Descoberta permite às mulheres contarem com mais uma alternativa de
melhoria estética das mamas
Um importante estudo internacional mostra que o uso de enxerto de
gordura para reconstrução mamária também pode ser realizado com volumes
pequenos. Até então, havia uma controvérsia sobre a prática, baseada no receio
de que os resultados não fossem efetivos ou duradouros para a correção de
deformidades e irregularidades de contorno.
O trabalho foi realizado pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados
Unidos, e divulgado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica –
Regional São Paulo (SBCP-SP).
Foram revisados o uso de enxerto de gordura de pequeno volume para a
correção de deformidades pontuais, deformidades intrínsecas e extrínsecas da
mama. Também foram revisados os usos do enxerto de gordura de grande volume
para a reconstrução total da mama, correção de complicações de implantes com
troca simultânea dos implantes pela gordura, e a correção de deformidades da
parede torácica.
O monitoramento do câncer e os riscos de recorrência da doença após o
enxerto de gordura na mama também foram revisados. Os autores concluíram que,
assim como havia acontecido recentemente com os enxertos de grande volume de
gordura, os enxertos com pequeno volume são seguros e com resultados efetivos.
Segundo a SBCP-SP, essa descoberta representa um grande avanço para a
cirurgia plástica ao garantir mais uma possibilidade às mulheres para
adequações estéticas das mamas, de maneira efetiva e segura.
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