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quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Grupo Sabin intensifica ações no Agosto Lilás sobre a violência contra a mulher

 Desde 2022, Sabin distribui cartilha sobre o tema e promove rodas de conversa com colaboradores mulheres e homens 


Agosto Lilás é o mês nacional de conscientização sobre a violência contra a mulher, instituído para fortalecer debates, informar e estimular a sociedade a denunciar abusos. No dia 7, a Lei Maria da Penha completou 19 anos, marco que carrega a frase da mulher que emprestou o nome à legislação: “A vida começa quando a violência acaba”. 

No Brasil, dados oficiais revelam que a cada dois minutos uma mulher é agredida. Esses números mostram a urgência de iniciativas em todos os setores, incluindo o corporativo, onde o diálogo pode salvar vidas. 

No Grupo Sabin, companhia de alma feminina, com 77% dos seus colaboradores mulheres, o mês é mote para diversas iniciativas, mediadas por especialistas em gênero, psicologia e direitos humanos. No aplicativo do Sabin, é disponível, desde 2020, o botão Quebre o Silêncio, que dá acesso direto a um canal de denúncia. Para complementar, é distribuída a cartilha “Diga Não à Violência”, lançada em 2022, que descreve os diversos tipos de abuso, muito além das agressões físicas, e ensina as mulheres a como se defenderem. Conheça alguns:

 

  • Controle e vigilância

Impedir que uma mulher trabalhe, estude ou saia sozinha, decidir com quem ela pode falar ou se relacionar, além de monitorar seu celular, exigir senhas ou controlar suas redes sociais.

  • Humilhação e desprezo

Criticar a aparência, os sentimentos ou a forma como uma mulher se expressa, fazer piadas, imitações ou ridicularizar suas opiniões na frente de outras pessoas, assim como diminuir sua capacidade, inteligência ou valor.

  • Intimidação e ameaças

Gritar, bater em objetos ou quebrar pertences com a intenção de intimidar, ameaçar machucar, tirar os filhos ou divulgar informações pessoais.

  • Violência emocional

Fazer com que uma mulher se sinta culpada ou insuficiente o tempo todo, isolá-la de amigos e familiares, e manipulá-la por meio de mentiras ou chantagens.

  • Violência econômica

Gritar, bater em objetos ou quebrar pertences com a intenção de intimidar, ameaçar machucar, tirar os filhos ou divulgar informações pessoais.

  • Violência sexual

Forçar ou pressionar relações sexuais, ignorar quando ela diz não ou não demonstra vontade, tocar sem consentimento ou invadir sua intimidade. 

As questões que envolvem a mulher ocupam um lugar de destaque em nossa cultura. No Grupo Sabin, temos o compromisso de promover a conscientização dos colaboradores sobre o respeito às mulheres em todos os âmbitos da vida, seja no trabalho ou nas relações pessoais. Além disso, incentivamos a denúncia de qualquer forma de violência, reforçando nosso papel como empresa que valoriza a dignidade humana e a construção de uma sociedade mais justa”, destaca Marly Vidal, diretora de Administração e Pessoas.

 

Grupo Sabin
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