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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Hábito de roer gelo tem impactos negativos na proteção do sorriso

Para José Todescan Júnior, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, ao evitar esse comportamento e adotar medidas preventivas simples, é possível preservar a saúde bucal por mais tempo

 

Embora possa parecer uma maneira refrescante de prolongar a sensação de frescor, a prática de morder pedras de gelo pode ter sérias consequências para a saúde dental. O gelo, apesar de sua aparência e textura convidativas, é incrivelmente rígido e pode causar danos nos dentes, como fissuras e fraturas graves. 

De acordo com o Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental, odontopediatria e endodontia, além de membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, os dentes são estruturas duras, mas não são invencíveis. “Quando expostos a temperaturas extremas, como ao roer gelo após ingerir bebidas geladas, os dentes estão suscetíveis a rachaduras. O gelo, por sua natureza rígida, pode exercer pressão excessiva, resultando em fissuras microscópicas que, ao longo do tempo, podem evoluir para rachaduras visíveis e, até mesmo, para a quebra parcial ou total de um dente”, alerta. 

É importante compreender que mesmo os pequenos fragmentos de gelo podem ter um impacto significativo nos dentes. “O esmalte dentário pode enfraquecer quando exposto repetidamente a esse tipo de tensão, aumentando as chances de danos estruturais. Além disso, dentes fraturados podem resultar em desconforto, maior sensibilidade e dor aguda ao mastigar”, revela. 

Para aqueles que têm o hábito de roer gelo, é fundamental compreender os riscos associados a essa prática. “Não se deve considerar o gelo como um substituto para petiscos ou como uma extensão do prazer de uma bebida gelada. Substituir esse hábito pela utilização de canudos para evitar o contato direto com os dentes é uma medida simples que pode fazer uma grande diferença na prevenção de danos dentários”, relata. 

Para Todescan, conscientizar sobre os perigos desse hábito é fundamental para promover uma melhor compreensão dos cuidados dentários preventivos. “Consultas regulares ao dentista são igualmente importantes para avaliar e identificar qualquer dano que possa ter ocorrido devido a esse hábito, permitindo um tratamento precoce e adequado, caso necessário”, pontua. 

Embora roer e morder gelo possa parecer uma atividade inofensiva, os riscos que essa prática representa para a saúde dental são reais. “Proteger a integridade dos dentes requer conscientização sobre os perigos desse hábito e a adoção de práticas mais seguras. Ao evitar esse comportamento e adotar medidas preventivas simples, é possível preservar a saúde bucal e garantir um sorriso saudável por mais tempo”, finaliza. 



Todescan Júnior - Atuando com excelência na área de Odontologia há mais de 33 anos, José Todescan Júnior é especialista em Prótese Dental e Odontopediatria pela USP, endodontia e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, membro da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e membro da Associação Brasileira de Odontologia Estética. Ele acredita que o profissional que se aperfeiçoa em diversas áreas pode escolher sempre o melhor para os pacientes.


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Profissional de saúde alerta sobre os riscos de apenas 48% da população brasileira estar com a vacinação em dia

Coordenadora do curso de enfermagem do Centro Universitário Facens alerta sobre a importância de atualizar cartão de vacinas antes das viagens de férias e ressalta que é preciso ficar atento para prevenir a transmissão de doenças infecciosas graves

 

De acordo com informações do DataSUS, divulgado pelo Ministério da Saúde, apenas 47,93% da população brasileira está com a vacinação em dia. Em 2022, segundo o documento, esse percentual também não chegou perto do ideal e atingiu apenas 67,94%, situação que preocupa profissionais que atuam na área da saúde, especialmente no período de férias, quando a população costuma viajar para outros estados e países, levando doenças para outras regiões ou trazendo vírus para sua comunidade assim que retornam. 

Para Ariadne Fonseca, coordenadora do curso de enfermagem no Centro Universitário Facens, a vacinação é uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças infecciosas. Segundo ela, “manter a carteirinha de vacinação atualizada não apenas protege o indivíduo, mas desempenha um papel fundamental na prevenção da disseminação de doenças virais em toda a comunidade”. 

Segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), alguns passos devem ser seguidos para melhorar a cobertura vacinal, como ampliar o acesso e o horário de atendimento, monitorar a cobertura, promover a orientação da população, combater informações falsas, treinar os profissionais de saúde e monitorar surtos. 

Ariadne comenta que quanto menor for o número de pessoas vacinadas no território brasileiro, maior o risco de reintrodução de doenças tidas como erradicadas ou sob controle, como poliomielite e sarampo. “Quanto mais pessoas vacinadas, menor o risco de reintrodução dessas doenças, menor o gasto público com internações de pacientes com doenças imunopreveníveis e maior a possibilidade de investimento em outras áreas da saúde”, destaca. 

A profissional explica ainda que algumas doenças são mais comuns em determinadas regiões do país e a vacinação pode variar de acordo com a localidade. “Por exemplo, quem viaja para áreas mais frias deve estar com a vacinação contra a gripe influenza e Covid-19 em dia. Já para a febre amarela, que antes era mais concentrada em áreas de mata, hoje é recomendada para todas as regiões, devido ao surto ocorrido em 2017”, reforça.
 

