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domingo, 4 de maio de 2025

Enriquecimento ambiental: o que é e qual a importância desse estímulo para o bem-estar dos bichinhos

Reprodução
Nouvet
Prática favorece o comportamento e habilidades naturais de cada espécie e atua como um elemento importante na saúde mental e física

 

Ansiedade, estresse, medo e tédio podem ser sintomas comuns em pets que estão adoecendo de forma física ou emocional, por consequência da falta de estímulos aos seus instintos. Essa apatia expressada pelos cães e gatos vai contra a natureza das suas espécies, uma vez que precisam de ânimo, motivação e atividades mais ativas para garantir o bem-estar. Para evitar esse ócio negativo, existe a prática do enriquecimento ambiental. 

A técnica nada mais é do que um conjunto de atividades, individuais ou em grupo (com humanos ou animais), que visam estimular os comportamentos e habilidades primitivas dos bichinhos, tanto dentro do ambiente em que vivem quanto ao ar livre. Instintos esses que são básicos, como roer e farejar para cães, e de caça e territorialismo para gatos. 

“Hoje, já temos dados para mostrar que o bem-estar físico dos pets está totalmente alinhado ao emocional, capaz de prolongar sua vida. Então, ao ficarem limitados a ambientes de apartamentos ou casas apáticos e sem estímulos adequados, os pets são privados de expressar os comportamentos que seriam naturais de sua espécie, o que causa frustração. Isso tudo culmina em um estado de estresse crônico, e o estresse, como sabemos, libera uma cascata de hormônios e neurotransmissores nocivos à saúde”, comenta Marina Meireles, veterinária comportamentalista no Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

De acordo com a especialista, existem vários tipos de enriquecimento ambiental. Entre os principais estão o físico, que estimula os cães com exercícios de obstáculos e circuito, por exemplo, e os gatos, com prateleiras, torres e arranhadores; e o alimentar, que permite variar a forma de oferecer o alimento, com brinquedos recheados, porta-petiscos funcionais e outros recursos que estimulam o faro e a caça. 

Por vezes, os tutores veem com maus olhos certas atitudes dos pets — como roer sapatos e móveis, urinar em lugares “errados”, rosnar e arranhar sofás —, mas não sabem que a maioria delas faz parte do comportamento natural dos bichinhos e pode até ser indicativo de outras questões de saúde. Porém, no caso de comportamento, na falta de um estímulo ou distração mais condizente com sua vontade, o pet acabará optando por interagir com o que estiver ao seu alcance, como roupas e móveis. Isto é, para solucionar esses casos, é preciso direcionar o foco do desejo para outros hábitos e itens. 

É nesse cenário que o enriquecimento ambiental se mostra útil para a rotina familiar e, principalmente, para a saúde dos bichinhos. Fazer com que eles expressem seus interesses primitivos e tenham suas vontades atendidas, respeitando suas particularidades, é o principal objetivo do método. 

Para ajudar os tutores, a veterinária do Nouvet cita algumas práticas provocativas. “Cães são animais de comportamento neofílico, ou seja, se sentem atraídos por coisas novas. É interessante que os brinquedos não fiquem à disposição o tempo todo, pois o cão perderá o interesse; ao invés disso, os tutores podem deixar alguns poucos itens à disposição, como mordedores, e apenas oferecer os demais brinquedos quando forem de fato brincar com seu cão”, explica. 

Já para gatos, ela comenta que é fundamental manter vivas suas características de caça. “Isso pode ser feito com brinquedinhos que simulam movimentos rastejantes, com penas, pelos e outros itens lúdicos que engajam os felinos. Além disso, os gatos gostam de ter acesso a locais altos, como prateleiras, de modo a se sentirem ‘no controle’ do seu território”, complementa Marina. 

Como em toda técnica e rotina com animais, a veterinária comportamentalista reforça a importância dos tutores estarem sempre alinhados com a orientação de um médico veterinário. Esse é um ponto fundamental para conduzir cada caso seguindo a particularidade dos pets. 


 Nouvet


Dicas de primeiros socorros: cuidados essenciais para garantir a segurança dos pets

Divulgação
 Royal Canin

ROYAL CANIN® compartilha orientações sobre como agir em situações de emergência e garantir atendimento veterinário imediato para gatos e cães

 

Imprevistos envolvendo a saúde e segurança dos pets podem ocorrer a qualquer momento, e saber como agir é crucial para garantir o bem-estar deles. Intoxicações, queimaduras e quedas são os exemplos mais comuns que exigem ação imediata dos tutores. Assegurar que o animal receba atendimento profissional o mais breve possível, evitando o agravamento da situação, é essencial.

