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quarta-feira, 29 de abril de 2026

GSH Banco de Sangue de São Paulo intensifica chamada por doadores ao longo desta semana, inclusive no feriado



Unidades Paraíso e Beneficência Portuguesa funcionarão normalmente no dia 1º. de maio


O GSH Banco de Sangue de São Paulo faz um novo apelo à população para que faça sua doação ao longo desta semana e também no feriado de 1º. de maio – quando as unidades Paraíso e Beneficência Portuguesa permanecerão abertas – e, assim, contribua para a manutenção dos estoques em níveis seguros.

Períodos com feriados prolongados registram queda significativa no comparecimento de doadores. Por isso, a orientação é clara, quem estiver apto deve aproveitar esta semana para doar e ajudar a garantir o atendimento de pacientes que dependem de transfusões.

“Os estoques precisam permanecer equilibrados todos os dias. Antecipar a doação antes do feriado, ou logo após, é fundamental para que não haja impacto nos atendimentos a pacientes que precisam de hemocomponentes para se restabelecerem”, destaca Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue.

Doadores de todos os tipos sanguíneos são bem-vindos. A doação é rápida, segura e pode salvar até quatro vidas. A recomendação da instituição é simples: programe-se para doar ao longo desta semana e faça parte dessa corrente de solidariedade.

As doações podem ser feitas nos seguintes endereços:

  • Unidade Paraíso: Rua Tomás Carvalhal, 711, bairro Paraíso – atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos finais de semana e feriados;
  • Unidade Beneficência Portuguesa, Rua Maestro Cardim 769, Bela Vista (Portaria 2) – atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos finais de semana e feriados;

terça-feira, 28 de abril de 2026

Autismo e corpo: 5 sinais pouco conhecidos ligados à integração sensorial

Freepik


Alterações na forma como o cérebro processa estímulos podem impactar comportamento, movimento e rotina



Durante o Abril Azul, um tema ainda pouco conhecido ganha espaço: a forma como o corpo percebe o mundo no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mais do que comportamento, o autismo também envolve a maneira como o cérebro processa estímulos como sons, luzes, texturas e movimentos.
 

Esse processo é chamado de integração sensorial e, quando ocorre de forma diferente, pode fazer com que situações simples do dia a dia se tornem desafiadoras. “A integração sensorial é a forma como o cérebro organiza as informações que recebe do ambiente. No autismo, esse processamento pode ser diferente, o que afeta tanto o comportamento quanto o movimento”, explica Rimon Tannous Elias, coordenador do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera. 
 

Veja alguns sinais de que o corpo pode estar processando estímulos de forma diferente:
 

1. Incômodo com sons, luzes ou ambientes cheios

Barulhos considerados normais podem ser percebidos como intensos, assim como luzes fortes ou locais com muita informação visual.
 

2.Seletividade alimentar por textura ou consistência

Mais do que preferência, a recusa por certos alimentos pode estar ligada à forma como o corpo percebe texturas, temperaturas e até cheiros.
 

3.Desconforto com roupas ou toques

Etiquetas, tecidos ou até o contato físico podem causar incômodo significativo, levando à evitação.
 

4. Busca ou evitação de movimento

Algumas pessoas podem buscar estímulos constantemente, enquanto outras evitam atividades físicas ou situações que exigem movimento.
 

5. Dificuldade de equilíbrio e coordenação

Atividades simples, como correr, pular ou manter o equilíbrio, podem exigir mais esforço devido à forma como o cérebro organiza os estímulos.
 

Esses sinais também podem impactar o desenvolvimento motor e a rotina, interferindo desde brincadeiras até tarefas do dia a dia. Por isso, a fisioterapia tem um papel importante ao trabalhar o corpo de forma integrada, ajudando a organizar essas respostas e promovendo mais autonomia. “Não estamos tratando apenas o movimento, mas ajudando o cérebro a responder melhor aos estímulos. Isso faz diferença na qualidade de vida e na independência”, destaca o professor.
 

Quando procurar ajuda

Se esses comportamentos são frequentes e impactam a rotina, é importante buscar avaliação profissional. O acompanhamento com especialistas pode ajudar a entender melhor essas respostas e desenvolver estratégias para lidar com os estímulos do dia a dia. 



Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site.



Mitos e verdades sobre a hipertensão: o que você precisa saber para proteger o coração

Doença silenciosa que afeta milhões de brasileiros, a hipertensão ainda é cercada de desinformação. Especialista explica o que é fato e o que é mito quando o assunto é pressão alta


A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma das principais causas de doenças cardiovasculares no Brasil e no mundo. Mesmo sendo altamente prevalente, ainda é cercada por dúvidas e crenças equivocadas que podem atrasar o diagnóstico e comprometer o tratamento. 

