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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Atendimento humanizado leva em conta presença dos familiares no momento da recuperação


  Procedimento resulta em menos impacto negativo emocional e proporciona melhor qualidade de sono ao longo do internamento


Considerar mais do que as doenças, mas as pessoas. Essa é uma das definições do termo atendimento humanizado em ambiente hospitalar. A técnica é utilizada no Hospital VITA, em Curitiba, e vem alcançando resultados expressivos para os pacientes. O coordenador das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do VITA Batel, Dr. Rafael Deucher, médico intensivista, explica que todo bom atendimento de saúde deve ser humanizado e levar em conta as pessoas e não apenas as doenças. “No VITA chamamos a UTI com acompanhante de Humanizada pois sabemos da importância da presença dos familiares num momento tão difícil para o paciente”, explica.

O médico, que também é vice-presidente da Sociedade de Terapia Intensiva do Paraná (Sotipa), destaca que o atendimento humanizado tem boa influência na recuperação dos pacientes. “Influencia deixando menos impacto negativo emocional e proporcionando uma melhor qualidade de sono ao longo do internamento. Importante salientar que não é todo paciente que é candidato a ser admitido na UTI humanizada”, salienta Dr. Deucher. Ele destaca que pacientes gravemente enfermos necessitam, inicialmente, permanecer na UTI convencional.

Ainda de acordo com o médico intensivista resultados bons são obtidos em ambas UTIs conforme a necessidade do paciente. “Entretanto, naturalmente o internamento na UTI humanizada é menos agressivo emocionalmente falando”, explica. Em relação ao VITA Batel, Dr. Deucher afirma que a atuação tem foco centrado no paciente. “Não queremos apenas curar a doença e sim individualizar as demandas de cada paciente, além de querer fazer ameno o comprometimento emocional num período tão difícil na vida de quem está doente”, complementa.      

Dr. Rafael Deucher é presidente do XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Medicina Intensiva, que será promovido pela Sotipa em parceria com a Associação de Medicina Intensiva Brasileira nos dias 22 a 24 de agosto, em Curitiba. O médico destaca que o evento reunirá profissionais de renome do Brasil e do exterior para abordar o atendimento e procedimentos da medicina intensiva.

O Congresso será na sede da Associação Médica do Paraná, localizada na Rua Cândido Xavier,  nº 575, no bairro Água Verde. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.sotipa.com.br. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (41) 3343-8842 e 3243-3145 ou pelo e-mail secretaria@sotipa.com.br.

Quem também participará do Congresso é a Dra. Raquel Pusch, psicóloga clínica. Ela tratará do tema “Aspectos da Humanização na Comunicação com as famílias na UTI adulta e em pacientes pediátricos”.

“Vou trabalhar os temas de humanização relacionados à mudança de cultura, apresentação em forma de relato de experiência. Também a questão da qualidade em terapia intensiva, gestão de qualidade e moderar uma mesa que será debatida a construção do luto no familiar, ou seja, como lidar com notícias difíceis. A última conferência será sobre habilidades não técnicas na UTI pediátrica, ou seja, humanização com a visão da comunicação assertiva”, diz a profissional. 

Sobre a humanização hospitalar, ela afirma que se trata de uma questão subjetiva. “Se criarmos um ambiente acolhedor aonde o exercício da tolerância e empatia se fazem presentes, são sinais que tornam o clima mais amistoso, que favorecem o próprio ambiente que tem muita ansiedade”, relata. De acordo com a psicóloga dessa maneira que é identificada a recuperação, pela própria verbalização dos pacientes em relação a como eles se sentem. 

Segundo ela o atendimento humanizado em ambiente hospitalar pode ser identificado por meio do processo de humanização que envolve principalmente a comunicação interdisciplinar com a família, com o paciente. “É por meio da comunicação que conseguimos perceber um ambiente onde a comunicação é madura, sustentável, consistente, e em troca disso nós avaliamos a qualidade do atendimento conforme a família se comporta. É relacionado à questão afetiva e o que a família espera dos profissionais. Quando isso vem à pauta a comunicação se estabelece e é sinônimo de humanização”, salienta Dra. Raquel. 

Na visão da psicóloga clínica a humanização hospitalar é a capacidade dos profissionais de saúde levarem em consideração o bem-estar próprio e a capacidade de exercer a própria atividade profissional. “Inclui lidar com a intimidade corporal e emocional do paciente e conseguir promover o bem-estar desse paciente bem como o acolhimento dos seus familiares”.

Dra. Raquel esclarece que a identificação do hospital quanto ao projeto focado na humanização pode ser feita pelo sofrimento da equipe. “Pode ser vista por meio dos colaboradores, que já não tem mais a capacidade de dar de si mesmo na atividade diária. Por meio da má qualidade do atendimento ao usuário”, diz a psicóloga. Ela afirma que os profissionais envolvidos na humanização são todos, sem exceção. “Desde o CEO da instituição até a zeladoria, precisam ter um comportamento baseado na cordialidade, numa capacidade empática nas tratativas com o outro”.

