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terça-feira, 8 de outubro de 2024

Dosagem de cortisol não deve fazer parte de check-up de rotina


Médico explica quando exame de cortisol deve ser solicitado

 

 

“O cortisol salivar é um exame bastante interessante quando falamos da Síndrome de Cushing, pois ele permite detectar precocemente a perda do ritmo circadiano, que é um dos primeiros sinais de hipercortisolismo. Portanto há critérios clínicos para solicitação da dosagem deste hormônio; o cortisol não deve ser dosado nas rotinas de check-up, como temos visto acontecer em excesso”, explica Dr. José Viana Lima Junior, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).

 

Ao comparar diferentes métodos de diagnóstico — cortisol salivar, cortisol urinário e cortisol pós 1 mg de dexametasona —, Dr. Viana enfatiza que o exame salivar é o primeiro a ser alterado na presença da Síndrome de Cushing e possui a vantagem de não sofrer interferência de proteínas carreadoras, como a globulina ligadora de cortisol (CBG). “A coleta de saliva é menos invasiva e mais prática, facilitando o acompanhamento clínico e a adesão dos pacientes”, comenta o endocrinologista.

 

Segundo Dr. Viana, a dosagem de cortisol não deve ser utilizada como um exame de rotina. “Para solicitar um exame de cortisol, é necessário haver uma suspeita clínica bem estabelecida”, reforça. Entre os sinais que indicam a necessidade de investigação estão hipertensão arterial fora da faixa etária habitual, obesidade centrípeta, fraqueza muscular e a presença de hematomas espontâneos.

 

Além disso, o endocrinologista explica que o exame deve ser realizado em horários específicos, respeitando o ritmo natural de produção do hormônio no corpo humano. “Se a suspeita é de excesso de cortisol, como na Síndrome de Cushing, a coleta deve ser feita entre 11 horas da noite e meia-noite, quando os níveis hormonais deveriam estar baixos. Já no caso de suspeita de deficiência de cortisol, como na insuficiência adrenal, a dosagem deve ser feita entre 7 e 9 horas da manhã, momento em que os níveis deveriam estar altos”, orienta.

 

O endócrino também alerta para as influências de outras condições clínicas no resultado dos exames de cortisol. Pacientes com diabetes tipo 2 ou hipertiroidismo, por exemplo, podem apresentar resultados alterados devido às mudanças nos níveis de proteínas transportadoras do hormônio. “É preciso ter cuidado ao realizar testes em mulheres que fazem uso de anticoncepcionais à base de estrógeno, pois esses medicamentos podem interferir nos níveis sanguíneos de cortisol”, comenta o médico.

 

O diagnóstico de excesso ou falta de cortisol, portanto, deve partir de uma boa anamnese e exame físico. “Infelizmente, hoje observamos um número crescente de diagnósticos feitos apenas com base em resultados de exames, sem considerar o contexto clínico do paciente. É fundamental tratar a clínica, não apenas os números”, conclui Dr. Viana. 

 



SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo)
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Epidemia silenciosa: os desafios da obesidade no Brasil e o que esperar para o futuro

Especialista alerta para o crescente desafio da doença no país, que já
afeta 56% da população


No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, é importante refletir sobre um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Descrita como um mal do século, é considerada uma doença crônica progressiva e uma epidemia global, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo estão acima do peso, destes, 500 milhões são considerados obesos.

Uma pesquisa apresentada no Congresso Internacional sobre o tema em 2024, realizado em São Paulo, revela dados alarmantes: com base nas tendências atuais, quase metade dos adultos brasileiros (48%) podem apresentar sobrepeso até 2044. Isso significa que, em apenas 20 anos, três quartos da população adulta do Brasil poderão ser classificados como obesos ou com sobrepeso. Atualmente, 56% dos brasileiros já se enquadram nessas categorias.

Segundo o Dr. Edson Ramuth, fundador do Emagrecentro, rede referência nas áreas de emagrecimento e estética corporal, entre os principais fatores que enfrentamos hoje, destacam-se:


Sedentarismo

“Vivemos em uma era marcada pela tecnologia e pela conveniência, onde muitas atividades diárias são realizadas de forma sedentária, como trabalhar em frente ao computador, assistir à televisão e utilizar transportes motorizados para deslocamentos curtos”, explica Ramuth. Ele também ressalta que a inatividade física leva à diminuição do gasto calórico, resultando no acúmulo de gordura corporal. “Quando as calorias consumidas excedem aquelas queimadas pelo corpo, o resultado é o ganho de massa excessiva, que, ao longo do tempo, pode se transformar em algo grave”, complementa.


Hábitos alimentares inadequados

Sabemos que os hábitos que temos hoje em nossa sociedade contribuem negativamente para essa realidade. “A rotina insana muitas vezes limita o acesso da população a uma alimentação adequada, levando-nos a optar por alternativas mais rápidas, como o fast food, que resultam em uma dieta pouco saudável, rica em calorias, gorduras e açúcares, criando um ciclo vicioso”, relata Edson.

Em muitas regiões do Brasil, os produtos frescos, como frutas e verduras, são escassos ou caros, enquanto os alimentos ultraprocessados são mais acessíveis e baratos.


