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terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: Conheça 5 alicerces de uma sociedade inclusiva

AACD compartilha os fatores que colaboram para autonomia, acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência
 

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, comemorado em 03 de dezembro, a AACD levanta o debate para a construção de uma sociedade mais inclusiva em que todos os membros têm acesso à educação, emprego e outros direitos fundamentais. Com mais de 70 anos de atuação, a instituição é referência nacional em ortopedia e na reabilitação de pessoas com deficiência física.
 

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2022, o Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência, o que corresponde a 8,9% da população. É importante compreender os mecanismos que colaboram para autonomia, acessibilidade e inclusão desta comunidade. A AACD destaca os 5 principais, abaixo:


  1. Saúde
    É primordial que todas as pessoas com deficiência tenham acesso a um processo de reabilitação de excelência. Além de um direito garantido em lei, é o ponto de partida para que possam exercer sua cidadania de forma plena;
     
  2. Infraestrutura
    Calçadas bem pavimentadas e sem obstáculos, rampas de acesso em locais públicos e privados são essenciais. Além do transporte público adaptado com veículos acessíveis, elevadores funcionais e banheiros públicos adaptados com espaço para cadeirantes;
     
  3. Comportamento
    O capacitismo é um tipo de discriminação que trata a pessoa com deficiência como incapaz ou inferior. É importante utilizar o termo “pessoa com deficiência” e evitar expressões ou atitudes preconceituosas que reduzam a pessoa à sua deficiência;
     
  4. Educação
    Estruturas escolares adaptadas com rampas e carteiras ajustáveis, além da capacitação de professores e orientação dos demais alunos para lidar com a diversidade são necessários. Ações que garantam a inclusão desde os primeiros anos de ensino, assim como apoio para acesso ao ensino superior e mercado de trabalho também são bons exemplos;
     
  5. Oportunidade
    Programas de capacitação para profissionais com deficiência, assim como ambientes de trabalho acessíveis e inclusivos fazem a diferença. Flexibilidade na jornada de trabalho, com possibilidade de trabalho remoto, e conscientização dos colaboradores sobre a importância da inclusão são ótimas práticas.
           

AACD
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Descoberto gene que pode proteger contra a COVID-19

O gene IFIT3 codifica uma proteína de mesmo nome
 que se liga ao RNA do vírus, impossibilitando sua replicação
 (
imagem: Gerd Altmann/Pixabay)
Pesquisadores da USP analisaram células do sangue de seis casais sorodiscordantes – casos em que as mulheres se mostraram resistentes ao SARS-CoV-2 apesar do intenso contato com os maridos infectados. A superexpressão do gene IFIT3 nas voluntárias assintomáticas sugere que ele confere proteção e representa um alvo para novos antivirais

 

Durante a pandemia de COVID-19, um fato intrigou a profissional de saúde Maria Tereza Malheiros Sapienza. Seu marido, o médico Marcelo Sapienza, foi infectado duas vezes pelo SARS-CoV-2 – uma em abril de 2020 e outra em janeiro de 2022–, mas ela não apresentou nenhum sintoma da doença mesmo estando em contato direto com o companheiro nas duas ocasiões.

A curiosidade com o caso não era exclusividade do casal, que passou a integrar uma pesquisa conduzida no Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco (CEGH-CEL) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade de São Paulo (USP) – sobre “pares sorodiscordantes”, como foram chamados os casos em que apenas um dos cônjuges foi infectado e o outro permaneceu assintomático, apesar de compartilharem a mesma cama sem o uso de proteção especial.



Maria Tereza e Marcelo Sapienza, um dos casais sorodiscordantes que participaram da pesquisa (foto: acervo pessoal)

O trabalho analisou o material genético de 86 casais, sendo que apenas seis (entre eles Maria Tereza e Marcelo) continuaram sorodiscordantes ao longo da pandemia, com a infecção de um dos cônjuges mais de uma vez. Curiosamente, nos seis casos, só as mulheres permaneceram resistentes ao SARS-CoV-2. Os resultados foram publicados na revista Frontiers in Cellular and Infection Microbiology.

A partir da análise de células do sangue desses casais em experimentos in vitro, os pesquisadores descobriram que as mulheres resistentes ao vírus tinham expressão aumentada do gene IFIT3 (sigla em inglês para proteína induzida por interferon com repetições de tetratricoptídeo 3) em comparação com os maridos. Já a expressão desse mesmo gene entre mulheres que adquiriram infecções sintomáticas foi baixa, semelhante à do grupo dos maridos.

