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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Crise econômica faz com que brasileiros optem por vendas diretas



 Taxa de desemprego no Brasil é de 12,8% no período de maio a julho


Segundo o IBGE, mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados, o número de pessoas sem emprego no país é maior que a população inteira de São Paulo. Este resultado é do último trimestre que terminou em julho, os dados mostram que a taxa caiu em comparação ao semestre anterior (13,6%), mas subiu com relação ao mesmo período do ano passado (11,6%). 

Porém, com a alta taxa de desemprego, cada vez mais as pessoas procuram novos meios para conseguir pagar as contas, diante da crise que assola o Brasil, um setor que se tornou promissor foi o de vendas diretas.

De acordo com a ABEVD, Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, o Brasil ocupa neste nicho, a 6ª posição no ranking mundial, com mais de 4,3 milhões de representantes no país, e é responsável por 5% das vendas mundiais, sendo líder na América Latina.

Muitas empresas estão de olho neste mercado e fazem da crise uma oportunidade para crescer e também gerar mais empregos, um exemplo é o Catálogo Viver Mais e Melhor, que chegou neste setor em agosto deste ano, após dois anos atuando no televendas, a empresa traz oportunidade para revendedores e reúne produtos de alta qualidade a valores acessíveis para proporcionar qualidade de vida aos representantes e clientes.

Segundo Pedro Gurgel, diretor executivo da Viver Mais e Melhor, o objetivo principal é fomentar a qualidade de vida nas pessoas, levando saúde e bem-estar ao consumidores e revendedores. “Iniciamos o projeto em São Paulo e região e em breve iremos expandir para o Brasil todo. Queremos atingir mais de 10 mil revendedores cadastrados ainda neste ano”, destaca.

Renata Bandeira, que antes trabalhava na área de TI, é um exemplo para quem quer apostar neste nicho de mercado, ela explica que hoje consegue fazer os próprios horários e que percebeu que poderia fazer das vendas diretas sua renda principal. “Aos poucos, fui criando uma excelente rede de vendas e percebi que podia deixar o escritório. Hoje atuo com vendas de diversos catálogos como Avon e Jequiti, agora estou me dedicando ao Catálogo Viver Mais e Melhor”, explica a revendedora.

Luiz Eduardo das Chagas, é um outro exemplo para quem quer fazer das vendas diretas a principal renda e também de como esse modelo de negócio pode trazer ganhos rápidos. “Fiz o pedido dos produtos do Catálogo Viver Mais e Melhor, quando a mercadoria chegou, em apenas dois dias eu consegui finalizar todo o meu estoque. Fiquei surpreso e muito contente com os resultados em tão pouco tempo”, comenta.

Gurgel ainda explica que este setor atrai as pessoas não somente pela possibilidade de ter uma renda extra, mas também pela flexibilidade. “Muitas pessoas veem neste setor muito mais do que uma fonte de renda extra, as vendas diretas proporcionam flexibilidade no horário de trabalho, possibilidade de ganhos ilimitados, independência financeira e novas perspectivas”, finaliza. 





Saiba como se proteger de fraudes em compras pela internet



Um estudo da ClearSale, empresa líder em soluções antifraude, aponta que as tentativas de fraude realizadas no comércio eletrônico brasileiro caíram de 4,4% para 3,05% em 2016. Este resultado, no entanto, não significa que houve uma diminuição na quantidade de cibercriminosos em atuação, mas sim que as pessoas têm demonstrado maior confiança em realizar transações comerciais pela internet.

Além disso, pesquisas indicam que o e-commerce, que faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, deve continuar crescendo. A expectativa é que o este segmento atinja com R$ 50 bilhões em faturamento[1], o que representa um crescimento de 12% em comparação com o ano anterior.

Apesar do cenário positivo, tentativas de fraude ainda são uma realidade no Brasil. Para evitar que fraudadores aproveitem o aumento das vendas online para encontrar maneiras de burlar a segurança e prejudiquem lojistas ou consumidores, a ClearSale recomenda alguns cuidados fundamentais:


  • Cuidado não só com os e-mails de phishing, mas com as potenciais ameaças em redes sociais, como mensagens privadas e páginas e anúncios com ofertas imperdíveis;
  • Instale o Compre&Confie em seus dispositivos. Este aplicativo totalmente gratuito alerta o usuário caso seu CPF seja usado em uma transação indevida, permitindo que ele impeça a fraude clicando no botão “Não fui eu”;
  • Pesquise a reputação da loja antes de realizar a compra. O consumidor pode checar a lista do Procon de sites que devem ser evitados ou sites que avaliam as lojas. Caso não existam avaliações da empresa na internet, o recomendado é evitar efetuar a compra e buscar um outro site de confiança;
  • Procure dados oficiais da empresa como CNPJ, endereço físico e contato. Sites de e-commerce falsos podem não disponibilizar essas informações;
  • Somente confie as suas informações pessoais a sites que tenham "https" no endereço da Web ou um ícone de cadeado na parte inferior do navegador;
  • Use um sistema de segurança para se proteger dessas ameaças em seus devices.

