Extrair, analisar e transformar. Essa vem sendo a
regra das operações que estão sendo, cada vez mais, pautadas na gestão de dados
em diversos setores, entre eles, o agronegócio. Especialmente neste setor, que
possui tamanha relevância e impacto na nossa economia, um rigoroso controle e,
principalmente, planejamento são indispensáveis
Essa importância se dá devido ao fato de que o
setor é responsável desde o plantio e colheita, até a distribuição final. Com
isso, a empresa precisa monitorar cada uma das etapas, que envolve desde o
controle do solo, prevenir ou controlar com agilidade pragas, programar o
índice de produção de acordo com o clima, fazer revisões de custos etc. Além
disso, considerando o atual momento de instabilidade econômica que estamos
atravessando, o produtor também precisa gerenciar a precificação dos produtos
com base na flutuação do câmbio.
Ou seja, estamos falando de uma gama de atividades
que mostram que, embora o agro seja um segmento promissor, ainda enfrenta
desafios diários na execução das suas atividades. A boa notícia é que o uso da
tecnologia já uma realidade na vertical. Como prova disso, um estudo realizado
pela pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB), Maira de Souza Regis,
revelou que mais de 70% dos produtores rurais do Brasil já utilizam softwares e
aplicativos.
Mas, é aquela velha história: de nada adianta ter
recursos, sem utilizá-los de forma estratégica. Isso é, para que uma ferramenta
desempenhe o seu papel de auxiliadora, é crucial desenhar um processo que olhe
para as pessoas, processos e tecnologia, o que, na prática, ajuda a reforçar a
importância do planejamento.
O agronegócio é um setor fortemente ligado à
geração de informações que podem mudar a qualquer instante. Isso reforça a
importância de unificar dados em um único local. Afinal, é por meio dessa
construção que se torna possível criar processos e indicadores que não só geram
insights, mas auxiliam na identificação de pontos de melhorias. Isso porque,
através da criação de um repositório único de informações, a organização
consegue uma melhor visualização das operações, adquirir velocidade na tomada
de decisões estratégicas e, sobretudo, promover o melhor engajamento da equipe.
Por meio da análise e planejamento, os desafios
ligados a maior suscetibilidade à perda e sincronismo de informações são
solucionados – promovendo uma gestão eficiente e assertiva dos recursos. No
entanto, mudar o mindset não é uma tarefa simples, principalmente, em
organizações que ainda não tem clara essa visão de crescimento e estão imersas
na execução de um modelo criado desde o seu surgimento.
Desta forma, ter o apoio de uma consultoria
especializada não apenas na implantação de ferramentas, mas em todo o escopo
que envolve o planejamento, análise e execução de estratégias, é um importante
diferencial. Isso porque o time de especialistas, ao olhar os processos,
possibilitam a aplicação de uma abordagem estratégica e eficiente.
Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em
Economia Aplicada) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil), a expectativa é que, em 2025, o agronegócio cresça entre
3,5% até 6% no PIB da Agropecuária, impulsionado pela safra recorde de grãos
estimada em 322,4 milhões de toneladas.
Os indicadores mostram que o agro, sem dúvidas,
continuará sendo o motor da economia nacional. Por isso, é crucial que o setor
invista, cada vez mais, não apenas em recursos tecnológicos, mas em estratégias
que visem garantir o melhor preparo frente aos desafios que continuarão
presentes. Diante desse cenário, o planejamento não é apenas um caminho, mas o
combustível para o agronegócio continuar sua trajetória de crescimento,
transformando cada desafio em uma oportunidade de prosperidade.
Alexandre Kuntgen - Partner da SolvePlan.
SolvePlan
Nenhum comentário:
Postar um comentário