Independentemente da seriedade do incidente, a avaliação de um Médico-Veterinário é o primeiro passo a ser tomado. Mesmo que o animal pareça estar bem após um incidente, apenas um especialista pode avaliar adequadamente possíveis complicações. Sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e alterações comportamentais, como mudanças no modo de andar e portar a cabeça, podem sinalizar problemas mais sérios. Qualquer alteração no estado do pet deve ser considerada um alerta.

“É fundamental que o tutor, ao notar qualquer comportamento diferente ou suspeitar de um acidente, busque orientação veterinária imediata. Muitas vezes, a gravidade dos sintomas pode ser subestimada, o que pode levar ao agravamento do quadro. Em casos de intoxicação ou lesões em órgãos internos, por exemplo, a demora no atendimento pode ser fatal”, explica Eduardo Zaneli, Médico-Veterinário e Coordenador de Negócios do Pilar Profissional da Royal Canin Brasil.

A ROYAL CANIN® ressalta a importância da guarda responsável e reuniu algumas orientações para ajudar os tutores a agirem até a chegada ao Médico-Veterinário. Confira abaixo:

 

O que fazer imediatamente 

Ao notar um comportamento incomum ou suspeitar que algo está errado, a primeira atitude deve ser contatar um Médico-Veterinário de confiança. O profissional pode oferecer orientações sobre as medidas imediatas a serem tomadas até que o animal seja levado à clínica. Em situações críticas, como intoxicações ou acidentes graves, a comunicação rápida com o especialista é vital, e tentar tratamentos caseiros pode ser arriscado.

 

Kit de primeiros socorros

Ter um kit de primeiros socorros em casa é uma prática recomendável para os tutores. Este kit deve incluir itens básicos, como gaze, compressas e soro fisiológico, que podem ajudar a estabilizar o animal em casos de ferimentos leves. Entretanto, é importante ressaltar que essas medidas são temporárias, e o acompanhamento profissional é fundamental.

 

Transporte seguro 

Outro ponto a ser considerado é o transporte seguro do pet até a clínica veterinária. Utilizar caixas de transporte é especialmente importante para gatos, que podem se assustar durante a viagem. Para cães, garantir que estejam seguros dentro do veículo é essencial, evitando deixá-los soltos para prevenir acidentes, como quedas ou pulos inesperados. Manter o animal protegido durante o transporte ajuda a evitar complicações, como a intensificação de lesões.

 

Prevenção como prioridade 

Prevenir acidentes é sempre a melhor estratégia, especialmente em ambientes domésticos. Muitos incidentes com pets ocorrem devido à ingestão de alimentos inadequados, produtos de limpeza ou objetos, conhecidos como corpos estranhos. É importante manter itens como linhas, fios, elásticos de cabelo e brinquedos que possam se partir fora do alcance dos animais e estar atento a sinais de intoxicação. Em caso de suspeita ou confirmação de ingestão, busque imediatamente orientação veterinária. A supervisão do ambiente também é indispensável para evitar ferimentos que podem ser causados por fios elétricos ou plantas tóxicas, especialmente no caso de filhotes, que são naturalmente mais curiosos. No caso dos felinos, a instalação de telas de proteção em todas as janelas deve ser uma prioridade antes de recebê-los em casa.

 

Erros comuns 

Na tentativa de ajudar, tutores frequentemente recorrem a medicamentos humanos, o que pode ser extremamente prejudicial. Anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, podem ser tóxicos para os pets, resultando em sérios danos à saúde. Além disso, não se deve subestimar os sinais de melhora momentânea; mesmo que o animal aparente estar recuperado, uma avaliação médica é primordial para descartar complicações internas, como hemorragias ou fraturas.

Ao agir com responsabilidade e buscar o auxílio profissional rapidamente, os tutores podem evitar que pequenos acidentes se transformem em problemas mais graves. Cuidar dos pets de maneira responsável é o melhor caminho para garantir sua saúde e bem-estar.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site.


Gatos x veterinário: Como tornar a visita menos estressante para o pet?


Estratégias simples podem tornar a consulta mais confortável para os felinos


Levar um gato ao veterinário pode ser um desafio para muitos tutores. Esses animais, conhecidos por sua sensibilidade a mudanças de ambiente e à presença de pessoas desconhecidas, frequentemente demonstram medo e estresse nessas situações. Esse desconforto pode tornar o momento da consulta mais difícil tanto para o pet quanto para o tutor.

De acordo com Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, a origem desse comportamento está relacionada à natureza territorial dos gatos. "Os felinos têm um forte apego ao ambiente que consideram seguro, ou seja, sua casa. Fora desse espaço, eles se deparam com estímulos desconhecidos — odores, sons e a presença de outros animais — o que ativa seu instinto de autopreservação e os faz sentir-se vulneráveis e ameaçados."

