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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Gravidez de alto risco pode ser prevenida e sustos evitados


 Com exames preventivos e pré-natal bem feito é possível cuidar da saúde da mãe e do bebê sem complicações


A gravidez é um momento especial e único para uma família. Para a mulher, em especial, a transformação iniciada no corpo vem acompanhada de uma chuva de hormônios que me mexem não apenas com o físico, mas com o emocional também. E a gestação requer atenção desde a descoberta para evitar possíveis doenças para a mãe e bebê.

E é durante o pré-natal que pode surgir o primeiro susto para a futura mamãe, uma gravidez de risco. “A gestação é considerada um fenômeno fisiológico e sua evolução ocorre na maior parte dos casos sem intercorrência. No entanto, existe uma parcela pequena de gestantes que, por serem portadoras de alguma doença, sofrerem algum agravo ou desenvolverem problemas, apresentam maiores probabilidades de evolução desfavorável, tanto para o feto como para a mãe”, explica a obstetra de Alto Risco do Hospital da Mulher Anchieta, Dra. Milze Rodrigues Ferreira Azevedo.

Mulheres com patologias crônicas prévias, que tiveram uma gestação anterior com complicações ou que no decorrer da gravidez identificam uma condição ou doença que possa oferecer risco para ela e para o bebê têm mais chances de apresentar problemas. “A maioria das complicações e mortes que surgem durante a gravidez, parto e puerpério são preveníveis. A realização do pré-natal representa papel fundamental em termos de prevenção e/ou detecção precoce de patologias, tanto maternas como fetais, permitindo o desenvolvimento saudável do feto e reduzindo os riscos para a gestante”, acrescenta Dra. Milze Rodrigues Ferreira Azevedo. 

               
Exames que auxiliam na prevenção     

Os avanços da medicina contribuíram para reduzir os índices de mortalidade tanto materna como perinatal. Mas essa saúde está ancorada no binômio mãe/feto e fundamentada no planejamento familiar, na assistência pré-natal, no parto e no puerpério.         

Apenas exames não conseguem prevenir agravamentos na gestação. “Apesar da gravidez não ser doença, ela pode apresentar desvios de sua evolução normal, decorrentes de entidades a ela relacionadas ou ocorrer concomitantemente com doenças em geral. O exame físico da gestante deve incluir aferição de peso, medida de pressão arterial, físico geral, de mamas, obstétrico e genital. É nessa abordagem inicial que são solicitados os exames complementares, que, aliados à avaliação clínica, vão definir o estado atual da paciente”, explica a obstetra. 

Para auxiliar no diagnostico correto, exames de imagem, sem radiação são utilizados. “A avaliação ecográfica não utiliza radiação ionizante. Ela auxilia nas fases iniciais, quando é capaz de identificar a topografia correta do saco gestacional e datar de forma precisa sua idade. Também na verificação da circulação uteroplacentária (por meio da técnica de Doppler) e estimação do peso fetal, fatores que impactam na decisão do obstetra sobre a correta via e tempo de parto”, explica o médico radiologista do Anchieta Diagnósticos, Dr. Fernando Augusto de Albuquerque Mendes Filho).

E essa avaliação pode ser variada em diferentes serviços que são definidos em quatro grupos:

1 - Exames de cunho específico para o pré-natal, com interesse materno-fetal (hemograma, tipagem sanguínea, fator Rh, urina I, urocultura, sorologias, glicemia e            ultrassonografia obstétrica);

2 - Exames determinados por intercorrências ou doenças associadas que justifiquem seguimento durante a gestação (função renal, função cardíaca, fundo de olho, investigação de anemias);

3 - Exames para rastreamento de potenciais doenças, sempre ligados às características dos serviços e do cliente, bem como as doenças prevalentes em cada região (rastreamento de diabetes, rastreamento de pré-eclampsia);              

4 - Exames para rastreamento de doenças indiretamente ligadas à gestação são solicitados por se estar diante da mulher que nunca teve a oportunidade de buscar serviço médico (rastreamento de verminoses, rastreamento de câncer cervical).


Cuidado redobrado e acompanhamento

Três das cinco principais causas de mortalidade materna em países em desenvolvimento - hemorragias, septicemias e obstruções do parto - ainda não podem ser prevenidas pelo pré-natal, mas uma correta avaliação clínica da gestante identifica os primeiros sinais de alerta e diminui as chances de morbimortalidade materna e perinatal. “O seguimento de um pré-natal bem realizado garante, tanto na gestação de baixo risco e, principalmente, na de alto risco, SAÚDE e segurança da mãe, bem como um bom desenvolvimento do feto, culminando em um parto e puerpério tranquilo”, conclui a obstetra do Hospital da Mulher Anchieta.            