A psicóloga destaca que a finalidade da humanização é lidar com a fragilidade humana trazendo consolo, esperança e afeto nos momentos de muita vulnerabilidade do usuário, do paciente em si e do próprio familiar. “Os resultados da humanização são analisados a partir dos níveis de satisfação dos pacientes. Por exemplo: quando os pacientes são internados na UTI nós fazemos a avaliação pós-alta para ver a qualidade do sono durante o período que passou na UTI, para investigar a qualidade da comunicação, se teve dor, se foi atendido naquilo que julgava necessário. Nós identificamos os níveis de qualidade apesar das adversidades. Esses são os nossos indicadores de qualidade dos serviços prestados ao paciente, ou seja, avaliamos aquilo que foi subjetivo ao paciente, verificando que a competência técnica foi realizada e o paciente conseguiu ter a sua melhora”, esclarece.





Dra. Raquel Pusch conclui enfatizando a maneira como é realizada a humanização: “por meio da forma como abordamos o paciente, por exemplo, quando o paciente precisa sofrer coletas de exames invasivas, procedimentos. As tratativas, a delicadeza, a tolerância por esse momento, por essa fragilidade, mostram a forma como é realizada a humanização”, finaliza.



Hospital VITA 

Fibrose Cística: antes uma sentença de morte, hoje uma doença com bons tratamentos


É uma doença rara na qual o paciente precisa ter os dois genes da fibrose cística com mutações. Entretanto, no mundo, 5% população são portadores de pelo menos um gene alterado, sendo portadores assintomáticos. Índice de mortalidade no Brasil ainda é elevado. Prognóstico é de 75% de sobrevida até o final da adolescência e de 50% até a terceira década de vida 

A Fibrose Cística (FC), também conhecida como a Doença do Beijo Salgado, é distúrbio genético herdado dos pais. Contudo, os pais podem ser assintomáticos porque para apresentar os sintomas da doença, o indivíduo precisa ter os dois genes da fibrose cística com mutações patogênicas., Tem como origem uma proteína defeituosa, que causa problemas em múltiplos sistemas, como o digestivo, respiratório e as glândulas sudoríparas, resultando em uma variedade de sintomas 

As principais complicações ocorrem na função respiratória. Em regra, a produção inadequada da proteína responsável por regular o muco, deixa-o espesso e favorece o acúmulo excessivo. Ocorre assim o deposito irregular de secreção nos brônquios, condição favorável para o alojamento das bactérias inaladas e à inflamação crônica.   

O Departamento de Pneumologia e Tisiologia da Associação Paulista de Medicina (APM) registra que o portador pode ter quadro de diarreia crônica, tosse, expectoração excessiva de muco, chiados no peito, sinusites e pneumonias de repetição e suor mais salgado que o normal. O mau funcionamento do pâncreas causa perda de gordura nas fezes e desnutrição.   

A falta de diagnóstico precoce é o inimigo a combater. Isso porque ainda é comum o óbito de pacientes de FC sem receber tratamento adequado. Quanto antes a detecção, mais rápido o início de tratamento e melhor o prognóstico do paciente.  

De acordo com o Dr. Rodrigo Athanazio, médico assistente do InCor (Hospital das Clínicas da USP), existem duas formas de investigação: o exame genético e o do suor. Hoje em dia, o Teste do Pezinho, realizado nos primeiros dias de vida de uma criança, é uma importante ferramenta de rastreio para diversas doenças, incluindo a Fibrose Cística. Entretanto, o teste do pezinho positivo para fibrose cística precisa ser confirmado posteriormente através do teste do suor ou genético.  

“Atualmente, há grande possibilidade de confirmar novos casos logo já no nascimento pelo rastreio da triagem neonatal”, explica Dr. Rodrigo Athanazio, ressaltando a importância da realização do Teste do Pezinho.   

O tratamento é complexo e amplo, já que a FC pode acometer vários órgãos. Porém, segundo o Dr. Rodrigo Athanazo, há medicamentos que permitem ao paciente ter menos sintomas e melhor qualidade de vida.   

“Faz anos a Medicina vive uma nova era no tratamento da Fibrose Cística com o descobrimento de fármacos via oral que têm como alvo direto a proteína defeituosa. Com essas drogas as pessoas diagnosticadas passam a ter expectativa de vida acima dos 40 anos”.  


A literatura médica aponta dificuldade de engravidar para as mulheres com FC, pois o muco cervical espesso é barreira aos espermatozoides. No sexo masculino, a despeito de não haver perdas no desempenho e potência sexual, o índice de portadores estéreis é de 98%. 

O Ministério da Saúde (MS) divulga em seu portal que o Sistema Único de Saúde, SUS, oferece tratamento integral e gratuito aos pacientes com FC. “São disponibilizados acompanhamento médico regular, terapias inalatórias, suporte dietético, utilização de enzimas pancreáticas, suplementação vitamínica (vitaminas A, D, E, K) e fisioterapia respiratória”.  

O objetivo do tratamento medicamentoso, ainda conforme o MS, “é propiciar a estabilização do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária (ou modificar as manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos”. 

O inverno é propicio para engordar ou emagrecer? Nutrólogo responde


João Gustavo Gaspar também diz quais são as tentações proibidas nas festas julinas


Muitas pessoas acreditam, equivocadamente, que o inverno é a estação mais fácil para engordar. Segundo o médico do Rio de Janeiro João Gustavo Gaspar, que é especializado em em Nutrologia Pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), apesar da fome aumentar, o frio faz que o corpo gaste mais calorias. 

