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quinta-feira, 15 de março de 2018

Conheça o principal erro cometido por profissionais no momento de desenvolver treinamentos



A metodologia tradicional de Design Instrucional peca em um fator indispensável na modernidade: o tempo


Disseminar novos conhecimentos, aprimorar habilidades e otimizar a execução de atividades. Essas são as prerrogativas organizacionais sob a responsabilidade do Design Instrucional. A metodologia de ensino/aprendizagem surgiu na década de 1960 com a finalidade de treinar o máximo número de soldados de forma veloz e sistemática. A técnica que sobreviveu aos dias atuais é utilizada por empresas no desenvolvimento de treinamentos para os colaboradores.

Entre os processos que fazem parte da metodologia estão a análise de cenário e definição de indicadores, processo de designer e desenvolvimento de conteúdo, implementação e medição dos resultados. Mas, apesar do ciclo sistêmico trazer bons frutos para a companhia, ele ainda peca no fator tempo.

Em latim o termo Design Instrucional significa “desenhar informações”. Portanto, como o próprio nome sugere, a técnica desenvolve os processos por meio de desenhos. De acordo com Flora Alves, sócia fundadora da SG – Aprendizagem Corporativa, este é um dos principais erros cometidos pelos designers instrucionais, pois diminui a velocidade do desenvolvimento de treinamentos.

Flora também é autora do livro Design de Aprendizagem com Uso de Canvas e acredita que a estrutura de ensino aos colaboradores tem mais efeito ao inserir pôsteres e post-its. Dessa maneira, ela criou o Trahentem®. Com base nos princípios de Design Thinking a metodologia tem os seguintes pilares: Colaboração, investigação, experimentação, propósito, visual, agilidade e simplicidade.

“O mundo mudou, os aprendizes mudaram. Não é mais o tempo do design instrucional convencional, é hora de criarmos um design de aprendizagem que facilite o processo, seja apetitoso, divertido e funcione”, afirma a sócia fundadora.

O Trahentem® faz com que o ser humano seja o protagonista e alinha as estratégias da empresa com o desempenho desejado do colaborador. Contudo, implementa o processo com três Canvas diferentes:
- Canvas Di-Empatia: É uma ferramenta de diagnóstico com foco no participante que permite entender as necessidades da instituição e as demandas do colaborador levando em consideração os Gaps de performance e facilitando a construção de um objetivo de aprendizagem efetivo.
- Canvas Di-Tarefas: Ferramenta de filtragem de conteúdos essenciais para a aprendizagem do colaborador.
- Canvas Di-Ropes: Acelera a criação de soluções de aprendizagem e catalisa o conhecimento em si. Esta etapa trabalha as informações selecionadas do Di-Tarefas com foco nos processos psicológicos para adquirir o conhecimento.
“A metodologia veio para trazer dinamismo ao tradicional meio de desenvolvimento de treinamentos. A ideia é tornar o processo mais intuitivo para os designers instrucionais e os colaboradores”, pontua Flora.  




SG Aprendizagem Corporativa

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