No Dia Nacional de Combate à Hipertensão, celebrado em 26 de abril, o alerta vai além da prevenção: é preciso qualificar a informação. 

Segundo o cirurgião cardiovascular Dr. Élcio Pires Júnior, a desinformação sobre a doença é um dos principais obstáculos no controle adequado dos pacientes. “A hipertensão é uma condição crônica que, quando não controlada, pode levar a complicações graves como infarto, AVC e insuficiência cardíaca. O problema é que muitas pessoas ainda acreditam em mitos que dificultam o cuidado contínuo”, explica. 

A seguir, o especialista esclarece alguns dos principais mitos e verdades sobre a hipertensão:
 

Hipertensão só acontece em idosos


Mito.
Embora seja mais comum com o avanço da idade, a hipertensão pode afetar pessoas jovens, especialmente quando há fatores de risco como obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e histórico familiar.


Se não tenho sintomas, está tudo bem


Mito.
A hipertensão é conhecida como uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, não provoca sintomas até que já tenha causado danos importantes ao organismo.


Pressão alta tem cura


Mito.
A hipertensão não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento adequado, que inclui medicamentos e mudanças no estilo de vida.


Quem tem pressão alta precisa tomar remédio para sempre


Verdade.
Na maioria dos casos, o tratamento é contínuo. A interrupção sem orientação médica pode levar à descompensação da pressão e aumentar o risco de eventos cardiovasculares.


Alimentação e atividade física ajudam no controle


Verdade.
Mudanças no estilo de vida são fundamentais. Redução do consumo de sal, alimentação equilibrada, prática regular de exercícios e controle do peso fazem parte do tratamento.


Só devo me preocupar quando a pressão está muito alta


Mito.
Níveis iguais ou superiores a 140/90 mmHg já são considerados elevados e merecem atenção. O acompanhamento regular é essencial para evitar complicações.

De acordo com o especialista, o controle da hipertensão é uma das estratégias mais eficazes para reduzir a mortalidade por doenças cardiovasculares. “Diagnosticar cedo e tratar corretamente faz toda a diferença. A informação de qualidade é uma aliada importante nesse processo”, reforça o médico.

 

Dr. Élcio Pires Júnior - coordenador de cirurgia cardiovascular nos Hospitais da Rede D'Or, do Hospital Bom Clima de Guarulhos e cirurgião cardiovascular dos hospitais Hospitalis de Barueri e Hospital Blanc de São Paulo. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e membro internacional da The Society of Thoracic Surgeons dos EUA. Pode contribuir em pautas sobre problemas cardiovasculares, explicando como funcionam os tratamentos e procedimentos, além de formas de prevenção e sinais das doenças.
Dr. Elcio Pires Junior (@drelciopiresjr) • Fotos e vídeos do Instagram



Tempo seco: aromaterapeuta ensina fazer umidificador caseiro

Com a queda da umidade do ar, especialista explica como proteger nariz, pele e sono usando estratégias caseiras — e o poder dos óleos essenciais
 

Aqueda da umidade do ar em diversas regiões do país tem aumentado as queixas de nariz ressecado, garganta irritada, pele sensível e noites mal dormidas. O tempo seco, típico desta época do ano, transforma o ambiente doméstico em um verdadeiro gatilho para desconfortos respiratórios.

Segundo a neurocientista e aromaterapeuta Daiana Petry, pequenas mudanças no dia a dia podem fazer diferença significativa na forma como o corpo reage ao clima.

“O ambiente seco afeta diretamente nossas mucosas e o sistema respiratório. Mas com medidas simples, é possível melhorar a qualidade do ar dentro de casa e reduzir esses impactos”, explica.

Antes de recorrer a soluções complexas, a especialista reforça que o básico funciona — e muito bem como umidificador e difusor caseiro.
 

Como fazer umidificador caseiro

Basta encher uma bacia com água e colocar no quarto (perto da cama ou em local ventilado) com 3 gotas de óleo essencial. É importante trocar a água diariamente.
 

Como fazer difusor caseiro de óleo essencial

A dica é colocar o algodão em recipiente como um potinho plástico e pingar o óleo essencial para que o aroma se espalhe de forma leve e natural.

Além da umidificação, os óleos essenciais podem atuar como aliados no conforto respiratório.