Viagens internacionais

Para viagens internacionais, esse cuidado também é muito importante. O Ministério da Saúde recomenda que o viajante procure os serviços públicos de saúde com um documento de identificação e o cartão de vacinas em mãos para avaliação e, se necessário, tomar as vacinas faltantes. Também é importante emitir o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) e incluir na lista de documentos que deve levar antes de embarcar, pois alguns países podem pedir comprovação da situação vacinal. Mais informações, podem ser acessadas aqui. 

“Em tempos de mobilidade e globalização, a vacinação se torna uma medida essencial para a proteção individual e coletiva, principalmente depois da pandemia provocada pelo coronavírus, que se tornou global em razão do movimento constante de pessoas. Portanto, antes de embarcar em sua próxima aventura de férias, certifique-se de verificar sua situação de vacinação e seguir as orientações das autoridades de saúde, garantindo que sua viagem seja segura e saudável para você e para aqueles ao seu redor”, recomenda a profissional, que acrescenta ainda que “nosso país possui um dos melhores sistemas de saúde pública do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), com distribuição gratuita de vacina para a população, dividida em faixas etárias e grupos de risco, conforme priorização do grupo técnico de imunização do Ministério da Saúde”.

Em caso de dúvida ou para maiores esclarecimentos, procure a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima da sua residência.


A importância da cronologia da saúde bucal desde a gestação até a melhor idade

Especialista ensina a manter dentes e gengivas saudáveis para garantir uma boa qualidade de vida 

 

A saúde bucal não é um aspecto isolado do bem-estar humano, pois ela está intimamente relacionada à saúde geral do indivíduo. Ignorar esse aspecto pode levar a uma série de complicações que vão muito além da cavidade oral. 

Segundo a cirurgiã-dentista Maria Fernanda Braga, a saúde bucal não é apenas uma questão estética ou funcional. Ela é integral à qualidade de vida geral de uma pessoa. “O cuidado com a saúde bucal é uma jornada que se estende por toda a vida. As necessidades mudam em cada fase, mas o objetivo permanece o mesmo: manter dentes e gengivas saudáveis para garantir uma boa qualidade de vida, além de uma saúde integral impecável”, explica.

Durante a gravidez, as alterações hormonais podem aumentar o risco de problemas bucais, como gengivite e cáries. “Por isso é fundamental que a mãe siga um plano de saúde bucal rigoroso, que inclui escovação, uso de fio dental e consultas regulares ao dentista”, afirma Braga.

De acordo com a cirurgiã-dentista, o plano na gestação consiste em consulta com dentista para avaliação, higienização regular e dieta balanceada. “Após o nascimento do bebê, é crucial iniciar o cuidado odontológico logo nos primeiros meses de vida, sempre com a orientação do profissional”, alerta.

Já durante a infância, o uso de escova de dente infantil deve ser utilizado de forma adequada, por isso, a primeira consulta ao dentista deve acontecer até o primeiro ano de idade para as orientações e aplicação de flúor. “Levar a criança ao consultório no primeiro ano de vida é decisivo para estabelecer um plano de cuidado preventivo, identificar precocemente problemas dentários e educar os pais sobre práticas de saúde bucal adequadas”, explica Maria Fernanda Braga.

Na adolescência, a fase é marcada pelo surgimento dos dentes permanentes e pelo risco aumentado de cáries e doenças gengivais. “É nessa fase que o uso de aparelho ortodôntico pode ser necessário. Por isso, é preciso se empenhar na higienização rigorosa para prevenção de cáries, além de consultas periódicas ao dentista”, alerta a especialista.

Para jovens adultos e durante a meia-idade, a manutenção da saúde bucal pode prevenir problemas mais graves no futuro, como a perda de dentes e doenças cardíacas. “Por isso é necessário limpezas profissionais semestrais, tratamentos de canal ou extrações, se necessários, além de uso de protetores bucais em atividades físicas”, explica a cirurgiã-dentista.

Já na melhor idade, o envelhecimento traz consigo problemas como a diminuição da produção de saliva e o desgaste do esmalte dentário. “Para manter a saúde bucal nessa fase, o uso de produtos específicos para boca seca pode ser indicado, além de tratamentos para fortalecimento do esmalte e check-ups regulares para detecção precoce de cânceres bucais”, finaliza Braga.

  

Maria Fernanda Braga : CRO RJ-41346 - Cirurgiã-dentista, especializada em bebês e crianças, com formação e especialização pela UFRJ. É escritora, desenhista e idealizadora do projeto de prevenção da saúde bucal “As Aventuras de Dentix”, que cria uma comunicação facilitada para fazer a informação chegar para as famílias.

 

Dezembro Vermelho: Prep é aliada na prevenção do HIV


Médica fala sobre medicamentos que auxiliam na prevenção da exposição, mas reforça: camisinha é ainda uma das formas mais segura e simples para prevenção de ISTs
 

 

A campanha “Dezembro Vermelho”, que levanta importantes reflexões sobre a luta contra o vírus do HIV, bem como a assistência e a proteção dos direitos dos infectados pelo vírus, é um marco no calendário da saúde no Brasil. O tema é de extrema relevância e precisa ser reforçado anualmente. De acordo com a UNAIDS, em todo o mundo 39 milhões de pessoas viviam com o vírus HIV em 2022. No mesmo ano, 1,3 milhão de pessoas foram recém-infectadas e 630 mil morreram de doenças relacionadas à AIDS.

