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sábado, 6 de julho de 2019

Dia Internacional da Pizza


  Para comemorar o dia de uma dos pratos mais apreciados do mundo, o Namu Cursos ensina duas receitas saudáveis para você!


Seja durante a semana ou nos finais de semana, no jantar, almoço ou café da manhã, com a família, amigos ou até mesmo sozinho, a pizza é sempre uma boa opção! Principalmente quando é possível fazê-la de uma maneira mais saudável. É o que mostra a chef Renata Monteiro, professora do curso Massas frescas sem glúten”, do Namu Cursos, primeira plataforma de vídeoaulas voltadas exclusivamente para o bem-estar.

De acordo com Renata, existem inúmeras possibilidades de preparar uma pizza saudável e saborosa, utilizando apenas ingredientes do bem. Para isso, é preciso diminuir a quantidade de carboidratos da massa e optar por recheios mais leves. “Substitua a tradicional farinha de trigo por farinhas sem glúten e dê preferência para as que possuem teores de fibras e proteínas mais elevados”, sugere a chef. “Na preparação da pizza, utilize gorduras boas como óleo de coco e azeite de oliva e, para as coberturas, selecione legumes, cogumelos e diferentes tipos de queijos vegetais. Finalize com molho vermelho feito em casa, sem adição de conservantes, corantes e outros ingredientes que são prejudiciais à saúde”, completa.

Por isso, em homenagem a data, dia 10 de julho, o Namu Cursos em parceria com Renata selecionou duas receitas de pizzas saudáveis e livres de glúten. Confira abaixo!


Pizza com fermentação

 Divulgação


Ingredientes:

- 360 ml de água morna
- 1 ½ colher sopa de fermento seco granulado
- 1 ½ colher sopa de açúcar
- 250 g de farinha de arroz
- 100 g de polvilho azedo
- 40 g de amido de milho
- 1 colher de chá de goma xantana
- 1 colher de chá de goma guar
- 1 ½ colher de chá de sal
- 1 colher chá de vinagre
- 2 colheres de sopa de óleo


Modo de preparo:

Coloque em um recipiente (de preferência de plástico) água morna, açúcar e o fermento;
Misture delicadamente e reserve;
Quando formar uma faixa de espuma acima do líquido quer dizer que o fermento está ativado e pronto para ser utilizado;
Coloque a farinha de arroz, polvilho e amido de milho, goma xantana a e a goma guar em um recipiente e misture;
Adicione o sal e volte a misturar. 
Junte o mix de farinha com o fermento e bata na batedeira;
Caso necessário, adicione a água e volte a bater;
Adicione o vinagre e azeite e volte a bater;
Unte a forma com azeite;
Despeje a massa em uma forma;
Unte a mão com azeite e espalhe a massa pela forma;
Depois que a massa estiver esticada na forma, molhe a mão com água e umedeça a massa;
Reserve a massa em um ambiente quente para que ela cresça por 40min/1h;
Após a massa fermentar, acrescente o molho e espalhe pela pizza;
Pré-asse a pizza por 15/20 minutos;
Retire a pizza do forno e recheie com ingredientes de sua preferência;
Volte ao forno por mais 10/15minutos.


Fonte da receita: Curso Massas frescas sem glúten – Namu Cursos





Pizza com base de batata e farinhas  

 Divulgação


Ingredientes:

- 500 g de purê de batata
- 80 g de farinha de arroz
- 80 g de amido de milho
- 2 colheres de chá de azeite
- Sal
- 1 colher de chá de fermento para bolo


Modo de preparo:

Cozinhe a batata com casca em água;
Remova a casca e amassar até ponto de purê3;
Reserve o purê para esfriar;
Misture o sal, azeite, um pouco da farina de arroz e um pouco do amido de milho com o purê;
Após misturar os ingredientes um pouco, despeje o fermento químico (de bolo) e misture;
Passe a massa para uma forma furada;
Espalhe a massa na forma;
Lave a mão para retirar o excesso de massa;
Molhe as mãos com azeite e espalhe com batidinhas o azeite na massa;
Leve ao forno até a massa ficar dourada por cerca de 25/30 minutos;
Adicione e espalhe uma pequena quantidade de molho para que a massa não amoleça;
Adicione o queijo, tomate fresco e orégano seco;
Finalize com azeite e sal.

