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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Dia das Mães inspira reflexão sobre o cuidado com gestantes no ambiente de trabalho

Dr. Marco Aurélio Bussacarini destaca a importância de ambientes corporativos mais empáticos e seguros para colaboradoras grávidas, reforçando o papel das empresas no apoio à maternidade.

 

A melhoria contínua dos ambientes de trabalho é essencial para promover a saúde e segurança das colaboradoras grávidas. Isso envolve a criação de espaços seguros e saudáveis que contribuam para o bem-estar tanto da mãe quanto do bebê. Segundo o Dr. Marco Aurélio Bussacarini, especialista em Medicina Ocupacional, garantir essas condições é uma responsabilidade social e um compromisso com a vida que vai além do cumprimento da legislação. 

Nesse contexto, o Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, se torna uma oportunidade para refletir sobre a importância da maternidade em todas as esferas da vida, incluindo o ambiente corporativo, e reforçar o compromisso das empresas em apoiar as mães de forma integral. “A gestação é um período de intensas transformações físicas e emocionais, e o ambiente de trabalho precisa ser sensível a essas mudanças. Quando a empresa atua de forma preventiva e acolhedora, o impacto é direto na qualidade de vida da funcionária e na continuidade saudável da gravidez”, explica o Dr. Bussacarini.

Segundo o especialista, um dos primeiros passos para uma boa gestão da saúde da gestante no trabalho é realizar avaliações médicas periódicas, com foco nas condições físicas e emocionais da colaboradora. A ergonomia também deve ser revista, especialmente em funções que exigem longos períodos em pé ou sentada, carregamento de peso ou exposição a agentes nocivos. “Cada gestação é única, e os riscos ocupacionais devem ser avaliados individualmente. Uma boa prática é promover adaptações no posto de trabalho com o suporte de um profissional de saúde ocupacional. Isso pode envolver desde ajustes na cadeira até a realocação temporária para uma função administrativa”, orienta o Dr. Bussacarini.

Outro ponto destacado pelo CEO da Aventus Ocupacional é a importância da flexibilização de horários e rotinas, sobretudo em casos em que a gestante apresenta condições clínicas que exigem repouso ou cuidados especiais. Além disso, o apoio emocional deve ser contemplado na política interna da empresa, a criação de um ambiente empático e acolhedor pode impactar diretamente a forma como a gestante vivencia essa fase dentro do espaço corporativo, promovendo segurança psicológica e sensação de pertencimento. “Oferecer apoio psicológico, promover rodas de conversa com outras colaboradoras que já passaram pela experiência e manter uma escuta ativa são estratégias simples que fazem toda a diferença. A saúde mental da gestante influencia diretamente a saúde do bebê e o vínculo que ela estabelece com a empresa”, afirma o o Dr. Marco Aurélio Bussacarini.

Para que todas essas ações sejam eficazes, é necessário treinar lideranças e gestores, a comunicação com a gestante deve ser empática e livre de julgamentos, e as equipes precisam estar preparadas para lidar com situações como ausências médicas, licença maternidade e retorno ao trabalho.“O vínculo entre a colaboradora e a empresa se fortalece quando há confiança. Quando a gestante sente que pode comunicar suas necessidades sem medo de represálias ou estigmas, o ambiente se torna mais saudável para todos. Isso é o que chamamos de cultura de cuidado”, completa o especialista.

Segundo o Dr. Marco Aurélio investir em segurança e saúde no trabalho para gestantes não é apenas uma questão ética e legal, mas também estratégica. Ambientes acolhedores reduzem afastamentos, aumentam o engajamento e fortalecem a reputação da empresa como empregadora. “O cuidado com a saúde da mulher gestante deve ser contínuo e estruturado. As empresas que compreendem isso estão não só contribuindo para um mundo corporativo mais justo, mas também colhendo frutos em produtividade e clima organizacional”,finaliza.

 

Dr. Marco Aurélio Bussacarini - Graduado em Medicina pela UNICAMP e especialista em Medicina Ocupacional pela USP, Marco Aurélio Bussacarini é médico, empreendedor e especialista em administração hospitalar e gestão de empresas, com um histórico robusto tanto no setor público quanto privado. Sua carreira inclui experiências significativas como gestor de saúde no Ministério da Saúde e liderança em várias iniciativas no setor privado, incluindo a fundação e direção de cooperativas médicas e de crédito. Ele é fundador e CEO da Aventus Ocupacional.

 

Doenças respiratórias são mais comuns durante o outono, saiba como se proteger

O médico clínico Dr. Marcelo Bechara explica que a higiene respiratória auxilia na prevenção de doenças como rinite, bronquite e asma


As mudanças climáticas são reconhecidas por afetar a saúde respiratória de muitas pessoas. Inflamações como rinite e asma, que comprometem o sistema respiratório, bem como infecções como faringite e sinusite, tendem a se intensificar durante o outono e o inverno. Por isso, a higiene respiratória pode ser uma alternativa para prevenir desconfortos como entupimento nasal, sensação de pulmões cheios, espirros, coceira e até dificuldades para respirar

O médico clínico Dr. Marcelo Bechara, especialista em Medicina Integrativa, explica que, apesar de ainda pouco conhecida, a higiene respiratória é uma prática simples, preventiva e que oferece qualidade de vida e saúde àqueles que sofrem com as crises.