Os tratamentos hoje existente são bem aceitos e eficazes, auxiliando na diminuição do número de mortes e aumentando a qualidade de vida dos portadores do vírus. Também de acordo com a UNAIDS, 29,8 milhões de pessoas estavam recebendo terapia antirretroviral em 2022.

O uso de preservativos e a testagem frequente são, ainda, as formas mais eficazes de prevenção dessa e outras ISTs, mas há, também, medicações que são aliadas nessa batalha contra o vírus. A médica Marina Dias Souza, infectologista na rede Kora Saúde, comenta que a Prep (Profilaxia Pré Exposição) é mais uma estratégia de prevenção ao vírus do HIV.
“O tratamento consiste no uso de antirretrovirais para previnir/reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV e é aplicado em populações com maior exposição ao vírus. O uso da medicação é contínuo e diário e o SUS fornece gratuitamente tanto a Prep quanto o suporte, com consultas periódicas e acompanhamento regular. A eficácia referida em estudos mais recentes chega a 44%”, conta.

A Prep consiste no uso de dois antirretrovirais, formulados em um único comprimido. A especialista explica que, como qualquer medicação, há o risco de efeitos colaterais, mas geralmente eles são leves, como náusea e diarreia no início do uso, e tentem a desaparecer com o passar do tempo. Porém, em casos mais raros, pode ocorrer toxicidade renal e hepática.

Marina reforça que o uso da Prep não substitui o da camisinha, pois a Prep auxilia na prevenção de do HIV mas não tem efeito para prevenir outras ISTs. “A camisinha é uma das formas mais segura e simples para prevenção de ISTs e é preciso que se sejam vencidas as barreiras culturais e de informação para que, cada vez mais, os preservativos sejam vistos como um item indispensável na vida das pessoas que possuem vida sexual ativa”, finaliza.

 

Confira nove estratégias essenciais para lidar com alunos com autismo

Segundo diretora do Grupo Rhema, profissionais precisam se capacitar para promover a inclusão a ajudar estudantes a se desenvolverem melhor 

 

Lidar com alunos que possuem TEA (Transtorno do Espectro Austista) requer abordagens pedagógicas diferenciadas, já que é necessário proporcionar um ambiente de aprendizagem mais enriquecedor para estimular esses alunos.

De acordo com Mara Duarte, especialista em neuropedagogia e diretora de educação do Grupo Rhema de Educação, é necessário entender que crianças com autismo conseguem realizar atividades complexas, mas, para isso, os professores precisam estar munidos de conhecimento e métodos que ajudem na sua evolução. “No Grupo Rhema procuramos auxiliar os profissionais a aprofundarem seus conhecimentos, para se tornarem referência em educação inclusiva”, explica.

Segundo Mara, é preciso aprender e utilizar em aula métodos inovadores e inclusivos para garantir a formação de um ambiente educacional que atenda às necessidades específicas desses alunos. “O objetivo é sempre promover a inclusão e o desenvolvimento pleno de cada estudante”, afirma. 

Confira nove estratégias que podem ser usadas em sala de aula quando há alunos com autismo:

  1. Evite comparações com os demais alunos: Cada aluno é único, assim como um aluno com TEA também tem suas dificuldades e desafios a vencer.
  2. Proponha tarefas breves e de curta duração: Costuma funcionar melhor com alunos portadores do Transtorno.
  3. Encoraje esses alunos a aprender de forma independente: Alunos com TEA têm muita capacidade de aprender, ainda que precisem de um pouco mais de tempo em certas situações, por isso devem ser encorajados.
  4. Dê condições para a autocorreção: Eles podem e devem ter a oportunidade de entender e corrigir os erros cometidos.
  5. Ofereça atenção individualizada: Muitas vezes é necessário um pouco mais de atenção por parte do professor. 
  6. Adote uma sequência gradativa de conteúdos: Manter a ordem é importante para alunos com esse perfil.
  7. Retome conteúdos trabalhados anteriormente através de atividades complementares e revisão de conteúdos ministrados: A revisão é importante para relembrar aprendizados.
  8. Introduza atividades alternativas às previstas, bem como outras complementares ao planejamento inicial: É preciso se preparar para não deixar as aulas engessadas.
  9. Dê aos alunos ordens claras e sequenciais com explicações objetivas e linguagem de fácil entendimento: Os alunos com TEA precisam de uma linguagem simples e direta para maior compreensão. 

 

Mara Duarte da Costa - neuropedagoga, psicopedagoga, psicomotricista e coach educacional. Além disso, atua como mentora, empresária, diretora geral da Fatec e diretora pedagógica e executiva do Grupo Rhema Educação. As instituições já formaram mais de 80 mil alunos de pós-graduação, capacitação on-line e graduação em todo o Brasil. Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.