Atenção a possíveis doenças em gestantes

Hipertensão arterial, diabetes, doenças reumatológicas (como o lúpus eritematoso sistêmico), psiquiátricas, neurológicas,  cardíacas, infecções crônicas (como hepatites, HIV) e hematológicas (como trombofilias).




Hospital Anchieta

Novo estilo de vida após a cirurgia bariátrica


Disciplina na alimentação faz parte da rotina de adaptação desses pacientes.
 

Em busca de uma vida mais saudável e peso ideal muitas pessoas optam pela realização da cirurgia bariátrica. Mas, sem disciplina e compromisso com a balança é muito fácil de acontecer o "efeito sanfona", emagrece e engorda, por isso a mudança de hábitos alimentares é essencial na rotina de quem passou pelo procedimento.

A nutricionista do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), Elisângela Weirich, afirma que ainda existe a ideia errada de que, após feita a cirurgia, pode-se comer o que quiser e que não há mais risco de voltar a engordar. "Isso é mito, a mudança no estilo de vida é imprescindível para a manutenção do emagrecimento no longo prazo", orienta a nutricionista. A mudança já deve iniciar antes mesmo da cirurgia. " A ideia é começar a fazer a reeducação alimentar no pré-operatório", comenta.

A orientação da especialista para esses pacientes é fazer sempre escolhas mais saudáveis frente à alimentação e incluir na rotina a prática de atividade física. "Os exercícios físicos são recomendados para auxiliar no controle da ansiedade e até mesmo para os pacientes terem outra “válvula de escape”, acrescenta. Segundo Elisângela, a cirurgia promove mudanças hormonais, e dessa forma, muitos pacientes acabam sentindo mais necessidade, e até mesmo prazer, em fazer escolhas mais saudáveis na alimentação. "As dicas mais relevantes seriam se dedicar mais à mastigação, dar intervalo entre as garfadas, fazer refeições mais frequentes ao longo do dia, evitar ingerir líquidos junto das refeições", afirma.

Já que será necessário fazer refeições mais frequentes ao longo do dia, a nutricionista sugere ter sempre alimentos saudáveis e práticos à disposição. "Barras de sementes/cereais (caseiras, de preferência), oleaginosas (como castanhas, por exemplo), frutas secas, frutas desidratadas e in natura e iogurtes são ótimas escolhas", indica a nutricionista.

Na opinião da especialista a grande maioria dos pacientes que voltam a engordar são aqueles que não fazem acompanhamento pós-cirúrgico. 
"Carências nutricionais, desequilíbrios hormonais e escolhas errôneas na alimentação podem acarretar em reganho de peso. Por isso, é importante estar sempre em contato com a equipe para garantir sucesso do resultado da cirurgia ao longo dos anos". Os erros mais comuns desses pacientes estão relacionados com o consumo excessivo de doces, bebidas alcoólicas, e a falta de atividade física. "Importante ressaltar, a importância do acompanhamento com a equipe no longo prazo, para cuidados com suplementação e alimentação e, então, manutenção do emagrecimento e resultado promovido pela cirurgia bariátrica", conclui a especialista.


Sobre a Cirurgia Bariátrica

A cirurgia bariátrica é indicada para pacientes com índice de massa corporal (IMC) igual ou acima de 40 e com doenças associadas, como diabetes, hipertensão, problemas articulares, entre outras doenças de risco. Nesses casos a cirurgia acaba sendo a opção mais adequada, pois irá melhorar a qualidade de vida, além de diminuir o risco de doenças associadas.

Síndrome do Intestino Irritável: Como identificar sintomas e procurar ajuda


Equipe da Gastroenterologia da Cia. da Consulta chama a atenção para a saúde intestinal


A Síndrome do Intestino Irritável é uma doença crônica funcional, ou seja, não há nenhuma lesão visível e sim uma disfunção nas contrações dos músculos que formam a parede do intestino, podendo levar a cólicas, diarreia e ou constipação como as principais manifestações. Sua incidência tem aumentado nos últimos anos, devido aos hábitos de alimentação industrializada e ao ritmo de vida sedentária. Especialistas dizem que o mal é mais frequente entre as mulheres.

A médica cirurgiã especialista em Endoscopia Gastrointestinal da Cia. da Consulta, Bruna Luz, fala sobre alguns causadores da doença. “Transtornos psicológicos além de afetarem nossa ‘mente’, também estão diretamente ligados ao funcionamento do aparelho digestivo. Traumas, ansiedade e depressão são fatores que acentuam os sintomas, uma vez que o nosso intestino é considerado nosso segundo cérebro.”

As paredes dos intestinos são revestidas por músculos que se contraem e relaxam conforme o alimento ingerido passa. Na síndrome do intestino irritável, as contrações desses músculos se alteram devido alguns aspectos, que na maioria das vezes são causados por estresse e outros sintomas psicológicos.

