Pesquisar no Blog

sexta-feira, 4 de julho de 2025

GOLPES DIGITAIS DEVEM DISPARAR NO SEGUNDO SEMESTRE COM USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, ALERTA ESPECIALISTA

 Após 5 milhões de tentativas de golpe no 1º trimestre, o segundo semestre preocupa por coincidir com datas de alto apelo comercial, como Dia dos Pais, Black Friday e Natal e uso crescente de IA.

 

O segundo semestre começa com um alerta: o Brasil pode enfrentar uma nova onda de golpes digitais, mais sofisticados e difíceis de identificar. Segundo o relatório anual da PSafe, foram mais de 5 milhões de tentativas de fraudes digitais nos três primeiros meses de 2025. A previsão é de aumento, principalmente com o uso crescente de tecnologias de inteligência artificial e com datas de alto apelo comercial. 

O número, de fato, é alarmante, mas não surpreende quem acompanha a movimentação do cibercrime de perto. “Estamos entrando em uma nova era do golpe. A inteligência artificial deu aos criminosos um poder de convencimento que nunca existiu antes. Os ataques ficaram mais críveis, mais personalizados e, por isso, mais perigosos”, alerta Wanderson Castilho, perito em crimes digitais e CEO da Enetsec, empresa de segurança digital com atuação nos EUA e no Brasil. 

Castilho explica que a IA permitiu uma transformação nos métodos de fraude. Se antes golpes vinham com erros de português e abordagens genéricas, agora chegam por meio de deepfakes, áudios sintéticos e mensagens automatizadas hiper-realistas, capazes de simular com perfeição a voz de um parente, um colega de trabalho ou até um atendente bancário. 

“Antes, bastava prestar atenção em um erro para desconfiar. Hoje, um áudio pode imitar com precisão a voz da sua mãe pedindo ajuda urgente. A vítima não tem tempo de racionalizar. Está tudo mais emocional, mais imediato, e isso é o que os criminosos sabem explorar com maestria”, afirma.
 

Crescimento tende a se intensificar no segundo semestre

O segundo semestre, historicamente, concentra os períodos de maior atividade econômica no Brasil, como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal, o que cria um ambiente fértil para golpistas. Nesse período, aumentam tanto os golpes tradicionais, como clonagem de WhatsApp, links maliciosos e boletos falsos, quanto os mais sofisticados, impulsionados pela inteligência artificial generativa. 

“O crime entendeu o calendário e a tecnologia. Eles sabem quando as pessoas estão comprando mais, gastando mais e agora têm ferramentas para atacar com mais eficiência e em maior volume”, alerta o especialista em crimes digitais.
 

Segundo ele, há três frentes principais que devem preocupar a população e as empresas nos próximos meses:


Clonagem de voz e vídeos falsos: facilitada por IA, já usada em golpes de engenharia social;

Automação de ataques com bots inteligentes: que interagem em tempo real, simulando atendentes, familiares ou empresas;

Personalização extrema de fraudes: criminosos usam dados vazados para criar abordagens altamente convincentes, com nomes reais, hábitos e até localização da vítima.
 

O que fazer, como se proteger?

Com esse novo cenário de fraudes mais inteligentes e personalizadas, o desafio agora é conter os danos. Para isso, Castilho reforça que tanto empresas quanto cidadãos precisam agir rapidamente. 

“Não dá mais para tratar segurança digital como algo secundário. A prevenção precisa ser parte do dia a dia das pessoas e das estratégias das empresas. É necessário que empresas reforcem imediatamente seus protocolos de segurança, revisem canais de atendimento, adotem sistemas de autenticação mais robustos e invistam em campanhas de conscientização digital. 

Já para o consumidor, a orientação do especialista é: “Recebeu mensagem de cobrança? Confirme em outro canal. Um amigo pediu dinheiro? Ligue antes de transferir. Está desconfiado? Siga o instinto, e cheque a fonte. E acima de tudo, duvide do que parece bom demais para ser verdade Com o segundo semestre apenas começando, o alerta está dado e ignorá-lo pode custar caro”, conclui o Wanderson Castilho.


 

Wanderson Castilho - Perito internacional em crimes cibernéticos, Wanderson Castilho já solucionou mais de 5 mil casos ao redor do mundo, utilizando técnicas avançadas de perícia digital, análise de metadados e rastreamento de identidades anônimas. Fundador da Enetsec, com sede nos EUA e no Brasil, atua há mais de 20 anos desvendando fraudes, vazamentos e assédios virtuais com precisão técnica e foco na verdade digital. Físico de formação e autor de quatro livros, Castilho é certificado em investigação de criptomoedas pelo Blockchain Intelligence Group ferramenta usada por FBI e CIA, além de possuir certificações como Certified Ethical Hacker (CEH), Certified Computing Professional (CCP) e ser membro da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners). É também licenciado como investigador particular no Estado da Flórida. Seu trabalho contribuiu para mudanças legislativas, como a criação da Lei da Pornografia de Vingança (Lei 13.772/2018), sendo hoje uma das maiores autoridades em segurança digital da América Latina. Saiba mais em: enetsec

 

Como sustentar o crescimento na era da evolução do E-commerce?