“As pessoas que sofrem com doenças respiratórias devem adotar práticas como: limpeza recorrente dos ambientes em que vivem, evitar o contato com poeiras e superfícies que possam estar sujas, e manutenções periódicas em objetos como ventiladores, aparelhos de ar-condicionado e colchões a fim de evitar a proliferação de ácaros e bactérias. Outro ponto importante é a lavagem nasal com soro fisiológico, ingestão de água e uma alimentação balanceada aliada à prática de atividades físicas”, explica Bechara

Outra maneira eficaz de cuidar da saúde respiratória durante as estações mais frias é evitar aglomerações e também o contato com pessoas que apresentam sintomas gripais em ambientes fechados. “Em dias mais frios, é muito comum que as pessoas queiram se aglomerar e busquem locais fechados, contudo esse hábito contribui para o surgimento de infecções virais como as gripes e os resfriados”, conclui o médico. 

 

Dr. Marcelo Bechara - médico clínico e cirurgião geral, formado em Medicina pela Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) há mais de 16 anos. Com especializações em Longevidade e Saúde, Hormonologia e Ciência da Obesidade, emagrecimento e Reposição Hormonal Masculina na Harvard Medical School. Atualmente, Bechara atua com Medicina Integrativa, na clínica que recebe seu nome, inaugurada em 2023 em Praia Grande, litoral de São Paulo. Em seu consultório, realiza cuidados que vão além do tratamento de doenças, promovendo melhora no bem-estar e na qualidade de vida de seus pacientes.


Hoje, 5 de maio: Dia Mundial da Higiene das Mãos

OMS alerta para 3,5 milhões de mortes por infecções evitáveis até 2050 no mundo

 

Hoje, 5 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promove a campanha “Salve Vidas: Higienize Suas Mãos”, destacando a higienização das mãos como uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). A ideia é conscientizar os profissionais de saúde sobre como lavar as mãos é fundamental para evitar a transmissão de doenças, infecções e até mortes.

“Estudos da OMS alertam que o simples ato de lavar as mãos pode reduzir em até 40% o risco de adquirir infecções, tais como gripe, diarreia, conjuntivite, dentre outras, além de evitar a transmissão de infecções relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), ressalta a infectologista e diretora de Educação e Formação Profissional, Cláudia Vidal.

A situação é ainda mais preocupante em países de baixa e média renda (PBMR). Nesses lugares, a incidência de infecções é maior: em média, de cada 100 pacientes internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UTI), 7 em países de alta renda (PAR) e 15 em PBMR vão desenvolver, pelo menos, uma infecção durante a internação. Nas UTIs, quase um terço dos pacientes (30%) podem ser afetados, com taxas de infecção duas a vinte vezes maiores em PBMR, especialmente entre os recém-nascidos.

Segundo o relatório global divulgado, recentemente, pela OMS, analisado pela SOBRASP, as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) continuam sendo uma das principais causas de eventos adversos. Estima-se que, até 2050, essas infecções possam ocasionar cerca de 3,5 milhões de mortes por ano no mundo.


Infecções de Corrente Sanguínea (ICS) em UTIs: Um alerta vermelho

As Infecções de Corrente Sanguínea (ICS), especialmente aquelas associadas ao uso de cateter venoso central, são consideradas as mais graves entre as IRAS, devido à sua alta taxa de mortalidade e complexidade no tratamento.

Segundo dados do Boletim Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde nº 31 da ANVISA, publicado em 2023, e compilados pela SOBRASP, as ICS representam uma das principais causas de infecções em UTIs no Brasil.

No Brasil, foram registradas 34.428 mil infecções por ICS em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), sendo 24.430 em UTIs adulto, 6.826 em neonatal e 3.172 em UTIs pediátricas.

 

Resistência Antimicrobiana: A ameaça Invisível

A resistência antimicrobiana (RAM) é uma consequência direta do uso inadequado de antibióticos e da disseminação de infecções hospitalares. A OMS alerta que, se medidas eficazes não forem implementadas, até 2050 poderemos enfrentar 10 milhões de mortes anuais devido a infecções resistentes a medicamentos.

O uso indiscriminado de antibióticos é uma questão de saúde pública no mundo, pois leva ao desenvolvimento da resistência microbiana, tornando o tratamento de infecções mais difícil e, em muitos casos, impossível de tratar. A previsão é que ocorram aproximadamente 136 milhões de casos anuais de infecções resistentes a antibióticos no mundo.

“O uso desnecessário de antimicrobianos pode ocasionar resistência bacteriana, cursar com efeitos colaterais e gerar custos desnecessários para o sistema de saúde. O Brasil é um dos maiores consumidores de antibióticos do mundo, segundo a OMS, superando países como a Europa, Canadá e Japão”, ressalta a diretora.


Prevenção: A Chave Está em Nossas Mãos

A implementação de Programas coordenados de Prevenção e Controle de Infecções (PCI), incluindo a higienização rigorosa das mãos, pode reduzir significativamente a incidência de IRAS. Programas de PCI bem estruturados, com sistemas de monitoramento e gestão, podem fazer uma grande diferença.

A estimativa é que essas ações têm o potencial de evitar até 821 mil mortes por ano globalmente até 2050, segundo a OMS. Em países de baixa e média renda, as intervenções de PCI poderiam prevenir até 337 mil mortes anuais relacionadas às resistências antimicrobianas. https://www.sobrasp.org.br/


Aumento da Ansiedade Entre Crianças e Jovens: Uma Crise Sem Precedentes


Com Um Aumento Alarmante Dos Casos De Ansiedade Entre Crianças E Jovens No Brasil, Especialistas Investigam Causas, Impactos E Soluções Para Enfrentar Essa Crise De Saúde Mental Que Ameaça O Bem-Estar Das Novas Gerações.