"Gastamos mais calorias para gerar mais calor! A palavra CALORias vem daí. É uma unidade de calor para mantermos nosso corpo aquecido. Então, é necessário um gasto maior dessas calorias que são atividades via mitocondrial", explica o profissional.

Então, afinal, é mais fácil engordar ou emagrecer? 

"Apesar dessa demanda caloria ser maior, ela não ajuda no emagrecimento visto que a fome aumenta , e a atividade física tende a diminuir . Sendo assim, favorecendo o aumento de peso", esclarece Gaspar. 

Desse modo basta manter a atividade física e a alimentação do ano todo para perder peso. E para quem gosta de um caldo para se aquecer a noite, o nutrólogo diz quais são os mais recomendados:  creme de Abobora ,caldo de verde(trocando a batata pela couve-flor) creme de alho poró, caldo de grão de bico, entre outros. 

Já os chás, que também são uma boa pedida do inverno, João Gustavo recomenda o chá de cavalinha , hibisco  e chá verde. 

Para não engordar também é preciso fugir das tentações das festas julinas, tradições nestes meses do inverno. 

"Evite pratos onde temos uma concentração de açúcar maior , entre eles pé de moleque, maça do amor ,cocadas , canjica. Usar com moderação paçoca diet , milho verde , pipoca , caldo verde(versão sem batata). As comidas das festas julinas são em geral calóricas e fartas em açúcares difícil conseguir um cardápio saudável", completa. 

Exame revela câncer de próstata até cinco anos mais cedo


Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, desenvolveram um teste de urina capaz de diagnosticar o câncer de próstata e prever se os pacientes necessitarão de tratamento até cinco anos mais cedo do que os métodos clínicos atualmente utilizados.

Os resultados, publicados na BJU International, a revista científica da Associação Britânica de Cirurgiões Urológicos, revelam que o exame, denominado PUR (Prostate Urine Risk), que ainda está em fase experimental, também identifica homens que são até oito vezes menos propensos a precisar de tratamento nos próximos cinco anos após o diagnóstico.

Espera-se que, com estas descobertas, seja possível evitar um grande número biópsias iniciais desnecessárias, bem como outros procedimentos invasivos em pacientes de baixo risco.

Para o professor Shea Connell, pesquisador principal do estudo, atualmente ainda é muito difícil identificar, no momento do diagnóstico, quais homens precisarão de tratamentos radicais.


Diagnóstico e tratamento

A prática atual avalia os níveis de antígeno prostático específico (PSA) do paciente, a biópsia da próstata e a ressonância magnética. No entanto, até 75% dos homens com níveis aumentados de PSA são negativos para o câncer de próstata na biópsia. Enquanto isso, 15% dos pacientes que não têm níveis aumentados de PSA, apresentam câncer de próstata, sendo que mais de 15% dos casos são de tumores agressivos.

Segundo o Dr. Marcelo Lorenzi Marques, médico urologista do Centro Integrado de Urologia (CIU), esta nova descoberta pode representar uma forma de combater esta dificuldade de identificação dos pacientes, bem como reduzir biópsias e outros exames desnecessários.

Estas vantagens serão possíveis pelo fato do PUR ser capaz de diferenciar o paciente sem câncer de próstata, daquele que desenvolveu a doença com baixo risco e dos que têm uma doença que deve ser tratada o quanto antes.
De acordo com os pesquisadores, no entanto, há uma necessidade considerável de testes adicionais mais precisos.


O estudo completo está disponível em https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/bju.14811.


Relacionamento é para somar, não subtrair


 Divulgação

Camilla Couto, Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos, lembra que gente é pra brilhar, não pra se apagar por amor. Relacionamento é para somar, não para subtrair, nem fazer sofrer. Veja o que ela fala sobre o assunto.


Estar em um relacionamento amoroso é importante? Segundo Camilla Couto, Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em relacionamentos, pode ser muito importante: “vivemos para nos relacionar e é indiscutível o quanto aprendemos e crescemos por meio dos relacionamentos. Mas, quando fazemos de TUDO para estar em uma relação de casal ou para mantê-la a qualquer custo, podemos acabar nos anulando. E aí, ao invés de somar à nossa vida e ao nosso desenvolvimento pessoal, a relação pode nos prejudicar e diminuir”.

A orientadora lembra que, se a gente se entrega demais a uma relação em que não há equilíbrio, em vez de a gente brilhar ainda mais na presença do outro, acontece o oposto: ofuscamos o nosso brilho: “anular-se constantemente na tentativa de fazer um relacionamento funcionar é como viver morrendo de fome – de atenção, de afeto, da própria essência. E quando nos perdemos de nós mesmos, qualquer relacionamento perde o sentido”, enfatiza.

Camilla pondera: “é triste constatar que nos dias de hoje ainda há muitas pessoas acreditando que é preciso estar numa relação amorosa para se sentirem completas e valorizadas. Mas, a verdade é que pode ser o contrário. Se o relacionamento não for saudável, em vez de agregar e complementar, nos suga, diminui e prejudica. E aí é que mora o grande problema, pois os custos para estar numa relação assim são altos demais.