Alguns dos óleos mais indicados para o tempo seco são:

  • Eucalipto: auxilia na respiração e sensação de vias aéreas livres
  • Lavanda: ajuda a acalmar e melhora o sono
  • Tea tree (melaleuca): ação purificante do ambiente

 

Daiana Petry - Aromaterapeuta, perfumista botânica, naturóloga e especialista em neurociência. Professora dos cursos de formação em aromaterapia, perfumaria botânica e psicoaromaterapia. Autora dos livros: Psicoaromaterapia, Cosméticos sólidos e Maquiagem ecoessencial. 
Fundadora da Harmonie Aromaterapia.
Link
@daianagpetry


Combate ao tempo seco em casa, farmacêutico ensina

Ervas e dicas caseiras para manter a saúde nos dias secos
 

O tempo seco não dá trégua, e com isso, uma série de desconfortos afetam a saúde, como irritação nos olhos, garganta seca e problemas respiratórios. Para evitar que essas condições se agravem, o farmacêutico homeopata Jamar Tejada, da capital paulista compartilha algumas dicas naturais para enfrentar esses dias com mais tranquilidade e bem-estar.

"Com essa baixa umidade do ar, o corpo tende a perder mais água e essa desidratação pode comprometer o funcionamento de vários sistemas, por isso é importante adotar cuidados preventivos e algumas soluções naturais podem ajudar", ensina Jamar.

Ele indica o consumo de chás gelados de ervas, como camomila, hortelã e gengibre. “O chá de gengibre ajuda a aliviar dor de garganta e ainda oferece proteção contra vírus sincicial respiratório e os outros são antioxidantes e melhoram a imunidade. Além disso, um copo de água com limão ao acordar é um hábito saudável para hidratar e proteger o organismo frente a sua ação bactericida”, afirma o especialista.

Jamar ressalta que qualquer bebida quente pode proporcionar alívio para dor de garganta. “A água quente em si já tem propriedade calmante para aliviar a tosse e a coriza, além de provocar vasodilatação e ajuda para que o muco saia com maior facilidade”, diz.

O farmacêutico ainda fala que algumas plantas como lírio-da-paz, palmeira areca e babosa são boas plantas para se ter dentro de casa pois ajudam a aumentar a umidade do ambiente de maneira natural e deixa algumas dicas:


Outras plantas que ajudam a melhorar o ambiente e a saúde no tempo seco:

  1. Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata): Conhecida por sua capacidade de purificar o ar, a espada-de-são-jorge é ideal para melhorar a qualidade do ar em ambientes internos, liberando oxigênio à noite. Ela também ajuda a umidificar levemente o ambiente.
  2. Lírio-da-Paz (Spathiphyllum): Outra excelente planta para ambientes internos, o lírio-da-paz ajuda a remover toxinas do ar e contribui para uma umidade natural, especialmente em ambientes fechados com ar-condicionado.
  3. Babosa (Aloe Vera): Além de ser utilizada para hidratação e tratamento da pele, a babosa também tem a capacidade de liberar oxigênio à noite e melhorar a qualidade do ar.
  4. Hera Inglesa (Hedera helix): Essa planta é altamente eficaz na remoção de partículas de poluição e na melhora da qualidade do ar em espaços fechados, sendo ideal para ambientes que sofrem com a secura do ar.
  5. Palmeira Areca (Dypsis lutescens): Esta planta tropical não só decora o ambiente, mas também funciona como um excelente umidificador natural, contribuindo para a melhora da respiração e do conforto em dias secos.
  6.  
Jamar Tejada - Farmacêutico graduado pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Luterana do Brasil, RS (ULBRA), Pós-Graduação em Gestão em Comunicação Estratégica Organizacional e Relações Públicas pela USP (Universidade de São Paulo), Pós-Graduação em Medicina Esportiva pela (FAPES), Pós-Graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM, Pós-Graduação em Formação para Dirigentes Industriais com Ênfase em Qualidade Total - Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul-(UFRGS) e Pós-Graduação em Ciências Homeopáticas pelas Faculdades Associadas de Ciências da Saúde. Proprietário e Farmacêutico Responsável da ANJO DA GUARDA Farmácia de manipulação e homeopatia desde agosto 2008. www.tejardiando.com.br


Por que mulheres e crianças são mais vulneráveis à deficiência de ferro?

Médico explica os fatores que aumentam o risco nesses grupos e reforça a importância do diagnóstico precoce 

 

A deficiência de ferro é uma das carências nutricionais mais comuns no mundo e afeta principalmente mulheres e crianças. Embora muitas vezes associada apenas à alimentação, a condição envolve fatores fisiológicos, fases da vida e demandas específicas do organismo, o que torna esses grupos mais suscetíveis ao problema.

De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, a maior vulnerabilidade está diretamente relacionada às necessidades aumentadas de ferro em determinados períodos. Mulheres em idade fértil, por exemplo, apresentam maior risco devido à perda sanguínea durante o ciclo menstrual, além de demandas ainda mais elevadas durante a gestação. Já as crianças, especialmente nos primeiros anos de vida, estão em fase de crescimento acelerado, o que exige maior aporte de nutrientes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia afeta cerca de 40% das crianças menores de cinco anos e aproximadamente 30% das mulheres em idade reprodutiva no mundo. No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que a deficiência de ferro é uma das principais causas de anemia nessas populações, sendo considerada um problema de saúde pública.