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Acessibilidade auditiva: um desafio extra no processo de inclusão de pessoas com deficiência

  Embora a legislação já preveja uma série de obrigatoriedades, há muitos aspectos que ainda limitam a comunicação dessa população 

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 10% da população mundial tenha algum tipo de deficiência. Ou seja, são cerca 7,8 milhões de pessoas que vivem com algum impedimento de longo prazo, ocasionado por natureza física, mental, intelectual e/ou sensorial, que impede sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições.

É por esta razão que a comunidade médica do Brasil e do mundo se mobiliza todos os anos, no dia 3 de dezembro, em torno do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre a desigualdade de oportunidades e outros problemas enfrentados por esses cidadãos, além de celebrar as conquistas realizadas ao longo dos anos.

Das barreiras ainda a serem superadas, a chamada “acessibilidade auditiva” é assunto que se destaca cada vez mais nas discussões temáticas relacionadas à data. Afinal, da mesma forma que os deficientes físicos e deficientes visuais, os auditivos também demandam ações inclusivas que lhes assegurem mais autonomia e liberdade.

"A comunicação é, com certeza, o maior obstáculo que os deficientes auditivos têm para interagir com a sociedade de maneira efetiva. Há várias barreiras que os impedem disso e, geralmente, sequer percebemos", observa a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, do Hospital Paulista – referência em saúde de ouvido, nariz e garganta.

Embora a legislação federal já preveja uma série de obrigatoriedades, por meio da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), a especialista destaca que há muitos aspectos ainda a ser observados. Nesse contexto, ela destaca como exemplos as portarias eletrônicas (cada vez mais presentes em edifícios residenciais) e as baias de atendimento individual (muito comuns em consultórios, laboratórios, cinemas etc.), além dos tradicionais autofalantes de supermercados, alarmes sonoros e a própria campainha de nossas casas. 

"Por serem instrumentos que dependem da audição, isso inviabiliza a comunicação com qualquer pessoa que tenha surdez. Muitas vezes, nem mesmo a presença de intérpretes de libras permite uma comunicação efetiva, já que muitos surdos não são alfabetizados na linguagem de sinais. Da mesma forma, há pessoas surdas que não são alfabetizadas em português e só utilizam as libras. Portanto, são situações que precisam ser repensadas, de forma ampla, abrangendo toda sua comunidade e respeitando cultura e individualidade de cada um", pondera a especialista.


Sinalizantes e oralizados

Otorrinolaringologista e foniatra do Hospital Paulista, Dr. Gilberto Ferlin explica que as pessoas surdas ou com deficiência auditiva que se comunicam através da Língua de Sinais são conhecidas como "sinalizantes". Já as pessoas que são alfabetizadas no português sabem fazer leitura labial e preferem vocalizar, essas conhecidas como "oralizadas".

"Existe uma grande diversidade nesse universo que, aqui no Brasil, é formado por cerca de 2,3 milhões de pessoas. Por isso, é importante levar esse aspecto em consideração ao pensar em recursos de acessibilidade. Precisamos pensar cada vez mais em tornar os espaços que fazemos parte mais acessíveis para todas as pessoas. Isso vai desde o nosso grupo de amigos ao ambiente corporativo e familiar.”

No Hospital Paulista, além de estrutura completa de acessibilidade para todos os tipos de deficiência, os colaboradores são treinados em Libras para garantir pleno atendimento aos pacientes com deficiência auditiva.

  

Hospital Paulista de Otorrinolaringologia


Ferramentas de suporte à decisão clínica: A tecnologia como elemento chave para garantir a segurança do paciente

 

À medida que o conhecimento clínico avança rapidamente, tem se tornado cada vez mais desafiador para os médicos se manterem informados com relação às evidências e protocolos mais atuais. Tendo em vista as sobrecargas de informação e desinformação existentes no segmento, é necessário que estes profissionais filtrem a vasta quantidade de pesquisas disponíveis, o que tem se tornado ainda mais crítico durante o atendimento ao paciente. 

Independente de quão experientes são, os médicos podem não ter a resposta para todas as dúvidas, por isso a adoção de tecnologias robustas torna-se indispensável para assegurar a tomada de melhores decisões no ponto de atendimento. Neste sentido, segundo estudo realizado pela ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), em parceria com a Wolters Kluwer Health, para 61% dos hospitais privados participantes da pesquisa, é extremamente relevante o acesso a fontes de conhecimento baseadas em evidências para utilização do corpo clínico. 

Este dado demonstra a relevância das ferramentas de suporte à decisão para a rotina dos profissionais de saúde, bem como para o aprimoramento da qualidade do cuidado oferecida pelas instituições. Isto porque estas soluções são desenvolvidas para auxiliar as equipes assistenciais a tomarem decisões rápidas e assertivas ao longo da jornada de um paciente, sempre levando em consideração as evidências mais atuais e relevantes.
 

Ferramentas de suporte à decisão clínica na prática 

Neste cenário, a tecnologia clínica torna-se fundamental para os profissionais de saúde no que se refere à qualidade e à segurança assistencial prestadas ao paciente, ao fornecer informações precisas, que, além de ajudarem a padronizar os processos, também proporcionam um atendimento personalizado, ao levar em consideração as características clínicas de cada paciente, reduzem o número erros de diagnóstico, aprimoram a harmonização do cuidado e asseguram uma relação mais humanizada. 