Nos últimos anos, o Brasil tem testemunhado um aumento preocupante nos casos de ansiedade entre crianças e jovens, ultrapassando os números registrados entre adultos. Este fenômeno alarmante tem sido objeto de estudos e pesquisas, buscando entender as causas, consequências e possíveis soluções para mitigar esse crescente desafio de saúde mental.

 

O Que Está Causando Esse Aumento? 

Diversos fatores têm contribuído para o aumento da ansiedade entre o público mais jovem. Estudos apontam até mesmo para crises econômicas e climáticas. A Dra. Gesika Amorim, Mestre em Educação Médica, Pediatra pós-graduada em Neurologia e Psiquiatria, com especialização em Tratamento Integral do Autismo, Saúde Mental e Neurodesenvolvimento, também comenta sobre essas causas - Entre os fatores mais relevantes temos os autodiagnósticos simplistas e o uso excessivo de celulares e jogos como algumas das principais causas. A pandemia de COVID-19 exacerbou a situação, com o isolamento social e o medo do contágio afetando profundamente a saúde mental dos jovens – ressalta a doutora.

 

Causas Multifacetadas 

As causas são variadas e incluem:

 

- Crises Econômicas e Climáticas:

A instabilidade financeira e as preocupações ambientais têm um impacto direto no bem-estar emocional.


- Tecnologia e Redes Sociais:

O uso excessivo de smartphones e a exposição constante às redes sociais têm sido associados a um aumento nos níveis de ansiedade.

- Mudanças Culturais e Sociais:

A última década trouxe mudanças significativas na forma como vivemos e interagimos, muitas vezes aumentando o estresse e a pressão sobre os jovens.

 

Impactos Negativos na Sociedade 

A ansiedade não só afeta o indivíduo, mas também tem repercussões na sociedade. Pode levar a problemas de saúde física, como distúrbios gastrointestinais e cardiovasculares, e contribuir para o aumento de transtornos mentais como a depressão. Além disso, a ansiedade patológica pode resultar em afastamento do trabalho e dificuldades acadêmicas afetando, inclusive, a produtividade e o desenvolvimento socioeconômico do país – Explica a Dra. Gesika Amorim.

 

Abordagens para Minimizar o Problema 

Para enfrentar esse desafio, é essencial adotar uma abordagem holística e multidisciplinar: 

- Apoio Familiar e Escolar: Encorajar crianças e jovens a expressar seus sentimentos e garantir que eles tenham acesso a um ambiente de suporte emocional.

- Atividades Físicas e Sociais: Promover um estilo de vida saudável com atividades físicas regulares e oportunidades para socialização e lazer.

- Acesso a Serviços de Saúde Mental:

Garantir que crianças e jovens tenham acesso a serviços de saúde mental oportunos e de qualidade.

 

Um Sinal de Alerta 

O aumento da ansiedade entre crianças e jovens no Brasil é um sinal de alerta que exige atenção imediata. Compreender suas causas e implementar estratégias eficazes para sua prevenção e tratamento é crucial para garantir o bem-estar e o futuro próspero da próxima geração – Finaliza a Dra. Gesika Amorim. 



Dra Gesika Amorim - Mestre em Educação Médica, com Residência Médica em Pediatria, Pós Graduada em Neurologia e Psiquiatria, com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em Psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental; Homeopata, Pós Graduada em Medicina Ortomolecular - (Medicina Integrativa) e Membro da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.
https://dragesikaamorim.com.br
Insta: @dragesikaautismo


Saúde bucal da gestante: atenção redobrada durante a gravidez

Especialista dá dicas sobre como cuidar da boca durante a gestação


Quando o assunto é saúde na gestação, a maioria das mulheres pensa logo em cuidados médicos e exames de rotina. No entanto, a saúde bucal da gestante muitas vezes fica em segundo plano — um erro que pode causar desconfortos e complicações indesejadas durante a gravidez.

De acordo com o Ministério da Saúde, apenas 36% das gestantes realizam consulta odontológica durante o pré-natal, apesar das recomendações de acompanhamento regular. Além disso, gestantes com doença periodontal têm até sete vezes mais risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer, em comparação a grávidas com gengivas saudáveis.

Para o cirurgião dentista, especialista em implantodontia e odontologia digital, Dr. Bruno Matias, “o acompanhamento odontológico é essencial para o bem-estar e a qualidade de vida da gestante, e também do bebê, durante todas as fases da gravidez”.


Gravidez e saúde bucal: entenda a relação

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por diversas mudanças hormonais, tornando gengivas e dentes mais vulneráveis a problemas. O aumento dos níveis de estrogênio e progesterona pode intensificar processos inflamatórios e afetar toda a estrutura bucal.

As alterações na saúde bucal durante a gravidez são mais comuns do que se imagina. Pesquisa publicada no Journal of Clinical Periodontology relata que cerca de 30% das gestantes podem apresentar algum nível de doença periodontal durante a gravidez.

Segundo o American Academy of Periodontology, entre 60% e 75% das gestantes desenvolvem algum grau de gengivite devido à resposta inflamatória à placa bacteriana. A prevalência de cárie em gestantes também chama atenção, variando entre 44% e 89%, segundo o International Journal of Dental Hygiene.

O sangramento nas gengivas pode aumentar durante a gestação. De acordo com a American Dental Association (ADA), até 50% das gestantes relatam sangramento gengival ao escovar ou usar fio dental, um dos principais sintomas da gengivite gravídica.