Para atender a essas particularidades, muitos tutores têm procurado clínicas que adotam práticas do conceito Cat Friendly, desenvolvido pela Associação Americana de Medicina Felina. Esse conceito engloba medidas que melhoram o atendimento, o manejo e a ambientação dos espaços veterinários, sempre com foco no bem-estar dos gatos. Entre as práticas adotadas estão ambientes exclusivos para felinos, como salas de espera e consultórios, além do uso de feromônios sintéticos que imitam os odores que os gatos liberam quando se sentem seguros.

Além de buscar clínicas que adotem esse tipo de cuidado, os tutores podem tomar outras medidas para tornar a visita mais tranquila. O transporte do gato é um dos primeiros pontos críticos de estresse. Por isso, é essencial escolher uma caixa de transporte confortável, ventilada e que faça o animal se sentir protegido. Marina recomenda acostumar o gato à caixa com antecedência, deixando-a acessível em casa com cobertores e brinquedos familiares. "Isso faz com que o gato associe a caixa a um local seguro", explica. Borrifar feromônios sintéticos na caixa também pode ajudar a acalmá-lo durante o trajeto.

O horário da consulta também pode influenciar o comportamento do gato. Sempre que possível, o tutor deve optar por agendar a visita em horários menos movimentados, para evitar ambientes lotados e estressantes. Algumas clínicas oferecem horários exclusivos ou áreas separadas para gatos, o que pode ser uma boa opção para pets mais sensíveis.

Além disso, recompensar o gato com petiscos, brinquedos favoritos ou mantas com o cheiro do tutor pode ajudar a tranquilizá-lo antes, durante e após a consulta, tornando a experiência mais agradável e menos assustadora.

"Depois da visita, é fundamental oferecer ao gato um ambiente calmo para se recuperar. Permitir que ele descanse em um local seguro, sem estímulos excessivos, ajuda a reduzir o estresse acumulado", explica Marina.

Embora levar um gato ao veterinário possa ser desafiador, com a preparação adequada e as estratégias certas, é possível tornar esse momento mais tranquilo e confortável para o pet. "Um manejo cuidadoso, aliado ao compromisso com a saúde do felino, garante consultas mais frequentes e menos temidas, promovendo o bem-estar do gato e fortalecendo o vínculo com o tutor", conclui a especialista.

Adotar essas práticas faz toda a diferença, proporcionando cuidados veterinários mais confortáveis e seguros para os felinos. 



Ceva Saúde Animal
www.ceva.com.br

 

Gravidez psicológica em cadelas

O que é gravidez psicológica em cadelas?

Produção de leite, aumento no volume abdominal, organização de ninho e mudanças comportamentais bruscas. Essas são algumas das indicações mais comuns da gravidez psicológica em cadelas. Também chamada de pseudociese, ela consiste na combinação de comportamentos e sintomas clínicos da gestação mesmo sem a fêmea estar prenhe. Algumas pessoas acham gracioso, engraçado ou divertido ver a cachorrinha agindo como mãe de uma pelúcia ou outro objeto, mas a cadela com gravidez psicológica pode ter complicações sérias como inflamações e infecções no útero, a conhecida piometra, e tumores no sistema reprodutor, além de inchaço e dores em seus tetos. Nos primeiros sinais da gravidez psicológica de cachorro procure um médico veterinário.

Porque acontece a gravidez psicológica?

Durante o cio, ocorrem muitos estímulos hormonais. Algumas fêmeas, no entanto, são mais sensíveis às oscilações hormonais, apresentando sinais clínicos de gestação mesmo sem ter tido contato com um macho. Mas como saber se sua cachorra está mesmo tendo uma gravidez psicológica? Confira abaixo.

Sintomas de gravidez psicológica em cadelas

Os sintomas de gravidez psicológica em cadelas são facilmente confundidos com uma prenhez verdadeira. Uma combinação de comportamentos estranhos e sintomas clínicos aumentam as suspeitas de ser uma cadela com gravidez psicológica. Porém, apenas um médico veterinário pode avaliar e diagnosticar a pseudociese. Os possíveis sintomas são variados e aparecem em diversos níveis. Confira algumas das principais indicações da gravidez psicológica de uma fêmea de cachorro:

·         Aumento das glândulas mamárias

·         Dores nas mamas

·         Produção de leite

·         Aumento no volume abdominal

Alterações comportamentais

·         Organização do ninho

·         Adoção de objetos como cria

·         Agressividade

·         Depressão

·         Uivos incessantes

·         Falta de apetite

 A grande produção de leite pode levar à inflamação das glândulas mamárias. Neste caso, é comum observar a fêmea lambendo o local devido às dores. Em alguns casos, elas podem até se ferir pela lambedura excessiva.