Fonte da receita: Massas frescas sem glúten – Namu Cursos

Renata Monteiro - Mestre em gastronomia formada pela FCT/UNL Lisboa e especialista em cozinha inclusiva pelo ICIF Itália. Foi uma das participantes da edição do Masterchef Portugal 2015  e é mãe de três crianças alérgicas a leite, ovos e trigo.


Namu Cursos

10 de julho: Comemore o Dia da Pizza de um jeito saudável


Nutricionista da Cia. da Consulta aborda dicas menos calóricas para aproveitar a data


Comemorado no dia 10 de julho, o Dia da Pizza reforça ainda mais a paixão dos brasileiros pelo prato italiano. Segundo a ECD, consultoria especializada em Food Service, somos o segundo país que mais a consome a redonda. Entre as clássicas temos pepperoni, mussarela, marguerita e a calabresa, sabor mais pedidos no território nacional. Na maior capital do país, São Paulo, são consumidas 43 milhões de pizzas por mês, atestou a Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo.

Visto que a pizza já faz parte do nosso cardápio, é preciso estar atento quanto a dieta e aos hábitos alimentares. Uma fatia média, de um recheio simples, tem entorno de 300 a 450 calorias.

Optar por alternativas menos calóricas, ainda pode oferecer benefícios a digestão.  A nutricionista Rafaela Destri, da Cia. da Consulta ressalta as opções mais saudáveis para quem quer comemorar não apenas o dia 10, mas também outros dias do ano. “Para quem não quer se preocupar, uma boa dica é escolher massas que contenham farinha integral, de aveia ou de amêndoa. Além de poucas calorias, as fibras auxiliam na digestão”.

Confira, abaixo, as receitas que podem ser saudáveis:


Pizza de Tapioca

Ingredientes da Massa:
  • 1 Ovo inteiro
  • 2 Claras de ovo
  • 1 Colher (sopa) de Tapioca
  • 1 Pitada de sal rosa
  • 1 Colher (chá) de azeite de oliva extravirgem

Ingredientes do Recheio:
  • 100ml de Molho de tomate caseiro
  • 150g queijo cottage
  • Manjericão a gosto

Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Leve à frigideira antiaderente em fogo baixo e vire quando um dos lados estiver durinho. Coloque o recheio.


Pizza Fit de Aveia

Ingredientes da massa:

  • 5 Claras
  • 1 Col. (sopa) de farelo de aveia
  • Azeite extravirgem (para untar)

Ingredientes do Recheio:
  • 5 col. (sopa) de molho de tomate caseiro
  • 4 Col. (sopa) de frango desfiado refogado
  • 1 Tomate (cortado em rodelas)
  • 1 Cebola (cortada em rodelas)
  • Orégano a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture as claras com a aveia. Despeje a massa em uma frigideira untada com azeite e tampe. Deixe em fogo baixo até que a massa fique firme (com consistência de pizza) e vire o lado. Retire a massa da frigideira e recheie com o molho de tomate, o frango, o tomate, a cebola e o orégano. Coloque a massa no forno por 10 minutos ou até dourar. Adicione cebolinha e sirva.




 Cia. da Consulta
Instagram: @cia.daconsulta

Dia da Pizza: Itabom sugere receita de pizza para comemorar a data


São Paulo é sinônimo de pizza, seja qual for o sabor. Paixão nacional, ela tem até uma data só dela. Itabom aproveita e sugere receita deliciosa


No dia 10/07 comemora-se o DIA DA PIZZA. Dá até pra perder a conta de quantos sabores de pizzas existem. Doces ou salgadas, elas caíram no gosto dos brasileiros, em especial do paulistano, há décadas. Itabom, um dos maiores frigoríficos de frango do Estado de São Paulo, aproveita a data e a paixão dos seus consumidores por pizza para elaborar uma Super Pizza Caseira de Frango com Requeijão. Hummm... deu até água na boca.

Itabom oferece uma extensa linha de frangos inteiros, cortes, miúdos e embutidos, refrigerados e congelados, in natura e temperados. A marca está presente nas melhores redes de supermercados, atacados, açougues e em estabelecimentos especializados. Para essa receita, Itabom sugere o Filé de Peito, prático e muito saboroso.