Nos últimos anos, o comércio eletrônico deixou de ser uma alternativa complementar para se consolidar como um dos principais canais de venda no Brasil e no mundo. A pandemia de COVID-19 acelerou esse movimento de forma significativa, impulsionando consumidores a adotarem o digital como principal forma de consumo. O que antes era uma tendência, tornou-se uma necessidade e, agora, um hábito consolidado.

O e-commerce brasileiro vem registrando um crescimento anual. Segundo dados da ABComm, o setor cresceu 10,5% em 2024, registrando um faturamento de R$ 204,3 bilhões. O resultado é reflexo de um consumidor mais habituado ao digital, do avanço da logística e do surgimento de novos players no mercado.

Além disso, o crescimento não se limitou ao varejo tradicional. Nichos como alimentos, bebidas, petshops, medicamentos e até veículos passaram a ganhar protagonismo online. O mobile commerce (m-commerce), por exemplo, responde hoje por mais de 70% das transações, impulsionado por apps mais leves e intuitivos.

Atualmente, o foco do e-commerce está em proporcionar uma experiência de compra cada vez mais fluida, personalizada e integrada entre canais físicos e digitais. Termos como omnicanalidade, entrega expressa, chatbots com IA e recompra automatizada fazem parte da estratégia das empresas que desejam se manter competitivas.

Outro grande diferencial competitivo tem sido o uso inteligente dos dados. Comportamentos de navegação, históricos de compra e preferências do consumidor são constantemente analisados para campanhas personalizadas e estoques mais assertivos. Isso exige uma estrutura tecnológica cada vez mais conectada entre os sistemas front-end (loja virtual) e a retaguarda (backoffice).

As projeções para os próximos anos indicam uma evolução ainda mais tecnológica e centrada no consumidor. A expectativa, ainda segundo a ABComm, é que o e-commerce brasileiro ultrapasse a marca de R$ 250 bilhões em faturamento até 2027, impulsionado por ações, como: integração com marketplaces globais; uso intensivo de Inteligência Artificial e Realidade Aumentada; pagamentos instantâneos via pix e carteiras digitais; avanços logísticos com drone e lockers inteligentes; e a expansão do social commerce (vendas em redes sociais).

Dessa forma, empresas que não se adaptarem rapidamente às novas tecnologias e ao comportamento do consumidor correm o risco de se tornarem obsoletas. Com toda essa complexidade e escalabilidade, torna-se evidente que um sistema de retaguarda robusto não é mais opcional — é essencial. Ele é responsável por garantir que toda a operação ocorra com eficiência, previsibilidade e segurança.

Além disso, o ERP permite gerenciar estoques em tempo real em múltiplos canais, automatizar o controle de pedidos, notas fiscais, entregas e devoluções, integrar-se a CRMs, marketplaces e plataformas logísticas, bem como oferece dashboards com dados estratégicos para a tomada de decisão. Todos esses aspectos contribuem para manter a conformidade fiscal e regulatória – aspecto essencial para um crescimento sustentável.

A expansão do e-commerce é um fenômeno irreversível e em constante transformação. Se o futuro do varejo é digital, o sucesso dessa jornada está diretamente ligado à inteligência operacional por trás das telas. Investir em um sistema de retaguarda robusto, integrado e escalável é garantir que a promessa feita ao consumidor na vitrine seja cumprida com excelência na entrega.




Tânia Alves - CEE da Okser.

Okser


Juros altos colocam em xeque os planos de varejistas que dependem de bancos

 

Lojistas começam o segundo semestre mais rigorosos e com o pé no freio nos planos de expansão. Economistas preveem alta de endividamento e inadimplência dos consumidores 

 

O segundo semestre de 2025 começa mais desafiador para os empresários do varejo, principalmente por causa de um indicador, a taxa básica de juros, a Selic, agora em 15% ao ano.

Lojistas e especialistas do varejo ouvidos pelo Diário do Comércio admitem que planos para aberturas de lojas do início do ano estão sendo revistos em razão do encarecimento do crédito.

“Como projeto, tínhamos mais lojas para inaugurar em 2025. Por conta da alta da taxa de juros, algumas lojas ficaram inviáveis. Continuamos otimistas, expandindo, mas com um rigor maior”, afirma Leninha Palma, presidente do conselho de administração da rede Caedu.

Com quatro lojas de artigos para decoração em São Paulo, a Duchapéu, com intenção de avançar para o interior paulista, decidiu colocar o pé no freio nos investimentos.

“Não vamos crescer neste ano. Algumas redes estão expandindo, mas nós decidimos não correr riscos neste momento”, afirma Ozeas de Araújo, sócio-proprietário da Duchapéu.