Ainda há quem aceite se afastar dos próprios valores, sonhos e até de si mesmo para estar num relacionamento a dois. As consequências desse tipo de comportamento podem ser bastante prejudiciais a médio e longo prazos. E é por isso que muitas das mulheres que me procuram para atendimentos sobre relacionamentos estão, na verdade, sedentas de si mesmas”.

A orientadora explica por que isso acontece: “porque tendemos a achar que o problema e a causa da nossa infelicidade está na relação ruim, no outro, na falta de atenção, na vida corrida, na ausência de carinhos e elogios, no ciúme exagerado do outro. Só que, ao olharmos bem, descobrimos que a falta que sentimos, a origem do que vemos como problema, está dentro de nós. Ao escolhermos nos anular e nos afastar da nossa essência, sentimos falta de nós mesmos”. Segundo ela, nos diminuímos demais para caber numa realidade que não nos agrega e, por isso, acabamos nos percebendo pequenos, sem futuro, sem sonhos, sem amor. E, principalmente, sem amor-próprio.

“Eu acredito que não há melhor forma de evoluir senão através dos relacionamentos. Mas não podemos deixar que a necessidade de estar numa relação seja maior do que o olhar sobre nós mesmos e o nosso próprio bem-estar. Temos que aceitar a realidade de que para [re]descobrir quem realmente somos, muitas vezes, temos que estar sozinhos”, lembra ela, que complementa: “é fácil perceber quando é o momento... se te apaga, se te faz sofrer, se te apequena, não te faz brilhar. E, se não te faz brilhar, qual o sentido da relação? Gente é pra brilhar, não pra se apagar por amor”!

Camilla finaliza com um lembrete: o de que nem todo relacionamento que não anda bem ofusca o nosso brilho. “Relacionamentos são feitos de fases e, definitivamente, não são um mar de rosas. No entanto, fazer um balanço e nos perceber dentro da relação é muito importante e nos dá um norte. Como VOCÊ tem se sentindo na relação? Como tem agido? Você tem sido quem realmente é? Ou tem escolhido se anular? Por quê? Talvez, a mudança de postura precise partir de você. Muitas vezes, não é o outro que te diminui, mas você quem esqueceu da sua força e de quem é de verdade. Resgate sua força interior, mostre seu brilho. Relacione-se! Mas que seja para somar ainda mais amor ao que você já tem aí dentro. Jamais subtrair”.




Camilla Couto

Dicas para renovar as energias nas férias


 
 Esteticista das celebridades mostra como é possível aproveitar o período gastando pouco mesmo ficando em casa



O mês de julho chega e, com ele, a expectativa de dar aquela pausa na correria do dia a dia. Mas o período das férias pode não ser, necessariamente, sinônimo de descanso. Organizar os passeios dos filhos, a viagem da família e as visitas dos amigos e parentes, por exemplo, pode ser tão exaustivo e desgastante quanto a própria rotina.

Para administrar a programação sem deixar de se cuidar, a esteticista das celebridades Renata França, responsável pela criação da famosa massagem Miracle Touch, separou algumas dicas essenciais para relaxar onde quer que seja, mesmo com o tempo curto e pouco dinheiro. Confira:


  1. Alimente-se bem
Todo mundo sabe que a alimentação impacta diretamente na saúde e no bem-estar. Manter uma dieta equilibrada, rica em vitaminas, nutrientes e fibras, pode melhorar o humor, gerar mais energia e reduzir o estresse. A ingestão de líquidos também não pode ser dispensada. O recomendado é ingerir, no mínimo, 1,5 litro para manter-se hidratado e melhorar o funcionamento dos órgãos. 


  1. Exercite-se
Não precisa pegar pesado. Basta separar alguns minutos do dia para caminhar, meditar ou se alongar. Isso vai fazer você liberar mais endorfina – um hormônio relacionado ao bem-estar.


  1. Cuide da pele
Limpe, esfolie e hidrate o corpo e o rosto. Invista em produtos com aromas frescos, que aumentam a sensação de relaxamento.


  1. Desconecte-se do mundo virtual   
Checar o celular, o e-mail e as redes sociais o tempo todo pode gerar ansiedade e impedir você de relaxar completamente. No meu spa, por exemplo, nós recomendamos que o aparelho fique desligado durante os procedimentos. Vale à pena experimentar uma horinha longe dos eletrônicos.


  1. Faça uma massagem relaxante
No conforto de casa ou em um spa, a massagem relaxante é capaz de proporcionar uma profunda sensação de bem-estar. Meu procedimento, especificamente, é baseado em técnicas milenares, a exemplo das massagens Ayurvédica, Chinesa Tui Ná, Integrativa e Clássica. Ela alivia dores musculares, combate o estresse e a ansiedade, aumenta a circulação sanguínea e ainda melhora o funcionamento do sistema imune. Presenteie você mesma com essa experiência.

A adoção desses hábitos de vida durante as férias pode ser um grande passo para incorporar um comportamento mais saudável na rotina quando o período acabar. O segredo está em organizar a agenda e sempre deixar pelo menos duas horinhas reservadas para o autocuidado.