Agora é aproveitar, caprichar nos ingredientes e chamar toda a família para experimentar. Bom apetite!!!



SUPER PIZZA CASEIRA DE FRANGO COM REQUEIJÃO


Massa da Pizza


Ingredientes
  • 1 kg de farinha de trigo
  • 30 g de fermento biológico
  • 3 xícaras de água morna
  • 3/4 xícaras de óleo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de pinga

Modo de Preparo

Misture o fermento, o sal e o açúcar em um pouco de água morna, até que o fermento esteja completamente dissolvido. Em seguida, adicione metade da medida de farinha de trigo, o óleo e mexa até criar uma consistência pastosa.
Acrescente o restante da farinha de trigo, a água morna e misture bem. Assim que a massa desgrudar das mãos, deixe crescer por 30 minutos.
Abra os discos, fure a massa com um garfo e pincele o molho. Leve ao forno médio (180° C), preaquecido, por 10 minutos.


Ingredientes do Frango desfiado com Requeijão:
  • 2 peitos de Filé de Peito Itabom
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1 xícara (chá) de azeitona verde picada
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 2 xícaras (chá) de requeijão

Modo de preparo:

Coloque o peito de frango Itabom em uma panela de pressão com o caldo de galinha e cubra com água. Tampe a panela e cozinhe por 20 minutos, em fogo médio, depois de iniciada a pressão. Desligue, deixe a pressão sair naturalmente e abra a panela. Escorra e, com ajuda de um garfo, desfie o peito de frango. Reserve.

Aqueça uma panela com o azeite e frite a cebola e o alho por 2 minutos, em fogo médio. Adicione o frango desfiado, o extrato de tomate e refogue por mais 3 minutos. Acrescente o tomate, a azeitona, sal, pimenta e refogue por mais 3 minutos.

Espalhe o recheio de frango desfiado sobre o disco pré-assado. Por cima de tudo cubra com colheradas de requeijão e leve de volta ao forno para terminar de assar e derreter o requeijão.




ITABOM
http://itabom.com.br/ - @frangoitabom

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Campanha quer trazer o Firgun Day para o Brasil


Haverá uma campanha na av. Paulista para explicar a importância da data, que já é comemorada internacionalmente para promover as boas ações.


Neste domingo, dia 7 de julho, em São Paulo, quem passar pela avenida Paulista vai receber um “Vale Presente” , além de um convite para ir a um quiosque de nome "Firgun". No local de troca do voucher, a pessoa irá descobrir que Firgun, na verdade, é uma palavra de origem hebraica que significa algo parecido com altruísmo, generosidade, compaixão, carinho pelo outro, sem segundas intenções.

O visitante do espaço também saberá que o Firgun Day é uma data celebrada internacionalmente todo dia 17 de julho, e que os idealizadores da ação estão aproveitando os fins de semana que antecedem a data para fazer uma espécie de "esquenta" da comemoração. Após as explicações, essa pessoa ganhará um brinde (marcador de página), uma declaração elogiosa e novos "Vale Presente" para repassar adiante e convidar um terceiro a participar da brincadeira.

 “A ideia é fazer os elogios circularem pela região da Paulista”, diz Lemuel Simis, empresário responsável pela ação, quer vai durar das 10h às 18h.

Segundo ele, todo brasileiro já vivenciou o Firgun. "Por mais que essa palavra nem sequer tenha uma tradução exata para o português, é certo que o País carrega a fama de abrigar um povo generoso, capaz de fazer elogios e torcer pela vitória do outro", ensina. Pois é essa sensação de alegria, sem invejar a conquista de um terceiro, o que define a palavra Firgun.

Simis é dono de uma empresa homônima à data comemorativa -- uma startup social de microcrédito para empreendedores de baixa renda --, mas realiza a ação com o único intuito de promover o sentimento de compaixão entre as pessoas. O Firgun Day é celebrado no mundo no 17 de julho, mas a brincadeira na av. Paulista  ocorre como uma espécie de "esquenta" para o dia oficial.

Até o dia 17, portanto, a campanha para o Brasil adotar o Firgun Day vai incentivar as hashtags #elogiemais e #firgunday nas redes sociais dos internautas, que poderão desafiar seus colegas a elogiar alguém que admira, mas, por timidez ou qualquer outra razão, nunca contou isso a essa pessoa.

