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quinta-feira, 3 de julho de 2025

Ansiedade climática influencia decisões financeiras e exige novas estratégias de políticas públicas, aponta professor da FECAP

A crise climática não afeta apenas o meio ambiente, mas também o bem-estar emocional e as decisões cotidianas das pessoas. É o que alerta o professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Ahmed El Khatib, ao analisar o fenômeno conhecido como “ansiedade climática”, um estado psicológico gerado pela percepção das ameaças relacionadas às mudanças ambientais globais. 

Segundo El Khatib, há um crescente reconhecimento científico e social de que eventos como desastres naturais, escassez de recursos e perda de biodiversidade têm impactos profundos na saúde mental da população. “O sofrimento psicológico pode ocorrer mesmo sem exposição direta aos eventos, apenas ao se ter contato com informações sobre as mudanças climáticas ou observar como outras pessoas são afetadas”, explica o professor, com base nos dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). 

Esse tipo de ansiedade – também chamada de ecoansiedade quando abrange preocupações ecológicas mais amplas – já é considerado um fenômeno global. Pesquisas apontam que ela está relacionada a quadros como estresse, depressão e até transtornos de ansiedade generalizada. “Para alguns, essa preocupação pode ser mobilizadora, levando à adoção de hábitos sustentáveis. Para outros, pode ser paralisante, minando a capacidade de agir”, avalia El Khatib. 

O professor explica que o impacto emocional causado pelas mudanças climáticas pode afetar até mesmo decisões financeiras, especialmente em contextos de escolha entre alternativas sustentáveis e convencionais. Segundo ele, fatores como retorno financeiro, risco e prazo ainda predominam sobre preocupações ambientais na hora de investir. 

Apesar disso, estudos indicam que valores pessoais como altruísmo – a preocupação com o bem-estar de outras pessoas e das gerações futuras – também têm peso importante nas decisões pró-ambientais. “Indivíduos mais altruístas tendem a ver o comportamento ambiental como uma questão moral, estando dispostos a arcar com custos pessoais para preservar o planeta”, ressalta o docente. 

Para entender melhor esses comportamentos, Ahmed El Khatib defende o uso de métodos como os Discrete Choice Experiments (DCEs), que simulam situações reais de decisão ao avaliar atributos como preço, funcionalidade e impacto ambiental. “Essas ferramentas ajudam a compreender como as pessoas ponderam escolhas sustentáveis na prática, e não apenas na teoria ou na intenção declarada”, afirma. 

A combinação entre emoções, valores e racionalidade econômica torna o cenário ainda mais desafiador. O professor argumenta que políticas públicas eficazes precisam levar em conta essa complexidade, oferecendo incentivos concretos que tornem as escolhas sustentáveis mais acessíveis. “Subsidiar transportes verdes ou reduzir tributos sobre investimentos sustentáveis são caminhos possíveis para alinhar a preocupação ambiental com a realidade financeira dos cidadãos”, conclui o docente da FECAP.
 

Ahmed Sameer El Khatib - Doutor em Finanças e Doutor em Educação, Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais, graduado em Ciências Contábeis, Pós-doutor em Contabilidade e Pós-doutor em Administração.  É graduando e doutorando em Psicologia Clínica. É professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e professor adjunto de finanças da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).



Férias de Julho: 6 dicas e cuidados na hora de alugar um imóvel durante o período

 CEO da D4Sign divide recomendações para garantir contratos seguros e tranquilos

 

Com a proximidade das férias escolares, os planejamentos para viagens começam e a busca por aluguéis aumenta. Contudo, além da escolha do destino e da hospedagem, é essencial atentar-se aos detalhes nos contratos de locação. Entender os termos é importante para evitar cobranças inesperadas, problemas com o proprietário e outras surpresas. 

Para ajudar nesse processo, Rafael Figueiredo, especialista em contratos digitais e CEO da D4Sign by Zucchetti, plataforma de assinatura eletrônica e digital, compartilha algumas dicas essenciais para as famílias aproveitarem o período de uma maneira tranquila.

 

1. Analise as condições de pagamento e encargos extras

Ao buscar um aluguel, além do valor da estadia, verifique se o contrato detalha taxas extras, como limpeza, serviços de hotelaria (camareira, chef) e consumo de energia/Wi-fi. “Certifique-se de que todos os custos extras sejam claros no contrato, evitando cobranças não previstas”, alerta Rafael. A clareza nas cobranças cria confiança entre ambas as partes.

