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domingo, 1 de junho de 2025

Zoológico fechado por suspeita de gripe aviária: Brasil entra em alerta contra vírus letal

Especialista em doenças infecciosas do CEUB revela como o H5N1 pode afetar humanos, devastar granjas e paralisar exportações


Fechado após a morte de um pássaro irerê e de um pombo, o Jardim Zoológico de Brasília responde por suspeitas de infecção pelo vírus H5N1 (gripe aviária). Com a investigação em curso no Distrito Federal, o momento é de atenção, mas sem pânico, destaca Lucas Edel, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB). O especialista recomenda atenção, principalmente de criadores e profissionais que lidam com aves, devido ao risco de transmissão por secreções contaminadas. 

“Os casos ainda não foram confirmados e são apenas suspeitas. A situação está sendo acompanhada e, conforme os desdobramentos, as medidas sanitárias serão tomadas”, conclui o especialista em doenças infecciosas e parasitárias. Segundo ele, a suspensão das atividades do zoológico é uma medida preventiva e, até o momento, não há previsão de reabertura do parque. O fechamento segue recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que orientam a investigação imediata e o isolamento de ambientes diante de qualquer suspeita.  

A influenza aviária é causada por um vírus que circula predominantemente entre aves, mas que também pode afetar mamíferos e, em situações raras, seres humanos. O professor explica que existem dois subtipos do vírus: um altamente patogênico, responsável por alta mortalidade entre aves, e outro de baixa patogenicidade, menos agressivo e com menor risco para humanos. “A circulação do vírus em aves migratórias já é observada em várias partes do mundo. No Brasil, os primeiros casos estão surgindo agora e estamos tentando entender como essa transmissão aconteceu, se por aves migratórias, por aves domésticas ou de outra forma”, afirma o especialista.

Nos animais, os sinais clínicos são sintomas respiratórios, problemas de locomoção, apatia e, em muitos casos, evolução para óbito. O especialista lembra que esses sintomas também são comuns a outras doenças aviárias, por isso é fundamental aguardar os resultados das investigações. “No Distrito Federal, está sendo apurado se os casos realmente se tratam de influenza aviária ou de outra doença semelhante”, explica o docente do CEUB. 

 

Riscos humanos e medidas preventivas

Apesar do alarme, os casos de infecção em humanos são extremamente raros e costumam ocorrer após contato direto com aves doentes. “É muito mais comum em situações em que aves silvestres ou migratórias entram em contato com aves domésticas”, destaca Lucas. 

Como precaução, o especialista orienta que a população evite tocar em aves doentes ou com comportamento anormal. “Caso observem alguma ave com sinais clínicos ou comportamento fora do comum, o ideal é não manuseá-la e acionar imediatamente a Secretaria de Agricultura do Distrito Federal”, recomenda. 

Além dos riscos à saúde, a gripe aviária pode trazer impactos econômicos severos. Como um dos maiores exportadores de carne de aves do mundo, o Brasil pode ter suas exportações suspensas em caso de confirmação do vírus em granjas. “Se uma granja com duas mil ou cinco mil aves for contaminada, todas precisam ser abatidas. Isso gera prejuízos expressivos e pode afetar diretamente o comércio internacional”, alerta Edel. Para Lucas Edel, as ações de contenção e vigilância precisam ser rigorosas.


Amor também é cuidado: 5 tratamentos para deixar seu parceiro mais bonito

Freepik
Saiba como surpreender a pessoa amada com um presente que valoriza a autoestima

 

Você já pensou em dar um presente que vai além do material? Com a proximidade do Dia dos Namorados, celebrado no próximo dia 12 de junho, muitos casais estão apostando em experiências e cuidados pessoais como forma de demonstrar carinho. De acordo com uma pesquisa realizada pela Ebit Nielsen (2024), 70% dos brasileiros preferem oferecer serviços ou experiências que proporcionem bem-estar, em vez de objetos tradicionais.

Para ajudar na escolha do presente ideal, a professora e mestre Amanda Lopes, especialista em estética facial e técnicas injetáveis, da Homenz, rede de clínicas de saúde e estética masculina, selecionou alguns procedimentos que realçam a aparência do parceiro, contribuindo para que ele se sinta mais bonito e valorizado. Confira as opções:


1. Limpeza profunda

“Importante para remover cravos, espinhas e impurezas acumuladas no dia a dia. Deixa a pele mais uniforme e com aspecto revigorada. É um passo básico, mas necessário para quem deseja um rosto bem cuidado. O ideal é manter uma frequência regular de sessões”, recomenda.