Alguns animais sofrem durante este período, apresentando comportamento depressivo, além de uivar e parar de comer. Os sinais acompanham o período de ação do hormônio responsável, portanto pode durar de uma a duas semanas.

Entenda a gravidez psicológica em fêmeas


gravidez psicológica em cães fêmeas acontece em decorrência de alterações hormonais. Apesar da condição ser bem conhecida dos médicos veterinários, as causas dessas mudanças hormonais ainda não são unanimidade. Assim como na prenhez verdadeira, o principal hormônio atuante é a progesterona e seu descontrole resulta em comportamentos como adoção de cria (ou de objetos) e produção de leite.

O desequilíbrio hormonal resulta em oscilações de comportamento podendo aumentar a agressividade da cadela com gravidez psicológica. A conduta pode piorar com a aproximação de pessoas e outros animais em seu ninho principalmente quando ela elege uma cria improvisada. No campo físico, as principais alterações ocasionadas pelos hormônios são aumento e dores nas glândulas mamárias e a produção de leite, como se a fêmea realmente estivesse se preparando para receber e amamentar as crias.

Quando selvagens, os cães viviam em grupos e assim cuidavam dos filhotes. A gravidez psicológica em cadelas possibilitava a produção de leite e a criação comunitária dos filhotes, aumentando as chances de sobrevivência. Atualmente, este comportamento além de desnecessário, também é prejudicial para a fêmea. Apesar das atitudes alteradas e dos sintomas regredirem e sumirem totalmente em poucas semanas, a cadela com gravidez psicológica pode desenvolver doenças graves. Por isso, não ignore a gravidez psicológica em cadelas e leve seu animal ao médico veterinário.

Gravidez psicológica em cadelas x gravidez psicológica em gatas

A cadela ovula espontaneamente, dando início à fase lútea, que é caracterizada pelo aumento da progesterona. Sendo assim, em todo cio ela corre o risco de desenvolver a pseudociese, ou seja, a gravidez psicológica.

Já as gatas ovulam apenas por estímulo durante a cópula, sendo poucas as vezes em que não há fecundação e, consequentemente, havendo menor incidência de gravidez psicológica.

Diagnóstico da gravidez psicológica canina

O diagnóstico é feito através dos sinais clínicos (citados anteriormente), histórico de cio recente, palpação abdominal e exames de imagem para se ter certeza de que não há gestação. Apenas um médico veterinário pode confirmar de que se trata de uma falsa prenhez.

Minha cadela está com gravidez psicológica. O que fazer?

Ao suspeitar de uma cadela com gravidez psicológica procure um médico veterinário imediatamente. As alterações hormonais que ocorrem durante a gravidez psicológica em cães podem evoluir para doenças graves nas mamas e no útero, portanto o tratamento e supervisão são necessários. Entre os principais tratamentos está o uso de medicamentos para regulação hormonal e redução da produção de leite. Além de remédios, os tutores têm papel importante para tornar a gravidez psicológica de cachorro menos agressiva. Realizar compressas em toda a sua cadeia mamária pode ser necessário para aliviar a dor e o desconforto.

Tutores responsáveis com uma cadela com gravidez psicológica em casa devem ser compreensivos com os sintomas e respeitar o espaço do animal. Alguns médicos veterinários indicam a desconstrução do ambiente criado pela fêmea, afastando o ninho e o objeto adotado, enquanto outros prezam por não interferir. Consulte seu profissional de confiança e siga as instruções por ele. Já carinho, petiscos e muito amor sempre ajudam na recuperação de qualquer doença e não têm contraindicações.

Tratamento e prevenção da pseudociese em cadelas

Uma das formas mais eficazes de tratar e prevenir a gravidez psicológica em cadelas é realizar a castração do animal. O procedimento cirúrgico impede que a cadela fique prenhe e também reduz a produção de hormônios fundamentais para o desencadeamento da gravidez psicológica em cães. A castração é indicada tanto para animais que já tiveram a pseudociese quanto para fêmeas que nunca estiveram nessa condição. Além de prevenir a gravidez psicológica do cachorro, a castração evita diversas doenças, além de crias indesejadas.