O Firgun Day vem sendo lembrado anualmente, desde 2014, quando uma organização sem fins lucrativos conseguiu que o governo israelense estabelecesse uma data oficial para o compartilhamento de elogios – algo que ganhou força rapidamente entre os milhares de usuários das mídias sociais, sobretudo em Israel e nos Estados Unidos.

A expectativa é que, até o dia 17 de julho, muitos brasileiros já estejam conscientes dessa celebração, a ponto de dedicar um momento do Figun Day para elogiar uma pessoa, como acontece em outras partes do mundo. “Sonhamos com um País que elogie mais o seu povo, numa atitude tão comum quanto desejar ‘Boa sorte’ a um amigo”, conclui o empresário.

Grande mobilização nacional alerta para a prevenção do câncer colorretal



  • Apesar de ser o tumor mais prevenível, o Brasil ainda não tem políticas públicas adequadas para a identificação deste tipo de doença;

  • Objetivo da ação idealizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva é mobilizar o poder público para a criação de um Programa Nacional de Prevenção


Com o intuito de mobilizar a população e o poder público para a criação de um Programa Nacional de Prevenção do Câncer Colorretal, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) promove, entre os dias 22 de julho e 3 de agosto, um mutirão nacional em mais de 15 cidades, em todas as regiões do Brasil, para a identificação deste tipo de neoplasia.

A ação se baseia em dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) que apontam: por ano, o Brasil registra 36 mil novos casos de câncer colorretal. Apesar de ser um dos tumores mais frequentes, a doença é altamente prevenível e curável por meio de exames de rastreio e colonoscopia. Entretanto, o país ainda não tem uma campanha nacional de prevenção desse tipo de câncer.

“É muito triste morrer de uma doença prevenível”, alerta o Dr. Lix Alfredo Reis de Oliveira, coordenador do projeto de Prevenção do Câncer Colorretal da SOBED, membro da Comissão de Ações Sociais. Não é para menos. Segundo o especialista, 80% dos casos poderiam ser evitados, com exames preventivos. “Quando o paciente apresenta sintomas é porque a doença já está em estágio mais avançado. Isso poderia ser identificado por meio do exame preventivo, feito a partir dos 50 anos, quando o pólipo que é uma lesão pré-maligna ou o câncer em fase inicial podem ser detectados e tratados pela colonoscopia”.

A expectativa é de que cerca de 600 pacientes pré-selecionados no Sistema Único de Saúde (SUS) realizem a colonoscopia durante o mutirão. “O exame permite o diagnóstico precoce da doença com melhores resultados quanto ao prognóstico”, diz o Dr. Marcelo Averbach, Coordenador da Comissão de Ações Sociais da SOBED.


Por um Programa Nacional de Prevenção do Câncer Colorretal

Apesar de existirem diretrizes clínicas elaboradas pela SOBED e já aprovadas pela Associação Médica Brasileira (AMB), os profissionais não são obrigados a seguirem as recomendações, ainda que sejam baseadas em evidências científicas e que norteiam o exercício da profissão do endoscopista digestivo.

“É necessária a indicação correta da colonoscopia no SUS e nos convênios de saúde. Atualmente, há pessoas que realizam exames duas vezes por ano e que estão ocupando o lugar de outro paciente que aguarda na fila”, diz Oliveira. O especialista explica que o câncer colorretal é uma doença lenta que se origina a partir de pólipos (lesões na região do cólon e reto) e leva anos para se desenvolver. Por isso, o exame não precisa ser feito em intervalos curtos de tempo.
 
A colonoscopia é a forma mais segura para identificar possíveis lesões e tumores colorretais, porém é a mais invasiva. Outros exames de rastreio, como a pesquisa de sangue oculto por método imunohistoquímico (FIT), que são menos invasivos, também podem identificar indiretamente o câncer em fase inicial. Esses exames também são recomendados pela SOBED.

Segundo o Dr. Lix Alfredo Reis de Oliveira, se houvesse um programa nacional, seria possível evitar análises desnecessárias ou tardias. “O exame feito sem necessidade não acrescenta em nada ao paciente e ainda o coloca em risco. Por isso a colonoscopia só deve ser feita se realmente for indicada seguindo diretrizes, uma vez que o benefício é maior que o risco”, explica.