Doenças crônicas

Não podemos esquecer que a obesidade está ligada a doenças crônicas, como diabete, hipertensão e problemas cardiovasculares, que aumentam o risco de complicações. Pressões sociais e padrões de beleza criam estigmas, contribuindo para problemas emocionais como ansiedade e depressão, que podem resultar em comportamentos alimentares disfuncionais.

“É importante buscar profissionais qualificados para diagnóstico e orientação. Para entender as causas e desenvolver estratégias eficazes, proporcionando um plano individualizado que atende às necessidades de cada pessoa e promovendo um estilo de vida melhor”, orienta o médico.

Além disso, ele aborda a importância da prevenção e como certos hábitos podem ajudar a evitá-los. Manter uma alimentação balanceada, consumindo uma variedade de proteínas, saladas, verduras e legumes, e limitar a ingestão de alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares é fundamental. 

A prática regular de atividade física também é importante. Isso inclui aeróbicos, como natação e dança, fortalecimento muscular, como alongamentos e musculação, além de opções recreativas, como andar de patins, pedalar e jogar esportes coletivos. “Exercícios são aliados poderosos já que contribuem para o controle do peso, fortalece músculos e ossos e eleva o humor e a autoestima”, finaliza Ramuth.

 

Emagrecentro


Hemodinâmica permite intervenção imediata para salvar vidas em casos de infarto

Procedimentos como cateterismo e angioplastia são realizados de forma eficaz e minimamente invasiva
 

O pronto-atendimento de sua preferência conta com um serviço de hemodinâmica? Se você não sabe a resposta, procure se informar, pois isso é fundamental para salvar vidas em casos de infarto, entre outros. Nessas situações, o tempo é um fator crítico que impacta significativamente nas chances de sobrevivência e recuperação do paciente. A existência de um serviço de hemodinâmica nos hospitais é crucial para o diagnóstico e tratamento eficaz de doenças cardiovasculares, especialmente em casos de infarto do miocárdio. Este setor deve ser equipado para realizar procedimentos como o cateterismo cardíaco e a angioplastia, fundamentais para a rápida intervenção e manejo de pacientes com infarto.
 

A importância da hemodinâmica em infartos do miocárdio

Dr. Wlademir do Santos Junior, cardiologista do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), ressalta a importância da hemodinâmica no dia a dia hospitalar. “A hemodinâmica permite procedimentos rápidos e precisos, essenciais para minimizar danos e salvar vidas. O cateterismo diagnóstico consegue identificar as coronárias com obstruções e, na sequência, é possível realizar a angioplastia, que interrompe o infarto,” explica.

O cateterismo e a angioplastia são realizados através da inserção de um catéter, via punção de uma artéria ou veia, no braço ou na perna. Durante o cateterismo, um contraste é aplicado para verificar em tempo real a circulação sanguínea dentro do coração e identificar pontos exatos de obstrução. Em casos de infarto do miocárdio, a obstrução de uma artéria coronária interrompe o fluxo sanguíneo para uma parte do coração, causando dano ao tecido cardíaco. Por isso, o rápido atendimento e diagnóstico são essenciais para aumentar as chances de sobrevivência do paciente.
 

Angioplastia coronária 

Após localizar as obstruções, realiza-se a angioplastia coronária, que consiste na desobstrução da artéria com a ajuda de um balão. Ele empurra a placa de gordura e permite que o sangue volte a fluir. Frequentemente, ainda, há a possibilidade da colocação de um stent, pequena endoprótese expansível de metal que impede que o vaso se feche novamente. Esses procedimentos podem abrir rapidamente a artéria bloqueada, restaurando o fluxo sanguíneo e limitando os danos ao coração. “Em resumo, quando suspeito de obstruções, realizo o cateterismo diagnóstico para localizá-las e, com a angioplastia, faço a desobstrução,” explica Dr. Wlademir. A escolha de um ou outro depende de uma avaliação cuidadosa da obstrução arterial, das características da lesão e das condições clínicas do paciente.
 

Benefícios de um Setor de Hemodinâmica 

A presença de um Setor de Hemodinâmica faz uma diferença significativa nos atendimentos de urgências cardiovasculares. Além de salvar vidas, a intervenção rápida e eficaz proporciona uma recuperação mais rápida, permitindo aos pacientes retornarem às suas atividades normais em menor tempo e com menos complicações. “Na hemodinâmica, o principal benefício é ser menos invasivo que tratamentos cirúrgicos. São denominados tratamentos percutâneos, onde a recuperação é mais rápida, devolvendo a pessoa às suas atividades em poucos dias,” diz Dr. Wlademir. 

Após a correção das obstruções e recuperação da circulação coronária, o paciente deve adotar uma dieta saudável, uma rotina de atividades físicas leves, além de seguir a prescrição de medicamentos para evitar o desencadeamento de trombose dos stents. “Já para o cateterismo diagnóstico, a recuperação completa se dá já no dia seguinte,” conclui o médico.

