Desde 2022, Sabin distribui cartilha sobre o tema e promove rodas de conversa com colaboradores mulheres e homens
Agosto Lilás é o mês nacional de conscientização sobre a violência contra a mulher, instituído para fortalecer debates, informar e estimular a sociedade a denunciar abusos. No dia 7, a Lei Maria da Penha completou 19 anos, marco que carrega a frase da mulher que emprestou o nome à legislação: “A vida começa quando a violência acaba”.
No Brasil, dados oficiais revelam que a cada dois minutos uma mulher é agredida. Esses números mostram a urgência de iniciativas em todos os setores, incluindo o corporativo, onde o diálogo pode salvar vidas.
No Grupo Sabin,
companhia de alma feminina, com 77% dos seus colaboradores mulheres, o mês é
mote para diversas iniciativas, mediadas por especialistas em gênero,
psicologia e direitos humanos. No aplicativo do Sabin, é disponível, desde
2020, o botão Quebre o Silêncio, que dá acesso direto a um canal de denúncia.
Para complementar, é distribuída a cartilha “Diga Não à Violência”, lançada em
2022, que descreve os diversos tipos de abuso, muito além das agressões
físicas, e ensina as mulheres a como se defenderem. Conheça alguns:
- Controle
e vigilância
Impedir que uma
mulher trabalhe, estude ou saia sozinha, decidir com quem ela pode falar ou se
relacionar, além de monitorar seu celular, exigir senhas ou controlar suas
redes sociais.
- Humilhação
e desprezo
Criticar a
aparência, os sentimentos ou a forma como uma mulher se expressa, fazer piadas,
imitações ou ridicularizar suas opiniões na frente de outras pessoas, assim
como diminuir sua capacidade, inteligência ou valor.
- Intimidação
e ameaças
Gritar, bater em
objetos ou quebrar pertences com a intenção de intimidar, ameaçar machucar,
tirar os filhos ou divulgar informações pessoais.
- Violência
emocional
Fazer com que uma
mulher se sinta culpada ou insuficiente o tempo todo, isolá-la de amigos e
familiares, e manipulá-la por meio de mentiras ou chantagens.
- Violência
econômica
Gritar, bater em
objetos ou quebrar pertences com a intenção de intimidar, ameaçar machucar,
tirar os filhos ou divulgar informações pessoais.
- Violência
sexual
Forçar ou pressionar relações sexuais, ignorar quando ela diz não ou não demonstra vontade, tocar sem consentimento ou invadir sua intimidade.
As questões que
envolvem a mulher ocupam um lugar de destaque em nossa cultura. No Grupo Sabin,
temos o compromisso de promover a conscientização dos colaboradores sobre o
respeito às mulheres em todos os âmbitos da vida, seja no trabalho ou nas
relações pessoais. Além disso, incentivamos a denúncia de qualquer forma de
violência, reforçando nosso papel como empresa que valoriza a dignidade humana
e a construção de uma sociedade mais justa”, destaca Marly Vidal, diretora de
Administração e Pessoas.
Grupo Sabin
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