“Trata-se de um gene que faz parte da resposta antiviral. Ele já foi descrito em estudos anteriores como sendo relacionado à proteção contra outras doenças virais, entre elas dengue, hepatite B e adenovírus. Só que, em nosso trabalho, conseguimos pela primeira vez provar esse efeito protetor para além da teoria, pois é muito improvável que as seis mulheres não tenham sido expostas ao SARS-CoV-2 numa condição em que dividiram ambientes e cuidaram dos maridos infectados”, comenta Mateus Vidigal, primeiro autor do artigo, fruto de seu projeto de pós-doutorado apoiado pela FAPESP.

Como explica o pesquisador, o gene IFIT3 codifica uma proteína de mesmo nome que se liga ao RNA do vírus, impossibilitando sua replicação e impedindo que o patógeno invada novas células e a doença progrida.

“O vírus invade a célula, porém, todo aquele processo de se replicar para romper a membrana celular e invadir o maior número possível de outras células é interrompido logo no começo. A proteína IFIT3 se ‘gruda’ no RNA viral, impossibilitando sua replicação. Ou seja, não é que essas mulheres não tenham sido infectadas, elas foram. Mas o vírus mal se multiplicou dentro de suas células e, por isso, elas não tiveram a doença”, explicou.


Novo alvo

O estudo com casais sorodiscordantes começou em 2020, início da pandemia no Brasil. Na primeira fase, os pesquisadores analisaram o exoma – parte do genoma onde ficam os genes codificadores de proteína – de 86 casais e notaram que havia diferença em dois genes entre os parceiros resistentes e infectados. Essas variantes aparentemente diminuíam as células NK (natural killers), um dos tipos de linfócitos, apenas nos cônjuges infectados (leia mais em: agencia.fapesp.br/35752).

Ao longo da pandemia, houve vários casos de reinfecção no grupo de voluntários da pesquisa, sendo que apenas seis mulheres continuaram resistentes. Para investigar o mecanismo de proteção, os pesquisadores analisaram amostras de sangue desses casais em duas ocasiões: uma em 2020, logo após a primeira infecção dos homens, e outra em 2022, depois da segunda infecção (vale notar que nessa segunda ocasião os participantes já haviam recebido duas doses da vacina contra a COVID-19).

“Com essas amostras, isolamos as células mononucleares do sangue periférico, principalmente linfócitos e monócitos, e as estimulamos em laboratório com um agente viral sintético que mimetiza o SARS-CoV-2. Com esse experimento, pudemos notar que as células das mulheres resistentes apresentavam expressão aumentada do gene IFIT3 em comparação tanto com os maridos quanto com um grupo de cinco mulheres que desenvolveram COVID-19 [grupo-controle]”, conta Vidigal.

Além de responder a uma antiga curiosidade desde os primeiros meses da pandemia, o estudo traz desdobramentos importantes. O achado torna o IFIT3 um potencial alvo terapêutico para novas terapias antivirais, que supostamente poderiam potencializar a resposta imunológica inata contra o SARS-CoV-2 e outros patógenos – já que a proteção conferida pela superexpressão desse gene não é exclusiva contra o SARS-CoV-2.

“Sem dúvida o grande resultado dessa pesquisa é que encontramos um biomarcador de resistência ao vírus. O desenho do estudo nos permite ter certeza quase que absoluta de que as mulheres foram expostas ao vírus e apresentaram resistência. Também reproduzimos em laboratório o que pode ter acontecido em suas células quando entraram em contato com o SARS-CoV-2”, afirma Edecio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina (FM-USP) e pesquisador do Instituto do Coração (InCor).

“Mas ainda precisamos nos aprofundar na biologia da resistência, entendendo quais mecanismos levam a maior expressão do IFIT3, por exemplo. Portanto, apesar de termos esse achado importante, o nosso estudo continua ainda com mais perguntas", completa Cunha Neto.

O artigo Potential protective role of interferon- induced protein with tetratricopeptide repeats 3 (IFIT3) in COVID-19 pode ser lido em: www.frontiersin.org/journals/cellular-and-infection-microbiology/articles/10.3389/fcimb.2024.1464581/full. 



Maria Fernanda Ziegler
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/descoberto-gene-que-pode-proteger-contra-a-covid-19/53440


COMBATE À AIDS

Aumento de casos de HIV entre idosos evidencia a importância do combate à sorofobia 

Especialista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz destaca que conscientização, acesso à informação e enfrentamento do estigma são fundamentais para conter o avanço do vírus

 

No Dia Mundial de Combate à AIDS (comemorado em 1º de dezembro), dados do Ministério da Saúde destacam o aumento expressivo de casos de HIV entre pessoas com 60 anos ou mais no Brasil. Entre 2011 e 2021, foram registrados 12.686 diagnósticos nessa faixa etária, refletindo uma tendência preocupante. Em 2011, houve 360 casos confirmados, enquanto em 2021 o número saltou para 1.517, um aumento de 321%. 