 

Riscos da gravidez psicológica em cadelas

O desequilíbrio hormonal causa a gravidez psicológica em cadelas e pode desencadear diversas outras enfermidades, como câncer, endometriose, piometramastite, entre outras. A produção de leite e o aumento das mamas gera infecções graves, pois sem a presença de filhotes, o leite empedra ou é absorvido pelo organismo do animal. O sistema reprodutor passa por alterações que favorecem o surgimento de tumores e infecções. Os danos comportamentais também são graves já que a cadela com gravidez psicológica pode desenvolver depressão e se tornar agressiva. Seja sempre orientado por um médico veterinário, utilize os medicamentos indicados por ele e castre seu animal. É comum que cadelas que tenham tido gravidez psicológica uma vez voltem a apresentar o quadro.

Prevenção da gravidez psicológica canina

A castração (saiba mais sobre a castração aqui) previne essa “falsa gravidez”, sendo indicada principalmente para as fêmeas que apresentam estes episódios com frequência ao final dos cios. Prevenindo assim, todas as consequências citadas e proporcionando alívio para a cadelinha ou gatinha.

Curiosidade

Uma explicação referente ao histórico selvagem dos animais é de que nas matilhas todas as fêmeas entravam no cio na mesma época. As que não gestavam passavam a adquirir comportamentos de pseudociese (gravidez psicológica) para que pudessem ajudar as companheiras a cuidar das crias, tanto no instinto protetor como na amamentação.

Estima-se que 50% das cadelas não castradas poderão ter ao menos um episódio de pseudociese durante a vida. Dependendo do caso, a cadelinha pode apenas apresentar algumas mudanças de comportamento não tão específicas, o que pode fazer com que o problema algumas vezes passe desapercebido por seus tutores.

Muitos profissionais defendem que algumas raças possuem uma certa predisposição genética para isso. Cadelas que não estão com cria e adotam filhotes de outras espécies muitas vezes estão com gravidez psicológica e, por isso, passam até mesmo a amamentá-los com certa frequência.

Fonte: https://www.petlove.com.br/dicas/gravidez-psicologica-canina?utm_term=694457964623&utm_content=&gad_source=1&gbraid=0AAAAADmGMvGfNHjNouXfeQnsDfiWJURvH&gclid=Cj0KCQjwoNzABhDbARIsALfY8VOn_AI4KXCZEpoQsg2hXiHiMT1olkenhC_34_ZjZeRs5w6OPQaEcoUaAlqwEALw_wcB


Cuidados orais em cães: saúde bucal também é coisa de pet

 

Entenda como a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral de cães

 


Assim como para nós humanos, os cães também podem desenvolver afecções que comprometem a saúde oral e diminuem consideravelmente o seu bem-estar, sua qualidade de vida e longevidade.  
 

A falta do cuidado oral é a principal causa que leva ao acúmulo de placa bacteriana e consequente formação do tártaro (cálculo dental), os quais, quando não removidos, podem provocar inflamação e infecção dos tecidos do periodonto, incluindo a gengiva, levando a consequências como dor, mau hálito, perda dentária, entre outras complicações.  

O médico-veterinário Gustavo Quirino, que atua na capacitação técnica da Adimax, explica que a gengivite e a periodontite são mais frequentes e mais graves do que imaginamos. “A gengivite e a periodontite são afecções comuns, cujas complicações vão além do mau hálito, perda de dentes, dor e desconforto. Caso não sejam adequadamente tratadas, podem evoluir para quadros mais graves, afetando órgãos vitais, como o coração – comprometendo ainda mais a qualidade de vida dos cães. Estudos estimam que 60% dos cães que passam por atendimento veterinário, independente do motivo, apresentam essas doenças”.  

Ainda que a escovação seja recomendada para prevenir os problemas orais nos cães, muitos tutores não têm esse hábito ou sentem dificuldade em realizá-la. Por isso, Quirino complementa que a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral. “Hoje, já existem estudos científicos que demonstram que o uso de ingredientes funcionais, associados ao formato e a dureza da partícula do alimento, podem contribuir positivamente para saúde oral dos pets, auxiliando na diminuição da formação da placa bacteriana e do tártaro. Desta forma, a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral de cães, promovendo mais qualidade de vida e longevidade”. 

Para auxiliar no cuidado com a saúde oral dos cães, a Adimax, fabricante dos alimentos Fórmula Natural, desenvolveu soluções nutricionais para oferecer um cuidado oral completo: Fórmula Natural Fresh Meat Daily Care Oral Cães (lançamento), Fórmula Natural Fresh Meat Cookies (lançamento) e Fórmula Natural Snacks Dental. 

“Os três produtos auxiliam na redução da placa bacteriana e na diminuição da formação do tártaro. Por isso, embora possam ser usados em diferentes momentos do dia, é o uso regular e contínuo que permitirá observar os efeitos dos compostos para a saúde oral do pet, aliado ao hábito de escovação diária”, complementa o médico-veterinário. 

