A Bigfral compartilha cinco mitos e verdades sobre a doença e possibilidades de tratamento
O Dia Mundial da Conscientização sobre a Incontinência Urinária,
em 14 de março, foi criado para promover a conscientização sobre a condição,
que pode acometer pessoas de todas as faixas etárias, além de impactar
diretamente na qualidade de vida. Como forma de ampliar as discussões e
conhecimento sobre o tema, este ano a Bigfral, marca referência em
incontinência urinária no Brasil, reforça a importância de falar abertamente
sobre o tema e trazer informações de qualidade para a população.
A Bigfral acredita que discutir e enfrentar tabus são ativos
valiosos para a sociedade. Nesse contexto, a marca separou cinco mitos e
verdades em torno da incontinência urinária.
Mitos
e Verdades sobre a Incontinência Urinária:
1) Mito: Apenas mulheres sofrem de incontinência urinária.
Verdade: Apesar das mulheres serem a maioria da população que sofre de
incontinência, o problema também acomete o sexo masculino. A
incontinência urinária (IU) afeta cerca de 30% da população brasileira, sendo
68% em mulheres. Pelo menos uma em cada quatro pessoas pode apresentar IU
durante a vida e, em todo o mundo, cerca de 423 milhões de pessoas (≥20 anos)
sofrem de alguma forma de IU¹.
2) Mito: A incontinência urinária é inevitável e está diretamente ligada ao
envelhecimento.
Verdade: É verdade que existe uma tendência à incontinência urinária com o
aumento da idade. Mas é importante frisar que todo mundo pode ter
incontinência, em todas as idades. Não é algo inevitável e nunca deve ser
considerado como normal. Vale destacar ainda que a condição pode ter diferentes
causas: pode ser por urgência – quando a pessoa sofre de bexiga hiperativa e
surge uma vontade forte de urinar instantaneamente; ou por esforço – quando há
escape de urina ao tossir, rir, fazer exercício ou em outros afazeres
cotidianos. A incontinência também pode ser mista – que é a combinação das IUs
por urgência e por esforço; ou por transbordamento – em casos em que a bexiga
está sobrecarregada e há gotejamento constante de urina. Em todos os casos, a
IU pode ainda ser consequência de outras questões de saúde, como doenças
neurológicas, malformação do trato urinário, fístulas urinárias, doenças na
próstata, tumores, diabetes, menopausa, entre outros.
3) Mito: Incontinência urinária não tem tratamento.
Verdade: O que impede o tratamento é o desconhecimento e o tabu sobre o
tema. Somente um médico pode recomendar a intervenção ideal para cada pessoa. A
incontinência urinária possui diversos tipos de tratamentos com base na
severidade do diagnóstico, que podem ser desde algo mais simples e menos
invasivo, como mudança comportamental, até uma cirurgia em casos mais
complicados.
Em prol do bem-estar, é indicado começar com medidas
comportamentais, como o uso de alarme para lembrar de ir ao banheiro de tempos
em tempos, além de ir preventivamente ao banheiro para evitar escape de urina
em casos de urgência. Dependendo do grau de IU, o médico pode seguir então para
a recomendação de uma fisioterapia pélvica para melhorar a musculatura do
esfíncter, dando sustentação à ureter. Além disso, existem tratamentos com
cirurgias.
4) Mito: É normal perder urina às vezes.
Verdade: A incontinência urinária nunca é considerada como algo normal e
costuma ter um efeito profundo na qualidade de vida, podendo resultar em
isolamento social, ansiedade e depressão. Em pesquisa realizada pela IPEC
encomendada pela Bigfral, por exemplo, 91% dos entrevistados afirmaram sentir
impacto na bem-estar social e psicológico.
5) Mito: A pessoa com incontinência urinária não pode mais se exercitar e
deve evitar fazer longas viagens.
Verdade: Por tabu e falta de informações corretas, pessoas acometidas pela
incontinência urinária tendem a se isolar e a ter perda significativa de
qualidade de vida. É importante ficar claro que a incontinência é tratável e,
durante o tratamento, há uma série de ações comportamentais e produtos de
qualidade que permitem às pessoas manterem sua rotina diária com qualidade e
conforto.
Para quem convive com incontinência urinária, a IU pode provocar ainda lesões cutâneas. Em pesquisa IPEC encomendada por Bigfral (2021), 77% dos entrevistados com incontinência afirmaram que já tiveram alguma dermatite próximo à região íntima. Exatamente por isso, vale destacar que um produto adequado e de qualidade é importante para evitar problemas na pele e para gerar impactos positivos no dia a dia do paciente.
A Bigfral, por exemplo, possui produtos desenvolvidos
para diferentes níveis de IU, focados no bem-estar, conforto, segurança e na
proteção da pele, que vão desde roupas íntimas descartáveis que se assemelham
às cuecas e calcinhas até fraldas, absorventes e toalhas umedecidas para
adultos.
¹Dados tirados de:
Pesquisa BigFral – IPEC. Estudo de Prevalência da Incontinência Urinária e sua Correlação com Dermatite no Brasil – 2021.
Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Incontinência Urinária Não Neurogênica. Brasília, 2020.
Tran LN, Puckett Y. Urinary Incontinence. [Updated 2023 Aug 8]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2023 Jan.
Pizzol D, Demurtas J, Celotto S, Maggi S, Smith L, Angiolelli G, et al. Urinary incontinence and quality of life: a systematic review and meta-analysis. Aging Clin Exp Res. 2021 Jan;33(1):25-35
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