2. Peeling de diamante

“Uma ótima escolha para quem busca um efeito luminosidade e textura mais suave. Com ponteiras de diamante, o procedimento promove uma esfoliação profunda, removendo células mortas e estimulando a produção de colágeno”, explica.


3. Radiofrequência

“Para combater a flacidez e a papada que surgem com o passar da idade, é um excelente recurso. A tecnologia aquece as camadas da pele, estimulando a produção de colágeno e melhorando a sustentação do rosto”, esclarece a especialista.


4. Bioestimuladores de colágeno

“Indicado para quem busca reduzir sinais de envelhecimento, esse procedimento melhora a firmeza e a elasticidade, suaviza as linhas de expressão e promove um visual mais jovem”, compartilha.


5. Depilação a LED

“Pode ser realizada no rosto, especialmente na região da barba, e também no corpo. É uma alternativa prática e moderna para quem deseja eliminar os pelos com mais conforto. Além de ser praticamente indolor, oferece resultados eficazes com redução progressiva dos pelos”, avalia.


Dicas extras da especialista

Além dos tratamentos realizados em clínica, a profissional ressalta a importância de manter uma rotina de autocuidado em casa. “Incentivar o uso de produtos adequados para o cuidado diário, como hidratantes, óleos e máscaras faciais, ajuda a manter e prolongar os efeitos dos procedimentos”, reforça.

Outra recomendação importante é o uso diário de filtro solar. “A proteção é fundamental para evitar danos causados pelos raios UV, que aceleram o envelhecimento e podem causar manchas”, finaliza.

 

Homenz



Tratamentos a Laser e Luz Intensa Pulsada não são a mesma coisa, descubra as diferenças e seus benefícios

Diferenças na emissão da luz definem a devida indicação e a eficácia do tratamento, explica especialista

 

Tratamentos estéticos para rejuvenescimento da pele e remoção de manchas avançaram notavelmente nos últimos anos, impulsionados por novas tecnologias e pela busca por procedimentos menos invasivos. No entanto, muitas pessoas ainda confundem dois procedimentos muito populares: o Laser e a Luz Intensa Pulsada. 

 

Embora ambos utilizem tecnologia de luz para tratar a pele, eles têm diferenças fundamentais que impactam seus efeitos, sua eficácia e sua indicação. A principal está na forma como a luz é emitida, como explica Luciana Righi, biomédica da HTM Eletrônica — indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletromédicos e estéticos. 

 

“O Laser de alta intensidade utiliza um feixe de luz monocromático e direcionado, e ainda existem tipos de laser, como laser na faixa de milissegundos que irá garantir uma epilação duradoura e laser na faixa de nano ou picossegundos que irão garantir precisão no tratamento de manchas, remoção de tatuagens e rejuvenescimento. Já a Luz Intensa Pulsada (LIP) emite uma luz policromática e difusa, indicada para rejuvenescimento, tratamento de acne, telangiectasias e manchas, além de também ser usada para epilação”, detalha.

 

Segundo a especialista, a escolha entre os dois métodos depende do objetivo do paciente, do tipo de pele e da condição tratada. “A Luz Intensa Pulsada é mais segura até o fototipo V, pois em peles com fototipos VI há risco de hiperpigmentação e queimaduras. Já o Laser de alta intensidade, por contar com diferentes tecnologias, pode ser utilizado em todos os fototipos, desde que o equipamento seja adequado e a parametrização esteja correta”, reforça.

 

Os resultados são progressivos, variam conforme a resposta de cada organismo e o número de sessões realizadas. Fatores como anamnese e avaliação correta, intervalo entre sessões, ajuste dos parâmetros, e cuidados pré e pós-tratamento influenciam diretamente na eficácia e durabilidade dos efeitos.

 

Para uma recuperação segura, é importante seguir as recomendações do profissional. As mais comuns são evitar exposição solar por pelo menos 15 dias, usar protetor solar, manter a pele hidratada e suspender o uso de ácidos e esfoliantes físicos antes e depois do procedimento, bem como informar ao profissional se está fazendo uso de medicamentos e ou suplementos vitamínicos. 