 

Fórmula Natural Fresh Meat Daily Care Oral Cães 

É um alimento completo que oferece um cuidado diário para saúde oral de cães adultos, com os mesmos benefícios da linha Fórmula Natural Fresh Meat (carne fresca, sem grãos ou ingredientes transgênicos e com antioxidantes naturais). Seu diferencial está na associação entre a inclusão de ingredientes funcionais como o PlaqueOff®, hexametafosfato de sódio e celulose em pó aliado ao formato e dureza da partícula do alimento que auxiliam na redução da formação da placa bacteriana e cálculo dental, contribuindo para o controle da gengivite e diminuição do mau hálito.

 

Fórmula Natural Fresh Meat Cookies 

São petiscos com sabor e crocância que agradam aos paladares mais exigentes. Formulados com carne fresca, antioxidantes naturais e o PlaqueOff®, é recomendado para o tutor que preza por um estilo de vida saudável e busca por um petisco com diferenciais que beneficiem a saúde oral, o bem-estar e a longevidade do cão.

 

Fórmula Natural Snacks Dental 

É um snack com ingredientes naturais e funcionais que reúne os cuidados que os médicos-veterinários indicam com o sabor e carinho que os cães adoram. Auxilia na redução da formação da placa bacteriana por meio da combinação do formato e da textura diferenciados do petisco, e a inclusão do PlaqueOff® e hexametafosfato de sódio. Além disso, possui 3 versões para diferentes portes: mini e pequeno, médio e grande.  

Linha de cuidado oral para cães da Adimax: Fórmula Natural Fresh Meat Daily Care Oral Cães
 (lançamento), Fórmula Natural Fresh Meat Cookies (lançamento) e Fórmula Natural Snacks Dental


LeVet Hospital Veterinário amplia opções de tratamento oncológico para pets com eletroquimioterapia

Técnica inovadora combina quimioterapia com pulsos elétricos controlados, aumentando a eficácia do tratamento e reduzindo efeitos colaterais


O LeVet Hospital Veterinário, um dos poucos em Curitiba a oferecer a eletroquimioterapia como alternativa no tratamento oncológico de pets, passa a disponibilizar essa tecnologia inovadora, reconhecida por potencializar a ação dos quimioterápicos e minimizar os impactos do tratamento no organismo dos animais.

“Este procedimento combina a aplicação de quimioterápicos com pulsos elétricos controlados, aumentando a eficácia do medicamento nas células tumorais e reduzindo os efeitos colaterais”, explica o Médico Veterinário do LeVet, Luiz Felipe Cibin - CRMV-PR 4697.


Direto ao ponto

A eletroquimioterapia é um método avançado que utiliza pulsos elétricos controlados para aumentar a permeabilidade das células tumorais, permitindo que os medicamentos quimioterápicos penetrem de maneira mais eficaz. Esse mecanismo potencializa a ação da medicação, tornando o tratamento mais eficiente e com menos efeitos adversos para os pacientes. "A grande vantagem dessa técnica é que conseguimos direcionar melhor a ação do medicamento, reduzindo as doses sistêmicas e, consequentemente, os efeitos colaterais, o que é essencial para garantir a qualidade de vida dos pets durante o tratamento", explica o especialista.

Além de ser uma alternativa menos invasiva em comparação à cirurgia, a eletroquimioterapia tem se mostrado eficaz em casos de tumores de difícil acesso, recidivantes ou para pacientes que não toleram intervenções cirúrgicas agressivas. "Muitos tutores se preocupam com os impactos da quimioterapia tradicional, mas com essa tecnologia conseguimos aumentar significativamente as chances de sucesso do tratamento sem comprometer tanto o bem-estar do animal", acrescenta Dr. Cibin.


Tecnologia a serviço do bem-estar animal

O equipamento utilizado no LeVet Hospital Veterinário é um dos mais modernos do segmento e segue os padrões internacionais de segurança e eficácia. A técnica é aplicada sob anestesia leve e permite rápida recuperação do paciente, com menor desconforto pós-procedimento.

A chegada da eletroquimioterapia ao LeVet Hospital Veterinário reforça o compromisso da instituição em oferecer soluções inovadoras e humanizadas no cuidado com os pets. Para os tutores que enfrentam o desafio de tratar o câncer em seus animais, essa nova possibilidade representa esperança e mais qualidade de vida para seus companheiros. 