Principais problemas de saúde bucal na gravidez

Dr. Bruno Matias destaca os problemas de saúde bucal mais comuns em gestantes:

Gengivite gravídica: Muito comum entre gestantes, caracteriza-se por gengivas inchadas, avermelhadas e sangramento fácil. Se não tratada, pode evoluir para quadros mais graves e até comprometer dentes importantes.

Periodontite: Quando a inflamação atinge os tecidos de suporte dos dentes, há risco de perda dentária, dificultando tratamentos como implantes.

Cáries e sensibilidade: Enjoos, mudanças alimentares e aumento do consumo de carboidratos favorecem cáries e erosão do esmalte, levando a sensibilidade, dores e infecções.

Problemas com próteses, restaurações e implantes: Mudanças no fluxo salivar, inflamações e alterações imunológicas exigem atenção redobrada para quem já possui próteses ou implantes.

“Para quem já usa prótese ou implante dentário, o acompanhamento deve ser ainda mais cuidadoso. Alterações na gengiva podem afetar o encaixe, causar desconfortos ou exigir ajustes temporários”, reforça Dr. Bruno Matias.


Como cuidar da saúde bucal durante a gravidez?

Segundo o Dr. Bruno, muitos problemas podem ser evitados com medidas simples e acompanhamento regular. Veja as principais recomendações para cuidar da saúde bucal na gestação:

Higiene bucal correta: Escovação adequada, uso de fio dental após as refeições e atenção aos sinais das gengivas.

Alimentação balanceada: Reduzir consumo de açúcares e alimentos pegajosos, incluindo mais frutas, fibras e vegetais na dieta.

Consultas odontológicas regulares: O ideal é realizar consultas a cada trimestre, ou conforme orientação do dentista, especialmente para quem já tem implantes, próteses ou outros dispositivos.

A odontologia digital, com recursos como scanners intraorais e radiografias digitais, também contribui para diagnósticos precisos durante a gestação, trazendo mais segurança à gestante.


Gestante pode ir ao dentista durante a gravidez?

Dr. Bruno Matias esclarece: procedimentos odontológicos de rotina são seguros e recomendados durante a gravidez. “Não existe contraindicação para atendimento odontológico durante a gestação. Com os devidos cuidados e tecnologias atuais, é possível realizar desde limpezas até pequenas intervenções, sempre priorizando o conforto e o bem-estar da paciente”, finaliza.


Dr. Bruno Matias - cirurgião dentista, especialista em Implantodontia e mestrando em Odontologia Digital. Vencedor do prêmio internacional SWCC (Straumann World Class Cup), evento que premia a excelência em implantologia e odontologia estética com profissionais de todo o mundo. Embaixador da Straumann Group no Brasil, ministra palestras mundo afora, auxiliando outros dentistas a terem melhores resultados com a Odontologia Digital.


DICK RATING E HARMONIZAÇÃO ÍNTIMA: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PREOCUPAÇÃO MASCULINA COM O TAMANHO

Com o crescimento de serviços curiosos, como o dick rating, cresce também a procura por soluções sérias para autoestima e saúde íntima masculina.

 

O tamanho é o documento? Para alguns homens, sim! Nas redes sociais, uma tendência curiosa tem chamado atenção: o dick rating. A prática, que consiste em pagar para que influenciadores e criadores de conteúdo avaliem o pênis, tem atraído muitos homens em busca de uma espécie de validação estética. Mais do que uma simples nota, o que está em jogo é a forma como eles se veem e como gostariam de ser vistos. Tamanho, forma, visual e simetria, todas essas características entram na conta.

A influenciadora Geisy Arruda, por exemplo, entrou nesse mercado recentemente. Em um vídeo publicado na rede X, ela anunciou que está aberta a receber imagens de pênis para avaliação em um perfil de conta restrito a maiores de 18 anos. O anúncio viralizou e escancarou uma realidade que muita gente finge não ver: os homens também têm dúvidas sobre seus corpos, e estão buscando respostas, nem que seja nas DMs.

Para o Dr. Vitor Mello, especialista em harmonização íntima masculina e sexólogo, o fenômeno tem dois lados. “Existe o fetiche, claro, tem quem faça porque sente prazer em se exibir, em ser julgado, em provocar uma reação no outro. Nesse caso, o dick rating funciona quase como uma forma de excitação”, explica. Mas há também a parcela que procura esse tipo de retorno por insegurança. “Tem muito homem que quer entender se o corpo agrada, se está dentro do padrão, se precisa mudar alguma coisa para se sentir mais confiante”, completa.

E essa busca por validação não se limita ao mundo virtual, ela já chegou aos consultórios, como a harmonização peniana, clareamento e bioestimulação de colágeno. Procedimentos que antes eram cercados de silêncio agora fazem parte da nova rotina de autocuidado masculino.

Segundo o Dr. Vitor Mello, mais de 6 mil homens já passaram por procedimentos desse tipo em seu consultório e a procura não para de crescer. Com esse aumento no interesse, também surgem novas técnicas desenvolvidas para atender essa demanda.

É o caso do Overpants, método criado por Vitor, que permite aumentar até 3 cm no comprimento e até 7 cm na circunferência do pênis, sempre respeitando os limites do corpo de cada paciente. “Já teve paciente que chegou pedindo 20 centímetros de circunferência. A gente explica que existem anatomia, segurança e bom senso envolvidos, mas é um número real. A maioria, no entanto, busca sentir-se mais seguro em público, na praia, na piscina, ter um volume na calça ou na sunga que seja mais aparente”, diz Mello.