 

2. Atenção ao prazo do contrato e políticas de cancelamento

O contrato deve especificar o período de duração e as políticas de cancelamento. “Evite surpresas atentando-se se o contrato – ou a plataforma de locação – deixa clara a política de cancelamento ou reembolso, caso haja algum imprevisto e precise acioná-la”, recomenda o CEO da D4Sign. Além disso, certifique-se de que as datas de entrada e saída estejam definidas, evitando possíveis problemas. Uma dica é, se possível, confirmar a estadia com o locatário previamente por meio de mensagem ou e-mail.

 

3. Certifique-se das responsabilidades de manutenção e reparos

Quando se trata desse tipo de aluguel é comum que os imóveis já estejam mobiliados e com utensílios à disposição. Por isso, é importante estar claro no contrato quem será responsável por possíveis reparos em caso de danos e como eles se darão. “O contrato deve ser claro sobre quem arca com a manutenção do imóvel durante a locação, além de possíveis multas por mau uso ou acidentes. Por exemplo: se um copo quebrar, o locatário vai cobrar o valor ao fim da estadia ou eu posso comprar um modelo similar e substituir?”, explica Rafael.

 

4. Respeite as condições impostas pelo locatário

É comum que as descrições informem o limite de pessoas, se aceita animais ou se há regras de silêncio. Segundo o especialista, é essencial respeitar essas imposições contratuais. "É um direito do proprietário definir essas regras e, se o locatário as violar, o contrato pode ser desfeito, gerando prejuízos ao locatário", explica.

 

5. Vistoria do imóvel e condições de entrega

O contrato deve especificar a condição do imóvel na entrega e como ele deve ser devolvido. Antes de assinar, faça uma vistoria completa no imóvel, especialmente em aluguéis de temporada. Se possível, tire fotos para registrar as condições no check-in e check-out, ou peça ao proprietário. “Documente tudo: móveis, equipamentos e a estrutura, para evitar problemas na saída”, aconselha Rafael.

 

6. Tecnologia como aliada na revisão de contratos

A tecnologia pode ser um grande colaborador ao revisar contratos, principalmente os mais extensos. Para facilitar o entendimento de cláusulas e garantir que todos os termos sejam transparentes, a D4Sign oferece ferramentas, como a D4Sign.AI, uma função que utiliza inteligência artificial para resumir as cláusulas e destacar pontos importantes. 

“Essa tecnologia permite que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento, entenda rapidamente os termos do contrato, além de auxiliar na hora de tirar possíveis dúvidas de leitura, por conta da linguagem jurídica, de forma rápida por meio de um chatbot. Importante destacar que essas funcionalidades não excluem a necessidade de avaliação de profissional especializado, como um advogado”, explica Rafael Figueiredo.

 

D4Sign by Zucchetti


Mês de julho é oportunidade para contratação temporária; confira as vagas de emprego disponíveis nos PATs de SP


Da logística ao comércio, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico conecta empresas e candidatos

 

Conhecido como um mês de férias, julho também tem oportunidades para quem busca por trabalho temporário. Nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) em todo o estado de São Paulo, são mais de 3,3 mil vagas temporárias disponíveis. As oportunidades são intermediadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e abrangem setores como comércio, logística e indústria. 

As funções mais requisitadas pelas empresas participantes são: auxiliar de logística (2.430 vagas), alimentador de linha de produção (285) e caldeireiro (208). As vagas temporárias são uma oportunidade para aprimorar habilidades essenciais do mercado de trabalho, como aconteceu com o universitário Matheus Cortez, jovem de 28 anos de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, que atuou como agente de pesquisa este ano através de uma vaga intermediada pelo PAT. 

“A experiência foi ótima”, afirma Matheus, que atuou na função durante um mês. Estudante de educação física, ele ressalta que ter esta vivência, mesmo que em uma área diferente, agregou ao seu currículo. “Estar nas ruas entrevistando as pessoas para pesquisa me fez abrir a mente sobre como as pessoas pensam, melhorando minhas características profissionais”, explica o estudante. 

Presentes em mais de 200 municípios, as unidades conectam empresas a profissionais em busca de emprego temporário ou recolocação no mercado. Ele conseguiu a vaga diretamente na unidade do município e elogia o serviço. “O atendimento no PAT foi excelente, com profissionais sempre à disposição para nos atender”, destaca. 

No ano passado, os PATs intermediaram mais de 13 mil vagas temporárias, movimentando a economia e impactando vidas. Além do encaminhamento para vagas, as unidades oferecem serviços gratuitos como emissão de carteira de trabalho digital, seguro-desemprego e orientação profissional.

 

Como se candidatar

Para se candidatar a uma das 3,3 mil vagas temporárias, os interessados devem comparecer com RG, CPF e Carteira de Trabalho (física ou digital) na unidade mais próxima do PAT.  Os endereços podem ser consultados em https://www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/pats/.  

