A perda involuntária de urina ainda é um assunto muito estigmatizado, principalmente pelas mulheres. De acordo com a pesquisa “Menstruação e escapes de xixi”, mais de 80% das brasileiras não conversam com médicos ou amigos sobre o tema por vergonha.
Neste Dia da Incontinência Urinária, Plenitud®, marca-líder em roupa íntima descartável para incontinência urinária da Kimberly-Clark, esclarece quais os níveis, as possíveis causas e soluções para quem vive com a condição.
"A incontinência urinária afeta
milhares de mulheres, mas ainda é cercada por vários estigmas. É fundamental
quebrarmos essas barreiras e promovermos um diálogo aberto sobre essa questão
tão relevante para a saúde e o bem-estar. Ao falar sobre a incontinência
urinária, capacitamos as pessoas a encontrarem soluções adequadas para viver
uma vida plena e sem constrangimentos." diz Marisa Cazassa, gerente
executiva de Marketing, da Kimberly-Clark no Brasil.
O que provoca a incontinência?
A médica uroginecologista e
especialista de Plenitud® dra. Lilian Fiorelli esclarece “A incontinência
urinária pode ser desencadeada por uma série de fatores, incluindo fraqueza dos
músculos do assoalho pélvico, danos nos nervos que controlam a bexiga e
condições médicas como diabetes e infecções urinárias. Além disso, certos hábitos
de vida, como o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o hábito de segurar
a urina por períodos prolongados, também podem contribuir para o
desenvolvimento da condição”.
As 5 causas mais comuns são:
- Fraqueza dos músculos do assoalho pélvico: Esses músculos desempenham um papel importante no suporte dos órgãos pélvicos, incluindo a bexiga. Quando estão mais fracos, podem resultar em vazamento de urina, especialmente durante atividades que exercem pressão sobre a região, como tossir, espirrar, correr ou levantar pesos.
- Gravidez e parto: Durante a gravidez, o útero exerce pressão sobre a bexiga, o que pode resultar em um aumento da frequência urinária e, em alguns casos, vazamento involuntário de urina. O parto vaginal também pode contribuir principalmente se ocorrerem lesões nos músculos do assoalho pélvico durante o processo.
- Hábitos de vida não saudáveis: Fatores como tabagismo, consumo excessivo de álcool e obesidade podem aumentar o risco de incontinência urinária. Por isso, é importante manter uma alimentação saudável e uma rotina de exercícios físicos.
- Condições médicas: Algumas doenças podem estar relacionadas aos escapes devido à interferência no funcionamento normal do órgão, como a diabetes por exemplo, que quando mal controlada pode alterar o funcionamento dos nervos da bexiga e levar à incontinência urinária.”
- Infecção do trato urinário: Essa condição é comum devido a presença de bactérias na bexiga que podem irritar a mucosa, resultando em uma sensação de urgência e frequência urinária, o que pode levar a episódios de vazamento involuntário.
Quais os tipos de incontinência?
Incontinência de
esforço: É o tipo mais comum e ocorre quando há
perda de urina ao tossir, espirrar, rir, levantar pesos ou praticar atividades
físicas.
Incontinência de urgência: Caracteriza-se pela intensa necessidade de urinar, muitas vezes resultando em escapes involuntários de urina antes de chegar ao banheiro.
Incontinência mista: É uma combinação de incontinência de esforço e de urgência, na qual o indivíduo pode ter vazamento de urina tanto em atividades físicas quanto devido à urgência de urinar.
Incontinência funcional: Decorre de problemas físicos ou mentais que dificultam a capacidade de uma pessoa de chegar ao banheiro a tempo, como doenças neurológicas, demência ou limitações de mobilidade.
Incontinência por
transbordamento: Caracteriza-se pela incapacidade da
bexiga de se esvaziar completamente, levando ao vazamento constante de pequenas
quantidades de urina.
Quando procurar um médico?
Perder urina não é normal. Qualquer situação de escape de xixi indica a necessidade de consultar um especialista. Além disso, em casos de dor ou desconforto ao urinar e alterações na cor, odor ou volume da urina é recomendado a visita ao seu médico.
Um médico especializado, como um
urologista, ginecologista ou uroginecologista, pode realizar uma avaliação para
determinar a causa da incontinência e recomendar o tratamento mais adequado,
que pode variar de mudanças no estilo de vida a medicamentos e cirurgia.
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