Considerada uma “síndrome” pode manifestar-se de maneiras diversas, inclusive passando por fases assintomáticas. É preciso estar atento aos sinais, visto que eles podem ser confundidos com outras doenças gastrointestinais.

Para que o tratamento adequado seja feito, o diagnóstico correto é essencial. Ele é realizado através da avaliação de médico especialista que, após a consulta, poderá solicitar alguns exames, como a Colonoscopia, que segundo a especialista, pode excluir outras doenças. “A colonoscopia é o exame indicado para atestar que não é algo mais grave. Vale reforçar que o exame também é uma forma de se prevenir o câncer colorretal”.

A exclusão de bebidas gaseificadas, alimentos gordurosos e artificiais são uma boa pedida para melhorar a qualidade de vida de quem convive com a Síndrome. A mudança de estilo de vida não inclui apenas a alimentação, a prática de esportes e sono tranquilo também são de grande ajuda, já que diminuem a ansiedade.

A consciência que temos do nosso corpo está diretamente ligado à nossa saúde, aborda a especialista. “Medidas saudáveis não devem ser tomadas apenas quando temos uma doença diagnosticada. Boa alimentação, acompanhamento médico e prática de exercícios, são indicados para qualquer fase da vida”.






Cia. da Consulta
Instagram: @cia.daconsulta

São Paulo recebe a 2ª Edição do Cine Pets



Cinesystem terá sessão especial para donos e seus cães e concurso de cosplay


No dia 13 de julho, sábado, às 14 horas, uma sala da rede Cinesystem do Morumbi Town Shopping abrirá as portas para receber cães e seus donos durante a exibição do filme Homem Aranha – Longe de Casa. De acordo com o IBGE, existem mais de 132 milhões de animais de estimação no Brasil. E cada vez mais os apaixonados por pets procuram atividades de lazer para curtir com seus amigos de quatro patas. A rede de cinemas, que oferece o melhor do entretenimento para seus clientes realizará a 2ª Edição do Cine Pets com uma novidade: o Cãos Play.

As salas terão sessão pet friendly e estarão preparadas para receber cães de todos os tamanhos, desde que estejam com as vacinas em dia e utilizando coleiras. Para o bem-estar e comodidade dos visitantes sugerimos que os donos levem um kit pessoal para os animais, contendo petiscos, água e itens de higiene. Os bichinhos permanecerão no colo ou no chão em frente à poltrona do dono.

Para Samara Vilvert, gerente comercial da Cinesystem, a ideia da rede é continuar inovando e oferecendo opções diferenciadas aos seus clientes. “Entendemos que o brasileiro está cada vez mais apaixonado por pets e procurando opções de lazer onde possa curtir momentos agradáveis ao lado dos peludos. Assim, surgiu a ideia de implantar o projeto Cine Pets. A primeira edição, realizada em junho, foi um sucesso e esperamos oferecer novamente essa experiência inesquecível”, explica.

De acordo com Higor Cruz, gerente de Marketing, Trade e Digital, da rede, “a companhia está investindo em novas e mais assertivas formas de comunicação; em infraestrutura, visando a fidelização de um novo nicho de clientes e principalmente na inovação do entretenimento, exemplo disso é a ação de Cãos Play que realizaremos na mesma data”, finaliza.

Vale lembrar, que o valor do ingresso seguirá a tabela padrão de cada complexo da Cinesystem.


Cãos Play – Semana Homem Aranha

Os fãs do personagem poderão se divertir ainda mais durante a exibição do filme, já que em cada sala será realizado um Concurso de Cosplay. A ideia é fantasiar os pets e concorrer a prêmios estabelecidos por cada complexo da Cinesystem.


Serviço: Cine Pets

Data: 13 de julho
Horário: 14 horas
Local: Morumbi Town Shopping – Avenida Giovanni Gronchi, 5930 – Vila Andrade – São Paulo (SP) - Sala 04 - 177 Lugares.




Cinesystem

Pet Terapia: Cães auxiliam crianças e adultos com deficiências


 Além dos alunos da APAE, a terapia com animais também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. 


Já são 132 milhões de animais de estimação no Brasil, sendo 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos. Além disso, o Brasil é o 2º maior mercado pet do mundo. Em 2018 foram US$ 6,44 bilhões movimentados, ou seja, cerca de R$ 20,7 bilhões. Os números são impressionantes, mas não causam surpresa, visto que cerca de 88% de brasileiros consideram e tratam, por exemplo, cachorros e gatos como membros da família.

Já está comprovado que a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de ótimos companheiros, os pets ainda podem ajudar pacientes com os mais diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. É a chamada Terapia Assistida com Animais (TAA) ou Pet Terapia - termo mais usado popularmente.