Renata França
Instagram: @renatafrancaa


SPA Renata França
 Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nº 1974 – Jardim América – São Paulo (SP)

Especialistas acreditam que a internet nos deixou mais limitados intelectualmente


O que era uma mera desconfiança, agora está cada vez mais próximo de se tornar uma certeza: a internet está limitando o potencial humano. No campo da neurociência já existem estudos que o advento da internet, o mundo virtual, havia mudado o cérebro das novas gerações. Agora Especialistas apontam que hoje as crianças e jovens são de fato mais inteligentes mas também muito mais inseguros e com muito menos capacidade de lidar com frustrações.

Dentre os especialistas que concordam com essa premissa, está a neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner: "a circuitaria neuronal mudou. Hoje as crianças são emocionalmente imaturas e por isso sofrem mais. Também está claro que, quanto mais tempo passamos online, mais alterações a nossa função cognitiva sofre”.

Os motores de busca na internet hoje funcionam como uma espécie de memória externa a que nosso cérebro recorre. Estudos apontam que o enorme impacto dos mecanismos de busca online podem levar-nos a confiar demais na Internet como uma fonte de informação, em detrimento da nossa própria capacidade de memória interna: "A memória da máquina é limitada. Quando acaba o espaço de armazenamento, em gigabytes, temos que ter um HD externo, por exemplo. Já a nossa memória, no nosso cérebro, foi feita pra esquecer, por mais paradoxal que isto possa parecer. Arquivamos de fato do hipocampo as memórias biográficas, afetivas, e as informações são descartadas. Então manipulamos dados e informações utilizando o que a máquina não tem, que é a criatividade. A máquina cumpre um programa e tem uma quantidade limitada de armazenamento, enquanto nós temos a criatividade a gerar novas configurações, novos arranjos com informações velhas, articular o pensamento de forma a multiplicar o saber, as descobertas. A curiosidade e a criatividade são capitais humanos que elevam exponencialmente nossa cognição. A memória de fato foi feita pra esquecer, porque o ser humano não aguenta guardar “todos” os dados. A memória é seletiva, deixando na camada mais densa, inferior e bem guardada (longo prazo) o que de fato é importante, e isso explica porque recorremos tanto a informações na internet”.

O filósofo Fabiano de Abreu também é um dos que atribuem ao advento da internet e em especial das redes sociais a mudança na forma como o nosso cérebro funciona, principalmente em relação a cognição: “Percebo que quanto mais rostos um indivíduo convive em sua vida, menos decoram as faces recentes, decorando-as apenas quando as veem repetitivamente. É como se nosso cérebro fosse seletivo e o armazenamento limitado, apagando assim o que já sabe que é constante, repetitivo e sem aproveitamento. É como se a rede social injetasse tantas informações na nossa mente que fizesse essa parte seletiva agir não só no mundo real como também no virtual. As informações vêm tão 'mastigadas' que o cérebro se adapta a não precisar lembrar, a ter de armazenar, tendo assim um sistema de busca externo. Minha hipótese é que seremos menos inteligentes no futuro, ou talvez apenas teremos um tipo de inteligência diferente que ainda não conseguimos entender. O Google mastiga a informação e nosso cérebro entende essa praticidade, logo pode ser que nossa inteligência será diferente da atual, compartilhada com as máquinas”.

Para Fabiano, isto faz parte de um processo evolutivo diferente do natural, desencadeado pela dependência da tecnologia: "Até a idade contemporânea, havíamos evoluímos de forma mais natural, de acordo com o universo. A internet e suas consequências nos obrigaram a armazenar mais informações que podíamos ou que supostamente deveríamos e nosso cérebro, assim como um computador, começou a dar certo ‘delay’, com dificuldade de processar tudo.  Por isso, agora estamos ficando mentalmente preguiçosos. Quando fazemos muitas coisas ao mesmo tempo, nosso cérebro trava, como uma máquina com pouca capacidade de processamento. Agora com tantas informações, vivemos como um HD lotado de informações, lentos, fragmentados, pois ainda não evoluímos na mesma medida, ainda não somos como um SSD. Estávamos aprendendo a nos adaptar com a realidade de viver mais e dedicar nosso tempo de forma diferente do passado, até que a internet ocupou esse tempo e o reduziu, fazendo com que vivêssemos uma vida útil menor que na era medieval. Vivemos mais tempo, mas aproveitamos menos a vida real”.



A oportunidade do erro



Humilhação talvez seja a palavra que melhor define a sensação que sentimos quando temos que - forçosamente - admitir que estamos errados. Estudiosos do assunto afirmam que isso acontece porque, naturalmente, enxergamos o erro como sinônimo de incompetência e acreditamos que pessoas bem sucedidas nunca erram. De onde vem essa crença? Em que momento de nossas vidas passamos a enxergar as coisas dessa forma? Se voltarmos no tempo e recuperarmos a maneira como as gerações anteriores eram ensinadas, vamos notar que a raiz desse pensamento pode ter brotado dentro das escolas. 

Professores costumavam - e alguns ainda insistem nisso - ensinar que existia apenas uma resposta certa para cada questão apresentada. Quem não conseguisse chegar ao resultado apontado pelo mestre, falhava - e ponto final. Aquele que respondesse da forma esperada, ganhava pontos e a admiração de todos.  