Na prática, tudo isso é possível pelo potencial destas soluções em analisar e avaliar os conjuntos de informações a respeito das condições clínicas do paciente, que, consequentemente, indicarão quais serão os exames necessários para o diagnóstico e as dosagens corretas de medicamentos, além de alertas relacionados a alergias, duplicidade de drogas e interações medicamentosas. 

Além disso, as ferramentas de suporte à decisão clínica auxiliam para a redução de eventos adversos e do número de internações, bem como da variabilidade clínica. Este cenário ajuda a tornar os processos hospitalares mais adequados, inibindo custos às instituições de saúde, que a partir da adoção destas soluções terão uma rotina ainda mais otimizada. 

Portanto, levando em consideração os obstáculos enfrentados pelos profissionais de saúde com relação ao volume de informações e à velocidade com que elas são atualizadas, a união entre os benefícios proporcionados pelas soluções de suporte à decisão clínica e as melhores práticas oferecidas pela Medicina Baseada em Evidências exerce, mais do que nunca, papel fundamental para suprir as demandas e assegurar a qualidade necessária ao paciente. Com isto, é possível garantir não só o progresso referente ao atendimento clínico, mas, também, aprimorar o desenvolvimento do setor de saúde. 

 

Eduardo De Luca - Gerente de Estratégia de Mercado para América Latina na Wolters Kluwer Health, empresa líder global no fornecimento de informações profissionais, soluções e serviços para médicos e enfermeiros.


Rede Meu Doutor Novamed alerta sobre riscos do sol para o câncer de pele e dá dicas de cuidados para prevenção

 

Dra. Jéssica Alves Ivanoff, dermatologista da rede de clínicas, explica como identificar os principais sintomas do câncer mais comum entre os brasileiros

 

A proximidade do verão desperta a atenção sobre os riscos da exposição excessiva aos raios solares para a saúde, sobretudo o desenvolvimento do câncer de pele. De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o tipo não melanoma é o mais incidente entre os brasileiros, respondendo por 31,3% dos casos no Brasil, considerando todas as possibilidades de câncer. A estimativa é de aproximadamente 220 mil ocorrências desse tipo da doença no país no período de 2023 a 2025. 

“A radiação ultravioleta (UV) pode causar inúmeros danos, como desencadear o surgimento de sinais, manchas e sardas, estimular o envelhecimento precoce, além de aumentar o risco de desenvolvimento do câncer de pele”, destaca a médica dermatologista Jéssica Alves Ivanoff, da rede Meu Doutor Novamed, e que atua na unidade da região de Ondina, em Salvador.

 

Tipos de câncer de pele e fatores de risco

Provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele, o câncer de pele pode se manifestar de diversas formas. E se divide em dois tipos – o melanoma e o não melanoma. Conheça as características de cada um e as diferenças entre eles:


Câncer de pele não melanoma: se manifesta principalmente nas áreas mais expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, ombros, couro cabeludo e em camadas distintas da pele. Neste grupo, se destacam o Carcinoma Basocelular (CBC), que surge na camada basal da epiderme e é o tipo mais comum de câncer de pele, e o Carcinoma Espinocelular (CEC), que tem origem a partir da camada espinhosa, e cujo desenvolvimento pode estar associado a outras condições, como feridas crônicas e cicatrizes.

 

Câncer de pele melanoma: é o tipo mais grave da doença. Contudo, é também o menos frequente. Originado a partir dos melanócitos – células produtoras de melanina – tem mortalidade elevada, mas grandes chances de cura quando diagnosticado precocemente.

 

Especialista enumera 5 fatores de risco

Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolvimento desse tipo de câncer, a dra. Jéssica Alves destaca cinco como os principais: 

  • Exposição solar acumulativa (ocupacional) ou intermitente (recreativa);
  • Fototipos baixos (pele clara, olhos claros, ruivos) e pacientes que queimam com facilidade ao sol;
  • Feridas crônicas;
  • Imunossupressão;
  • Síndromes genéticas como albinismo, xeroderma pigmentoso e outras. 

A dermatologista também alerta para a atenção à hereditariedade: “Pacientes com história familiar de melanoma devem manter acompanhamento regular com dermatologista para avaliação preventiva, visto que o melanoma tem importante associação com a hereditariedade”.

  

Como saber se existe um problema na pele? 

É fundamental ficar atento a alterações que podem ser indicativas de câncer de pele, tais como:

  • Surgimento de lesões elevadas tipo pápulas – inchaços inflamados sólidos – ou placas vermelhas ou róseas, descamativas, que sangram com facilidade;
  • Lesões com crescimento rápido;
  • Ferida que não cicatriza;
  • Mudança no aspecto dos sinais de pele.


Regra ABCDE

Além desses sinais, a dermatologista da rede Meu Doutor Novamed chama a atenção para um conjunto de características que ajudam na identificação da doença: 

A - Assimetria;

B - Bordas irregulares;

C - Cores variadas na mesma lesão;

D - Dimensão (maior que 6mm);

E - Evolução (crescimento, mudança de cor ou de formato).