Em Poço de Caldas (MG), o projeto “Cãoterapia” atende pessoas com deficiências na APAE. As atividades acontecem mensalmente e com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, presente em todas as tarefas realizadas entre cães e alunos. Com duração entre 30 a 50 minutos, a terapia é documentada para estudo e avaliação, como explica Rita Ferrari Paludo, Gerente de gestão de pessoas na Nutrire - empresa idealizadora do projeto.

“Nossa missão é utilizar o amor dos cães para promover comunicação e convivência, além de integrar e motivar esses alunos. Com isso, garantimos a diminuição do isolamento e da dor a essas pessoas. Dessa forma, também conseguimos diminuir a ansiedade e provocar relaxamento e alegria antes, durante e depois das terapias”, revela Rita. Além disso, os animais auxiliam no aumento da mobilidade, das amplitudes de movimento e da agilidade dos alunos em decorrência do dinamismo das atividades. Rita conta ainda que o projeto iniciou em 2016 e atua nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social dos alunos da APAE.

A Pet Terapia surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres. Tuken ficou reconhecido mundialmente através da sua luta pelo tratamento humanizado, onde o projeto com animais se encaixa totalmente. Rita explica que a inciativa da Nutrire em Minas Gerais trabalha com os conceitos da Terapia Assistida usada por Tike e desenvolvida a partir de estudos que mostram que o simples contato com um animal já é suficiente para promover bem-estar. “Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios. Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores”, acrescenta.

Alguns benefícios da atividade e TAA já foram comprovados, como a diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, além da melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da autoestima. Tecnicamente falando, conforme explica Rita, o processo também estimula a interação social e tem uma ação calmante e antidepressiva, o que resulta, em alguns casos, na redução da quantidade de medicamentos.

“O impacto da atuação dos cães é bastante profundo e têm demonstrado excelentes resultados com a prática que foi implantada. Os projetos de Terapia, estabelecidos em todo o mundo a partir da década de 80, tiveram como base as propriedades positivas do convívio com os cães que foram demonstrados pelos trabalhos de diversos pesquisadores”, revela.

Porém, Rita alerta para a necessidade de profissionalização desses projetos espalhados pelo mundo, especialmente no Brasil. “O trabalho é sério e exige alguns cuidados, por isso, deve ser realizado apenas por quem entende do que está fazendo, pois não é qualquer cão que pode simplesmente sair visitando estas instituições de qualquer maneira. Os animais precisam estar aptos ao serviço de TAA. Um pet que estranha o paciente, por exemplo, pode causar o efeito contrário, trazendo um sentimento de rejeição extremamente prejudicial para esses alunos”, alerta.

Rozeli Custódio, psicóloga da APAE de Poços de Caldas - que atende cerca de 80 pessoas diariamente, conta que os resultados são surpreendentes. “A melhora dos alunos é visível, especialmente quando observamos os cadeirantes acometidos de paralisia cerebral que são estimulados quanto a linguagem expressiva e a motricidade global. A TAA age como uma ponte de tratamento, sendo o cão um agente terapêutico”, diz. Além disso, a especialista constatou melhora importante no comportamento de autistas, que passaram a expressar seus sentimentos, colocar regras, limites e linguagem expressiva no convívio com o animal.

A TAA também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. Além de cães e gatos, podem ser utilizados outros animais como cavalos, peixes, pássaros, coelhos, aranhas, cobras e até botos - projeto chamado de bototerapia e utilizado no Brasil para auxiliar crianças que lutam contra a leucemia no Amazonas, onde pacientes interagem com esses grandes mamíferos no Rio Negro. 


Uma relação de afeto e saúde

É por essas e outras que os brasileiros sobem no ranking dos apaixonados por pets todos os anos. Para a Dra. Luana Sartori, veterinária da Nutrire, o contato com os animais aumenta a produção de endorfina, que ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto, e alegria. “Além da endorfina, a produção de outra substância também aumenta com a relação entre tutores e seus pets, por exemplo. É a chamada  ocitocina, que promove a afeição e diminui a pressão arterial”, explica. Segundo os pesquisadores Brian Hare e Vanessa Woods, da área de evolucionismo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, as mesmas sensações sentidas em situações de afeto entre humanos também acontecem entre espécies diferentes.

“Recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas dos pets aos tutores internados, visto que a humanização do tratamento é consequência do resultado positivo que os animais exercem na cura dessas pessoas”, explica Dra. Luana. Além dele, muitas instituições e ONGs realizam a chamada Pet Terapia e trabalham levando os animais até centros de recuperação. "É claro que há indicações de segurança e higiene que precisam ser seguidos, conforme determinação de cada espaço de saúde", complementa.