Além das necessidades aumentadas, outros fatores contribuem para essa vulnerabilidade, como a baixa ingestão de alimentos ricos em ferro, dificuldades de absorção do nutriente e dietas restritivas. Em crianças, a introdução alimentar inadequada pode comprometer a oferta de ferro, enquanto em mulheres, hábitos alimentares e condições como sangramentos intensos podem agravar o quadro.

Os sintomas da deficiência de ferro podem ser silenciosos no início, mas tendem a se intensificar com o tempo. Entre os sinais mais comuns estão cansaço excessivo, palidez, falta de concentração, irritabilidade, queda de cabelo e unhas frágeis. Em crianças, o problema pode impactar diretamente o desenvolvimento cognitivo e o desempenho escolar.

A Organização Mundial da Saúde alerta ainda que a anemia por deficiência de ferro está associada a prejuízos no desenvolvimento físico e mental, além de aumentar o risco de complicações durante a gestação, como parto prematuro e baixo peso ao nascer.

O diagnóstico deve ser feito por meio de avaliação médica e exames laboratoriais, que permitem identificar não apenas a deficiência, mas também suas causas. O tratamento varia de acordo com a gravidade do quadro e pode incluir ajustes na alimentação e suplementação, sempre com orientação profissional.

A prevenção passa por uma alimentação equilibrada, acompanhamento médico regular e atenção aos sinais do corpo. Garantir níveis adequados de ferro é essencial para a saúde, o desenvolvimento e a qualidade de vida, especialmente em grupos mais vulneráveis.


Carnot® Laboratórios


Do roxo ao cinza: conheça a inteligência por trás das cores dos tubos de exame de sangue


Para quem precisa encarar a agulha em um laboratório de medicina diagnóstica, a cena é rotineira: o profissional de saúde organiza uma série de pequenos tubos com tampas de cores diferentes: roxo, vermelho, amarelo, cinza e azul. Longe de ser uma escolha estética ou aleatória, essa paleta de tons esconde uma engenharia química rigorosa, essencial para a precisão do diagnóstico. 

De acordo com a dra. Maria Helane Gurgel, endocrinologista e diretora médica dos laboratórios Sérgio Franco e Bronstein, da Dasa, no Rio de Janeiro, cada cor de tampa indica um aditivo específico dentro do tubo, preparado para preservar o sangue da maneira exigida pelo teste. 

“O sangue é como um tecido vivo e supersensível. Assim que sai do corpo, ele começa a mudar quimicamente. Para medir a glicose com exatidão, usamos aditivos que impedem as células de ‘consumir’ o açúcar. Já para o hemograma (exame das células do sangue), evitamos que ele coagule. Esses aditivos previnem erros na coleta, que causam 60%-70% dos problemas em exames laboratoriais (dados do CLSI). As cores das tampas formam um código simples e universal, garantindo que o reagente certo chegue à amostra certa, sem erros ou complicações”, explica a médica. 

Cada tonalidade é um guia rápido para a equipe técnica. Sheila Argolo, gerente do Núcleo Técnico-Operacional (NTO) da Dasa no Rio de Janeiro, detalha as funções mais comuns:

  • Tampa roxa – contém EDTA, um anticoagulante que preserva a forma das células, ideal para o hemograma.
     
  • Tampa vermelha ou amarela – possui ativadores de coágulo para separar o soro; é usada em testes de sorologia e bioquímica.
     
  • Tampa azul – contém citrato de sódio, essencial para testes de coagulação.
     
  • Tampa cinza – possui fluoreto de sódio, que “conserva” o nível de açúcar para exames de glicemia.

“A precisão começa antes mesmo da análise nas máquinas. Se o sangue for colhido no tubo errado, a reação química é comprometida, e o resultado pode ser alterado. Por isso, a padronização visual é uma das etapas mais importantes da segurança do paciente”, afirma Sheila Argolo. 

De acordo com a 10ª edição do Panorama da Saúde Suplementar¹, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no final do ano passado, o setor atingiu a marca histórica de 53,2 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares. 

Os exames laboratoriais e de imagem continuam a ser a porta de entrada e o principal volume do setor, representando cerca de 60% de todos os procedimentos realizados na saúde suplementar. Só em 2024, segundo a 7ª edição do Painel Abramed², foram realizados mais de 970 milhões de exames de análises clínicas, um crescimento 17,3%. 