Apesar disso, a taxa de detecção por 100 mil habitantes apresentou uma leve redução no mesmo período, o que pode ser atribuído ao envelhecimento demográfico e ao consequente crescimento da população idosa no Brasil. O volume elevado de diagnósticos ressalta a urgência de políticas públicas voltadas à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, considerando as mudanças no perfil epidemiológico causadas pelo envelhecimento da população. 

Globalmente, em 2023, 1,3 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV, totalizando 39,9 milhões de pessoas vivendo com o vírus, sendo 53% mulheres e meninas, de acordo com o UNAIDS. Além disso, 630 mil mortes relacionadas à AIDS foram registradas no mesmo período. Esse cenário evidencia a necessidade de ações mais robustas de prevenção e diagnóstico precoce, inclusive entre as pessoas idosas. 

A maior expectativa de vida, combinada com uma vida sexual mais ativa e o aumento do uso de medicamentos para disfunção erétil trouxe novos desafios para a saúde pública.
 

“Culturalmente, no Brasil, pessoas acima dos 60 anos não se consideram vulneráveis ao HIV, o que resulta em uma menor adesão ao uso de preservativos e menor busca por testagem”, afirma o Dr. Filipe Piastrelli, infectologista e coordenador do SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. 

Essa vulnerabilidade é agravada pela persistência da sorofobia, o preconceito contra pessoas vivendo com HIV, que ainda impede muitos de buscarem apoio médico e tratamento, além de causar sofrimento psicológico significativo. 

O preconceito relacionado ao HIV representa uma das maiores dificuldades no enfrentamento eficaz da doença. É fundamental promover ambientes inclusivos e acolhedores para estimular a realização de testes e o acesso ao tratamento, especialmente entre os idosos", ressalta Dr. Piastrelli, 

Uma das principais estratégias para enfrentar a situação é a ampliação do acesso à PrEP (profilaxia pré-exposição), disponível gratuitamente no SUS (Sistema Único de Saúde). 

A PrEP, que consiste no uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas não infectadas, mas em risco de exposição ao vírus, tem se mostrado altamente eficaz na prevenção do HIV. Contudo, seu uso ainda é pouco disseminado entre pessoas idosas, em grande parte devido à falta de campanhas direcionadas para esse público e ao tabu em abordar questões de sexualidade nesta faixa etária. 

“A inclusão da terceira idade nas estratégias de prevenção, como a oferta da PrEP, e em campanhas educativas que abordem a sexualidade de forma aberta e sem preconceitos, é essencial para reduzir as infecções e o impacto social da sorofobia”, completa o médico.

 

Diagnóstico 

O diagnóstico precoce também desempenha um papel crucial na resposta ao HIV. Além de possibilitar o início imediato do tratamento, ele interrompe a cadeia de transmissão do vírus. Atualmente, o Brasil oferece medicamentos gratuitos pelo SUS, permitindo que pessoas vivendo com HIV alcancem a carga viral indetectável, o que elimina o risco de transmissão. No entanto, a discriminação ainda afasta muitos do acesso ao sistema de saúde e dificulta o enfrentamento do diagnóstico. 

O combate ao HIV exige mais do que medicamentos e testagem. É necessário enfrentar barreiras sociais e culturais que perpetuam preconceitos e dificultam o acesso à saúde. Profissionais de saúde devem atuar como agentes de mudança, promovendo um atendimento acolhedor e inclusivo. Além disso, é fundamental que a sociedade reconheça a importância de combater a sorofobia, pois o preconceito não apenas prejudica o indivíduo, mas também representa um obstáculo coletivo no enfrentamento da epidemia.



Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Link

 

Prof. Dr. Richard Voegels ensina como conviver com o tempo quente e seco cuidando do sistema respiratório

Nesses dias em que o calor assola São Paulo - e boa parte do nosso país - é necessário tomar cuidado com todo o sistema respiratório para manter a saúde (como um todo) em dia.

 

“O sistema respiratório humano é equipado com uma rede de defesas naturais, sendo a mucosa nasal uma das principais barreiras contra as impurezas, sejam elas vírus, bactérias ou todo tipo de sujeira que tenta entrar no nosso organismo”, explica Prof. Dr. Richard Voegels, professor associado livre Docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor de Rinologia. 