No geral, segundo ele, muitos relatam inseguranças antigas, outros se comparam com o que veem na internet. “O que a gente vê hoje em dia, é um homem mais aberto, mais disposto a falar sobre isso e a cuidar de si”, afirma. Para ele, essa busca por validação é natural e, mais do que isso, saudável. “Vivemos em uma era em que a exposição é constante, e é normal querer se sentir bem com o próprio corpo. Procurar aprovação, melhorar a autoestima, investir em si mesmo, tudo isso é válido. O importante é que essa busca venha com informação, segurança e, principalmente, sem culpa”, conclui. 

 

Dr. Vitor Mello - biomédico, sexólogo e referência nacional em harmonização íntima masculina. Criador do método Overpants, técnica exclusiva capaz de aumentar o comprimento e a circunferência peniana — em até 3 cm e 7 cm, respectivamente. Vitor já realizou o procedimento em mais de 6 mil homens, entre celebridades e anônimos. Além de ser um nome de destaque na área da sexualidade masculina, Dr. Mello é reconhecido por sua abordagem humanizada e pelos resultados naturais e progressivos que seus métodos proporcionam, promovendo não só transformações estéticas, mas também impacto direto na confiança e no bem-estar dos pacientes.


07/05 - Dia Internacional da Luta contra a Endometriose

Endometriose: o desafio invisível que afeta 190 milhões de mulheres no mundo


A endometriose é uma daquelas doenças que, embora afete quase 190 milhões de mulheres no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda carrega o estigma do silêncio. Muitas vezes confundida com cólicas normais ou drama feminino, ela derruba a qualidade de vida de milhares de brasileiras, que seguem trabalhando, cuidando da casa e da família enquanto lidam com dores incapacitantes. 


O problema invisível

A endometriose é uma doença crônica na qual células semelhantes às do endométrio (camada que reveste o útero) crescem fora dele, provocando inflamações, dores severas e até infertilidade. De acordo com dados da Associação Brasileira de Endometriose, estima-se que cerca de 6,5 milhões de brasileiras convivem com a condição. O mais alarmante? O diagnóstico demora, em média, de sete a oito anos.

“Se eu não as conheço, não posso tratá-las”, diz Dra. Maria Cecília Ribeiro, ginecologista do Hospital Mater Dei Santa Clara, enfatizando o desafio que é identificar a doença, especialmente em casos silenciosos — cerca de 20% deles, segundo a especialista. A falta de informação, o tabu sobre dor menstrual e o acesso limitado a especialistas agravam a situação. “A mulher ainda acredita que sentir dor é normal. Não é. Dor tem que ser diagnosticada e tratada”, afirma.


O que há de novo?

Entre as opções de tratamento, a medicina tem avançado. A cirurgia robótica surge como uma aliada poderosa. Menor tempo de internação, recuperação mais rápida, incisões mínimas e, principalmente, maior precisão na preservação de órgãos reprodutivos são algumas das vantagens da técnica.

A tecnologia proporciona uma visão em 360 graus e movimentos delicados que minimizam lesões a estruturas vizinhas. “Isso melhora a evolução pós-cirúrgica e reduz intercorrências”, explica Dra. Maria Cecília. Ainda assim, ela reforça que a cirurgia não é o ponto de partida: "o tratamento começa pelo estilo de vida".

Recentemente, a Rede Mater Dei em Uberlândia anunciou a aquisição do sistema cirúrgico robótico Da Vinci, visando expandir o acesso a procedimentos menos invasivos, inclusive para o tratamento da endometriose. 


Tratamento além do bisturi

O tratamento clínico envolve dieta anti-inflamatória — com base na alimentação mediterrânea —, controle hormonal e exercícios físicos. Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), manter uma dieta com menos açúcar, farinhas refinadas e alimentos industrializados pode auxiliar no controle dos sintomas. Exercícios regulares, por sua vez, estimulam a produção de endorfinas, ajudando a reduzir a dor.


E a fertilidade?

Outro impacto profundo da endometriose é sobre o sonho da maternidade. Estima-se que de 30% a 50% das mulheres com infertilidade têm endometriose, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA). A boa notícia é que a medicina reprodutiva também avançou. “Hoje temos opções, como a fertilização in vitro e a inseminação artificial, que aumentam as chances de gravidez”, destaca a ginecologista.


O recado final

A mensagem da Dra. Maria Cecília é clara e contundente: “A mulher tem que entender que a vida dela deve ser cor-de-rosa, e não um sofrimento constante.” O corpo fala, e o que ele diz precisa ser levado a sério. Cólica forte, sangramento intenso, dor pélvica fora do período menstrual — nada disso deve ser ignorado. A escuta médica, o diagnóstico preciso e o acesso ao tratamento são fundamentais para virar esse jogo.

Enquanto o mistério da origem da endometriose ainda desafia a ciência, o que não pode mais ser um enigma é o sofrimento da mulher. Falar de dor é o primeiro passo para combatê-la.


Treina, come certo, mas nada muda? Descubra o que pode estar travando seus resultados

 

Você segue a dieta. Treina pesado. Se dedica todos os dias. Mas, ao se olhar no espelho, a frustração toma conta: os resultados simplesmente não aparecem como deveriam. Se essa história soa familiar, saiba que você não está sozinho e, o mais importante, que existem razões reais para isso acontecer.

A sensação de estagnação física, mesmo com disciplina e esforço, pode ser devastadora para a autoestima e a motivação. Mas, na maioria dos casos, o problema não está na falta de força de vontade, e sim em fatores silenciosos que atuam dentro do organismo e que precisam ser ajustados para que o corpo finalmente responda.