 

“Além disso, o uso de maquiagem só deve ser retomado após 72 horas, enquanto desodorantes podem ser aplicados um dia depois do procedimento, de preferência que não possuam álcool em sua composição. Evitar calor excessivo e não remover casquinhas também ajuda na cicatrização, evitando o aparecimento de manchas e cicatrizes indesejadas”, orienta Luciana. 

 

Ela reforça que, antes de escolher um ou outro, o importante é realizar uma avaliação profissional para determinar o tratamento mais adequado.

 

HTM Eletrônica


Nutricionista explica como manter a saúde da pele com a alimentação na estação mais seca do ano

Com o meio do outono, as temperaturas caem e o ar fica mais seco, uma combinação que afeta diretamente a hidratação e o equilíbrio da pele. A estação pede atenção redobrada aos cuidados diários e à alimentação, que pode ser uma grande aliada para manter a saúde da pele de dentro para fora. 

Segundo Carla Fiorillo, nutricionista e Coordenadora de Conteúdo do Professional HUB da Puravida, a nutrição tem papel essencial no fortalecimento da barreira cutânea e na proteção contra o ressecamento. “Durante o outono, é comum notarmos a pele mais opaca, sensível ou até descamando. Nessa fase, alimentos ricos em gorduras boas, antioxidantes e vitaminas são fundamentais para manter a hidratação e elasticidade natural da pele”, explica Carla. 


Confira as dicas para alimentação 

Abacate e oleaginosas (como nozes e castanhas) – Fontes de gorduras boas, que ajudam a manter a integridade da pele. 

Cenoura, abóbora e batata-doce – Ricos em betacaroteno, um antioxidante que contribui para a renovação celular e protege contra o ressecamento. 

Peixes de água fria (como salmão e sardinha) – Contêm ômega-3, que contribui para a integridade da barreira cutânea e para a hidratação da pele. 

Água e chás naturais – A hidratação continua sendo fundamental mesmo em dias mais frios, onde a sede é menos percebida. 

Frutas vermelhas e cítricas – Carregadas de vitamina C, que estimula a produção de colágeno e combate os radicais livres. A vitamina C ainda está relacionada a um menor ressecamento e melhor aparência da pele. 

Em alguns casos, a suplementação pode potencializar os cuidados com a pele. Nutrientes e compostos como colágeno hidrolisado, ácido hialurônico, vitamina C e antioxidantes naturais ajudam a preservar a firmeza e luminosidade mesmo em períodos mais secos. 

“A alimentação deve ser sempre a base, mas suplementos com formulações inteligentes e naturais podem complementar a rotina de autocuidado de maneira eficaz e prática”, conclui Carla.  



Puravida
www.puravida.com.br

 

Skincare Coreano: O Segredo da Pele Perfeita ou Um Risco Para Alguns Tipos de Pele?

 

Nos últimos anos, o mundo se rendeu ao fascínio da pele coreana: lisinha, uniforme, com viço natural e aparência quase translúcida. O famoso “glass skin”, ou “pele de vidro”, virou obsessão global, levando milhões de pessoas a mergulharem no universo do skincare coreano, uma rotina de cuidados que pode envolver de 5 a até 12 passos por dia, com produtos ultrassofisticados, fórmulas inovadoras e ativos inusitados. 

Mas em meio ao encanto, uma pergunta tem ganhado espaço entre especialistas:
Será que o skincare coreano funciona para todos os tipos de pele? Ou ele pode ser um exagero e até perigoso para certas pessoas?

A dermatologista Dra. Renata Castilho explica o que há por trás dessa tendência mundial e esclarece quem pode (e quem não deve) aderir a essa rotina de beleza que virou febre nas redes sociais.
 

Muito além da estética: o skincare como parte da cultura coreana

Na Coreia do Sul, cuidar da pele não é apenas vaidade, é um pilar da educação e do autocuidado desde a adolescência. Meninas e meninos aprendem cedo a importância de proteger a pele do sol, manter a hidratação e tratar imperfeições com constância. O resultado dessa disciplina são produtos extremamente elaborados, com ingredientes como:

  • Centella asiática
  • Niacinamida
  • Extratos fermentados
  • Ácido hialurônico de baixa molécula
  • Probióticos e ativos botânicos raros

O marketing visual impecável, o sensorial agradável e o design minimalista também conquistaram o Ocidente, mas o que funciona bem para as coreanas pode não trazer os mesmos benefícios, ou mesmo ser contraproducente, para outros tipos de pele, alerta a dermatologista.
 

O que o skincare coreano tem de diferente?