“Os principais pontos que servem de alerta para buscar prontamente a avaliação de um dermatologista podem ser resumidos nessas características, que formam a regra do ABCDE”, comenta a médica.


Cuidados essenciais
 

Com o aumento da incidência dos raios ultravioletas no mundo, é fundamental se prevenir e se proteger quando exposto ao sol. Com objetivo de estimular a prevenção e a conscientização sobre o câncer de pele, é importante construir hábitos de cuidado. A dermatologista da rede Meu Doutor Novamed, lista seis dicas essenciais para reduzir as chances de desenvolvimento da doença. Tais, como: 

  • Evitar a exposição solar, principalmente no período das 10h às 16h;
  • Fazer uso diário de protetor solar, com FPS adequado ao seu tipo de pele, para reforçar a proteção contra os raios UVA (principal responsável pelo câncer de pele e fotoenvelhecimento) e UVB (responsável pelas queimaduras solares). O protetor deve ser reaplicado a cada 2 horas;
  • O protetor solar deve ser aplicado sempre em ocasiões ao ar livre – não apenas quando em atividades de lazer. O uso é recomendado inclusive em dias nublados ou de chuva;
  • Lembrar de aplicar o protetor solar em partes do corpo como orelhas e pescoço, além das demais áreas expostas à luz solar;
  • Usar roupas de proteção UV, chapéus, sombrinhas e óculos escuros quando for se expor ao sol;
  • Observar sempre a própria pele e procurar avaliação médica se notar lesões suspeitas;

A dra. Jéssica Alves reforça o papel do acompanhamento com o especialista para o diagnóstico correto: “Além da medida preventiva de evitar a exposição excessiva ao sol, é importante consultar um dermatologista pelo menos uma vez ao ano, para avaliação dos sinais”.


Dor de cabeça no calor? Aprenda a prevenir as crises

Evitar exposição prolongada ao sol, manter a hidratação e optar por alimentos mais leves são algumas das atitudes que podem ajudar

 

É só o calor chegar para as crises de dor de cabeça e enxaqueca se manifestarem. Na maioria das vezes, a desidratação é a principal causa do problema. A falta de líquido no organismo leva a um sério desequilíbrio no processo de entrada e saída de sódio e potássio das células. Essa condição gera um distúrbio no metabolismo que contribui para as crises de dor de cabeça. 

“Outros fatores desencadeantes para o problema são a má alimentação, o consumo abusivo de álcool, poucas horas de sono, além do desgaste de longas viagens dentro de veículos com pouca ventilação ou mesmo mudanças bruscas de temperatura causadas pelo contato com ar-condicionado”, revela o Dr. Mauro Atra, neurologista do Hcor. 

Ainda segundo o especialista, em alguns casos, até mesmo a claridade do sol pode se transformar em um gatilho. “A maior parte dos pacientes com enxaqueca sofre de fotofobia. Isso os torna extremamente sensíveis à luz. Portanto, além do cuidado necessário com a desidratação, essa é mais uma razão para evitar exposição prolongada ao sol”, explica. 

As orientações para prevenir o problema nos dias quentes ainda incluem manter uma alimentação saudável e ingerir alimentos mais leves, controlar o consumo de bebidas alcoólicas, dormir bem e, quando possível, optar por viagens menos desgastantes, em ambientes mais confortáveis e bem ventilados. 

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a dor de cabeça ou cefaleia afeta mais de 90% da população mundial. “Crises de dor de cabeça e enxaqueca podem comprometer muito mais do que o trabalho ou o descanso e favorecer a ocorrência de acidentes domésticos ou mesmo de trânsito, já que desorientam e tiram a capacidade de concentração do indivíduo”, alerta o Dr. Atra.

 

Hcor


Diabetes: o que você precisa saber antes de fazer um implante dentário?

Imagem de prostooleh no Freepik
A prótese dentária para quem teve perda dos dentes proporciona uma eficiência mastigatória e qualidade de vida, segundo dentista 

 

A diabetes causa diversas consequências no organismo, uma delas são os problemas dentários e gengivais que podem acarretar até mesmo a perda de dentes. Para quem sofre com essas consequências, a solução mais eficaz é o implante dentário,  que pode ser realizado mediante acompanhamento médico e indicação profissional de odontologia. “O tratamento proporciona eficiência mastigatória, qualidade de vida, resgate da estética e da autoestima”, afirma a dentista Fernanda Oliani, consultora técnica da Oral Sin, referência em implantes dentários.

A dentista explica que a perda de dentes associada a doença está ligada a diversos fatores. Os diabéticos podem ser mais suscetíveis a ter doenças periodontais, cárie e outros problemas bucais. Além disso, eles também costumam apresentar alterações no paladar que causam um gosto ruim, salgado e até mesmo amargo na boca. “A relação com a perda do dente, somado a dificuldade em cicatrização e a higienização ruim, pode gerar inflamação nos tecidos. O organismo dele não é o mesmo do que de uma pessoa saudável, então a perda do dente acaba sendo mais acelerada”, explica.

