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domingo, 3 de setembro de 2017

Dor na coluna é comum em cães



 Lesões também são frequentes em outros animais domésticos; Especialista da Anhanguera orienta como identificar as crises e preveni-las   


Dor na coluna em cães é um sintoma muito comum, tanto em animais jovens, como nos idosos. “A queda brusca de temperatura, problemas nas articulações ou artroses, obesidade e excesso de atividade física também podem desencadear crises nos animais domésticos”, explica o médico veterinário do Hospital Veterinário da Anhanguera, Felipe Truisi Neto.  Algumas raças tem mais predisposição ao problema, como teckel, basset hound e beagle.
 
Muitas vezes o cachorro convive com essas lesões durante um tempo antes de demonstrar sintomas. “Eles ficam mais prostrados, apáticos, param de comer e costumam apresentar algumas limitações de movimentos, como evitar subir no sofá ou na cama. A maioria das lesões são irreversíveis, pois quando identificadas já estão avançadas”, explica Felipe.

O diagnóstico é feito no exame clínico do médico veterinário e com exames como radiografia, tomografia ou ressonância magnética, dependendo do caso. “O tratamento dependerá do que for constatado. Caso seja uma degeneração da hérnia de disco, anti-inflamatórios, analgésicos e repouso são indicados. Para os casos mais crônicos, é recomendado fisioterapia e acupuntura, associado com outras medicações. Se for um processo infeccioso, por exemplo, deve se tratar a infecção, associando o tratamento anteriormente descrito. A cirurgia só é indicada quando o animal perde já alguns parâmetros fisiológicos que são checados no exame físico, de acordo com o nível de dor”, relata o médico veterinário.   

Como medidas preventivas, Felipe recomenda evitar exercícios forçados sem orientação médica, manter uma dieta saudável e, se possível evitar os pisos muito lisos em casa. O Hospital Veterinário da Anhanguera realiza atendimento clínico e cirúrgico aos pequenos, bem como realização de exames complementares, como ultrassom, raio-x, exame de sangue, entre outros.




Hospital Veterinário da Anhanguera
Av. Dr. Rudge Ramos, 1.701 – Rudge Ramos – SBC
Informações: (11) 4362.9064 | hvetabc@gmail.com






O que é importante saber sobre doenças neurológicas em pets?



Muitas sem causas conhecidas, as doenças no sistema nervoso possuem tratamentos que variam em cada enfermidade. Qualquer comportamento anormal, vá direto ao veterinário.

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Doenças neurológicas são, muitas vezes, enigmas na vida das pessoas e o mesmo acontece com os animais de estimação. No Brasil, há diversas doenças infecciosas que provocam lesões no sistema nervoso de cães e gatos, como a conhecida Cinomose, doenças inflamatórias ou autoimunes e anomalias congênitas como a Hidrocefalia. Elas podem atingir os pets em qualquer idade e qualquer raça. Contudo, pets da raça toy como Pug, Yorkshire, Maltês, Pinscher, estão mais predispostas.

Há doenças neurológicas que são curáveis como as autoimunes, a Epilepsia idiopática, a Doença do Disco intervertebral. O tratamento indicado pelo veterinário pode vir por meio de técnicas de controle, tratamentos clínicos, cirúrgicos, terapia celular e até mesmo por medicinas alternativas, como a chinesa. 

Segundo a parceira da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), a médica veterinária especializada em neurologia animal Dra. Mirela Ribeiro, “Como as causas de doenças neurológicas são múltiplas, os tratamentos são diversos. Existem doenças curáveis e outras não”.

A veterinária ainda afirma que, mesmo com a evolução da medicina animal, existem muitas doenças ainda sem causas conhecidas, entretanto, há fatores genéticos, micro-organismos, tóxicos, entre outros que levam a lesões no sistema neurológico.

Os sinais clínicos em neurologia não são apresentados por sintomas claramente relacionados a uma enfermidade. De acordo com a Dra. Mirela, dependendo da doença, o sinal pode ser diferente. Ela explica: “Convulsões, por exemplo, são indicativas de trauma no cérebro; desequilíbrios podem indicar alterações no sistema vestibular ou cerebelo, paralisias geralmente vêm de lesões na medula espinhal ou sistema neuromuscular. Além disso, mudanças de comportamento podem ser sinais de lesões cerebrais, entre outras. Por isso, o tutor deve levar o seu animal ao veterinário regularmente para acompanhar qualquer atitude suspeita”.


Primeiros-socorros

Muitos tutores ficam aflitos ao presenciar crises convulsivas, sinais comuns de problemas no cérebro. Por isso, abaixo há uma lista de procedimentos indicados e os não recomendados para agir em situações inesperadas como essa.


O que fazer:

·         Evite que o animal bata a cabeça contra paredes ou o chão;

·         Envolva-o com uma colcha ou edredom para evitar arranhões e mordidas;

·         Leve-o ao médico veterinário o mais rápido possível;

·         É recomendado manter uma pasta com exames e detalhes sobre o histórico de saúde do animal. Isso ajuda no diagnóstico.


O que não fazer:

·         Não tente abrir a boca do animal ou introduzir seus dedos nela;

·         Não aplique medicamentos;

·         Não ofereça água ou comida ao animal durante a crise.





13 de Setembro – Dia Mundial da Sepse - Pense, pode ser sepse?



 17 cidades brasileiras terão ações de conscientização sobre a síndrome que mata mais de 240 mil pessoas/ano no Brasil


A sepse no Brasil continua sendo  responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo. Em nosso país são registrados anualmente mais de 400 mil casos, sendo que 240 mil vão a óbito.

No dia 13 de setembro, o ILAS – Instituto Latino Americano de Sepse mobilizará 17 cidades brasileiras, entre elas São Paulo, para ação de conscientização da síndrome junto à população em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, serão distribuídos materiais informativos sobre a síndrome, criados pelo ILAS. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.

O tema desse ano será “Pense, pode ser sepse?”

O presidente do ILAS, Dr. Luciano Azevedo, explica que “o reconhecimento precoce da sepse é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência. Por isso: pense, pode ser sepse?”
O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.

O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).

Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.

O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa realizada pelo ILAS, em parceria com o Instituto Datafolha, demonstrou 86% dos entrevistados não sabem o que é sepse.
Para mudar esse cenário é importante a organização de campanhas de esclarecimento envolvendo sociedades médicas e imprensa.  Pelo quinto ano consecutivo, O ILAS participa do Dia Mundial da Sepse em 13 de Setembro. A ação reúne mais de 3 mil instituições em todo mundo e é comandada mundialmente pela Global Sepsis Alliance (GSP). O objetivo da campanha é mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade por sepse no mundo.

Cidades participantes: Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória





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