 

Outros serviços

Para além das vagas de empregos e da atualização de cadastro de emprego, as unidades dos PAT oferecem outros serviços para a população, como: 

·         Habilitação ao Seguro-Desemprego;

·         Orientação sobre a Carteira de Trabalho Digital;

·         Orientação sobre os cursos de qualificação profissional gratuita do Qualifica SP, programa da SDE. 

Os serviços do programa também incluem os atendimentos para empresas e/ou empregadores que estão em busca de novos funcionários, com serviços disponibilizados sem custo, como a intermediação do processo seletivo dos candidatos.

 

Secretaria de Desenvolvimento Econômico - SDE

 

Bandeira vermelha: 5 dicas para economizar no consumo de energia

Mesmo nos dias mais gelados e com a ausência de sol,
um apartamento com boa iluminação natural, com este onde
arquiteto Bruno Moraes mora com sua esposa Dani,
evita que as luzes sejam acesas durante dia
 
Projeto BMA Studio 
 Foto: Guilherme Pucci


As secas que acontecem no inverno sempre é acompanhada por uma má notícia: o aumento das tarifas de energia. Ontem (1 de julho), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que manterá a bandeira tarifária vermelha para as contas do mês de julho.

 

Justamente em um período que há uma elevação do consumo para abrandar o frio, isso quer dizer que as contas terão um adicional de R$ 4,46 a cada 100 kW/h (quilowatt-hora) consumidos. Mas o que é possível fazer para diminuir esses impactos na vida doméstica? O arquiteto Bruno Moraes, à frente do escritório BMA Studio, enumerou algumas dicas a serem implementadas prontamente e outras que podem ser consideradas por meio das instalações e dos eletrodomésticos. Acompanhe:

 

Banho: quem não gosta de uma água bem quentinha?

 

 

O aquecedor a gás simplifica o ajuste da temperatura da água
que chega até o chuveiro. Quando bem regulado, o morador
nem precisa acionar o misturador de água fria para alcançar
 o nível de aquecimento desejado
 
Projetos BMA Studio – arquiteto Bruno Moraes
 Fotos: Guilherme Pucci

 

Além do uso consciente dos recursos hídricos e elétricos, o profissional orienta sobre o uso do aquecedor a gás. Tendo em vista que o sistema oferece dois registros para ‘misturar’ a temperatura da água, ele sugere que o aquecedor já esteja programado na temperatura que o usuário mais gosta. “Quando o indicador está mais alto, isso indica que o equipamento está esquentando água à toa e pagando mais energia”, analisa. Por isso, a recomendação é regular no gradiente que melhor agradar e não abrir o registro de água fria.

 

Para as residências como chuveiro elétrico, ele chama atenção para o risco de curto-circuito quando aberto com um volume muito baixo de água. Com o superaquecimento, é comum ocorrer a queima da resistência, que por sua vez impacta na diminuição da vida útil do equipamento.“Por mais que seja prazeroso estar embaixo de uma água quentinha, o mais indicado é condicionar-se a banhos mais curtos”, aconselha.

 

Iluminação

O uso das fitas de LED é um meio interessante tanto para 
uma iluminação mais acolhedora, como para não pesar no
consumo mensal de energia 
 
Projetos BMA Studio – arquiteto Bruno Moraes
Fotos: Guilherme Pucci


Pensando na iluminação geral da casa, o arquiteto orienta que seja feito sempre o uso de lâmpadas de LED, que já se popularizaram no mercado justamente por terem maior vida útil enquanto consomem muito menos energia. “Para aqueles que acham a luz branca do led é sem graça e querem dar um charme a mais na decoração, sempre gosto de sugerir que apostem no uso pontual de lâmpadas de filamento ou luminárias. A luz mais usada da casa deve ser sempre a mais econômica”, explica.

 

Considerando que grande parte dos equipamentos eletrônicos possuem o modo stand by,
 aparelhos de TV, consoles de videogame e micro-ondas, entre outros, 
podem representar
até 20% do consumo gasto mensal com energia elétrica
. Portanto, deixá-los desplugados
é uma excelente medida. Nessa sala de estar projetada pelo 
arquiteto Bruno Moraes,
 basta abrir as portas do rack e tirar a televisão da tomada
Projeto BMA Studio – arquiteto Bruno Moraes
 Fotos: Guilherme Pucci

Outro conselho prático é pensar em um circuito de iluminação entre os cômodos da residência. De acordo com o arquiteto, dividir o ambiente em mais de um caminho possibilita acender apenas alguns spots de luz, ao invés de acionar tudo de uma única vez. Além de construir um clima mais aconchegante e criar diferentes cenários para o lar, evita-se que muitas lâmpadas estejam ligadas simultaneamente. “Luminárias com sensor de presença também são boas alternativas para evitar desperdício de energia”, compartilha Bruno. 

