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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Conselhos para o Jovem Empreendedor




Qual a idade ideal para começar a empreender? Maturidade é a métrica e isso varia. Sendo assim, é possível afirmar que não exista uma fase certa para lançar-se neste universo.

O meu conselho é para que empreendam quando tiverem conhecimento plausível sobre o mercado, assim como capacidade de tomar decisões frias e racionais. O jovem empreendedor sério é caracterizado pela vontade de sempre aprender, estamina e essência vencedoras. Esses são os alicerces sine qua non para quem deseja prosperar, principalmente quando a conjuntura é desafiadora.
Cinco dicas importantes para quem está iniciando na vida do empreendedorismo: 


1- Cuidado com a falta de construção da marca - Há a impressão que criar uma marca forte é algo complexo demais para ser desenvolvido, porque a estratégia precisa ser bem estruturada. A marca funciona como atalho para o consumidor e ela é o maior patrimônio de qualquer empresa perene. 


2- Glamour – Muitos inovadores mambembe pensam que apenas uma ideia é suficiente para criar uma empresa. Outro erro grave. É essencial colocar a mão na massa, tomar a frente do negócio, batalhar. O trabalho em uma startup é tão árduo quanto em qualquer outra empresa. Arregaçar as mangas é fundamental. Egos também devem ser deixados de lado. Brigas entre fundadores são comuns. Portanto, escolher o sócio correto – com objetivos similares – é fundamental. Depois do "casamento", a separação entre sócios só gera dificuldades. 


3- Momento errado para lançar – O empreendedor deve saber o exato momento de lançar sua marca e produto. A ideia pode ser boa e o dinheiro pode estar no caixa, mas é essencial não perder a oportunidade de entrar no mercado. Se o momento está conturbado – com a economia do país em baixa, por exemplo -, vale esperar ou tirar vantagem disso? 


4- Desconhecimento do mercado – Já é um "mantra" do marketing o fato de ser fundamental antecipar a necessidade do consumidor. Mas isso é impossível diante do desconhecimento do mercado. Só se conhece a futura necessidade do consumidor com estudo completo sobre a área que a startup está ingressando. E os estudos devem ser profundos. 


5- Falta de público-alvo - É preciso decidir qual público atingir, estudar suas características e conhecê-lo a fundo. Com este perfil em mãos, o empreendedor não apenas saberá com quem está falando, mas como e o que falar e por quais ferramentas. Geralmente uma startup nasce de uma ideia – e o mentor dela não se preocupa com quem "falar". É preciso focar em determinado públicos.

Os alicerces fundamentais para a sobrevivência de qualquer negócio são os seguintes: lucratividade, confiança do consumidor, crescimento e proteção aos riscos. Diluir as associações positivas de qualquer marca é um ato de suicídio. No cenário de hoje, é ilógico e arriscado as marcas mentirem para seus clientes.
Mais do que um momento de desafio, tratar a economia atual como uma oportunidade é ter uma visão positiva, mas também real.

Tradicionalmente, o setor de beleza não sofre grande impacto com incertezas econômicas. São produtos menos duráveis e por isso os consumidores precisam repor constantemente, o que acaba energizando o setor continuamente.

O setor de saúde, por questões estruturais, também vislumbra boas perspectivas de crescimento no longo prazo. Isso acontece porque o envelhecimento da população aumenta a demanda por esse serviço.

O ramo da educação é outro que mostra resiliência. Investimentos são atraídos para esse segmento pois ele exige um aporte inicial preponderantemente baixo se comparado com setores como o da construção civil.

Ademais, em tempos de economia colaborativa, vencerão os empreendedores criativos que pensarem em produtos e serviços que possam ser compartilhados, tenham durabilidade e se fortaleçam com as comunidades digitais.

Lembre-se de que o novo consumidor não se preocupa mais em ser dono das coisas, mas ter acesso às coisas. A tendência veio para ficar, especialmente porque é regida por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

Empreender no Brasil é duríssimo mas é possível. Foque em janelas ao invés de espelhos.




Gabriel Rossi - Diretor da Gabriel Rossi Consultoria de Marketing e Professor da ESPM




Drogas, novelas, e um país corrupto





O que significa hoje viver no Brasil quando se tem um filho ou uma filha adolescente?  É claro que não estou generalizando, mas num país de 207 milhões de habitantes, onde na sua grande maioria são jovens, fica patente que o investimento do narcotráfico é no mínimo interessante. Talvez isso seja o motivo pelo qual as antigas e conhecidas drogas estão dando lugar as novas drogas sintéticas, muitas das quais nem sequer podem ser identificadas por mudança na sua formulação química, na sua maioria elaboradas em sofisticados laboratórios clandestinos por vários países do mundo.