Quando os juros estão altos, a condição para abrir loja tem de ser bem mais favorável, de acordo com Paulo Matos, diretor-geral da Tommy Hilfiger no Brasil, com quase 30 lojas próprias, 60 franquias e 2 mil multimarcas espalhadas pelo país.

“Se aceitávamos dois anos, dois anos e meio de payback, agora tem de ocorrer em prazo mais curto, um ano, um ano e meio. Sem condição mais favorável, a conversa nem continua”, diz.

Apesar de os indicadores de renda e emprego estarem positivos, o consumo, de acordo com Araújo, da Duchapéu, não está favorável. As vendas das suas lojas caíram 20% neste ano.

A preocupação com a taxa de juros foi assunto na feira da ABF (Associação Brasileira de Franchising), que aconteceu no último final de semana em São Paulo.

Lojistas e especialistas em varejo que estiveram no evento dizem que o que amenizou a preocupação foi ver o local lotado e algumas marcas em momento de expansão.

A explicação para esses dois movimentos contrários - algumas redes abrindo lojas e outras com o pé no freio - tem tudo a ver, dizem, com a necessidade ou não de recorrer a bancos.

“As empresas, as franquias, que dependem de bancos devem, naturalmente, segurar a expansão, até porque juros altos afetam o crescimento e a sobrevivência das empresas”, diz Marcos Hirai, sócio-fundador do NDEV (Núcleo de Desenvolvimento de Expansões Varejistas).

Adir Ribeiro, CEO e fundador da Praxis Business, consultoria especializada em varejo, diz que, de modo geral, o processo de expansão das marcas começou a ficar morno.

“As franqueadoras, que planejavam abrir 30, 40 lojas, contando com as receitas futuras, deverão enfrentar um período mais desafiador. Boa parte dos lojistas não está feliz. As Bets (empresas de apostas online) também estão tirando dinheiro do mercado”, afirma.

LEIA MAIS: Jae Lee, da Morana, fala de expectativas após joint venture com grupo argentino

Ao mesmo tempo, diz Hirai, é preciso considerar que o país está com uma das menores taxas de desemprego, que a renda real ainda está crescendo e que a inflação está sob controle.

“Os voos para os Estados Unidos e para a Europa estão lotados, assim como os resorts no Nordeste. Os restaurantes estão cheios e nunca se viu tantos lançamentos imobiliários”, afirma.

Se olharmos São Paulo por meio de um drone, diz Hirai, será possível ver os milhares de guindastes nas novas construções espalhadas pela cidade.

“Os shoppings mais tradicionais de São Paulo estão praticamente sem vacância, com filas de espera para entrar”, afirma.

Hirai diz que trabalha com 11 marcas e que estas estão em expansão, como Daiso, Soneda, Lindt, Adidas, grupo Halipar, Panobianco. “Devo abrir umas 40 novas lojas neste ano”, diz.


Adir, da Praxis Business, já sente da clientela (cerca de 70 empresas) menos disposição para investimentos e maior preocupação com melhoria de performance e sobrevivência.


O que vem por aí

A euforia de algumas marcas com expansão tende a perder força, de acordo com dados e expectativas de economistas que acompanham de perto o mundo do varejo e do consumo.

O endividamento das famílias paulistas está em um dos patamares mais altos da história, 71,4% em junho deste ano, ainda que o percentual seja parecido com o de 2024 (71,3%).

O número de pessoas que afirmaram não poder pagar as dívidas, que era de 8,8% em junho do ano passado, subiu para 9% em junho deste ano.

Fábio Pina, economista da Fecomercio SP, que levanta esses dados, diz que um dos problemas do varejo, além de enfrentar as altas taxas de juros, é oferecer crédito aos clientes sem cuidado, prática que já levou à quebradeira de grandes lojas no passado.

“Há no mercado um conjunto errado de incentivos nas redes. O vendedor é premiado por vendas e acaba forçando a barra para oferecer o financiamento ao consumidor. Se não tiver critério rigoroso para dar o crédito, deve virar um problema para a loja lá na frente”, diz.

Fábio Silveira, sócio-diretor da MacroSector, diz que já está ‘assustador’ o ritmo de aceleração da inadimplência no crédito pessoal, a modalidade mais importante de crédito do país.

Em maio deste ano, de acordo com dados do BC, o atraso acima de 90 dias no pagamento das dívidas chegou a 4% sobre a carteira de financiamento, percentual menor apenas que o de maio de 2016, de 4,43%, quando o país enfrentava o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

“O ambiente econômico no Brasil é hoje o mais adverso desde 2016, com a alta da inadimplência. O que vem pela frente vai depender do manejo da política monetária, se haverá ou não espaço para reduzir os juros e a oferta mais barata de crédito”, diz Silveira.

A taxa de juros básica deve ficar no patamar de 15% ao ano, de acordo com ele, até o começo do ano que vem, porque existe a leitura de pressão inflacionária até lá no país.

“Já está baixando um pouco a inflação, de 5,5% para 5,3% no acumulado em 12 meses, mas o juro real ainda deve ficar elevado até 2027”, diz Silveira.