  • Foco na hidratação profunda e em camadas leves de produtos
  • Valorização do “glow” natural, não da pele matificada
  • Preferência por texturas aquosas, géis e loções ultraleves
  • Etapas múltiplas: óleo de limpeza, gel de limpeza, esfoliação, tônico,

  • ssência, sérum, máscara, hidratante e protetor solar
  • Ingredientes botânicos, fermentados e calmantes

Esse ritual foi pensado para peles asiáticas, que tendem a ser mais sensíveis à inflamação, com maior risco de manchas e hiperpigmentação pós-lesão, exigindo cuidados delicados e preventivos. Mas isso não significa que seja o ideal para todos. 


Quem pode se beneficiar da rotina coreana?

Segundo a Dra. Renata Castilho, peles normais a secas, com tendência à sensibilidade ou que estejam desidratadas, podem sim se beneficiar do skincare coreano, especialmente se adaptado à realidade climática e ao estilo de vida ocidental. 

“Se a pele é fina, opaca, sensível ou reativa, produtos coreanos com fórmulas suaves, livres de fragrâncias agressivas e com ativos calmantes podem ajudar a recuperar o equilíbrio e o viço. O problema é quando as pessoas tentam copiar um ritual inteiro, de forma rígida, sem entender o que a própria pele precisa", ressalta.
 

Quem deve ter cuidado com os produtos coreanos?

  • Peles muito oleosas ou acneicas: Muitas fórmulas coreanas focam em hidratação, e o excesso de camadas pode aumentar a oleosidade e obstruir poros, piorando quadros de acne.
  • Peles com rosácea ou dermatite: Alguns ingredientes fermentados, mesmo naturais, podem desencadear reações inflamatórias ou alérgicas em peles sensibilizadas.
  • Peles bronzeadas ou expostas ao sol: Certos ativos despigmentantes ou clareadores utilizados no K-beauty não combinam com exposição solar intensa, podendo causar manchas se mal utilizados.
  • Peles que já usam ácidos, retinóides ou fazem procedimentos dermatológicos: Misturar esses tratamentos com produtos de origem asiática, sem acompanhamento médico, pode irritar a pele ou causar descamação.

    “Skincare não é receita de bolo. O que deixa uma pele radiante em Seul pode não funcionar, ou até prejudicar, uma pele que vive sob o sol forte do Brasil, com clima úmido, poluição e uma rotina acelerada”, afirma a dermatologista Renata Castilho.

O que considerar antes de adotar o K-beauty na sua rotina
 

Menos pode ser mais — Não é obrigatório usar 10 passos. Entenda o que cada produto oferece e personalize.


Conheça os ingredientes — Leia os rótulos. Alguns produtos têm compostos desconhecidos no Brasil e podem causar reações inesperadas.


Observe a reação da sua pele — Brilho excessivo, acne, vermelhidão ou ardência são sinais de que algo está errado.


Clima importa — Produtos densos ou muito oclusivos funcionam bem no inverno coreano, mas podem ser pesados no verão brasileiro.


Adapte com consciência — Tônicos, essências e séruns leves são ótimos pontos de entrada.


Não substitua orientação médica por tendências da internet — Skincare é tratamento. E todo tratamento exige diagnóstico.
 

O skincare coreano é uma revolução em sensorialidade, leveza e inovação. Mas não é uma fórmula mágica. Muito menos um caminho universal. O verdadeiro segredo da pele perfeita não está em seguir modismos cegamente, mas em entender profundamente o que a sua pele precisa e respeitar seus limites. 

"Trazer produtos coreanos para a rotina pode ser enriquecedor, sim, mas com consciência. Quando há excesso, sobreposição ou uso indevido, o que era autocuidado vira frustração. O ideal é sempre adaptar, e se possível, com a orientação de um dermatologista", finaliza a Dra. Renata Castilho.

 

Dra. Renata Castilho - CRM/SP – 197372 - Dermatologista e Tricologista. Graduação em Medicina pela Universidade São Francisco (USF). Especialização em Dermatologia pela Faculdade Instituto Superior de Medicina e Dermatologia (ISMD -São Paulo). Mestre em estudos do Envelhecimento pela Pontifícia Universidade (PUC/SP). Palavra da Dra: “Procuro com meu trabalho postergar o envelhecimento e manter a pele bonita e saudável, mas gosto de beleza natural e sem excessos, cada rosto é único, e as características individuais devem ser sempre valorizadas”.