Os cães também são responsáveis pela diminuição no risco das crianças desenvolverem alergias, segundo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison. A pesquisa revelou que  as chances de ter esse tipo de problema são 33% menores com um animal de estimação. Para o pesquisador, responsável pelo estudo, até o sistema imunológico dos pequenos fica mais forte com a convivência canina.

Além de tudo isso, os cães e gatos podem auxiliar na preservação da saúde do coração. É o que garante o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos. Há pesquisas que dizem que um pet pode diminuir o colesterol e o nível de triglicérides.

“De uma forma geral, os pets só trazem benefícios tanto para crianças, como para adultos e idosos. Os animais são compreensíveis, solidários e muito fiéis aos donos. É isso que estabelece a relação de confiança e afeto entre eles. E é isso que movimenta todas as energias boas que os bichos são capazes de provocar. É por isso que nossas atenções devem estar voltadas para o bem-estar dos bichos, garantir que tenham uma vida feliz, saudável, com alimento de qualidade e acompanhamento veterinário periódico. É isso que todos eles merecem.”, completa Luana.

Dia Mundial das Zoonoses: uma data para falar de ação e prevenção


 CRMV-SP destaca o papel dos médicos-veterinários na saúde pública e orienta sobre os principais cuidados


Raiva, leishmaniose, leptospirose, toxoplasmose, hantavirose, "bicho-geográfico", dengue, malária, febre amarela, tétano, salmonelose, sarna, micose, cisticercose, brucelose, tuberculose... A lista poderia continuar por várias linhas, mas esses são apenas alguns exemplos de doenças lembradas no Dia Mundial das Zoonoses, celebrado em 6 de julho. Provavelmente, você já ouviu falar de alguma dessas doenças, seja nos livros da escola, nos noticiários ou devido a casos na sua região.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 60% das doenças infecciosas humanas têm sua origem em animais. Por todo o mundo, as zoonoses respondem por 62% da Lista de Doenças de Notificação Compulsória, 60% dos patógenos reconhecidos (vírus, bactérias, protozoários, parasitas e fungos) e 75% das doenças emergentes.

“As zoonoses representam as doenças de transmissão direta ou indireta relacionadas entre as espécies animais e os seres humanos, considerando o envolvimento do meio ambiente e de todos os fatores determinantes desta relação. Há séculos, são observadas e compreendidas como resultantes do desequilíbrio ou transtorno das relações naturais entre as espécies, seres humanos e os ambientes onde se relacionam”, explica Carlos Augusto Donini, presidente da Comissão de Políticas Públicas do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).


Papel do médico-veterinário na prevenção

“O médico-veterinário é o profissional que recebe, na sua formação, o conhecimento mais completo sobre zoonoses. Portanto, é sua a responsabilidade diagnosticar e indicar medidas de prevenção e controle, seja qual for sua área de atuação, inclusive na clínica de pequenos animais”, afirma a médica-veterinária Adolorata Carvalho.

Para Carlos Augusto Donini, essa profissão reúne a responsabilidade técnica, social e ambiental da promoção da qualidade de vida da sociedade. “Ao médico-veterinário compete intervir em todas as fases da cadeia produtiva de alimentos de origem animal, garantindo sua sanidade (livre de patógenos) e qualidade sanitária (livre de contaminantes) para a sociedade. Também responde pela orientação e adequação das relações entre humanos e animais, resolvendo conflitos e exposições a riscos sanitários, sempre preservando o bem-estar animal e humano e o meio ambiente”.

Refletindo sobre a saúde pública, a integrante da Comissão de Saúde Pública Veterinária do CRMV-SP chama a atenção para os benefícios de contar com este profissional: “O gestor público tem que ser conscientizado de que, contratando médicos-veterinários para a Atenção Básica em Saúde, além da Vigilância em Saúde, com salários justos e reconhecimento do seu trabalho, o município terá seus custos em saúde diminuídos, uma vez que ações de prevenção de doenças e agravos e promoção à saúde evitam a ocorrência e/ou complicações que levam a internações que custam muito mais”.


Núcleos de Apoio à Saúde da Família

Com o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Básica no Brasil, em 2008, o Ministério da Saúde criou os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) – compostos por equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (eSF), as equipes de atenção básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais) e com o Programa Academia da Saúde. Atualmente, eles são regulamentados pela Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, que incluiu os médicos-veterinários na equipe profissional destes núcleos. Dados do Ministério da Saúde, de abril de 2019, apontam que já há 159 médicos-veterinários atuando em 23 estados brasileiros. 

“Atuando junto às Estratégias Saúde da Família, o médico-veterinário tem a oportunidade de estar nos territórios avaliando os riscos ambientais que permitem o desenvolvimento de doenças, muitas delas zoonoses. Analisado e dimensionado o risco, medidas de controle e prevenção podem ser adotadas, evitando que o número de casos aumente. Educação em Saúde, tanto para as equipes de saúde (educação permanente), como para a população, é uma das ações que o médico-veterinário pode assumir e que podem levar a resultados muito significativos, tanto para prevenção de doenças e agravos, como para a promoção à saúde”, explica a integrante da Comissão de Saúde Pública Veterinária do CRMV-SP.