A indagação que muitos dos nascidos nas gerações X e Millennials já ouviram dos seus pais: ‘você acha que sou sócio da Light?’, pode ser uma boa lembrança para não manter todas as luzes acesas: basta ativar somente a do local com presença de pessoas.

 

Equipamentos na tomada, mesmo sem uso, consomem sim energia!

 

De acordo com Bruno, ao contrário do que muitos pensam, deixar equipamentos, como o carregador do celular conectado à tomada, impacta sim no acréscimo da conta. Embora aparentemente consuma um volume mínimo – em torno de 0,26 Watt –, na somatória de uma casa com mais de um morador, o hábito impacta em um salto na cobrança mensal. “Trata-se do famoso consumo fantasma”, diz

 

No caso de eletrodomésticos que não podem ser retirados da tomada, como a geladeira, reduzir o gradiente de temperatura não interfere na conservação dos alimentos e coopera na economia.

 

Compra de eletrodomésticos 

Orientação pouco analisada no momento da compra, o profissional recomenda verificar, além do preço, se o equipamento conta com o Selo Procel que indica atesta a eficiência e o consumo em kWh mensal

 


BMA Studio


Bruno Moraes - arquiteto no mercado de arquitetura e interiores, com sólida experiência em projetos e execução de obras. Formado pela Faculdade Belas Artes de São Paulo (FEBASP) e pós-graduado em Gerenciamento de Empreendimentos na Construção Civil pela FAU Mackenzie, Bruno iniciou sua carreira em grandes escritórios, como o do renomado arquiteto Siegbert Zanettini. 
Em 2017, fundou o escritório Bruno Moraes Arquitetura, com foco em projetos residenciais, reformas de apartamentos e espaços comerciais.


Serviço:

(11) 2062-6423
Instagram: @bmastudio
Site: https://brunomoraesarquitetura.com.br/
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/bmastudio-brunomoraes/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCLxdsdYkhO20PjnpOOm0aYQ


O negócio é no Telegram: como grupos fechados viraram a nova máquina de fazer dinheiro na internet

DIVULGAÇÃO
Como grupos exclusivos viraram a nova engrenagem de lucro na internet e colocaram o app no centro da economia dos criadores de conteúdo pago


 

Nos bastidores da creator economy brasileira, um novo modelo de negócios vem ganhando escala — e não acontece nem no Instagram, nem no TikTok. Criadores de conteúdo adulto estão migrando para grupos fechados no Telegram, onde conseguem transformar suas comunidades em verdadeiras fontes de receita recorrente. Com baixo custo operacional e liberdade total de conteúdo, muitos já ultrapassam R$150 mil de faturamento por mês, em canais gerenciados por bots e acessados exclusivamente por assinantes.

 

A engrenagem dessa nova economia gira com a ajuda da VibX, startup brasileira que oferece soluções de automação e monetização dentro do Telegram. De forma quase invisível, a empresa atua como facilitadora de toda a operação: permite pagamentos via Pix e cartão, automatiza a entrada dos assinantes nos grupos, envia conteúdos programados, controla tentativas de vazamento e oferece uma vitrine para criadores em busca de audiência. Tudo isso com uma taxa por transação inferior à de plataformas como OnlyFans ou Privacy — e sem interferir na gestão do conteúdo.

 

“Diferente de uma rede social, o Telegram dá ao criador o controle total sobre sua operação. Ele define o preço, o formato e a frequência de entrega. Com automação, tudo pode rodar com equipe mínima”, explica Fernando Werneck, CEO da VibX.

 

Com cerca de 60 mil novos usuários mensais acessando o marketplace da plataforma, a VibX se tornou referência para quem deseja transformar conteúdo em negócio. A influenciadora Martina Oliveira, conhecida como “Beiçola da Privacy”, é um dos principais cases da empresa. Em menos de um ano operando com Telegram e automação da VibX, ela já superou R$300 mil em vendas de conteúdos exclusivos.

 

A operação segue um modelo simples, mas eficaz: o público é captado em redes como Instagram e TikTok, e direcionado para o grupo pago via link. O pagamento é feito em poucos cliques, e a entrada no canal acontece automaticamente. A entrega do conteúdo é feita por bots — com frequência, cronograma e até mensagens personalizadas. A experiência é tão direta que muitos assinantes relatam a sensação de um relacionamento “real”, alimentando o que especialistas chamam de economia do afeto digital.

 

Além da assinatura mensal, criadores oferecem vídeos avulsos, áudios com nome do assinante, “mimos digitais” e pacotes personalizados. Isso eleva o tíquete médio e fideliza a base. Segundo a VibX, datas como o Dia dos Namorados costumam multiplicar a receita, impulsionadas pela busca por interação personalizada.