Bumbum: paixão nacional que gera produtos cada vez mais específicos nas academias brasileiras

A rede Evoque, após constatar que há 22,3 milhões de brasileiras nesses locais, sendo 83% adeptas de aulas coletivas e 90% focadas em glúteos, criou espaço inédito de treino em grupo, utilizando aparelhos de musculação   

 

Bumbum empinado ou na nuca. Entre os clipes de Anitta e os desfiles das escolas de samba, passando por estudos acadêmicos, como o do antropólogo Gilberto Freyre, que, em 1984, apresentou uma explicação de 26 páginas sobre o tema, fato é que a região conhecida como glúteo ou nádegas é uma paixão nacional. Melhor: internacional, uma vez que essa parte estratégica do corpo do brasileiro, principalmente nas mulheres, é lembrada no mundo todo.  

Essa região corporal que remete ao Brasil, assim como futebol e o Carnaval, é formada por três músculos principais: o glúteo máximo, o glúteo médio e glúteo mínimo. Ainda que eles sejam essenciais para o movimento, especialmente na extensão, abdução e rotação de coxas, sem contar a importância no equilíbrio postural, já que glúteos fortes ajudam a estabilizar joelho, quadril e coluna lombar, prevenindo dores nas costas, a questão estética rouba os holofotes. “Trata-se de uma parte do corpo feminino que mais têm acúmulo de gordura, por isso que também merece atenção especial”, avisa Djan Andrade, profissional de educação física e supervisor de desenvolvimento de produtos da rede de academias Evoque (SP). 

Não sem motivo, muitas academias do país oferecem aulas específicas que exercitam glúteos. Algumas vão além, e criam produtos inéditos relacionados ao tema. É o caso da própria rede de academias Evoque, que abre espaço para exercitar bumbum na sala de musculação, batizado de gluteolab, com direito a aulas coletivas, na forma de circuito, que utilizam oito aparelhos específicos para esse fim. Ali, são colocados em prática três protocolos de treino, ou seja, três aulas diferentes de glúteos, de acordo com o objetivo do aluno: hipertrofia (aumento da massa muscular), definição (queima de gordura) e tonificação. 

Ainda que o público masculino seja bem-vindo, as aulas focam 90% em mulheres. “Chegamos a esse espaço e aos protocolos de treinos após uma pesquisa de mercado que constatou que existem 22,3 milhões de mulheres fazendo exercícios físicos nas academias brasileiras e que 83% delas são adeptas das aulas coletivas. Mais: levamos em conta um estudo que mostra a preferência de 90% das mulheres pelos treinos de glúteos, coxas e abdômen ”, explica Patrick Ebber, gestor de produtos da rede de academias Evoque. 

Obviamente, a grande novidade nessa maneira de encarar o treino de glúteos está no fato de ser uma aula híbrida entre a musculação e as coletivas, buscando o fator motivacional como característica. Nesse sentido, entra o fator música, que ajuda a dar ritmo à execução dos exercícios. O pacote glutelolab tem ainda mais dois produtos para alunos interessados: um protocolo de treino para utilizar os aparelhos individualmente, de acordo com o objetivo no treino de glúteos (hipertrofia, definição e tonificação), além do uso isolado dos mesmos, pensando em um treino geral de musculação. 

Essa iniciativa da rede Evoque deve ser grande chamariz para mulheres que já cuidam do corpo, pensando no verão, quando a exposição do mesmo é inevitável em praias, parques e clubes. Quando antes começar, melhor.


Cirurgia plástica e cultura

No mundo da estética, existe uma complexa intersecção de culturas e valores que influenciam as preferências estéticas e as abordagens cirúrgicas em diferentes partes do mundo.  

Vamos mergulhar nas nuances das diferenças culturais na cirurgia estética, explorando como diversos contextos sociais, históricos e culturais moldam as percepções de beleza e os padrões estéticos em várias regiões do globo. 

 

Diversidade de ideais de beleza

Por todo o mundo, os ideais de beleza variam consideravelmente, refletindo as distintas tradições culturais, históricas e até mesmo econômicas.  

Enquanto em algumas culturas a magreza é amplamente valorizada, por exemplo, em outras, curvas voluptuosas são consideradas mais atraentes. 

Essas diferenças influenciam diretamente os tipos de procedimentos estéticos mais populares em cada região e nos resultados desejados pelos pacientes. 

