Ter formação profissional aumenta em 48% as chances de uma pessoa, em idade ativa, ingressar no mercado de trabalho, indica pesquisa divulgada pela FGV
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| Fazer um curso profissionalizante permite que o aluno obtenha uma visão prévia da área de atuação antes de se comprometer com uma especialização universitária. Unsplash |
No atual cenário altamente competitivo, garantir o primeiro emprego tornou-se um desafio ainda maior, principalmente quando se trata de se destacar entre profissionais que já possuem experiência. Felizmente, existem alternativas viáveis para adquirir as habilidades exigidas pelo mercado de trabalho, como a participação em cursos profissionalizantes, os quais proporcionam tanto conhecimento teórico quanto prático.
Essa
opção de cursos profissionalizantes, além de ser acessível, é bastante
aproveitada por quem está entrando agora no mercado de trabalho, pois
oferece uma variedade de cursos em diferentes áreas, promovendo o aprendizado
técnico, e o desenvolvimento pessoal e profissional do aluno. Uma pesquisa
inédita do ManpowerGroup (empresa de soluções de força de trabalho), mostrou
que quase metade (48%) das empresas no Brasil pretendem contratar ainda
no primeiro trimestre de 2024.
“Hoje, as empresas estão demandando profissionais qualificados e preparados para assumir as suas funções. Um requisito fundamental durante um processo seletivo é ter um currículo atrativo, e que atenda às necessidades da vaga em questão. Além disso, após demonstrar as competências técnicas, as habilidades comportamentais conhecidas como soft skills, também serão avaliadas. Essas habilidades são essenciais em qualquer área de trabalho. Quanto mais conhecimento técnico e autoconhecimento o candidato possuir, melhor será a performance e segurança durante uma entrevista”, explica Jefferson Vendrametto, Diretor de Relações Institucionais do Cebrac (Centro Brasileiro de Cursos).
Fazer um curso profissionalizante permite que o aluno obtenha uma visão prévia da área de atuação antes de se comprometer com uma especialização universitária, que geralmente dura de 4 a 5 anos. Além disso, o aluno conclui o curso em um período mais curto, o que lhe permite avaliar se tem afinidade com a área escolhida, e ainda oferece a oportunidade de buscar emprego durante os estudos. Ter formação profissional aumenta em 48% as chances de uma pessoa, em idade ativa, ingressar no mercado de trabalho, de acordo com a pesquisa “A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho”, divulgada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Em
vista disso, Vendrametto menciona três dicas para conquistar o primeiro emprego
sem ter experiência:
1-
Deixe o currículo atraente: isso faz a
diferença na hora de apresentar o seu perfil profissional. Ele é o seu cartão
de visita para o mercado de trabalho, e os recrutadores levam poucos segundos
para avaliar se você passará para a próxima etapa ou não;
2-
Aumente o networking: participe de
eventos, fóruns e cursos presenciais, e mantenha seu perfil no LinkedIn sempre
atualizado. Quem é indicado para uma vaga de emprego tem cinco vezes mais chances de ser contratado, e 84% das empresas usam programas
de indicação, de acordo com a pesquisa da Jobvite (empresa de software);
3- Procure um estágio: ele representa o primeiro contato do estudante com o mercado de trabalho, proporcionando uma experiência prática na área escolhida. O estágio auxilia no desenvolvimento do profissional e, se o funcionário apresentar bom desempenho na empresa, pode até mesmo resultar em uma efetivação.
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CEBRAC

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