Tal constatação nos leva a refletir que, desde cedo, somos programados a não permitir que o erro aconteça, quando, na verdade, o correto seria sinalizar para crianças e jovens que todos têm a permissão de errar - não para transformar o erro em hábito, mas como parte de um processo natural de aprendizado que começa na escola e se estende para a vida. Entre os desafios diários que líderes enfrentam à frente de uma equipe, organização ou país talvez um dos mais difíceis seja aprender a lidar com os próprios erros. Quantos gênios e prêmios Nobel erraram antes de acertar? Precisamos aceitar, sem resistências, que cometer erros faz parte da natureza humana. Aprender a enxergá-los de maneira positiva é o primeiro passo para errar cada vez menos.

Vamos agora voltar nossa reflexão para o contexto escolar e as crianças. O processo de desenvolvimento infantil envolve aprender e isso só se concretiza quando a criança tem a oportunidade de experimentar e descobrir. O que pais e educadores precisam ter em mente é que, de início, é normal e até esperado que ela não acerte e não consiga ter êxito em suas tentativas. E a forma como as primeiras falhas são encaradas é que será determinante para o sucesso futuro. Tomemos como exemplo a matemática. A resistência em relação à disciplina vem da crença de que é difícil demais e não é qualquer um que consegue ser bem sucedido na resolução das questões e conceitos matemáticos. E como, culturalmente, temos o receio de errar, a reação natural é resistir ou fugir da matéria.

Não por acaso, o Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes mostrou que em 2016 o Brasil ocupava a 66ª colocação no ranking que avalia o desempenho dos jovens em matemática - a colocação mais baixa alcançada pelo país nas últimas cinco edições do programa. Mas, e se os alunos perderem o medo de errar? Podemos, com certeza, melhorar essa realidade. O PED Brasil, um programa desenvolvido na Universidade de Stanford em parceria com o Centro Lemann, propõe novas abordagens para o ensino da disciplina, mostrando o quão produtivo pode ser o aprendizado quando o erro é tratado em sala de aula como algo positivo. Sim, positivo! Afinal, é possível aprender muito mais com o erro do que com o acerto. Quando erramos, ficamos alerta, tentamos descobrir onde foi que erramos e o que é necessário para acertar na próxima vez. Portanto, fica aqui um convite para pais e educadores: vamos ajudar nossas crianças e jovens a enxergarem no erro uma oportunidade para fazer sempre mais e melhor?





Celso Hartmann - diretor-geral do Colégio Positivo.

Angelina Jolie ou Selena Gomez?





Cada mulher tem uma imagem diferente, mas será que a sua reflete quem você é?

Você já se perguntou se a combinação do seu rosto, cabelo e visual refletem você como realmente é? Cada mulher demonstra características diferentes. Podemos usar como exemplo Angelina Jolie e Selena Gomez, ambas tem imagens distintas. Angelina demonstra força, sempre com um olhar penetrante, já Selena exibe uma aura de delicadeza e suavidade. Essa imagem é composta por fatores que podem ser moldados.

“Todos temos nossa própria beleza, só é preciso deixá-la sair”, conta Ilse Gaedke, consultora de imagem e estilo, CEO da Lillys Consultoria. A consultora fala que muitas mulheres relatam como as pessoas ao seu redor têm impressões equivocadas de sua imagem por causa do visual. “Às vezes a cliente tem uma personalidade doce, mas o formato de seu rosto e seu corte de cabelo são fortes e marcantes, o que acaba transmitindo uma imagem diferente”.

Para ajustar isso e mostrar a imagem desejada, a técnica usada é o visagismo, que consiste em deixar o rosto, cabelo e maquiagem em combinação mais harmônica. Seja Angelina ou Selena, você pode ter o visual que mais lhe agrada e que mostra quem você realmente é, sem precisar virar o mundo de cabeça para baixo.

Quando nós mudamos, tudo ao nosso redor se transforma também. Se o seu visual se torna mais adequado, pode influenciar em relações futuras e inclusive no ambiente de trabalho. “Algumas mulheres não refletem sua alta inteligência ou valor por desconhecerem que seu visual não está transmitindo essa mensagem. Não se esconda, deixe claro quem você é já na primeira impressão”, relata Ilse.

Adequar-se a quem os outros esperam que você seja nunca é uma boa opção, uma pessoa verdadeira, com boa autoestima e confiante sempre se destacará.




Ilse Gaedke - Consultora de Imagem

Emagrecer é a mesma coisa que perder peso? Especialista em obesidade explica

Crédito: Envato elements


Em busca do corpo perfeito, muitos não sabem como atingir o peso desejado de  forma definitiva; a especialista em obesidade Gladia Bernardi lista provas comuns que apontam que a grande maioria das pessoas perde alguns quilos temporariamente, mas não emagrece de fato



Perder peso é uma das melhores sensações para quem sofre com obesidade. Porém, mais gratificante do que eliminar os quilos indesejados, é conseguir fazer com que eles nunca mais retornem - ou seja, emagrecer definitivamente. E aí que está o problema, pois muitos até conseguem focar em uma dieta radical que proporciona um resultado momentâneo. Mas, passada essa fase, fica difícil mudar a forma de se pensar para manter o peso ideal de uma vez por todas. 

