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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A economia a gente resolve!




O boletim Focus do Banco Central, na edição da última semana de novembro, expressa, na frieza de suas estatísticas, as fortes emoções que a conjuntura econômica vem provocando no coração e na mente dos brasileiros. A estimativa do mercado quanto a 2016 é de acirramento da inflação e continuidade do processo recessivo. Tal expectativa confirma, aliás, as previsões do próprio governo no tocante à queda do PIB no próximo ano, agora estimada pelo ministro Nélson Barbosa, do Planejamento, em 1,9%.
As crises são intermitentes no capitalismo. O Brasil já enfrentou e venceu várias delas. Entretanto, mesmo nos períodos de megainflação ou no recente crash mundial de 2008, jamais havia visto tanto desânimo e ceticismo no empresariado, nos trabalhadores e na sociedade em geral. É óbvio que ninguém está resignado a esse sentimento negativo. Todos buscam alternativas para manter vivos os seus negócios, mas está faltando confiança para uma reação mais acentuada. Tal carência está na crise política, agravada pelas denúncias de corrupção contra representantes do Executivo e do Legislativo, prisões de políticos ocupantes de cargos eletivos relevantes, empresários de alto escalão e desarticulação do Governo Federal e do Congresso.
O quadro institucional é uma fonte diária de descrédito. O brasileiro está constrangido e desconfiado. Sabe que tem um rombo de R$ 70 bilhões a ser coberto no orçamento da União em 2016, mas assiste com perplexidade às soluções propostas: a mesmice do aumento de impostos. Além disso, muitos já estão fazendo um raciocínio ainda não abordado pela imprensa: com a recessão se agravando, a receita fiscal deverá ser menor do que a prevista na peça orçamentária. Ou seja, o déficit poderá ser ainda maior.
Nada abate mais moralmente uma sociedade do que o desrespeito à inteligência e à capacidade de análise das pessoas. Por isso, têm irritado e provocado crescentes dúvidas, a falta de transparência, o indisfarçável constrangimento de algumas autoridades perante a opinião pública, o descaramento de outras ao negar o que já está documentalmente provado e a negligência de muitos políticos em relação ao cenário adverso.
Nossas instituições democráticas ainda são sólidas, mas sua principal base de sustentação hoje, aos olhos da sociedade, são o Ministério Público, por meio da Procuradoria Geral da República, a Polícia Federal e alguns segmentos da Justiça, personificados na figura do juiz Sérgio Moro, responsável pelos trâmites da Operação Lava Jato.
São nítidos os motivos do desânimo nacional. Por isso, este 2015 de tantos dissabores precisa terminar — de fato! — em 31 de dezembro. É necessário pôr um fim ao descrédito e à crise política. Se o governo, o congresso e os políticos fizerem a sua parte para honrar a democracia e seus preceitos de ética, direitos e deveres, a economia a gente resolve! O Brasil verá, mais uma vez, que “um filho seu não foge à luta” e, assim, teremos um ano novo!       

João Guilherme Ometto - engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP), é vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo São Martinho, vice-presidente da FIESP e coordenador do Comitê de Mudança do Clima da entidade.

Você exagera nas compras?





Caso você se considera um comprador compulsivo, busque ajuda de um especialista.
Já é dezembro, o Natal está aí e com o 13º terceiro, muitas pessoas aproveitam para comprar presentes para amigos e familiares. Porém, é preciso tomar cuidado para não sair do controle e acabar comprando coisas demais, fazendo com que você gaste mais do que têm, contando ainda, que o Brasil vive um período onde a economia não está favorecendo as compras. Entretanto, é principalmente nessa época de final do ano que, quem sofre por comprar compulsivamente, piora.
De acordo com a psicóloga Carla Ribeiro, existem algumas formas de você identificar se uma pessoa está gastando além da conta. A mais fácil, teoricamente, é ver o comportamento dela. “Caso um homem ou uma mulher sofra com o vício de comprar, esse sujeito sempre vai exibir a roupa nova. Uma camisa, calça ou tênis novos sempre chamam a atenção. Por isso, se a cena se repetir muito, pode começar a desconfiar que esse ato de comprar seja uma reação psicológica da pessoa”, afirma.
A especialista revela que as pessoas que compram demais sofrem com esse vício, da mesma forma que os alcoólatras, por exemplo. “Uma das poucas formas de sentir prazer é comprando alguma coisa. Então a ansiedade sempre domina e toma conta da cabeça do indivíduo, que não consegue ficar bem até adquirir algo novo. E esse descontrole resulta em um problema financeiro e emocional também, pois geralmente as emoções como tristeza e raiva ou até mesmo vazios como a depressão são sensações ocultada por essa vontade de consumir”, explica.
Assim, Carla destaca três dicas para tratar esse estímulo constante e fazer com que suas contas não fiquem no vermelho:
1) Coloque tudo no papel
Uma forma excelente de controlar custos é colocando tudo no papel. Ou seja, anotar cada conta que você está pagando é a maneira mais completa de você ver o quanto e no que gasta. Por isso, ter um caderninho e uma caneta na sua bolsa pode ser sempre útil nesse combate dos compradores compulsivos. Isso pode ajudar ainda mais pelo período de crise que vivemos em nosso país porque assim você vai identificar também produtos que estão mais caros, além de perceber o que é realmente necessário e o que pode ser trocado.
2) Fique atento!
Esteja sempre alerta às pessoas ao seu redor. Preste atenção se ela busca consumir para tenta esconder e se livrar dos sentimentos ruins. Isso pode ser difícil, ainda mais na sociedade atual onde comprar é um ato muito aceito e divulgado. Porém, fazer isso de maneira exagerada é, para essas pessoas, a única forma de se satisfazer com a vida que tem. Por isso, fique de olho para ver se alguém próximo está com essa compulsão por compras.
3) Procure uma ajuda profissional
Uma das principais dificuldades é fazer com que a pessoa tenha consciência de que isso é um problema e deve ser combatido. Por isso, não existe um tempo de recuperação exato. Assim, o quanto antes a pessoa assumir que enfrenta esse obstáculo em sua vida, mais cedo ela vai melhorar. É um processo longo, que precisa ter uma orientação especializada no assunto, para que seja feita uma análise profissional do comportamento e das emoções da pessoa envolvida.  