 

Normas sociais e pressões culturais

As normas sociais e as pressões culturais desempenham um papel significativo na busca pela perfeição estética.  

Em algumas culturas, a aparência física é fortemente ligada ao status social e ao sucesso pessoal, o que pode levar as pessoas a procurarem procedimentos estéticos para se adequarem aos padrões aceitos pela sociedade.  

Por outro lado, em culturas nas quais a individualidade e a autenticidade são valorizadas, a cirurgia estética pode ser vista com desconfiança ou até mesmo rejeição.

 

Abordagens médicas e técnicas cirúrgicas

Além das diferenças nos ideais estéticos, as abordagens médicas e as técnicas cirúrgicas também podem variar significativamente entre as culturas.  

Certos procedimentos podem ser mais comuns em determinadas regiões devido a questões de segurança, disponibilidade de tecnologia ou até mesmo tradições locais.  

Da mesma forma, o modo como os cirurgiões estéticos são treinados e educados pode ser influenciada pela cultura e pelos padrões médicos predominantes em seus respectivos países. 

A cirurgia estética é um campo complexo, que reflete as diferenças culturais e estéticas em todo o mundo. Ao examinarmos essas disparidades, podemos ter uma compreensão mais profunda da diversidade de perspectivas e de valores que moldam a busca pela beleza em diferentes sociedades.  

É fundamental reconhecer ainda que, independentemente das diferenças culturais, a decisão de realizar algum procedimento estético é altamente pessoal e deve ser feita com cuidado, com a ajuda de um profissional.  

 

Fonte: Dr. Alexandre Kataoka, Cirurgião Plástico. Perito concursado da Secretaria da Justiça de São Paulo – Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo. Membro Efetivo da Câmara Técnica em cirurgia plástica – CFM. Conselheiro Responsável da Câmara Técnica do Cremesp. Coordenador da Comunicação do Cremesp.


Vitamina C e queda de cabelo: a relação invisível que pode estar sabotando seus fios

Mais conhecida por fortalecer o sistema imunológico, a vitamina C também é peça-chave na saúde capilar. Sua deficiência silenciosa pode enfraquecer os fios, comprometer a absorção de nutrientes e acelerar a queda.

 

Quando se fala em queda de cabelo, o foco costuma recair sobre hormônios, estresse e genética, o que faz sentido. Mas, por trás de muitos casos de fios ralos, frágeis e que não param de cair, pode estar uma deficiência quase invisível, negligenciada na maioria dos exames de rotina: a vitamina C. 

Famosa por sua atuação no sistema imunológico, a vitamina C também desempenha funções essenciais no couro cabeludo. E quando está em níveis baixos, mesmo que não cause sintomas clássicos como gengivas sangrando ou manchas na pele, pode atrapalhar diretamente o ciclo de crescimento capilar, principalmente em pessoas que já têm predisposição genética ou deficiência de ferro. 

“O que pouca gente sabe é que a vitamina C está envolvida em processos vitais para o cabelo. Sem ela, o ferro não é absorvido corretamente, o colágeno se degrada mais rápido e os folículos capilares se tornam vulneráveis ao estresse oxidativo”, explica o tricologista e cirurgião capilar Dr. Marcos Mendes, especialista em queda de cabelo e transplantes.
 

Como a vitamina C influencia a saúde dos fios?

A resposta está na bioquímica do corpo. A vitamina C atua em diversas frentes que impactam diretamente a saúde capilar:
 

1. Absorção de ferro: o elo mais crítico

A queda de cabelo causada por baixa de ferritina é uma das mais comuns, especialmente entre mulheres. O ferro é essencial para o transporte de oxigênio até o bulbo capilar. Mas, para ser absorvido, o ferro não-heme (encontrado em vegetais) precisa da vitamina C.

“Muitos pacientes tomam ferro e não melhoram. Quando associamos a vitamina C ao tratamento, os níveis sobem e a queda diminui. É uma associação direta e, muitas vezes, negligenciada”, destaca Dr. Mendes.
 

2. Proteção contra o estresse oxidativo

O couro cabeludo é altamente vascularizado e sensível ao estresse metabólico. A vitamina C é um antioxidante potente que ajuda a neutralizar radicais livres, moléculas instáveis que, em excesso, danificam os folículos capilares e aceleram o afinamento dos fios.

Pessoas que vivem sob alto estresse, fumam, dormem mal ou se expõem muito à poluição produzem mais radicais livres. Nessas condições, a demanda por vitamina C é maior e a queda de cabelo pode ser um dos primeiros sinais de desequilíbrio.

