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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Influência da educação financeira na decisão pelo consórcio


Com o custo de vida cada vez mais alto e o acesso ao crédito tradicional mais difícil, muitas pessoas têm buscado alternativas mais conscientes para conquistar suas metas. Assim, o consórcio vem se consolidando como uma dessas opções por se tratar de uma forma mais econômica e segura de adquirir um bem ou serviço, sem enrolar o consumidor com juros altos e condições abusivas. 

A questão é que para boa parte da população brasileira, falta o básico: educação financeira. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em dezembro de 2024, cerca de 76% das famílias brasileiras estavam endividadas. 

Esse cenário mostra o quanto ainda é preciso falar de organização financeira. O consórcio, por exemplo, é um caminho vantajoso e que tem ganhado cada vez mais adesão. Só no primeiro quadrimestre de 2025, o setor registrou um aumento de 19,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 1,61 milhão de novas adesões. Apesar do crescimento e procura, ainda é preciso um planejamento por trás da sua adesão. 

“O consórcio não é uma solução imediata e sim uma escolha de quem quer evitar dívidas com valores exorbitantes e se comprometer com uma compra mais segura. É uma forma do consumidor se organizar e fugir das armadilhas de crédito fácil, que vêm acompanhadas de juros e taxas abusivas”, afirma Thiago Savian, Diretor Comercial da Unifisa. 

Outro ponto importante é que, ao entender como funciona o sistema de consórcios, com sorteios e lances, o consumidor passa a enxergá-lo como uma alternativa real de acesso a bens e serviços que, de outra forma, talvez fossem inacessíveis. 

Portanto, o consórcio, aliado à educação financeira, está se tornando um caminho para reduzir o nível de endividamento dos brasileiros e minimizar os impactos negativos que isso gera nas famílias. “A educação financeira dá ao cliente a clareza necessária para entender até onde pode ir, evitando que transforme um sonho em uma frustração ao assumir dívidas que não cabem no seu planejamento”, finaliza Thiago.


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