O varejo, diz, precisa de capital de giro para tocar o negócio, formar estoques, e não é recomendável, em um ambiente como este, arriscar com a busca de crédito em bancos.

A taxa de juros de operação de crédito é de 36,2% ao ano, de acordo com dados do BC. No cheque especial, de 134,7% ao ano. Na modalidade do cartão rotativo, de 450% ao ano.

“Quem se arriscar a tomar crédito neste momento pode simplesmente não conseguir pagar. O agronegócio passou por um processo de recuperação de crédito acentuado, um problema que deve se espalhar para outros setores”, afirma.

Diante de todo esse cenário, a equipe de economistas da MacroSetor acredita que o varejo vai crescer neste ano 2,2%, a metade do que cresceu em 2024 (4,1%).

Vários setores do varejo, diz ele, deverão ter um crescimento menor de vendas. Nos supermercados, o aumento estimado é de 2,5% (cresceu 5,2% no ano passado).

Para o setor de tecido e vestuário, a expectativa é de crescimento de 2,4% (ano passado foi de 2,9%) e, para o eletroeletrônico, de 2,8% (ano passado foi de 4,1%).

O Brasil também deve crescer menos do que no ano passado. A previsão da MacroSector é de alta de 2,5% para 2025. Ano passado cresceu 3,4%.

A expectativa é que o Brasil também cresça menos do que as economias emergentes, que cresceram 3,4% neste ano e 4,2% em 2024. “Infelizmente, o Brasil vai ter um desempenho medíocre neste ano.”

As reformas estruturais, e não apenas pontuais, dizem os ouvidos pelo Diário do Comércio, são necessárias para que a economia trilhe o caminho de um crescimento sustentado capaz de abrir espaço para um efetivo corte de juros básicos.

 

Fátima Fernandes
https://www.dcomercio.com.br/publicacao/s/juros-altos-colocam-em-xeque-os-planos-de-varejistas-que-dependem-de-bancos

 

Como conviver com a Geração Z sem surtar - e ainda fazer sua empresa crescer

Perestroika lança guia para empresas superarem ruídos com a Geração Z e transformarem conflitos geracionais em vantagem competitiva. Helena Kich, COO da escola de pensamento, assina a provocação


O turnover entre jovens profissionais nunca esteve tão alto. De acordo com a LCA Consultores, em fevereiro deste ano, 40% dos trabalhadores com até 29 anos haviam trocado de emprego nos últimos 12 meses; em fevereiro de 2020 esse número era de 26%.. E os custos dessa rotatividade não são pequenos: segundo estudo da PwC, o custo médio de uma substituição pode chegar a 50% do salário anual do colaborador. Soma-se a isso o aumento no tempo de recrutamento para perfis entre 20 e 25 anos (em média 18% mais longo, segundo a Gupy) e a alta nos índices de absenteísmo e desligamentos voluntários. O diagnóstico é claro: as empresas ainda não sabem como lidar com a nova geração.
 

A Perestroika, reconhecida por reinventar modelos de aprendizagem e pensamento, propõe uma nova abordagem: e se, em vez de tentar adaptar os Zs aos velhos moldes, fosse o contrário? A escola lançou uma solução pocket sobre como líderes mais experientes podem compreender, dialogar e se conectar com esses jovens — transformando ruído em resultado.

 

A provocação vem de dentro. Quem assina a iniciativa é Helena Kich, COO da Perestroika e ela mesma uma representante da Geração Z. Atuando na gestão de equipes e projetos com múltiplas gerações, Helena entende na prática os desafios — e as soluções — para esse novo cenário. 

Segundo a executiva, “o que vejo é um ruído gigante de interpretação. De um lado, líderes que não entendem por que os jovens não querem ‘pagar o preço’ e se frustram com o que chamam de ‘falta de comprometimento’. Do outro, jovens que não aceitam mais ser medidos por presença física ou horas sentadas. A falta de escuta e empatia trava todo o potencial de inovação que essa geração carrega”, afirma Helena.

 

O que saber e fazer

O manual elaborado pela Perestroika oferece diretrizes práticas para gestores que desejam criar ambientes de trabalho mais produtivos e harmoniosos, sem abrir mão da performance. Entre os principais comportamentos esperados de líderes que desejam ter sucesso com a Geração Z, estão: 

  • Escuta ativa e empática: validar sentimentos, entender o ponto de vista do outro e abrir espaço real de diálogo.
  • Transparência radical: deixar claro o porquê das decisões, dos objetivos e das estratégias. O "faz porque eu mando" perdeu o prazo de validade.
  • Flexibilidade com responsabilidade: liberdade para cumprir metas no próprio ritmo, com foco em entregas e não em controle.
  • Mentoria, não comando: ser um guia, e não um chefe. Estimular autonomia, aprendizado e protagonismo.
  • Reconhecimento genuíno: pequenos elogios e feedbacks rápidos importam — muito.