Empenhada para a criação de um Programa Nacional para Prevenção do Câncer Colorretal, a diretoria da SOBED irá se reunir com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em busca de apoio governamental para a implementação do programa em âmbito nacional.  Além da sociedade civil como um todo, o objetivo do mutirão nacional é a conscientização da prevenção de médicos especialistas e profissionais da área da saúde.




SERVIÇO

Mutirão Nacional Contra o Câncer Colorretal
Data: de 22 de julho a 3 de agosto

Importante: o exame será realizado em pacientes pré-selecionados; não serão atendidas pessoas que chegarem ao local de realização sem prévia avaliação!
 


Sobre a SOBED
Com 22 unidades estaduais, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) é uma entidade nacional que representa atualmente mais de dois mil e duzentos associados. Criada em consonância com o início dos procedimentos endoscópicos no País na década de 1970, possui história baseada em conquistas e avanços na endoscopia digestiva brasileira. Periodicamente a Sociedade promove mutirões pelo Brasil de prevenção ao colorretal com a realização de colonoscopias em pacientes pré-selecionados de forma totalmente gratuita. A ação já realizou mais de 1500 exames

Julho é o mês de conscientização do câncer de bexiga



Diagnóstico tardio, causado por ausência ou descaso com os sintomas, contribui para alta mortalidade da doença


O número de pessoas diagnosticadas com câncer de bexiga tem crescido consideravelmente nas últimas décadas¹. O mês de julho é reservado para a conscientização deste tipo de neoplasia, que atingiu mais de 9 mil brasileiros em 2018². Por ser silencioso, o câncer de bexiga pode evoluir sem apresentar sintomas na fase inicial, sendo diagnosticado principalmente em estágios avançados. Um impasse que reduz as possibilidades de cura. Hoje a doença pode matar até 1/3 dos pacientes acometidos². 

Apesar de ser o tumor mais comum do trato urinário², o câncer de bexiga passa despercebido pela maioria da população³. Mas, com o decorrer da doença, surgem sintomas que podem facilmente ser confundidos com infecções, como a cistite, por exemplo.  “Sensação de urgência para urinar, seguida por ardor e presença de sangue na urina são os indícios mais comuns para a doença. Já, em casos mais avançados, podem surgir dores pélvicas, dor ou sangramento retal e inchaço das pernas, provocado por comprometimento dos linfonodos pélvicos, ocorrência frequente na neoplasia” explica o Dr. Diogo Bastos, médico oncologista do Sírio-Libanês.

Para Bastos, “independentemente dos obstáculos, possibilitar o rastreamento adiantado do câncer de bexiga é fundamental para a conquista de melhores resultados no tratamento. A melhor forma de fazê-lo é por meio da história clínica e do exame físico realizado. Também pode ser solicitada uma endoscopia, exame de imagem que permite ao médico ter uma visão do interior da bexiga”.

Quando diagnosticado precocemente, o tratamento mais indicado é a cirurgia para extração do tumor seguido por quimioterapia. Este procedimento aumenta as chances de remissão e cura. Porém, segundo o especialista, devido ao cenário atual, as pesquisas clínicas têm focado em opções de tratamentos cada vez mais inovadoras, como a imunoterapia, com o objetivo de aumentar a efetividade do tratamento.

Esta abordagem estimula a ação do sistema imune contra as células cancerosas, causando menos efeitos colaterais do que outros tipos de terapia. “As drogas imunoterápicas desativam a proteção do tumor, que faz com que ele fique camuflado. Essa ação faz com que os linfócitos, as células de defesa, o reconheçam como uma ameaça e, por tanto, atuem contra ele, matando o câncer”, conta Bastos.


O que é câncer de bexiga?

É um tipo de câncer que começa na camada que reveste a bexiga.  Costuma ser diagnosticado entre os 60 e 70 anos de idade, sendo duas a três vezes mais comum nos homens³. Calcula-se que cerca de 25% das pessoas que tenham câncer de bexiga poderão ter um segundo tumor primário em outro local do sistema urinário³.