Mas como o assunto é polêmico, e na maioria das vezes gera controvérsias, venho fazer uso de um saudosismo etário; dizem que uma das vantagens de se chegar à maturidade é a capacidade de se analisar e comparar como era a vida de um jovem há 40 anos atrás em relação aos jovens de hoje desse nosso Brasil. Constato aqui, e nada de forma puritana ou conservadora, que a velha figura do “pipoqueiro” que vendia maconha na praia e que seduzia os jovens, ficou por demais abandonada e hoje serve apenas como uma antiga referência dos perigos que nós nos anos 70 éramos incessantemente alertados por nossos pais por jamais nos aproximarmos desses tais elementos.

Ademais, por falar em maus elementos ou companhias que deveríamos evitar, existia uma vigilância parental naquilo que fazíamos, nas nossas amizades, no horário em que chegávamos em casa, se havíamos ingerido bebidas alcoólicas, enfim, havia o que eu chamo de “ Filtro Parental” e este estava sempre presente. Mas hoje tudo mudou, senão vejamos: infelizmente as novelas, o programa de televisão em geral não tem limite ao demonstrar o “heroísmo dos delinquentes” nas novelas, os excessos sexuais na “telinha, enfim, os maus exemplos de todos os tipos se encontram bem ali na sala da nossa casa, assistidos por todos na televisão, ou bem acomodados num computador via Internet, isso se intercalando com os noticiários sobre a corrupção devastadora que assola o nosso país, um país pobre.

Hoje não há no Brasil como controlar e educar um jovem a não ser por um embasamento religioso seja ele de qualquer religião, contudo que esta religião não atente para o mau, pois até isso temos hoje à disposição dos nossos jovens, via Internet, o recrutamento ao terrorismo. Em resumo, temos sim que reinventar um modelo de educação familiar baseado no “Filtro Parental” pois do contrário os valores morais, éticos, e relacionados a uma vida saudável para os nossos filhos e netos estarão fortemente corrompidos e comprometidos, a tarefa não é fácil, valores de tradição religiosa, vigilância nas companhias, exemplos que demonstramos em casa, isso tudo ajuda, mas não esqueça que você durante um bom tempo será taxado de chato, repressor, antiquado, principalmente por emissários, ou “ experts em educação” pela televisão ou Internet; e se você proibir ou num rompante educativo impor ordens em casa será chamado ainda de “tirano” mas veja, vale apena, o futuro deles agradece ...vamos tentar filtrar o Brasil nessa fase do terrorismo ideológico educacional televisivo....e da corrupção endêmica...



 Fernando Rizzolo - Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais e Professor de Direito 

 

 

Bicos: 5 atividades para complementar a aposentadoria



Aproveitar dotes culinários ou macetes de costura são algumas dicas para a terceira idade conseguir renda extra 


A experiência que os anos trazem, não tem curso que ensine; usar isso, e ainda conseguir um dinheiro extra, é sempre bem-vindo. Por isso, a plataforma Bicos (www.bicos.com.br) – que conecta prestadores de serviços a clientes - selecionou 5 atividades para aposentados que querem aproveitar o tempo livre para colocar as habilidades em prática sem demandar esforço físico excessivo ou grandes deslocamentos.

Quem tem uma veia organizadora, por exemplo, pode criar sistemas de arrumação semelhantes aos utilizados pelos personal organizers. Aplicar essas técnicas fora de casa é uma forma de ter uma fonte de renda. Kleber Costa, CEO do Bicos, lembra: investir em cursos qualificará o serviço prestado e aumentará a chance de conseguir trabalhos.

Aqueles apaixonados por animais podem oferecer serviços de hospedagem para quem viaja e não tem com quem deixar os bichinhos. “Cada vez mais pessoas estão optando por completarem a família com a presença de pets, pois preenche o coração, faz companhia, distrai e alegra a vida”, comenta o CEO. Manter-se cercado de amizades é outra alternativa, e se elas estão sempre elogiando suas unhas e pedem para fazer a delas, é a oportunidade de colocar as habilidades de manicure em prática e tirar uma graninha.

Fazer a barra de uma calça ou transformar um pedaço de pano em um lindo vestido são outros serviços manuais impensáveis para algumas pessoas, por isso quem tem mãos mágicas para a costura tem que aproveitar esse talento. O mesmo se aplica para a cozinha: se cada refeição é uma chuva de elogios pela comida feita, o próximo passo é ir além dos finais de semana em família e usar essa habilidade culinária para fazer e vender quentinhas.

“Há que pensar na embalagem, nas entregas e, claro, em como atrair clientes, razão pela qual se cadastrar em plataformas como o Bicos pode ser interessante”, explica Kleber, que também dá a dica: “Começar pelas pessoas mais próximas ou vizinhança, sem muito deslocamento, é o ideal para testar um novo serviço e ver se gosta mesmo de fazer aquilo”. Já são mais de 80 mil usuários, entre prestadores e quem contrata em 1000 cidades pelo Brasil.





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