Carla Ribeiro - Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem.
Av. Nelson Cardoso, 1149 - sala 1213, Jacarepaguá (Taquara), Rio de Janeiro/RJ.

A Campanha #AdoteUmPetComDeficiencia já tem uma agenda cheia







Rivelino foi atropelado - Galeria de Pets Deficientes para adoção
Divulgação


Na medida em que cada edição é realizada, aumenta o número de adoções conscientes
Com agenda mensal fixa até dezembro de 2016, a Campanha #AdoteUmPetComDeficiencia ganha mais 2 edições itinirentes nos meses de janeiro e fevereiro.

  • 13/12/2015 – RealtON | Rua Groelândia, 393, Jd. América, das 9h às 18h
  • 10/01/16 – Meau | Rua Brg. Gavião Peixoto, 557, Lapa, das 9h às 18h
  • 31/01/15 – RealtON | Rua Groelândia, 393, Jd. América, das 9h às 18h
  • 07/02/16 – Meau | Rua Brg. Gavião Peixoto, 557, Lapa, das 9h às 18h
  • 28/02/16 – RealtON | Rua Groelândia, 393, Jd. América, das 9h às 18h
  • 27/03/16 – RealtON | Rua Groelândia, 393, Jd. América, das 9h às 18h

Entretanto, a meta é fazer uma edição extra a cada mês, para tanto, a equipe busca outros locais para realizar o evento. No total, seriam 12 edições fixas, mais 12 itinerantes.

O objetivo da campanha, idealizada por Livia Clozel, e junto com os Defensores de Animais, Luiz Scalea e Giuliana Stafanini, do Proteção Animal, é uma só: criar um evento especialmente para Pets com Deficiência e Especiais, gerando a oportunidade única de unir outras ONGs e protetores, promovem a adoção de seus Pets, uma vez que eles tem o menor indice de obterem um lar.

Todos os Pets para adoção devem ser cadastrados, vacinados e vermifugados. Após isso, entram para a seleção dos que vão participar de cada evento.

O objetivo é quebrar preconceitos, conscientizar e promover a adoção consciente, gerando conhecimento sobre o assunto e criando um elo entre as pessoas que desejam ter um companheiro de quatro patas que estão esperando por uma família.

Neste caso, o índice de adoção é minimo. A maioria dos Pets com deficiência participam de inúmeros eventos durante e acabam não sendo adotados, desta forma, acabam passando toda a vida, ou até a morte, no respectivo abrigo.

Em um evento de adoção convencional, 90% dos filhotes são adotados. Esta realidade é inversa e chega ao indice de +90% de não adoção aos Deficientes e Especiais.

São considerados Pets com Deficiência todos aqueles que apresentam problemas motores, mentais, renais, amputados, paraplégicos, cegos, que tomam medicações constantes, necessitam de tratamento periódico etc.

Os Pets Especiais são os de cor preta, a partir de 6 meses à idosos, que por sua vez que têm menor índice de adoção.

A  Campanha prova que um pet com deficiência tem uma vida normal: muitos deles não precisam sequer de acompanhamento médico por conta da deficiência, e todos são grandes companhias! Sem contar que, na verdade, o preconceito é que é uma deficiência e impede a adoção absoluta de qualquer tipo de animal!

Sobre a Luiz Proteção Animal
Há mais de 25 anos dedicada à causa de proteção animal, seu trabalho é apoiado nos seguintes pilares:
- Fiscalização de maus tratos a animais;
- Cursos e palestras sobre leis de proteção animal;
- Resgates e esterilização de animais vítimas de maus tratos e abandono;
- Feiras de adoção para recolocar animais abandonados em lares dignos;
- Conscientização sobre posse responsável e direito dos animais;
- Palestras em escolas com apresentação do nosso gibi educativo: "Luizinho e a Turma da Proteção Animal";
- Participação em diversos meios de comunicação visando divulgar os direitos dos animais
A Luiz Proteção é representante da Apasfa (Associação de Proteção Animal São Francisco de Assis).

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