Hospital Evangélico de Sorocaba


Como ter uma recuperação rápida e e eficiente após tratamento de varizes


Cuidar da saúde das suas pernas após o tratamento de varizes é crucial para garantir uma recuperação rápida e eficiente. Embora o tratamento em si seja o primeiro passo, o sucesso depende muito dos cuidados no período de recuperação. As terapias adjuvantes, aliadas a uma abordagem individualizada, são essenciais para otimizar o processo e garantir seu bem-estar. 

 

Varizes e a Importância do Tratamento Precoce 

Varizes são uma manifestação visível da Doença Venosa Crônica (DVC), uma condição que, sem cura, deve ser controlada ao longo da vida. Tratar as varizes precocemente é a melhor maneira de reduzir complicações, especialmente quando a pele começa a sofrer os efeitos mais graves da doença. 

A condição da pele, especialmente em estágios avançados da DVC, determina o tempo de recuperação e as possíveis complicações. Por isso, iniciar o tratamento precocemente ajuda a diminuir essas complicações e facilita a recuperação. Mas como garantir que você tenha uma recuperação rápida e eficaz? 

 

Terapias Adjuvantes e Pós-Tratamento 

Cada paciente é único, e a resposta ao tratamento pode variar. No entanto, com terapias adjuvantes adequadas, é possível acelerar a recuperação, melhorar o bem-estar e reduzir o risco de complicações. 

Ultrassom Anti-inflamatório: Esta técnica utiliza ondas sonoras para reduzir a inflamação e o inchaço nas pernas, ajudando a acelerar a cicatrização. 

Bota Pneumática: Com sua compressão intermitente, melhora a circulação e reduz o acúmulo de líquidos, fundamental em pacientes com estágios mais avançados da DVC. 

Laser para Cicatrização: Em casos mais graves, como o estágio 6 da DVC, o laser acelera a cicatrização de feridas abertas, promovendo o fechamento da pele e evitando complicações mais graves. Enxertos de pele podem ser necessários, dependendo da gravidade. 

Acroma para Manchas: Em casos onde há manchas escuras decorrentes da DVC, o acroma atua na uniformização da pele. 

 

Cuidados Essenciais para uma Recuperação Eficiente 

O sucesso da sua recuperação também depende de como você cuida do seu corpo após o tratamento. Aqui estão alguns cuidados simples, mas fundamentais para garantir que você tenha uma recuperação eficiente: 

1. Movimente-se regularmente: Caminhar melhora a circulação e previne o acúmulo de sangue nas veias tratadas. 

2. Eleve as pernas: Manter as pernas elevadas ajuda a diminuir o inchaço e facilita o retorno venoso. 

3. Use meias elásticas modernas: As meias elásticas ajudam a diminuir o edema e proporcionam mais conforto durante a recuperação. Além disso, são desenvolvidas para combinar com roupas sociais e esportivas, sendo um item essencial para o sucesso da recuperação. 

4. Visite o cirurgião vascular anualmente: É importante manter consultas regulares para revisões e possíveis tratamentos que possam ser necessários. A visita anual ao cirurgião vascular ajuda a monitorar a evolução da Doença Venosa Crônica e evita complicações futuras. 

5. Evite longos períodos em pé ou sentado: Alternar entre as posições evita sobrecarga nas veias e melhora a circulação. 

 

Foco na Manutenção da Saúde a Longo Prazo 

A Doença Venosa Crônica não tem cura, mas pode ser controlada. Manter o peso e praticar exercícios físicos regularmente ajudam a prolongar o intervalo livre de varizes, mas é importante lembrar que o tratamento contínuo é essencial para garantir que a doença não progrida.

 


Fonte: Dr. Eduardo Toledo de Aguiar, Professor Livre Docente em Cirurgia Vascular - FMUSP, Diretor Médico da Spaço Vascular, Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.


BOLETIM DAS RODOVIAS

Pontos de lentidão nas principais rodovias concedidas nesta tarde

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na tarde desta terça-feira (8). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) está com lentidão do km 61 ao km 60 sentido capital. Para quem segue em direção ao interior, o tráfego é normal. A Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), apresenta tráfego normal nos dois sentidos.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270), apresenta tráfego normal nos dois sentidos. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280) tem tráfego lento no sentido interior, do km 22 ao km 24. No sentido capital, o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor está congestionado no sentido capital, do km 20 ao km 18. No sentido interior, o tráfego é normal.  

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.



BANDEIRA AZUL: Brasil amplia praias e marinas reconhecidas pela boa qualidade da água e lidera ranking da América Latina

Seis estados têm destinos compromissados com o turismo sustentável
 

O Brasil alcançou mais um marco histórico no cenário internacional do turismo sustentável! Para a temporada 2024/2025, 49 locais — 38 praias e 11 marinas, estão aprovadas no prestigiado Programa Bandeira Azul. São destinos de seis estados brasileiros — São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Bahia, Alagoas e Ceará — reconhecidos pelo Júri Internacional do programa, por atenderem rigorosamente critérios de qualidade da água, gestão ambiental e infraestrutura turística. 

A ação posiciona o país como líder sul-americano em certificações ambientais de áreas costeiras. O ministro do Turismo, Celso Sabino, ressalta o esforço do Governo Federal na implementação de políticas públicas para estimular o turismo sustentável. "Este resultado expressivo é reflexo direto do comprometimento do Ministério do Turismo com a implementação de esforços coordenados para integrar práticas de sustentabilidade no desenvolvimento do setor, além de fortalecer as parcerias com o setor privado e a sociedade civil", enfatizou. 

