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segunda-feira, 12 de março de 2018

Caminhada no Ibirapuera alerta a população para os sinais e tratamentos da incontinência urinária



O problema afeta a vida de mais de 10 milhões de pessoas no País, duas vezes mais comum no público feminino. Cerca de 35% das mulheres, com mais de 40 anos e após a menopausa, apresentam algum grau do distúrbio


Neste sábado, dia 17 de março, às 10h, acontece uma caminhada no Parque do Ibirapuera, promovida pela SBUSP – Sociedade Brasileira de Urologia, Seccional São Paulo, no mês em que é lembrado o Dia Mundial da Incontinência Urinária. O objetivo é chamar a atenção dos visitantes para o diagnóstico precoce e alternativas de tratamento, além de tirar dúvidas sobre o distúrbio. O evento é gratuito e aberto ao público.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, o problema atinge 35% das mulheres com mais de 40 anos, após a menopausa e em 40% das gestantes. No mundo, o problema afeta aproximadamente 5% das pessoas. 

A doença é caracterizada pela perda involuntária de urina provocada pelo desgaste e perda do tônus muscular na região pélvica tratando-se da incontinência de esforço ou por uma hiperatividade da bexiga. Já a perda de urina por urgência é nos casos de bexiga hiperativa. Nessas condições, o problema tem picos na menopausa e após os 75 anos.

Na mulher adulta, a incontinência urinária de esforço é a principal causa, tendo como fatores de risco fatores que aumentem a pressão abdominal como tosse crônica, obesidade, gravidez, cirurgias pélvicas, que resultam em enfraquecimento do esfíncter, que é um músculo que segura a urina e também do assoalho pélvico. o ato de urinar. Já no homem, embora o problema seja mais difícil de acontecer, acomete 5 a 10% daqueles que foram submetidos à cirurgia para retirada da próstata devido a um câncer.  

A boa notícia é que, desde 2014, novos tratamentos para a incontinência urinária foram incluídos no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como implante do esfíncter urinário artificial em homens que sofrem de incontinência urinária, após a remoção cirúrgica da próstata, toxina botulínica, neuromodulação e outros. Além disso, novos medicamentos, e um novo dispositivo de esfíncter artificial que já está sendo testado na Áustria. 

Para mais informações, acesse o novo portal, acesse: sbu-sp.org.br  




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