Esse aumento na demanda reforça a importância da eficiência operacional nos laboratórios. “Com mais de 53 milhões de pessoas utilizando o sistema suplementar, a precisão na coleta e no processamento dessas amostras, simbolizada pelas cores dos nossos tubos, é o que garante a sustentabilidade, a segurança operacional e a confiança em todo o ciclo de cuidado”, finaliza Maria Helane Gurgel.

 

Referências

¹10ª edição do Panorama da Saúde Suplementar. Disponível em: Link

² 7ª edição do Painel Abramed – O DNA do Diagnóstico. Disponível em: Link

 

4 sinais de que sua audição pode estar afetando sua memória

Perda auditiva está entre os principais fatores de risco para demência e pode ser identificada por sinais do dia a dia

 

A dificuldade para ouvir pode ir além de um incômodo momentâneo e ter impacto direto na saúde do cérebro. Estudos recentes mostram que a perda auditiva está entre os principais fatores de risco para demência — condição que pode ter até 48,2% dos casos prevenidos no Brasil, segundo levantamento publicado na The Lancet Global Health (2024).

 

O dado ganha ainda mais relevância diante do cenário global. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 1,5 bilhão de pessoas vivem com algum grau de perda auditiva, número que pode chegar a 2,5 bilhões até 2050. Já a demência afeta mais de 55 milhões de pessoas no mundo.

 

Apesar disso, a perda auditiva ainda é subdiagnosticada — e muitos sinais passam despercebidos no dia a dia. Especialistas alertam que identificar esses indícios precocemente pode ser fundamental para preservar as funções cognitivas.

 

A seguir, veja quatro sinais de alerta:

 

1. Você pede para as pessoas repetirem com frequência

Se você costuma pedir para repetir frases, principalmente em conversas do dia a dia, pode ser um indicativo de perda auditiva inicial.

Esse esforço constante para compreender a fala aumenta a sobrecarga do cérebro, o que pode impactar funções cognitivas ao longo do tempo.

 

2. Dificuldade para acompanhar conversas em ambientes ruidosos


Restaurantes, reuniões ou encontros com várias pessoas podem se tornar desafiadores para quem está com perda auditiva.


A tendência é que o cérebro precise “compensar” a dificuldade de ouvir, reduzindo sua capacidade de processar outras informações — o que pode afetar memória e atenção.

 

3. Aumento constante do volume da TV ou do celular


Se outras pessoas comentam que o volume está alto demais, esse pode ser um sinal importante.


Muitas vezes, esse comportamento é naturalizado, mas pode indicar que a audição já está comprometida.

 

4. Evitar interações sociais ou sentir cansaço após conversas


A perda auditiva pode levar ao isolamento social, já que a comunicação se torna mais difícil e cansativa.


Esse afastamento é um dos principais fatores associados ao declínio cognitivo e ao aumento do risco de demência.

 

Qual a relação entre audição e memória?


A conexão entre perda auditiva e demência está ligada a diferentes fatores. A dificuldade de ouvir reduz a estimulação cerebral, aumenta o esforço cognitivo e pode levar ao isolamento social — três elementos diretamente associados ao declínio cognitivo.

 

“A perda auditiva não tratada pode acelerar o declínio cognitivo, pois priva o cérebro de estímulos essenciais e impacta diretamente a comunicação e a interação social. O diagnóstico precoce é fundamental para preservar a saúde mental e cognitiva”, explica a fonoaudióloga e diretora de Marketing e Produtos Latam da WSA, Gisele Munhoes dos Santos.

 

O que fazer ao identificar os sinais?


Segundo especialistas, a recomendação é buscar avaliação auditiva o quanto antes. O uso de aparelhos auditivos, quando indicado, pode ajudar a manter o cérebro ativo, melhorar a comunicação e reduzir impactos cognitivos.

 

“Muitas pessoas demoram a procurar ajuda, o que pode agravar o quadro. Quanto antes houver intervenção, maiores são as chances de preservar as funções cognitivas ao longo do tempo”, completa a especialista.

 

Um alerta para além da audição


Com o envelhecimento da população e o aumento de casos entre adultos mais jovens, a perda auditiva passa a ser vista como um tema estratégico de saúde pública.

 

Cuidar da audição, hoje, é também uma forma de cuidar da memória no futuro.

 

 

WSA



Erros evitáveis ainda colocam pacientes em risco: o que você precisa saber antes de um atendimento

Especialista explica por que a participação do paciente é parte essencial da segurança e como hospitais estruturam processos para evitar falhas


Mesmo com avanços na medicina e protocolos cada vez mais rigorosos, erros evitáveis ainda podem ocorrer nos serviços de saúde. E, em muitos casos, poderiam ser prevenidos com medidas simples. Falhas na identificação do paciente, problemas de comunicação entre equipes e equívocos na administração de medicamentos seguem entre os principais riscos assistenciais.