A especialista em obesidade Gladia Bernardi, autora do best-seller “Código Secreto do Emagrecimento” explica que o segredo do emagrecimento definitivo está na mente. “O cérebro precisa entender que comer é uma necessidade fisiológica, e que não devemos “afogar as mágoas” e sentimentos na comida que iremos ingerir. Quando entendemos isso, conseguimos consumir diversos alimentos - tanto saudáveis quanto calóricos”, explica Gladia.

Segundo ela, pessoas obesas precisam se dedicar para adotar uma alimentação balanceada, com a ajuda de exercícios físicos. Mas, quando alcançam o peso que tanto desejam com esforço,  precisam encontrar o equilíbrio e entender que o alimento não deve ser o protagonista em todas as ocasiões. “Minha dica é: antes de comer um doce ou algo bem calórico, pergunte a si mesmo: eu preciso  mesmo disso agora? Claro que não devemos nos privar 100% de doces, mas é preciso ingerir de forma consciente”, ensina.

Abaixo, Gladia lista cinco sinais de que você perdeu peso, mas não emagreceu:


Você continua escravo da balança

Quem resolve aderir a uma dieta restritiva costuma ficar pesando várias vezes ao dia, para ver se o esforço está valendo a pena. E isso muitas vezes pode ser falho e atrapalhar, pois as balanças podem variar, e existem outras maneiras de verificar se a dieta está fazendo efeito. Mas, quando a pessoa atinge o peso desejado mas não treinou o cérebro para o equilíbrio, essa prática pode continuar.

“No momento em que atingimos o processo de emagrecimento definitivo, ou seja, quando a nossa mente entende que não precisamos comer muito para sobreviver, e que não é necessário ficar neurótico com o peso, essas práticas são deixadas de lado”, salienta a especialista. 


Vive focado nas “tentações” à mesa

É comum encontrarmos pessoas que até perdem peso, mas, depois de um tempo recuperam tudo facilmente. “Se você fica toda hora pensando em pizza, chocolate, feijoada, cerveja, mesmo depois de ter seguido uma dieta e alcançado o corpo desejado, esse é um sinal de que o seu cérebro ainda não entendeu as novas necessidades do seu corpo e serve como um alerta, pois, possivelmente, você poderá engordar novamente”, diz Gladia. 

“Entenda que o foco principal deve ser aquilo a que devemos dar preferência, alimentos como frutas, legumes, saladas e etc. O restante, ingerimos de vez em quando. Lembre-se: nunca se sinta culpado por comer algo, pois as células irão entender como algo negativo e, dessa forma, você engordará facilmente”, esclarece. 


Os hábitos ruins continuam

Tudo o que fazemos com frequência, a longo prazo, torna-se um hábito. Quando a pessoa está obesa, provavelmente estava levando uma vida cheia de hábitos alimentares inadequados, que fizeram com que ela ganhasse peso. No momento em que uma dieta é inserida na rotina dessa mesma pessoa, o nosso corpo demora um tempo para entender essa mudança. Em alguns casos, o cérebro nunca entende que realmente mudou.

“Por isso, elimine todos os hábitos ruins que fazem parte da sua vida. Por exemplo: jantar carboidratos simples todos os dias, tomar refrigerante em todas as refeições, comer chocolate todas as tardes, etc”, lista Gladia.


Perde massa magra, mas não gordura

As dietas altamente restritivas promovem perda de peso rápida, mas isso não quer dizer que todos o dígitos que diminuem na balança sejam de gordura, pelo contrário. “A privação alimentar faz com que a pessoa elimine uma grande quantidade de líquidos, e também de massa magra. Ou seja, embora o peso na balança apareça menor, ela não emagreceu, pois continua com a mesma taxa de gordura corporal, e ainda perdeu massa muscular”, explica.

Ou seja, para emagrecer “de verdade”, o mais indicado é transformar sua mente e seus hábitos, dessa forma eliminando a gordura sem prejudicar a massa magra do corpo. “É possível pesar o mesmo número de quilos, ou até pesar mais, e estar mais magro ao trocar a gordura por músculo, já que esse tecido é mais pesado que a gordura. Mas, para isso, é preciso ter disciplina e reprogramar o cérebro, mudando totalmente a relação com a comida. Uma dieta restritiva e a curto prazo nunca proporcionará esse ganho”, pondera Gladia. 


Não cria uma rotina de exercícios físicos 

Por mais que o foco principal do emagrecimento definitivo esteja na nossa maneira de pensar e no jeito que encaramos a alimentação, manter uma prática de exercícios frequentes é de extrema importância. isso porque, além de intensificar o processo na hora de perder peso, proporciona saúde, sensação de bem-estar e satisfação.

“Quando praticamos algum exercício, pode ser dança, luta, musculação, corrida, natação, entre outros, liberamos um hormônio que são capazes de regular as emoções, além de ajudar na diminuição de dores. O número de sedentários no país ainda é grande, pois muito insistem em colocar os exercícios em último lugar”, finaliza Gladia Bernardi.