 

3. Estímulo à produção de colágeno

O colágeno é responsável pela firmeza da pele e pela sustentação do bulbo capilar. A vitamina C é essencial para a síntese e manutenção dessa estrutura, atuando como cofator das enzimas que produzem colágeno.
Sem vitamina C suficiente, o couro cabeludo perde tônus, a ancoragem do fio enfraquece e a queda se intensifica.
 

4. Melhora da microcirculação

A vitamina C também favorece a integridade dos vasos sanguíneos que irrigam o couro cabeludo, o que melhora a entrega de nutrientes aos folículos. Um couro cabeludo bem nutrido é o primeiro passo para cabelos fortes e crescimento saudável.
 

E quando há deficiência?

Diferente do escorbuto (deficiência grave e rara), a deficiência leve e crônica de vitamina C é mais comum do que se imagina. E quase sempre passa despercebida.

Pessoas com dietas pobres em frutas e vegetais frescos, fumantes, pessoas com distúrbios intestinais, uso crônico de medicamentos como antiácidos, ou mesmo atletas de alta performance podem ter níveis baixos funcionais, mesmo com exames aparentemente normais.

Nesses casos, o cabelo se torna um dos primeiros sinais visíveis do desequilíbrio.
 

O que fazer?

A boa notícia é que a vitamina C é facilmente encontrada em alimentos naturais como:

  • Laranja, acerola, kiwi, goiaba, morango, limão, caju
     
  • Vegetais como pimentão, brócolis e couve (quando consumidos crus)

No entanto, em pacientes com queda de cabelo ativa ou em tratamento para baixa ferritina, a suplementação pode ser indicada, especialmente em horários estratégicos (junto com o ferro ou em jejum).

“Quando identificamos uma deficiência ou uma demanda aumentada, a suplementação é uma aliada. Mas é importante lembrar que o excesso também pode causar problemas, como distúrbios gastrointestinais. Por isso, o ideal é sempre avaliar com um especialista”, reforça Dr. Marcos Mendes. 

Se você está enfrentando queda capilar e já corrigiu outras possíveis causas, talvez seja hora de olhar para o que parece óbvio, mas que muitos ainda ignoram: se o seu cabelo está caindo, talvez o que esteja faltando não seja apenas um produto e sim um nutriente. E a vitamina C, nesse contexto, pode ser o fio condutor entre desequilíbrio e recuperação.



Dr. Marcos Mendes - CRM-SP 212352 - Pioneiro em protocolos com implantes subcutâneos na tricologia



Skintellectuals: o novo homem que cuida da pele com ciência, não com vaidade

Créditos: TanyaLovus
Reposição de colágeno ganha espaço entre homens que entendem que autocuidado é investimento — não frescura


Durante muito tempo, falar em skincare masculino soava como vaidade supérflua. Isso mudou. A figura do novo homem — mais informado, pragmático e preocupado com sua saúde a longo prazo — começa a ocupar espaço nas clínicas dermatológicas. E um dos protagonistas dessa virada é o colágeno.

Essa proteína, que representa boa parte da estrutura da pele, músculos e articulações, tem uma produção natural que começa a cair a partir dos 25 anos. Nos homens, isso impacta diretamente na firmeza da pele, no contorno facial. Mas ao contrário do que muitos pensam, a queda do colágeno não é um problema só estético — é também um sinal do envelhecimento do corpo como um todo.

“A pele masculina é mais espessa e oleosa, mas também sofre perdas significativas de colágeno ao longo dos anos, o que afeta não só a aparência, mas a resistência da estrutura dérmica”, explica a Dra. Gina médica da Harmonize Gold. “Hoje vemos um movimento crescente de homens que buscam soluções inteligentes, como os bioestimuladores, para manter a saúde da pele sem recorrer a mudanças drásticas.”

Os bioestimuladores são substâncias aplicadas em consultório que ativam a produção de colágeno tipo I — o mais importante para sustentação e elasticidade da pele. A grande vantagem? Resultados sutis, progressivos e naturais. Nada de rostos plastificados ou contornos exagerados. O que se busca agora é manter o aspecto descansado, firme e saudável por mais tempo.

E se entre as mulheres o colágeno é associado há anos à beleza e juventude, entre os homens a conversa tem outro tom: autocuidado com estratégia. O objetivo é otimizar a performance do corpo e a vitalidade da pele, mantendo a aparência alinhada à idade e ao estilo de vida.