 

Enquanto isso, o Instagram tenta correr atrás. Desde 2023, a plataforma da Meta passou a liberar recursos de assinatura para criadores com mais de 10 mil seguidores. A adesão existe, mas com limitações: o conteúdo precisa seguir as diretrizes da comunidade — o que praticamente exclui produções adultas — e o sistema de pagamento embutido retém taxas elevadas, chegando a 30% em dispositivos iOS.

 

No Telegram, o criador recebe quase tudo diretamente. A plataforma não interfere na cobrança e, com ferramentas como a VibX, o fluxo de pagamento e entrega acontece de forma segura, flexível e com retorno líquido maior. A ausência de algoritmos também favorece a fidelização: quem entra no canal pago não depende de viralizações ou do humor do feed para consumir.

 

Mais do que uma alternativa, o Telegram se consolida como uma plataforma central para quem vive de conteúdo exclusivo. E o Brasil, onde o app já é amplamente adotado, se torna um campo fértil para essa nova engrenagem de monetização direta.

 

Com liberdade, previsibilidade de receita e controle sobre a base de assinantes, os grupos pagos do Telegram são, hoje, o equivalente digital a um negócio próprio. E com startups como a VibX potencializando esse ecossistema, o modelo deve se expandir para além do nicho adulto — alcançando criadores de fitness, educação, mentoria e lifestyle.



5G já chega a mais de 1.500 cidades brasileiras e alcança 70% da população

Divulgação

  Expansão da tecnologia é impulsionada por leis atualizadas, crédito do FUST e parceria entre Ministério das Comunicações e Anatel


O Brasil já conta com 1.507 municípios cobertos pela rede 5G e, segundo dados da Conexis Brasil Digital, sete em cada dez brasileiros já têm acesso à nova geração de conectividade móvel. O avanço é fruto de um esforço conjunto entre o Ministério das Comunicações (MCom) e a Anatel, que vêm atuando para ampliar a presença do 5G em todo o território nacional. 

“A expansão do 5G representa mais que avanço tecnológico, é inclusão, desenvolvimento e oportunidade. Nosso compromisso é garantir que essa transformação chegue a todos os brasileiros”, afirma o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. 

Um dos marcos dessa expansão foi alcançado em maio deste ano, quando o país ultrapassou a marca de mil cidades com leis de antenas atualizadas, passo essencial para viabilizar a instalação das redes. A modernização da legislação municipal é estratégica para permitir a operação de tecnologias avançadas, que exigem infraestrutura mais densa e ágil. 

Além disso, o Ministério das Comunicações tem apoiado financeiramente a implementação do 5G por meio de linhas de crédito do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST). Até o momento, já foram contratadas mais de R$ 2,5 bilhões em operações com recursos do fundo, sendo R$ 2 bilhões viabilizados em parceria com o BNDES. 

Com investimentos, parcerias e atualização regulatória, o MCom reafirma sua missão de modernizar o Brasil, ampliar o acesso à conectividade e reduzir desigualdades digitais, fortalecendo o país para os desafios da economia digital e da sociedade conectada. 


Sobre o 5G  

Neste mês de julho, o 5G completa 3 anos de implantação no país e a tecnologia não se destaca apenas por ser mais uma atualização, ela é uma revolução que promete transformar a maneira como os brasileiros vivem e se conectam. Brasília foi a primeira capital do País a ter faixa de 3,5 GHz liberada para o 5G em 6 de julho de 2022.


Descubra o Atacama: 5 razões para fazer do Deserto do Atacama seu próximo destino

 

O Deserto do Atacama, localizado no Chile, é um destino que fascina viajantes do mundo todo. Com uma área de aproximadamente 105.000 km², estende-se do norte do país até a fronteira com o Peru.

 

Conhecido como o deserto não polar mais árido do mundo, o Atacama revela paisagens contrastantes, moldadas ao longo de milhões de anos por atividade vulcânica, movimentações tectônicas, sua localização geográfica e uma história climática milenar.

Além disso, o Deserto do Atacama abriga uma rica herança cultural, por ter sido ponto de encontro de diversas tradições andinas ao longo da história.

Confira cinco razões para visitar a região norte do Deserto do Atacama — com tours oferecidos pela Horizonte Atacama para tornar sua experiência ainda mais memorável:


Paisagens surreais e diversificadas que encantam

Dos imensos salares aos gêiseres em ebulição, passando por formações rochosas esculpidas pelo vento, o Atacama oferece um espetáculo visual único. No Tour do Valle de la Luna ou Vallecito, por exemplo, você pode explorar a Cordilheira de Sal e testemunhar dunas douradas e cânions impressionantes.


