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A infestação por vermes prejudica a saúde do pet progressivamente, podendo causar fraqueza, anemia, inflamação do sistema gastrointestinal e o óbito Foto: Gustavo Araújo |
Perda de apetite e de peso, vômito, diarreia,
distensão e dor abdominal são sinais clínicos comuns de diversas patologias,
incluindo verminoses, doenças causadas por vermes e parasitas que se alojam no
organismo. Embora pareçam inofensivas (afinal qual animal não foi contaminado
por vermes ao longo da vida?), elas podem causar graves consequências à saúde
dos pets.
“A infestação por vermes prejudica a saúde do
animal progressivamente, podendo causar fraqueza, anemia, inflamação do sistema
gastrointestinal e, até mesmo, o óbito”, explica a médica-veterinária e
consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Dra. Farah
de Andrade. O alerta também vale para a saúde humana: verminoses são
consideradas zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas às pessoas por meio do
manuseio do pet ou por este ser hospedeiro de parasitas transmitidos por
picadas de mosquitos.
São muitos os tipos de vermes. Os Ancilostomídeos
se prendem à parede do intestino delgado e se alimentam de sangue. As
Ascaridíases são os maiores vermes redondos e podem causar obstrução
intestinal, além dos sinais clínicos mais comuns. Trichurídeos se prendem à
parede do intestino grosso e se alimentam de bactérias. Já as populares Taenia
solium e Taenia saginata se alojam no intestino delgado e ingerem restos de
comida. Os Dipilídeos são vermes planos que se alimentam de sangue e são
transmitidos por pulgas, que infectam o pet quando ele as ingere acidentalmente
ao se lamber, por exemplo, ficando alojadas no intestino delgado. Toxocara
canis e Toxocara cati são vermes de forma cilíndrica e comprida, com cerca de
15 centímetros de tamanho, perceptíveis quando o pet defeca ou vomita.
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Verminoses são consideradas zoonoses e precisam ser prevenidas. Foto: Priscilla Fiedler |
Como prevenir e tratar as
verminoses em cães e gatos
Os cuidados começam com a higiene do ambiente:
retirar as fezes dos cães todos os dias e manter as caixas de areia dos gatos
limpas, evitará a proliferação de vermes e protozoários. A ingestão de carne
crua ou alimentos mal lavados pode ser um risco se os devidos cuidados não
forem tomados. Se o animal faz uso de alimentação natural, é essencial seguir
as orientações do médico-veterinário à risca. Da mesma forma, a conservação da
ração seca ou úmida deve seguir os critérios do fabricante e do veterinário.
Nada de deixar ração exposta ou em áreas que possam ser acessadas por roedores.
Pets com alimentação de qualidade são menos impelidos a caçar, reduzindo assim
o contato com répteis e aves, que também podem transmitir parasitas.
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A manipulação de vermífugos veterinários com sabores e formas farmacêuticas diferenciadas é uma alternativa para tornar o tratamento mais agradável para o pet Foto: Melvin Quaresma |
Administrar o vermífugo para o pet nem sempre é
fácil e pode comprometer os resultados, caso o bichinho não faça a ingestão
correta do remédio. A manipulação de vermífugos veterinários com sabores e
formas farmacêuticas diferenciadas é uma alternativa para tornar o tratamento
mais agradável e prazeroso para o pet. “Um medicamento em forma de molho sabor
frango, pasta oral sabor salmão ou biscoito sabor beijinho por exemplo,
estimula o pet e evita que ele cuspa o medicamento”, comenta Dra. Farah. Além
de vermífugos flavorizados, a DrogaVET manipula antipulgas de uso tópico e
oral, repelentes específicos para animais e medicamentos para tratamentos.
DrogaVET
www.drogavet.com.br
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