A diabetes não inviabiliza a realização de um implante dentário, mas é preciso ter atenção no pré e no pós-cirúrgico, devido a dificuldade de cicatrização que esse grupo apresenta. “Os pacientes que possuem diabetes têm essa dificuldade. Então quando eles passam por alguma lesão, cortes ou quando precisam passar por uma recuperação mais rápida, por conta da dificuldade em cicatrização e coagulação, eles acabam tendo esse prejuízo na parte cirúrgica. Já quando a diabetes está controlada, com acompanhamento médico, é possível realizar o implante sem qualquer prejuízo, mas se ele estiver descompensado, a cicatrização pode ficar prejudicada causando um insucesso no tratamento”, alerta a dentista.

A técnica pode ser feita para pacientes a partir dos 18 anos e é realizada por meio da fixação de um pino de titânio no osso maxilar ou mandibular. Esse pino age como a raiz do dente e funciona como uma base de apoio para as próteses. Por serem rosqueadas e permanecerem firmes, as próteses sobre implantes são mais seguras do que as próteses removíveis, por exemplo.

Outra opção para esses pacientes é o tratamento de carga imediata, ideal para a recuperação do sorriso de forma rápida e segura. Ele foi criado para devolver os dentes perdidos no menor tempo, com colocação em até 72h e devolver a mastigação completa ao paciente. O que no tratamento convencional poderia levar vários meses:

“A carga imediata é quando instalamos os implantes e no momento da fixação do parafuso, ele tem um travamento mínimo e necessário para que esse implante possa receber os dentes de forma imediata. São 72h ou menos devido ao tempo de confecção, questão laboratorial, mas em alguns casos a colocação da prótese é imediatamente após a cirurgia. O que possibilita a execução dessa técnica em relação à convencional é o planejamento prévio e a qualidade óssea do paciente para reabilitar proteticamente esses implantes”, explica a dentista da Oral Sin.

  

Oral Sin

 

05/12 - Dia Internacional do Voluntariado

 

Programa de Voluntariado do Hospital Alemão Oswaldo Cruz está de portas abertas para novos candidatos

 

Neste dia 5 de dezembro, em que se comemora o Dia Internacional do Voluntariado, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz reconhece a importância e o valor de ser solidário. E convidamos quem tenha interesse em fazer a diferença para participar do nosso Programa de Voluntariado, que está com inscrições abertas para novos integrantes. 

O objetivo é oferecer aos pacientes, familiares e visitantes do Hospital, um atendimento humanizado, acolhedor e afetuoso, por meio de atividades lúdicas e recreativas. Os voluntários do Hospital atuam em diversas áreas, como hemodiálise, oncologia, recepções, internação, entre outras, levando alegria e conforto aos que mais precisam. 

Segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 862 milhões de pessoas, acima dos 15 anos, se voluntariam em todo o mundo por mês. No Brasil, o número de voluntários ativos é de 57 milhões, o que representa 34% da população adulta, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e DataFolha. 

Hoje, o Programa recebe o apoio de mais de 80 pessoas, que doam parte de seu tempo para fazer a diferença na vida do próximo. Um exemplo é a jornalista Julia Barroso, de 42 anos, que superou a escoliose após ser operada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz e, desde abril, dedica seu tempo como voluntária. 

Ela conta que se sente muito feliz em poder ajudar os pacientes, e que aprende muito com eles. “Ser voluntária no Hospital é uma forma de retribuir o cuidado que recebi quando operei na Instituição. É muito gratificante poder oferecer apoio e conforto aos pacientes da ortopedia, que enfrentam desafios semelhantes aos que eu vivi. A cada visita, eu aprendo mais sobre a vida, a resiliência e a esperança. É uma troca de amor e inspiração”, afirma Julia. 

Para se candidatar, é necessário ter mais de 18 anos e disponibilidade de pelo menos seis horas semanais. A inscrição deve ser feita pelo site do Hospital (Link), e depois disso uma entrevista individual será agendada com os responsáveis pelo programa. 

Após a seleção, os novos voluntários passarão por um treinamento de oito horas, divididos em dois dias, que é presencial e obrigatório. Durante a capacitação os candidatos terão acesso à introdução ao voluntariado, regime jurídico do voluntariado, normas e rotinas, protocolos e história da Instituição. Ao longo desse período também será possível conhecer o escopo do trabalho a ser desenvolvido e, ainda, ouvir relatos de experiência de voluntários de outros programas.

 

Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Link


Prefeitura de SP aumenta valor de kit, inclui mochila e disponibiliza créditos para material escolar e uniforme dois meses antes do ano letivo 24

 Aquisições podem ser feitas em mais de 500 lojas credenciadas da capital; juntos os benefícios para uniforme e material escolar podem chegar a quase R$ 1 mil



A Prefeitura de SP disponibilizou a partir desta segunda-feira (04), os créditos para que os responsáveis pelos estudantes matriculados na Rede Municipal façam suas compras de material e uniforme escolar, nas lojas credenciadas, para o ano letivo de 2024. É a segunda vez consecutiva que os valores são liberados dois meses antes do início das aulas, que ocorre no mês de fevereiro.