Cuidados para prevenção

Para a prevenção de zoonoses, Donini orienta: “a higiene (pessoal e ambiental) e a minimização dos contatos diretos são eficientes para prevenir as zoonoses. Outro aspecto é o cozimento adequado (acima de 70°C) dos produtos de origem animal destinados ao consumo humano, como carnes, pescados, leite e ovos.”
Adolorata Aparecida Bianco Carvalho, membro da Comissão de Saúde Pública Veterinária do CRMV-SP, ressalta a importância da vacinação dos animais. Ela também elenca as principais medidas preventivas para as zoonoses mais comuns no Brasil.

No que refere à raiva, as precauções são: "vacinação de animais; vacinação pré-exposição de pessoas em situação de risco; vacinação pós-exposição de pessoas que sofreram agravos por animais ou acidentes com material contaminado; encaminhamento de material suspeito para análise em laboratório; redução do contato com morcegos caídos ou vistos voando durante o dia; e o controle de morcegos hematófagos", ressalta Adolorata.

No caso de toxoplasmose, é recomendado não comer carne crua ou mal cozida, lavar e higienizar muito bem verduras e legumes, usar luvas quando fizer a limpeza das caixas de areia dos gatos e lavar sempre as mãos depois de brincar com os bichos.

Quanto à leptospirose, "a forma mais comum de infecção é pelo contato com a urina de ratos. Portanto, é muito importante o cuidado de não ter contato com águas contaminadas durante enchentes, por exemplo. Também são fundamentais as medidas de controle de roedores (anti-ratização e desratização)", diz.

Ainda segundo a médica-veterinária, para prevenir o "bicho-geográfico", que é mais comum em crianças, não se deve permitir que elas brinquem em areias de parques ou de praias aos quais os cães e gatos têm acesso. Além disso, os tutores devem manter seus animais desverminados sob orientação de um médico-veterinário.

Nos casos de brucelose e de tuberculose (pelo Mycobacterium bovis), um cuidado é não ingerir leite cru ou queijos frescos feitos com leite cru.

Pensando em políticas públicas, Adolorata avalia que muito precisa ser melhorado. “Novas políticas precisam ser propostas para resgatar a função das Unidades de Controle de Zoonoses. Políticas públicas para monitorar e controlar as populações de animais, o controle de vetores e prevenção das arboviroses, e outras ações, precisam ser implantadas com a participação efetiva de médicos-veterinários, ONGs, população em geral, Conselho de Saúde, poder legislativo, poder executivo, Ministério Público e outros entes”, ressalta.

Para Carlos Augusto, esse trabalho tem que começar pela base. “As políticas públicas em saúde são complexas, extensas e de difícil sistematização, exigindo investimentos contínuos e crescentes (humanos, tecnológicos e financeiros). Sua eficácia resulta desta fragilidade. As políticas de caráter preventivo (Atenção Básica e Estratégias de Saúde da Família) são as mais baratas e de melhores resultados imediatos e duradouros. Somada ao valor agregado das ações de Vigilância em Saúde, representam a mais sólida base para um Programa de Saúde eficiente e digno.”


Dia Mundial das Zoonoses

6 de julho refere-se à data em que o cientista francês Louis Pasteur, pela primeira vez, aplicou com sucesso a vacina antirrábica por ele desenvolvida, em um menino chamado Joseph Meister, em 1885. Além de homenageá-lo pelas notáveis descobertas relacionadas às causas e formas de prevenção de doenças, o Dia Mundial das Zoonoses também busca estimular uma reflexão ampla sobre este tema, tanto entre os profissionais da área quanto na população, com a finalidade de trazer melhorias para a qualidade de vida.




Sobre o CRMV-SP
O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do Estado de São Paulo, com mais de 36 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, Estados e Municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

ESTUDO REVELA QUE CÃES OBESOS VIVEM DOIS ANOS A MENOS DO QUE CÃES SAUDÁVEIS



A obesidade é um problema global de saúde pública e no Brasil não é diferente. A afirmação tem como base dados do Ministério da Saúde (Vigitel) que apontam um aumento da obesidade na população em 60% nos últimos 10 anos. Esse problema não atinge somente humanos, mas também os animais de estimação, já que a rotina de seus tutores acaba influenciando diretamente a vida de seus melhores amigos.

Como nunca é tarde para começar, é possível colocar em prática aquele desejo de uma vida mais saudável, com alimentação balanceada e atividades físicas regulares, tendo a companhia do pet.