Experiência noturna com telescópio sob o céu mais estrelado do planeta

Com um dos céus mais límpidos do mundo, o Atacama é um paraíso para os amantes da astronomia. No Tour Astronômico Horizonte Atacama, você explora constelações e nebulosas com telescópios de última geração e alta precisão, enquanto guias especializados revelam os segredos do universo sob um céu absolutamente deslumbrante.


Cultura e história enraizadas

A região possui uma rica herança indígena e arqueológica, com sítios que remontam a civilizações pré-colombianas. É possível visitar locais como o Pukará de Quitor, uma fortaleza ancestral dos povos atacamenhos, e a Aldeia de Tulor — um dos assentamentos mais antigos do norte do Chile, datado de cerca de 800 a.C. Suas estruturas circulares interligadas, feitas de barro e palha, revelam um passado agrícola, comunitário e profundamente conectado à paisagem desértica.


Experiências gastronômicas únicas — sabores autênticos do deserto

Além da culinária chilena tradicional, o Atacama surpreende com ingredientes típicos como rica-rica, xarope de chañar e quinoa. Durante os tours, oferecemos menus que despertam o paladar, destacando sabores locais que carregam a identidade da região.


Aventura para todos os perfis — conexão com a natureza

Seja explorando cavernas, pedalando por paisagens de tirar o fôlego ou simplesmente relaxando em lagoas salgadas que fazem você flutuar, o Atacama oferece experiências para os mais aventureiros e também para quem busca contemplação. O Tour Gêiseres do Tatio & Lagoas Andinas Horizonte Atacama, por exemplo, leva você a um espetáculo geotérmico ao amanhecer, seguido por um mergulho visual em lagoas multicoloridas cercadas por vulcões imponentes.

O Deserto do Atacama é um convite para vivenciar emoções profundas e paisagens inesquecíveis. Se você busca um destino que une aventura, cultura e beleza incomparável — com experiências cuidadosamente desenhadas pela Horizonte Atacama — este é o seu lugar.

 

Horizonte Atacama


Inteligência Artificial na educação: estamos preparando as pessoas para usá-la de forma consciente?

Com a rápida inserção da IA nas escolas, especialistas defendem que formar usuários críticos e conscientes deve vir antes do uso massivo em sala de aula  

 

Muito se fala em inovação tecnológica nas escolas, mas o uso da Inteligência Artificial na educação ainda não é uma realidade transformadora no Brasil. Pelo menos, não no sentido de algo implementado de forma abrangente e sistematizada. O que se vê são iniciativas pontuais, soluções isoladas e um grande desafio: o letramento digital. Saber usar a IA de forma ética, produtiva e eficiente exige muito mais do que acesso a ferramentas. Exige conhecimento, prática e consciência, algo ainda distante da maioria dos estudantes e professores. 

 

Segundo o estudo Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil, publicado pelo Instituto Semesp em 2024, 74,8% dos docentes afirmam ser favoráveis ao uso da IA em sala de aula. No entanto, apenas 39,2% a utilizam com regularidade, o que revela um descompasso entre o interesse e a prática. Entre os principais obstáculos apontados na pesquisa estão a falta de infraestrutura - como internet adequada, e a ausência de formação especializada. Já o relatório do Banco Mundial, divulgado em 2025, destaca que a adoção da IA sem preparo adequado pode ampliar desigualdades educacionais, caso não seja acompanhada por políticas inclusivas, formação docente específica e definição clara dos objetivos pedagógicos. 

 

É nesse contexto que Thais Pianucci, CEO da Start, uma das principais edtechs brasileiras voltadas à educação de -computação para o Ensino Fundamental e Médio, levanta uma bandeira clara: antes de usar a Inteligência Artificial, é preciso entender o que ela é, como funciona e quais são seus limites. Para Thais, o ponto de partida para qualquer aplicação da IA na educação deve ser o letramento, ou seja, ensinar os alunos a compreenderem o funcionamento, as possibilidades e os riscos dessa tecnologia antes de utilizá-la como ferramenta de estudo ou trabalho. “Estamos repetindo os erros cometidos com a chegada da internet há três décadas. A IA vai se tornar parte do dia a dia, como a rede mundial de computadores, mas, mais uma vez, estamos entregando uma ferramenta poderosa sem ensinar seu uso”, alerta. 