“O homem moderno não quer parecer mais novo — ele quer parecer bem, saudável, no seu melhor. Isso inclui ter uma pele com textura firme, sem excesso de marcas ou sinais de cansaço”, afirma a médica.

Esse novo perfil masculino, mais atento à própria saúde, já tem até nome em estudos de comportamento: skintellectuals — homens que cuidam da pele com base em ciência, e não em vaidade. Eles leem rótulos, pesquisam ativos, escolhem procedimentos com propósito. Para eles, o colágeno não é um luxo: é uma decisão lógica de longo prazo.

Em tempos de sobrecarga, estresse e exposição ao sol e à poluição, preservar o colágeno virou uma ferramenta de manutenção corporal. Uma espécie de “manutenção preventiva”, como ir ao dentista ou trocar o óleo do carro. Discreta, eficaz e coerente com esse novo homem que se cuida — não para parecer outro, mas para continuar sendo ele mesmo, só que melhor.

 

Cuidado masculino avança: 72% dos homens cuidam da própria beleza com procedimentos estéticos

Segundo a Associação Brasileira de Clínicas e Spas (ABC SPAS), mais de 30% dos pacientes de clínicas de estéticas no Brasil são homens. Ao longo dos anos, a sociedade moldou padrões de aparência e comportamento para homens e mulheres. No entanto, esses moldes associados aos cuidados masculinos vêm avançando, mostrando que estética não possuí gênero.

 

Atualmente, os avanços da medicina estética fornecem opções variadas e eficazes, que atendem às necessidades especificas do público masculino. Esses procedimentos estéticos para os homens têm se tornado cada vez mais populares, oferecendo soluções eficazes para os que desejam cuidar de sua aparência e bem-estar. 

Segundo pesquisa realizada pelo grupo croma, a maioria dos brasileiros querem envelhecer sem aparentar a idade e que boa parte dos homens se cuida porque as mulheres estão mais exigentes. A pesquisa mostra que 72% dos homens cuida da beleza, seja com botox, transplante capilar, depilação a laser e procedimentos para emagrecimento estão entre as prioridades masculinas. 

Para André Alves, CEO da Royal Face, a maior rede de harmonização facial do Brasil, “Cada vez mais os procedimentos estéticos estão entrando no dia a dia dos homens, que buscam acima de tudo sutileza e naturalidade nos resultados para melhorar sua aparência e autoestima. Essa demanda evoluiu tanto que não se limita a uma faixa etária ou perfil”. 

Por exemplo, nos últimos três anos, o atendimento ao público masculino teve um crescimento de 15% nas clínicas da Royal Face, o que indica que este público criou como hábito se cuidar e passou a ter os procedimentos estéticos corporais e faciais em uma lista de desejos. 

Com mais de 270 clínicas em operação em todo o País, a Royal Face fez um levantamento com foco apenas neste público e elencou os 5 principais tratamentos estéticos mais procurados por homens. Confira:


  • Botox - Muito utilizado para o tratamento de diversas doenças, tornou-se o principal recurso estético para a redução de rugas e linhas de expressão.

 

  • Preenchimento de malar, mento e mandíbula - O preenchimento da mandíbula promove uma melhora na divisão entre o rosto e o pescoço, redefinindo o contorno facial, além de prevenir a queda precoce do terço médio da face. O preenchimento do malar é indicado para quando a flacidez começa a dar as caras, dando aquela aparência de rosto caído. Ele recupera a sustentação da face, com resultados expressivos, mas, ao mesmo tempo, discretos. Ainda, ajuda na diminuição da flacidez da papada e criando um aspecto de lifting facial.

 

  • Enzimas Capilar - É um tratamento estético que consiste na aplicação de uma série de injeções subcutâneas no couro cabeludo, contendo uma solução com nutrientes, vitaminas, minerais e outros compostos ativos para fortalecer o cabelo, estimular o crescimento e prevenir a queda dos fios.

 

  • Enzima para gordura localizada - A Enzima é indicada para homens e mulheres que desejam eliminar a gordura localizada nas regiões: Abdômen, Flancos; Braços; Costas; Interno de coxas; Culote e Bananinha (abaixo do bumbum).

 

  • Bioestimulador em face– O bioestimulador em si não possui colágeno, mas ele auxilia o corpo a produzir a substância.

 


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