Um recente estudo aponta que cães acima do peso podem ter suas vidas reduzidas em mais de dois anos. Foi essa realidade que chamou a atenção dos pesquisadores da Universidade de Liverpool e do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare.

Realizado durante duas décadas e publicado no ‘Journal of Veterinary Internal Medicine’, o estudo acompanhou mais de 50.000 cães, das 12 raças mais populares, para entender como seu peso afetava sua saúde e revelou que a vida dos cães com excesso de peso foi reduzida em até dois anos e meio quando comparados aos cães com peso corporal saudável. A correlação entre excesso de peso e tempo de vida reduzido foi observada em todas as raças, embora a magnitude da redução tenha sido diferente, variando entre cinco meses para os Pastores Alemães machos e dois anos e seis meses para os machos de Yorkshire Terriers.

O co-autor do estudo, Alex German, Professor de Medicina Veterinária de pequenos animais na Universidade de Liverpool, revelou: “Para muitos tutores, oferecer alimentos, particularmente restos de comidas e petiscos, é uma forma de demonstrar afeição pelo animal de estimação. Ter cuidado com o que você oferece ao seu cão pode ajudar a mantê-lo em boa forma e permitir que ele esteja por perto por muitos anos”. 

A obesidade dos animais de estimação está em constante crescimento, e os números mais recentes estimam que um em cada três cães e gatos nos Estados Unidos está acima do peso. Embora o estudo não tenha examinado as razões por trás do peso extra, imagina-se que os hábitos alimentares desempenham um papel importante na obesidade dos animais. Uma outra pesquisa realizada pela Mars Petcare mostrou que mais da metade (54%) dos tutores de cães e gatos sempre ou frequentemente alimentam seus animais de estimação se eles pedem, e quase um quarto (22%) dos tutores às vezes alimentam em excesso seu animal de estimação para mantê-los felizes.

Já uma outra pesquisa, de 2018, conduzida pelo Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™, constatou que 59% dos cães e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso. No entanto, apenas 24% dos tutores de cães descrevem seu animal de estimação com excesso de peso. Ainda assim, 59% dos tutores de cães e gatos disseram que se sentem recompensados ao alimentar seu animal de estimação e 77% disseram que seu animal fica feliz quando oferecem alimento a ele. Infelizmente, muitos tutores não estão plenamente conscientes sobre as consequências do excesso de alimentação ao animal de estimação. 


SOBRE O ESTUDO

O estudo da Universidade de Liverpool e WALTHAM™ foi um estudo de corte retrospectivo observacional que utilizou dados demográficos, geográficos e clínicos de cães que receberam cuidados nos Hospitais Veterinários BANFIELD®, na América do Norte, entre abril de 1994 e setembro de 2015. Os dados foram coletados de 50.787 cães, das 12 raças mais populares nos Estados Unidos: Dachshund, Pastor Alemão, Golden Retriever, Labrador Retriever, Cocker Spaniel Americano, Beagle, Boxer, Chihuahua, Pit Bull Terrier, Pomerânia, Shih Tzu e Yorkshire Terrier. Para cada raça, o tempo de vida dos cães cujos tutores relataram que eles estavam acima do peso e aqueles em condição corporal ideal foi comparada.

Os dados extraídos para este estudo incluíram variáveis demográficas (raça, sexo, castrado ou não e data de nascimento) e geográficas (latitude e longitude do código postal do tutor), além de dados coletados durante visitas ho hospital (data de visita, peso corporal e se disponível condição corporal) e data da morte. 





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Viagens de metrô e trem ficam mais baratas aos finais de semana e feriados com o Bilhete Lazer


Com o cartão, que pode ser adquirido nas cabines de Bilhete Único do Metrô, cada passagem sai por R$ 3,74


Férias escolares e feriado prolongado não precisam ser sinônimos de gastos excessivos. Dá para passear por São Paulo sem gastar muito. A dica da Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) é utilizar o Bilhete Lazer (BLA). Ele garante desconto no sistema metroferroviário das 18h de sábado até a meia-noite de domingo e em feriados nacionais e estaduais de São Paulo. Uma boa forma de chegar, por exemplo, a museus, parques e centros culturais da capital.

Ao utilizar o BLA o passageiro economiza R$ 5,59 a cada dez viagens. Em vez da tarifa atual de R$ 4,30, com esse bilhete especial cada passagem sai por R$ 3,74.

O cartão pode ser adquirido por R$ 2 nas cabines de recarga de Bilhete Único distribuídas nas estações operadas pelo Metrô. É obrigatória uma carga inicial de dez viagens. Como essa tarifa custa R$ 3,74, são R$ 37,41 no total, além do valor do cartão.