A neoplasia pode ser dividida em três tipos: carcinoma urotelial (de células de transição), que representa a maioria dos casos e começa nas células do tecido mais interno da bexiga; carcinoma de células escamosas, que afeta as células delgadas e planas que podem surgir na bexiga depois de infecção ou irritação prolongadas; e adenocarcinoma, que se inicia nas células glandulares (de secreção) que podem se formar na bexiga depois de um longo tempo de irritação ou inflamação².

Além do tabagismo, que é a principal causa do câncer urotelial da bexiga, outras causas deste tipo de tumor ainda são pouco conhecidas, mas existem boas práticas de vida que auxiliam na prevenção desta condição. “A lista inclui a ingestão adequada de líquidos, o que pode diluir as substâncias tóxicas absorvidas pelo corpo, evitar o tabaco, além da adoção de uma alimentação mais saudável e prática regular de atividade física. Esses cuidados ajudam a reduzir os fatores de risco”, finaliza o oncologista.

Há muito tempo você se sente exausto? Pode ser Burnout!



Mediadora voluntária do Congresso Luminarium, a jornalista Izabella Camargo foi dispensada pela TV Globo após voltar de licença médica, tirada após ter a doença, e hoje comemora a vitória


A Síndrome de Burnout é um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, resultado do acúmulo excessivo de trabalhos emocionalmente exigentes e muito competitivos. Também conhecida como "Síndrome do Esgotamento Profissional", a doença é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e que acumulam responsabilidades  constantes como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, entre outros.

Não raramente a doença ocorre quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa acredita não ter condições ou capacidades  suficientes para os cumprir. O profissional perde a autonomia e a habilidade de respeitar as próprias limitações. Essa síndrome pode  começar com um estado depressivo atrelado a outros sintomas normalmente ignorados e por isso é essencial procurar apoio profissional ao notar os primeiros sintomas como:  nervosismo exacerbado e constante,  sofrimentos psicológicos e até problemas físicos, como dor de barriga, problemas intestinais, cansaço excessivo, tonturas, enjoos, tremedeira nos olhos, taquicardia, etc. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.

Outros sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são: dor de cabeça frequente, alterações no apetite, insônia, dificuldades de concentração, sentimentos de fracasso e insegurança, negatividade constante, sentimentos de derrota e desesperança, sentimentos de incompetência, alterações repentinas de humor, isolamento, fadiga, pressão alta, dores musculares, problemas gastrointestinais e alteração nos batimentos cardíacos.

O tratamento é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (reguladores de neurotransmissores, antidepressivos e/ou ansiolíticos, entre outros). Normalmente surte efeito entre um e três meses, mas como cada pessoa adquire a síndrome de uma forma o tratamento também é individual. 

Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilo de vida são fundamentais para uma recuperação integral e efetiva.
A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após o diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e realize atividades de lazer. 
Os sinais de piora do Síndrome de Burnout surgem quando a pessoa não segue o tratamento adequado. Com isso, os sintomas se agravam e podem levar a perda total da motivação, distúrbios gastrointestinais e depressão profunda, desorientações físicas e mentais.

A melhor forma de prevenir a Síndrome de Burnout são estratégicas que diminuam o estresse e a pressão no trabalho. O autocuidado com medidas saudáveis evitam o desenvolvimento da doença, assim como ajudam a tratar os sintomas logo que surgem. Outra conduta muito recomendada é descansar adequadamente, com boas noites de sono ( se 7 a 8 horas diárias). É fundamental manter o equilíbrio entre o trabalho, lazer, família, vida social e atividades físicas. Afinal , sem saúde mental, não existem maneiras de manter uma qualidade  de vida sustentável! 



Sete dicas para cuidar bem da próstata

A próstata é uma glândula no homem que tem a função de ajudar a nutrir os espermatozóides para a reprodução. A partir dos 40 anos, ela começa a crescer em diferentes velocidades e isso pode levar aos mais variados graus de sintomas, que não necessariamente tem relação direta com seu tamanho.

“Este crescimento, de modo geral, é benigno e faz parte da natureza do homem. No entanto, não deixa de ser um incômodo e precisa de acompanhamento”, afirma Dr. Renato Falci, urologista e membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL).