 

A Start enxerga a tecnologia como uma ferramenta altamente potente, mas que se faz tão potente se ensinamos nossos alunos e alunas em como extrair toda essa potencialidade e defende que o domínio técnico e ético dessa tecnologia deve ser parte essencial da formação dos alunos. É imprescindível que o estudante compreenda conceitos como o que é um prompt — instrução em linguagem natural dada a um modelo de IA para gerar respostas ou executar tarefas —, além de entender por que a IA acerta ou erra, como interpreta perguntas e como é treinada a partir de dados. “Só com esse conhecimento é possível utilizar a IA de forma consciente, crítica e produtiva”, afirma a executiva.  

 

Entre as iniciativas da empresa está a LURI, uma inteligência artificial que funciona quase como um tutor no processo do ensino-aprendizado - voltada ao Ensino Médio. Desenvolvida com base em conteúdo próprio da Start, a ferramenta permite que os alunos tirem dúvidas, testem códigos e recebam feedback em tempo real, uma forma de tornar o processo de aprendizagem mais interativo, seguro e autônomo. 

 

Entre avanços pontuais e a ausência de diretrizes: o impasse da IA na educação 

 

Apesar de avanços localizados, como nos estados do Piauí e Paraná, que passaram a incluir a Inteligência Artificial nos currículos escolares, especialistas afirmam que o Brasil ainda está longe de uma implementação em larga escala. Pianucci, aponta a ausência de uma diretriz nacional como um dos principais entraves. “Falta integrar o tema de forma transversal ao currículo, com intencionalidade pedagógica e formação continuada. Precisamos de um esforço coordenado e permanente”, defende. 

 

Ela compara o cenário brasileiro ao de países como a China, que já incorporaram a IA à política pública de educação básica, promovendo o letramento digital desde os primeiros anos escolares. No Brasil, segundo ela, a lacuna tem sido parcialmente preenchida por iniciativas do setor privado, especialmente edtechs, que oferecem soluções voltadas ao uso ético e produtivo da tecnologia. “Essas ferramentas apoiam o desenvolvimento de habilidades importantes, como personalização da aprendizagem, avaliação e construção de repertório, mas não substituem a estrutura que só uma política pública robusta pode oferecer.” 

 

IA nas escolas: receios, responsabilidades e oportunidades 

 

O avanço da tecnologia nas escolas tem gerado dúvidas entre famílias, especialmente em razão do histórico recente com a internet. Thais relembra os primeiros anos da popularização da web, quando adolescentes navegavam por chats e fóruns sem qualquer orientação. “Com a internet, tivemos muitas conquistas, mas também muitas perdas. Desinformação, vícios, problemas sociais. Com a IA, temos uma chance de fazer diferente. Precisamos já falar de deepfake, cyberbullying, crimes digitais. Precisamos letrar e proteger desde o início”, alerta. 

 

Esse letramento, segundo ela, deve ser o ponto de partida para qualquer iniciativa que envolva IA na educação. “Antes de entregar uma ferramenta poderosa, precisamos garantir que o estudante saiba usar e entenda até onde ela vai. Isso exige tempo curricular, projetos interdisciplinares, foco e intenção.” Para ela, formar usuários conscientes é tão importante quanto oferecer acesso à tecnologia. 

 

A adoção da IA pode representar uma revolução silenciosa no ambiente escolar, desde que acompanhada de intencionalidade pedagógica, formação crítica e igualdade de acesso. As ferramentas já existem, mas o verdadeiro diferencial está no preparo humano: saber quando, como e por que utilizá-las. “Tecnologia boa é aquela que empodera e educa, e isso só acontece quando se ensina a usá-la com propósito e consciência”, conclui Pianucci. 

 


Start
www.startalura.com.br


Secas podem reduzir valor calórico do néctar das flores em até 95%, aponta estud

Flor feminina da abobrinha, uma das espécies que
 dependem da polinização cruzada para reprodução.
 Mudanças climáticas podem reduzir atrativos para as abelhas,
 como o néctar, e impactar áreas naturais e cultivadas
(
foto: Maria Luisa Frigero/IBB-Unesp)



 Experimento da Unesp de Botucatu em cultivo de abobrinha indicou que redução de 30% nas chuvas diminuiria em 34% a disponibilidade de calorias no líquido doce que serve de alimento para polinizadores, como as abelhas, enquanto seca extrema praticamente elimina o recurso. Resultados são alarmantes para plantas que dependem de polinização cruzada para se reproduzir

 

Estudo apoiado pela FAPESP aponta que as secas podem levar a uma redução de 95% do valor calórico potencial do néctar das flores, o que prejudica tanto polinizadores, como as abelhas, quanto as plantas que dependem de polinização cruzada para se reproduzir e frutificar, caso da abobrinha (Cucurbita pepo). Num cenário menos drástico, de redução de chuvas em 30%, a queda observada foi de 34%. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports. A gravidade da ameaça de escassez severa de água foi ressaltada por relatório divulgado ontem (02/07) pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), segundo o qual tanto regiões vulneráveis quanto desenvolvidas de todo o mundo foram atingidas por secas recordes nos dois últimos anos. "Os padrões climáticos globais em 2023 e 2024 consolidaram um cenário de impactos rigorosos de secas em todo o mundo, que persiste em 2025", alerta o texto de apresentação do documento.   