Palavras, vibes e códigos

Entender a linguagem dessa geração é mais do que uma curiosidade — é uma ferramenta de integração. Abaixo, um mini vocabulário compilado pela equipe da Perestroika: 

  • Cringe: Vergonhoso, antiquado ou forçado
  • Foi de Arrasta: Algo ou alguém chegou ao fim, ou foi perdido
  • PPRT: Papo Reto, falar de forma direta, sem rodeios
  • Gás: Disposição, energia, esforço
  • Me serve!: Expressão de aprovação ou inspiração
  • Conta pra mim: Convite para se abrir ou compartilhar
  • Vibes: Sensações, clima, impressão
  • Dropou: Desistiu ou abandonou algo
  • Hater: Pessoa crítica e negativa
  • Cancelado: Rejeitado socialmente por atitude questionável

Helena comenta que “não se trata de adotar gírias no discurso. Mas sim de decodificar sinais e acessar a camada cultural dessa geração. Isso melhora o clima, reduz conflitos e cria um campo mais fértil para inovação”, explica.


7 linguagens tecnológicas ideais para jovens

Aprendizado de tecnologias com foco em desenvolvimento de sites, jogos e sistemas pode estimular e preparar jovens para o mercado de trabalho


Com o avanço acelerado da tecnologia e a transformação digital impulsionada pela inteligência artificial, tendência conhecida como AI-First Manufacturing ou até mesmo Indústria 5.0, dominar linguagens tecnológicas deixou de ser uma habilidade exclusiva de profissionais da área. Hoje, empresas de diversos setores buscam jovens que compreendam programação, análise de dados, automação e criação de soluções digitais. 

Pensando nas profissões do futuro, é interessante que, cada vez mais, os jovens tenham contato com novas tecnologias. De acordo com o estudo Futuro do Trabalho 2023, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, com o apoio da Fundação Dom Cabral, 23% das ocupações atuais devem se modificar até 2027. Além disso, 65% de todas as crianças que entram hoje na escola primária terão empregos que ainda não existem, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL). 

“É preciso preparar os jovens para os desafios do mercado de trabalho, aproveitando que essa é uma geração genuinamente digital. Entender os desafios da nova economia, dominando conceitos básicos até a criação de sistemas e aplicações robustas, além de habilidades essenciais como trabalho em equipe e pensamento crítico, serão fundamentais para moldar os profissionais do futuro”, destaca Henrique Nóbrega, fundador da Ctrl+Play. 

O especialista listou algumas linguagens de tecnologia que podem interessar os jovens. 

1. Python
A linguagem número 1 para quem quer aprender programação com foco em inteligência artificial, ciência de dados e automação. Possui um ecossistema robusto, com bibliotecas como TensorFlow, PyTorch e Pandas. Com ela, os alunos aprendem os fundamentos da linguagem e desenvolvem jogos com a biblioteca PyGame.
 

2. JavaScript e TypeScript
Linguagens que dominam o desenvolvimento web, tanto no front-end quanto no back-end (Node.js). Com frameworks como React e até TensorFlow.js, também permitem aplicações com IA diretamente no navegador e tem um rápido retorno para o estudante. Fundamentais para quem quer construir sites e apps modernos.
 

3. SQL (e variantes)
Saber consultar, modelar e otimizar bancos de dados relacionais é essencial, especialmente em um cenário em que dados são o novo petróleo. Usada em sistemas de e-commerce, redes sociais e plataformas corporativas.
 

4. C#
Linguagem base do Unity, amplamente usada no desenvolvimento de jogos e simulações em realidade virtual e aumentada. Também está presente em backends corporativos via .NET, sendo ótima para quem se interessa por games e aplicações industriais.
 

5. Rust
Linguagem moderna e segura, ideal para quem curte dispositivos inteligentes, IoT e sistemas embarcados. Muito usada em projetos que exigem alta performance e segurança, como carros autônomos e drones. Excelente para aplicações de edge AI (IA rodando direto nos dispositivos).
 

6. Go
Criada pelo Google, é usada para desenvolver sistemas em nuvem, microserviços e aplicações escaláveis com muitos usuários. É rápida, simples e ideal para quem quer trabalhar com infraestrutura, dados e IA na nuvem.
 

7. Extra: Swift (iOS/visionOS) e Kotlin (Android)

As duas linguagens entram como bônus se o objetivo for aplicativos móveis que consumam modelos de IA no device. 

Com esse mix, o jovem pode explorar áreas diversas como:

IA e dados - Python, SQL

Web full-stack - JavaScript/TypeScript

Games e sistemas empresariais - C#

Soluções embarcadas e nuvem escalável - Rust, Go

Começar por Python + JavaScript já oferece retorno rápido no aprendizado e resultados visíveis. As demais linguagens podem ser introduzidas conforme o interesse do aluno em nichos específicos.