Neste 15 de Julho, Dia Nacional do Homem, Dr. Falci revela algumas dicas para conviver bem com a próstata, principalmente para quem já sofre com sintomas relacionados ao crescimento desta glândula, como jato fraco, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, frequência de micção aumentada, urgência para urinar e dor em baixo ventre durante a micção.

1 - Evite o enchimento rápido da bexiga

Isso ocorre na maioria das vezes por ingestão abrupta de grandes volumes de líquidos como, por exemplo, cerveja. Pelo fato da bexiga ser um músculo, sua rápida distensão faz com que sua contração perca eficiência, traduzindo-se por uma micção com jato mais fraco e, em casos extremos, em retenção urinária (incapacidade de urinar).


2 - Evite longos períodos sem urinar

Segurar a urina por longos períodos pode, pela superdistensão do músculo, terminar em uma micção dificultosa ou até em retenção urinária. Muitas pessoas já experimentaram a desagradável sensação de uma micção ruim, após passar longo período segurando a vontade de urinar e com um grande enchimento da bexiga, como por exemplo, em uma viagem. Isso é decorrente do estiramento das fibras musculares da bexiga que, temporariamente, diminuem a sua capacidade de contração.


3 - Evite descongestionantes nasais

A maioria desses medicamentos tem em sua composição um vasoconstritor que atua em receptores semelhantes aos que existem na cápsula da próstata e na saída da bexiga. A ativação desses receptores dificulta a saída de urina. Em jovens, esse efeito pode ser imperceptível mas, em quem já apresenta algum grau de sintoma do crescimento da próstata, seus efeitos podem ser maiores.


4 - Cuidados com anti-gripais

Uma boa parte desses compostos vendidos em farmácias contém substâncias semelhantes aos descongestionantes nasais e, pelo mesmo motivo, pioram a micção.


5 - Atenção com compostos e fórmulas

Compostos e fórmulas para aumentar o desempenho esportivo podem ter compostos derivados da efedrina, substância que atua nos receptores da cápsula da  próstata e saída da bexiga, assim como os anti-gripais e descongestionantes nasais.


6 - Conheça a hiperplasia da próstata

Praticamente todo homem terá que lidar com ela. Ter um urologista de confiança pode ser o primeiro passo. Conhecer a história natural da doença ajudará a definir o momento ideal do tratamento.


7 - Faça check-up de saúde

Adiantar-se aos problemas muitas vezes é a melhor solução.




 Instituto Lado a Lado pela Vida 

Doença Renal Crônica: a importância do diagnóstico precoce


Por não apresentar sintomas, a doença renal crônica muitas vezes é identificada de forma tardia, o que impacta no bem-estar do paciente e nos custos com a saúde pública


Silenciosa, assintomática e cada vez mais comum, a Doença Renal Crônica (DRC) acarreta em alta taxa de mortalidade, gerando custos elevados para os sistemas de saúde no mundo todo. Por não apresentar sintomas, a DRC, normalmente, recebe um diagnóstico tardio, o que faz com que o paciente seja imediatamente submetido ao procedimento de hemodiálise.

Diante desses fatores, a DRC exige que os médicos sempre mantenham um nível de suspeição em relação a ocorrência da patologia. Principalmente nos pacientes com fatores de risco. O diagnóstico da DRC deve, portanto, ser obtido precocemente para que o tratamento adequado seja feito o quanto antes. Um importante componente no diagnóstico e classificação da DRC é a:


Taxa de Filtração Glomerular (TFG)

A TFG é o método usual nos laboratórios clínicos, sendo definida a partir da capacidade dos rins em eliminar uma substância no sangue. Normalmente, os rins filtram o sangue e eliminam os produtos finais do metabolismo proteico, enquanto preservam os solutos específicos, proteínas e componentes celulares. Portanto, a TFG é capaz de indicar o comprometimento de néfrons funcionais no paciente.

Nas ocorrências de doenças renais crônicas, a TFG pode apresentar alteração antes do início dos sintomas, sendo mensurada a partir dos níveis de substâncias que são normalmente produzidas pelo corpo, porém apresenta algumas limitações.  Na expectativa de diminuir essas limitações na determinação da TFG, recentemente a medicina diagnostica apresentou grande interesse em dois indicadores: a Cistatina-C e NGAL.

