Procedimento tem ganhado adeptos no Brasil
pelo custo-benefício
A
micropigmentação capilar é uma das técnicas mais realizadas nos Estados Unidos
e na Europa para camuflar a calvície em homens e mulheres. O procedimento
chegou ao Brasil há cerca de cinco anos e tem ganhado cada vez mais adeptos,
devido à estética do resultado e ao custo-benefício.
De acordo com a médica da Clínica Regis,
Dra. Carolina Lamounier, a técnica consiste na deposição de pigmentos orgânicos
e biodegradáveis na pele do couro cabeludo, por meio de micropunturas feitas
por agulhas finas. A associação entre pigmentos, profundidade de aplicação e
tamanhos dos depósitos cria uma ilusão de pequenos folículos capilares,
melhorando o aspecto estético das áreas afetadas pela calvície. “A micropigmentação
é uma solução para pacientes que não possuem área doadora para o transplante
capilar ou que, por algum motivo, não desejam ou não podem se submeter ao
tratamento cirúrgico. Os benefícios estão além da camuflagem da área
calva. Por meio da técnica, conseguimos recriar a linha de implantação capilar,
melhorando o contorno facial e disfarçando cicatrizes indesejadas”, explica a
médica, destacando que o procedimento também pode ser utilizado por pessoas que
desejam ter uma aparência de maior densidade capilar.
Entre
os diferenciais da micropigmentação capilar estão a melhora imediata da
aparência e a relação custo-benefício, quando comparada a outras soluções. “O
efeito da micropigmentação capilar já pode ser percebido na primeira sessão e
traz resultado completo, cerca de 30 dias após a finalização do processo. Além
disso, o investimento no tratamento é variável, de acordo com o tamanho da área
que será coberta, e menor do que o necessário para a realização de outras
técnicas”, esclarece Dra. Carolina.
O
procedimento é realizado em duas (adensamento) ou três sessões (pigmentação de
todo o couro cabeludo), com duração entre uma e cinco horas, dependendo do
tamanho e da complexidade da área que será pigmentada. O resultado permanece
durante um período de três a cinco anos, em média, variando de acordo com o
sistema imune de cada paciente e outros aspectos relacionados à oleosidade do
couro cabeludo, à cor da pele e à exposição solar. Após esse período, o
paciente pode optar por retocar a micropigmentação e perpetuar seus efeitos.
Orientação é fundamental
A médica da Clínica Regis,
Dra. Carolina Lamounier, ressalta, ainda, que a micropigmentação capilar
integra um tratamento complexo e deve ser acompanhado por um profissional
capacitado. “A micropigmentação ficou popularmente conhecida, principalmente,
por seu emprego em tratamentos estéticos para a correção de imperfeições de
pequenas áreas, como as sobrancelhas. Mas, a micropigmentação capilar, aliada
ao tratamento da calvície, deve ser indicada a partir de uma criteriosa
avaliação médica e executada por um profissional especializado”, esclarece.
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