Ctrl+Play


Temporada de pinguins-de-Magalhães começa no Litoral Norte de SP

Primeiros registros foram feitos pelas equipes de campo do PMP-BS durante o monitoramento diário

 

O mês de julho marca o início da temporada de ocorrência de pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) no litoral norte de São Paulo. A espécie, originária da Patagônia, costuma aparecer na região entre os meses de junho e setembro, em sua rota migratória anual em busca de alimento e águas mais quentes. Este ano, os primeiros registros foram realizados nestes últimos dias pelas equipes de campo do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), executado pelo Instituto Argonauta na região.

Nos últimos três dias, foram contabilizados 47 pinguins juvenis encalhados nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela. Desses, quatro estavam vivos e foram encaminhados para atendimento veterinário e reabilitação na Unidade de Estabilização de São Sebastião e no Centro de Reabilitação e Despetrolização de Ubatuba (CRD). Os 43 animais encontrados mortos foram recolhidos e enviados para avaliação com o objetivo de investigar a causa do óbito.

Segundo o oceanógrafo Hugo Gallo Neto, presidente do Instituto Argonauta e diretor do Aquário de Ubatuba, a ocorrência de pinguins no litoral sudeste é um fenômeno natural, porém requer atenção especializada. “A temporada de pinguins é um momento importante para reforçarmos o cuidado com a fauna marinha. Quando um animal aparece na praia, é fundamental que ele não seja manipulado pela população. Acione as equipes técnicas que saberão como proceder. O Instituto Argonauta, por meio do PMP-BS, está atento e preparado para dar o suporte necessário.”

De acordo com Carla Beatriz Barbosa, coordenadora do PMP-BS no trecho 10 pelo Instituto Argonauta, o monitoramento contínuo da zona costeira é essencial para garantir uma resposta rápida e eficiente aos encalhes. “A presença de juvenis debilitados é esperada neste período de migração, e o trabalho das equipes em campo permite identificar rapidamente os casos e direcionar o atendimento adequado. Além disso, o apoio da população ao acionar os canais corretos é crucial para o sucesso das ações de manejo.”


O PMP-BS realiza o monitoramento diário da costa do Litoral paulista, com foco na documentação e atendimento de animais marinhos vivos ou mortos, como aves, tartarugas e mamíferos.

As orientações ao público ao avistar um pinguim ou qualquer outro animal marinho encalhado são: acione imediatamente as equipes técnicas responsáveis pelo atendimento; não tente manipulá-lo ou devolvê-lo ao mar; mantenha distância e evite aglomerações. É importante reforçar que não se deve retirar o animal da água, colocá-lo em recipientes com gelo ou tentar oferecer alimentos. Tais ações podem causar ainda mais estresse ou agravar o estado de saúde do animal. Os procedimentos necessários serão realizados pelas equipes especializadas, que possuem treinamento e estrutura para realizar o manejo adequado.



Serviço


Ao ver um animal marinho debilitado, ligue 0800-642-3341.


Os pinguins-de-Magalhães

O pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como Least Concern (LC) - pouco preocupante, apesar da taxa populacional estar diminuindo. Entre os principais fatores de risco estão a poluição marinha, a sobrepesca e os efeitos das mudanças climáticas sobre suas rotas migratórias e áreas de alimentação. Em parceria com o Instituto Argonauta, o Aquário de Ubatuba recebe e mantém sob cuidados permanentes os indivíduos que, após o processo de reabilitação, não apresentam condições de serem reintroduzidos ao ambiente natural. Além de garantir bem-estar a esses animais, a iniciativa contribui para a conscientização do público sobre os desafios da conservação marinha.

O Aquário de Ubatuba desenvolve importantes ações de educação ambiental voltadas ao público. Uma das principais atividades é a alimentação interativa dos pinguins, que oferece às crianças a oportunidade de observar de perto esses animais, além de participar de palestra educativa sobre o modo de vida dos pinguins-de-Magalhães, as ameaças que enfrentam e os esforços para sua conservação. O Aquário também contribuiu com o filme “Meu Amigo Pinguim”, em parceria com o Projeto Argonauta, cedendo seus pinguins para atuarem nas filmagens. A produção conta a história real de

um pescador que desenvolveu uma amizade com um pinguim, apelidado de Dindin, que foi resgatado no litoral brasileiro pelo Instituto Argonauta.

Sobre o Instituto Argonauta

O Instituto Argonauta (@institutoargonauta) foi criado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba (@aquariodeubatubaoficial) e, em 2024, foi reconhecido como entidade de Utilidade Pública Municipal. Com a missão de promover a conservação do meio ambiente, com foco nos ecossistemas costeiros e marinhos, o Instituto atua no desenvolvimento e apoio a projetos de pesquisa, resgate e reabilitação de fauna marinha, educação ambiental e gestão de resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras iniciativas. Essas ações reforçam o compromisso do Instituto em preservar a biodiversidade e sensibilizar a sociedade para a importância da proteção dos oceanos.