Diagnóstico pela determinação de Cistatina-C

A Cistatina-C é uma proteína básica não glicosilada, com baixa massa molecular. Ela é produzida por todas as células nucleadas de maneira constante, sem sofrer alterações devido à massa muscular dos indivíduos ou alterações decorrentes de processos inflamatórios. Ou seja, ela é livremente filtrada no glomérulo e é reabsorvida e catabolizada pelas células epiteliais tubulares. É por isso que essa proteína é um excelente marcador da função renal.

Nas análises clínicas, a determinação da Cistatina-C apresenta uma série de vantagens em relação a outros marcadores. Por exemplo, ela é mais exata que a determinação da creatinina plasmática e mais confiável que a depuração de creatinina por urina de 24 horas. Mas o grande diferencial está no fato de que há ainda um crescente grupo de evidências que sugerem que a Cistatina-C pode ser utilizada para detectar doenças renais mais precocemente que a creatinina sérica.

Ciente dessas vantagens e da necessidade do diagnóstico precoce das doenças renais, a Labtest disponibilizou o produto Cistatina C Turbiquest Plus. Por meio do método imunoturbidimétrico, esse reagente possibilita a detecção da Cistatina-C. O sistema é facilmente aplicável a analisadores automáticos. Além disso, a medição imunoturbidimétrica apresenta excelente desempenho operacional e permite a avaliação de grande número de amostras em curto intervalo de tempo.


Determinação do NGAL

O neutrophil gelatinase-associated lipocalin, lipocalin-2, siderocalin ou NGAL é uma pequena proteína expressa pelos neutrófilos e alguns epitélios, incluindo os túbulos renais. Com perfil de utilização em laboratórios hospitalares, centros especializados em nefrologia e laboratórios clínicos de apoio, o NGAL é um marcador renal ainda mais precoce que a Cistatina-C. Isso acontece porque ele se altera a partir da fase inicial de lesão renal.

Assim como a Cistatina-C, o produto NGAL Turbiquest, comercializado pela Labtest, é um método imunotubidimétrico facilmente aplicável a analisadores automáticos. Isso permite a realização da medição junto aos demais exames bioquímicos, sem necessidade da utilização de instrumentos dedicados. O produto, que é uma novidade no Brasil, garante agilidade e rapidez no processo analítico.

A Cistatina-C e o NGAL são, portanto, capazes de oferecer diagnósticos precoces. Isso permite, por exemplo, uma intervenção médica mesmo antes da alteração da função renal. Dessa forma, diminui-se o tempo de internação do paciente, o que acaba reduzindo os custos. Assim como todos os produtos da Labtest, a Cistatina-C e o NGAL são produtos com alto padrão de qualidade reconhecida por programas nacionais e internacionais de excelência em medicina laboratorial.

Especialista alerta que crianças também podem ser acometidas pela hanseníase



Carmelita Ribeiro Filha afirma que o fato de crianças adoecerem por conta da infecção é um sinal de alerta à circulação do bacilo que causa a hanseníase

A hanseníase é uma das doenças mais antigas do mundo e ainda causa consequências graves na população mundial. Descrita na Bíblia, a doença já teve fama até de castigo divino e o preconceito gerado por esses comentários permanecem até hoje. Em casos mais avançados, a hanseníase pode causar deformidades e manchas na pele e incapacitar quem foi infectado. A hanseníase pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. O que deve ficar claro é que a transmissão só acontece quando a pessoa fica exposta ao bacilo por um longo período. A coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, afirma que o fato de crianças adoecerem por conta da infecção é um sinal de alerta à circulação do bacilo que causa a hanseníase.

“Criança adoecendo de hanseníase, não deveria. Uma criança que adoece de hanseníase significa que tem alguém próximo adulto que está sem tratamento e está transmitindo. Teoricamente não deveria adoecer, se a gente diz que leva de dois a sete anos, com um período de encubação tão longo, a criança com três anos deveria ter hanseníase? Não. Se ela tem, é porque certamente tem alguém muito próximo a ela, doente, e transmitindo essa doença”.


Por isso mesmo, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo e também observar toda a sua família. Ao surgimento de qualquer mancha que tenha a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, ao calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações acesse saúde.gov.br/hanseníase. 


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