As recargas seguintes também devem ser realizadas nas cabines do Bilhete Único, sempre em lotes de dez viagens. Ou seja, o cidadão pode adquirir 10, 20, 30 ou 40 passagens, por exemplo. Os créditos não têm data de validade e só podem ser usados nas linhas de trem e metrô. São sete linhas na CPTM (linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade) e seis de metrô (linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata).

Para utilizar o BLA mais de uma vez é necessário estar atento ao intervalo de 30 minutos em caso de embarque em estações diferentes da mesma linha, 60 minutos se o embarque for nas mesmas linha e estação ou em estações integradas com a CPTM, ViaQuatro ou ViaMobilidade.

Para facilitar a reposição de créditos existentes no cartão em caso de roubo, furto, perda ou extravio, a STM recomenda que após a compra o cidadão cadastre seu BLA nos sites http://www.metro.sp.gov.br/http://www.cptm.sp.gov.br/ ou pessoalmente nos postos de atendimento dos cartões Lazer e Fidelidade nas estações Sé do Metrô ou Luz da CPTM.

O posto da Sé funciona diariamente, das 6h às 22h. Em caso de dúvidas, o passageiro pode entrar em contato com a Central de Informações do Metrô pelo telefone 0800 770 7722, todos os dias, das 5h à meia-noite.

O posto da Luz funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 22h. Para obter informações complementares, os usuários podem ligar para a Central de Atendimento da CPTM no 0800 055 0121, disponível 24 horas diariamente.

Em caso de perda, furto, roubo ou extravio o cancelamento do BLA deve ser feito imediatamente pela Central de Atendimento da Prefeitura de São Paulo no número 156. O saldo existente no bilhete cancelado estará disponível para restituição após 72h. Para emitir a 2ª via, o cidadão deve comparecer aos postos da Sé ou da Luz com documento de identidade se o bilhete for cadastrado ou recibo de uma das recargas, com o número do cartão, se não tiver feito cadastro. A prefeitura cobra uma taxa para emissão da 2ª via equivalente a sete tarifas unitárias do sistema de ônibus municipal da cidade de São Paulo. O prazo para entrega é de 72 horas.

Dicas de passeios – A STM separou algumas dicas de lugares, com entrada gratuita, que ficam próximos às linhas metroferroviárias para que o passageiro possa visitar após adquirir o BLA.

·         Centro Cultural São Paulo (CCSP): rua Vergueiro, 1.000, Liberdade, próximo à estação Vergueiro da Linha 1-Azul. Mais informações no site do CCSP.

·         Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB): rua Álvares Penteado, 112, Centro, próximo às estações  e São Bento da Linha 1-Azul. Mais informações no site do CCBB.

·         Parque da Juventude: avenida Cruzeiro do Sul, 2.630, próximo à estação Carandiru da Linha 1-Azul. Mais informações na página sobre parques e reservas naturais do Estado.

·         Memorial da Resistência: largo General Osório, 66, Santa Efigênia, próximo à estação Luz das linhas 1-Azul, 4-Amarela, 7-Rubi e 11-Coral. Mais informações no site do Memorial.

·         Parque da Luz: Praça da Luz, s/nº, Luz, próximo à estação Luz das linhas 1-Azul, 4-Amarela, 7-Rubi e 11-Coral. Mais informações na página do parque.

·         Instituto Itaú Cultural: avenida Paulista, 149, próximo à estação Brigadeiro da Linha 2-Verde. Mais informações no site do Itaú Cultural.

·         Parque da Água Branca: av. Francisco Matarazo, 455, Barra Funda, próximo à estação Palmeiras-Barra Funda das linhas 3-Vermelha, 7-Rubi e 8-Diamante. Mais informações na página sobre parques e reservas naturais do Estado.

·         Cinemateca Brasileira: largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, próximo à estação Hospital São Paulo da Linha 5-Lilás. Mais informações no site da Cinemateca.


·         Parque do Ibirapuera: avenida IV Centenário, portão 6, próximo à estação AACD-Servidor da Linha 5-Lilás. Mais informações no site do parque.

·         Parque Estadual do Jaraguá: rua Antônio Cardoso Nogueira, 539, Vila Chica Luiza, próximo à estação Jaraguá da Linha 7-Rubi. Mais informações na página do parque.

·         Parque Villa-Lobos: av. Professor Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto dos Pinheiros, próximo à estação Villa Lobos-Jaguaré da Linha 9-Esmeralda. Mais informações na página do parque.

·         Espaço Verde Chico Mendes: av. Fernando Simonsen, 566, São José, São Caetano do Sul, próximo à estação São Caetano do Sul-Prefeito Walter Braído da Linha 10-Turquesa. Mais informações na página do espaço.

·         Parque Ecológico do Tietê: rua Guirá Acangatara, 70, próximo à estação Engenheiro Goulart das linhas 12-Safira e 13-Jade. Mais informações na página sobre parques e reservas naturais do Estado.


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