Entretanto, quando o assunto é esse, um alerta ganha ainda mais relevância: garantir um cuidado seguro não depende apenas das instituições, mas também da participação ativa de quem está sendo atendido. “Um paciente bem informado e participativa ajuda a reduzir riscos. Ele deve estar atento às informações sobre o próprio cuidado, como dados pessoais, histórico de saúde, alergias e medicamentos em uso”, explica Karina Pereira de Oliveira, gerente de Enfermagem do Hospital Evangélico de Sorocaba.


Onde estão os principais riscos

Entre as situações mais comuns que podem comprometer a segurança do paciente, destacam-se:

- Identificação incorreta: troca de prontuários ou procedimentos realizados em pacientes errados;

- Erros de medicação: dose inadequada, troca de medicamentos ou interações perigosas;

- Falhas de comunicação: informações incompletas entre profissionais ou com o próprio paciente e familiares;

- Infecções relacionadas à assistência;

- Falta de confirmação de procedimentos: ausência de checagem antes de cirurgias ou exames.


Informação é a primeira barreira contra erros

Antes de qualquer procedimento, entender exatamente o que será feito pode evitar falhas importantes. Fazer perguntas, muitas vezes visto como constrangimento, é, na verdade, uma atitude de segurança. “Essas perguntas ajudam a evitar falhas de comunicação e garantem que o paciente esteja alinhado com a equipe”, reforça Karina.


Entre os pontos que devem ser confirmados pelo paciente estão:

- Confirme sempre sua identificação (nome completo e data de nascimento);

- Pergunte sobre o procedimento: entenda o que será feito e por quê;

- Informe todos os medicamentos que utiliza;

- Questione dúvidas: não hesite em pedir explicações claras;

- Verifique orientações pós-atendimento, como uso de remédios ou retorno.


Da participação do paciente aos protocolos de segurança

Essa postura ativa do paciente não acontece isoladamente, mas faz parte de um conjunto de protocolos adotados pelas instituições de saúde para reduzir riscos. Nos bastidores do atendimento, equipes seguem rotinas padronizadas de checagem antes de qualquer procedimento. São confirmados dados como identidade do paciente, data de nascimento, procedimento a ser realizado, local correto, possíveis alergias, entre outros.

Antes da realização de procedimentos invasivos, há ainda uma pausa de segurança, em que todos os profissionais revisam as informações. Nesse momento, a participação do paciente é incorporada ao processo. “Ele pode e deve confirmar seus dados e o procedimento. Essa participação é parte essencial da segurança”, destaca Karina.


Quando a tecnologia reforça a segurança

Além dos protocolos, hospitais vêm incorporando tecnologia para reduzir ainda mais as chances de erro — especialmente na administração de medicamentos, uma das etapas mais sensíveis do cuidado. No Hospital Evangélico de Sorocaba, por exemplo, todo o processo é estruturado para garantir segurança em cada etapa: da prescrição à aplicação.

As prescrições são feitas eletronicamente, a farmácia realiza a separação com apoio de sistema mobile e a equipe de enfermagem faz a administração à beira do leito com checagem por código de barras, tanto da pulseira de identificação quanto do medicamento. “Isso garante que o medicamento esteja sendo administrado no paciente correto, na hora correta e segura”, diz Karina.


O mito que ainda coloca pacientes em risco


Apesar dos protocolos, um dos maiores desafios ainda é cultural: muitos pacientes evitam questionar por receio de atrapalhar o atendimento.

Mas esse comportamento pode, na prática, aumentar os riscos. “Perguntar, confirmar informações e participar ativamente do cuidado aumentam a segurança. A prevenção de erros depende de uma comunicação aberta e sem barreiras”, finaliza a especialista.

 

Karina Pereira de Oliveira - gerente de Enfermagem do Hospital Evangélico de Sorocaba


Falta de estrutura em hospitais compromete a segurança dos mais de 2,4 milhões de pacientes com autismo no Brasil

SOBRASP sugere ações institucionais para aprimorar a segurança na assistência à saúde durante atendimento de pacientes com Transtorno do Espectro Autista 


O Brasil tem hoje cerca de 2,4 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), segundo censo de 2022, divulgado pelo IBGE em 2025. O número ajuda a dimensionar um desafio que ainda passa despercebido dentro dos serviços de saúde: a falta de estrutura de hospitais e unidades de atendimento para acolher esse público com segurança e qualidade.