Segundo Elza Guimarães, professora do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (IBB-Unesp) e coordenadora da pesquisa publicada na Scientific Reports, a redução de açúcares no néctar como efeito de secas, no pior cenário avaliado, foi de 1,3 mil quilos para 71 quilos por hectare, ou seja, mais de uma tonelada. "Sem néctar para consumir, as abelhas vão embora, as plantas não se reproduzem e os agricultores perdem a produção”, resume.

Guimarães é vinculada ao Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima (CBioClima), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado no Instituto de Biociências da Unesp, em Rio Claro.

Seu trabalho mostrou ainda que um acréscimo na pluviosidade teve um efeito positivo no aumento de calorias do néctar em 74%. Os pesquisadores, porém, também ressalvam os problemas decorrentes de mais eventos de precipitação intensa num contexto ecológico mais amplo. “Uma alta frequência e intensidade de chuvas pode ter consequências devastadoras para as plantas, visitantes das flores como aves e insetos e para a própria manutenção das interações entre plantas e polinizadores”, afirma Maria Luisa Frigero, primeira autora do trabalho, realizado durante seu mestrado no IBB-Unesp.

Como exemplo, os autores citam a queda da atividade de polinizadores durante períodos chuvosos, uma vez que chuvas pesadas dificultam o voo e mesmo a regulação da temperatura corporal, exigindo mais energia para buscarem alimento. Além disso, há os efeitos nas plantações causados pelo aumento da erosão e pela perda de nutrientes.

Maria Luisa Frigero observa floração de plantas em
 casa de vegetação
(
foto: Elza Guimarães/IBB-Unesp)

Experimentos

Os experimentos foram feitos com plantas de abobrinha cultivadas em estufa, irrigadas de modo a simular o regime de chuvas dos últimos 40 anos no mês de setembro, quando é normalmente cultivada na região de Botucatu. Os cenários de aumento e redução da pluviosidade são os previstos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para o fim do século.

Foram produzidas 120 plantas em condições iguais de temperatura e disponibilidade de nutrientes e água até as primeiras folhas brotarem. Após esse período, foram divididas em quatro grupos de 30 indivíduos. Cada grupo recebeu um tratamento, de forma a simular diferentes condições de chuva.

Enquanto um grupo-controle se manteve no regime normal de pluviosidade para o período do ano na região, os outros receberam uma quantidade de água proporcional a um cenário de diminuição de chuvas (redução de 30%), excesso (57% de aumento) e seca, onde havia uma diminuição equivalente a 80% da pluviosidade normal, seguida por irrigação proporcional a chuvas extremas, simulando o efeito da seca prolongada seguida por chuva pesada.

As plantas foram acompanhadas por 60 dias em estufa fechada para garantir que nenhum inseto consumisse o néctar. Durante esse período foram medidas a quantidade de néctar e a de açúcares totais contidos por flor e por planta. Os dados permitiram ainda estimar a produção de néctar e açúcares por área plantada.

Embora os resultados sejam fruto de um trabalho experimental em estufa, com uma espécie cultivada, os autores acreditam que sejam um forte indicativo do que pode ocorrer em ambientes naturais e com outras culturas agrícolas.

O estudo contou ainda com a colaboração de Carmen Boaro, fisiologista e professora do IBB-Unesp, e de Leonardo Galetto, ecólogo da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina.

“Estamos agora explorando os efeitos das mudanças climáticas em espécies de plantas nativas e em outras cultivadas, testando o impacto de ondas de calor e de outros eventos extremos. Outro desdobramento do estudo é a investigação sobre como as abelhas reagem às mudanças que ocorrem nas flores nesse contexto, por meio de análises comportamentais”, diz Priscila Tunes, coautora do trabalho, que realiza pós-doutorado no IBB-Unesp com bolsa da FAPESP e atualmente realiza estágio na Queen Mary University of London, no Reino Unido.

O artigo Extreme events induced by climate change alter nectar offer to pollinators in cross pollination-dependent crops pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41598-025-94565-2.

O relatório da UNCCD "Drought hotspots around the world 2023-2025" pode ser lido em: www.unccd.int/resources/publications/drought-hotspots-around-world-2023-2025.

 

André Julião

Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/secas-podem-reduzir-valor-calorico-do-nectar-das-flores-em-ate-95-aponta-estudo/55195


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