 

O que pode estar travando seus resultados?

Segundo o médico nutrólogo e referência em emagrecimento, Dr. Ronan Araujo, o corpo é uma máquina extremamente inteligente, mas também sensível. E quando certos fatores internos estão desajustados, nem a melhor dieta ou o treino mais intenso serão capazes de gerar as mudanças esperadas.

A seguir, entenda os principais sabotadores ocultos do progresso físico:

 

1. Desequilíbrios hormonais

Hormônios como testosterona, estrogênio, progesterona, insulina e hormônios da tireoide controlam diretamente o metabolismo, a capacidade de construir músculos e a queima de gordura.

"Se o eixo hormonal está desequilibrado, o corpo literalmente trava, mesmo com alimentação e exercício corretos", explica o Dr. Ronan.

Desequilíbrios como hipotireoidismo, resistência à insulina ou queda hormonal relacionada à idade são extremamente comuns e muitas vezes subdiagnosticados.

 

2. Inflamação silenciosa

Alimentos ultraprocessados, excesso de açúcar, estresse crônico e má qualidade do sono favorecem um estado de inflamação crônica no organismo. Essa inflamação silenciosa aumenta a resistência à insulina, dificulta a recuperação muscular e torna a perda de gordura mais lenta.

Mesmo que você não perceba sintomas evidentes, a inflamação pode ser a grande sabotadora do seu progresso. 

 

3. Déficits nutricionais

Falta de vitaminas e minerais como vitamina D, magnésio, zinco e complexo B compromete diretamente a eficiência metabólica, a produção hormonal e a síntese proteica.

"O corpo precisa de matéria-prima adequada para construir músculos e acelerar o metabolismo. Sem isso, ele opera em modo de sobrevivência, não em modo de performance", alerta o Dr. Ronan Araujo.

Análises laboratoriais individualizadas são essenciais para detectar essas carências.

 

4. Desalinhamento entre treino, dieta e metabolismo

Treinar pesado nem sempre significa treinar certo. Às vezes, o tipo de treino escolhido, o volume de exercícios, o déficit calórico extremo ou até mesmo a ausência de estratégias de periodização podem sabotar os resultados.

Treinar demais e comer de menos, por exemplo, pode causar estagnação e até perda de massa magra.

Cada corpo responde de maneira única, e é fundamental ajustar estratégias conforme a fase metabólica, a composição corporal e os objetivos reais.

 

5. Fatores emocionais e estresse crônico

Estresse emocional, ansiedade, falta de sono reparador e sobrecarga mental liberam altos níveis de cortisol, um hormônio que, em excesso, favorece o acúmulo de gordura abdominal, reduz a resposta anabólica ao treino e prejudica a recuperação física.

Não adianta cuidar apenas da dieta e do treino se a mente está em desequilíbrio. Corpo e mente precisam caminhar juntos.

 

Como destravar seus resultados de forma inteligente?

O primeiro passo é compreender que resultado físico sustentável é muito mais do que déficit calórico ou treino intenso. Ele é fruto de um equilíbrio interno que precisa ser restaurado.

O protocolo ideal envolve:

  • Avaliação hormonal completa
  • Investigação de inflamação e déficits nutricionais
  • Otimização da alimentação de forma personalizada
  • Treinamento ajustado ao perfil metabólico individual
  • Gestão de estresse e qualidade do sono
  • Suporte médico para equilíbrio integral da saúde

Quando o organismo está alinhado, os esforços finalmente começam a refletir no espelho e, melhor ainda, de maneira saudável, duradoura e sustentável.

Se você sente que está fazendo tudo certo e mesmo assim não vê mudanças, não se culpe. O problema pode estar longe de ser falta de dedicação e mais próximo de um desequilíbrio interno que precisa ser tratado com ciência, estratégia e personalização.

O Dr. Ronan Araujo conclui: “O seu corpo quer evoluir mas ele precisa das condições certas para isso acontecer. Buscar ajuda profissional especializada é o passo que separa a frustração dos resultados reais.” 

 

Dr. Ronan Araujo: CRM – 197142 - Formado em medicina pela Universidade Cidade de São Paulo, médico especializado em nutrologia pela ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com foco em causar impacto e mudar a vida das pessoas através de sua profissão, ele também se tornou membro da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), que o leva a ser atualmente um dos médicos que mais conhece e entrega resultados quando falamos sobre emagrecimento e reposição hormonal. O Dr. Ronan Araujo quer influenciar na mudança de estilo de vida, de hábitos e ajudar as pessoas a viverem mais tempo e com mais qualidade. “Não é apenas sobre emagrecimento, é sobre transformar vidas”, é um dos lemas do médico. Com atendimento único, acolhedor e resultados rápidos na parte da estética e da saúde.


No Dia Mundial da Língua Portuguesa, Turismo de SP celebra o idioma com cultura, história e literatur

CPLP- Comunidade dos Países de Língua Portuguesa


Em São Paulo, o idioma inspira experiências turísticas e culturais marcantes. Confira as indicações da Setur-SP

 

 

Celebrado em 5 de maio, o Dia Mundial da Língua Portuguesa foi instituído oficialmente pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em 2009 e reconhecido pela Unesco em 2019. Com cerca de 260 milhões de falantes em nove países, o português é hoje a quarta língua mais falada no mundo.

 

Em São Paulo, o idioma inspira experiências turísticas e culturais marcantes. A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) listou algumas delas. Confira a seguir. 