O Ministério do Turismo, em conjunto com parceiros estratégicos, desempenha papel fundamental ao apoiar iniciativas de conscientização sobre a importância de proteger os ecossistemas costeiros. Esta atuação colaborativa permitiu que o Brasil ampliasse suas certificações de 42 para 49 locais, consolidando-se como uma nação que equilibra o turismo de alta qualidade com a preservação do meio ambiente. 

A cerimônia oficial de entrega da Bandeira Azul será realizada no dia 1º de novembro, em Salvador, Bahia, onde representantes das praias e marinas premiadas estarão presentes. O evento simboliza a coroação dos conjuntos de esforços para transformar o Brasil em um exemplo de sustentabilidade global, valorizando suas belezas naturais e promovendo o turismo responsável.
 

O PROGRAMA - O Programa Bandeira Azul, criado pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE), é um dos mais respeitados selos de qualidade ambiental do mundo e exige que os locais aprovados cumpram e mantenham 34 critérios exigentes. As praias e marinas certificadas precisam demonstrar continuamente seu compromisso com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, fatores que tornam o Brasil uma referência global.
 

Veja os locais premiados no país:

LISTA DE PRAIAS APROVADAS:

Renovações:
● Praia do Patacho, Porto de Pedras – AL
● Praia de Paraíso, Guarajuba, Camaçari – BA
● Praia da Viração, Salvador – BA
● Praia da Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, Salvador – BA
● Praia do Cumbuco, Caucaia – CE
● Praia do Forno, Armação de Búzios – RJ
● Praia da Azeda Azedinha, Armação de Búzios – RJ
● Praia do Peró, Cabo Frio – RJ
● Praia de Ubás, Iguaba Grande – RJ
● Praia do Sossego, Niterói – RJ
● Praia da Reserva, Rio de Janeiro – RJ (Trecho Nelson Mandela)
● Prainha, Rio de Janeiro – RJ
● Praia das Pedras de Sapatiba, São Pedro da Aldeia – RJ
● Praia das Pedras de Itaúna, Saquarema – RJ
● Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC
● Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC
● Praia de Taquaras, Balneário Camboriú -SC
● Praia de Piçarras, Balneário Piçarras – SC
● Praia da Ponta do Jacques, Balneário Piçarras – SC
● Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC
● Praia de Mariscal, Bombinhas – SC
● Praia da Conceição, Bombinhas – SC
● Lagoa do Peri, Florianópolis – SC
● Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC
● Prainha de Itá, Itá – SC
● Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC
● Praia da Saudade, Penha – SC
● Praia Grande, Penha – SC
● Praia do Ervino, São Francisco do Sul – SC
● Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC
● Praia Grande, São Francisco do Sul – SC
● Praia da Saudade, São Francisco do Sul – SC
● Praia do Tombo, Guarujá – SP

Indicadas pela primeira vez:
● Praia de Tucuns, Armação de Búzios – RJ
● Praia Lagunar Caiçara, Arraial do Cabo – RJ
● Praia de Grumari, Rio de Janeiro – RJ
● Praia Central, Balneário Piçarras – SC
● Praia das Cordas, Governador Celso Ramos – SC


LISTA DE MARINAS APROVADAS:

Renovações:
● Yacht Clube da Bahia, Salvador – BA
● Marina Costabella, Angra dos Reis – RJ
● Iate Clube de Santos, Angra dos Reis – RJ
● Tedesco Marina, Balneário Camboriú – SC
● Iate Clube de Santa Catarina, Florianópolis – SC
● Marina da Conceição, Florianópolis – SC
● Marina Itajaí, Itajaí – SC
● Iate Clube de Santos, Guarujá – SP
● Voga Marine, Ubatuba – SP
● Marina Kauai, Ubatuba – SP

Indicadas pela primeira vez:
● Marina VillaReal, São Francisco do Sul – SC


É possível ser indenizado por construir no terreno dos ex-sogros?

                    Adv Daniel Romao Hajaj esclarece

 

Construir em um lote que não é deles é muito comum aos casais, mas na separação pode ser uma dor de cabeça

Quando alguém forma uma família nunca pensa na separação. E na hora de escolher um lugar para morar, muitos casais optam por construir uma casa no terreno dos sogros. Mas quando acontece o fim da união há uma preocupação para saber de fato quem é o proprietário do imóvel

"Essa é a pior decisão que alguém pode tomar.Sendo o terreno dos sogros, em caso de uma separação, ele não terá direito à propriedade do imóvel, já que o mesmo é de terceiros", explica o advogado Daniel Romano Hajaj, especializado em Direito da Família".

Mas é possível pedir uma indenização para quem ficou com a casa. "Mas para isso terá que comprovar o gasto com a construção do imovel". 

No caso de construir no terreno dos pais em caso de morte, a situação se assemelha "Mas é menos grave. Pois sendo um dos herdeiros, ou até mesmo o único, se for único filho, o imovel será partilhado entre ele e os demais herdeiros, irão dividir o imovel e sua construção. Ele poderá pedir o ressarcimento, mas terá que provar os gastos", pontua Daniel Romano.