LeVet Hospital Veterinári.
Para mais informações acesse https://hvlevet.com.br/

 

Cinco tendências que estão moldando a alimentação pet em 2025

Relatório global aponta mudanças no perfil dos tutores e pressiona marcas a adaptarem produtos, linguagem e tecnologias ao novo cenário de consumo


A indústria de alimentos para pets chega a 2025 atravessando um processo de reformulação profunda, impulsionado por crises geopolíticas, mudanças climáticas e transformações no comportamento dos consumidores. Um estudo apresentado pela Euromonitor International durante o Foro Mascotas 2024 revelou cinco tendências globais que devem redesenhar o setor: o aumento da demanda por sustentabilidade comprovada, o crescimento de dietas funcionais e suplementos, a valorização da conveniência, o fortalecimento das marcas locais e o avanço da personalização por meio de inteligência artificial. 

Segundo André Faim, empresário do setor pet e cofundador da rede Lobbo Hotels e da Trabalhe pra Cachorro, as mudanças exigem das empresas uma nova postura, baseada em informação e transparência. “Hoje, não basta alegar que um produto é sustentável. Os tutores estão atentos, exigem certificações reais e querem entender os impactos de cada escolha. A era do marketing vazio acabou”, afirma. Faim observa que os tutores brasileiros, especialmente nas grandes cidades, têm demonstrado um interesse crescente por rótulos claros, ingredientes rastreáveis e ações de impacto ambiental mensurável.


Bem-estar e funcionalidade

Além da preocupação ambiental, o novo consumidor também busca soluções que contribuam diretamente para a saúde dos animais. O crescimento das dietas funcionais e dos suplementos — como probióticos, antioxidantes e fórmulas específicas para problemas articulares ou digestivos — aponta para um movimento que já ocorre em paralelo à nutrição humana. A alimentação deixou de ser apenas um fator nutritivo e passou a ser compreendida como um instrumento de prevenção e qualidade de vida.

Na visão de André Faim, esse é um caminho sem volta. “Os tutores estão tratando os pets como membros da família, e isso se reflete na busca por produtos que melhorem o bem-estar. Itens como suplementos e alimentos funcionais, antes restritos a nichos, começam a entrar nas prateleiras de grandes redes”, pontua.

O relatório também destaca que a confiança nos rótulos será fortalecida por certificações independentes, já que o consumidor tende a desconfiar de termos genéricos como “natural” ou “sustentável” quando não há validação externa. Essa exigência é uma reação direta ao fenômeno do greenwashing, que tem levado tutores a buscarem mais informações antes de decidir por uma marca.


IA e personalização marcam a nova era do consumo pet

Outra tendência que ganha força em 2025 é o uso da inteligência artificial para personalizar produtos e recomendar soluções sob medida para cada animal. Desde plataformas que analisam dados de comportamento até ferramentas que ajustam o plano alimentar com base em peso, raça e rotina, a tecnologia está se consolidando como aliada da nutrição de precisão. O estudo da Euromonitor aponta que os tutores esperam experiências mais individualizadas, e não produtos genéricos que ignoram as particularidades dos seus pets.

Para Faim, a IA deve se tornar uma ferramenta estratégica tanto para a indústria quanto para os consumidores. “Com os últimos avanços dessa tecnologia, conseguimos mapear padrões de consumo, entender melhor as necessidades dos animais e oferecer soluções cada vez mais assertivas. A inteligência artificial tem um papel direto na construção de produtos e serviços mais eficientes e relevantes”, ressalta.

Esse avanço, no entanto, não elimina a importância do atendimento humano. O desafio está em equilibrar tecnologia e empatia, oferecendo plataformas eficientes sem perder o toque cuidadoso que os tutores esperam quando o assunto é o bem-estar dos seus animais.

Com consumidores cada vez mais exigentes, o setor de alimentos pet vive uma transição que vai além da embalagem ou do sabor. Em 2025, será preciso provar, com dados, ações e posicionamento, que cada escolha feita pelas marcas está alinhada aos novos valores do consumidor. “O tutor está mais informado, mais engajado e mais crítico. Quem entender isso primeiro terá espaço garantido no futuro do setor”, conclui Faim. 



André Faim - empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.
Para mais informações, visite o Instagram.


Trabalhe pra Cachorro
Para mais informações, visite o site oficial ou a página no Instagram.

 

Aprenda a reconhecer e a combater maus-tratos aos animais

Médica veterinária da Una Catalão alerta sobre sinais de abuso, formas de denúncia e a importância da educação para garantir o bem-estar animal 

 

O mês, conhecido como Abril Laranja, chamou a atenção da sociedade para os maus-tratos e a promoção do bem-estar animal. Segundo a Lívia Silva, médica veterinária responsável pela Clínica Veterinária da Una Catalão, é fundamental reforçar que maus-tratos é crime no Brasil, conforme o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998).  