 

Um dos principais símbolos é o Museu da Língua Portuguesa, localizado na Estação da Luz, no centro da capital. Totalmente interativo, o museu valoriza a diversidade e a história da língua, com exposições sensoriais, audiovisuais e uma linha do tempo que narra a trajetória do português no Brasil. Desde sua reabertura, em 2021, o espaço já recebeu mais de 1 milhão de visitantes.

 

Outro ícone paulistano é a Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital. Com um acervo de mais de 4 milhões de itens, é a segunda maior biblioteca pública do Brasil. Fundada em 1925, presta homenagem ao escritor modernista Mário de Andrade e conta com salas de leitura, auditório, jardim e uma estátua do poeta português Luís de Camões.

 

Na Avenida Paulista, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura ocupa um casarão histórico com jardim e programação cultural intensa. Construída entre 1927 e 1935, a antiga mansão dos barões do café hoje é um polo dedicado à poesia, à literatura e à memória urbana de São Paulo.

 

Pelo interior, o idioma também é celebrado com orgulho. Em Lençóis Paulista, conhecida como a “Cidade do Livro”, a Biblioteca Municipal Orígenes Lessa possui um acervo maior que a população local. A campanha de arrecadação de livros liderada por escritores renomados, como Drummond e Jorge Amado, rendeu à cidade ruas e avenidas batizadas com seus nomes — um verdadeiro mapa literário. 


Já em Taubaté, no Vale do Paraíba, a literatura infantil tem lugar especial. A cidade natal de Monteiro Lobato abriga o Sítio do Pica-Pau Amarelo, onde funciona o Museu Monteiro Lobato, com biblioteca, mobiliário original e obras do autor. O município também conta com o Museu Mazzaropi, que preserva o legado do cineasta com acervos, filmes e objetos usados nas produções.



Semana de Estudo e Leitura 2025 reúne arte e inclusão na capital paulista

Em sua 14ª edição, evento oferece programação gratuita com atividades presenciais e on-line até sexta-feira dia 9 de maio

 

Contação de história, sarau, teatro, roda de leitura, musical e bate-papo com escritor são algumas das ações que compõem a programação da 14ª Semana Municipal de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura, que acontece até sexta-feira, 9 de maio de 2025, na capital paulista. Com atividades gratuitas, presenciais e on-line, a iniciativa integra o Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo, instituído pela Lei 14.999/09, de autoria do vereador Professor Eliseu Gabriel.

Com o tema “Todas as Vozes, Todas as Histórias”, a Semana de Leitura visa envolver todos os públicos, abordando uma variedade de temas. “O objetivo é despertar, desenvolver e estimular a prática do estudo e da leitura em crianças, jovens e adultos por meio de diversas atividades. Este ano, estão programadas dezenas de ações, que vão desde contação de histórias até visitas guiadas a bibliotecas e muito mais”, destaca o vereador Eliseu Gabriel.


Atrações para diferentes públicos

Entre as atrações voltadas a diferentes faixas etárias, destaca-se a atividade sensorial de contação de histórias para bebês, que será realizada no dia 6 de maio, às 12h, na Biblioteca do CEU Taipas. Com estímulos sonoros, visuais e táteis, a ação proporciona um momento de afeto, linguagem e descoberta entre adultos e crianças. Já no dia 8, às 14h, a atividade ocupa a Biblioteca do CEU Pinheirinho D’Água, no Jaraguá. 

No dia 7 de maio, às 16h, a Biblioteca Brito Broca promove “Venha Ler ao Pôr do Sol”, uma leitura de contos e poemas com vista para o Pico do Jaraguá. A atividade convida o público a embarcar na leitura como uma verdadeira viagem, em um cenário inspirador.

Dando sequência à programação teatral, no dia 7, às 9h, a Biblioteca Afonso Schmidt, na Vila Cruz das Almas, recebe a peça “O Jogo do Folclore”. A história segue três palhaços que, após enfrentarem o leão Tibério, descobrem uma brincadeira que os leva a contar lendas e mitos utilizando bonecos e muita imaginação.

Voltada ao público da terceira idade, a palestra “Quando Fala o Coração” será realizada no dia 7, às 13h45, na sede da Aprofem (Praça da República, 386 – 9º andar), com a escritora Ana Paula Galvão de Oliveira. A atividade faz parte do Projeto Experiência e Sapiência, coordenado pela professora Andrea Aydar, e aborda a Comunicação Não-Violenta a partir do livro infantil de autoria da palestrante. 

O Sesc também recebe ações voltadas à valorização da literatura e à formação de leitores. No dia 7, às 19h30, a unidade Paulista recebe a escritora, poeta e educadora Maria Vilani para a atividade “O Primeiro Passo: escrevendo seu livro”. Com mais de 25 anos dedicados à educação e à literatura, ela compartilha sua experiência sobre o processo criativo e os caminhos para transformar ideias em um livro publicado.

Já no dia 8, no mesmo horário, a unidade Pompeia sedia a mediação “Lendo Realezas – Clube de Leitura do Sesc-SP”, com o coletivo Sarau das Pretas. A proposta é incentivar a leitura de obras de autoras negras, reconhecendo e valorizando sua produção literária ainda marginalizada pelo mercado editorial. 

Também no dia 8, a partir das 14h, a programação destaca o Sarau “Verso em Versos”, na Biblioteca Cassiano Ricardo, no Tatuapé. A atração reúne diversas manifestações artísticas que abordam temas das periferias, como cultura popular, urbana, negra, indígena, LGBTQIAP+ e digital. Com foco socioeducativo, o sarau visa aprimorar os processos culturais, fortalecer a autoestima dos moradores periféricos e promover a criação de vínculos sociais.

