verbal. “Se o especialista detecta a necessidade de tratamento da dor, os medicamentos mais receitados são os anti-inflamatórios não-hormonais. Fisioterapia e acupuntura também podem ser indicadas para ajudar no alívio da dor”, finaliza.

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