“Qualquer ato que cause dor, sofrimento ou morte ao animal de forma desnecessária pode ser enquadrado como crueldade”, explica a veterinária. “Na prática, isso inclui negligência nos cuidados básicos, omissão de tratamento médico, uso de procedimentos dolorosos sem anestesia e manter o animal em locais sem higiene, abrigo ou alimentação adequada”.  

Alguns sinais que podem indicar maus-tratos são desnutrição, feridas não tratadas, fraturas, comportamento apático ou agressivo e confinamento em espaços sujos ou muito pequenos. “Os tutores precisam estar atentos, e a comunidade tem o dever de denunciar”, afirma Silva.  

As denúncias podem ser feitas por diversos canais oficiais, como Polícia Militar, delegacias (presenciais ou online), secretarias de meio ambiente, Ibama (em casos de animais silvestres) e aplicativos específicos, disponíveis em algumas cidades. “É essencial reunir provas, como fotos, vídeos e informações do local”, orienta.  

A pena para quem comete maus-tratos pode chegar a cinco anos de reclusão, além de multa e perda da guarda do animal. A Lei nº 14.064/2020 aumentou a punição especificamente para casos envolvendo cães e gatos, refletindo um avanço na legislação de proteção animal.  

Além da punição, a prevenção é um dos pilares no combate aos maus-tratos. A médica veterinária destaca o papel da educação: “Levar o tema do bem-estar animal para as escolas, promover campanhas de informação nas redes sociais e nos meios de comunicação, e facilitar o acesso à denúncia são ações essenciais.” Silva também aponta a importância de “parcerias com ONGs, visitas a comunidades e treinamentos para agentes públicos como formas eficazes de sensibilização”.  

A atuação dos médicos veterinários é estratégica nesse processo. “Somos os primeiros a identificar sinais de abuso, por estarmos em contato direto com os animais. Podemos perceber fraturas não tratadas, feridas recorrentes e outros sinais clínicos que indicam negligência ou violência”, comenta.  

O Código de Ética do Médico Veterinário (Resolução nº 1.236/2018 do CFMV) determina que profissionais da área denunciem casos suspeitos ou confirmados aos órgãos competentes. “Além de observar os sinais, o veterinário pode elaborar laudos técnicos que embasam investigações e ações judiciais”, explica.  

Por fim, Silva destaca que a conscientização também pode ser feita no dia a dia, durante os atendimentos. “É nossa missão orientar os tutores sobre alimentação adequada, vacinação, castração e higiene. Participar de feiras de adoção, mutirões e projetos sociais amplia ainda mais o alcance dessa educação”, conclui. 

 

Una    

 

Kantar: Comércio eletrônico de alimentos para cães e gatos atinge maior patamar desde 2020

Crescimento do e-commerce pet supera avanço de lojas físicas 


Novo levantamento da divisão Worldpanel da Kantar, empresa global de dados e insights, mostra que as vendas de alimentos para cães e gatos pelo canal e-commerce alcançaram marca histórica em 2024, com faturamento de R$ 670 milhões e penetração em 4,5% dos lares do Brasil. 

De modo geral, 30% dos lares brasileiros hoje compram bens de consumo massivo por meio dos canais digitais, o maior patamar de penetração já verificado pela Kantar, e que segue em ascensão. O e-commerce respondeu por um volume de aproximadamente 5% do mercado de alimentos para cães em 2024, equivalente a um crescimento de 117% no intervalo de dois anos. 

Hoje, 53% dos tutores de cães oferecem refeição processada e 45% um mix de comida caseira e de fabricação comercial, totalizando quase 100% dos animais nutridos com ingredientes provenientes da indústria.  Com mais lares comprando comida para pets, a comercialização de alimentos seco, úmido e snacks para cães e gatos fechou o ano passado com crescimento de 36% em volume, taxa que dobrou nos últimos dois anos. 

Aplicativos e sites de varejistas são os principais beneficiados por essa dinâmica. “As grandes redes, que trabalham com programas de desconto por recorrência, frete grátis e preços mais acessíveis para grandes volumes de compra, entram na rotina dos consumidores pela via digital e constroem lealdade”, comenta Roberta Forte, diretora de contas da Kantar. 

Na contramão desse avanço, as lojas físicas de petshops menores, compreendendo os de bandeira independente e casas agrícolas, apresentaram retração de 41% em volume em 2024, perdendo espaço para as grandes redes, que cresceram 3%. 

Os dados acima fazem parte do Painel de Compras da divisão Worldpanel da Kantar, que captura o comportamento de 150 milhões de indivíduos em todo o País.

 

Kantar
www.kantar.com/brazil

 

BOLETIM DAS RODOVIAS

 



TRABALHO

DOMINGO (4) - 9h


 A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo às 9h deste domingo (4). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.

 


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