Segundo ele, a mucosa do nariz e das cavidades nasais desempenham um papel extremamente importante na proteção do organismo criando uma defesa natural contra agentes patogênicos. “A mucosa nasal é revestida por um muco, produzido em grande quantidade, cerca de (...). Esse muco contém anticorpos e outros componentes de defesa, essenciais para a proteção do corpo. Quando o ar entra pelo nariz, ele não segue uma trajetória reta. Faz movimentos circulares dentro das cavidades nasais provocando que impurezas como vírus, bactérias e partículas de sujeira sejam capturadas pelo muco, impedindo que alcancem os pulmões”, explica Prof. Richard.

Depois dessa limpeza - a captura citada acima -, o muco é transportado através de cílios microscópicos na mucosa até a garganta, onde é engolido e chega ao estômago que, com seus ácidos, esteriliza esses materiais. “Essa é a nossa primeira linha de defesa contra as doenças respiratórias”, diz.

 

O ar seco e seu impacto nas defesas respiratórias

Quando o ar que respiramos está seco demais - como ocorre com frequência em São Paulo e outras regiões do país - a poluição aumenta muito, a maioria das pessoas esquece de se hidratar, a mucosa nasal fica ressecada, o muco perde a capacidade de se manter fluido e eficaz, comprometendo a defesa do sistema respiratório. 

“A desidratação do muco torna-o mais espesso, dificultando a retenção de impurezas. Esse ressecamento da mucosa prejudica o funcionamento do sistema de defesa, tornando nosso corpo mais vulnerável a infecções, vírus e outros patógenos. Em uma cidade como São Paulo, onde o ar seco e a poluição são problemas recorrentes, essa condição pode se agravar, criando um ciclo vicioso em que a poluição sobrecarrega um sistema respiratório já debilitado pela falta de umidade no ar”, continua o professor. 

Há cuidados especiais para ajudar a manter as vias respiratórias saudáveis e funcionando corretamente. “A hidratação é fundamental. Tanto a de cada um como a do ambiente. A do corpo sinaliza com urina clara - este é um sinal que o corpo está se protegendo adequadamente. Já para a casa, opte por umidificadores, em especial durante a noite, para evitar que o ar seco resseque a mucosa nasal. E, se não for possível, deixe uma vasilha com água no quarto. O importante é garantir que a umidade chegue ao sistema respiratório”, diz Voegels.


Lavagem nasal e consulta médica 

A lavagem nasal pode ajudar na limpeza das vias respiratórias e manter a mucosa lubrificada. “O ideal é usar uma solução isotônica ou hipertônica, pois a água com sal deve ser similar à concentração sanguínea para não causar desconforto. Já a hipotônica - menos concentrada - pode não ser eficaz e, em alguns casos, prejudicial”, ensina. 

Em casos de dificuldades respiratórias ou se o quadro se agravar, o importante é procurar orientação médica. “O ar seco e a poluição são fatores que sobrecarregam as defesas naturais do nosso sistema e é importante procurar orientação médica. Um otorrinolaringologista pode avaliar a situação e prescrever tratamentos específicos, como medicamentos para hidratar a mucosa ou controlar a inflamação nas vias respiratórias”, finaliza Prof. Dr. Richard Voegels.

 


Prof. Dr. Richard Voegels - preside o Congresso da Fundação Otorrinolaringologia, que acontece anualmente e tem o seu consultório na Rua Tenente Negrão, 140, cj 91, Itaim Bibi, São Paulo, telefone 11 9.8291-8651.



Pesquisa aponta que brasileiros acima dos 55 anos e millenials são os que mais se preocupam com o impacto da prática de atividade física na saúde mental

Levantamento encomendado pela Medley, em parceria com a ALS Perception, também avaliou aspectos como qualidade do sono e alimentação equilibrada como fatores que os brasileiros consideram importantes para a manutenção do bem-estar mental


Pesquisa mostra que 84% das pessoas da geração acima dos 55 anos, conhecida como baby boomers, e os millenials (81%), geração formada por quem nasceu entre 1981 e 1996, são as mais conscientes sobre os benefícios da prática de atividade física regular na redução dos sintomas de ansiedade e depressão, promovendo o bem-estar mental. É o que aponta a pesquisa realizada pela ALS Perception, a pedido da Medley, empresa de genéricos da Sanofi.


A pesquisa nacional buscou compreender a preocupação da população brasileira a respeito dos cuidados com a saúde mental e sua relação com a prática regular de esportes e atividade física. Além da relação direta entre prática de atividade física e equilíbrio da saúde mental, a qualidade do sono e da alimentação também são fatores relevantes para os brasileiros. 