Gladia Bernardi -  Autora do best-seller "Código Secreto do Emagrecimento (Ed. Gente), Gladia Bernardi é nutricionista funcional, especialista em obesidade e em emagrecimento consciente. Há 18 anos pesquisa e trabalha em busca da solução para a obesidade, e após mais de 35 cursos em nutrição, medicina integrativa, física quântica, neurociência e programação neurolinguística, criou seu próprio método, o Emagrecimento Consciente. Por meio de técnicas e ferramentas pioneiras, que dispensam dietas restritivas, prescrição de medicamentos ou intervenções cirúrgicas, o método já eliminou 72 mil toneladas em todo o Brasil e em outros 15 países. Idealizadora do programa online de emagrecimento Casa da Mente Magra, que dura 10 semanas e  oferece todo o suporte para quem quer perder peso, com vídeo-aulas, exercícios mentais, programas de exercícios físicos, mitos e verdades sobre diversos tipos de alimentos, entre outros bônus e conteúdos exclusivos.


O inverno é propicio para engordar ou emagrecer? Nutrólogo responde


João Gustavo Gaspar também diz quais são as tentações proibidas nas festas julinas


Muitas pessoas acreditam, equivocadamente, que o inverno é a estação mais fácil para engordar. Segundo o médico do Rio de Janeiro João Gustavo Gaspar, que é especializado em em Nutrologia Pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), apesar da fome aumentar, o frio faz que o corpo gaste mais calorias. 

"Gastamos mais calorias para gerar mais calor! A palavra CALORias vem daí. É uma unidade de calor para mantermos nosso corpo aquecido. Então, é necessário um gasto maior dessas calorias que são atividades via mitocondrial", explica o profissional.

Então, afinal, é mais fácil engordar ou emagrecer? 

"Apesar dessa demanda caloria ser maior, ela não ajuda no emagrecimento visto que a fome aumenta , e a atividade física tende a diminuir . Sendo assim, favorecendo o aumento de peso", esclarece Gaspar. 

Desse modo basta manter a atividade física e a alimentação do ano todo para perder peso. E para quem gosta de um caldo para se aquecer a noite, o nutrólogo diz quais são os mais recomendados:  creme de Abobora ,caldo de verde(trocando a batata pela couve-flor) creme de alho poró, caldo de grão de bico, entre outros. 

Já os chás, que também são uma boa pedida do inverno, João Gustavo recomenda o chá de cavalinha , hibisco  e chá verde. 

Para não engordar também é preciso fugir das tentações das festas julinas, tradições nestes meses do inverno. 

"Evite pratos onde temos uma concentração de açúcar maior , entre eles pé de moleque, maça do amor ,cocadas , canjica. Usar com moderação paçoca diet , milho verde , pipoca , caldo verde(versão sem batata). As comidas das festas julinas são em geral calóricas e fartas em açúcares difícil conseguir um cardápio saudável", completa. 

Férias: Dicas práticas de arrumação de malas


De forma rápida e funcional, a Personal Organizer alivia a dor de cabeça no momento de colocar roupas, calçados e acessórios na mala de viagens


O mês de julho já está aí e arrumar as malas de viagem começa a virar um pesadelo: que roupas levar para desfrutar a temporada? Em tempos de crise e com cobrança de malas pelas companhias aéreas, nada como otimizar as roupas na mala e economizar no despacho. A máxima "menos é mais" acaba sendo o must have da estação. Mas antes de perder horas de sono, a Personal Organizer Ju Aragon dá dicas de como arrumar os itens de maneira fácil e prática. Em primeiro lugar escolha a mala certa, mas antes de acondicionar as peças faça uma seleção e separe o que irá colocar na mala.


Cores & Tecidos

O mais importante é saber o destino da viagem para ter uma ideia do clima na localidade. Dessa forma a escolha das roupas e acessórios será mais assertiva. O próximo passo é dar preferência para cores neutras e tecidos que não amassem. Outra dica: para tirar marcas e rugas das roupas, ao chegar no hotel e no momento de tomar banho, pendure as peças em um cabide próximo ao box. Com o vapor da ducha, as peças se encorpam com a umidade suavizando as marcas de dobras.

Para o momento beleza e higiene, leve apenas uma nécessaire com os produtos que realmente irá usar.


Organizadores & Afins

Ao colocar roupas e demais peças dentro na mala, Ju Aragon sugere investir em kits de frascos de viagem ou em miniaturas para os produtos de higiene pessoal. Vale lembrar que hoje existe uma gama de opções em farmácias, que comercializam esses itens.

Outra dica incrível para economizar espaços é colocar as meias dentro dos sapatos, dessa forma se aproveita todos os vazios existentes na bagagem.
Ao separar as peças, dê preferência por nécessaries transparentes, pois ajudam a identificar rapidamente o que está dentro.

Quanto aos sapatos, envolva-os dentro de tocas descartáveis na hora de acondicionar, assim evitamos o uso de plásticos, além de possibilitarem preencher os espaços vazios que se destacam entre uma roupa e outra.

Outra comodidade ao guardar as roupas, é separar por categorias e depois dobrá-las tipo arquivo, ou seja, as roupas ficam em pé aproveitando mais a altura da mala e garantindo ganho de espaço. As divisórias das malas e o conjunto de saquinhos de tecido ou organizadores podem auxiliar cada categoria de roupa, deixando sua mala mais prática e funcional.

Mais dicas de como arrumar roupas dentro da mala, basta ficar de olho nas dicas da profissional pelo Instagram @juaragonorganizer

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