Já para os lojistas, as dicas são:

  • Analise todas as transações, não só aquelas marcadas pelos filtros antifraude. Isso faz com que você identifique tendências de fraude e comportamento em grupos de encomendas virtuais.
  • É preciso ficar atento em produtos com maior liquidez como games (10,6% em tentativas de fraude), celulares (8,3% em tentativas de fraude) e produtos esportivos (4,9% em tentativas de fraude)[2], pois costumam atrair o interesse dos cibercriminosos por serem fáceis de revender.
  • Foque na experiência do consumidor. Ao sofrer uma fraude, o usuário fica emocionalmente abalado o que pode gerar um estresse na comunicação. 
  • Invista em um serviço de segurança para identificar as fraudes e impulsionar boas compras. Não dependa apenas de filtros baseados em regras para proteger seu negócio, os fraudadores têm métodos para a identificação dessas regras antifraude. Ao invés disso, utilize uma abordagem multifacetada que combina tecnologia de ponta, inteligência estatística e análise humana sofisticada. 
  • Entre para o Movimento Compre&Confie. Este aplicativo totalmente gratuito permite que os consumidores barrem uma transação indevida, permitindo que ele impeça a fraude clicando no botão “Não fui eu”;




ClearSale



[1] SpendingPulse
[2] Mapa da Fraude 2016




Educação e empreendedorismo: um casamento perfeito



  "Empreendedor não é uma função ou cargo, é um estado de espírito de alguém que deseja mudar o futuro." (Guy Kawasaki)


Você sabia que um dos maiores sonhos do brasileiro é ter o próprio negócio? Sim, segundo pesquisa da GEM Brasil, 44% dos brasileiros desejam abrir sua empresa. E, segundo dados do Sebrae:

- 99% do total de empresas no país são micro e pequenas empresas;

- Mais da metade dos empregos formais são criados pelos pequenos empreendedores;

- 40% da massa salarial no Brasil advém dos micro e pequenos negócios;

- 27% do PIB (Produto Interno Bruto) é gerado pelas MPEs;

- 45% não se sentem preparados para o desafio de empreender.

Números com tamanha relevância nos faz pensar por que nos debruçamos durantes anos em tantas disciplinas, estudamos horas e horas assuntos que não são tão substanciais para a vida e, na grande maioria das escolas do Brasil, nenhuma aula é ministrada sobre empreendedorismo. Quase nada se aprende no ensino fundamental e ensino médio sobre como montar e gerir um negócio.

E sabe o que é mais triste? O sonho de muita gente tem virado pesadelo. É isso mesmo pois, segundo o IBGE, seis em cada dez negócios abertos no Brasil fecham antes de completar cinco anos.

Essa estatística triste pode ser amenizada à medida que houver uma abordagem empreendedora no ambiente escolar. Muitos educadores já compreendem a importância dessa nova missão de vida, até porque descobrem em vários casos onde o negócio fecha as portas. Por consequência, alguns lares também são destruídos, afinal, onde falta pão, ninguém tem razão.

Já parou para pensar como seria sensacional ver crianças e adolescentes poderem estimular a criatividade, a cultura da inovação, descobrir sua aptidão profissional, estudar casos práticos de negócios, aprender com o erro e acertos de outros empreendedores, ser incentivado a pensar fora da caixa e a identificar oportunidades? E, a partir daí, quantos equívocos fatais poderiam ser evitados?

Outro dia, um comerciante me relatou que passou anos comprando um produto por R$ 20,00 e vendendo por R$ 40,00 e que, até fazer uma qualificação no Sebrae e aprender a fazer o cálculo de custo, achava erroneamente que o lucro nessa operação era de 100%. Outro caso semelhante ocorreu com um amigo dentista. Ele reconheceu enfrentar sérias dificuldades na gestão do seu consultório, afinal, estudou muito anos sobre a dentição humana, mas quase nada sobre gestão, finanças e pessoas.

Aliás, estudos apontam que é bem maior a taxa de mortalidade do empreendedor que abre um negócio por necessidade, quase que obrigado, para poder gerar alguma renda para garantir sua subsistência. Já aquele que empreende após ter identificado uma oportunidade, planeja e pesquisa tem chances bem maiores na longevidade da sua empresa.

E mesmo aqueles que ao estudar o empreendedorismo não pegam gosto pela abertura de um negócio próprio, com certeza a capacitação dessa disciplina aguçará o intraempreendedorismo, ou seja, proporcionará profissionais mais eficientes, funcionários mais engajados, colaboradores mais comprometidos. O empreendedorismo interno nos gera uma insatisfação por estar na posição de um mero coadjuvante para ser um protagonista na vida, visionário, ou seja, um líder que inspira e transforma pessoas e resultados.

Uma frase do filósofo chinês Confúcio diz: "Encontre um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida." Evidentemente que fazer o que ama é um passo na direção certa do sucesso, mas fica claro que um professor que fala de negócios em sala de aula transforma a vida dos alunos, auxiliando na criação e manutenção da sua tão sonhada empresa e evitando um prematuro fracasso pessoal e profissional, além de contribuir para aulas mais estimulantes e interativas.






Erik Penna - palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico - Como Encantar e Surpreender Clientes” e "O Dom de Motivar na Arte de Educar". Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br




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