Das ações realizadas com o objetivo de cuidar da saúde mental, a prática regular de atividade física aparece em primeiro lugar em todas as gerações (50%), seguida pela manutenção do hábito alimentar saudável (41%) e de estabelecer uma rotina de sono regular (37%). No recorte geracional, destaque para as pessoas da geração X nos três aspectos da pesquisa e para os millenials. Quase metade dessa geração (48%) considerou atividade física regular como opção para cuidar da saúde mental.

 

As 5 ações mais realizadas para cuidar da saúde mental: atividade física lidera em todas as gerações:


“Com base nesses dados, observamos que o acesso à informação tem gerado maior conscientização sobre a importância de cultivar bons hábitos. Isso reflete em uma maior valorização da atividade física, da alimentação equilibrada e de uma rotina de sono adequada, elementos fundamentais para uma abordagem mais integrada que chamamos de Medicina do Estilo de Vida, prática focada na prevenção, tratamento e reversão de doenças crônicas por meio de mudanças diárias no comportamento”, analisa o médico psiquiatra e diretor médico da Med.IQ, Dr. Luiz Dieckmann.
 

A prática de esportes e atividades físicas é associada a benefícios para a saúde mental entre diferentes gerações, como mostra a pesquisa da Medley. Um dos principais benefícios associados à prática de atividade física é a melhora do humor e da sensação de bem-estar, relatado por 85% das gerações baby boomer e Y (85% cada geração) e 82% da geração X. A qualidade do sono também é considerada impactada positivamente pelas três gerações pesquisadas, especialmente pelas gerações X (82%) e millenials (80%). A redução do estresse e da ansiedade, além do estímulo à liberação endorfina, neurotransmissores ligados à felicidade, aparecem como os benefícios percebidos mais relevantes entre os millenials, com 80% e 85% das respostas, respectivamente.

 

Os 5 principais benefícios do esporte e atividade física para a saúde mental:



“Neste recorte vemos um resultado mais positivo entre pessoas das gerações Y e baby boomer. Esses indivíduos parecem perceber melhor os benefícios que a prática de exercícios promove em diversos aspectos da nossa saúde. Eles reconhecem que pode impactar positivamente o humor, sono e na redução do estresse e sintomas ansiosos, que podem estar associados a transtornos mentais, como a depressão. Não à toa, cada vez mais os médicos orientam, além do acompanhamento com especialista, a atividade física como parte de um plano de melhora da qualidade de vida, que precisa envolver o cuidado com a saúde mental, além da saúde física”, explica o Dr, Luiz.

 

Falta de recursos financeiros é barreira que limita os cuidados com a saúde mental 

Apesar do reconhecimento da população brasileira de que a prática frequente de esportes e atividade física ajuda na redução do estresse e na melhoria da capacidade de lidar com situações desafiadoras no dia a dia, revelado na pesquisa por 98% e 93% dos entrevistados, respectivamente, ainda há barreiras para que a população priorize os cuidados regulares relacionados ao bem-estar mental. 

Entre os principais motivos mostrados na pesquisa que fazem com que a população não se aproprie do tratamento da saúde mental de maneira adequada está a falta de recursos financeiros ou de profissionais especializados (36%), falta de tempo (35%) e estresse excessivo no cotidiano (34%). No recorte por geração, as pessoas da geração X apontam a falta de tempo (44%) como o principal impeditivo no cuidado regular da saúde mental, enquanto a geração Y, ou millenials, dizem que o estresse excessivo (43%) e o acesso limitado a recursos financeiros (39%) são dificuldades encontradas no dia a dia que fazem com essas pessoas não cuidem adequadamente da saúde mental.

 

As três principais razões que dificultam o cuidado com a saúde mental:


“Aqui, a segmentação geracional também nos leva a refletir sobre estilo de vida de cada faixa etária, nos mostra a dificuldade em ‘equilibrar os vários pratinhos’ e como o ambiente em que estamos inseridos influencia nossa saúde mental e nossa capacidade de buscar apoio. A falta de acesso a recursos financeiros é um fator limitante relevante para a busca de cuidados especializados em saúde mental em todas as gerações entrevistadas”, afirma o médico.
 

Assim, é importante ressaltar que é possível cumprir as recomendações da OMS em relação a exercícios físicos sem gastos adicionais: a Organização Mundial de Saúde (OMS)¹ recomenda de 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica de intensidade moderada por semana e dois dias de atividade de fortalecimento muscular de intensidade moderada ou superior por semana. 