Neste ano, os kits de material escolar incluem uma mochila que pode ser escolhida pelo estudante na loja credenciada e não possui brasão da Prefeitura. Outra novidade é que os kits de uniforme terão uma calça extra. Os auxílios destinados aos alunos do Ensino Médio regular e das modalidades de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e MOVA foram desmembrados pela primeira vez, considerando as necessidades de cada grupo.

Para garantir que mais de um milhão de estudantes sejam atendidos com os auxílios, a Prefeitura vai investir R$ 661 milhões, um aumento de quase 28% em relação ao ano passado, cujo montante foi de R$ 517 milhões.

As compras devem ser feitas exclusivamente nas lojas credenciadas da capital. Neste ano, há mais opções: são mais de 490 pontos físicos em todas as regiões da cidade para a aquisição do uniforme, e mais de 519 endereços para a compra do material escolar. A maioria dos fornecedores são pequenos comerciantes e empreendedores.

Os responsáveis pela compra têm autonomia para escolher os itens necessários dentro dos kits e dos valores disponibilizados pela Prefeitura. Embora os auxílios já tenham sido liberados, eles podem ser usados até o mês de outubro de 2024.

Para a compra do uniforme, o valor do benefício é de R$ 583,60. Já para o material escolar, os créditos para os kits variam de R$ 132,04 (para as crianças do berçário) até R$ 393,39 (alunos do ensino fundamental).

Assim como nos últimos anos, o acesso para liberação de ambos os auxílios será feito por meio do aplicativo Kit Escolar DUEPAY, cujo download poderá ser feito em qualquer smartphone. O responsável legal pela criança matriculada na rede, só precisa ter o CPF cadastrado no sistema da escola, que por sua vez, está na base de dados da Secretaria Municipal de Educação.

Quem já utilizou o aplicativo no ano passado, mas não lembra qual senha foi usada, deve recuperá-la por meio desse passo a passo (https://bit.ly/esquecisenhaapp (Link para um novo sítio)).

O secretário de Educação, Fernando Padula, lembrou o sucesso da política pública de distribuição desses auxílios na Rede Municipal. “Conseguimos garantir que as famílias tenham autonomia na escolha do itens a partir de suas necessidades e possam fazer suas compras com antecedência, perto de suas residências permitindo que seus filhos e filhas iniciem o ano letivo com o material e uniforme completos.”


Quem recebe o auxílio material

O auxílio para o material escolar será disponibilizado para todos os estudantes, desde a educação infantil até o ensino médio, incluindo Educação de Jovens e Adultos e os alunos que fazem os cursos de idiomas dos Centros de Estudos de Línguas Paulistanos (CELPs).

Cada kit contém os itens necessários para serem utilizados durante todo o ano letivo. Entretanto, os valores mudam, de acordo com o ciclo de ensino (confira abaixo).

Educação Infantil – Berçário I e II: R$ 132,04

Educação Infantil – Mini-Grupo I e II: R$ 206,16

Educação Infantil – Infantil I e II: R$ 256,44

Ensino Fundamental – Ciclo de Alfabetização: R$ 333,83

Ensino Fundamental – Ciclo Interdisciplinar: R$ 393,39

Ensino Fundamental – Ciclo Autoral: R$ 378,80

Ensino Médio – R$ 354,56

EJA e Educação de Jovens e Adultos - R$ 331,04

Centros de Estudos de Línguas Paulistanos (CELPs): R$ 154,73



Quem recebe o auxílio uniforme


Já para o uniforme, serão contemplados somente os alunos da educação infantil, a partir dos 4 anos, até o ensino fundamental 2. Cada estudante terá direito ao auxílio no valor de R$ 583,60, sendo R$ 481,21 para as roupas e R$ 102,39 para os tênis.

Os kits são compostos por 5 camisetas; 1 bermuda; 1 jaqueta; duas calças; 1 blusão de moletom; 5 pares de meias; 1 tênis. As roupas possuem, obrigatoriamente, o brasão da Prefeitura de São Paulo.


Golpistas manipulam vídeo antigo de Luciano Hang, dono da Havan, com Inteligência Artificial para enganar clientes


Um novo golpe está sendo aplicado usando a imagem do empresário Luciano Hang, dono da Havan. Golpistas usaram parte de um antigo vídeo e, com auxílio da inteligência artificial, reproduziram uma voz parecida com a do empresário.


Diversos clientes têm ido em lojas da Havan em todo o Brasil em busca da “promoção” anunciada no vídeo, porém, ela não existe, afinal, trata-se de uma fraude.


A equipe de segurança digital da varejista tem atuado para derrubar os diversos perfis que são criados nas redes sociais para divulgar o material. Além disso, o setor jurídico atua para responsabilizar os criminosos.


A Havan alerta aos clientes que todas as ofertas ou promoções podem ser confirmadas nos perfis oficiais da empresa (@havanoficial) ou ainda pelo site havan.com.br.

 

Abaixo, vídeo do golpe. Pedimos cuidado na hora de divulgar para que fique claro que é golpe:

https://cseprs3.s3.amazonaws.com/email-editor-files/fce3a3ab-2c17-4602-b0d0-08d8cf52067f/a1b91894-ab93-46f6-84c4-2e4777a4e3f2.mp4


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