 Sobre o PMP-BS

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama. O projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos dessas atividades sobre aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias, atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais encontrados mortos. O PMP-BS é realizado desde Laguna/SC até Saquarema/RJ, sendo dividido em 15 trechos. O Instituto Argonauta é responsável pelo Trecho 10, que compreende o litoral entre São Sebastião e Ubatuba (SP).

Golpes digitais e responsabilidade dos bancos: como se proteger na era do PIX

Especialista em Direito explica quando há responsabilidade das instituições financeiras e orienta cuidados para evitar fraudes online 

 

Com a digitalização acelerada das relações sociais, profissionais e comerciais, o uso de tecnologias como aplicativos bancários e transferências via PIX se tornou parte da rotina de milhões de brasileiros. Porém, esse avanço também abriu espaço para a atuação de golpistas e criminosos que usam meios digitais para aplicar fraudes cada vez mais sofisticadas.  

Entre os crimes mais comuns estão os falsos QR Codes, contatos por WhatsApp se passando por amigos ou instituições financeiras, ligações fraudulentas e perfis falsos que solicitam transferências urgentes. O resultado, muitas vezes, são perdas financeiras significativas — e, na maioria dos casos, irreversíveis.  

De acordo com Marcos Toledo, professor de Direito da Una Catalão, o primeiro passo é a prevenção. “A melhor defesa é a atenção. Não compartilhe senhas ou códigos de verificação, sempre confirme quem está do outro lado e observe detalhes como o nome completo do destinatário antes de fazer uma transferência. O golpe, geralmente, acontece quando a pessoa se sente pressionada ou emocionalmente envolvida”, alerta.  

Mas se o golpe acontecer, o que fazer? Agir com rapidez é fundamental para tentar minimizar os prejuízos. O primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, que pode ser feito presencialmente ou pela internet. Guardar todos os registros, como comprovantes de transferência, conversas e prints de tela, é essencial para fundamentar a denúncia e eventuais medidas judiciais. Em seguida, entre em contato com a instituição financeira imediatamente para informar o ocorrido e solicitar o bloqueio da transação, se possível. Mesmo que o banco não seja diretamente responsável em todos os casos, esse contato pode auxiliar na tentativa de recuperação do valor.  

Toledo explica que, em alguns casos, os bancos podem ser responsabilizados. “O Código de Defesa do Consumidor estabelece a responsabilidade objetiva das instituições financeiras quando há falhas na prestação do serviço, como brechas de segurança que permitem a invasão da conta e movimentações indevidas por terceiros. Nesses casos, cabe à instituição responder pelos danos causados”, afirma.  

Entretanto, quando a transação é feita de forma espontânea pelo consumidor — mesmo que ele tenha sido enganado por um falso contato — o banco não pode ser responsabilizado. “Se não houver falha no sistema ou interferência direta da instituição, a responsabilidade recai sobre quem realizou a transferência”, explica o professor.  

A crescente onda de fraudes tem alimentado debates jurídicos sobre a criação de regras mais rígidas e mecanismos de proteção mais eficazes para os consumidores. Enquanto isso, Toledo recomenda o uso consciente da tecnologia: “Pesquisar antes de tomar decisões financeiras, acompanhar notícias sobre novos golpes e buscar informações confiáveis são atitudes essenciais. A internet, usada com cautela, também pode ser uma aliada na prevenção.”  

Para além do direito à reparação, o conhecimento é a principal ferramenta para evitar prejuízos. Em tempos de instantaneidade e conectividade, segurança digital é uma forma de cidadania. 

 


Centro Universitário Una

Vai viajar? Veja 5 riscos digitais comuns para ficar atento durante as férias de julho

Alguns golpes aumentam durante o recesso escolar e podem transformar o período de descanso em dor de cabeça. Entenda os principais riscos e veja como evitá-los 

 

O mês de julho é sinônimo de descanso, malas prontas e novos destinos para explorar. Mas, para os cibercriminosos, o período também representa uma janela de oportunidades para obter vantagens financeiras. Viajantes mais relaxados e conectados são alvos fáceis para golpes digitais que podem começar já no planejamento da viagem e se estender até o retorno para casa. Confira as dicas da Kaspersky para aproveitar seu descanso com segurança. 

O turismo está em alta no Brasil e registrou um crescimento de 5,4% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. Atentos a essa oportunidade, os cibercriminosos se movimentam para aplicarem golpes utilizando viagens como iscas para enganar eventuais vítimas. 

Site falsos, roubo de milhas e ofertas que não existem são as principais armadilhas. De acordo com o panorama de ameaças da Kaspersky na América Latina, o Brasil é o pais mais visado tanto em ataques no celular (1,8 milhões de bloqueios em 2024), quanto em malware (1379 tentativas por minuto) e também nos golpes de mensagens falsas (que teve crescimento de 267% no Brasil no ano passado). 