“Mais do que apenas recomendar que o paciente adote novos comportamentos para melhorar a saúde mental, é fundamental demonstrar isso em nossa própria rotina. Recentemente, completei o desafio de percorrer 150 km de bicicleta e essa experiência só reforçou a importância da prática da Medicina de Estilo de Vida. Outras atividades como acordar mais cedo para pedalar, trocar o elevador pelas escadas, são formas de materializar essa abordagem médica no cotidiano. Hoje, o médico precisa prescrever o autocuidado aos pacientes também, e dentre eles, está a prática de atividade física”, recomenda Dieckmann.

 

Medley fortalece a relação entre esporte e saúde mental 

A Medley mantém sua tradição de apoio ao esporte e é parceria do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) nesse ano histórico. O apoio ao COB sustenta a estratégia da marca baseada na tríade: saúde mental, esporte e eficácia, pois a marca acredita que saúde física e mental andam juntos e segundo estudo do Instituto Ipsos², saúde mental é o principal problema de saúde pública atualmente. 

Em 2023, a Medley lançou a assistente virtual de saúde mental Cássia, desenvolvida com o objetivo de ser um canal de acesso a uma série de informações e serviços disponibilizados pela Medley, de uma forma simples, acessível e com uma linguagem leve e acolhedora. Mais de 100 mil pedidos de apoio foram realizados via Cássia até o momento. Durante os jogos em Paris, os atletas medalhistas brasileiros ganharam a boneca Cássia durante passagem pela Casa Brasil, representando a força da saúde mental no alto rendimento.


Metodologia

A pesquisa foi realizada em junho de 2024 com 200 pessoas de 25 a 65 anos, das cinco regiões do país, das classes A, B, C, D/E, representando a população brasileira.

 


Medley

Sanofi



Referências:

1. Recomendações da OMS - World Health Organization - 9786500150216-por.pdf (who.int) 2. Hábitos e atitudes relacionados à saúde, IPSOS, 2022 - https://www.ipsos.com/pt-br/saude-mental-preocupa-mais-da-metade-da-populacao-brasileira

 

Como o aquecimento global está alterando a saúde otorrinolaringológica

Nariz, ouvido e garganta são os mais afetados

 

O aumento das temperaturas globais e as mudanças climáticas não impactam apenas o meio ambiente; elas também trazem sérias implicações para a saúde humana, especialmente na área otorrinolaringológica. Segundo o médico otorrinolaringologista Bruno Borges de Carvalho Barros da capital paulista , o aquecimento global está intensificando problemas relacionados à qualidade do ar, umidade e temperaturas extremas, afetando diretamente as vias aéreas e o sistema auditivo. 

“O aumento da poluição atmosférica, combinado com temperaturas mais altas, favorece a formação de poluentes como o ozônio e agrava condições como rinite alérgica, sinusite crônica e asma, devido ao estímulo inflamatório constante nas vias aéreas superiores", explica o Dr. Bruno. Além disso, o prolongamento das estações quentes e secas intensifica a presença de partículas no ar, como pólen e poeira, que podem desencadear crises alérgicas. 

Regiões que enfrentam longos períodos de seca apresentam um aumento significativo em casos de rinite. "A baixa umidade resseca as mucosas nasais e laríngeas, deixando-as mais vulneráveis a infecções e irritações", afirma o especialista. Por outro lado, em regiões com alta umidade devido às chuvas intensas, há um crescimento de fungos e ácaros, que também são potenciais gatilhos para doenças otorrinolaringológicas.

O médico ainda alerta que a estação de verão também pode afetar a saúde auditiva. Banhos de piscina e mar mais comuns neste período podem aumentar a incidência de infecções no ouvido, como otites externas, devido ao acúmulo de água nos canais auditivos. "O aumento das temperaturas também pode agravar sintomas de zumbido e tonturas em pacientes por desidratação", fala. 

Para minimizar os impactos do aquecimento global na saúde otorrinolaringológica, o especialista recomenda algumas medidas:

  • Hidratação constante para manter as mucosas saudáveis;
  • Uso de umidificadores de ar em períodos secos;
  • Evitar exposição a poluentes atmosféricos sempre que possível, especialmente em dias com baixa qualidade do ar;
  • Manutenção de ambientes limpos para reduzir ácaros e fungos;
  • Procurar um otorrinolaringologista ao primeiro sinal de sintomas persistentes.

"O aquecimento global é um problema que transcende as questões ambientais e afeta diretamente nossa saúde. Estar atento aos sinais do corpo e buscar cuidados precoces é essencial para mitigar os danos à saúde respiratória e auditiva", conclui Dr. Bruno.

 

Bruno Borges de Carvalho Barros - Médico otorrinolaringologista pela UNIFESP Professor Medcel Pós-graduação pela UNIFESP. Especialista em otorrinolaringologia pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e cirurgia cervico-facial. Mestre e fellow pela Universidade Federal de São Paulo.