Reabertura de aeroportos deve impulsionar retomada do turismo no RS

Expectativa é de volta dos turistas ao Estado, garantindo a recuperação das economias locais depois da devastação provocada pelas chuvas em maio

 

 Cidades turísticas do Rio Grande do Sul afetadas pelas chuvas que devastaram o Estado, em maio, estão prestes a ganhar um importante impulso com a volta da operação de três aeroportos, segundo o empresário Marcos Jorge, CEO do Grupo RTSC. O Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, tem previsão de ser reaberto no dia 21 de outubro, com expectativa de operar 100% da sua capacidade a partir de 16 de dezembro. Agora sob responsabilidade da Infraero, passam a receber voos comerciais os aeroportos de Canela, na Serra Gaúcha, e de Torres, no litoral norte do Estado.

Para Marcos Jorge, a reabertura dos três aeroportos, resultado de reivindicação coordenada de lideranças empresariais do Rio Grande do Sul, deve minimizar o impacto negativo do fechamento dos terminais em decorrência dos efeitos provocados pelas enchentes. “Da perspectiva da cadeia do turismo, não é pouca coisa. Facilitar a chegada dos turistas é fundamental para fazer girar novamente a economia de municípios do Rio Grande do Sul que dependem principalmente do turismo – casos da própria cidade de Canela, de Gramado e do entorno na Serra Gaúcha”, diz.

De acordo com o CEO da RTSC, cidades como Gramado, Canela e Bento Gonçalves viram a quantidade de turistas de outros Estados e países, responsáveis por até 40% da ocupação dos hotéis da região, cair significativamente durante as férias de julho e o Festival de Inverno. Com a reabertura dos aeroportos, no entanto, a expectativa é de retorno dos visitantes de outros Estados, assim como de países vizinhos, como a Argentina e o Uruguai.

Marcos Jorge avalia que a cadeia do turismo no Rio Grande do Sul é bastante diversificada, envolvendo desde hotéis e restaurantes até agências de passeios e fábricas de chocolate e vinícolas. “Trata-se de um segmento relevante, capaz de atrair crescentemente investidores interessados em alocar recursos em complexos multipropriedade”, diz o empresário.

No modelo de multipropriedade, o investidor compra uma fração (cota) do empreendimento hoteleiro, garantindo o direito de usufruir de um imóvel em determinadas datas durante o ano, conforme sua quantidade de cotas.

Em outra ponta, cabe destacar, os incorporadores dos empreendimentos hoteleiros também podem captar recursos via fundos de investimentos imobiliários – neste caso, os investidores desses fundos são remunerados pelo fluxo de recebíveis garantidos pelos pagamentos das hospedagens pelos turistas e gastos com refeições, ingressos em parques de diversão, entre outros serviços. O Grupo RTSC, por exemplo, congrega gestoras de fundos de recursos de investidores para o setor de turismo no Rio Grande do Sul.


Mobilização

Com participação ativa no movimento empresarial que garantiu a volta da operação dos aeroportos de Canela e Torres, Marcos Jorge se reuniu nos últimos meses com representantes do governo federal, como o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o ministro-chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. “A reabertura e ampliação de aeroportos regionais sempre esteve entre nossas alternativas de curto e médio prazos para viabilizar a retomada da economia”, destaca. “Acreditamos no potencial do nosso turismo como impulsionador dessa mobilização.”

A fim de habilitar os aeroportos para que as companhias aéreas possam operar voos regulares para Canela e Torres, o governo federal está investindo na melhoria das pistas de pouso e decolagem, das pistas de taxiamento e dos pátios para as aeronaves. Também recebem investimentos os equipamentos de auxílio à navegação aérea, o terminal de passageiros e as cercas de proteção, entre outros pontos importantes dos dois aeroportos. Antes de a operação passar para a Infraero, a gestão era do governo gaúcho.

O terminal de Canela poderá operar com aeronaves de categoria 1B (Grand Caravan – até 9 passageiros) e o de Torres, com aparelhos de categoria 2C (ATR-72 – para até 72 passageiros). Em 45 dias após o início da gestão, Canela poderá receber aeronaves 2C e Torres terá condições para a operação de aviões da categoria 3C (Boeing 737, Airbus A320, para uma média de 165 passageiros).


Educação financeira desde a infância: um investimento para o um futuro mais consciente e saudável

Iniciar o aprendizado sobre finanças desde cedo ajuda as crianças a tomar decisões conscientes, desenvolver hábitos saudáveis com o dinheiro e enfrentar com mais segurança os desafios da vida adulta

 

O Dia das Crianças é uma data celebrada em todo o país, e com ele surge uma oportunidade única para refletir sobre a importância da educação financeira para os mais jovens. Envolver as crianças no planejamento financeiro desde cedo pode ser um diferencial significativo na formação de adultos mais conscientes, responsáveis, equilibrados e cuidadosos em suas decisões. Esse envolvimento ajuda a desenvolver uma relação saudável com o dinheiro, promovendo decisões mais acertadas, menos impulsivas, e criando uma base sólida para uma vida financeira estável e sustentável.