Apesar do avanço no diagnóstico e na conscientização sobre o autismo, a SOBRASP (Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente) aponta que a estrutura da maior parte das instituições ainda não acompanha essa realidade. “Hoje, muitos hospitais ainda não estão preparados para atender pacientes com Transtorno do Espectro Autista de forma adequada. Isso pode gerar desde falhas de comunicação até situações de estresse extremo e risco à segurança do paciente”, avalia a pediatra e coordenadora do GTT de Pediatria da SOBRASP, Priscila Amaral.

Falhas que se repetem na rotina assistencial – Entre os mais citados são: falta de preparo das equipes para lidar com o paciente com TEA; comunicação inadequada ou pouco acessível; ausência de rotinas específicas para o atendimento; ambientes que intensificam crises sensoriais e demora ou dificuldade no diagnóstico. Essas falhas impactam diretamente a experiência do paciente e podem comprometer o cuidado, especialmente em situações de urgência.

O que precisa mudar – Para a pediatra, o caminho passa por mudanças estruturais e culturais dentro das instituições de saúde. Entre as medidas recomendadas estão: elaboração de rotinas específicas para atendimento de pacientes com TEA; capacitação contínua das equipes assistenciais e adaptação de ambientes para reduzir estímulos sensoriais; identificação prévia do paciente no prontuário e envolvimento da família no plano de cuidado.

Direito garantido, mas ainda pouco atendido - A discussão ganha ainda mais relevância com a promulgação da Lei 15.378/2026, que institui o Estatuto dos Direitos do Paciente no país. A legislação estabelece princípios como o direito à informação clara, à participação nas decisões sobre o tratamento e a um cuidado seguro e digno.

Na prática, isso inclui o atendimento adequado a pacientes com necessidades específicas, como pessoas diagnosticadas com TEA — algo que ainda está longe de ser realidade em grande parte dos serviços de saúde.

Famílias mais atentas e exigentes - Diante desse cenário, cresce também o papel das famílias na busca por um atendimento mais adequado. Especialistas orientam que pais e responsáveis podem — e devem — exigir: comunicação clara e adaptada; respeito às particularidades do paciente; ambientes mais adequados; profissionais capacitados e acesso ao prontuário e possibilidade de segunda opinião. “O paciente precisa estar no centro do cuidado e isso inclui reconhecer e respeitar suas particularidades”, conclui Priscila.


A.C.Camargo traz boas novas sobre o tratamento do câncer de esôfago

Foco do Abril Azul Claro tem mais eficácia, menos risco e recuperação mais rápida
 

Abril é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de esôfago. Através do Abril Azul-Claro, o A.C.Camargo Cancer Center traz boas notícias: os tratamentos ficaram mais eficazes, as cirurgias mais seguras e as chances de cura, maiores. 

A maior novidade no tratamento vem do estudo MATTERHORN, que pela primeira vez combinou imunoterapia com quimioterapia antes e depois da cirurgia em determinados tipos de câncer de esôfago. O resultado foi expressivo: quase o dobro de resposta em comparação ao tratamento convencional. 

“Isso é algo que foi liberado aos pacientes há poucos meses”, destaca o Dr. Felipe Coimbra, líder do Centro de Referência em Tumores do Aparelho Digestivo Alto do A.C.Camargo Cancer Center. A descoberta reforça uma tendência cada vez mais presente na oncologia moderna: tratar cada paciente de acordo com o perfil molecular do seu tumor, com mais precisão e menos efeitos desnecessários. 

Do lado cirúrgico, a evolução também é motivo de otimismo. As técnicas robóticas e minimamente invasivas transformaram a esofagectomia — que já foi considerada uma das cirurgias mais complexas da oncologia — em um procedimento cada vez mais seguro, com menos complicações e recuperação mais rápida. “Há cada vez mais evidência de que a cirurgia robótica laparoscópica no câncer de esôfago é melhor, tem menos risco e menor tempo de recuperação do paciente”, afirma o especialista. Quando realizada em centros com experiência e protocolos modernos de cuidado perioperatório, a cirurgia deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma etapa segura no caminho da cura. 

O futuro também guarda promessas. O uso do DNA tumoral circulante (ctDNA), detectado por um simples exame de sangue, já permite identificar sinais de recidiva antes mesmo que os exames de imagem os revelem, abrindo espaço para intervenções mais rápidas e eficazes. 

O cenário, portanto, é de avanço. “O tratamento do câncer de esôfago evoluiu rapidamente nos últimos anos. Hoje, há mais precisão, mais segurança e maior potencial de controle da doença”, resume o Dr. Felipe Coimbra. 