BOLETIM DAS RODOVIAS

Tarde com tráfego carregado nas rodovias concedidas

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na tarde desta terça-feira (3).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

A rodovia Anchieta (SP-150) tem tráfego normal nos dois sentidos. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160) há congestionamento, sentido capital, do km 54 ao km 49. No sentido litoral, o tráfego é normal.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) tem tráfego normal no sentido interior. No sentido capital, o motorista encontra lentidão do km 15 ao km 13+360 e do km 52 ao km 50. Na Anhanguera (SP-330) tem tráfego intenso no sentido capital do km 12 ao km 11+360 e congestionamento do km 62 ao km 60. Sentido interior, o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal na Raposo Tavares (SP-270). Já na Castello Branco (SP-280) há congestionamento do km 20 ao km 24 do sentido interior. No sentido capital, lentidão do km 15 ao km 13+700.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal no sentido interior No sentido capital, o motorista encontra congestionamento do km 21 ao km 18.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


BOLETIM DAS RODOVIAS


Anchieta apresenta interdição no início desta tarde


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta terça-feira (3).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x3 - Na rodovia Anchieta (SP-150) registra tráfego normal no sentido litoral. No sentido capital, há interdição do km 56 ao km 40 por operação especial de trânsito. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego está congestionado no sentido capital do km 58 ao km 51, sentido litoral o tráfego é normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 61 ao km 60, do km 38 ao km 36 e congestionamento do 14 ao km 11+360. No sentido interior, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há congestionamento do km 20 ao km 13+360, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego normal nos dois sentidos. Já na Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, há congestionamento do km 17+500 ao km 13+700 das pistas expressa e marginal, e lentidão do km 31 ao km 28+500. No sentido interior, o tráfego é normal e sem congestionamento.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor registra, no sentido capital, congestionamento do km 21 ao km 12, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Dia de Doar: doação de Nota Fiscal pode impactar 10 milhões de jovens “nem-nem”

 A data, comemorada em 3 de dezembro, é um movimento global de solidariedade que incentiva a doação para causas sociais. No Brasil, a doação de Nota Fiscal Paulista é uma solução prática para apoiar projetos que transformam a vida de jovens em vulnerabilidade 

 

Com quase 10 milhões de jovens sem estudar e sem trabalhar — o grupo conhecido como "nem-nem" — o cenário no país é alarmante. Programas sociais que buscam capacitar e reintegrar esses jovens ao mercado de trabalho têm desempenhado um papel fundamental, mas o desafio de atender à crescente demanda por apoio é enorme. Em meio a isso, a doação de notas fiscais de compras aparece como uma solução simples, acessível e eficaz para transformar vidas. 

No Dia de Doar, dia 3 de dezembro, a oportunidade de contribuir ganha ainda mais relevância. A data, que promove a solidariedade e incentiva a doação em prol de causas sociais, é um momento para engajar a sociedade em ações de impacto. A doação de Nota Fiscal Paulista, por exemplo, direciona parte dos tributos recolhidos para iniciativas que capacitam jovens em situação de vulnerabilidade. 

Essa forma de contribuir para causas sociais é uma opção para quem deseja promover a diferença sem custo adicional. Além de ser um ato simples, a doação incentiva a participação ativa da comunidade, despertando um senso de responsabilidade e solidariedade. No Dia de Doar, o chamado é para que cada gesto conte, fortalecendo a cultura da doação e gerando impacto positivo na vida de quem mais precisa. 

Wandreza Bayona, CEO do Instituto Ser+, reforça a importância desse tipo de doação para a sustentabilidade dos projetos: "A doação de notas fiscais é uma ferramenta essencial para mantermos e ampliarmos nossas ações. Cada nota doada nos ajuda a alcançar mais jovens que, muitas vezes, não têm acesso a nenhuma outra oportunidade de qualificação. É uma forma de transformar realidades sem custo direto para o doador."

 

Como doar?

A doação de notas fiscais pode ser feita de forma automática para ONGs. É um processo simples no qual a população do Estado de São Paulo pode destinar os créditos das suas compras para uma ONG por meio de um simples cadastro que pode ser realizado no sistema da Nota Fiscal Paulista. Para contribuir com o trabalho de uma ONG, basta seguir as etapas indicadas abaixo:

  1. Acesse o sistema da Nota Fiscal Paulista: acesse o site oficial do programa através do link;
  2. Crie um cadastro de Pessoa Física: caso ainda não seja cadastrado, clique em “Novos Cadastros – Cadastro Pessoa Física” e siga as orientações. Para os já cadastrados, basta fazer o Login com seu CPF e senha;
  3. Ative a doação automática: Após ser direcionado para o painel do sistema, clique em “Entidades – Doação de Cupons com CPF (automática)” no menu principal;
  4. Selecione a ONG de sua preferência: encontre a organização digitando o nome da organização, ou pelo CNPJ, no campo indicado e clique em avançar, confirmando a doação automática por tempo indeterminado;
  5. Peça CPF na nota: solicite a inclusão de seu CPF na nota fiscal em cada compra.