 

O aprendizado financeiro deve acontecer tanto em casa como nas escolas, onde a educação financeira pode ser introduzida de maneira lúdica, com atividades práticas que simulem decisões reais, como fazer lista de compras, calcular descontos ou planejar economias. "A ideia é que as crianças vivenciem situações próximas do dia a dia, para que possam consolidar o conteúdo de forma prática. Ensinar as crianças a lidar com dinheiro vai muito além de simples cálculos; trata-se de prepará-las para lidar com a realidade da escassez de recursos e de aprender a fazer escolhas inteligentes, que são necessárias tanto para o dinheiro quanto para outros aspectos da vida, como tempo e atenção", afirma Taís Magalhães, planejadora financeira da SuperRico, uma empresa de referência em educação financeira que reforça esse compromisso, oferecendo não apenas soluções para adultos, mas também incentivando o diálogo sobre o tema em família.


 

Aprendizagem além da escola

 

Os pais desempenham um papel crucial nesse processo. "O exemplo é a melhor forma de ensinar. Abordar a educação financeira com as crianças desde os primeiros anos de vida é fundamental para gerar um impacto duradouro no futuro. Participar de decisões financeiras da casa, como o planeamento de uma viagem ou a compra de um presente caro, é uma forma de mostrar a importância de economizar e planejar. Além disso, celebrar as conquistas financeiras em família ajuda a criar uma imagem positiva, fazendo com que as crianças vejam isso como algo desafiador, mas recompensador. Quando os pequenos aprendem, por exemplo, a diferença entre desejo e necessidade, ficam mais propensos a desenvolver habilidades essenciais para a vida adulta", destaca Taís.

 

Um dos maiores desafios é ensinar que os recursos são limitados. "As crianças precisam compreender que não poderão ter todos os brinquedos ou fazer todas as viagens que desejam, e que essa é uma realidade natural da vida", explica a planejadora. Esse ensinamento é fundamental para que aprendam a lidar com frustrações de forma saudável e desenvolvam a capacidade de priorizar o que realmente importa. Ao entenderem a importância de fazer escolhas mais inteligentes e conscientes, as crianças aplicam esse raciocínio não só à gestão financeira, mas também a outras áreas da sua vida, como a gestão do tempo, onde aprendem a valorizar as atividades que trazem mais significado, e nas relações pessoais, onde passam a compreender a importância do equilíbrio, da paciência e do respeito.


 

Ações e iniciativas

 

Na SuperRico, a educação financeira voltada para crianças é uma prioridade que vai além do ambiente corporativo, sendo incentivada tanto dentro como fora da empresa. "Promovemos palestras específicas sobre o tema para os nossos colaboradores em datas especiais, como o Dia das Mães, o Dia dos Pais e, claro, o Dia das Crianças", explica Magalhães, ressaltando a importância de trazer essa conversa para o seio familiar. Além disso, a empresa disponibiliza uma vasta gama de conteúdos dedicados a esse público na sua plataforma de saúde financeira, onde são oferecidas trilhas educacionais que orientam os pais sobre como integrar os filhos no processo de planeamento financeiro de forma prática e eficiente.


 

Evitando erros comuns

 

Evitar certos erros ao falar de dinheiro com os filhos é crucial para o seu desenvolvimento financeiro e emocional. Tratar o dinheiro como um recurso ilimitado ou desvalorizar o esforço necessário para ganhá-lo pode levar a uma educação que cria crianças sem consciência do valor do trabalho. Por outro lado, incutir um medo excessivo da falta de dinheiro pode gerar uma relação problemática na vida adulta, levando a comportamentos de apego excessivo ou a gastos impulsivos, como forma de compensar traumas emocionais.

 

A coerência entre o discurso e o exemplo dado pelos pais também é essencial. "Pais que falam sobre poupança, mas mantêm hábitos de consumo descontrolados, não conseguem ensinar uma lição consistente. O equilíbrio é essencial, mostrando às crianças que é possível desfrutar da vida sem depender exclusivamente do dinheiro", comenta Taís.

 

A educação financeira infantil vai além da gestão de finanças. Trata-se de ensinar sobre escolhas, vida e futuro. Tanto as escolas quanto as famílias desempenham um papel fundamental na formação de crianças que crescerão preparadas para enfrentar os desafios financeiros e as responsabilidades da vida adulta. "O futuro financeiro de uma criança começa com pequenas escolhas no presente", afirma a planejadora financeira. 



SuperRico
www.superrico.com.br


Médicos demonstram insatisfação e desconfiança com os planos de saúde no país, aponta Ipsos

Pesquisa revela que metade dos médicos (50%) desconfia dos planos de saúde, e 4 em cada 10 criticam negativamente o setor

 

A Ipsos, em parceria com a Fine Research, realizou um estudo abrangente com a classe médica para analisar as percepções sobre o futuro dos planos de saúde no Brasil. O levantamento contou com a participação de 60 médicos, cuja coleta de dados foi realizada em julho de 2024. Paralelamente, foram entrevistados 1.003 brasileiros com amostra representativa da população geral, em agosto de 2024, utilizando dados do Screener de Healthcare, uma pesquisa anual conduzida pela Ipsos.