Para evitar que o período de férias se transforme em dor de cabeça, é importante conhecer os 5 principais riscos digitais durante viagens e saber como se proteger. Confira abaixo:
 

1. Sites falsos de passagens e hospedagens

Criminosos criam páginas falsas que imitam sites de companhias aéreas e plataformas de reserva para fazer com que pessoas insiram informações pessoais em sites falsos. Para isso, utilizam promoções irresistíveis como iscas para enganar os turistas. Para evitar cair neste tipo de fraude, fique atento às URLs suspeitas, erros de digitação e ofertas muito abaixo do comum. Além disso, use uma proteção no computador e no celular para te ajudar a bloquear links falsos, como o Kaspersky Premium.
 

2. Clonagem de páginas benefícios e programas de milhas

A Kaspersky já identificou inúmeras campanhas de golpes com milhas e programas de fidelidade. Em um dos exemplos, a vítima precisa informar seu CPF e senha para acessar o site falso, momento em que as credenciais são roubadas. Após terem acesso à conta, os fraudadores transferem os pontos de benefício/milhagens e fazem a monetização do golpe ao vendê-los. 

Caso a vítima não perceba o sequestro da conta e continue transferindo os pontos de benefício para o programa, o fraudador continuará roubando os benefícios por tempo indeterminado. Portanto, é importante sempre conferir se está realmente colocando as informações em um site legítimo e desconfiar de ofertas tentadoras.
 

3. Wi-Fi público: uma armadilha invisível

Vai tomar aquele cafezinho e pediu o Wi-Fi para acessar as redes sociais? Tome muito cuidado com as redes abertas em aeroportos, hotéis e restaurantes, visto que muitas dessas redes não possuem nenhum tipo de proteção e estão vulneráveis aos cibercriminosos. Informações como senhas, dados bancários e até fotos podem ser interceptadas por terceiros. Ao utilizar internet em locais públicos, a Kaspersky indica a utilização de uma conexão VPN para proteger o tráfego de dados.
 

4. Ingressos para eventos que não existem

É comum que, durante a viagem, as pessoas queiram comprar ingressos para shows, museus, jogos esportivos e outras atrações locais. Cuidado! Há inúmeras páginas falsas que vendem pretensas entradas para shows, festivais ou atrações turísticas fictícias, mas que possuem objetivo de enganar os desavisados. Sempre verifique se o site é oficial e, se possível, utilize meios de pagamento com proteção contra fraudes.
 

5. Cobranças adicionais no roaming internacional

Sem um plano de dados adequado, usar a internet móvel fora do país pode resultar em contas inesperadas. Isso leva muitos usuários a recorrer ao Wi-Fi público — o que aumenta os riscos. Uma alternativa mais segura é o uso de eSIMs locais adquiridos de fontes confiáveis.
 

Como viajar conectado com mais segurança?

“As férias são sinônimo de relaxar e os golpistas se aproveitam exatamente desse momento de descontração para aplicar fraudes digitais, que estão cada vez mais parecidos com os sites e mensagens reais. Por isso, manter práticas básicas de cibersegurança — como usar VPNs em redes públicas, desconfiar de ofertas muito vantajosas e manter os dispositivos atualizados — é tão importante quanto preparar a mala. Sua segurança digital também merece férias tranquilas ", afirma Leonardo Castro, diretor de e-commerce da Kaspersky na América Latina.
 

Confira abaixo mais dicas da Kaspersky:

  • Use conexões VPN confiáveis para criptografar seus dados em redes públicas, como a Kaspersky VPN, para ter uma navegação privada, com IP oculto, evitando o vazamento de seus dados pessoais aos criminosos.
     
  • Opte por eSIMs ou chips locais adquiridos em plataformas seguras, para evitar o uso de redes abertas e tornar sua viagem mais tranquila. Uma opção é Kaspersky eSIM Store, que oferece diversos planos com acesso instantâneo à Internet no celular em mais de 150 países e regiões em todo o mundo.
     
  • Cuidado com as ofertas muito atraentes! Procure cuidadosamente a barra de endereços antes de inserir qualquer informação sensível, como seus dados de login e senha. Se algo estiver errado com a URL (como a grafia incorreta ou o uso de símbolos especiais em vez de letras) não insira dados no site. Em caso de dúvida, verifique o certificado do site clicando no ícone de bloqueio, à esquerda da URL.
  • Caso você tenha uma conta em sites de viagens provavelmente fará sua reserva por meio desses. De qualquer forma, tenha cuidado para não perder o acesso da sua conta. Utilize uma senha complexa (Kaspersky Password Manager pode ajudá-lo) e habilite a autenticação de dois fatores, se disponível.
    Apenas agende sua estadia e passagens através de sites com provedores confiáveis. Se necessário, digite o endereço de seu site manualmente na barra de endereços.
     
  • Não clique em links que venham de fontes desconhecidas (seja por e-mails, aplicativos de mensagens ou redes sociais).
     
  • Use uma boa solução de segurança que pode protegê-lo de e-mails de spam e ataques de phishing, como as soluções da Kaspersky.
     

 Kaspersky
Mais informações no site


Posts mais acessados