"Quando a sociedade se engaja, conseguimos aumentar nosso impacto e dar a mais jovens a chance de construir um futuro melhor. Para isso é preciso uma fonte contínua de recursos, o que é essencial para a sustentabilidade financeira dos projetos, permitindo que as ONGS ampliem e mantenham suas atividades em prol de causas de grande valor social", finaliza Wandreza.  

Caso queria apoiar uma ONG que, ao longo de 10 anos, transformou a vida de mais de 35 mil pessoas, o Instituto Ser+ está apto a receber doações. Para contribuir, basta cadastrar o CNPJ 08.698.871/0001-32 em sua doação automática e ajudar a gerar oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse sermais.org.br.

 

Instituto Ser+


Não se mexe em time que está ganhando

 

Estamos no último mês de 2024 e agora é o momento de olhar com muito cuidado para os colaboradores da sua empresa, com o objetivo de fornecer um feedback individualizado e - principalmente justo - para cada um deles, além de conseguir entender como o trabalho das pessoas estão impactando a organização de forma geral, seja esse impacto positivo ou até mesmo negativo.

A verdade é que o final do ano costuma trazer aquela sensação de cansaço e de querer que acabe logo mesmo. No entanto, você enquanto gestor, precisa fazer com que os integrantes do seu time não se sintam desanimados, pelo contrário. Essa é uma época em que os colaboradores precisam estar satisfeitos com o emprego que possuem, o que será fruto de um trabalho que deve ter sido feito ao longo dos meses.

E por que estou dizendo isso? As pessoas podem começar a pensar em encerrar ciclos justo no mês de dezembro, para que comecem uma nova etapa no próximo ano, tendo em vista o bônus garantido. E isso inclui pedir demissão de seus trabalhos atuais, para aceitarem novas oportunidades que sejam mais interessantes ou que tenham chamado a atenção, por funções mais atrativas ou um salário maior e melhor.

O fato é que para colher, você tem que semear. Nestes casos, é muito importante que o líder tenha realizado um trabalho ao longo dos meses para cativar o time, fazendo com que as pessoas não queiram ir embora, ainda mais em um momento festivo e de encerramento, onde os colaboradores de grande parte das empresas costumam celebrar pelas conquistas do ano e criar metas para serem atingidas futuramente.

Por essa razão, é fundamental saber quais são as dores dos membros da equipe, para que seja possível eventualmente saná-las e assim, conseguir reter talentos, que com certeza fazem a diferença no desempenho geral da empresa. Ninguém é insubstituível, mas é bom saber que podemos contar com pessoas competentes e que se dedicam em entregar as melhores performances diariamente.

Uma premissa dos OKRs - Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, está justamente ligada a importância do time para o alcance dos resultados, e a ferramenta pode ajudar os líderes a perceberem o que precisa ser feito para conseguir oferecer as condições para que os colaboradores queiram ficar na empresa e estejam satisfeitos. E isso vai desde um ambiente de trabalho saudável como ao aumento de benefícios, por exemplo.

Nem sempre um salário alto vai ‘prender’ uma pessoa em um trabalho, pois existem outras questões que influenciam na decisão de ficar ou sair. Levantamento da consultoria GPTW - Great Place To Work - elencou os 5 fatores que motivam a permanência dos funcionários nas empresas, e o salário não é o primeiro: 1° Oportunidade de crescimento; 2° Qualidade de vida; 3° Remuneração e benefícios; 4° Alinhamento de valores; 5° Estabilidade.

Diante deste cenário, é essencial que o gestor compreenda que é preciso construir todos os dias um processo onde os integrantes da equipe vão querer permanecer na empresa, não por falta de alternativas, mas porque realmente querem estar ali. E é essa a diferença para conseguir reter os talentos e ao mesmo ter colaboradores que realmente estão felizes com a posição que ocupam.

Quando se utiliza bem todo o potencial oferecido pelos OKRs, o líder engaja o time na definição das prioridades e dá autonomia para que possam trabalhar. Acredite em mim, estes dois pontos são fundamentais para um engajamento maior dos colaboradores, que vão levar a resultados melhores.



Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

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