 

O estudo mostrou que 75% do tempo dos médicos é dedicado ao atendimento de pacientes de planos de saúde, reforçando a importância desse modelo na prática clínica. No entanto, a satisfação com os convênios é baixa: apenas 18% dos médicos se declararam satisfeitos, enquanto 42% expressaram insatisfação. Esse descompasso entre a relevância dos convênios e a percepção dos serviços oferecidos evidencia a necessidade de melhorias no setor, tanto para profissionais quanto para pacientes.

 

Futuro incerto dos planos de saúde 

O estudo aponta um cenário complexo para o futuro dos planos de saúde no Brasil. Embora a regulamentação e o uso de tecnologias sejam vistos como fundamentais para enfrentar obstáculos como altos custos e fraudes, a acessibilidade continua sendo uma grande preocupação. Entre os médicos entrevistados, 74% não acreditam que os planos de saúde se tornarão mais acessíveis — o equivalente a 3 em cada 4 profissionais. E outros 80% acreditam que o futuro dos planos de saúde é incerto e desafiador.

 

A tecnologia, como a telemedicina, é considerada uma ferramenta crucial para combater fraudes, no qual 78% acreditam que a tecnologia terá um papel fundamental na resolução de fraudes (que hoje é apontado como o maior problema dos planos de saúde).

 

Entre os principais desafios identificados estão os custos elevados, a complexidade regulatória e as fraudes, o que necessita uma regulamentação mais clara e eficaz para proporcionar melhores condições de atendimento.

 

Médicos desconfiam mais de planos de saúde do que da indústria farmacêutica 

Metade dos profissionais não confia nos planos de saúde (50%) Em contraste, a confiança dos médicos na indústria farmacêutica supera tanto a média global (41%) quanto a média brasileira (50%). Os dados indicam que a indústria farmacêutica possui um "colchão reputacional" mais forte, enquanto os planos de saúde têm uma grande oportunidade de fortalecer sua confiança, principalmente entre os médicos.

 

Há também uma percepção divergente entre médicos e a população em geral sobre os planos de saúde. Enquanto os usuários apresentam uma visão mais neutra, os profissionais demonstram uma maior criticidade. A apuração indica que quase metade deles possuem uma opinião neutra ou negativa sobre os planos de saúde (47%). Essa percepção mais crítica pode ser explicada pela interação diária dos médicos com as dificuldades enfrentadas pelos pacientes nos planos de saúde, como burocracia, dificuldades em autorizar procedimentos e limitações de cobertura.

 

No levantamento, a maioria dos médicos entrevistados está localizada em São Paulo, que representou 65% da amostra, seguida por Porto Alegre (15%), Rio de Janeiro (10%), Salvador (8%) e Recife (2%). Em termos de especialidades, dermatologia, oncologia, hematologia, reumatologia e pneumologia tiveram participação igualitária, cada uma representando 20% dos entrevistados.

 

Confiança abalada

 

Há uma profunda insatisfação com os serviços oferecidos, apesar da ampla adesão aos planos de saúde. Um dos pontos mais preocupantes é a alta carga de trabalho dos médicos com pacientes de planos de saúde. 75% do tempo dos médicos é dedicado a atender pacientes de planos, mas a satisfação com esses atendimentos é baixa, com apenas 18% dos médicos se declarando satisfeitos. Essa insatisfação é atribuída a diversos fatores, como a burocracia excessiva, a dificuldade em autorizar procedimentos e as limitações de cobertura.

 

Além da insatisfação com a situação atual, os médicos demonstram um profundo ceticismo em relação ao futuro dos planos de saúde. 53% dos médicos acreditam que o futuro do setor é incerto e desafiador. Essa percepção negativa é influenciada pela crescente complexidade do setor, as constantes mudanças na legislação e a crescente demanda por serviços de saúde.

 

A baixa confiança nos planos de saúde pode ter consequências significativas para o setor. A insatisfação dos médicos pode impactar diretamente a qualidade do atendimento aos pacientes, levando a um ciclo vicioso de insatisfação e deterioração dos serviços. Além disso, a dificuldade em gerar confiança pode prejudicar a imagem do setor e dificultar a atração de novos clientes.

 

Outro dado revelado pela pesquisa é a diferença de confiança entre os médicos em relação aos planos de saúde e à indústria farmacêutica. Enquanto a indústria farmacêutica goza de maior confiança, tanto entre médicos quanto entre a população em geral, os planos de saúde enfrentam um cenário mais desafiador. Metade dos médicos (50%) não confia nos convênios, um índice significativamente mais alto do que a desconfiança em relação à indústria farmacêutica.

 

O estudo da Ipsos destaca não apenas a necessidade de ajustes no setor de planos de saúde, mas também uma oportunidade para que operadoras invistam em melhorias que beneficiem tanto os profissionais quanto os pacientes, garantindo a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.



BOLETIM DAS RODOVIAS

Início de tarde com tráfego carregado nas rodovias concedidas

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta terça-feira (8).  