É importante lembrar que o diagnóstico precoce continua sendo o fator que mais influencia o prognóstico. O câncer de esôfago costuma se manifestar de forma discreta no início, o que torna a atenção aos sintomas ainda mais importante. Tabagismo, consumo excessivo de álcool, refluxo crônico e obesidade estão entre os principais fatores de risco. “Reforçar a importância do diagnóstico precoce e ficar alerta aos sintomas são atitudes que podem salvar vidas”, diz o Dr. Coimbra. Sinais como dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação e desconforto persistente ao se alimentar precisam ser investigados o quanto antes. 

As novidades são animadoras. E no mês que também contempla o Dia Mundial da Saúde, essa é a mensagem que o A.C.Camargo quer celebrar – e compartilhar.

A.C.CAMARGO CANCER CENTER

 

Denervação renal como alternativa de tratamento para pacientes com hipertensão resistente

Reprodução


  • Doença silenciosa, a hipertensão arterial afeta cerca de 30% dos adultos no Brasil
  • Nos casos resistentes ao tratamento farmacológico, a denervação renal (procedimento minimamente invasivo) surge como alternativa terapêutica
  • Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia é um dos centros de referência para esta terapia no país

A hipertensão arterial, condição crônica que afeta cerca de 30% da população adulta no Brasil, sendo mais frequente em mulheres do que em homens, representa um dos maiores desafios para a saúde pública. Representa a primeira causa prevenível de morte cardiovascular e entre as mulheres é responsável por 1 em cada 3 óbitos anualmente. 

Conhecida como uma "assassina silenciosa", a hipertensão evolui sem sintomas aparentes na maioria dos casos, mas suas consequências são devastadoras, incluindo o aumento do risco de infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doença renal com necessidade de diálise. 

Para um grupo de pacientes cuja pressão não é controlada mesmo com o uso de múltiplos medicamentos, a chamada hipertensão resistente, a denervação renal surge como uma alternativa terapêutica inovadora e minimamente invasiva. 

“A hipertensão arterial é perigosa não por causar dor imediata, mas porque geralmente age lentamente, podendo passar despercebida e levar a eventos graves e até fatais”, explica o Dr. Rodolfo Staico, cardiologista intervencionista do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, com ampla experiência no procedimento de Denervação Renal.

 

Sintomas, diagnóstico e os limites do tratamento convencional 

Na maioria dos casos, os sintomas só aparecem quando a pressão atinge níveis muito elevados, manifestando-se como dor de cabeça, fadiga, tontura ou visão embaçada. O tratamento tradicional combina mudanças no estilo de vida, como dieta balanceada e atividade física, com o uso de medicamentos. 

Entretanto, parte dos pacientes não responde adequadamente a essa abordagem. Para esse grupo, em que os hábitos de vida saudáveis e o uso de múltiplas medicações não é suficiente para controlar os níveis de pressão arterial, condição conhecida como hipertensão resistente, a denervação renal representa uma alternativa terapêutica complementar ao tratamento tradicional. 

“A hipertensão resistente é uma condição na qual a pressão continua elevada mesmo com o uso de pelo menos três medicamentos em doses adequadas. Nesses casos, é fundamental investigar a adesão ao tratamento, a adoção aos hábitos de vida saudáveis e as possíveis causas secundárias”, detalha o Dr. Staico.

 

Denervação renal: uma nova fronteira no tratamento 

Para pacientes com hipertensão resistente, a denervação renal se apresenta como uma solução. O procedimento é minimamente invasivo e atua sobre os nervos simpáticos localizados ao redor das artérias renais, que desempenham um papel central na elevação anormal da pressão arterial nestes pacientes. 

“A técnica é semelhante a um cateterismo. Através de uma punção, um cateter dedicado é introduzido pela virilha e guiado até as artérias renais, onde é aplicada energia por radiofrequência que interrompe a hiperatividade dos nervos simpáticos. O efeito não é imediato, mas progressivo e sustentado, com uma melhora significativa na pressão entre um e seis meses após o procedimento”, afirma o Dr. Rodolfo Staico. A terapia deve ser indicada em casos selecionados e avaliados apropriadamente pelo médico.

 

Instituto Dante Pazzanese como Centro de Referência 

No Brasil, o acesso à denervação renal ainda é restrito a poucos centros. O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, se destaca como uma das principais referências na área, com equipes multidisciplinares e a infraestrutura necessária para realizar o procedimento com segurança. 

“O Dante Pazzanese possui expertise para uma avaliação criteriosa e um protocolo que determina a indicação apropriada do procedimento. A denervação renal, quando aplicada em casos bem selecionados e executada com técnica adequada, traz benefícios incontestáveis”, finaliza o Dr. Staico. A consolidação dessa terapia no país representa um passo fundamental para oferecer uma nova esperança a pacientes que convivem com hipertensão arterial não controlada oferecendo melhor qualidade de vida e reduzindo o risco de sofrer eventos cardiovasculares e renais graves.

 

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