Ao longo de toda a semana, o público também poderá visitar a exposição “Varal de Poesias”, que estará disponível de 5 a 9 de maio, das 8h às 22h, na Biblioteca CEU Alvarenga, no Balneário São Francisco. 


Visitas guiadas

De 5 a 9 de maio, das 14h às 16h, o Museu da Inclusão, na Barra Funda, recebe a atividade "Introdução à História da Deficiência", com visita guiada e palestra conduzida pelo historiador Márcio Bustamante. Voltada a profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social e ao público acadêmico, a participação exige inscrição prévia pelo e-mail mbcosta@sp.gov.br.

 

Já o Centro Cultural São Paulo promove visitas guiadas para escolas municipais e, no dia 7 de maio, às 16h, abre a atividade ao público. O roteiro inclui a Biblioteca Louis Braille, a Gibiteca Henfil e obras de Alfredo Volpi. A participação requer inscrição prévia pelo link https://forms.gle/5jXY2jmTq6QucwvKA e confirmação por e-mail da equipe educativa.

No mesmo dia, às 14h, a Biblioteca Mário de Andrade recebe, em visita guiada brincante, crianças de 5 e 6 anos do CEU Cemei José Bonifácio, em sua primeira experiência em uma biblioteca.


Atividades virtuais

Entre os destaques da programação virtual estão duas lives com autores consagrados. No dia 7, às 12h, a escritora e ilustradora Eva Furnari participa de uma transmissão ao vivo pelos canais da Semana no YouTube e Facebook. Vencedora de várias edições do Prêmio Jabuti, Eva é autora de obras que encantam crianças e adultos, como o clássico “Felpo Filva”, um dos livros infantis mais vendidos do Brasil.

No dia seguinte, 8 de maio, no mesmo horário, é a vez do autor Marcos Martinz. Conhecido pelos livros “O Diário da Loira do Banheiro” e “Até que a Morte nos Ampare”, ele participa de um bate-papo sobre literatura e saúde socioemocional na infância e adolescência.

A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento

instagram.com/estudo_leitura 

 facebook.com/estudoeleitura 

 youtube.com/estudoeleitura 


O 'tarifaço' de Trump pode afetar a minha empresa?

Recentemente, o presidente norte-americano Donald Trump tem sido responsável por uma grande polêmica, ao promover o chamado ‘tarifaço’, que consiste em aumentar as tarifas dos Estados Unidos sobre os preços de importação, o que impacta milhares de países no mundo inteiro, incluindo o Brasil. Mas será que esse movimento pode acabar afetando a sua empresa de alguma forma?

Donald Trump é uma pessoa imprevisível, mas já era esperado que tomasse alguma medida econômica drástica. Neste caso, o seu objetivo é equilibrar a balança comercial a favor dos EUA, mas para isso, ele está causando atrito com parceiros comerciais, o que pode gerar impactos negativos para o país, visto que não são capazes de produzir internamente o que está sendo taxado e isso tende a fazer com que os preços locais aumentem.

Diante disto, você deve estar se perguntando: e como o ‘tarifaço’ afeta a minha empresa? A tarifa para o Brasil ficou em 10%, o que é considerado pelos especialistas como bem abaixo do esperado, pois países como Índia (26%), Japão (24%) e União Europeia (20%) estão com valores mais altos. Sem falar da China, onde os produtos serão taxados em até 54%, o que poderá gerar uma guerra comercial sem tamanho.

Com essa taxação, as exportações do Brasil para os Estados Unidos provavelmente serão cada vez mais afetadas, apesar dos dois países serem bons parceiros comerciais. Em 2024, as exportações brasileiras chegaram a atingir US$ 40,3 bilhões, registrando um aumento significativo de 9,2% em relação a 2023. Porém, a situação atual vai exigir que o mercado brasileiro ofereça produtos com maior qualidade, por conta da competitividade.

Este cenário faz com que muitos empreendedores tenham que investir mais, não apenas nos seus produtos, mas como nos serviços de forma geral, para conseguirem lidar com as possíveis adversidades. Afinal, algumas vezes, acreditamos que apenas pelo fato da situação ‘estar distante’, não pode nos afetar, porém, não devemos esquecer que os EUA são a maior potência mundial e tudo que fazem pode respingar no Brasil.

É o que eu sempre digo: fatores externos ao nosso controle podem acontecer a qualquer momento e dificilmente conseguiremos prever quando algo desse nível irá ocorrer, mas precisamos ter o mínimo de estrutura para estarmos preparados para lidar com preços altos, taxas e juros. Caso contrário, a nossa empresa, independente do tamanho, pode sofrer consequências difíceis de  se reverter.

Um caminho que está mais na nossa mão é buscar eficiências internas, que além de beneficiar a organização no curto prazo, também pode trazer benefícios de longo prazo, já que se perpetua em um processo mais eficiente, por exemplo. Agora é a hora de levantar as pedras e ver quais oportunidades temos de aumentar a produtividade, via aumento do engajamento dos colaboradores, que podem produzir mais porque estão entendendo melhor a direção que a companhia está indo e sabem o porquê.

Uma ferramenta de gestão muito útil para esta finalidade são os OKRs - Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, pois recomendam o envolvimento de todos os colaboradores na definição das melhorias a serem implementadas, então você ganha dos dois lados e assim garante que o time esteja empenhado para enfrentar as dificuldades que surgem no meio do caminho, seja um problema comum ou algo maior como o ‘tarifaço’.
 



Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

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