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) está com congestionamento do km 12 ao km 11+360 sentido capital. No sentido interior, o tráfego é normal. A Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), tem tráfego normal sentido interior, mas para quem segue em direção à capital, há congestionamento do km 18 ao km 13+600.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) possui tráfego normal nos dois sentidos. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), tem lentidão no sentido capital do km 16+460 ao km 13+700. No sentido interior, há congestionamento do km 21+600 ao km 30+500.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor tem congestionamento do km 21 ao km 18, no sentido capital. No sentido interior, o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Dia das crianças: especialista do will bank dá cinco dicas para falar de dinheiro com os pequenos

As atividades do dia a dia são o melhor meio para iniciar a educação financeira logo na primeira infância

 

Para quem tem crianças em casa, o dia 12 de outubro chega junto com muita expectativa de um presente para os pequenos. Mas que tal usar a data como uma oportunidade para começar a conversar sobre dinheiro com as crianças? Para a educadora financeira, Mila Gaudencio, que também é economista e consultora financeira do will bank, este é um bom momento para introduzir educação financeira na rotina de toda a família. 

“As atividades do dia a dia são o melhor meio para iniciar a educação financeira logo na primeira infância. A forma como tratamos os objetos e a nossa relação com o poder de compra impacta diretamente as crianças. Por isso, nas datas especiais, como o Dia das Crianças, ter atenção ao tema dinheiro pode ser ainda mais importante, uma vez que a expectativa por ganhar um presente é maior”, explica Mila. 

De acordo com a consultora do will bank, banco digital com mais de 7 milhões de clientes em todo o país, é no dia a dia que precisamos criar e manter o hábito de explicar o assunto dinheiro. Por isso, para ajudar os responsáveis a iniciarem a conversa sobre educação financeira com as crianças, a consultora preparou cinco dicas:

 

1.Como evitar o “se não tem dinheiro, é só comprar no cartão”?

Quem tem filhos já deve ter ouvido esta resposta, depois de dizer que não podia comprar algo, pois não tinha dinheiro. Para a educadora financeira, mostrar o preço das coisas em quantidade pode ser um jeito mais claro de explicar para as crianças da geração do cartão de crédito e do PIX, que já não têm tanto contato com dinheiro em papel e não entendem a palavra como sinônimo de saldo.

Nesse momento, a criatividade pode ser uma ótima opção: vale apelar para caroços de feijão, por exemplo. Quando a criança fala que quer muito ganhar algo, como um brinquedo, é importante mostrar em quantidade o quanto custa. Esse hábito pode ser utilizado para a pizza do final de semana, alimentos e coisas que a criança gosta de consumir.

 

2. Dinheiro não cai do céu, mas vem de onde então?

Explicar a relação de tempo de trabalho e dinheiro é importante, para que a criança entenda que o dinheiro é consequência de uma ação, como o trabalho. Sempre que puder, dê exemplos mais concretos, que ajudam os pequenos a formar uma noção mais próxima sobre algo abstrato como dinheiro. “Uma forma de fazer isso é conversar sobre o tempo que é necessário para conquistar certa quantia, seja comparando as horas que você fica fora para trabalhar ou mesmo em casa, em frente ao computador, no trabalho home office”, aconselha Mila.

 

3.Inclua alguns conceitos mais complexos do dia a dia

Mostrar que os preços mudam e que alguns itens podem ficar mais caros com o passar do tempo, em outras palavras, é introduzir uma conversa sobre inflação. Mas nem tudo precisa ser conceitual ou difícil, quando a apresentação dos preços se torna uma rotina, essa conversa tende a se tornar ainda mais fácil. Escolha itens de consumo constante da criança e tenha um lugar para anotar, por um período de tempo, o preço desses produtos. Desta forma, é possível realizar um comparativo de preços e indicar, por exemplo, que a bolacha, que antes era comprada com R$1,00 agora precisa de R$2,00.

 

4.Incentivar os questionamentos sobre necessidade e o consumo consciente

Aproveite aqueles momentos de “eu quero” para conversar com a criança sobre o que ela já tem. Se for um brinquedo, por exemplo, ajude a perceber a necessidade daquilo, sem apelar muito para a racionalidade, que pode ainda não estar presente no comportamento de crianças pequenas, mas envolva a criança na decisão. Essas também são boas oportunidades de introduzir o consumo consciente, afinal, não gastar dinheiro em algo também é uma boa lição.

“É importante perguntar o porquê delas acharem tão importante aquele brinquedo e, pensando num item mais antigo, o motivo pelo qual ele ter deixado de ter relevância. Ouça o que a criança tem a dizer sobre, para que ela mesma vá criando consciência sobre a importância do consumo consciente.”

 

5.Crianças gostam de se envolver, deixe que elas participem do planejamento

Se você conseguir implementar na prática uma ou mais dessas etapas, falar sobre planejar a compra de um brinquedo, ou até mesmo uma viagem de férias, se torna algo muito mais leve. Para a especialista, a etapa de planejamento pode ser implementada como um momento de diversão da família. “Criar um quadro com colagens e desenhos para a visualização do próximo destino de férias, por exemplo, pode ser bastante interessante para estimular o planejamento para realização de sonhos e até para entender que um brinquedo, ou um consumo imediato pode distanciar os planos da viagem”, acrescenta. 



Oi, eu sou um banco digital, mas pode me chamar de will
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